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PRONAC 237325Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

TALVEZ DESERTO

DAIANA CASTILHO DIAS LTDA
Solicitado
R$ 1,23 mi
Aprovado
R$ 1,23 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-04-02
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O projeto "Talvez Deserto" trata-se de uma exposição multimídia do artista visual Christus Nóbrega, composta por fotos, vídeos, instalações, performances, games, esculturas, realidade virtual e livros-de-artistas, que problematiza, entre outras questões, pautas da comunidade LGBTQIA+.

Sinopse

EXPOSIÇÃO TALVEZ DESERTO O projeto "Talvez Deserto" trata-se de uma exposição multimídia do artista visual Christus Nóbrega, composta por fotos, vídeos, instalações, performances, games, esculturas, realidade virtual e livros-de-artistas, que problematiza, entre outras questões, pautas da comunidade LGBTQIA+, traçando paralelos entre os contextos culturais, sociais, políticos e estéticos do Brasil e da Austrália, incluindo também a perspectiva dos povos originários de ambos os países (indígenas e aborígenes LGBTQIA+). As obras que vem sendo construídas a quatro anos, nasceram de uma pesquisa iniciada durante a residência artística de três meses na Austrália, na qual o artista atravessou sozinho 3.000 mil quilômetros do deserto daquele país, refazendo a rota que as Drags Queens fizeram no icônico filme "Priscilla, a rainha do deserto", referência no cinema LGBTQIA+ mundial. A residência deu-se a convite do Canberra Contemporary Art Space (CCAS) e foi apoiada pelo Itamaraty e Embaixada do Brasil na Austrália.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realização da exposição Talvez deserto com textos críticos de Paulo Herkenhoff, Marilia Panitz e André Severo. A mostra apresentará obras inéditas do artista Christus Nóbrega composta por fotos, vídeos, instalações, performances, games, esculturas, realidade virtual e livros-de-artistas, que problematiza pautas da comunidade LGBTQIA+, traçando paralelos entre os contextos culturais, sociais, políticos e estéticos do Brasil e da Austrália. OBJETIVOS ESPECÍFICO O projeto Talvez deserto tem por objeto específico as seguintes ações: · PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar 1 mostra GRATUITA com cerca de 150 obras inéditas do artista Christus Nóbrega. (90 dias em cartaz); · PRODUTO CATÁLOGO: Produzir e imprimir 1000 catálogos relacionados ao projeto com imagens das obras expostas e textos de críticos convidados. A confecção dessa peça gráfica permitirá a multiplicação da experiência da visita à exposição, a documentação de acontecimentos de importância para as artes visuais brasileiras e a democratização de material com textos críticos de excelência, produção gráfica cuidadosa e obras de arte que são fruto de longa pesquisa e experimentação; · PRODUTO PALESTRA: Realizar 03 palestras com pesquisadores, críticos, professores ou especialistas que permitam uma ampla discussão dos temas apresentados no projeto; (50 vagas por encontro).

Justificativa

A exposição "Talvez Deserto" destaca-se por sua relevância temática, pertinência sociocultural, ineditismo e estética. Vivemos em uma sociedade diversa, contudo ainda marcada por preconceitos que impactam na vida de pessoas LGBTQIA+. Contribuindo para essa transformação, a mostra cria espaço seguro e inclusivo para expressão dessas identidades por meio de obras inovadoras, discutindo temas complexos e sensíveis, celebrando a diversidade e resiliência de grupos marginalizados. Com abordagem transnacional, explora pioneiramente a relação histórica, politica, sociocultural e estética entre Brasil e Austrália, conexão de grande potencial, haja vista as ricas simetrias e assimetrias entre as duas nações - ambas nascidas de violenta colonização. Ao usar da estratégia da alteridade (reconhecimento do "outro" para formação de nossa própria identidade), a exposição estabelece uma ponte inéditas entre os dois países, ao cruzar questões LGBTQIA+ com a cultura dos povos originários dessas nações. Como algumas das obras serão produzidas durante a oficina que Christus Nóbrega dará para outros artistas, a exposição transforma-se também em uma plataforma para apresentar emergentes criadores LGBTQIA+, especialmente aborígenes, indígenas e travestis/transgêneros. Christus Nóbrega vem apresentando exposições inovadoras e de excelência com grande repercussão de mídia e público. Suas últimas exposições individuais no CCBB e no Complexo Cultural da Praça dos 3 poderes, foram amplamente divulgadas pela mídia e atraíram um público de mais de 150 mil visitantes. Por isso, acreditamos que "Talvez Deserto" ajudará a fortalecer o turismo e movimentar a economia local. Sua realização na Galeria Principal do Museu Nacional da República,em Brasília, permite não apenas entregar ao visitante uma programação de qualidade, como também reforça a relevância cultural e social do tema abordado, contribuindo para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e inclusiva. O uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para realização deste projeto junto ao Ministério Cultura, via Lei de Incentivo, tem se mostrado a única forma de apoio junto à iniciativa privada, sendo imprescindível para a democratização da cultura em todo o Brasil. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (apresentando as diversas formas das tradicionais manifestações artísticas na Bahia no período colonial e imperial) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;(no caso, os autores das obras de arte visuais e decorativas) IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (através do reconhecimento da tradição artística da Bahia e a sua importância histórica no país e no mundo) VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (disseminar e refletir são formas de preservar o patrimônio cultural das expressões artísticas) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;

