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PRONAC 237475Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Livro “Diamantina”

VINICIUS DIAS WILSON
Solicitado
R$ 195,8 mil
Aprovado
R$ 195,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Jaboticatubas
Início
2024-01-01
Término
2026-11-30
Locais de realização (1)
Diamantina Minas Gerais

Resumo

O projeto prevê a produção de 1000 unidades de livro de fotografias inspirado nos cenários exuberantes encontrados em Diamantina e arredores. Serão também retratados momentos históricos e culturais vividos pelos personagens que habitam a região. A cidade será apresentada com um olhar contemporâneo e que possa valorizar seus habitantes, mas também ser uma ferramenta para o desenvolvimento turístico-econômico-científico e para o resgate histórico de Diamantina.

Sinopse

O livro será constituído de aproximadamente 100 fotografias, com um enfoque especial à beleza noturna de Diamantina, e, aos mistérios soturnos naturais provindos da Serra do Espinhaço. Em algumas imagens a riqueza plástica e o encanto fotogênico diurno da cidade foi mais uma vez enaltecido, em outras, a grandiosidade e o encanto noturnos das madrugadas diamantinenses, nem sempre de fácil percepção a olho nu, serão enfatizados. Além das fotografias, uma introdução histórica da cidade juntamente com textos breves e legendas descreverão as belezas materiais e imateriais retratadas. Todo este conteúdo descritivo e histórico será disponibilizado em português e inglês.

Objetivos

Objetivo Geral: Produzir 1.000 unidades de livro de fotografias, bilíngue (português/inglês), que retrata a cidade de Diamantina _ MG, seus arredores, monumentos históricos, belezas naturais e sua diversidade cultural. Objetivos específicos: - Distribuir gratuitamente 400 unidades do livro produzido, sendo parte destinada a instituições culturais e educativas de Diamantina e região. Com a disponibilização do livro para instituições que recebem pesquisadores e estudantes, o acesso ao conteúdo do livro será ampliado _ alcançar até 1000 pessoas direta e indiretamente; - Realizar 01 palestra para lançamento do livro com fotógrafo e pesquisadores na Universidade Federal de MG _ Campus Diamantina _ alcançar até 300 pessoas; - Realizar 03 exposições e 03 palestras em escolas públicas da cidade de Diamantina como forma de ampliar o acesso ao conteúdo do livro e sua pesquisa (Contrapartida Social) _ alcançar até 1000 pessoas; - Disponibilizar PDF do livro para ser baixado gratuitamente. Esse link pode ser enviado para professores de escolas públicas, universidades, Secretarias de Turismo, Secretarias de Educação e outros _ alcançar até 10.000 pessoas; - Promover a valorização do patrimônio material e imaterial de Diamantina e do Estado de Minas Gerais; - Ampliar o acesso do público às belezas naturais e culturais de Diamantina e região;

