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O projeto trata da circulação do espetáculo "João Pernambuco - coração de violão", dedicado a celebrar a cultura brasileira a partir da obra de um de nossos grandes compositores. A circulação do espetáculo será feita em 8 (oito) cidades, complementado por exposição multimídia, com foco na trajetória de João Pernambuco, e por outras iniciativas de resgate da história do compositor e da música popular brasileira.
O projeto “João Pernambuco - coração de violão” corresponde a uma turnê com apresentações musicais na voz da artista/cantora Glaucia Nasser, acompanhada por 8 (oito) músicos, em 5 (cinco) estados brasileiros. O espetáculo celebra os 140 (cento e quarenta) anos de nascimento do compositor e a sua grande contribuição para a formação de nossa identidade enquanto povo. Um dos grandes nomes do gênero chorinho e um dos primeiros mestres instrumentistas do violão no Brasil, João Pernambuco nasceu no interior de Pernambuco em 1883 e viveu no Rio de Janeiro na primeira metade do século XX, sendo companheiro musical de artistas como Pixinguinha e de grupos musicais fundamentais para a criação e a renovação de gêneros musicais basilares da música popular brasileira.
Objetivo Geral: O projeto "João Pernambuco - coração de violão" tem como objetivo central o resgate da memória cultural brasileira e a celebração dos 140 (cento e quarenta) anos de nascimento do artista João Pernambuco (1883-1947), por meio de uma turnê, em forma de caravana, do espetáculo que dá nome ao projeto em 8 (oito) cidades, distribuídas em 5 (cinco) estados brasileiros, sendo 4 (quatro) apresentações no estado de Pernambuco, por 4 (quatro) diferentes cidades, e mais 8 (oito) apresentações nas outras cidades, sendo 2 (duas) por cidade, totalizando 12 (doze) apresentações em turnê. Como complemento ao espetáculo, a turnê musical será acompanhada por uma exposição multimídia e a realização de ações culturais voltadas para a valorização da cultura popular, para a formação de plateia e para a divulgação da história de grandes nomes da música popular brasileira para as novas gerações. Objetivo Específico: Para atingir os objetivos centrais do projeto, os idealizadores, artistas e produtores de "João Pernambuco - coração de violão" pretendem: Produto principal: Espetáculo João Pernambuco - coração de violão - Realizar uma turnê do espetáculo de música "João Pernambuco - coração de violão", com músicas compostas por João Pernambuco (agora em domínio público) e interpretadas pela artista Gláucia Nasser, acompanhada de 8 (oito) músicos, em 8 cidades, distribuídas em 5 (cinco) estados da federação, de modo a resgatar do esquecimento o nome deste importante compositor brasileiro; - Percorrer, em formato de caravana, capitais brasileiras e cidades do interior de Pernambuco, de modo a democratizar o acesso à cultura e aproximar o público das manifestações culturais do país, objetivando realizar 12 (doze) apresentações na circulação, da seguinte forma: 1 (uma) apresentação em Recife/PE, 1 (uma) apresentação em Tacaratu/PE, 1 (uma) apresentação em Petrolândia/PE, 1 (uma) apresentação em Jatobá/PE, 2 (duas) apresentações em São Paulo/SP, 2 (duas) apresentações no Rio de Janeiro/RJ, 2 (duas) apresentações em Salvador/BA e 2 (duas) apresentações em São Luís do Maranhão/MA; - Realizar 4 (quatro) apresentações do espetáculo no Estado de Pernambuco, valorizando a região onde o compositor nasceu, e levar a sua obra para outros estados do país, divulgando a contribuição nordestina para a cultura nacional; - Atingir um público potencial de 7.200 (sete mil e duzentas) pessoas, em teatros com capacidade média de 600 (seiscentos) lugares. Produto secundário: Exposição multimídia "Circuito João Pernambuco" - Realizar, em complemento ao espetáculo, no foyer dos teatros que receberem a apresentação, ou em espaço cultural parceiro do projeto (centros culturais, auditórios de escolas e faculdades etc), uma exposição multimídia (fotografias, vídeos, registros fonográficos, et.) com acesso gratuito, que retrata o circuito de João Pernambuco e a sua contribuição para a música popular brasileira; - A exposição será realizada nas mesmas cidades que o espetáculo estiver sendo apresentado (Recife/PE, Tacaratu/PE, Petrolândia/PE, Jatobá/PE, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA e São Luís do Maranhão/MA); - Atingir um público potencial de 14.400 (catorze mil e quatrocentas) pessoas, sendo elas as que participarem da apresentação musical, e os demais visitantes dos espaços no período em que a exposição estiver montada. Produto: Contrapartida - Realizar uma palestra em escola da rede pública de ensino em cada uma das cidades em que o projeto visitar (Recife/PE, Tacaratu/PE, Petrolândia/PE, Jatobá/PE, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA e São Luís do Maranhão/MA); - Atingir um público de 100 (cem) pessoas por cidade, totalizando 800 (oitocentas) pessoas, alcançando estudantes e educadores e contribuindo para a formação de plateia e o desenvolvimento da educação.
