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Realização da Metodologia de formação denominada Ciclo de Estímulos da Agência de Redes para Juventude, 2 eventos em formato de seminario, 8 workshops e disponibilização das oficinas na internet aberta ao grande público.
OFICINA (PRODUTO PRINCIPAL) CONTEÚDO PEDAGÓGICO - O que é uma ação cultural? Como planejar e realizar uma ação cultural visando impacto social? - Como tirar minha ideia da cabeça? (Instrumento pedagógico: Bussola) - Mapeamento: Detalhando minha ideia. (Instrumento pedagógico: Inventário / Mapa) - Escrevendo meu projeto (Instrumento pedagógico: Abecedário) - Sensibilização e difusão de informação para ações de Acessibilidade - Como trabalhar em Equipe? Como dividir tarefas? (Instrumento pedagógico: Avatar) - A importância de trabalhar em rede e com aliados do território - Direito à cidade e mobilidade urbana - Mobilização de público, produção de atividades culturais e comunicação - Como apresentar minha ideia de ação de cultural? (Banca e seminários de ideias no território) - Projeto de vida e ação cultural no território WORKSHOP - Apresentação da metodologia da Agência de Redes para Juventude - Como tirar minha ideia da cabeça? (Instrumento pedagógico: Bussola) - Mapeamento: Detalhando minha ideia. (Instrumento pedagógico: Inventário / Mapa) - Como trabalhar em Equipe? Como dividir tarefas? (Instrumento pedagógico: Avatar) - Como apresentar minha ideia de ação de cultural? (Pitch) - Produção de atividades culturais (Cronograma e orçamento) - Mobilização de público (Plano de mobilização)
OBJETIVO GERAL: Formar jovens agentes e empreendedores socioculturais na cidade, assim como apoiar as ações culturais criadas por eles que impactarão outros moradores destes territórios populares, abarcando neste contexto as mais diversas linguagens artísticas. Ao mesmo tempo difundir e fomentar a cena cultural jovem e periférica do Rio, contribuindo assim para a ampliação e o fortalecimento da capacidade dos setores produtivos da cultura pós pandemia, priorizando a sua qualidade, e a relação com o público. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: (entregas mensuraveis) a) PRODUTO PRINCIPAL OFICINAS: - Mobilizar 75 jovens moradores de territórios populares no Rio de Janeiro para inscrição nas oficinas de capacitação. - Selecionar por meio de questionário e entrevistas online, 30 jovens para a primeira fase da oficina de capacitação em produção e empreendedorismo cultural; - Realizar as oficinas com os 30 selecionados ao longo de 03 meses, com encontros semanais de 3 horas de duração (presencial e/ou online), além de tutorias com 1 hora de duração (online); totalizando uma carga horária de 45 horas de atividades. - Realizar ao final da 1ª fase das oficinas, a Banca com especialistas composta por agentes culturais convidados. A banca selecionará 03 ações culturais desenhadas na 1ª fase das oficinas pelos jovens; - Realizar a 2ª Fase da oficina: Desencubadora (Duração de 6 semanas) Carga horária: 27 horas (6 encontros/oficinas de 3 horas cada + 6 tutorias de 1,5 hora cada) - Realizar a 3ª Fase: Execução/Realização das ações culturais (Duração de 4 semanas) Carga horária: 15 horas no mínimo (5 tutorias com duração de 1 hora, destinado individualmente a cada grupo + 03 ações/eventos realizados nos territórios) - Realizar a 4ª Fase: Avaliação e prestação de contas das ações culturais (Duração de 2 semanas) Carga horária: 06 horas (4 tutorias de 90 minutos cada) - Realizar a 5ª Fase: Mapeamento de oportunidades (Duração de 01 dia) Carga horária: 04 horas (2 tutorias de 120 minutos cada) b) PRODUTO SEMINÁRIOS DE IDEIAS: - Realizar o Seminário de Ideias em dois locais, envolvendo os jovens em formação e moradores de suas comunidades - são pequenos eventos abertos ao público, com foco nos moradores dos territórios onde as oficinas serão realizadas. Nessa atividade, os jovens em formação, apresentam as ideias criadas e desenvolvidas nas oficinas, abrindo para amostragem do que pretendem realizar, além de debate com os moradores visando adequar e aprimorar as ideias antes de irem para a banca de avaliação. 120 pessoas atingidas. c) PRODUTO PRÊMIOS - Apoiar por meio de premiação em dinheiro 03 ações culturais, bem como monitorar tais ações fornecendo treinamento e ferramentas, além de estabelecer o cumprimento de metas e produção de evidências; - Atingir no mínimo 300 pessoas (100 por premiação) de grupos etários diversos que sejam moradores de comunidades e periferias na cidade, através das 03 ações selecionadas e premiadas; d) PRODUTO VISUALIZAÇÕES YOUTUBE - Atingir 360 visualizações no youtube a partir das aulas gravadas e) PRODUTO WORKSHOPS - Realizar 8 workshops mobilizando um total de 240 pessoas