Justificativa

A cidade de Diamantina localiza-se na região média da bacia hidrográfica do Rio Jequitinhonha, entre vales rochosos. É circundada por quatro parques naturais do Nordeste Mineiro: Parque Nacional das Sempre-Vivas, e Parques Estaduais do Biribiri, Rio Preto e do Itambé. Além desta riqueza natural, os turistas são atraídos pela História da região, da cidade e beleza da Arquitetura Barroca Colonial bem preservada. Neste contexto, o projeto realiza um resgate importante ao território da cidade de Diamantina e seus arredores, considerando o patamar de visibilidade internacional que possui a cidade, no que tange à sua diversidade cultural, belezas naturais e seus encantos, seu conjunto arquitetônico único de inigualável beleza e uma atmosfera que transcende esfera do racional, características essas, ensejadoras do Tombamento da cidade Patrimônio Cultural da Humanidade (UNESCO). A realização do presente projeto valoriza as expressões culturais em imagens fotográficas como obra artístico-literária e se apresenta como uma expressão singular da cidade, especificamente focada na riqueza cultural e patrimonial, sua população, o meio ambiente e sua biodiversidade, incluindo os conhecimentos tradicionais da região. O livro, no intuito de valorizar todos esses saberes, será construído valorizando as fotografias e seus textos descritivos em dois idiomas: português e inglês. Esta obra permitirá o reconhecimento de saberes tradicionais e culturais e colocará em evidência o modo de vida da população, valorizando a integração das pessoas, sua cultura e as riquezas naturais que a cercam. A História do Brasil que aflora em cada canto da cidade permite e serve como inspiração para o desenvolvimento turístico-econômico-científico e para o resgate histórico através dos registros fotográficos. Dentre os importantes registros que ilustram o livro estão: - Igreja São Francisco de Assis Reconhecida como um dos grandes monumentos diamantinenses representativos do estilo Rococó, a Igreja de São Francisco de Assis, é ainda hoje, um local bastante procurado pelos católicos e turistas para suas cerimônias e visitas religiosas. Foi construída em 64 anos, de 1766 a 1830. Em 1949 a Igreja foi tombada pelo IPHAN, e o complexo arquitetônico restaurado em 2008. - Casa da Glória (Passadiço da Glória) Construída no fim do século XVIII, a Casa da Glória, juntamente com o passadiço adicionado no século XIX (1867), transformaram-se no principal cartão postal de Diamantina. Atribui-se a construção da Casa a Manuel Viana, marido da senhora Josefa Maria da Glória, que deu nome à propriedade: Casa da Glória, onde residiu até 1813. Desde 2001, o Centro passou a ser denominado Instituto Casa da Glória, ultrapassando a área de Geologia, para atender também às de Turismo, de Cartografia, História e Cultura. Atualmente, o Instituto atende às atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFMG. Sua infraestrutura, em especial, é utilizada rotineiramente pelos grupos de pesquisadores do Instituto de Geociências. - Quadrilha no Mercado No mês de junho comemoram-se no Brasil as festas de Santo Antônio (dia 13), João Batista (24) e São Pedro (dia 29). Durante todo o mês, os quintais das casas, as ruas e praças, os clubes e escolas municipais são enfeitados com bandeirinhas e balões de papel colorido, onde também são erguidos mastros com imagens e fotos de santos. De origem aristocrática, a dança se transformou numa festa popular, religiosa, que se propagou nos meios rurais, em agradecimento à colheita e homenagem aos santos. Atualmente, no Brasil, a festa junina perdeu seu cunho estritamente religioso e se transformou numa homenagem divertida, caricata, dos costumes de nossos trabalhadores rurais, em especial, do "mineirinho" e suas mineirices. Nas noites de Festas Juninas, o Mercado Velho de Diamantina se rejuvenesce! - Serra do Espinhaço A Serra do Espinhaço recebeu este nome do geólogo, geógrafo e metalurgista alemão Wilhelm Ludwig Von Eschwege, na segunda década do século XIX. Ele observou que uma cadeia montanhosa de forma retilínea se estendia por 1.000 km desde a região de Ouro Branco em Minas Gerais até Morro do Chapéu, na Bahia, como uma espinha dorsal de larguras que variam de 50 a 100 km. Tão extensa que alguns estudiosos a denominaram Cordilheira Brasileira. - "Vesperata" Concerto noturno diamantinense que surgiu no século XIX e há mais de 23 anos se inseriu na cultura da cidade, a "Vesperata" é um evento musical que envolve duas bandas: a Banda Mirim Prefeito Antônio de Carvalho Cruz e a Banda do 3º Batalhão da Polícia Militar. O encanto maior do evento deve-se ao cenário colonial e à disposição dos músicos em relação ao público e regentes. Os artistas se apresentam no alto dos casarões, distribuídos nas históricas sacadas e janelas dos sobrados coloniais, enquanto o público se aglomera abaixo, ao longo da Rua da Quitanda, acomodados nas mesas ou em pé em volta dos maestros que pairam sobre a multidão, em pedestais, regendo os artistas, a noite e a todos. - Vila de Biribiri, Diamantina, MG No dia 06 de janeiro de 1876 o bispo D. João Antônio Felício dos Santos inaugurou no vale do Rio Biribiri, uma organização de fiação e tecelagem, a Companhia Industrial de Estamparia, para beneficiar os meninos pobres e as moças do Colégio Nossa Senhora das Dores, que funcionava na Casa da Glória, em Diamantina. O conjunto industrial transformou-se em vilarejo, com geração própria de energia elétrica, casas para os funcionários, escola, armazém, convento e uma igreja dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. A vila localiza-se dentro do Parque Estadual do Biribiri, e foi tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA). As habitações e construções da Vila de Biribiri formam um conjunto arquitetônico homogêneo, bucólico, muito bem preservado, no fundo de um vale harmonioso, contornado pelas escarpas da Serra do Espinhaço. Hoje é um local turístico, imperdível e aprazível, com pousadas e restaurantes, próximo às cachoeiras da Sentinela e dos Cristais. O livro "Diamantina" se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 listados abaixo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto "Livro Diamantina" atende aos objetivos do Art. 3° listados abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

Capa: 64x30cm, 4x1 cores, Tinta Escala em Couche Liso. 150g. Prep. Arquivo Aberto. Prova Digital Epson. Prova. Miolo: 160 pgs, 29,5x25cm, 4 cores, Tinta Escala e Verniz Ir Fosco F/V em Couche Fosco. 150g. Prep. Arquivo Fechado (PDF). Prova Digital Epson. Prova. Guarda: 4 folhas, 29,5x25cm, sem impressão em Color Plus (Cor Escura) 180g. Papelão: 2 folhas, 29,5x25cm, sem impressão em Papelão Paraná. Proteção: 29,5x25cm, sem impressão em Offset 150g. Lombada:18mm, Laminação Fosca, Nº Lados: 1(Capa), Hot Stamping (Capa), Cliché Hot Stamping, Altura Cliché(cm) 10, Largura Cliché(cm) 10 (Capa), Dobrado (Miolo), Intercalação (Miolo), Costurado (Miolo), Vinco (Guarda), Colar (Guarda), Lombada Quadrada PUR (Miolo), laminação brilho, Nº Lados: 1 (Proteção), Shrink Individual.