Estratégia de execução

PÚBLICO-ALVO O projeto Talvez Deserto - foi desenvolvido para o público em geral. A mostra de apresentação das obras terá entrada franca e classificação indicativa Livre para todos os públicos. Estima-se que mais de 10 mil pessoas visitarão a exposição em seu período em cartaz. PLANO DE COMUNICAÇÃO E MÍDIA O projeto Talvez Deserto realizará a distribuição gratuita (para o público, instituições culturais e formadores de opinião) de mídias digitais especialmente criadas para a mostra. Esse material tem caráter de formação e reflexão sobre a História da Arte Brasileira e como desdobramento, colabora para a difusão e a democratização do acesso à cultura. · Contratação de assessoria de imprensa especializada; · Clipagem e valoração de mídia espontânea; · Impressão de 1000 catálogos; · Convite virtual; · Divulgação em redes sociais; · Impulsionamento de postagens em redes sociais; · Registro fotográfico e videográfico do evento; · Site do proponente: serão disponibilizadas informações do projeto, integra das palestras, vídeos em libras, áudio guia das obras e o site terá como acessibilidade as seguintes ferramentas: Leitor de tela; Ferramenta em lupa e zoom; Auto contraste e inclusão da ferramenta Suíte V Libras.

Especificação técnica

Catálogo das obras Capa flexivel - 27x21 cm no tamanho fechado 27,0 x 21,0 cm Miolo: Páginas:100. 1 Capa no tamanho aberto 57x24,0 cm em papel Cartão Duo Design (LD) 350 g/m² impressos à 4x0 cores. Acabamentos: Prova Laser, Laminação BOPP Fosco F, Faca Especial 1 Guardas no tamanho aberto 30,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 170 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Laminação BOPP Fosco F, Prova Laser, Dobra 100 Páginas no tamanho 15,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 150 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Prova Laser, Dobra Finalizações: Alceamento, Cola Hotmelt, Capa flexível, Encaixotamento Quantidade: 1000 unidades

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO 1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com museus que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: a) Descrição da atividade: · A exposição de apresentação das obras terá textos em tipos ampliados para garantir o acesso de deficientes visuais de graus variados; · Legendas em braile para as obras presentes na exposição de apresentação. Estas impressões serão executadas em placas de pvc e estarão expostas em altura adequada para leitura tátil, inclusive de cadeirantes e pessoas de baixa estatura; 3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITITOS a) Descrição da atividade: · Realização de Vídeo em libras sobre as obras adquiridas disponível por QRcode na exposição; PRODUTO CATÁLOGO 1. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS a) Descrição da atividade: O catálogo do projeto será disponibilizado gratuitamente em PDF. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. PRODUTO PALESTRAS 1.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS a) Descrição da atividade: As palestras serão acompanhadas por intérprete em libras; ACESSIBILIDADE DE COMUNICACIONAL Todo o conteúdo desenvolvido pelo projeto será disponibilizado no site do projeto inclusive os vídeos em libras das obras; De acordo com a Lei nº 13.146, de 06/07/2015 Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; e III - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.