A Agência de Redes para Juventude é um projeto criado em 2011 e atua em comunidades populares de diferentes regiões do Rio, apostando na formação de jovens como agentes e empreendedores culturais, por entender que cabe a eles o papel de protagonistas de proposições e de afirmação de direitos a partir de suas experiências em seus territórios e da cidade como um todo. Daí a necessidade indispensável de envolvimento dos mesmos nas diferentes etapas do projeto como sujeitos proponentes e ativos em agendas de formação, produção e mobilização de diferentes vivências e experiências do território em que estão inseridos. Nestes 10 anos mais de 5000 jovens tiveram a formação inicial como agente cultural, e outros 1000 se aprofundaram e realizaram suas próprias ações culturais em mais de 40 comunidades na cidade, atingindo aproximadamente outros 3000 moradores. Essas ações culturais criadas, desenvolvidas e realizadas a partir de uma metodologia própria da Agência, passeiam pelas mais diferentes linguagens artísticas, alinhando o desejo de expressão e produção artística do jovem ao seu papel como empreendedor cultural inserido num campo mais amplo que inclui o seu território em sinergia com a cidade. Importante ressaltar que a premissa dessas açãoes culturais desenvolvidas no processo de formação pelos jovens, é que devam atingir outros moradores do local de moradia, ampliando o alcance da proposta. A continuidade do projeto vai de encontro ao movimento de reconhecimento e protagonismo das forças da juventude e suas manifestações culturais e artísticas em territórios periféricos. Após muitos anos de total abandono pelo poder público, iniciativas desenvolvidas dentro desses territórios são cada vez mais reconhecidas, não somente como legitimas, mas potentes expressões de cultura da contemporaneidade, entretanto, a disputa simbólica pela ocupação da cidade e a distribuição de oportunidades para atores sociais desse campo ainda permanece como desafio. A Agência propõe a radicalização desse processo quando convida o jovem a criar e a pensar para e a partir do seu território e da CULTURA E DA ARTE, incluindo o jovem que ainda não está inserido no universo de projetos culturais. Desde 2011 a "Agência" vem atuando nas zona norte e oeste da cidade, no entanto, identificamos uma demanda recorrente nessas regiões, que foi agravada após a escassez de oportunidades no campo cultural e educacional advinda do contexto da pandemia do Covid-19. Em 2020 realizamos pesquisas e grupos focais com jovens desse região que validou nossa hipótese de que a vida cultural, econômica e educacional desse público sofreu muitos impactos negativos desde o inicio da pandemia. Além disso, é sabido que a zona oeste e norte do Rio são as regiões de menor IDH* (Índice de Desenvolvimento Humano) da cidade, marcada por significativas desigualdades sociais e realidades contrastantes. E, conforme aponta o Instituto Rio, a população da região representa 41,36% (2.614.728habitantes) do total do município (6.320.446 habitantes). Os indicadores culturais da região reforçam ainda mais a perspectiva da desigualdade. Por essas razões, a maior parte das vagas disponibilizadas para o atendimento de novos jovens está focada nas zonas norte e oeste, contribuindo assim para a promoção do protagonismo da juventude popular em áreas periféricas da cidade, especialmente naquelas onde as oportunidades e acessos ofertados no campo da cultura e arte ainda são pouco expressivos. A região do centro da cidade do Rio também sofreu com a chegada da pandemia, onde teatros, centros culturais, além de grupos e coletivos que atuam na região encerraram suas atividades. Entendemos que é hora de apostar na retomada das ações culturais da cidade, observando a pandemia e tomando providencias de proteção, como uso de máscaras em locais fechados ou que preveem aglomeração. O contexto