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PRONAC 237699Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Salto Agulha

CULT B CULTURA COM TECNOLOGIA LTDA
Solicitado
R$ 999,7 mil
Aprovado
R$ 999,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Jacareí
Início
2024-02-01
Término
2026-11-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

"Salto Agulha" brilha nos palcos sob a direção de Carolina Victor, do Estúdio Estrela Straus. Inspirado na peça de Theresa Rebeck, o espetáculo emocionante promete 20 apresentações em São Paulo, abrangendo CEUs e teatros no coração da cidade. Uma jornada teatral que espelha as complexidades da vida contemporânea. Além disso, o projeto almeja compartilhar saberes por meio de 5 workshops baseados no método Lee Strasberg, democratizando o ensino teatral e tocando vidas nas periferias. Este projeto contribui com as ODSs 05, 10, 16 e 17.

Sinopse

"Salto Agulha" é uma peça de teatro provocativa e impactante que mergulha nas complexas relações entre opressores e oprimidos. Através da história de quatro personagens, incluindo a protagonista de classe social mais baixa, a peça escancara questões de gordofobia, abuso, misoginia, homofobia e outras formas de opressão. O coletivo por trás desta montagem acredita na necessidade de estabelecer um diálogo profundo entre opressores e oprimidos, buscando conexão e cura em vez de punição. Compreendendo que o oprimido enfrenta desvantagens sociais, eles buscam integrá-lo na sociedade, enquanto reconhecem que o opressor se identifica com a norma. A narrativa desafia a ideia de que somos definidos por um único erro, enfatizando que somos moldados por nossas ações. "Salto Agulha" convida o público a refletir sobre responsabilidade, transformação e o ciclo de violência que perpetuamos ou quebramos em nossas próprias vidas. Esta peça é uma resposta em compaixão, promovendo um olhar crítico e bem-humorado sobre as opressões enfrentadas por suas personagens femininas, enquanto nos convida a explorar o poder da responsabilidade e do compromisso em construir um mundo mais inclusivo e justo. Classificação Indicativa: 14 anos.

Objetivos

Objetivo Geral: O principal propósito do projeto "Salto Agulha" é promover a reflexão e o diálogo sobre questões sociais, como gordofobia, abuso, misoginia, homofobia, machismo e classismo, por meio de uma montagem teatral que busca a compreensão mútua entre oprimidos e opressores. Visamos inspirar a ruptura do ciclo de violência, promovendo uma cultura de compaixão e responsabilidade. Objetivos Específicos: Realizar 20 apresentações na cidade de São Paulo, sendo 10 delas com tradução em Libras, visando tornar o espetáculo acessível a pessoas surdas e com deficiência auditiva.Utilizar o teatro como ferramenta de conscientização, destacando as opressões enfrentadas pelas personagens femininas, especialmente a protagonista de classe social mais baixa, para desassociar a identidade de uma pessoa de uma única ação.Fomentar o debate e a reflexão sobre a responsabilidade individual na promoção da transformação social, incentivando o público a considerar suas próprias ações e escolhas.Promover o entendimento de que a escuta e a cura entre oprimidos e opressores devem ocorrer de forma mútua, reconhecendo as desvantagens enfrentadas pelos oprimidos e a necessidade de incluí-los na sociedade.Desenvolver a capacidade de distinguir reação de revide, enfatizando que a reação deve ser forte, mas não perpetuadora do ciclo de violência.Estimular a compreensão de que a ressocialização é mais eficaz do que a punição severa, contribuindo para uma sociedade mais justa e harmoniosa.

