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PRONAC 237529Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

AFLUENTE

RUMO EMPREENDIMENTOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 458,9 mil
Aprovado
R$ 458,9 mil
Captado
R$ 293,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (60)
CNPJ/CPFNomeDataValor
***115580**Paulo Roberto Meinerz1900-01-01R$ 33,8 mil
***161648**Aguinaldo Reis Benecioto1900-01-01R$ 30,0 mil
***546534**HUMBERTO MIGUEL FREIRE1900-01-01R$ 12,0 mil
***378760**Milton José Mahl1900-01-01R$ 10,8 mil
***343159**FERNANDO CARLOS PELISSER1900-01-01R$ 10,0 mil
***134459**SANDRO DOS SANTOS CARVALHO1900-01-01R$ 10,0 mil
***318707**Elidio Oliveira da Silva Filho1900-01-01R$ 10,0 mil
***950024**Luiz Alves Pordeus Junior1900-01-01R$ 9,5 mil
***581439**Sérgio Roberto Mantovani1900-01-01R$ 9,0 mil
***566369**ANNA JULIA ARAUJO DE OLIVEIRA KASPRESKI1900-01-01R$ 9,0 mil
***048967**Adilson do Nascimento Anisio1900-01-01R$ 8,0 mil
***785247**MARCELO FERNANDEZ TRINDADE1900-01-01R$ 8,0 mil
***077674**Marcos da Costa Araújo1900-01-01R$ 8,0 mil
***250099**CLAUDEMIR PATON1900-01-01R$ 6,0 mil
***136629**Rubem Hansen1900-01-01R$ 6,0 mil
***921830**Mariana Largura1900-01-01R$ 6,0 mil
***254887**Martha Mangueira de Figueiredo Ferreira1900-01-01R$ 6,0 mil
***533029**Roberto Cavallieri1900-01-01R$ 5,2 mil
***908409**Oldemir Fenner Genz1900-01-01R$ 5,2 mil
***720377**Angela Maria Medeiros Martins Santos1900-01-01R$ 4,9 mil
***625109**Tania Myuki Sawassato1900-01-01R$ 4,8 mil
***497506**JOSE LUIZ DE FARIA FILHO1900-01-01R$ 4,5 mil
***710579**Altino Ramos Costa1900-01-01R$ 4,0 mil
***644506**José Afonso de Oliveira Queiroz1900-01-01R$ 4,0 mil
***547809**Rosemar Casagrande Faust1900-01-01R$ 3,5 mil
***318726**Paulo Henrique Gomes Amaral1900-01-01R$ 3,5 mil
***088140**RODINEY RIETEZ DE MORAES1900-01-01R$ 3,2 mil
***424568**Osvaldo de Salles Guerra Cerv1900-01-01R$ 3,2 mil
***881576**Pablo Ortellado1900-01-01R$ 3,0 mil
***519059**Dorival Baggio1900-01-01R$ 3,0 mil
***400919**Marcos Antonio Koteski1900-01-01R$ 3,0 mil
***571959**Norton Bauer1900-01-01R$ 2,8 mil
***330369**Rejane Teresinha Scholz1900-01-01R$ 2,8 mil
***473649**Amauri Sebastião Niehues1900-01-01R$ 2,7 mil
***117308**JADIR SARAIVA DE REZENDE1900-01-01R$ 2,5 mil
***567408**Jorge Roberto Corrêa Zantut.1900-01-01R$ 2,5 mil
***725537**Alexandre José Fava de Souza1900-01-01R$ 2,5 mil
***170479**Cezar de Cól1900-01-01R$ 2,0 mil
***247609**CARLOS ROBERTO CARREIRA1900-01-01R$ 2,0 mil
***617248**MARCIO MORETTO RIBEIRO1900-01-01R$ 2,0 mil
***927579**DIRCEU LUIZ TESSARO1900-01-01R$ 2,0 mil
***460257**ALEXANDRE ALMEIDA CORREA DOS SANTOS1900-01-01R$ 2,0 mil
***320529**LUIZ ANTONIO SCHUBER1900-01-01R$ 1,9 mil
***708177**RUI FRIAS RABELO1900-01-01R$ 1,8 mil
***712951**ABIDIAS JOSE DE SOUSA JUNIOR1900-01-01R$ 1,7 mil
***278468**MARCIO ANTONIO SASSO1900-01-01R$ 1,7 mil
***875689**Antonio Carlos Gonçalves1900-01-01R$ 1,6 mil
***077339**VARLEI LUIZ ROYER1900-01-01R$ 1,5 mil
***821356**DEOMEDES ROQUE TALINI1900-01-01R$ 1,5 mil
***841600**Lauro Sander1900-01-01R$ 1,5 mil
***957569**Carlos Roberto Segatto1900-01-01R$ 1,3 mil
***084929**Roberto Luiz Valduga1900-01-01R$ 1,0 mil
***686789**Roberto Carlos Ampessan1900-01-01R$ 1,0 mil
***306636**AMIR GONCALVES DOS SANTOS1900-01-01R$ 1,0 mil
***044741**MAISA DINIZ LIMA1900-01-01R$ 1,0 mil
***103857**Fernando José Oliveira Dias1900-01-01R$ 500,00
***764359**Pablo da Silva Ricoldy1900-01-01R$ 500,00
***410729**José Cláudio Pelincer1900-01-01R$ 500,00
***958549**RICARDO COUTINHO BARROS1900-01-01R$ 100,00
***338353**ANA CAROLINA MEINERZ1900-01-01R$ 49,00

