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PRONAC 237775Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

PARAÚNA

GILMAR ANSELMO DUMBA
Solicitado
R$ 220,5 mil
Aprovado
R$ 220,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Literário
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Divinópolis
Início
2023-11-01
Término
2024-10-30
Locais de realização (5)
Belo Horizonte Minas GeraisCurvelo Minas GeraisDivinópolis Minas GeraisGouveia Minas GeraisPresidente Juscelino Minas Gerais

Resumo

Editar e publicar os livros Nas Ribanceiras do Rio Paraúna, Poemas Amores de Uma Alma Paraunense e Poemas Amor e Saudade, do escritor e poeta Gilmar Dumbá os quais retratam o povo de Paraúna, seus costumes, tradições e saberes locais, o Rio Paraúna, a Igrejinha de São Sebastião, o Morro do Coroado e lendas como Iara a Mãe D’água, o Caboclo D’água e várias outras histórias de Presidente Juscelino (antigo Paraúna) e Gouveia, recontando e criando de maneira inédita uma referência histórica local do município que não possui nenhum registro histórico publicado.

Sinopse

O livro, “Uma Alma Paraunense Nas Ribanceiras do Rio Paraúna” nasceu do meu saudosismo e do amor do autor por sua terra. Apaixonado por sua terrinha, nunca concordou que ela não tivesse sua história contada e suas belezas naturais divulgadas. Sempre apaixonado por tradições e pela cultura regional, pelo Rio Paraúna, pela Igrejinha de São Sebastião e pela simplicidade acolhedora do povo da região. Sempre escreveu textos contando histórias de sua querida cidade e do seu amor pelo Rio Paraúna e postou nas redes sociais. Isso acabou despertando a curiosidade das pessoas que sempre perguntavam sobre a cidade, querendo saber mais sobre o Rio e sobre a região. Então percebeu que sua cidade, o Rio Paraúna, o Morro do Coroado não tinha nenhuma referência histórica em nenhum livro e muito menos nas redes sociais. Percebeu que era apenas um pedacinho de terra, perdido entre o Morro do Coroado e a Cordilheira do Espinhaço, apenas como portal de entrada do belo Vale do Jequitinhonha. Consciente de que como cidadão dessa terra tenho tinha a obrigação de contribuir com seu trabalho e no que fosse possível para fazer de Presidente Juscelino uma cidade melhor, resolveu escrever esse livro como pontapé inicial para apresentar ao mundo esse pedaço de chão abençoado por Deus. O "POEMAS-AMORES DE UMA ALMA PARAUNENSE", convida o leitor a vivenciar, debater, sonhar, aprender, em fim, tem a magia impregnada de poesia em todos os sentidos. É uma obra cheia de reflexões profundas, com um vasto conhecimento, perfeição, e encanto do português mais puro. Nesse compêndio, Gilmar Anselmo Dumbá, provoca o leitor a embarcar em uma viagem nos labirintos poéticos e assim, descobrir realidades do mundo que habitamos. Minha admiração a esse exímio poeta, que dedica grande parte do seu tempo aos leitores, que passeiam sem mapa nos lugares da prosa e da rima. “POEMAS-PARAÚNA, AMOR E SAUDADE” sempre foi uma ideia fixa do autor, desde os tempos de escola primária. Sempre foi um apaixonado por poesias, sempre estava na sala de aula recitando os poemas de Castro Alves, Olavo Bilac e Gonçalves Dias. Emocionava-me ao sentir a dor de Castro Alves, pelo sofrimento de seu povo, nos seus versos de Navios Negreiros: “Auriverde pendão de minha terra, Que a brisa do Brasil beija e balança, Estandarte que a luz do sol encerra E as promessas divinas da esperança... Tu que, da liberdade após a guerra, Foste hasteado dos heróis na lança Antes te houvessem roto na batalha, Que servires a um povo de mortalha” Então o amor pela poesia cresceu em seu coração junto com o sentimento de patriotismo e a esperança de um País melhor. Hoje escreveu estes poemas e é visível em seus versos que o sentimento de esperança de um País melhor ainda não morreu, continua vivo e as dores não é mais a saudade de Gonçalves Dias em seu Exílio, as dores de Castro Alves pelo sofrimento de seu povo e o patriotismo não depende mais somente de uma voz de comando como a de Olavo Bilac: “Criança, ama a terra em que nasceste.”

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Editar e publicar as obras Nas Ribanceiras do Rio Paraúna, Poemas Amores de Uma Alma Paraunense e Poemas Amor e Saudade, os quais retratam a memória cultural e histórica, saberes locais, lendas e tradições de Paraúna, atual município de Presidente Juscelino e do município de Gouveia, a fim de fortalecer a cultura e o turismo histórico, rural, ecológico, religioso e saberes populares, valorizando o patrimônio histórico, artístico e cultural e desenvolvendo a consciência e o respeito aos valores culturais de povos e nações. Objetivos Específicos: Publicar três obras histórico-culturais com tradições e saberes locais; Produzir e publicar e distribuir 4.000 exemplares: 2.000 do livro Nas Ribanceiras do Rio Paraúna, 1.000 de Poemas Amores de Uma Alma Paraunense e 1.000 de Poemas Amor e Saudade; identificar e valorizar saberes populares e produtos regionais; fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação; ampliar o acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; estimular o interesse pela história e cultura local; lançar os livros e distribuir em escolas públicas da região; promover a difusão e a valorização da cultura brasileira e o intercâmbio cultural.