Justificativa

O Texto "Spike Heels" é uma releitura da obra de Bernard Shaw, ‘O Pigmalião’, inspirado na história de Pigmalião e Galatéia, do poeta romano Ovídio, onde Pigmalião, um escultor talentoso, desiludido pela má fama das mulheres da região, decide esculpir para si uma donzela ideal. A Galatéia de Salto Agulha é Georgie, nossa protagonista, que, ao sair do subúrbio para buscar novas oportunidades, tem sua vida virada do avesso quando cruza o caminho de André, um professor de filosofia, que começa a dar aulas para ela e decide que Georgie deve mudar de emprego e deixar de ser garçonete e se tornar secretária de Eduardo, seu melhor amigo, um advogado criminalista, que fica completamente obcecado por ela. Essa relação de professor/aluno vai, pouco a pouco, cruzando diversas linhas, a medida que André molda Georgie na sua estátua ideal. Já Lydia, noiva de André, escancara o abismo que existe entre ela e Georgie e todos os privilégios que a nossa protagonista não possui, uma vez que Lydia pertence a uma família extremamente rica, é uma mulher elegante, muito bem formada e cheia de oportunidades. Montar este texto é uma resposta a um grande incômodo. Se compararmos o tempo em que todas essas questões ficaram escondidas por trás de um privilégio, é muito compreensível o estado machucado e a flor da pele que todos que fomos alvo de algum tipo de opressão sentimos. Este coletivo é composto por pessoas que sofrem ou sofreram gordofobia, abuso, misoginia, homofobia, agredidos pela coletividade que os cerca. Mas, como conduzir esse debate? Entre o opressor e o oprimido? É extremamente complexo construir caminhos de diálogos que gerem conexão. Que busquem a cura ao invés da punição. E essa operação, extremamente sofisticada, é parte essencial do processo de superação de estruturas como machismo e classismo, por exemplo, temas estes bastante presentes nesta obra. A escuta do opressor precisa removê-lo do lugar da identidade complementar do oprimido. É o revide que conecta o opressor ao oprimido, em um círculo vicioso de violência interminável. É necessário romper esse ciclo e isso não tem a ver com não reagir. A reação deve vir na mesma força, mas não da mesma forma. E, aqui, fica escancarada a diferença entre compaixão e complacência. Eu posso ter compaixão pelo meu opressor, mas não ser complacente com a opressão que ele gera. Esta montagem é nossa reação em compaixão. E como forma de reação, elegemos retornar ao clássico do teatro, em uma montagem que ocupa um lugar familiar com o público, buscando, acima de qualquer coisa, uma conexão com a nossa platéia. Como coletivo, acreditamos que, para que haja um processo de escuta e cura entre oprimido e opressor, ela precisa acontecer de forma cruzada, reconhecendo que o oprimido ocupa uma posição de desvantagem dentro do convívio social. Para que esse indivíduo seja integrado ao lugar que ele pertence na sociedade, é necessário identificar esse traço identitário, permitindo que a escuta nos aponte essa singularidade. Em contrapartida, o opressor ele se identifica com a norma, ele não tem um traço que faça com ele seja desacolhido. Por isso, é essencial ressaltar que essa relação oprimido/opressor não se apresenta em um lugar de reflexo, como se um fosse o espelho do outro. Isso porque um está para ser incluído, enquanto o outro já ocupa o lugar de inclusão. Por tanto, a escuta do opressor precisa removê-lo do lugar da identidade complementar do oprimido e incluí-lo como ser humano capaz de percorrer uma jornada de redenção, nos afastando da ideia de que estamos fadados a errar e sermos definidos eternamente por este erro. Sair do olhar da dualidade que só enxerga uma punição severa, beirando um lugar desumano, esquecendo-se completamente que o caminho da ressocialização é muito mais efetivo para a sociedade como coletivo. Compreendendo essa relação, o ponto fundamental dessa peça é que ela chegue no opressor e no oprimido que existe dentro de cada um de nós