sociocultural dessas três regiões onde o projeto será realizado reforça a necessidade de formarmos mais produtores e agentes da cultura para reaquecer o mercado e envolver cidadãs e cidadãos comuns neste processo. Acessar bens e manifestações culturais das mais diversas áreas é um direito, e nossa proposta trabalha nesse sentido, construindo uma rede de produção para a cidade, envolvendo jovens de territórios populares neste processo. Por essas razões é importante recorrermos ao MINC para viabilização da presente proposta. Também cabe destacar os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 onde a proposta se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; E ainda, os objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91 que serão alcançadas com o projeto: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
A Oficina está dividida em cinco FASES realizadas no período total de seis meses com carga horária total de 90 horas: 1a Fase – Ciclo de Estímulos (Duração de 3 meses/12 semanas) Carga horária: 45 horas 09 encontros/oficinas de 3 horas cada em formato - 5 aulas/encontros ONLINE e 4 aulas/encontro PRESENCIAL + 9 tutorias de 1 hora cada (online pela plataforma Zoom) + 03 eventos de 3h cada (Aula inaugural, Seminário de Ideias nos territórios e Banca com Especialistas)Descrição: O jovem participa de um laboratório criativo, a partir de instrumentos próprios da metodologia da Agência, para desenvolver uma ideia de ação cultural e refletir sobre as potências do seu território e de sua trajetória de vida. Ao longo dessa fase, suportados pela equipe de oficineiros e diferentes referências de inovação, os participantes serão estimulados a praticar habilidades criativas e interpessoais, pois as ideias serão desenvolvidas em grupos de até 5 pessoas. Após a formação dos grupos, o foco é aprimorar as habilidades comunicativas, pois os jovens passarão por duas etapas de defesa das suas ideias: a primeira será a validação da propostas através do Seminário de ideias, encontro de perguntas e sugestões realizado para seu próprio público-alvo e dentro da sua comunidade, em seguida a apresentação final para a Banca de Especialistas, atividade que encerra a fase de formação do Ciclo de Estímulos. A Banca é constituída por convidados que atuam na área artística e cultural da cidade do Rio de Janeiro, entre os quais artistas, gestores públicos, intelectuais, representantes de empresas e instituições de fins sociais. Essa audiência é quem avalia e seleciona aqueles jovens que vão executar suas propostas.Total de pessoas alcançadas: 93 pessoas (30 jovens na formação, 03 especialistas para a Banca e 60 moradores de favelas e/ou periferias no Seminário de Ideias) 2a Fase: Desencubadora (Duração de 6 semanas) Carga horária: 27 horas (6 encontros/oficinas de 3 horas cada + 6 tutorias de 1,5 hora cada)Descrição: Os três grupos selecionados pela banca, entram na formação com foco na preparação da ação proposta. Questões de “como” realizar a ação cultural são trabalhadas nas oficinas coletivamente. Os jovens vão conhecer neste momento os principais instrumentos da produção cultural e comunicação passando pelas seguintes áreas: administrativo-financeiro, logística, campo, mobilização e articulação, cerimonial, roteiro metodológico, plano de divulgação e noções de redes sociais. As tutorias mantém o foco nas especificidades de cada grupo e demandas de cada uma das duas ações selecionadas. Ao final dessa fase, os 3 grupos apresentam todo o planejamento consolidado à equipe e coordenação para aprovação, a saber: cronograma, plano de gastos e plano de ação. Total de pessoas alcançadas: 15 jovens na formação 3a Fase: Execução/Realização das ações culturais (Duração de 6 semanas) Carga horária: 6 horas de formação + 8 horas de prática (mínimo) 6 tutorias com duração de 1 hora, destinado individualmente a cada grupo + 03 ações/eventos realizados nos territórios.Descrição: com total assistência e monitoramento da equipe metodológica, é a hora da execução da ação cultural que foi criada, desenvolvida, planejada e aprovada pelos novos produtores culturais em formação. Além de acompanhar como os grupos estão executando as etapas previstas, a equipe orienta a rota das escolhas de produção, visando a garantia da plena execução das metas estabelecidas