Eficiência de captação

63.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2023-11-15
Término

Resumo

Este projeto trata da criação e realização do espetáculo de teatro Afluente, inspirado na obra "O que é meu" de José Henrique Bortoluci, com 16 apresentações na cidade de São Paulo e previsão de estreia para 2024. A dramaturgia será escrita por Jô Bilac. Em cena, 03 atores dirigidos por Carolina Meinerz. O projeto conta com 25% das sessões com tradução para LIBRAS, 02 ensaios abertos e 02 oficinas ministradas pelo dramaturgo e pela diretora gratuitas e abertas ao público. O espetáculo pretende elaboraruma perspectiva crítica e sensível sobre a nossa história e a nossa sociedade, a partir da experiência de um cidadão comum, que vivenciou as transformações e os conflitos do país nas últimas décadas.

Sinopse

O espetáculo "Afluente" será inspirado no livro “O que é meu” de José Henrique Bortoluci; um ensaio biográfico que traz entrevistas do autor com o próprio pai, motorista de caminhão por 50 anos e que, no momento da escrita da obra, luta contra um câncer. Trata-se de um testemunho de amor e luto pelo pai do autor, que tem no corpo as cicatrizes de um projeto desenvolvimentista que assola o país. O autor usa as memórias do pai para retraçar a história recente do país e da própria família, abordando temas como a ditadura militar e seus delírios megalomaníacos, a construção da Rodovia Transamazônica, o projeto desenvolvimentista, as marcas violentas da chegada do suposto “progresso” ao interior do país - que teve consequências sociais, econômicas, ambientais e culturais profundas e duradouras -, e a distância entre as classes e identidades sociais. Em uma prosa elegante e afetuosa que combina depoimentos, anedotas, referências e reflexões, o livro é uma valiosa reflexão histórica e sociológica do país, que revela capítulos marcantes de nosso passado e de nosso presente pelos olhos de um cidadão comum que ajudou a construir um país. O livro é também uma tentativa comovente e exitosa de aproximar os dois caminhos, do pai e do filho, que hoje têm destinos e classes sociais diferentes, já que seu filho é professor universitário e sociólogo. Classificação indicativa etária de 12 anos.