e nos motive a romper o ciclo de violência que é criado nessa relação. Para isso, é essencial distinguir o que é reação, do que é revide. Em latim, revide significa "convidar de novo", ou seja, você convida o outro a manutenção de um ciclo de violência. É o revide que conecta o opressor ao oprimido, em um círculo vicioso de violência interminável. A importância da montagem desse texto, nesses moldes, está em abrir canais de diálogo, ao escancarar, de forma bem-humorada, opressões constantes com as nossas personagens femininas, principalmente com a protagonista, que pertence a uma classe mais baixa. Além disso, é preciso, também, desassociar a ideia de que a inteireza do seu ser é definida por uma única ação sua. Ao invés disso, expor, por meio desses personagens, que você é como você escolhe agir. E, acima de qualquer coisa, buscar na experiência desses quatro personagens, como sair do registro da culpa e percorrer o lugar da responsabilidade, porque a culpa não gera transformação. A responsabilidade coletiviza e gera desejo de implicação, que tem o poder de reconstruir a experiência que foi quebrada. E, quando nós nos comprometemos, estamos nos propondo a construir um novo vaso dessa experiência que nós deixamos em cacos. Relevância prática Levantar um trabalho inédito, com uma temática necessária de ser abordada nos tempos atuais, utilizando a lógica do Método Lee Strasberg, como pilar central de sustentação, documentando e divulgando, gratuitamente, o processo dos atores e de criação da peça, com o intuito de desmistificar os maus entendimentos sobre o assunto, possibilitando também a disseminação da lógica de ferramentas do Método para atores, de forma prática e acessível, ampliando o acesso a esse tipo de material para atores que desejem aperfeiçoar suas habilidades. A obra, o Método e o coletivo Salto Agulha chegou nas mãos da diretora Carolina Victor em 2012, no primeiro curso do Método Lee Strasberg (que é fruto da lógica stanislavskiana de se pensar a atuação) que Estrela Straus ministrou no Brasil, e que Carolina participou. O espetáculo será desenvolvido sob a lógica do Método, do qual Carolina Victor é professora, pertencente ao time de três mulheres, que compõem a equipe do Estúdio Estrela Straus. O Estúdio é fruto da trajetória da atriz, diretora, professora e preparadora de atores Estrela Straus, formada no Lee Strasberg Theatre & Film Institute que, ao retornar ao Brasil, em 2012, começou a dar aulas do Método e, é nesse momento, que os caminhos de Carolina e Estrela se cruzam. Estrela Straus é grande responsável por difundir e popularizar a lógica de trabalho do Método no Brasil, por meio de suas aulas, de suas preparações de atores no audiovisual e, agora, por meio da concretização do Estúdio, desde 2018. O Estúdio é um espaço de treinamento constante do Método para atores. A peça Salto Agulha é um galho estruturado nas raízes do Estúdio, uma vez que todos da equipe foram alunos de Estrela e Carolina. Conforme ambas sempre reforçam nos cursos "treino é treino, jogo é jogo". Nesse sentido, o projeto é um meio para que essa maneira de trabalho seja vista fora do contexto de sala de aula, para que essas ferramentas sejam observadas em ação. Além disso, como contrapartida, está sendo proposto o desenvolvimento de materiais, escritos, relatórios sobre o Método, sobre Análise de Texto, sobre o processo dos atores que, posteriormente, serão compartilhados, gratuitamente. Ademais, o projeto possibilitará a disseminação da lógica de treinamento do trabalho do Método, o que permitirá que a peça se conecte tanto com o público, por gerar vínculo entre a história dos personagens e a história pessoal da platéia, quanto com artistas que se interessam por essa maneira de trabalho. Além de promover a desmistificação de inúmeros preconceitos e falsas informações que existem no meio artístico, por falta de domínio sobre o contexto histórico do Sistema de Stanislávski e do Método de Lee Strasberg.

