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Realização da exposição Pintura tátil _ Revisão de Pedro Escosteguy na cidade do Rio de Janeiro retrospectiva apresentando 40 obras do artista com a curadoria de Evandro Salles. Texto crítico Marilia Panitz e André Severo.
A mostra Pintura tátil – Revisão de Pedro Escosteguy apresenta uma retrospectiva com 40 obras do artista, com obras inéditas, tão cuja produção nos parece tão atual quanto pertinente aos nossos tempos.
OBJETIVO GERAL Realização da exposição Pintura tátil _ Revisão de Pedro Escosteguy na cidade do Rio de Janeiro retrospectiva apresentando 40 obras do artista com a curadoria de Evandro Salles. A mostra tem entrada franca. OBJETIVOS ESPECÍFICOS O projeto Pintura tátil _ Revisão de Pedro Escosteguy tem por objeto específico as seguintes ações: · PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar 1 mostra das obras adquiridas em museus parceiros do projeto (90 dias em cartaz); · PRODUTO CATÁLOGO: Produzir e imprimir 1000 catálogos relacionados ao projeto com imagens das obras expostas e textos de críticos convidados. A confecção dessa peça gráfica permitirá a multiplicação da experiência da visita à exposição, a documentação de acontecimentos de importância para as artes visuais brasileiras e a democratização de material com textos críticos de excelência, produção gráfica cuidadosa e obras de arte que são fruto de longa pesquisa e experimentação; · PRODUTO PALESTRA: Realizar 03 palestras com pesquisadores, críticos, professores ou especialistas que permitam uma ampla discussão dos temas apresentados no projeto; (50 vagas por encontro).
Pedro Escosteguy forma-se em medicina, em Porto Alegre, em 1938. Na década de 1950, dedica-se à atividade literária e à poesia. Ele integra o Grupo Quixote, constituído por jovens escritores, que implantam uma estética de vanguarda na literatura gaúcha. A partir de 1960, vive no Rio de Janeiro, escrevendo para as revistas Leitura e O Cruzeiro. Nesta, entre 1961 e 1962, publica os anticontos, com ilustrações de página inteira, dos caricaturistas Appe e Ziraldo (1932). São narrativas que apresentam rápidos instantâneos do cotidiano, empregando uma linguagem rica em imagens e sonoridades poéticas. Desde essa época, Escosteguy dedica-se também às artes plásticas e participa de importantes exposições como Opinião 65, Propostas 65 e Nova Objetividade Brasileira. Inicia-se em pintura com Antonio Dias (1944) e atua com artistas como Hélio Oiticica (1937 - 1980), Rubens Gerchman (1942 - 2008) e Carlos Vergara (1941). Sua produção inicial tem caráter de denúncia, em face ao contexto de repressão política, em obras com mensagens claras e diretas. Elas tendem ao tridimensional, em forma de caixas ou então pela apropriação de objetos cotidianos. São elaboradas com base em conceitos universais: guerra, paz, morte e destruição. As palavras, associadas à mensagem política, estão presentes em grande parte de sua produção, como ocorre em Jogo (Roleta) e em Torturador (O Monstro), ambas de 1964. A solicitação à participação do público é outro dado importante em sua obra: Escosteguy cria objetos que devem ser tocados ou manipulados. Em Pintura Tátil (1964), realiza uma espécie de relevo que deve ser apreendido mais pelo tato do que pela visão. A obra evoca acontecimentos trágicos, tanto por sua visualidade quanto pelas frases gravadas no relevo, como "Noite Violenta Esta". O apelo à participação do espectador também está presente nos vários trabalhos denominados imantados, como Jogos da Paz (1966), nos quais Escosteguy produz superfícies de ferro, com placas móveis, em cores vivas, que podem ser movimentadas pelo público. Algumas obras da década de 1970 revelam um caráter poético, como Haicai (1978) e Do Amo ao Amor (1970), em que a construção articula, em uma leitura de sentido vertical, as letras da palavra amor, duplicadas e espelhadas, e, em movimento, se encontram e desencontram. O emprego das palavras tem uma estética gráfica que remete às técnicas utilizadas pelos meios de comunicação de massa, nos tipos e cores, refletindo também uma visualidade urbana. A obra de Pedro Escosteguy revela grande experimentação formal e a preocupação com o contexto social e político. A mostra Pintura tátil _ Revisão de Pedro Escosteguy apresenta uma retrospectiva com 40 obras do artista, com obras inéditas do artista, tão cuja produção nos parece tão atual quanto pertinente aos nossos tempos. O uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para realização deste projeto junto ao Ministério Cultura, via Lei de Incentivo, tem se mostrado a única forma de apoio junto à iniciativa privada, sendo imprescindível para a democratização da cultura em todo o Brasil. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (apresentando as diversas formas das tradicionais manifestações artísticas na Bahia no período colonial e imperial) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;(no caso, os autores das obras de arte visuais e decorativas) IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (através do reconhecimento da tradição artística da Bahia e a sua importância histórica no país e no mundo) VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (disseminar e refletir são formas de preservar o patrimônio cultural das expressões artísticas) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;
PÚBLICO-ALVO O projeto Pintura tátil – Revisão de Pedro Escosteguy - foi desenvolvido para o público em geral. A mostra de apresentação das obras terá entrada franca e classificação indicativa Livre para todos os públicos. Estima-se que mais de 5 mil pessoas visitarão a exposição em seu período em cartaz. PLANO DE COMUNICAÇÃO E MÍDIA O projeto Pintura tátil – Revisão de Pedro Escosteguy realizará a distribuição gratuita (para o público, instituições culturais e formadores de opinião) de mídias digitais especialmente criadas para a mostra. Esse material tem caráter de formação e reflexão sobre a História da Arte Brasileira e como desdobramento, colabora para a difusão e a democratização do acesso à cultura. · Contratação de assessoria de imprensa especializada; · Clipagem e valoração de mídia espontânea; · Impressão de 1000 catálogos; · Convite virtual; · Divulgação em redes sociais; · Impulsionamento de postagens em redes sociais; · Registro fotográfico e videográfico do evento; · Site do proponente: serão disponibilizadas informações do projeto, integra das palestras, vídeos em libras, áudio guia das obras e o site terá como acessibilidade as seguintes ferramentas: Leitor de tela; Ferramenta em lupa e zoom; Auto contraste e inclusão da ferramenta Suíte V Libras.
Catálogo das obras Capa flexivel - 15x21 cm no tamanho fechado 15,0 x 21,0 cm Miolo: Páginas:100. 1 Capa no tamanho aberto 34,9x24,0 cm em papel Cartão Duo Design (LD) 350 g/m² impressos à 4x0 cores. Acabamentos: Prova Laser, Laminação BOPP Fosco F, Faca Especial 1 Guardas no tamanho aberto 30,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 170 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Laminação BOPP Fosco F, Prova Laser, Dobra 100 Páginas no tamanho 15,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 150 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Prova Laser, Dobra Finalizações: Alceamento, Cola Hotmelt, Capa flexível, Encaixotamento Quantidade: 1000 unidades
PRODUTO EXPOSIÇÃO 1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com museus que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: a) Descrição da atividade: · A exposição de apresentação das obras terá textos em tipos ampliados para garantir o acesso de deficientes visuais de graus variados; · Legendas em braile para as obras presentes na exposição de apresentação. Estas impressões serão executadas em placas de pvc e estarão expostas em altura adequada para leitura tátil, inclusive de cadeirantes e pessoas de baixa estatura; 3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITITOS a) Descrição da atividade: · Realização de Vídeo em libras sobre as obras adquiridas disponível por QRcode na exposição; PRODUTO CATÁLOGO 1. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS a) Descrição da atividade: O catálogo do projeto será disponibilizado gratuitamente em PDF. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. PRODUTO PALESTRAS 1.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS a) Descrição da atividade: As palestras serão acompanhadas por intérprete em libras; ACESSIBILIDADE DE COMUNICACIONAL Todo o conteúdo desenvolvido pelo projeto será disponibilizado no site do projeto inclusive os vídeos em libras das obras; De acordo com a Lei nº 13.146, de 06/07/2015 Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; e III - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.