Objetivos

Objetivos Gerais: - Criar, montar e realizar temporada do espetáculo Afluente inspirado na obra "O que é meu" do sociólogo José Henrique Bortoluci; - Contribuir com a difusão da Literatura Brasileira; - Refletir sobre o Brasil contemporâneo, sua identidade cultural e política, para além do folclore típico como mera reprodução de uma cultura popular imutável; - Construir uma perspectiva crítica e sensível sobre a nossa história e a nossa sociedade, a partir da experiência de um cidadão comum, que vivenciou as transformações e os conflitos do país nas últimas décadas; - Representar artística e culturalmente os caminhoneiros, essa classe estrutural do país; - Revisitar de maneira crítico-reflexiva assuntos que fazem parte da construção e desenvolvimento da sociedade brasileira; - Contribuir para o desenvolvimento, aprimoramento e elaboração das linguagens e expressões artísticas e culturais do país, fortalecendo, assim, o soft power brasileiro; - Contribuir para a expansão do repertório de significados do público; estimulando, dessa maneira, o desenvolvimento ético, estético e cognitivo do cidadão; - Criar uma obra acessível a todos, estabelecedora de diálogos entre a própria obra e o público, e entre o público e ele mesmo; - Gerar mais de 150 empregos, diretos e indiretos; - Promover, através da arte, uma reflexão sobre a vida e sobre a própria arte. Objetivos Específicos: - Realizar o total de 16 apresentações gratuitas do espetáculo (quinta a domingo) com número esperado de 120 espectadores por sessão, no Ágora Teatro (espaço acessível para pessoas portadoras de necessidades especiais, com banheiros para PCD, rampas etc; bem como localizado próximo a pontos de mobilidade popular urbana, como ônibus e metrô), com duração de 90 minutos e classificação indicativa etária de 12 anos; - Realizar 01 oficina gratuita com o tema "O Brasil na Cena" ministrada pelo dramaturgo do espetáculo Jô Bilac, com duração de 01 encontro de 04 horas, para 30 participantes, gerando um momento de troca de ideias com o público, estimulando, assim, o diálogo e o desenvolvimento crítico e cultural dos cidadãos; - Realizar 01 oficina gratuita com o tema "A Arte e a Filosofia" ministrado pela diretora e filósofa Carolina Meinerz, com duração de 03 encontros de 04 horas cada, para 20 participantes, gerando um momento de troca de ideias com a sociedade, estimulando, assim, o diálogo e o desenvolvimento intelectual, crítico e artístico dos agentes da sociedade; - Conceder aos participantes das oficinas um certificado de participação e conclusão da oficina; - Realizar 04 apresentações (25% do total) com tradução para LIBRAS, seguidas de debate também interpretado em LIBRAS, priorizando a entrada de público com deficiência auditiva. - Contratar ao menos um/a colaborador/a com portador/a de necessidades especiais para trabalhar no projeto; - Realizar a temporada do espetáculo em um teatro com acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas e localizado próximo a facilidades de transporte urbano; - Fretar 01 ônibus que transportará 50 jovens de comunidades periféricas até o teatro e vice-versa, além de realizar, após o espetáculo, um debate entre atores, diretora e o público em questão; - Fornecer lanche a todos os jovens presentes no translado do ônibus mencionado acima; - Realizar 02 ensaios abertos e gratuitos ao público, seguido de debate sobre a concepção do espetáculo, o processo de criação e os desdobramentos reflexivos a partir do olhar do público. Este projeto prima pela excelência estética e ética e pelo desenvolvimento artístico e cultural brasileiro.

Justificativa

O espetáculo de teatro Afluente, que será inspirado na obra de Bortoluci, terá elementos dramáticos, emocionais e sociais explorados em uma linguagem cênica minimalista mas envolvente, trazendo uma perspectiva crítica e sensível sobre a nossa história e a nossa sociedade a partir da experiência de um cidadão comum, que vivenciou as transformações e os conflitos do país nas últimas décadas. Talvez assim, seguindo esse caminho da compreensão social através da experiência artística, seja possível nos aproximar das respostas às perguntas: Como chegamos onde chegamos? E como podemos elaborar juntas e juntos nossa visão de mundo e nosso futuro? Trata-se de uma reflexão sociológico-artística sobre a distância entre as classes sociais e as múltiplas identidades no Brasil, que se manifesta não só em termos de renda, mas também de educação, cultura, oportunidades e reconhecimento, mostrando como essa distância afeta as relações familiares, gerando conflitos, ressentimentos, incompreensões e rupturas. Entretanto, apesar do convite a pensar sobre as desigualdades e as diversidades que marcam o nosso país, o espetáculo também buscará formas de diálogo, respeito e solidariedade entre essa diversidade. Pretende-se, com o espetáculo, contribuir para a memória coletiva e para a consciência crítica sobre o nosso passado, o nosso presente e as nossas possibilidades de futuro, a partir da sensibilização cênica e artística do registro histórico de um projeto e de um processo de país. O espetáculo também será um retrato social poético de uma classe trabalhadora, a dos caminhoneiros, que foi explorada, marginalizada e invisibilizada pelo sistema político e econômico, mas que também resistiu, lutou e se organizou por seus direitos e sua dignidade, valorizando a voz e a identidade desses trabalhadores que são parte fundamental da nossa nação e da nossa cultura. A orientação artística do projeto vai ao encontro de um palco aberto à representação estética dos opostos, investigando sua visão e sentimento de mundo e entendimento de vida, buscando o ponto de convergência e toda poesia contraintuitiva que pode nascer desse encontro. O presente projeto se enquadra nos incisos I, IV, V, VI, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/9; e abarca os objetivos do inciso II, alínea C, e inciso IV, alínea A, do Art. 3º da referida lei.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Espetáculo de teatro "Afluente", inspirado na obra "O que é meu" de José Henrique Bortoluci, escrito por Jô Bilac, com 03 atores dirigido por Carolina Meinerz. Temporada de 16 apresentações gratuitas (quinta a domingo) - dentre as quais, 04 com tradução para LIBRAS - com número esperado de 120 espectadores por sessão e previsão de realização no Ágora Teatro. A previsão de duração do espetáculo é de 90 minutos e classificação indicativa etária de 12 anos.