Estratégia de execução

A chegada do Método no Brasil pelas mãos de Boal e do Teatro de Arena Antes das descobertas de Stanislavski e da organização do Sistema, se pensava que toda boa atuação era fruto ou de um momento de inspiração ou de um estímulo externo. As pesquisas do Sistema e, posteriormente, do Método (que é fruto da lógica stanislavskiana de se pensar a atuação) visavam entender como o ator poderia, ao mesmo tempo, atravessar a experiência dos sentimentos de forma verdadeira e estar em controle daquilo que precisava fazer em cena,conseguindo repetir esse processo, sob comando, sempre que necessário. E também, como tornar esse sentimento real e cru de humanidade expressivo no palco? Assim, por consequência de suas pesquisas, Stanislávski, se consagrou o pai do realismo naturalista, e o Teatro de Arte de Moscou (TAM), companhia fundada por Stanislavski e Vladímir Dântchenco, permitiu que os membros ganhassem precisão no seu trabalho, e atuar passou a ser um processo de vida vivida, momento a momento no palco. Richard Boleslavsky e María Ouspenskaya eram membros do TAM, porém resolveram permanecer em Nova York, após uma passagem do grupo aos Estados Unidos, e assim foi criado o American Laboratory Theatre, onde treinou Lee Strasberg. Em 1931, Strasberg se une com Harold Clurman e Cheryl Crawford e fundam o Group Theatre, uma companhia de teatro, filha da tradição stanislavskiana, que buscava descobrir maneiras de verdadeiramente transmitir a vida, por meio do teatro, pondo um fim a atuação indicativa, demonstrativa, e desenvolvendo os atores para que tivessem verdade, autenticidade e humanidade em cena. Entre os membros podemos citar Stella Adler, Sanford Meisner, Elia Kazan, Robert Lewis, Clifford Odets, entre outros. Em 1947, Elia Kazan, Cheryl Crawford e Robert Lewis fundam o Actors Studio, uma associação de atores profissionais, diretores de teatro, e roteiristas. Era um espaço de experimentação para esses artistas, que visava desenvolver uma pesquisa própria, em busca de um vocabulário em comum entre artistas, que trabalhassem a partir de um mesmo conjunto de técnicas e princípios, herdados do Group Theatre. Em 1951, Strasberg se torna diretor do Actors Studio. No Brasil, antes do aprofundamento do Sistema Stanislavskiano, que foi realizado por Eugênio Kusnet, não havia uma metodologia de trabalho relacionada ao Sistema/Método. O interesse sobre o Sistema surgiu com o fascínio pelos atores membros do Actors Studio, que traziam uma estética de atuação muito diferente daquilo que o cinema produzira até então. Augusto Boal foi o primeiro a, de fato, aplicar exercícios de vertente stanislavskiana no Brasil. Ele quem trouxe dos Estados Unidos uma nova forma de interpretar, que quebrava com o modo vigente, e propôs sua utilização no Teatro de Arena. Essa nova forma era o entendimento norteamericano do Sistema, que ficaria conhecido no mundo todo como o “Método”. Boal entrou em contato com essa forma de trabalho entre 1953 e 1955, por meio de um intercâmbio, quando foi para Nova York estudar dramaturgia na Universidade de Columbia, e recebeu autorização para acompanhar, como ouvinte, as aulas e ensaios do Actors Studio. Nesse período ele conseguiu entrevistar artistas importantes ligados ao Actors Studio, como Geraldine Page, James Dean, Harold Clurman, Stella Adler, Elia Kazan, entre outros. De volta ao Brasil em 1956, Augusto Boal é convidado para dirigir o Teatro de Arena e, assim, dirige a montagem de Ratos e homens, adaptação dramatúrgica da obra de John Steinbeck. A peça foi o resultado daquilo que definiu como o primeiro “estudo sistemático de Stanislávski no contexto brasileiro”. O Arena inicia, então, aquilo a que Boal chamou de sua fase “realista”: uma recusa ao teatro hegemônico do período, cujo maior representante era o Teatro Brasileiro de Comédia, considerado um teatro burguês e vinculado a velhos moldes de interpretação europeia, pautados pelo exagero e pela impostação. Flávio Migliaccio, ator do Arena, complementa que o TBC era uma coisa empostada, em que a indumentária, a maquiagem, o comportamento físico e a eloquência dos atores eram supervalorizados em detrimento da vida na interpretação. A partir desse momento, o Teatro de Arena entendeu que queria fazer um teatro estivesse perto deles mesmos. Perto da sua plateia. Perto da própria realidade. Boal fundou no Arena o Laboratório de Interpretação, um lugar de prática do Método, para que os atores tivessem acesso à ferramentas que os permitissem buscar, em si mesmos, as emoções necessárias para inundar a vida interna do personagem, fazendo com que os indivíduos se tornassem conscientes das fontes mais profundas das suas experiências e criatividade, aprendendo a recriá-las a vontade, promovendo uma interpretação mais orgânica e aproximando mais a plateia da obra.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

