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O PALCO - Jaguaré é um espetáculo que será realizado em SP, no bairro Jaguaré no fim do ano do ano letivo. Compõe-se de aulas/ensaios de arte, em diferentes formatos, de diferentes linguagens - música, teatro, dança, desenho e poesia para crianças, jovens, adultos e idosos que serão os atores principais, moradores do bairro Jaguaré, localizado na zona oeste da cidade de São Paulo. As atividades integradasculminarão, ao final do processos artístico e pedagógico, em um espetáculo, intergeracional, de criação coletiva, com base nas potências da vida cotidiana. As aulas / ensaios serão gratuitas e estão dirigidas a um público em situação de vulnerabilidade social. Contrapartida: encontros presenciais sobre Arte e Cultura com profissionais que atuam em diversas áreas,nas Escolas Públicas parceiras. As palestras serão abertas ao público, com a participação de alunos das escolas e educadores. As palestras são 100% gratuitas.
O espetáculo PALCO - Jaguaré será realizado em espaço público, no bairro Jaguaré, zona oeste da cidade de SP, após 9 meses de aulas/ensaios com os moradores e estudantes. Compartilhando conhecimento, divulgando cultura, fortalecendo competências e habilidades socioemocionais de crianças, jovens, adultos, idosos que vivem em situação de vulnerabilidade social. Ressignificando o espaço onde moram.
OBJETIVO GERAL O Projeto "PALCO - Jaguaré" tem como objetivo principal promover e ampliar o conhecimento, o acesso e o interesse pela arte auxiliando no fortalecimento de competências e habilidades socioemocionais de crianças, jovens, adultos, idosos que vivem em situação de vulnerabilidade social. Atua em rede, em parceria com escolas públicas e organizações da sociedade civil. Objetivos gerais de cada atividade: Desenho - Desenvolver a percepção do olhar para o desenho, ampliar o repertório artístico, reconhecer através da observação a sincronia e a interpretação do olhar, do traço e do pensamento, desenvolver uma mentoria para a linguagem de cada educando a partir dos resultados de cada olhar, materializado nos desenhos elaborados. O processo da Mentoria do Olhar para o desenho busca aprofundar o interesse, o potencial criativo e o estilo próprio de cada educando, para transmitir sua arte. Iniciação Teatral - Experienciar e descobrir, pelo intuitivo e pelo espontâneo, a linguagem teatral. Cia de Teatro - Selecionar textos e escolher coletivamente a dramaturgia a ser montada, traçar linhas temáticas entre o texto escolhido e o contexto do grupo, assim como as particularidades e identidades de cada participante, validar o processo de criação teatral como um caminho de formação coletiva, reconhecer o diálogo entre a produção teatral e o desenvolvimento cultural através do tempo, montar e apresentar espetáculo teatral com a Cia PALCO de Teatro ao final de cada ano. Dança - Propiciar experiências estéticas a partir da corporeidade, das relações entre corpo, espaço e tempo, ampliar os repertórios de cultura corporal, movimento e o conhecimento do próprio corpo, além de possibilitar diálogos acerca da cultura corporal. Violão - Incentivar o gosto à música nacional, desenvolvendo a inteligência musical e conhecimentos musicais com o ensino melódico, harmônico e rítmico através do violão. Musicalização - Atuar na construção da sensibilização e apreciação estética, desenvolver a capacidade reflexiva, comunicativa e criativa, aprimorar a percepção musical, a coordenação motora, a expressão vocal e corporal. Banda / Música:Conhecer e explorar os diferentes instrumentos musicais, estudar elementos teóricos comuns aos mesmos, praticar escalas e se aproximar dos conceitos de tom, melodia, harmonia e ritmo, fundamentais para a composição da banda. Objetivo Específico: Atender 600 pessoas proporcionando conhecimento e atividades culturais, evitando evasão escolar, no caso de jovens, proporcionando atividades dentro da comunidade, para os adultos e idosos, desenvolvendo habilidades nas crianças de pré-escola e colaborando para as atividades em família, estreitando vínculos.