O projeto "João Pernambuco - coração de violão" é o resultado do encontro de diferentes artistas e pesquisadores que têm como ponto comum a valorização da música popular brasileira em seus trabalhos musicais e que partem, em muitos desses trabalhos, do resgate da obra e da história de personalidades fundamentais para a formação e o desenvolvimento de nossa cultura e de nossa identidade enquanto povo. O pernambucano João Teixeira Guimarães nasceu em novembro de 1883, no interior do estado de Pernambuco, e se mudou bastante jovem para a cidade do Rio de Janeiro, onde conviveu com grandes nomes da música brasileira e se notabilizou como compositor no gênero chorinho - especialmente por causa de sua maestria como instrumentista, com destaque para o violão - e onde ganhou o apelido de João Pernambuco, que passou a ser seu nome artístico. A cantora Glaucia Nasser, que está à frente do projeto "João Pernambuco - coração de violão", é uma grande entusiasta da obra do músico e compositor e tem conduzido ações para a pesquisa sobre sua obra musical e sobre sua importância para o desenvolvimento da música genuinamente popular brasileira, de modo a divulgar as composições e permitir a valorização do trabalho do artista pelas novas gerações. Um dos materiais que está na base da pesquisa sobre o compositor é o livro "Raízes e Frutos da Arte de João Pernambuco: uma infinita viagem", de José Leal. Outras fontes são os registros coletados em visita à região em que o artista nasceu, no interior de Pernambuco, e o levantamento de material fonográfico e musical e audiovisual em arquivos públicos e particulares, além de fotografias e notícias publicadas pela imprensa durante a trajetória artística de João Pernambuco. O espetáculo "João Pernambuco - coração de violão" estabelece um diálogo transversal com essas fontes e propõe outras formas de divulgação das criações do artista pernambucano, contribuindo para que sua memória seja reverenciada e conhecida pelo e pelos artistas locais. Em formato de caravana, o projeto busca levar informações sobre o artista em três formas principais: o espetáculo musical; uma exposição multimídia; e palestras que busquem chamar a atenção para a necessidade de resgatarmos do esquecimento os nomes e as obras que se constituem como as raízes de nossa cultura. Essas raízes e esses diálogos com a obra de pesquisadores da cultura popular inspiram o projeto "João Pernambuco - coração de violão", convertendo-o em um trabalho coletivo que, sob o comando da cantora e compositora Glaucia Nasser, inclui o diretor musical Paulo Dafilin, a curadora de conteúdo Necy Nascimento e o escritor e jornalista José Leal. Na interação desse coletivo, as ideias e pesquisas se desdobram em outras ações artísticas/culturais, juntando inovação técnica e desenvolvimento social. No projeto fonográfico, a sonoridade toma uma nova forma, através de arranjos e interpretações que revelam a consistência da arte e a música de João Pernambuco, comprovando a qualidade visionária de suas composições. Destacamos a sociabilidade e a capacidade de reunião de João Pernambuco que, mesmo tendo sido o primeiro músico a compor para violão solo no Brasil, passando a ser o grande protagonista da história do violão brasileiro, sempre se manteve como um defensor do espírito de grupo e da cultura de cooperação, contribuindo em muito para o desenvolvimento da música popular brasileira e reforçando o caráter agregador da música popular. No formato de caravana, o projeto incorpora os conceitos próprios de uma viagem de exploração e de divulgação cultural, levando, para as 8 (oito) cidades, uma rica pesquisa musical e um repertório repleto de emoções, sensações, sentimentos e histórias. Além da irretocável arte musical, o projeto busca se basear em rodas de conversas, diálogos transversais e muita prosa com muitas histórias, depoimentos e vivências, e em muito do material já captado na Aldeia do Povo Pankararu, que fica localizada na região de origem do artista, entre os municípios de Jatobá, Tacaratu e Petrolândia, no sertão de