Democratização do acesso

O projeto Talvez deserto - realizará as seguintes iniciativas visando ampliação do acesso: 1. O projeto prevê a parceria com entidades cujo acesso seja GRATUITO. 100% do produto Exposição será realizado com caráter social, além do previsto no inciso II do art.27, totalizando 100%; 2. 80% catálogos produzidos para a mostra terão distribuição gratuita para o público em geral e especialmente para escolas, bibliotecas, museus e outras entidades ligadas à cultura (Art 28 - Inciso I); 4. Todas as imagens e vídeos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do proponente do projeto (Inciso IV e V Art. 28); 5. Serão realizados 3 encontros com especialistas, sendo um deles voltado para professores da rede pública (Inciso VI – Art.28); No âmbito do Art. 28 da IN nº01/2023 do Ministério da Cultura o projeto prevê: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

CHRISTUS NÓBREGA – ARTISTA Artista e Professor do Departamento de Artes Visuais (VIS) da Universidade de Brasília (UnB). Doutor e Mestre em Arte Contemporânea pela UnB. Leciona e orienta nos cursos de graduação, mestrado e doutorado em Artes da mesma instituição. Sua pesquisa artística investiga as relações entre lugar, memória e ficção, recorrendo a poética da alteridade e métodos da viagem e da residência artística. Apesar de ter a fotografia como um dos principais meios, não se restringe a mídia ou linguagem, tendo trabalhos que transitam desde técnicas manuais seculares a trabalhos computacionais. Entre suas exposições individuais mais recentes destacam-se Brasília, Enfim (Complexo Cultural da Praça dos Três Poderes - 2023). Dragão, Floresta, Abundante (25º Bienal de Curitiba - 2018, CCBB/BH - 2018 e CCBB/BSB - 2017) e Labirinto (CCAS/Austrália - 2019, Artisan/Austrália - 2018 e Palácio das Artes/BH - 2017). Vem apresentando seu trabalho em mostras coletivas em diversos espaços brasileiros a exemplo do Museu Nacional da República (Brasília), Centro Cultural Correios (Brasília e São Paulo), Caixa Cultural (Rio de Janeiro), MAR (Rio de Janeiro) e Estação das Artes (João Pessoa), entre outras. Tem obras em acervos e coleções privadas e institucionais, a exemplo CAFA (Pequim), Embaixada do Brasil na China e Austrália, Museu de Arte do Rio (Rio de Janeiro), Museu Nacional (Brasília), entre outros. Autor de livros e artigos científicos na área de artes visuais e arte/educação. Premiado pelo Programa Cultural da Petrobras (2004 e 2011) e pelo Museu da Casa Brasileira (2004). Indicado ao Prêmio PIPA (2017 e 2019). Em 2015, representou o Brasil na China pelo Programa de Residência Artística do Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Em 2019, pelo mesmo programa, representou o Brasil na Austrália que resultou em exposições individuais no país e atual projeto de pesquisa internacional com a Australian National University. PAULO HERKENHOFF – CURADOR Paulo Herkenhoff é Autor de produção intelectual e atuação em curadoria, crítica e história da arte, referência fundamental para especialistas destas áreas, em âmbitos nacional e internacional, Paulo Herkenhoff possui trajetória profissional que articula o trabalho institucional e a pesquisa inovadora, tendo atuado diretamente em alguns dos mais importantes processos de transformação neste campo ao longo de sua carreira. Catedrático da USP, durante os anos 2019 e 2020, no Instituto de Estudos Avançados, foi o primeiro Diretor Cultural do Museu de Arte do Rio, o MAR, bem como Diretor-Geral do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (2003-2006) e Curador-Chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o MAM-RJ (1985-1999). Além disso, foi Curador Adjunto no departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA (1999-2002), Curador Geral da XXIV Bienal de São Paulo (1997 e 1999) e Curador da Fundação Eva Klabin Rapaport. Foi Consultor da Coleção Cisneros (Caracas, Venezuela), e Consultor da IX Documenta Kassel, na Alemanha (1991). Foi Realizou curadorias consideradas centrais para a compreensão histórica da produções em arte brasileira e latino americana, como o Pavilhão brasileiro na 47ª Bienal de Veneza (1997), exposição de formato fundador realizada em instituição de prestígio mundial; foi curador geral da 24ª edição da Bienal de São Paulo (1998), “Um e/entre Outros”, conhecida