Acessibilidade

Sobre a Acessibilidade do Espetáculo: Acessibilidade Física > O espetáculo Afluente será realizado no Ágora Teatro, espaço acessível para pessoas portadoras de necessidades especiais (banheiros para PcD, rampas, guias táteis etc), bem como localizado próximo a pontos de mobilidade popular urbana (ônibus e metrô). Acessibilidade de Conteúdo > 04 apresentações (25% do total) do espetáculo contarão com tradução para LIBRAS, seguidas de debate também interpretado em LIBRAS, priorizando a entrada de público com deficiência auditiva. Sobre a acessibilidade do Ensaio Aberto: Acessibilidade Física > O ensaio aberto do espetáculo Afluente será realizado no Ágora Teatro, espaço acessível para pessoas portadoras de necessidades especiais (banheiros para PcD, rampas, guias táteis etc), bem como localizado próximo a pontos de mobilidade popular urbana (ônibus e metrô). Acessibilidade de Conteúdo > O ensaio aberto contará com tradução para LIBRAS, priorizando a entrada de público com deficiência auditiva. Sobre a Acessibilidade das Oficinas Acessibilidade Física > Ambas as oficinas serão realizadas no Ágora Teatro, espaço acessível para pessoas portadoras de necessidades especiais (banheiros para PcD, rampas, guias táteis etc), bem como localizado próximo a pontos de mobilidade popular urbana (ônibus e metrô).

Democratização do acesso

Todos os ingressos para o espetáculo, bem como oficinas, serão gratuitos, com 20% de cota para PcD e idosos. Além disso, o projeto prevê: - Realização de 01 oficina gratuita com o tema “O Brasil na Cena” ministrada pelo dramaturgo do espetáculo Jô Bilac, com duração de 01 encontro de 04 horas, para 30 participantes, gerando um momento de troca de ideias com o público, estimulando, assim, o diálogo e o desenvolvimento crítico e cultural dos cidadãos;- Realização de 01 oficina gratuita com o tema “A Arte e a Filosofia” ministrado pela diretora e filósofa Carolina Meinerz, com duração de 03 encontros de 04 horas cada, para 20 participantes, gerando um momento de troca de ideias com a sociedade, estimulando, assim, o diálogo e o desenvolvimento intelectual, crítico e artístico dos agentes da sociedade;- Concessão aos participantes das oficinas um certificado de participação e conclusão da oficina;- Contratação de, ao menos, um/a colaborador/a com portador/a de necessidades especiais para trabalhar no projeto; - Frete de 01 ônibus que transportará 50 jovens de comunidades periféricas até o teatro e vice-versa, além de realizar, após o espetáculo, um debate entre atores, diretora e o público em questão;- Fornecimento de lanche a todos os jovens presentes no translado do ônibus mencionado acima;- Realização de 02 ensaios abertos e gratuitos ao público, seguido de debate sobre a concepção do espetáculo, o processo de criação e os desdobramentos reflexivos a partir do olhar do público.