Itaparica, Pernambuco. A turnê sugere reconhecermos esse grande artista de rastros deixados pela história e pela grande potência cultural e artística desse cenário. Ilustre filho de Bebedouro de Jatobá, nascido em 2 de novembro de 1883, quarto filho do ferreiro Manuel, que trabalhou na construção da estrada de ferro Paulo Afonso e da rendeira Teresa, João Pernambuco foi um artista autodidata, que deixou o sertão aos 12 anos de idade rumo ao Recife, e aos 21 se mudou para o Rio de Janeiro. As palestras acontecerão em escolas públicas, buscando uma interação da caravana com os estudantes, educadores e moradores locais de cada cidade, resgatando o exercício da arte e da memória. O mecanismo de incentivo se faz necessário como agente importante na promoção cultural, geração de postos de trabalho, movimentação das economias locais, democratizando o acesso à cultura, em especial os projetos que têm como característica a descentralização do produto cultural brasileiro, e se enquadra nos incisos dos artigos citados abaixo, em conformidade com o Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em relação aos objetivos listados no artigo 3º da Lei 8313/91, a proposta atende aos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Não se aplica.
Produto: Apresentação Musical Acessibilidade física - A escolha dos locais para a realização das ações do projeto terá como critério a existência de rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, pessoas com deficiência e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia, atendendo, assim, o disposto na legislação vigente. Acessibilidade de conteúdo - deficientes auditivos: Em cada cidade, ao menos uma das apresentações contará com intérprete de libras, totalizando 8 (oito) apresentações com tradução simultânea para a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). A divulgação desta ação estará inserida na comunicação do espetáculo. - Acessibilidade de conteúdo – deficientes visuais: Por ser uma ação artística que prioriza a ação vocal, não será aplicada medida de acessibilidade específica. Produto: Exposição de Artes Visuais Acessibilidade física - A escolha dos locais para a realização das ações do projeto terá como critério a existência de rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, pessoas com deficiência e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia, atendendo, assim, o disposto na legislação vigente. Acessibilidade de conteúdo - deficientes auditivos: Os vídeos da exposição serão todos legendados. - Acessibilidade de conteúdo – deficientes visuais: Os vídeos da exposição contarão com recurso de áudio. Produto: Contrapartida Social Acessibilidade física - A escolha dos locais para a realização das ações do projeto terá como critério a existência de rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, pessoas com deficiência e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia, atendendo, assim, o disposto na legislação vigente. Acessibilidade de conteúdo - deficientes auditivos: as palestras contarão com intérprete de libras para inclusão de deficientes auditivos, sempre que for confirmada a participação deste público nas escolas. Acessibilidade de conteúdo – deficientes visuais: as palestras serão narrativas, não havendo necessidade de medida de acessibilidade específica.
O projeto atende aos critérios de democratização de acesso, em conformidade com a IN 01/2023, conforme segue: I - Até 10% dos ingressos serão destinados aos patrocinadores; II - Até 10% dos ingressos serão destinados para ações de divulgação do projeto; Para a distribuição restante: os ingressos serão disponibilizados no valor de R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia-entrada). As ações listadas acima observam as exigências trazidas pelo artigo 27 da IN 01/2023 e ampliam as ações considerando a sua gratuidade. Abaixo informamos as medidas complementares, conforme disposto no artigo 28 da IN/2023: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. A exposição que acompanhará o espetáculo terá acesso totalmente gratuito.
A VERSA CULTURAL é uma empresa especializada em planejamento, produção e gestão administrativa de projetos de diferentes áreas e segmentos da cultura, como música, artes cênicas, artes plásticas, audiovisual e literatura. Fundada em 2012, por Amanda Leones, a VERSA objetiva promover o desenvolvimento e a difusão da cultura brasileira em suas diferentes manifestações, e esteve à frente de projetos nos mais diversos portes e formatos, e nos mais diversos espaços. Em seu portfolio, encontra-se uma diversidade entre áreas e portes de projetos culturais. Em 2012 estreou o espetáculo “A Jornada de Orfeu”, da Cia. Coexistir, pioneiro no Brasil por cumprir temporadas em um Cemitério da capital paulista (2012 a 2014); realizou também a produção administrativa dos musicais “Chaplin” (2015/2018), “Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos” (2015/2016), “Divas” (2016), "Cazuza - Pro dia nascer feliz" (2019), Aladdin (2019), e do show circense “Banquete” realizado no Burlesque Paris 6 By Night (2016/2017); a gestão administrativa dos espetáculos “A Cabala do Dinheiro” (2017), Jardim de Inverno (2019), AMIGO (2022), do Documentário “Picuruta” (2017) e da série "Jornada Dupla" (2019/2020) veiculada no Canal Off; a produção geral dos espetáculos “Das Dores – Suíte Strindberg” (2021/2017), da Epifania Cia. de Teatro e “Dioniso – A Vida Indestrutível” (2017), da Cia. Coexistir, “Jardim de Inverno” (2022), dentre outros projetos realizados. A VERSA realizou a direção executiva dos projetos culturais da Fundação Brasil Meu Amor estando à frente da produção das turnês, exposições, espetáculos, produções audiovisuais e literárias. Glaucia Nasser Função: Cantora e compositora. Iniciou a sua carreira artística em 2004 e lançou diversos álbuns de músicas autorais e interpretações e releituras da música popular brasileira. Participou de coletâneas e apresentações internacionais. Em 2015, lançou o disco “Em Casa”, dedicado aos seus conterrâneos e grandes compositores mineiros, com músicas mineiras ao som da viola que representam a sua história e origem. Em 2016, lançou o disco “Um Lugar”, que contém algumas das canções do espetáculo “JK Um Reencontro com o Brasil", em um projeto que revive a trajetória desse ícone da história brasileira. Esteve em turnê como intérprete solista do espetáculo “JK, Um Reencontro com o Brasil”, da Fundação Brasil Meu Amor, até o início de 2020 e profere palestras e oficinas por todo o Brasil. Julio Cesarini Função: Diretor Artístico Há 35 anos atua como Diretor Artístico e Técnico de diversas produções nacionais e internacionais, tendo como parceiro constante o SESC de São Paulo. Artista genuíno, polivalente e autodidata, já trabalhou com os diretores alemães Christoph Schlingensief e Frank Castorf, o búlgaro Dimiter Gotscheff, a espanhola Angélica Liddell, o americano Robert Wilson e o japonês Yoshi Oida. Rodou o Brasil com a caravana teatral "Kultur Fest“, do Goethe Institut e fez a direção técnica e cenográfica de diversas exposições renomadas, como a "Tokyogaqui", a apresentação de 21 filmes do "The Wooster Group" e a "Máquina Tadeusz Kantor". Hoje é sócio proprietário de uma produtora e atua como Diretor Artístico, Técnico, Cenógrafo e figurinista do Espetáculo “JK, um reencontro com o Brasil”, projeto que refletiu a sua personalidade e a sua intenção de culto à cultura brasileira e de busca do engrandecimento do Brasil como uma nação humana. Paulinho Dafilin Função: Diretor Musical Trabalha no cenário artístico como produtor, arranjador, diretor musical, compositor e instrumentista. Trabalhou com vários artistas da música popular brasileira e segue participando de projetos que ressaltam o valor de nossa cultura. Entre esses artistas estão Jair Rodrigues, Maria Bethânia, Margareth Menezes, Luciana Mello, Gláucia Nasser, Vânia Abreu, Daniela Mercury, Zeca Pagodinho, entre outros. Em projetos especiais, toca na banda da Mangueira (direção e arranjos) e como instrumentista no tombamento do Samba de roda pela UNESCO com Gil, turnê mundial da cantora Teresa Salgueiro, cantora Portuguesa entre outros, foi gravado por Vânia Abreu, Jair Rodrigues e Maria Betânia, sendo que, nesse último trabalho, gravou duas canções, participando também do projeto “Santo Amaro a Xerém”, de Zeca Pagodinho e Maria Bethânia. Foi diretor e arranjador do projeto Santo Amaro na Concha em Salvador. Foi também arranjador e diretor musical do CD da Dona Edith do Prato que retrata as chulas, gênero de dança tradicional. Dirceu Gonçalves Leite Função: Músico - Sax soprano Com 40 anos de carreira, Dirceu Leite é um dos mais importantes instrumentistas de sopro em atividade no Brasil. Domina com igual maestria Flautim, Clarone, Clarinetes, passando por toda a família dos saxofones e vários tipos de flautas. De sólida formação clássica e popular, tem participação em festivais internacionais, em trilhas de novelas e minisséries da Rede Globo e, no cinema, participou do filme sobre a vida de Noel Rosa e do premiado “Os Desafinados”, além de um curta sobre Pixinguinha. Preparou os quatro atores que interpretam Pixinguinha para tocarem em cena. É preparador gestual de atores para novelas e cinema. Ganhou o 1o prêmio do 1o Festival de Choro do Estado do Rio de Janeiro e, em 2010, recebeu o Diploma Ernesto Nazaré de Excelência do Choro pelo Instituto Cravo Albin. Possui Graduação em Educação Artística, pelo Conservatório de Música Brasileira-RJ, e Pós-graduação em Metodologia do Ensino de Artes, pela Uninter. Ministra palestras, workshops e Masterclass no Brasil e no exterior. No teatro, tocou no espetáculo "Sweet Charity", com Cláudia Raia, e integrou o elenco do musical “Sassaricando e O Rio Inventou a Marchinha”, permanecendo 11 anos em cartaz , e em “É com esse que eu vou”. Integrou a orquestra que acompanha Bibi Ferreira, a grande dama do teatro brasileiro. Já gravou em torno 5.000 músicas, 3000 CDs e EPs e 60 DVDs, participando de espetáculos de importantes artistas brasileiros, como nos Acústicos MTV de Cássia Eller, Rita Lee, Arlindo Cruz, Jorge Benjor, Marcelo D2, e em gravações de Ney Matogrosso, Chico Buarque, Beth Carvalho, Carlos Lyra, além do projeto Sambabook. Com o maestro Mário Adnet, fez trabalhos significativos, como gravar ao lado de Randy Brecker e Billy Drews. Fez parte também da Orquestra Ouro Negro de Moacir Santos idealizado por Mário Adnet. Fez parte da banda na Série MPB & JAZZ com a Orquestra Petrobras Sinfônica e Tiso. Em 2019, foi homenageado pelo grupo de samba de Santos Macaco Velho com a música NA MESMA TRILHA. Michelle Abu Função: Musicista - percussionista Multi-instrumentista de atuação diversificada, Michelle Abu transita facilmente por diferentes estilos musicais, que vão desde a música popular ao rock nacional, até ritmos regionais e de raiz; imprimindo em todos eles suingue e marcas próprios, resultado de 25 anos de estrada. Seja conduzindo a banda com segurança na bateria ou acrescentando timbres raros e comentários criativos na percussão, Michelle Abu é uma referência entre os ritmistas brasileiros. Em 2019, participou do projeto Sesc Instrumental, gravando seu novo show focado mais no instrumental e trazendo nas composições as influências sonoras de sua pesquisa musical. Como instrumentista, Michelle Abu já atuou com grandes artistas da cena musical nacional e internacional como Ira!, Elza Soares, Riachão, Maria Alcina, Aldo Brizzi (ITA), destacando-se no trabalho com Arnaldo Antunes, Edgar Scandurra e Toumani Diabaté, em turnê internacional nomeada “A Curva da Cintura”. Atualmente, trabalha com Palavra Cantada, Paulo Miklos, Karol Conká, Johnny Hooker, Giulia Be, Josyara, entre outros. Marcos Alcídes da Silva Função: Músico - Percussão Natural do Rio de Janeiro, profissional há mais de 30 anos, o percussionista Marcos Esguleba, como é conhecido artisticamente, é considerado um dos mais importantes percussionistas da atualidade. Vem participando ativamente de inúmeros projetos dentro da música popular brasileira, seja em gravações, shows, aulas, no Brasil e no exterior. Integra a Banda de Zeca Pagodinho há 30 anos, participando do projeto desde a primeira gravação. Em 2004, com o Grupo Pagode Jazz Sardinha’s Club, do qual é fundador, recebeu o Prêmio da Música Brasileira como melhor Grupo de Música Instrumental. É membro integrante da bateria da Escola de Samba Unidos da Tijuca desde 1989, sendo Baluarte no posto desde 2007. Em 2015, com o Grupo Semente, ganhou outro Prêmio da Música Brasileira, agora como Melhor Grupo de Samba. Além de aulas particulares, o artista ministrou cursos na Escola Maracatu Brasil, no Rio de Janeiro, e na 310 Oficina de Música, de Curitiba, sendo responsável também por workshops no exterior. Com uma lista extensa de participações em gravações e shows, pode-se destacar os nomes de Paulinho da Viola, Roberto Carlos, Chico Buarque, Caetano Veloso, Martinho da Vila, Sérgio Mendes, João Bosco, Ivan Lins, Maria Bethânia, Nana Caymmi, Beth Carvalho, Lulu Santos, Alcione, Daniela Mercury, Gilberto Gil, entre outros. Atualmente, faz parte das bandas de Zeca Pagodinho, Paulinho da Viola, Grupo Semente e Pagode Jazz Sardinha’s Club. Chrys Galante Função: Músico - Percussão Acompanhou artistas como Glaucia Nasser, Luciana Mello, Bocato, Vânia Abreu, Simoninha, Black Rio, Jair Rodrigues, Funk Como Le Gusta, Mateus Sartor, Jair de Oliveira, Sandami, Sensacional Orchestra Sonora, Roberta Miranda, entre outros, em gravações e apresentações ao vivo. Chrys trabalha com o seu projeto instrumental “Sinergia” e divulga a percussão brasileira em workshops. Leandro Vieira Função: Músico - Percussão Leandro Vieira, Percussionista e Contramestre de capoeira, iniciou seus estudos musicais ainda criança. O primeiro contato foi com o berimbau, mas foram os tambores que despertaram a sua maior paixão. Contramestre Leandro iniciou na Capoeira no ano de 1986 na cidade de Santo André\SP, na Associação de Capoeira Luandaê, onde também foi professor. De 1990 a 2010, participou de vários campeonatos da Federação Paulista de Capoeira, sendo invicto e destaque técnico. Como divulgador e mediador cultural da capoeira, desde 2011, Leandro produz eventos e ações culturais voltadas para a população em geral e para professores da atividade, onde procura homenagear os mestres e integrar as vivências. Como percussionista, trabalhou com Maria Madalena, Ladodalua, Samba de Roda de Mestre Maurão e Mestre Dalua, Griot. Gravou DVDs e tocou com diferentes artistas e bandas, além de viajar em turnês no Brasil e no exterior. Fundador do bloco Os Capoeira e da Casa de cultura os Capoeira, ministra aulas de Percussão, com destaque para os ritmos afro-brasileiros (Capoeira, Ijexá, Congo, Barrevento, Cabula ou Samba de roda, Frevo, Baião, Jongo entre outros). É um dos idealizadores do Projeto ÓWINY e ganhou o Prêmio APCA pelo Musical "Bento" - Melhor Trilha Musical Original -, onde atuou como Produtor Musical, músico percussionista e ator nas apresentações. Trabalha também com o bloco Explode Coração, que homenageia Maria Betânia, como Produtor Musical e músico percusionista, além de desenvolver um trabalho de capoeira em Santo André, no clube dos aposentados. Pedro Cunha Função: Músico - teclado e acordeão Músico com mais de 25 anos de carreira, tecladista, acordeonista, arranjador e produtor musical. É formado em música pela Berklee College of Music, em Boston, Massachusetts (EUA). Trabalhou com grandes artistas e bandas, como Zeca Baleiro e Zizi Possi. Thiago Gomes Função: Músico - Bateria Natural do Rio de Janeiro/RJ, Thiago Gomes é filho do grande baterista Carlos Bala, e integrou bandas e projetos pelo Brasil afora. Acompanhou artistas como Alcione, Ivete Sangalo, Martinho da Vila, Daniel, Amado Batista, Jairzinho, Fafá