Acessibilidade Física: O projeto "Salto Agulha" se preocupa com a acessibilidade física, reconhecendo a importância de garantir que todas as pessoas, independentemente de suas necessidades especiais, possam participar das apresentações. Nossos objetivos incluem: Tradução em Libras: Em 05 das 20 apresentações, ofereceremos tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para que pessoas com deficiência auditiva possam acompanhar o diálogo e a narrativa da peça.Braille: Disponibilizaremos materiais em Braille, como programas e roteiros, para que pessoas com deficiência visual possam acessar informações sobre o projeto.Audiodescrição: Para melhorar a compreensão das cenas e dos personagens, ofereceremos audiodescrição em 5 das 20 apresentações. Isso permitirá que pessoas com deficiência visual tenham uma experiência mais rica da montagem.Visita Sensorial: Para proporcionar uma experiência mais envolvente, ofereceremos visitas sensoriais, permitindo que pessoas com deficiência visual explorem o cenário e os figurinos antes da apresentação. Ações de Comunicação: Investiremos em campanhas de comunicação com acessibilidade, abrangendo diferentes públicos, para garantir que o projeto seja conhecido e acessível a todos

Democratização do acesso

Ingressos Gratuitos: Em todas as apresentações realizadas nos Centros Educacionais Unificados (CEUs), disponibilizaremos uma porcentagem significativa de ingressos gratuitos para alunos e moradores da comunidade local, bem como para grupos em situação de vulnerabilidade social.Preços Acessíveis: Para as apresentações realizadas em outras áreas da cidade, manteremos preços acessíveis para que o maior número possível de pessoas tenha a oportunidade de participar. Ofereceremos descontos para estudantes, idosos e grupos de baixa renda.Parcerias com Escolas: Estabeleceremos parcerias com escolas da rede pública para levar grupos de alunos às apresentações, enriquecendo a experiência cultural e promovendo o acesso à arte.Vendas Online: Disponibilizaremos ingressos para todas as apresentações online, facilitando a compra e permitindo que pessoas de todas as localidades tenham acesso ao projeto. Ampliação de Acesso: Além da distribuição e comercialização de ingressos, implementaremos medidas adicionais para ampliar o acesso ao projeto: Ensaio Aberto: Realizaremos um ensaio aberto ao público em cada localidade onde o projeto será apresentado. Essa sessão especial permitirá que as pessoas conheçam os bastidores da produção teatral e interajam com os artistas.Oficinas Paralelas: Em parceria com escolas e instituições locais, ofereceremos oficinas do Método Lee Strasberg para a comunidade, proporcionando oportunidades de aprendizado e desenvolvimento artístico.Ações de Comunicação: Investiremos em campanhas de comunicação inclusivas, abrangendo diferentes públicos, para garantir que o projeto seja conhecido e acessível a todos.