como a Bienal Antropofágica, considerada uma das mais importantes exposições da década de 1990, contemplada inclusive com um dos livros da Coleção Exhibitions Histories, editada por uma das mais atuantes publicações sobre arte contemporânea, a Afterall. Curou também “Lucio Fontana”, no Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo (2001) e “Tempo”, realizada no Museu de Arte Moderna, o MoMA, em Nova York (2002), que reuniu artistas de vários países em torno da temática temporal em suas percepções fenomenológicas e ficcionais - Herkenhof é um dos poucos brasileiros a ocupar um cargo de curador no MoMA. Outras curadorias: “Guillermo Kuitca”, Centro Reina Sofía (Palácio de Velásquez), Madrid (2003); Contrapensamento Selvagem, Itaú Cultural (2011); Zona Tórrida, Certa Pintura do Nordeste no Santander Cultural do Recife (2012); Vontade Construtiva na Coleção Fadel, no MAR-Museu de Arte do Rio (2013) e O Abrigo e o Terreno: Arte e Sociedade no Brasil no MAR-Museu de Arte do Rio (2013), exposições realizadas já em seu cargo atual com foco na especificidade da produção brasileira em seu contexto social e cultural. Sua produção bibliográfica contempla a produção de alguns dos mais importantes artistas contemporâneos, como “Cildo Meireles”, “Maria Leontina”, “Antônio Dias”, “Beatriz Milhazes”, “Emmanuel Nassar, entre o Silêncio e o Simples”, assim como oferece olhar renovador para a compreensão de produções históricas como em “O Brasil e Os Holandeses 1630-1654”, “A Arte Brasileira na Coleção Fadel”, “Biblioteca Nacional, a História de Uma Coleção”, “The Contemporary Art of Brazil: Theoretical Constructs” e “The Theme of Crisis in Contemporary Latin American Art”. DAIANA CASTILHO DIAS - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Historiadora, professora e produtora cultural é Mestre em História das Relações Internacionais e Diplomacia Cultural pela Universidade de Brasília. para Cultura do MinC. Em 2007, deixa a administração pública e inicia o trabalho de Direção de Produção e Coordenação de projetos de Artes Visuais que culminaram na realização de uma série de exposições pelo país. Em 2008, cria e dirige a 4 Art Produções Culturais, empresa especializada na realização de eventos culturais que já realizou mais de uma centena de exposições no Brasil e no exterior. Atualmente também preside o IPAC – Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura sediado em Brasília e responsável pela gestão de mais de 6 mil obras de coleções privadas. MARILIA PANITS – TEXTO CRITICO Vive e trabalha em Brasília -DF Mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, foi professora na Universidade de Brasília, de 1999 a 2012. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. De 1994 a 2013, atuou como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, com projetos como: Felizes para Sempre, Coletivo Irmãos Guimaraes BSB, Curitiba e SP, 2000/2001; Gentil Reversão, BSB, RJ 2001/2003; Rumos Visuais Itaú Cultural 2001/03 e 2008/10; Azulejos em Lisboa Azulejos em Brasília: Athos Bulcão e a azulejaria barroca, Lisboa, 2013; Vértice – Coleção Sergio Carvalho, nos Correios em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo 2015| 2016; 100 anos de Athos Bulcão CCBB Brasilia, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro, 2018-9; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasila, 2022-24. Realiza projetos com ênfase na produção artística do Distrito Federal e na formação de uma visualidade determinada pela cidade nova; e em mapeamento da cena cultural de espaços não hegemônicos. Marília Panitz foi professora ao Instituto de Arte da Universidade de Brasilia ,até 2013. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. Pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, realizando projetos com ênfase na produção artística do DF. André Severo – TEXTO CRITICO Vive e trabalha em Porto Alegre – RS. É artista, curador, produtor e gestor cultural. Mestre em poéticas visuais pela UFRGS, produziu projetos como Areal, Lomba Alta e Dois Vazios. Realizou mais de uma dezena de filmes e instalações audiovisuais e publicou, entre outros, os livros Consciência errante, Soma e Deriva de sentidos. Foi curador associado da 30ª Bienal de São Paulo – A iminência das poéticas e co-curador da representação brasileira na 