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O presente projeto tem por objetivo a manutenção dos trabalhos de pesquisa, criação e produção da Companhia Rubens Barbot de Teatro e Dança durante 12 meses, e a montagem do espetáculo "Tempestade", com itinerância nas regiões Sudeste (Rio de Janeiro) e Sul (Porto Alegre). Trata-se da sequência de décadas de trabalho da companhia ícone da dança contemporânea negra no Brasil que conquistou aplausos no Brasil, na Europa e América Latina.
SINOPSE DO ESPETÁCULO "TEMPESTADE" O espetáculo TEMPESTADE é composto por duas coreografias: MATCH POINT e TEMPESTADE No tênis MATCH POINT é o ponto decisivo e encerra o jogo. Na reestruturação da Companhia Rubens Barbot- Teatro de Dança, depois de uma pandemia, da longa enfermidade do criador e coreógrafo Rubens Barbot e sua passagem vieram várias situações: Primeiro o silêncio que tomou parte do elenco e achegados, depois uma conversa suave com Rubens Rocha que trouxe a ideia da reestruturação, depois um grande barulho entre achegados e Ex elenco, (tem de ser assim, ter que ser assado), e muitos querendo impor formas, normas ideias etc. Foi quando o grupo criado deu um ponto final e optou pela criação de uma Companhia jovem, tanto de elenco como de coreógrafos. MATCH POINT é o ponto decisivo dessa caminhada e abre o espetáculo com uma coreografia alegre, irreverente, colorida e brincalhona como era o próprio Barbot. Praticamente uma festa com música erudita, barroca e coreografia afro, conservando a alegria de viver, da renovação, do futuro. É também o ponto decisivo da criação final, porém de recomeço. (Duração – 20 minutos aproximadamente / Intervalo de 10 min.) TEMPESTADE - é a segunda parte do espetáculo. Fala dessa tempestade que se abate no Rio de Janeiro, com invasões de favela indiscriminadamente, matando. Um Rio em que aflorou o Racismo em toda ordem da sociedade, cruel agoniante, uma população de rua cada vez maior, fazendo dos espaços públicos uma grande lixeira onde se misturam drogados, alcoólatras, mendigos, cachorros fazendo um território fértil para religiões fazerem suas pregações de esperança e vida eterna. Todos misturados e batido num liquidificador que ainda mistura machismo, feminicídio, ladrões que por R$ 50 matam. A morte banalizada, o saber e educação jogados na sarjeta, o respeito nas leis não existe. Enquanto isso um motociclista montado na sua moto vai sobre a calçada e na contramão. (Duração – 40 minutos aproximadamente).
O presente projeto tem por objetivo a manutenção dos trabalhos de pesquisa, criação e produção da Companhia Rubens Barbot de Teatro e Dança durante 12 meses, e a montagem do espetáculo "Tempestade" com itinerância nas regiões Sudeste (Rio de Janeiro) e Sul (Porto Alegre). Trata-se da sequência de décadas de trabalho da companhia ícone da dança contemporânea negra no Brasil que conquistou aplausos no Brasil, na Europa e América Latina. Fundada em 1990, no bairro de Quintino, Rio de Janeiro por Rubens Barbot a primeira Companhia Negra de Dança Contemporânea, foi uma iniciativa atrevida, ousada, de alta qualidade técnica, que logo ocupou espaços e tornou-se ícone em termos de dança negra contemporânea. Foi um projeto que mostrou uma frase muito utilizada na retórica negra: "Sim, nós podemos" Hoje, trinta e três anos depois existem companhias negras de dança contemporânea praticamente em todas as capitais do país, principalmente depois da Companhia Barbot ser sucesso de crítica e público tanto no Brasil como no exterior transformando se num ícone dentro do panorama atual das Artes Cênicas. Apresentamos como objetivos gerais: - Manter o trabalho de pesquisa, difusão cultural e apresentações da Companhia, através de ensaios, aulas específicas, aprimoramento do trabalho de corpo, workshop internos e palestras com temas definidos de acordo com a necessidade de cada momento, pelo período de 12 meses. - Montar e fazer a estreia e temporada itinerante do espetáculo "Tempestade" que irá marcar a estreia da nova formação do elenco. - Fazer das aulas e ensaios da Companhia sejam ao mesmo tempo a atuação social da mesma (ver descrição abaixo). - Atuar firmemente fomentando a formação e manutenção de plateia. - Fomentar e difundir o conhecimento sobre a dança negra; - Manter o trabalho de pesquisa, difusão e apresentações da Companhia festejando os 33 anos