Ficha técnica

CAROLINA VICTOR: || Direção. Formada em artes cênicas pelo Célia Helena Centro de Artes e Educação. Participou do curso de formação do NAC – Núcleo de Artes Cênicas, ministrado por Lee Taylor e Hercules Moraes. É diretora, preparadora de atores, professora e atriz e se dedica aos estudos do Método Lee Strasberg desde 2012, tendo estudado com Estrela Straus e Robert Castle. É professora do Estúdio Estrela Straus desde sua criação, em 2018. Dirigiu a montagem da peça “Os Sobreviventes”, texto de Caio Fernando Abreu, que cumpriu temporada no Viga Espaço Cênico. Participou de montagens como: “Dolores”, de Edward Allan Baker, dirigida por Fernando Vilela; “Campeões do Mundo”, de Dias Gomes, dirigida por Ednaldo Freire; “O Jardim das Cerejeiras”, de Anton Tchekhov, dirigida por Rodrigo Audi; “Não Há Justiça em Roma”, inspirada na obra “Tito Andrônico” de W. Shakespeare, dirigida por Elisa Ohtake; “Romeu e Julieta”, de W. Shakespeare, dirigida por Pedro Granato, “A Alma Encantadora das Ruas”, de João do Rio, texto adaptado por Reinaldo Maia, dirigida por Dagoberto Feliz; “Do Amor”, criação coletiva baseada em textos realistas, dirigida por Rejane Arruda; “Moonchildren”, de Michael Weller, dirigida por Estrela Straus. Participou, com a peça “Não há justiça em Roma”, do ENSAD-GATS - Festival Internacional de Teatro, promovido pelo GATS (Global Alliance of Theatre Schools) - em Lima, Peru. Integrou o projeto Conexões de Teatro Jovem, com a peça “Anoesis”, concebida pelo grupo Junction 25 (atuante no Reino Unido) e dirigida por Luaa Gabanini. Fez parte do elenco da 3ª temporada das séries “Quando Toca o Sino” e “Que Talento!”, transmitidas pelo Disney Channel, em toda a América Latina. DANIEL TONSIG || Ator O ator é Formado em Artes Cênicas pela Unicamp (2011/2015); Estudou Cinema Total no Instituto de Cinema InC (2020).Estuda o Método Lee Strasberg no Estúdio Estrela Straus desde 2019 e nos últimos anos estudou a Técnica Meisner com Luciana Canton, Tomás Rezende e Ana Paula Dias. Foi integrante da Cia Histriônica de Teatro, com que montou as peças O cortiço, Alma Boa e Happy End. As peças rodaram alguns festivais dentro do país como Fringe, FICA, Feverestival, Flaskô, entre outros. Em 2014 a Cia Histriônica fez uma turnê internacional em Portugal, passando por Santa Maria da Feira, Évora e Lisboa. Em 2015, foram contemplados com o Proac Primeiras Obras, para rodar no interior de SP com a peça Happy End. Em 2017, juntamente a Cia Elevador e a Os Barulhentos, rodaram por alguns espaços da cidade de São Paulo com a peça Diásporas, contemplada pela Lei de Fomento. Dentro desse mesmo período, ficaram em temporada com Diásporas no Sesc Pompéia. Além disso, o ator integrou o elenco de Funeral Clown: do pó ao poropopó (2015), um peça contemplada pela bolsa Aluno Artista e que foi resultado do estudo de clown com Luciane Olendski. Nos últimos anos entrou para o Coletivo Impermanente, com que apresentou "(In) Confessáveis" (2021) virtualmente e agora integra o elenco de "O que meu corpo nu te conta?" (2022/2023), peça que estreou no Sesc Pinheiros e já se apresentou em festivais internacionais como Festival Mirada e Festival de Curitiba. Jullia Leite || Atriz Natural de São Paulo, iniciou seus estudos como atriz aos 12 na Globe, em seguida na Oficina dos Menestréis onde realizou 3 peças musicais dirigidas pelo Candé Brandão. Visando profissionalizar-se iniciou na Escola de Atores Wolf Maya (intensivo de férias em 2017 e profissionalizante em 2018). Na sequência passou por alguns cursos livres como atuação para cinema na AIC (Academia Internacional