O projeto se enquadra no Art. 1° da Lei 8313/91 nos seguintes itens: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto também se enquadra no Art. 3° da Lei 8313/91 nos seguintes itens:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais Diante das dificuldades e isolamento causado pela pandemia, acarretando no distanciamento da arte, o "Nosso PALCO, sua casa", leva aos participantes novas formas de aproximação com a arte e cultura, auxiliando o desenvolvimento da criatividade e manifestações próprias, além do elo de interação social que tanto faz falta no cotidiano. Utilizará plataformas de encontros virtuais, redes sociais e podcast, para as atividades. Algumas serão realizadas ao vivo e ficarão armazenadas e disponíveis para acesso a todos os participantes e arquivo. As atividades que serão realizadas presencialmente, cumprirão todas as normas de distanciamento, proteção, utilização de máscara e/ou EPIs. SOBRE O TERRITÓRIO O desenvolvimento deste projeto no bairro Jaguaré justifica-se por diagnósticos elaborados pela SEI Consultoria (responsável: João Paulo Altenfelder) e pelo diagnóstico participativo elaborado pela Ideia.SP, Casa de Maria e Marta e Congregação Santa Cruz, juntamente com a comunidade, no projeto Plataforma dos Centros Urbanos, realizado pelo UNICEF, de 2010 a 2012. Dados dos diagnósticos: - Moradores das comunidades sentem falta de espaços de cultura e lazer, principalmente, aos finais de semana; - Ausência de Pontos de Cultura e Equipamentos Culturais Públicos nos bairros; - Aumento dos indicadores de violência junto aos segmentos de adolescentes e jovens; - Notas de IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) baixas em comparação a média da cidade de São Paulo; - Indicadores de evasão escolar altos em comparação a média da cidade de São Paulo. Dados sobre o distrito: Os dados do Censo de 2010 do IBGE indicam 49.863 habitantes no bairro Jaguaré, sendo 12.200 moradores da comunidade Vila Nova Jaguaré. A comunidade Vila Nova Jaguaré tem 166,6 mil metros quadrados e, aproximadamente, 3.690 domicílios. Na década de 30, esta área foi doada e projetada, pelo engenheiro Henrique Dumont Villares, para ser utilizada como área de lazer, contudo passou a ser invadida a partir das décadas de 60 e 70 com a intensificação da migração para a cidade. O bairro limita-se com os distritos paulistanos de Vila Leopoldina, Alto de Pinheiros, Butantã, Rio Pequeno e com a cidade de Osasco. Há 13.123 menores de 18 anos no bairro, sendo 3.215 crianças e jovens que residem nesta comunidade. Nota-se a oportunidade de crescimento e necessidade do investimento em projetos sociais a partir destes dados. A arte e cultura são formas eficientes de atração, adesão e desenvolvimento destes públicos e o envolvimento comunitário é premissa básica para atuação social.
PLANO PEDAGÓGICO Violão Visa uma apropriação cada vez maior de si para uma experiência de vida mais consciente e plena, buscando abrir portas para diversos movimentos de transformação em que o próprio educando é o maestro ao perceber seu próprio ritmo e lidando com o equilíbrio, a harmonia e a beleza. A manutenção da energia vital por meio do exercício da sensibilidade artística surgirá como um tema transversal dos encontros. As aulas contemplarão não apenas a produção musical e aspectos mais subjetivos da linguagem musical, mas também abrirão espaço para o desenvolvimento do pensamento por meio do exercício de refletir sobre aquilo que aprende. Iniciação Teatral Intersecção entre a literatura periférica e o conceito de jogo dramático para conduzir as atividades é a linha norteadora das aulas de iniciação teatral. Haverá investigação dos elementos formais básicos que compõem a linguagem teatral. A voz, o corpo, a conversa entre o eu e o personagem criados serão alguns pontos trabalhados pela turmas. Dança Os principais objetivos das aulas de dança são propiciar às crianças e aos jovens vivências e experiências estéticas a partir da corporeidade, das relações entre corpo, espaço e tempo, ampliar os repertórios de cultura corporal, movimento e o conhecimento do próprio corpo, possibilitar a apreciação de diversas manifestações artísticas corporais por meio da exibição de vídeos e visitas a exposições e espetáculos, além de possibilitar diálogos acerca da cultura corporal. Musicalização Atuar na construção da sensibilização e apreciação estética, desenvolver a capacidade reflexiva, comunicativa e criativa, aprimorar a percepção musical, a coordenação motora, a expressão vocal e corporal são alguns dos principais objetivos das aulas de musicalização do Projeto PALCO. A exploração do uso da voz por meio dos jogos de canções populares, casada a compreensão de todo o corpo como um grande produtor de sons e ritmos conduzirá as atividades que serão desenvolvidas ao longo do período. A construção de novos instrumentos também será um tema a ser explorado pelos participantes. Cia de Teatro Encontros semanais em que sejam estimulados os