Ficha técnica

DRAMATURGIA Jô Bilac é formado pela Escola de Teatro Martins Pena. É autor premiado de várias peças e um dos criadores da série Segunda chamada (prêmio APCA de melhor série em 2019), adaptação de sua peça Conselho de classe, publicada pela Editora Cobogó, para a TV. É autor das peças Infância, tiros e plumas e Os mamutes, esta premiada no Cesgranrio, Festival Internacional de Teatro, Shell, APTR e Aplauso Brasil 2019. As duas também fazem parte da Coleção Dramaturgia da Cobogó. Além destas, escreveu Savana glacial (Prêmio Shell), Fluxorama (indicada ao APCA), Beije minha lápide (indicada aos prêmios Shell, APTR e Cesgranrio), Pi – Panorâmica insana (Prêmio APCA) e Vênus Flytrap (Prêmio Performing Arts London), todas encenadas em cidades brasileiras e do exterior, como Bogotá, Londres, Nova York, Paris, Bolonha, Lisboa e Estocolmo. Seus textos foram publicados em diversos países da Europa, e América Latina. A peça Fluxorama foi editada pela Yale University, nos Estados Unidos. Bilac foi também curador de teatros no Rio de Janeiro, e atualmente é integrante da Cia Teatro Independente. Considerado um dos expoentes da nova dramaturgia brasileira, foi indicado ao prêmio Faz Diferença, do jornal O Globo, como personalidade do teatro em 2011 e 2013. DIREÇÃO Carolina Meinerz é diretora, atriz, mestre e doutoranda em filosofia pela UNICAMP, onde pesquisa Filosofia da Arte. Trabalhou como atriz com grandes diretores de teatro, como Antunes Filho, Celso Frateschi, Rodrigo Portella, Alexandre Reinecke e Maurício Vogue. Dentre suas experiências com direção de Artes Cênicas, destacam-se: direção dos espetáculos é-impossível-não-falar, dramaturgia de Pedro Kosovski; Papéis de Maria Dias, de Luci Collin, para do Teatro de Comédia do Paraná; Salomé - by Fausto Fawcett (que participou da Mostra Oficial do 27º Festival de Teatro de Curitiba e pelo qual ganhou sete troféus no 37º Troféu Gralha Azul, dentre os quais Melhor Direção e Melhor Espetáculo); Fome, adaptação de Kafka, com temporada no Dizzy Café Concerto e participação na Mostra do 30º Festival de Teatro de Curitiba; e Corte Pálido, pelo Núcleo de Encenação SESI PR; performer no espetáculo literário Trovadores do Miocárdio, concepção de Eduardo Beu, com Xico Sá, Fausto Fawcett, Mario Bortolotto, pelo qual participou do Circuito SESC de Artes 2017; coordenação artística e atriz no espetáculo Urubu Comum, dir. Michelle Ferreira; atriz e assistente de direção no Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho, onde atuou por 04 anos, participando de 04 espetáculos; assistente de direção na peça O Processo de Giordano Bruno, dir. Rubens Rusche; e atriz e bailarina no musical Pippin (U.S.A.). Atuou no seriado Contracapa (canal AXN), dir. de Guto Pasko e Franco Verdoia. Foi coordenadora de performances no International Federation for Theatre Research Conference-2012 na USP e colunista de artes para a revista InVoga. Ministrou oficinas de Artes Cênicas pelo SESC SP, aulas de Teatro pela Cultura Inglesa SP e o curso de extensão A Cena, o Ator e a Filosofia na SP Escola de Teatro. Atualmente, integra o corpo docente da Academia Internacional de Cinema. ELENCO Celso Frateschi é ator, diretor e professor de teatro. Formado pelo Teatro de Arena. Durante os anos 1970, colaborou com o Teatro-Jornal. Embora sua carreira priorize trabalhos de forte conteúdo crítico pensado para um público popular, também desenvolveu trabalhos na televisão e no teatro empresarial. Na televisão, participou de diversas novelas e minisséries da Rede Globo de Televisão e Record. Frateschi também atua no cinema, tendo feito: O Trabalho dos Homens, Contos de Lygia, Bufo & Spallanzani, Sonhos Tropicais, Cristina Quer Casar, Veias e Vinhos-Uma História Brasileira. Recentemente, no teatro, interpretou Ricardo III e Sonho de Um Homem Ridículo, com muito sucesso. Escreveu: A Epidemia e depois Os Imigrantes. Com este trabalho, recebeu o Prêmio Mambembe de Melhor Ator. Também recebeu o Prêmio Shell como Melhor ator em 1988. É professor licenciado na Escola de Arte Dramático da USP e um dos