na fase anterior.Total de pessoas alcançadas: 195 pessoas (15 jovens na formação e 180 pessoas alcançadas pelas três ações propostas) 4a Fase: Avaliação e prestação de contas das ações culturais (Duração de 14 dias) Carga horária: 06 horas (4 tutorias de 90 minutos cada)Descrição: Sistematização de indicadores da ação, reunião de avaliação, preenchimento do relatório financeiro, preenchimento do relatório narrativo e entrega de todas as documentações. Total de pessoas alcançadas: 15 jovens na formação 5a Fase: Mapeamento de oportunidades (Duração de 01 dia) Carga horária: 04 horas (2 tutorias de 120 minutos cada)Descrição: Feedbacks sobre a execução geral da proposta, encaminhamentos para adaptações futuras e entrega de mapeamento de oportunidades de redes e financiamentos através de editais e leis de incentivo.Total de pessoas alcançadas: 15 jovens na formação. A Agência de Redes para Juventude atua a partir de três princípios: potência, território e rede. Dessa forma a metodologia intenta mudar a relação professor-aluno na apresentação de um conceito: o jovem como protagonista. O foco não é na transmissão de conteúdo, mas na criação e na expressão destes jovens e suas ideias. A metodologia mistura e oferece elementos e linguagens diferentes para consentir os jovens a criar ideias inovadoras e relevantes para os seus territórios. São linguagens artísticas como o teatro e de áreas de conhecimento como comunicação, empreendedorismo e produção cultural, que são exploradas no itinerário formativo que propõe um espaço diferente da escola, no qual é fundamental a interatividade e participação dos jovens, que são tratados como criadores e não alunos. Cada encontro é constituído por quatro movimentos: i) introdução lúdica, ii) mostra do conceito, iii) experimento e apresentação do produto e iv) finalização. Movimentos norteadores das oficinas: 1. Introdução lúdico Cada oficina tem que começar com um jogo de aquecimento relacionado ao instrumento introduzido naquele dia e capaz de desenvolver competências que serão úteis na compreensão e na utilização do instrumento. O momento inicial não deve ser só uma experiência lúdica, mas finalizada à aproximação do jovem ao conceito de uma forma mais leve e não através da recepção de uma informação. 2. Mostra do conceito O conceito tem que ser mostrado através da obra, das ações e das razões de alguém que o usa na prática, para que os participantes não o enxerguem como algo solto ou apenas do ponto de vista teórico, mas diretamente atrelado à experiência prática. Dessa maneira, será mais fácil incorporar o instrumento dentro de um kit que o jovem carrega para além da Agência e que vai ser útil para qualquer projeto ou atividade que ele queira desenvolver ao longo da sua vida. 3. Experimento e Apresentação do produto Nessa terceira fase, o jovem é colocado para aplicar o conceito/instrumento à própria ideia. Dessa maneira, o conceito vira dispositivo capaz de estimular a produção e talvez gerar algo de inesperado. Depois, eles são chamados para apresentar o produto para os demais e tirar eventuais dúvidas. O amadurecimento da ideia depende da prática, da ação, da expressão clarificadora, que os instrumentos querem coadjuvar. 4. Fim A fase final intenta fixar a experiência do dia como ferramenta do kit pessoal do jovem. Para alcançar esse objetivo, a melhor estratégia é estimular o raciocínio dos participantes sobre a finalidade das atividades do dia e o que eles aprenderam em cada fase do processo. É necessário que os jovens entendam que a metodologia tem início, meio e fim, e que o processo como um todo tem diferentes fases, com objetivos definidos para cada uma delas. A oficina não tem que aparecer como um conjunto de atividades soltas, mas de atividades coerentes que mesmo através das brincadeiras chegam a um resultado. A compreensão da coerência que rege o processo e da utilidade prática das atividades é o que desperta a confiança dos jovens na metodologia. Em cada encontro, tem que estar claro no que o grupo conseguiu avançar: qual foi a meta do dia, se foi alcançada e se conseguiu fortalecer o projeto de alguma maneira. A compreensão do processo faz com que os grupos possam monitorar os avanços do projeto em cada encontro, e até cobrar a Agência por não ter trazido os estímulos necessários.