55ª Bienal de Veneza. Entre 2018 e 2019, ao lado de Marília Panitz, realizou 100 anos de Athos Bulcão CCBB Brasília, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2021, juntamente com Paulo Herkenhoff, realizou Arquiperiscópio, exposição individual com caráter retrospectivo que ocupou os quatro andares do Oi Futuro no Rio de Janeiro. Entre suas principais premiações destacam-se o Programa Petrobrás Artes Visuais - ano 2001; o Prêmio Funarte Conexões Artes Visuais, 2007; o Projeto Arte e Patrimônio 2007; o Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 2009; o V Prêmio Açorianos de Artes Plásticas; o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça - 6ª Edição; o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2014, em 2014; o XV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2015; e o Prêmio Sérgio Milliet da ABCA pelo livro Artes Visuais – Ensaios Brasileiros Contemporâneos. ROGÉRIO TAVARES - PROJETO EXPOGRÁFICO Formação multidisciplinar em Arquitetura, Publicidade e Marketing e Moda, atua em várias vertentes da Arquitetura. A expografia é uma de suas áreas de atuação. Desde 2002, projeta e acompanha a montagem de cenários e desenho de luz de ambientes de exposições de artes visuais em importantes espaços culturais no Brasil, como a galeria da Embaixada da Itália, CCBB, Palácio das Artes – Belo horizonte, MAB e Museu Nacional da República – Brasília, Farol Santader - Porto Alegre, e na Austrália, no Camberra Contemporary Art Space e ARTISAN – Brisbane. Fez trabalhos para artistas consagrados como Hélio Oiticica, Amílcar de Castro, Athos Bulcão, Rubem Valentin, Christus Nobrega, Vicente de Melo, entre outros. No cinema, como diretor de arte em curtas metragens, foi premiado internacionalmente como o filme Acalanto (2012), do diretor Arturo Saboia, lançado no Festival de CANNES 2013 e no Festival de GRAMADO 2013, onde foi premiado com o Kikito pela direção de arte e mais outras quatro categorias. CARLOS PEUKERT - PROJETO DE ILUMINAÇÃO Bacharel em Interpretação Teatral pela Unb-DF, iluminador cênico, produtor cultural e professo da UnB. Reconhecido no mercado artístico como iluminador cênico. Especialista em projetos luminotécnicos para exposições de artes promovidas pelo SESC/SP, Instituto Tomie Ohtake, Museu Casa do Pontal, Fundação Museu do Homem Americano, Museu da Cidade de Manaus, Fundação Athos Bulcão, Fundação Iberê Camargo, Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Farol Santander. Foi iluminador de inúmeras exposições itinerantes no Brasil tendo a oportunidade de trabalhar diretamente com renomados artistas como Ai Weiwei, Antony Gormley, Cai Guo Qiang, Patricia Piccinini, Pablo Atchugarrry, Christian Boltanski, Marianne Peretti, Carmela Gross, Os Gêmeos, Sebastião Salgado, entre outros. CARLOS FERREIRA DA SILVA - PROJETO EDUCATIVO Carlos Lin (Carlos Ferreira da Silva) é licenciado em História, especialista em Arte-Educação e mestre em Arte Brasileira Contemporânea. Foi professor na Universidade de Brasília e coordenador do Departamento de Artes Visuais da FADM. Orientou a formação de arte-educadores em diversos projetos expositivos junto a instituições como CCBB, CaixaCultural, Santander Cultural e Museu Nacional. Atua na interface entre arte e educação e coordena programas educativos de exposições variadas como “100 anos de Athos Bulcão”, “Toda Noite”, “Di Cavalcanti”, “O jardim de Amílcar: neoconcreto sob o céu de Brasília”. LIDIANA GOMES - GESTÃO FINANCEIRA E ADMINISTRATIVA Gestora - Advogada Assessora financeira de projetos, Advogada. Pós-graduanda em processo civil. Bacharel em Contabilidade. Atuou como gestora em diversas empresas privadas. Atualmente, Diretora Administrativa do IPAC Brasília - (Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura), associação privada especializada em gestão de coleção de obras de arte, concepção, desenvolvimento e execução de projetos culturais. Trabalhos recentes: Toda Noite-Vicente de Mello, 2022; Espelho-Labirinto, 2022; 100 anos de Athos Bulcão, Farol Santander – POA, 2023; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasília, 2022/2024; Brasília, Enfim, no Centro Cultural dos 3 Poderes, em 2023; Pinturas do Mestre José Joaquim da Rocha, Aquisição de Obras para MNBA, em 2023; entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.