Acessibilidade

- Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Os eventos de lançamento e das contrapartidas culturais contarão com intérprete de Libras; - Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Será disponibilizado PDF do livro que poderá ser baixado através de link da internet. Com o PDF baixado o conteúdo será acessível via leitor de tela;

Democratização do acesso

400 unidades do livro serão distribuídas gratuitamente. 1500 postais serão distribuídos gratuitamente. O evento de lançamento será realizado com entrada gratuita. As ações de contrapartida social serão realizadas em 03 escolas públicas, a definir, da cidade de Diamantina e região. > Incisos/medidas do inciso/medida do Artigo 28 da Instrução Normativa nº 1/2023 do Ministério da Cultura adotadas como ações de democratização de acesso: I – doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do artigo 27, totalizando 20% (vinte por cento); VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII – realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Vinicius Dias Wilson – Proponente, Fotógrafo e editor. O proponente será responsável por todo processo decisório do projeto e pelo acompanhamento de todas as etapas. Fotógrafo premiado internacionalmente pela Universidade de Lisboa, Portugal, apresenta experiência em fotografia de natureza, arquitetura, retratos e esportes. Algumas de suas obras foram publicadas no exterior, por exemplo: The Guardian e Times (Londres, Inglaterra) e Rock and Ice (Colorado, Usa); além de diversos periódicos nacionais (Estado de Minas, Hoje em dia, Diário da Tarde, ...). Suas obras também foram exibidas em exposições temporárias e permanentes, além de ilustrar capas de livros. Sua ultima obra publicada em 2022, Guia de Escalada da Serra do Cipó, retrata através de aproximadamente 200 fotos, a beleza da Serra do Cipó encrustada no Espinhaço, juntamente com as expressões físicas dos escaladores durante a pratica do esporte e a felicidade dos rostos desses, que compõem a capa desta obra. Aline Osório Mamão - Designer Formada em Publicidade e Propaganda pela Newton de Paiva em 2009, atuou como diretora de arte, de criação e designer gráfico em Agências de Publicidade desde 2005, abrindo sua própria Agência em 2011. A partir da criação da Kwan Comunicação e Marketing, atuou na Direção de Criação como designer e redatora. Seu portfólio conta com campanhas publicitárias para CRM-MG, Sinduscom-MG, Comunicação interna Verdemar, Restaurantes Ivo Faria, Cara Preta -carnes nobres, Grupo Yangzi representações e outros mais de 200 clientes que fizeram e fazem parte da carteira da empresa. No segmento de livros, realizou o projeto gráfico do Guia de Escalada da Serra do Cipó e o catálogo de produtos de Natal da Yangzi. Atualmente realiza projetos de design gráfico enquanto é mãe do Arthur e do Alexis, com atendimento de clientes fixos da Agência temporariamente suspensos. Livia Camargo - Revisora Linguista especializada em teoria sintática, morfológica e semântica, com Ph.D. e extensa experiência em: documentação Linguística e trabalho de campo com comunidades indígenas na Amazônia brasileira, envolvendo pesquisa acadêmica, gerenciamento de equipes multi-étnicas e coordenação de logística de campo e oficinas pedagógicas; tradução (Inglês – Português), versão (Português – Inglês) e revisão textual de livros técnicos, editoriais, artigos científicos, roteiros e material audiovisual; legendagem de longa-metragens para televisão e festivais de cinema;interpretação (tradução simultânea e consecutiva) de eventos e reuniões;ensino de Linguística, Redação Acadêmica e Língua Inglesa, tanto a nível degraduação, quanto em cursos de idiomas e para alunos particulares. Toranja - Cultura e Comunicação - Função: Prestação de Contas e Consultoria Administrativo financeira. Responsável pelo acompanhamento da execução das ações; elaboração dos projetos e planilhas orçamentárias, e Prestação de contas do projeto. Acompanhamento (aprovação, readequação, execução e prorrogação) de projetos nos âmbitos das diversas fontes de financiamento. Sócia administradora: Ana Cristina Jardim de Melo. Profissional graduada em Relações Públicas, com experiência nas áreas de eventos, relacionamento institucional e coordenação de comunicação, produção executiva de eventos e relacionamento com patrocinadores e parceiros. Trabalhou como produtora de eventos e como coordenadora de comunicação da Malab Produções e no Circuito Cultural Praça da Liberdade como assessora de comunicação. Atuações: Museu de Artes e Ofícios (BH/MG), Museu do Oratório (Ouro Preto/MG), Museu de Sant'Ana (Tiradentes/MG) Centro Cultural Vale Maranhão, Casa Cultura Canaã e outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.