percursos e investigações criativas e artísticas de cada educando, colocando-os em relação ao universo cênico e performativo. O laboratório parte da provocação: o que esses nossos tempos e seus dispositivos oferecem como ferramenta para a criação? Exploração sobre a atualidade e espaço tanto tematicamente quanto no desenvolvimento de uma linguagem ou de manifestações próprias. Desenho A atividade é voltada para a prática do desenho e busca desenvolver a percepção do olhar, e despertar o interesse para o universo artístico com objetivo de desenvolver a percepção do olhar para o desenho, ampliar repertório artístico, reconhecer através da observaçao a sincronia e a interpreração do olhar, do traço e do pensamento; desenvolver uma mentoria para a linguagem de cada educando a partir dos resultados de cada olhar, materializado nos desenhos elaborados. O processo da Mentoria do Olhar para o desenho busca aprofundar o interesse, o potencial criativo e o estilo próprio de cada educando para transmitir sua arte. Banda Para a formação da banda, o educador apostará no ensino da teoria musical, aliada a prática. À medida que os educandos conhecerem e explorarem os diferentes instrumentos musicais, estudarão elementos teóricos, comuns aos mesmos. Os educandos praticarão escalas e se aproximarão dos conceitos de tom, melodia, harmonia e ritmo, fundamentais para a composição da banda. Letras e músicas compostas pelos educandos e repertório da música popular brasileira, assim como referências pop rock nortearão as aulas. Teclado, bateria, guitarra, contrabaixo elétrico compõem a banda do projeto.
O Projeto PALCO disponibiliza atividades gratuitas para alunos de escolas de rede pública de ensino, Organizações Sociais e moradores das comunidades do Jaguaré. Logo após a divulgação das atividades, que é feita com a visita dos educadores e coordenadores, o projeto concede um período de 30 dias de aulas abertas, aproximadamente, para a realização das matrículas para participação efetiva na(s) atividade(s) escolhida. A garantia de acessibilidade de conteúdo das atividades presenciais oferecidas está diretamente ligada às deficiências apresentadas pelo (a) participante, considerando pessoas com cegueira e baixa visão, surdez e baixa audição, limitações de movimentos, incapacidade de fala, fotossensibilidade e combinações destas características, ou com dificuldades de aprendizagem e limitações cognitivas. A partir de encontros do familiar da pessoa envolvida com a psicóloga do projeto, com a coordenadora pedagógica e com o (a) educador (a) da atividades, é traçado um plano de ação, uma vez que, como o projeto ocorre, totalmente, em espaços públicos e organizações sociais com acomodações e estruturas para acessibilidade, a todo interessado é garantida a participação. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espetáculo pode ocorrer em 2 locais, dependendo da meteorologia prevista para a data, no caso de previsão de chuvas, ocorrerá no espaço do teatro que é adequado para acesso de deficientes físicos, ou pode ser realizado em Praça Pública, na Rua Três Arapongas, que tem espaço acessível por ser espaço público. Não havendo necessidade de custos para a adaptação nesses locais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Contratamos um profissional de audiodescrição para nos acompanhar na apresentação. Esse valor está na planilha orçamentária, no item 07. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Contratamos um profissional, intérprete de libras, para nos acompanhar na apresentação. Este valor está na planilha orçamentária, no item 15. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A equipe de arte-educadores do Projeto PALCO, que acompanharão e farão as atividades decorridas durante o ano, serão os responsáveis pelo acompanhamento dessas pessoas no dia do espetáculo. A remuneração está computada no valor mensal do arte-educador. PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: As aulas do PALCO Jaguaré são ministradas em escolas estaduais, organizações parceiras e espaços públicos que têm a estrutura correta para os portadores de deficiência física, não havendo necessidade de custos para adaptação nesses locais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Contamos com a participação de acompanhante e/ou atenção do arte-educador para atuar com participantes que têm deficiência visual e utilizaremos os facilitadores nos aparelhos celulares e computadores para comandos por voz, não havendo necessidade de custos para adaptação nesses locais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Contamos com a participação de acompanhante e/ou atenção do arte-educador para atuar com os deficientes auditivos, não havendo necessidade de custos para este item. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A equipe de arte-educadores do Projeto PALCO, que acompanharão e farão as atividades decorridas durante o ano. A remuneração está computada no valor mensal do arte-educador.