fundadores do Teatro Núcleo Independente, Teatro Pequeno e Teatro Ágora. Maurício Vogue é ator, cantor, bailarino e diretor de teatro. É formado pelo Curso de Dança Clássica da Fundação Teatro Guaíra e Grupo de Dança da Universidade Federal do Paraná. Como cantor, inicia sob orientação do solista-barítono Pepes Valle. Como ator, trabalhou com os principais diretores de teatro nacional como: Edson Bueno em New York By Will Eisner, com Marcelo Marchioro na ópera Barbeiro de Sevilha e a A Flauta Mágica, com Sérgio Britto na ópera Carmem e com Gabriel Villela em Aurora da Minha Vida e Tambores de Minas de Milton Nascimento. É premiado como ator com o Troféu Gralha Azul com a peça Alice no País das Maravilhas de Paulinho Maia e O Menino Maluquinho de Ziraldo, com direção de Fátima Ortiz. Recebeu ainda em 1998, 2001, 2012, 2013, 2014 e 2022, o Troféu Gralha Azul de Melhor Diretor de teatro para criança. É vocalista da banda Banda Denorex 80. SONOPLASTIA Igor Kierke é artista de Teatro, Música e Audiovisual. Sua pesquisa está voltada para a Arte Transdisciplinar. No Teatro, trabalhou com a premiada Cia. Teatro do Urubu, Matheus Nachtergaele, Fausto Fawcett, Nadja Naira, Michelle Ferreira, Claudete Pereira Jorge, dentre outros. No audiovisual, é roteirista, diretor e diretor de arte de comerciais e videoclipes, tendo dezenas de produções com diferentes artistas e produtoras. Na música, é idealizador do projeto Imperador Sem Teto, tendo trabalhado com Mulamba, Gabriel o Pensador, Tuyo e Capital Monkey. Este último projeto tem destaque nacional, recebendo crítica de Zeca Camargo para o Caderno Ilustrada da Folha de SP, tendo já circulado nos Canais BIS e PlayTV, com turnê nacional e internacional. É formado em Teatro pela PUCPR. CENOGRAFIA Fernando Marés é cenógrafo e figurinista. É mestre em Teatro/Cenografia pela UDESC. Ministra cursos de Cenografia e de Cenotécnica. Colabora com companhias de teatro, dança, música, cinema e instituições culturais. Colaborou como cenógrafo com diversos diretores do Brasil, como Aderbal Freire Filho, Luís Carlos Ripper, Ademar Guerra, Francisco Medeiros, Rodrigo Portela, Márcio Abreu, Felipe Hirsch, Marcelo Marchioro, Moacir Chaves. Na Quadrienal de Praga 2015, participou da mostra/instalação do Brasil. Em junho de 2023, colaborou com o grupo curatorial para a mostra PQestudantes realizada na PQ23-Praga. Destacam-se, além de outras, duas indicações ao prêmio Shell de cenografia para Esta Criança e Krum ILUMINAÇÃO Nadja Naira é premiada iluminadora (Shell, APTR, CESGRANRIO, Questão de Crítica e Troféu Gralha Azul) e diretora de performances cênicas. Integra a companhia brasileira de teatro desde 2002, tendo participado da maioria de suas produções, ora como atriz, ora como dramaturga (ao lado do dir. Márcio Abreu), mas especialmente como iluminadora. Já participou com diversas produções teatrais nos principais Festivais de Teatro do país: Festival de Teatro de Curitiba, Festival Internacional de Londrina FILO, Festival Internacional de São José do Rio Preto, RioCena Comtemporânea Brasília, Festival do Recife, Festival de Porto Alegre, FIAC Festival de Teatro da Bahia. E festivais internacionais na França e Alemanha. FIGURINO Karen Brusttolin se dedica às carreiras de figurinista, comunicadora e consultora de moda e estilo há mais de 15 anos. Como consultora de moda assinou vários editoriais e capas de revistas. Na TV, trabalhou em É de Casa e Iupi (Globo) e O País do Cinema (Canal Brasil). Como figurinista teatral assinou mais de 30 peças, sendo premiada com o Prêmio Shell SP por O Grande Sucesso. Recentemente, assinou o figurino da remontagem da peça O mistério de Irmã Vap, com Luis Miranda e Matheus Solano, com indicação aos Prêmios Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Aplauso Brasil e com o espetáculo Iolanta a Princesa de Vidro recebeu o prêmio de melhor figurino pelo Cbtij. REALIZAÇÃO: Rumo de Cultura (https://www.rumodecultura.com)

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$48.300,00 em 08/01/2026.

2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo