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O HOMEM QUE QUERIA SER LIVRO é um projeto que destaca a necessidade e a universalidade do livro por meio do teatro. Depois de livrarias, bibliotecas municipais, sessões especiais e gratuitas - sem qualquer tipo de patrocínio - a peça escrita especialmente por um dos maiores dramaturgos brasileiros FLAVIO DE SOUZA (Fica Comigo Essa Noite e Castelo Ra Tim Bum) para Darson, que criou o título, acontecerá num dos espaços mais icônicos de São Paulo, que é a CÚPULA DO THEATRO MUNICIPAL DE SP.
O HOMEM QUE QUERIA SER LIVRO é um título criado por Darson num misto de infância em meio aos livros, e o atual momento, sempre tendo o teatro como meio. Convidou Flavio de Souza para desenvolvê-lo, diante do que ele chama de “ótima embocadura para o ator”, como o premiado “Fica Comigo Essa Noite." Diante dessa contemporaneidade de pensamentos, mesclada com ensinamentos milenares à especialidade beckettiana, realizou uma montagem entre “li-vro” e “li-vre”. No sentido humanista da ação. Não é uma “ode” ao livro, mas, sim, a valorização desse instrumento milenar por meio do teatro, reforçando o “pensar em si” (tudo está em nós mesmos). Em sessenta minutos num tom confessional, o protagonista apresenta de forma crua e sutil ao mesmo tempo, em tons variantes entre drama, humor e poética, um reverso desse mundo caótico justamente pela falta de humanidade. E consequentemente, por falta da leitura. Então, esse ‘homem-livro’ se pendurou aos livros e ficou suspenso no ar – também no sentido metafórico do não-alcance terreno, como se as palavras tivessem o poder de suspender acima, prum céu sonhado. Ao contrário de um “anjo caído”, desobedeceu aos homens, não ao Divino, e flutuou nas letras se vendo como D.Quixote. E é este contraponto que o faz entender e sair da fantasia. E aí, ele vence.
O OBJETIVO GERAL é apresentar ao público uma peça que tem como mote, ressaltar a importância do livro e da leitura, somada a um texto altamente eficaz para todos os públicos, usufruindo de um Espaço totalmente inusitado e inédito para teatro-de-prosa, que é a cúpula do Theatro Municipal de São Paulo, que receberá um projeto assim, pela primeira vez. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A cúpula do Theatro Municipal de São Paulo é um espaço tombado, datado de 1911, altamente visado no quesito arquitetônico, dando ao projeto um plus na sua ESPECIFICIDADE e principalmente, na divulgação, o que nos permitirá os seguintes PRODUTOS MENSURÁVEIS À POPULAÇÃO: - realização de 03 (três) apresentações da peça sendo 01 (uma) com intérprete de libra; - 01 (uma) PALESTRA-BATE-PAPO COM O AUTOR e ATOR-IDEALIZADOR DA PEÇA; - Atingir até 510 pessoas
* A necessidade de ser ter a LEI DE INCENTIVO À CULTURA é justamente porque se trata de um projeto especial sem fins lucrativos ocupando um dos espaços mais icônicos da capital paulista pela primeira vez com teatro; * A peça já se evidenciou como altamente necessária à sociedade, sob uma dramaturgia enxuta e atual, com ator protagonista devidamente notório e conhecido; com um autor de peso na dramaturgia brasileira criador de projetos como CASTELO RA TIM BUM e ainda um cantor como NEY MATOGROSSO - e ainda assim, não se conseguiu a viabilização sem SEM O FOMENTO PÚBLICO, ainda que somados às JUSTIFICATIVAS acima:* Contribui na facilitação do acesso ao exercício dos direitos culturais, promovendo e estimulando, e reforçando a união da literatura e teatro, por meio de nomes consagrados das artes; * Promove por meio da persistência da realização cultural a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, além de preservar com o seu uso, bens materiais como a Cúpula do Theatro Municpal, e imateriais como Flavio de Souza e Ney Matogrosso, estimulando e desenvolvendo a consciência e o respeito a esses bens; * Estimula a jovens adolescentes a leitura e a possibilidade de realização de um espetáculo simples na sua concepção, mas, de total amplitude e potência no seu teor artístico, além de priorizar um bem-público que é o Theatro Municipal de São Paulo, com ator, autor e cantor nacional - valorizando o produto cultural genuinamente brasileiro.
O HOMEM QUE QUERIA SER LIVRO foi uma das peças mais eficazes, no sentido de apresentaçoes gratuitas em bibliotecas públicas da periferia de São Paulo. Além disso, realizou num sábado de manhã, uma apresentação também gratuita na Casa do Saber - uma das instituições mais bem quistas e conceituadas da capital paulista, com debates com o público pelo autor Flavio de Souza e o ator e diretor Darson Ribeiro. EM ÉPOCAS PANDÊMICAS foi uma das peças mais vistas no importante Edital do SESC SP #emcasacomosesc, realizado diretamente da casa do ator e diretor Darson Ribeiro. Por conta da repercussão, teve o convite pelas Secretarias Municipal e Estadual de Cultura com apresentações online também gratuitas com grande audiência. ================================================================================== Conforme histórico no Salic, o projeto já foi realizado nos dias 24, 25 e 26 de junho de 2024. O proponente captou 1/4 do valor do projeto ( R$ 50.000,00) na data de 21 de junho de 2024 e realizou o projeto em sua totalidade, tendo entregue, dentro das possibilidades do orçamento: - 3 apresentações da peça (24, 25 e 26 de junho de 2024 no Theatro Municipal de São Paulo) - 1 sessão com acessibilidade para surdos - 10% (dez por cento) dos ingressos foram gratuitos, visando o caráter social e/ou educativo, chegando em algumas das três sessões a ultrapassar ess percentual. - Foram EXECUTADOS respeitando o inciso do §2º do artigo 32 da IN 11/2024, como CONTRAPARTIDA SOCIAL:01 (um) ensaio aberto01 (um) treinamento na área de Produção Cultural01 (um) treinamento na área de Direção Teatral Dessa forma, o proponente precisa, que essa readqueção da planailha seja avaliada o mais breve possível, para que eles possa cumprir com os pagamentos aos fornecedores do projeto.
nao se aplica
O HOMEM QUE QUERIA SER LIVRO” foi apresentado no Theatro Municipal de SP, um dos ícones artísticos do país, que além de ter legislação própria interna para TODAS AS ACESSIBLIDADES, ofereceu ainda ao PROJETO em 100% das sessões realizadas: 1. PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CENICAS: ACESSIBILIDADE ARQUITETONICA: totalmente coberta devido ao fato de o THEATRO MUNICIPAL DE SP ser uma das Casas mais frequentadas por PCD, em toda sua agenda, como óperas, balés, operetas, orquestras e afins. E, para tanto, está preparado com ENTRADAS E SAÍDAS RAMPADAS; ELEVADORES SOCIAIS E SERVIÇO; ELEVADOR EXCLUSIVO para PCD / Escadas de acesso devidamente sinalizadas com corrimões e proteções / sanitários adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: apresentações com audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:: apresentações com intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: ELEVADOR EXCLUSIVO para PCD / Escadas de acesso devidamente sinalizadas com corrimões e proteções / sanitários adaptados. 1. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE ARQUITETONICA: totalmente coberta devido ao fato de o THEATRO MUNICIPAL DE SP ser uma das Casas mais frequentadas por PCD, em toda sua agenda, como óperas, balés, operetas, orquestras e afins. E, para tanto, está preparado com ENTRADAS E SAÍDAS RAMPADAS; ELEVADORES SOCIAIS E SERVIÇO; ELEVADOR EXCLUSIVO para PCD / Escadas de acesso devidamente sinalizadas com corrimões e proteções / sanitários adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: apresentações com audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:: apresentações com intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: ELEVADOR EXCLUSIVO para PCD / Escadas de acesso devidamente sinalizadas com corrimões e proteções / sanitários adaptados.
Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; AINDA, - Os ingressos serão vendidos com o valor acessível de R$ 33,00 (inteira) e R$16,00 (meia entrada);
* O proponente, com o projeto - em atividade voluntária e indireta - resgata um dos maiore nomes da música regional que é o gaúcho TEIXEIRINHA, com o plus de ser pela voz única e incomparável de NEY MATOGROSSO; * O proponente, com o projeto - também resgatou a escrita de FLAVIO DE SOUZA, então dedicado às artes plásticas e a roteiros de programas televisivos; * O proponente, com o projeto - OCUPA um dos mais icônicos ESPAÇOS DE SP, que á CÚPULA DO THEATRO MUNICIPAL onde nunca foi apresentada uma peça teatral; * O proponente, com o projeto - DESTACA o valor do LIVRO por meio do teatro; FICHA TÉCNICA Flavio de Souza texto | Darson Ribeiro Idealização, Direção | Cenário, Figurino e Trilha Darson Ribeiro | Assistência Geral e Operação de Som Guilherme Moilaiqua | Fotografia Danilo Apoena | Designer Gráfico Callegares | Assessoria de imprensa Fernanda Teixeira-Arteplural | Assistência Administrativa e Financeira Rosy Farias | Coordenação de Montagem Henrique Polli| Iluminotécnica LPL Lighting Productions | Carretos Izildo | Armazenamento e Logística Rent a Box Belenzinho | REALIZAÇÃO DR PRODUÇÕES & THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO/SUSTENIDOS Participação especial de Ney Matogrosso na gravação da canção ‘Coração de Luto’ de Teixeirinha CURRICULOS Flavio de Souza, autor | Nasceu em 13/09/1955, em SP, capital, e já aos seis anos fez artes plásticas na FAAP. De 1971 a 1980, foi do Grupo de Teatro Experimental Pod Minoga, como ator, autor, cenógrafo, figurinista e diretor. Em 74, escreveu sua primeira peça, e não mais parou, tendo hoje mais de setenta títulos teatrais, valendo citar “Fica comigo esta noite”, vencedora de vários prêmios em sua primeira montagem, em São Paulo, incluindo o Prêmio Shell. A segunda montagem, que estreou no Rio, com Débora Bloch e Luiz Fernando Guimarães, permaneceu em cartaz por cinco anos com enorme sucesso em turnê por todo o país. Outras montagens também aconteceram em Buenos Aires, Paris (com Cristiana Reali) e Liége, na Bélgica. Uma remontagem estreou em 2006, com Marisa Orth e Murilo Benício, dirigida por Walter Lima Jr. Criou e escreveu roteiros de diversas séries de TV premiadas para o público infantojuvenil, como “Mundo da Lua”; foi também roteirista e redator final dos programas “Sai de Baixo” e "TV Xuxa" na TV Globo, mas, seu maior sucesso nessa área foi “Castelo Rá-Tim-Bum”, da TV Cultura. É autor da história e roteiro de filmes como “Abracadabra” e “Por Trás do Pano”. Dirigiu vários espetáculos, entre eles a ópera "João e Maria", produzida pelo Theatro Municipal de São Paulo e "Andersen Sweet Suíte", para o Balé da Cidade de São Paulo e Orquestra Experimental de Repertório, ambos com regência do Maestro Jamil Maluf. Desde 2012 reside em Curitiba, onde dirigiu duas peças de sua autoria: “Sexo dos Anjos” e “Vice-Versa”. Em SP, em 2014, escreveu “Pour Elise”, com Gabriela Alves, sob a direção de Pamela Duncan. Escreveu “Vissi D´Arte”, biografia da atriz Marília Pêra. Tem mais de 50 livros publicados pela Cia das Letras, premiado com o APCA 2016 por « O Livro do Ator ». DARSON RIBEIRO DR são as iniciais de Darson Ribeiro, cuja pessoa física se funde com uma das mais ativas e diversificadas produtoras culturais, a DR PRODUÇOES pela qual idealizou, projetou e construiu o Teatro-D Complexo Cultural no coração do Itaim, inaugurando-o com Ney Matogrosso e que teve tragicamente suas atividades encerradas em julho de 2022. LINK ÚLTIMA MATÉRIA na TV Globo: https://globoplay.globo.com/v/10803025 É formado em Artes Cênicas pela Fundação Teatro Guaíra de Curitiba e PUC-PR como ator e produtor, especializando-se em seguida em Direção e Cenografia, e está na fase final de sua pós em psicanálise. Iniciou sua vasta experiência como Coordenador Técnico e de Produção do Teatro Guaira, em Curitiba, e em seguida, assumiu o Theatro Municipal de SP e Theatro Municipal do RJ, com profissionais como Bob Wilson, Pina Baush, Maurice Bejart, Grupo Corpo, Ulysses Cruz, Gerald Thomas, Bia Lessa, Gabriel Vilella, Jorge Takla, Celso Nunes, Antônio Abujamra, Emilio de Biasi, Giorgio Strehler, entre muitos outros, realizando balés, concertos, recitais, peças de teatro adulta e infantil, operetas e grandes óperas, além de criar equipes e coordená-las. Tem grande prestígio como ator e diretor, com peças emblemáticas no currículo como DISNEY KILLER e VICENTI RIVER, ambas do inglês Philip Ridley; O ORGULHO DA RUA PARNELL sobre violência contra mulher, de Sebastian Barry. Recentemente foi homenageado pelo Museu do Amanhã, “Inovação e Empreendedorismo em épocas pandêmicas”, por ter criado em plena pandemia, a 1ª. Peça de Teatro Entre Carros “AMOR NO DRIVE-IN POR FAVOR, NÃO ME COVID”, no estacionamento de seu Teatro-D – que possuía desde livraria Cia das Letras, como espaço expositivo, sala de ensaios e de leituras; café e restaurante, cuja abertura da temporada 2023, foi com Heloisa Périssé. Ainda na pandemia, escreveu, produziu, dirigiu e estava no palco com A.M.O.R. DE U.T.I. com participações de Laura de Souza (soprano), e Glória Pires. Uma de suas peças HOMENS NO DIVÃ, comemora nesse ano de 2023, 10 ANOS DE TEMPORADA ininterrupta, com o índice de 350.000 mil espectadores, e seu Solo O HOMEM QUE QUERIA SER LIVRO, escrito especialmente pelo autor (criador do Castelo Ra Tim Bum) Flavio de Souza, se apresentou por mais de vinte bibliotecas municipais incluindo as da periferia de São Paulo, duas de seu repertório, cuja canção de abertura é interpretada à capella, por Ney Matogrosso.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.