Todas as aulas e atividades do Projeto são 100% gratuitas. Os participantes deverão fazer as matrículas para as atividades - aulas/ensaios - no início do ano e participará do espetáculo no fim do ano. As aulas/ensaios serão realizadas dentro das escolas e orgnizações sociais parceiras, mas pode ter atividade realizada em espaço público, para divulgação e participação dos moradores.
O PROPONENTE RECEBERÁ PELA RUBRICA DE COORDENADOR GERAL. LEANDRO OLIVA - Coordenador Geral - Doutor em Ensino e Aprendizagem de Arte pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). Especialista em Arte na Educação pela ECA/USP. Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie. Tem formação em Educação Social pela PUC-SP, Gestão de Organizações da Sociedade Civil pelo IGESC/FIA/USP, Gestão de Organizações do Terceiro Setor pela FGV, Mediação Cultural pelo MASP, Reeducação do Movimento pelo Método Ivaldo Bertazzo. Cursou Teatro, Dança, Música e Fotografia. Atua como gestor e educador de projetos socioculturais desde 1998. Como preparador corporal – espetáculo “A Toca do Coelho”, direção de Dan Stulbach, com Maria Fernanda Cândido, Reynaldo Gianecchini, Selma Egrei e outros; Coreógrafo - espetáculo “A Invenção de Loren”, dir. Ana Roxo, com a Cia Delas, 2007; espetáculo “Os dois cavaleiros de Verona”, dir. Ulisses Cruz e Ricardo Rizzo, 2007, Sesc Pompéia. Como ator - “Anatomia do Desejo”, dir. Ivaldo Bertazzo, maio/2007, no Teatro Tuca e “Kashmir Bouquet”, em novembro/2007, no Teatro Santa Cruz; “Gata Borralheira”, direção de Débora Dubois, Projeto “Hércules”, coordenado pelos grupos Parlapatões e Pia Fraus, em 2005, entre outros. Como assistente de direção - Espetáculo “Dúvida”, dir. Bruno Barreto, com Regina Braga, Dan Stulbach, Isabel Teixeira e Lena Roque, Teatro Frei Caneca, 2006; O Dia do Redentor, dir. Ariela Goldmann, com participação de Otávio Augusto, realizado em junho/julho de 2003, no SESC Copacabana; Sobre o Amor e a Amizade, dir. William Pereira, com Jairo Matos e Grace Gianoukas, em 2002, no Centro Cultural Banco do Brasil; Novas Diretrizes em Tempos de Paz, de Bosco Brasil, dir. Ariela Goldmann, com Tony Ramos e Dan Stulbach, realizado de janeiro/2002 a março/2004; Blitz, de Bosco Brasil, dir. Ariela Goldmann, realizado em maio/2002, na Mostra de Dramaturgia Contemporânea do SESI e em outubro/2002 no SESC Copacabana; Caiu o ministério, dir. Ariela Goldmann, realizado de agosto/2001 a junho/2002 no Teatro João Caetano – Projeto Formação de Público; O Acidente, de Bosco Brasil, dir. Ariela Goldmann, com Denise Weinberg e Genésio de Barros, fevereiro a julho/2000 no Centro Cultural São Paulo. WALLYSON MOTA – Coordenador ArtísticoDiretor cinematográfico pelo Curso de Habilitação Profissional da Academia Internacional de Cinema (AIC) de São Paulo. Co-dirigiu os curtas-metragens “Caranguejo Homem” - do qual também é autor da ideia original - e “Casulo”, em parceria com Aline Pellegrini; e produziu o curta “Aurora”, direção de Maria Fanchin e Aline Zamberlan. É também bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e tem formação complementar através do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI; coord. Carlos Martins. No teatro, é diretor dos espetáculos “Sem Título”, de Ariel Farace (Coletivo Labirinto / 2014) e “Santiago Morto”, adaptação de Liana Ferraz para a “Crônica de Uma Morte Anunciada” de Gabriel García Márquez (Estação Teatro / 2011). Assistente de direção de Ariel Farace na montagem brasileira de “Luísa Se Choca Contra Sua Casa” (coprodução Brasil / Argentina - 2012) e de Marcelo Lazzaratto em “Cartas Libanesas”, de José Eduardo Vendramini (2015), “Ricardo III”, de William Shakespeare (2013), “Maldito Benefício”, de Leonardo Cortez (2013), e no projeto “Cia Elevador – Do Jeito Que Você Gosta”, que envolveu a montagem de “Do Jeito Que Você Gosta”, de William Shakespeare e a remontagem de “A Hora Em Que Não Sabíamos Nada Uns Dos Outros”, de Peter Handke – Festival Internacional de Rio Preto 2010. Atuou em “Alice Através do Espelho”, com o grupo Phila7, no Centro Cultural SESI/FIESP em 2010, em “Ifigênia”, releitura de Cássio Pires para o mito