CURSO/OFICINA/ESTÁGIO/WORKSHOPS As aulas ONLINE serão gravadas e disponibilizadas no canal do youtube com legendas descritivas em português tornando todo o conteúdo da oficina acessível a deficientes auditivos. [SEM CUSTO] A audiodescrição das aulas gravadas também será realizada, possibilitando o acesso a pessoas com deficiência visual. [ITEM ORÇAMENTÁRIO: Audiodescrição] As aulas PRESENCIAIS contarão com intérprete de libras [ITEM ORÇAMENTÁRIO: INTÉRPRETE DE LIBRAS] e audiodescrição [ÍTEM OÇAMENTÁRIO: Audiodescrição] Os espaços onde ocorrerão as oficinas presenciais dispõem de rampas de acesso para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, bem como portas, entradas e banheiros com essas condições. [SEM CUSTO] Materias de apoio metodológico e placas de sinalização dos espaços serão impressos em braile para disponibilização para deficientes visuais. [ÍTEM ORÇAMENTÁRIO: Impressão em braile] Por outro lado, o plano pedagógico da oficina prevê a abordagem do conteúdo de acessibilidade em ações culturais, investindo no cunho educativo do tema, e principalmente difundindo informação para os novos produtores culturais em formação. PRÊMIOS Todas as 7 ações culturais resultantes das oficinas deverão prever com o valor do prêmio a contratação de interprete de libras [ITEM ORÇAMENTARIO: PREMIOS] Os espaços onde serão realizadas as ações devem dispor de rampas de acesso. Placas, cartazes, bem como materiais de divulgação e comunicação ficarão a cargo do proponente. [ITEM ORÇAMENTÁRIO: DIVULGAÇÃO] No caso de ações que necessitem de audiodescrição [RECURSO PRÓPRIO DO PROPONENTE]
Toda a formação será disponibilizada gratuitamente para os participantes.Os encontros onlines serão gravados e disponibilizados aos participantes com legendas.
Valquiria Oliveira, Coordenação geral e financeira, avaliação e monitoramento Com formação em artes cênicas pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna (2004) e graduada pela Faculdade CAL de Artes Cênicas (2020), deu início à sua trajetória como produtora cultural e gestora de projetos quando passa a desenvolver atividades formativas teatrais de cunho social. Os desdobramentos desta ação é a fundação em 2006 da OSC Avenida Brasil – Instituto de Criatividade Social, na qual assume o papel de coordenadora geral em 2013. Começou produzindo espetáculos teatrais como "Um inimigo do Povo" e "A hora da Estrela", ambos com direção de Marcus Faustini, e ainda o Mercadão Cultural, Festival de Esquetes em 2006 no Rio. Em 2006 fundou e integrou a ONG Avenida Brasil- Instituto de Criatividade Social, colaborando como produtora das ações desenvolvidas em territórios periféricos da cidade do Rio, tais como: Escola Livre de Teatro na Zona Oeste, Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu (projeto com 10 anos de duração). Iguacine – Festival de Cinema da Cidade de Nova Iguaç (realizado em 5 edições no município de Nova Iguaçu) e Festival de Teatro Home Theatre (realizado em 5 edições na cidade do Rio). Desde 2012 assumiu o papel de gestora da ONG e conduz projetos como a Agência de Redes para Juventude, cuja metodologia já rendeu prêmios, além da internacionalização da experiência, e a Arena Carioca Jovelina Pérola Negra em parceria com a Secretaria Municipal de Cultural do Rio (2012 a 2019), um equipamento localizado na Pavuna, que une a comunidade em torno da arte, entretenimento e educação. É responsável por formular e coordenar a área financeira, além de produzir, monitorar e avaliar as ações com foco na medição do impacto social na vida dos beneficiários. Também trabalha nas relações institucionais com parceiros e na captação de recursos. Francisco José Salgado, Coordenação Administrativa Ator e produtor cultural, produziu shows, espetáculos teatrais e festivais de audiovisual, tais como Cidade Negra no SESC São João de Meriti, o espetáculo