de atividades ininterruptas Objetivos Específicos: - Manter, renovar e manter por um ano a Companhia Rubens Barbot de Teatro e Dança que hoje está com 33 anos. - Selecionar coreógrafos negros da periferia do Rio de Janeiro, assim como também bailarinos e bailarinas, também negros para integrar o elenco permanente da Companhia participando do espetáculo de estreia no retorno à estrada que sempre trilhou a Companhia. - Montagem, estreia e temporada de um novo espetáculo, a partir de um processo de pesquisa a ser coordenado pelo diretor artístico Gatto Larsen; - Temporada prevista de 40 apresentações; - Manter o trabalho de pesquisa do grupo, através de ensaios, aulas específicas, aprimoramento do trabalho de corpo e de voz, workshops internos, palestras com temas definidos de acordo com a necessidade de cada momento. Retorno Social _ Aulas, ensaios e demais atividades. O retorno social idealizado consiste em compartilhar diversas atividades, sendo: aulas, ensaios, palestras com temas definidos de acordo com as necessidades do momento, workshops internos, aulas específicas, aprimoramento do corpo, de acordo as necessidades de cada momento direcionados para o elenco compartido com 12 doze vagas ocupadas por alunos inscritos, vindos de regiões periféricas da cidade. Será um curso presencial nos bastidores diários de uma companhia profissional de Dança Negra contemporânea. A Companhia oferecerá um curso de entendimento de um processo de criação, preparação e montagem de um espetáculo, assistindo a todos os meandros de uma produção tendo conversas com integrantes do elenco, direção e técnicos trazendo os saberes e resultados, compartindo esse material com os alunos desde o início. Não impondo uma técnica por assim dizer, mas mostrando possibilidades de organização de uma criação, estudo, e toda "disciplina" que exige uma produção profissional. Acreditamos que os efeitos serão sentidos nos resultados de montagens particulares, de entender como cada função tem que ser profissional para oferecer no mercado mão de obra com conhecimentos em várias funções.
O processo de pensar a realidade e tentar transformá-la através da reflexão e da ação crítica, assim como o de pensar a condição humana, tem sido histórica e fundamental nas relações entre os homens com a natureza. A partir dessa reflexão é que foi criada a Companhia Rubens Barbot de Teatro e Dança, em 20 de agosto de 1990, pelo coreógrafo e bailarino Rubens Barbot, natural da cidade do Rio Grande (RS) e radicado no Rio de Janeiro desde 1989. Uma companhia de dança contemporânea formada por bailarinas, atrizes, bailarinos e atores todos negros, com o compromisso artístico de trazer os artistas negros para a primeira fila. Potencializar seu profissionalismo trabalhando com as possibilidades criativas e com segurança financeira. Criar um espaço de estudos, formação técnica e laboratórios voltados para a pesquisa do gesto, movimento e imagens que surgem de corpos afro-brasileiros, da sua história corporal e suas raízes africanas, fazendo, com esse material, uma linguajem honestamente afro-brasileira e contemporânea, significa cumprir esta filosofia de levar adiante tão eloquente e essencial trabalho artístico. Vários suportes de mídia fazem com que a Companhia Rubens Barbot de Teatro e Dança esteja sempre em trânsito. Como também os lugares para realizar suas montagens são sempre uma ousadia e uma leitura da cidade, teatros convencionais amplos, pequenos, espaços não convencionais, igrejas, espaços na mata, rua etc. Com uma trajetória sólida dentro e fora do país, a Companhia Rubens Barbot de Teatro e Dança firmou-se no cenário nacional como uma das mais relevantes das companhias de dança negra do país, uma companhia estável e que prima pela qualidade de seus trabalhos de pesquisa. Temos plena convicção de que o presente projeto reúne totais condições para se transformar numa iniciativa cultural de grande sucesso, gerando impactos na produção artística de um novo espetáculo de dança, na economia criativa, além da enorme contribuição para capacitação de jovens através das ações formativas. Sem dúvida, este projeto irá viabilizar continuar na trilha que se iniciou 33 anos atrás, proporcionando além da manutenção da Companhia pelo período de 12 meses, oferecer à população a montagem de um espetáculo inédito em duas regiões brasileiras.