de Eurípedes, “Diásporas”, de Cássio Pires, “Sala dos Professores”, de Leonardo Cortez, direção de Marcelo Lazzaratto (Cia Elevador de Teatro Panorâmico), “O Jardim das Cerejeiras”, de Anton Tchékhov e “Amor de Improviso”, dramaturgia coletiva. ANGÉLICA DURÃES – Coordenadora Pedagógica - Especialista em Arte na Educação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, 2017; Especialista em Relações Interpessoais e Construção da Autonomia Moral pela Universidade de Franca, 2014; Mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica - São Paulo, 2004; graduada em Pedagogia pela Universidade Nove de Julho – 2006; graduada em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie – 1986. Atuou como coordenadora geral e diretora de todos os ciclos da Educação Básica. EDUCADOR DE DANÇA - Patricia C. Alegre é especialista em Arte Educação pela ECA-USP, possui graduação em Cinema pela FAAP e curso técnico em Teatro pelo Teatro Escola Célia Helena. Teve formação em balé clássico pelo Estúdio de Ballet Cisne Negro, estudou dança contemporânea com Morena Nascimento e Lu Favoreto, contato improvisação e danças de salão. Atuou como bailarina e produtora no Grupo Dans la Danse de 2004 a 2011. Hoje é professora de balé e expressão corporal em escolas de dança e projetos sociais, além de desenvolver pesquisas na área de arte-educação com ênfase em cultura corporal no ambiente escolar. BANDA - André Freitas, natural de Santos –SP, formado em música pela EMESP Tom Jobim, e em Pedagogia no Senac, tem atuado desde 2000 tanto como instrumentista (baterista e vibrafonista popular) em projetos de música instrumental brasileira como também a educação e práticas sociais em música. Como educador musical trabalhou em projetos governamentais como o Projeto Guri e Guri Sta. Marcelina, na Escola de Municipal de Música de Taboão da Serra e na Casa de Cultura Tremembé da Prefeitura de São Paulo e também em Organizações da Sociedade Civil como a Unibes, a Fundação Gol de Letra, o Projeto Casulo, o Instituto Hatus e desde 2019 no Projeto Palco. Trabalhou como formador de lideranças jovens em Guiné-Bissau em parceria com a Unesco/Fundação Gol de Letra, e também em intercâmbio com jovens brasileiros na França em Lyon com a Fundação Sport Dans La Ville. Participou da sistematização do Programa de Educação Integral Virando o Jogo da Fundação Gol de Letra como educador de música, o que resultou no livro de mesmo nome publicado em 2014. Atualmente cursa pós-graduação em Gestão Cultural e atua como coordenador do Projeto “Tocando em frente “no CCA Unibes, professor de música na Escola Machado Coelho e educador da Cia Palco de música. MUSICALIZAÇÃO E VIOLÃO - Formado em História pela Universidade de São Paulo, trabalha com arte educação desde 2012. Começou fazendo estudos do meio na Fazenda Nossa Senhora da Conceição em Jundiaí (2012-13), fazenda histórica da época do café e aberta para visitas escolares. Trabalhou também como educador no Museu do Futebol (2013-14), desenvolvendo, junto ao núcleo educativo, atividades e roteiros de visitação unindo o esporte e uma visão histórica do local. Em 2014-15 trabalhou como arte educador na ONG André Franco Vive, com aulas de musicalização para crianças de 6 a 13 anos. Paralelamente a todas essas atividades, sempre ministrou aulas particulares de violão e viola caipira. Em 2019 começou a trabalhar no PALCO com aulas de violão para iniciados, e atualmente (2020) dá aulas de musicalização para senhoras, crianças, e aulas de violão para iniciantes e intermediários. DESENHO - Juliana Keiko - Musicoterapeuta, especialista em Jogos Cooperativos e graduanda em pedagogia. Co-fundadora do Coletivo GRÃO, onde atua como educadora, musicista multi-instrumentista, cantora, compositora e diretora musical em projetos teatrais e audiovisuais. Dentro da educação musical desde 2010 como professora de violão e teclado com aulas particulares e em grupos; educadora musical, ministrando oficinas para crianças e adultos em Sesc’s, escolas e projetos sociais como “Tempo de Escola” e atualmente professora de violão no “Projeto PALCO”.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.