de Cinema), e vem se aprofundando em técnicas como Meisner na Be True com Ana Paula Dias e Lee Strasberg no Estúdio Estrela Strauss com a atriz e preparadora Estrela Strauss que também ministra algumas técnicas do mestre argentino Augusto Fernandes como Yo Afectado. Seus últimos trabalhos foram uma participação na série Desejos como a personagem Aline, dirigida pelo José Alvarenga e na peça (In)Confessáveis, dirigida pelo Marcelo Várzea para o Satyrianas em 2021. Gustavo Valezzi || Ator e Diretor de Produção || Sócio Dirigente. PRODUÇÃO Trabalhou como produtor de grandes eventos da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo em 2015 e 2016. Logo começa a dar consultoria em projetos culturais, auxiliando desde o pensamento à execução. Idealizador e responsável pelo PLiJ – Prêmio Literário de Jacareí/2018. Foi parceiro das produtoras Sim Cultura (destaque para produção do TeatroSOLO, do argentino Matías Umpierrez em São Paulo), Sorella Produções (captação de recursos e gestão de projetos incentivados) e Périplo Produções (produção internacional). Faz parte da coordenação de produção internacional do Feverestival de 2014, 2015 e 2020. Entre 2020 e 2021 realiza a produção do Feverestival, e junto com a OnStageLab, produz a gravação audiovisual de Músicas de Superfície, de Fabiana Lian e Vladmir Safatle, as palestras, cursos e shows de On Stage Talks e Mestres OnStage. realiza consultoria e escrita de projetos para a On Stage, assim como para BrLab e Klaxon Cultura Audiovisual (via Sorella Produções), e produz seu próprio projeto @biscoitagens. É parceiro e especialista do Cultura e Mercado, ministrando o curso de prestação de contas do ProMAC, bem como escreve artigos sobre cultura esporadicamente para seu portal. No final de 2021, realizou a produção executiva de Tem Um Rio Na Biblioteca da Companhia da Cultura, através da Lei Rouanet, em uma turnê por MG, PA e TO, com 64 apresentações em escolas públicas. Em 2022, em coprodução com a Aflorar Cultura, traz para o Festival Mirada (SESC) o espetáculo Discurso de Promoción do Grupo Yuyachkani (Peru), produz a estreia de DAMAS no Paço Imperial no Rio de Janeiro e inicia seu trabalho como Gerente de Projetos Incentivados da Visualfarm, sendo responsável por toda a produção dos Festivais de Luzes de São Paulo, Rio, Belém, Bahia e Florianópolis. ATORSe formou e se tornou Mestre em Artes da Cena na UNICAMP em 2012. Na graduação, ganha 3 prêmios de melhor ator coadjuvante com o espetáculo "Números" (Os Geraldos) em festivais. No hibridismo entre o teatro, a dança e a música, performou nos espetáculos "Persephassa" e "Posso Dançar pra Você" da Cia Domínio Público, de "Cartas do Paraíso" e "Um Artista da Fome" da Boa Companhia (neste último, também diretor de coreografias), entre outras. Em 2019 e 2020, ininterruptamente se aprofunda na técnica Meisner e de 2020 a 2023, o método Lee Strasberg com o Estudio Estrela Straus. Durante a pandemia e patrocinado pela Lei Aldir Blanc, desenvolveu o canal @biscoitagens no Instagram, junto da bailarina Carina Nagib com direção de Alex Soares, onde pesquisam o fake nas redes sociais. Há mais de dez anos pesquisa interpretação para cinema. Atuou em videoclipes, fez participações em novelas, curtas (dois deles premiados em Cannes). Entre longas-metragens, em "A Train Station" da Collab Feature, protagonizou o trecho brasileiro do filme (Lançado em Michigan/EUA em 2015 e no Berlin Independent Film Festival). Hoje se une com Carolina Victor do Estúdio Estrela Straus e inicia os ensaios de Salto Agulha.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.