Não se aplica.
O espetáculo TEMPESTADE é composto por duas coreografias: MATCH POINT e TEMPESTADE. MATCH POINT: Duração - 20 minutos aproximadamente / Intervalo de 10 min. TEMPESTADE: Duração - 40 minutos aproximadamente. AULAS, ENSAIOS, WORKSHOP: Duração: 60 dias Horas/Aula: 2 horas/aula/diária Vagas: 12 alunos negros que tenham conhecimento de dança selecionados mediante inscrições. Coordenador Pedagógico / Ministrante: Gatto Larsen. Conteúdo programático: Compartilhamento das diversas atividades vinculadas à montagem do espetáculo TEMPESTADE. Será um curso presencial nos bastidores diários da Companhia Rubens Barbot de Teatro e Dança. Trata-se de um curso de entendimento de um processo de criação, preparação e montagem de um espetáculo, assistindo a todos os meandros de uma produção tendo conversas com integrantes do elenco, direção e técnicos trazendo os saberes e resultados, compartindo esse material com os alunos desde o início. Não impondo uma técnica por assim dizer, mas mostrando possibilidades de organização de uma criação, estudo, e toda “disciplina” que exige uma produção profissional.
Informamos que teremos asseguradas as medidas de acessibilidade física, atitudinal e comunicacional. 1) Na acessibilidade física: todos os locais estarão aptos para permitir o acesso de pessoas com deficiência com vistas à locomoção no espaço físico. 2) No aspecto comunicacional, teremos os recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência (LIBRAS). 3) No aspecto atitudinal, faremos a contratação de pessoas capacitadas para o atendimento de visitantes e usuários com diferentes deficiências.
A Companhia Rubens Barbot de Teatro e Dança sempre teve a preocupação de ampliar e facilitar o acesso do público às suas montagens - seja por meio de preços populares, promoções a preços especiais, ou mesmo entrada franca em diversas ocasiões. Neste projeto, especificamente, o evento de celebração dos 33 anos da Companhia Rubens Barbot de Teatro e Dança prevê a realização de uma temporada de quatro semanas, perfazendo dezesseis espetáculos, no Rio de Janeiro e Porto Alegre. Além disso, e conforme relatamos no plano de distribuição que segue em anexo a essa proposta, do montante disponível de ingressos da temporada carioca do novo espetáculo da companhia, 10% da lotação do teatro, ou seja, 500 ingressos, serão disponibilizados para jovens e adultos que se enquadrem nas seguintes condições: população de comunidades de baixa renda (considerada excluída das atividades culturais no país), alunos e/ou interessados nas Artes Cênicas bolsistas ou de baixa renda, alunos e/ou interessados nas Artes Cênicas que sejam pessoas com necessidades especiais. Destinaremos: - 32,5% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. - 20% para comercialização em valores que não ultrapassem 3% do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. - 5% para distribuição gratuita promocional por patrocinadores. - 2,5% para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto. Em complemento, adotaremos como medida de ampliação do acesso ao projeto: aulas, ensaios, workshop sem cobrança de taxa sde inscrição: Esta iniciativa consiste em compartilhar diversas atividades, sendo: aulas, ensaios, palestras com temas definidos de acordo com as necessidades do momento, workshops internos, aulas específicas, aprimoramento do corpo, de acordo as necessidades de cada momento direcionados para o elenco compartido com 12 doze vagas ocupadas por alunos inscritos, vindos de regiões periféricas da cidade. Será um curso presencial nos bastidores diários de uma companhia profissional de Dança Negra contemporânea.
Match Point: Coreografia – Valéria Monã Trilha sonora – Chico Brum e Tuany Zannini Iluminação – César de Ramirez Direção - Gatto Larsen Tempestade: Coreografia - Elvio Assunção Trilha sonora Original – Chico Brum e Tuany Zannini Iluminação – César de Ramires Direção Gatto Larsen CURRÍCULOS RESUMIDOS: - Gatto Larsen: Diretor artístico, produtor, roteirista. Em 1982, na cidade do Rio Grande (RS), fez sua primeira e legítima participação como diretor e roteirista para dança. Junto com o coreógrafo e bailarino Rubens Barbot dirigiu “Feios e Sujos” com música de Pink Floyd. Em 1983 dirigiu também para Rubens Barbot espetáculo completo de dança “Para Não Dançar (nas mãos dos outros)”. A partir de 1984 na cidade de Porto Alegre seu trabalho se confunde com o trabalho de Rubens Barbot que, nesse ano formaram uma parceria de sucesso nacional e internacional na vanguarda da dança contemporânea quando dirigiu “Abstrac” (diário intimo de um bailarino). Em 1990, cria com Rubens Barbot a Companhia Rubens Barbot - Teatro de Dança. Todas as obras da companhia levam sua assinatura na direção. Em 2013 dirige OTHELLO – Um Ensaio Coreográfico para a Companhia C de Salvador (BA), Estreia Tempo/Nascimento no Rio de Janeiro, SIGNOS em 2015, ARTHUR – Ensaio Primeiro com parceria de Luiz Monteiro. Prêmios recebidos pela Companhia Rubens Barbot - Teatro de Dança: 2010 Premio Nacional de Expressões Afro-Brasileiras / Petrobras/Fundação Cultural Palmares (MinC) / 40 + 20 2009 Prêmio Klauss Vianna 40+20 Funarte/Petrobras 2009 Melhor espetáculo de Dança do Ano / Jornal O Globo O Reino do Outro Mundo – Orixás. 2008 Melhor Espetáculo de Dança do Ano / Jornal do Brasil / O Reino do Outro Mundo – Orixás. 2007 - Prêmio Klauss Vianna / Funarte/Petrobras O Reino do outro mundo. - Valéria Monã: Professora de cursos livres de Dança Afro. ESPETÁCULOS: 2022 - “Vozes Negras” - Participação como Debatedora, direção de Gustavo Gasparino. 2022 - “O Tambor dos Pés” - Direção de Rozan e Valéria Monã. 2020 – “Yabá: Mulheres Negras” – Direção de Luiza Loroza e Maíra Oliveira. DANÇA & CORPO 2023 - Direção de Movimento do espetáculo “Viva O Povo Brasileiro”, direção de André Paes Leme. 2023 - Direção de Movimento do espetáculo “Salvador”, direção de Vilma Melo. 2022 - Preparação de elenco para o filme “PE'ARÓ”, direção de Vladimir Seixas. 2022 - Direção de Movimento do espetáculo “O Tambor dos Pés”. 2022 - Preparadora Corporal para o filme “Malês”, direção de Antonio Pitanga. FILMES, SÉRIES & DOCUMENTÁRIOS 2023 - “Candelária”. 2021 - Elza Infinita, direção de Erika Candido e Natara Ney. PRÊMIOS 2021 - Cine Tamoio Festival 2021 na Categoria “Melhor atriz Coadjuvante” por “Egum”. 2020 - Prêmio APTR na Categoria “Direção de Movimento” por “Oboró - Masculinidades Negras” 2020 - Prêmio Ubuntu na Categoria “Direção de Movimento” por “Oboró - Masculinidades Negras”. - Chico Brum: cantor, compositor, guitarrista, Violonista, arranjador, produtor musical. Chico Brum é cantor, compositor, guitarrista, Violonista, arranjador, produtor musical e diretor de fotografia. Começou a estudar música aos 18 anos. (2012), co-fundou o coletivo musical "Guaiamund", como cantor, compositor e violonista. Participou