de Belém, Roberta Miranda e tantos outros em gravações e apresentações musicais. Fernando Nunes Função: Músico - Baixo Produtor e Multi-instrumentista consagrado, natural de Maceió/AL. Integrou a banda de grandes artistas e bandas como Titãs, Caetano Veloso, Frejat, Tim Maia e Zeca Baleiro, além de Cássia Eller, grande marco de sua carreira. Jonas Moncaio Função: Músico - Violoncelo Músico formado no Conservatório Dramático de Tatuí, integrou diversas orquestras e trabalhou com grandes nomes da música brasileira, como Zeca Baleiro, Zé Geraldo, Cauby Peixoto, Ângela Maria, Charlie Brown JR, Célia, Wanderléa e Arnaldo Antunes. Grissel Manganeli Função: Iluminadora Formada em Desenho Gráfico e Comunicação Visual (2002, UY), e em Desenho Teatral - EMAD (2006, UY), além de ter feito o Curso de Cenografia de J. C. Serroni - Espaço Cenográfico (2008) e frequentado o Centro de Tecnologías del Espectáculo para a Formação de Técnicos do Espetáculo ao Vivo (Madrid 2010), e de ter se formado em Desenho de Animação 3D Profissional pela Art Academia (2013). Ganhadora do Prêmio Femsa Coca Cola de São Paulo de incentivo ao Teatro Infantil e Juvenil de 2017, como Melhor Iluminação, pelo Espetáculo “A princesinha medrosa”. Iluminadora e VideoMaker para Teatro, Exposições, Shows e oficinas culturais, trabalhou com os Diretores Kiko Marques, Cris Lozano, Bruno Perillo, Cristiane Paoli Quito, Alvise Camozzi, Antônio Araújo, Eliana Monteiro, Roberto Moretho e Cristiane Zuan Esteves. Trabalhou também nos shows de Elza Soares, Hermeto Pascoal, João Donato, Filipe Catto, Xênia França, Mallu Magalhães, Karina Buhr, Tagua Tagua, Verônica Ferriani, Alessandra Leão, Bárbara Eugênia, Tasiana Barros e Edgard Escandurra, Rubel, Selvagens à Procura de Lei, Jaloo, Edson Cordeiro, Antônio Nóbrega, entre outros. Em exposições, assinou diversos Projetos de Iluminação, como: Fabricação Própria de Lotus Lobo (Sesc Pompéia/ Sesc Ribeirão Preto), Marcela Cantuária (Sesc Pompéia), Sopro -Glass- da Fábrica Sugahara, e Jóias (Japan House), Objetos Coreográficos de William Forsythe (Sesc Pompéia), Jamaica Jamaica (Sesc 24 de Maio), Iluminados (Sesc Belenzinho), Que Monstro te Mordeu (Sesi), Ocupação Nise da Silveira e Ocupação Dona Ivone Lara (Itaú Cultural), assim como Projetos Luminotécnicos para o iluminador Guilherme Bonfanti em: Museu do Cais, Luiz Gonzaga (PE), 29o Bienal de Arte de São Paulo, Masp, Pinacoteca, Museu de Arte Sacra, CCBB, e Caixa Cultural. Nome: Amanda Leones Função: Direção de Produção Amanda Leones é produtora, gestora e empreendedora cultural. Atriz pela Escola de Artes Recriarte (2009), Graduada em Eventos (Anhembi Morumbi/2012), possui especialização em Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado (Senac/2016) e MBA em Gestão de Negócios (USP/2020). Atua no mercado do entretenimento desde 2005, em gestão de projetos em Leis de Incentivo, Editais, Convênios Públicos e Produção Cultural. Sua experiência em áreas diversas como Teatro, Música, Exposição, Audiovisual e Literatura, e em portes e formatos distintos de projetos, lhe conferiu expertise na elaboração, execução e prestação de contas de projetos culturais nos mais diversos tipos de políticas públicas de incentivo. Ministrou cursos e realizou palestras na Escola de Artes Recriarte, AIC-Academia Internacional de Cinema, FGV-Fundação Getúlio Vargas, FMU-Faculdades Metropolitanas Unidas, Faculdade Belas Artes, SENAC e Oficinas Culturais Poiesis. É diretora executiva da Versa Cultural, empresa com atuação na produção cultural fundada em 2012, e idealizadora do Festival Ubuntu, um festival multicultural que incentiva projetos nas periferias e está em sua 4ª edição, tendo suas edições anteriores realizadas através de recursos do Proac LAB e Proac Editais, e a edição atual realizada por meio do Edital de Múltiplas Linguagens da Cidade de São Paulo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.