A Hora da Estrela dirigido por Marcus Faustini, Iguacine (Festival de Cinema de Nova Iguaçu), nas edições de 2008, 2009, 2010 e 2017. Nessas experiências foi se especializando na parte administrativa e hoje é responsável pela área da OSC Avenida Brasil - Instituto de Criatividade Social. Acessa constantemente cursos livres e workshops para o desenvolvimento e reciclagem de técnicas e procedimentos na área. Rebecca Vieira - Coordenação de produção Moradora do Batan, comunidade situada na zona oeste do Rio. Produtora cultural, formada em publicidade e propaganda pelo Centro Universitário Unicarioca, através do Programa Universidade para Todos (PROUNI), possui 10 anos de experiência em produção, articulação local e gestão de projetos sociais que atuam em favelas e periferias da cidade do Rio de Janeiro. Atuou nos últimos anos como pesquisadora local no Projeto Beyond Exchange, participou de formações de liderança política e produção no projeto Rio de Encontros e Festival Todo Jovem é Rio, e até o presente momento (2023) trabalha como coordenadora de produção do programa Agência de Redes para Juventude, garantindo a articulação com adolescentes e jovens, instituições e parceiros locais em mais de 30 comunidades e favelas da cidade do Rio de Janeiro. Gabriela Naccor - Comunicação e Designer Gráfica Moradora de Sepetiba, bairro da zona oeste do Rio. Formada em jornalismo e pós graduada em direção de arte para propaganda, tv e vídeo pela Universidade Estácio de Sá. Atua na comunicação da Agência de Redes para juventude, trabalha como social media e é ativista pela causa de uma comunicação criativa e acessível para crianças e jovens. Jessica Araujo - Assistente de produção e administrativo Graduanda em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, moradora da Vila Kennedy. Atualmente é Assistente de Produção na OSC Av. Brasil Instituto de Criatividade Social, organização gestora da metodologia Agência de Redes para Juventude. Já atuou em projetos como FLUP- Festa Literária das Periferias, Juventudes na Cidade (OSC Fase) e SAAF (Projeto Social na Vila Kennedy) e foi Auxiliar de Biblioteca na Secretaria Municipal de Cultura - Prefeitura do Rio de Janeiro. Mariana Xavier - Mediadora/oficineira Moradora de Santa Cruz, zona oeste do Rio. Assistente social formada pela PUC-Rio e Mestre em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da UERJ. Trabalhou anos como assistente no Hospital Federal de Bonsucesso. Atua desde 2015 como Tutora e Mediadora pela Agência de Redes para Juventude e desde 2023 assumiu o cargo de Coordenação de Promoção da Mulher, na Secretaria Especial da Mulher RJ. Coordena de maneira voluntária o pré-vestibular social Santa Cruz Universitário há quase 4 anos. Karina Rodrigues - Tutora de Projetos Formada em Ciências Sociais pela UERJ desde 2019, onde se especializou na área de pesquisa, desse período até início de 2021 trabalhou em alguns contratos na TV Globo como Pesquisadora de Imagens, atuando diretamente no acervo da emissora. Paralelo a isso seguiu carreira no terceiro setor, realizando desde 2020 o trabalho de tutora de adolescentes em formação e projetos na Agência de Redes para Juventude. Juliana Sá - Tutora de Projetos e avaliação e monitoramentoCearense e mora no Rio de Janeiro há 8 anos. Profissional multidisciplinar graduada em Jornalismo pela Estácio de Sá, pós graduanda em Branding pelo Istituto Europeu di Design - IED e em Sociologia Urbana na Universidade Estadual do Rio de Janeiro - UERJ. Atua há 15 anos no terceiro setor através da educação, produção cultural, comunicação e coordenação de projetos. Foi convidada a integrar a gestão estratégica de duas novas organizações sociais pioneiras no jornalismo de dados do país, Data Labe e Fogo Cruzado, e criar metodologias para formações livres em ongs e sistemas de ensino privados.
PROJETO ARQUIVADO.