do espetáculo "Mercedes" tocando violão e flauta transversa. Participou do espetáculo "Pineal Ritual Cênico" como músico na Sede das Cias e no festival Midrash Teatro. Participa do projeto "Som Da Cidade" como "Aerofones". Tem músicas lançadas pelas cantoras Priscilla Tossan e Tuany Zanini e em seu EP "Fobia Cultural". Atuou como diretor e Guitarrista no Show "Dança Dos Loucos" de Tuany Zanini, no Sesc Copacabana e no estúdio Show Livre em São Paulo. Em outubro Chico fez direção musical e foi guitarrista com a cantora Tuany Zanini no palco Favela do Rock in Rio. - Tuany Zannini: multiartista formada em edição pelo Afroreggae, Tuany participou de projetos na indústria como videoclipes, web séries, curtas e longas metragens. A artista assina direção de arte e edição de "Gatilho" (Warner Music). Dirigiu e editou 2 temporadas do programa "Nós", onde Rodrigo França trata temas voltados para a discussão antirracista; e o projeto "Cais do Valongo - Cais de Ancestralidade" (IDG). Como assist. de direção e editora assina a média metragem "Naná 21", com a cia Rubens Barbot. - César de Ramirez: inicia carreira como iluminador em 1986. Teatro e Musicais: “Homem Objeto”, “Uma Noite na Lua”, “Ópera do Malandro”, “Gabriela Um Musical”, “A Dona da História”, “Sonho de uma Noite de Verão na Bahia”, “ Que Deus Sou Eu”, direção João Falcão, “A Pedra do Cais”, “Sete Sentimentos Capitais”, “Sacco & Vanzetti”,”10 Dias que Abalaram o Mundo”, “Canto Negro”, “Que Tempos são Estes”, “Luz nas Trevas”, “A Mandrágora”, “O Dragão”, “Morte e Vida Severina” direção Luiz Fernando Lobo, “Saltimbancos” direção Cacá Mourthé, “2 Filhos de Francisco Um Musical” direção Breno Silveira, “Aparecida Um musical” direção Fernanda Chamma. Prêmios/Indicações: Prêmio Bibi Ferreira Desenho de Luz 2015 por Ópera do Malandro; Prêmio Bibi Ferreira Desenho de Luz 2016, Prêmio Musical Cast Desenho de Luz 2016 por Gabriela Um Musical, Prêmio Reverência Desenho de Luz 2017 por Gabriela Um Musical, Prêmio Schell 2023, Prêmio Cesgranrio 2023 e Prêmio APTR 2023 Desenho de Luz por Morte e Vida Severina. - Elvio Assunção: Coreógrafo, bailarino e pesquisador. Trabalhou com a Companhia Lúmine de Dança sob direção de Sergio Machado. No mesmo ano , 1997, conheceu o mestre Rubens Barbot, fundador da primeira companhia negra de dança contemporânea do Brasil: “Companhia Rubens Barbot Teatro de Dança” reconhecida no próprio Brasil, na França, Alemanha e Argentina. Com Barbot colaborou como coreógrafo, bailarino e pesquisador de movimentos negros contemporâneos. Pesquisador de novas formas de expressão em dança. E 2004 faz parte do projeto de pesquisa Memória Corporal da Cultura Afro Brasileira sob a direção de Tatiana Damasceno (UFRJ). Hoje conhecido como Nudafro. Aprofunda sua pesquisa sobre dança inovadora: Etilo Afro Contemporâneo Brasileiro e o estudo da figura do iniciado na religião do Candomblé com particular recorte para a teatralidade dos movimentos dos Orixás. Desde 2017 é presidente da Associação de Promoção Social Botteghe Molíere que em colaboração com o Teatro del Pratello, promove atividades em contextos de adversidade social e cultura. -x-
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.