O projeto Pintura tátil – Revisão de Pedro Escosteguy - realizará as seguintes iniciativas visando ampliação do acesso: 1. O projeto prevê a parceria com entidades cujo acesso seja GRATUITO. 100% do produto Exposição será realizado com caráter social, além do previsto no inciso II do art.27, totalizando 100%; 2. 80% catálogos produzidos para a mostra terão distribuição gratuita para o público em geral e especialmente para escolas, bibliotecas, museus e outras entidades ligadas à cultura (Art 28 - Inciso I); 4. Todas as imagens e vídeos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do proponente do projeto (Inciso IV e V Art. 28); 5. Serão realizados 3 encontros com especialistas, sendo um deles voltado para professores da rede pública (Inciso VI – Art.28); No âmbito do Art. 28 da IN nº01/2023 do Ministério da Cultura o projeto prevê: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
Pedro Escosteguy -ARTISTA Pedro Geraldo Escosteguy (Santana do Livramento RS 1916 - Porto Alegre RS 1989). Pintor, escultor, poeta. Em 1938, forma-se em medicina, em Porto Alegre. Na década de 1950, integra o Grupo Quixote e publica os livros Canto à Beira do Tempo, 1955, e A Palavra e o Dançarino, 1958. Vive no Rio de Janeiro de 1960 a 1980, e colabora com as revistas O Cruzeiro e Leitura. Inicia-se na pintura em 1964, no ateliê de Antonio Dias (1944), sob o incentivo deste e de Tomoshige Kusuno (1935). Começa também a realizar objetos, vários dos quais possuem um sentido de crítica social e política. Integra as mostras Opinião 65 e Opinião 66, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, onde também participa, em 1967, da mostra Nova Objetividade Brasileira. Em 1968, faz o texto e o roteiro do documentário Arte Pública, realizado pela Totem Filmes, em São Paulo, e participa do evento Arte no Aterro, no Rio de Janeiro. Integra ainda a Secretaria e Comissão de Planejamento da Associação Internacional de Artistas Plásticos. Em 1971, realiza a instalação Um Comedor de Carcereiros, na Galeria Claude Bernard, em Paris. Atua nas artes até 1980. Retorna a Porto Alegre, onde grava, em 1986, alguns de seus poemas em disco e publica o livro Relatório da Noite, 1988. DAIANA CASTILHO DIAS - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Historiadora, professora e produtora cultural é Mestre em História das Relações Internacionais e Diplomacia Cultural pela Universidade de Brasília. para Cultura do MinC. Em 2007, deixa a administração pública e inicia o trabalho de Direção de Produção e Coordenação de projetos de Artes Visuais que culminaram na realização de uma série de exposições pelo país. Em 2008, cria e dirige a 4 Art Produções Culturais, empresa especializada na realização de eventos culturais que já realizou mais de uma centena de exposições no Brasil e no exterior. Atualmente também preside o IPAC – Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura sediado em Brasília e responsável pela gestão de mais de 6 mil obras de coleções privadas. EVANDRO SALLES - CURADOR Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Evandro Salles é curador de artes visuais, artista plástico, designer gráfico, produtor cultural, professor e realizador de vídeos e desenhos animados. Estudou arte entre 1975 e 78 na Escola de Artes Visuais, Parque Lage, no Rio de Janeiro. Título de Notório Saber em Artes Visuais conferido em 1998 pela UnB, Universidade de Brasília. Mestre em Arte e Tecnologia – Instituto de Artes, UnB, 2002. Atual curador do Centro Cultural Justiça Federal • CCJF – Rio de Janeiro. Foi Diretor Cultural do Museu de Arte do Rio• MAR (2016/2019), fundador e diretor executivo da Fundação Athos Bulcão (1992/96); Secretário Adjunto de Cultura do Distrito Federal (1997/98); Fundador e diretor do Instituto CASA • Convergências da Arte Sociedade e Arquitetura (2014/2018) Como curador e organizador de exposições de arte, realizou entre outras as exposições Mestres Espanhóis e a Gravura; Gráfica Utópica: Arte Gráfica Russa 1904-1942; Fluxus; Amilcar de Castro; Cildo Meireles; Ernesto Neto; Yoko Ono. ROGÉRIO TAVARES - PROJETO EXPOGRÁFICO Formação multidisciplinar em Arquitetura, Publicidade e Marketing e Moda, atua em várias vertentes da Arquitetura. A expografia é uma de suas áreas de atuação. Desde 2002, projeta e acompanha a montagem de cenários e desenho de luz de ambientes de exposições de artes visuais em importantes espaços culturais no Brasil, como a galeria da Embaixada da Itália, CCBB, Palácio das Artes – Belo horizonte, MAB e Museu Nacional da República – Brasília, Farol Santader - Porto Alegre, e na Austrália, no Camberra Contemporary Art Space e ARTISAN – Brisbane. Fez trabalhos para artistas consagrados como Hélio Oiticica, Amílcar de Castro, Athos Bulcão, Rubem Valentin, Christus Nobrega, Vicente de Melo, entre outros. No cinema, como diretor de arte em curtas metragens, foi premiado internacionalmente como o filme Acalanto (2012), do diretor Arturo Saboia, lançado no Festival de CANNES 2013 e no Festival de GRAMADO 2013, onde foi premiado com o Kikito pela direção de arte e mais outras quatro categorias. CARLOS PEUKERT - PROJETO DE ILUMINAÇÃO Bacharel em Interpretação Teatral pela Unb-DF, iluminador cênico, produtor cultural e professo da UnB. Reconhecido no mercado artístico como iluminador cênico. Especialista em projetos luminotécnicos para exposições de artes promovidas pelo SESC/SP, Instituto Tomie Ohtake, Museu Casa do Pontal, Fundação Museu do Homem Americano, Museu da Cidade de Manaus, Fundação Athos Bulcão, Fundação Iberê Camargo, Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Farol Santander. Foi iluminador de inúmeras exposições itinerantes no Brasil tendo a oportunidade de trabalhar diretamente com renomados artistas como Ai Weiwei, Antony Gormley, Cai Guo Qiang, Patricia Piccinini, Pablo Atchugarrry, Christian Boltanski, Marianne Peretti, Carmela Gross, Os Gêmeos, Sebastião Salgado, entre outros. CARLOS FERREIRA DA SILVA - PROJETO EDUCATIVO Carlos Lin (Carlos Ferreira da Silva) é licenciado em História, especialista em Arte-Educação e mestre em Arte Brasileira Contemporânea. Foi professor na Universidade de Brasília e coordenador do Departamento de Artes Visuais da FADM. Orientou a formação de arte-educadores em diversos projetos expositivos junto a instituições como CCBB, CaixaCultural, Santander Cultural e Museu Nacional. Atua na interface entre arte e educação e coordena programas educativos de exposições variadas como “100 anos de Athos Bulcão”, “Toda Noite”, “Di Cavalcanti”, “O jardim de Amílcar: neoconcreto sob o céu de Brasília”. LIDIANA GOMES - GESTÃO FINANCEIRA E ADMINISTRATIVA Gestora - Advogada Assessora financeira de projetos, Advogada. Pós-graduanda em processo civil. Bacharel em Contabilidade. Atuou como gestora em diversas empresas privadas. Atualmente, Diretora Administrativa do IPAC Brasília - (Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura), associação privada especializada em gestão de coleção de obras de arte, concepção, desenvolvimento e execução de projetos culturais. Trabalhos recentes: Toda Noite-Vicente de Mello, 2022; Espelho-Labirinto, 2022; 100 anos de Athos Bulcão, Farol Santander – POA, 2023; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasília, 2022/2024; Brasília, Enfim, no Centro Cultural dos 3 Poderes, em 2023; Pinturas do Mestre José Joaquim da Rocha, Aquisição de Obras para MNBA, em 2023; entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.