Justificativa

O projeto "PARAÚNA" é composto por dois livros de poemas e um sobre a história da cidade presidente Juscelino e região. Os poemas são muito regionais e principalmente sobre a cidade, contando suas tradições, suas belezas naturais e histórias de figuras folclóricas da cidade. Usam de uma linguagem regional, proporcionando assim uma maior compreensão por parte do público alvo. Tem as obras a finalidade de incentivar o interesse de seu público alvo pela leitura e pela literatura. Levar a história da cidade e região aos seus leitores. Estudantes e moradores da região. O autor dos livros é nascido na região e pode assim servir de exemplo e incentivo para os jovens da região à também seguirem a vida literária. O livro, NAS BARRANCAS DO RIO PARAÚNA, é hoje a única obra sobre a história da cidade e região. Conta a história da cidade de Presidente Juscelino, MG. Como nasceu o município, suas tradições, seus fundadores, sua importância cultural e econômica para a região Central Mineira, servindo como fonte de pesquisas escolares e até mesmo para o IBGE. A solicitação de apoio ao projeto "PARAÚNA" junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o país. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: Inciso I, II, III A aprovação do projeto contribuirá para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, pela realização de distribuição gratuita dos livros, disseminando assim conteúdo cultural em uma região ávida de informações, cultura, mas com poucos recursos para acesso, pois é uma região muito pobre. A história de Presidente Juscelino se confunde com a história de seu maior patrimônio, o Rio Paraúna. Na língua tupi-guarani: "PARA" que significa RIO e "UNA "que significa PRETO. A cidade teve como berço um vale de pequena extensão, situado entre o Morro do Coroado e o Rio Paraúna.O panorama agradável e a riqueza mineral chamaram a atenção de mineradores que ali se instalaram para a pesquisa e exploração do cristal. Em virtude do grande movimento de tropeiros entre Dimantina, Santo Antônio da Estrada (hoje Curvelo, ao qual pertencia) e Belo Horizonte, que à beira do Rio Paraúna descarregavam suas tropas para descanso foi-se formando o "Arraial dos Ranchos". Segundo os moradores mais antigos o arraial dos ranchos de capim constituía a beleza daquelas paisagens. Em 1866, o Arraial dos Ranchos transformou-se em distrito, recebendo o nome de São Sebastião do Paraúna, em homenagem à São Sebastião, o padroeiro e Paraúna devido ao Rio. Este nome foi simplificado para Paraúna em 1923. Junto com a mineração, começou a desenvolver a agricultura, onde se destacaram a lavoura de mandioca para a produção de farinha, principal alimento da época, bem como o plantio de milho, arroz e feijão. A mão de obra utilizada era a escrava e uma das primeiras fazendas a serem construídas foi a do "Brejo" no local que hoje possui o mesmo nome. Este projeto justifica-se por promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; desenvolver a consciência e o respeito aos valores culturais de povos e nações; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e priorizar o produto cultural originário do País e de fomento à produção cultural e artística, mediante edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. Por longos anos, o poeta e escritor Gilmar Dumbá, nascido e criado na região, coletou informações, curiosidades e saberes locais e reuniu em três obras literárias de memórias e histórias nunca antes registradas por nenhum outro autor. Acredita-se que os livros, após publicados e distribuídos, farão parte do acervo de memórias da região e material de ensino nas escolas. Além do resgate dos saberes, as crianças e adolescentes da escolas públicas poderão usufruir dos livros e os professores da rede pública utilizarem como parte do material didático e em ensino de disciplinas transversais. E, se considerarmos o momento atual em que nossos jovens estão em iminente ameaça de violência, torna-se cada vez mais necessárias as intervenções que possa identifica-los como parte do processo histórico-cultural local.

Estratégia de execução

São Sebastião de Paraúna foi elevada à categoria de município com a denominação de Presidente Juscelino, pela Lei Estadual n.º 2.764, de 30-12-1962, desmembrado de Curvelo.São Sebastião é o padroeiro de Presidente Juscelino, que deu seu nome à cidade, São Sebastião de Paraúna, que depois passou a chamar-se Paraúna e posteriormente Presidente Juscelino. Passadas as festas de final de ano quando reacendemos as chamas da vida. É tradição da cidade a comemoração do dia de seu padroeiro. Novena com Celebrações Eucarísticas e procissão são tradições na programação da festa de nosso padroeiro. Tudo isso é para cada devoto de São Sebastião se preparar para celebrar o seu dia. Também se faz presente nas comemorações o folclore da cidade, como as corridas de argolas, barraquinhas e leilões são pontos altos das comemorações do dia do padroeiro. Vou voltar pra Paraúna dos anos 70, lá tem ruas cheias de poeira onde desenha-se as rodas da carroça do Paulino Moreira. Tem a barbearia do Sr. José Gonçalves onde cortamos o cabelo, fazemos a barba e saímos cheirando talco Lady e Áqua Velva. Quero voltar pra Paraúna dos anos 70, é lá que tem o delicioso pãozinho de 50, feito na padaria do Antônio Coura. Só lá consigo chupar os picolés de tamarindo e de abacate feito no bar do Antônio Miranda. É lá que vou saborear a comida mais gostosa da região, na pensão Anita, feita pela querida Laurita. Lá também vou degustar as deliciosas quitandas feitas por D. Anita: as Joaquininhas, o biscoito exprimido, o biscoito de maisena, o sonho e a vedete de sua culinária, os pastéis de carne e queijo com canela e açúcar. É lá que mora a querida Carmélia Doida que anda pelas ruas fazendo declaração de amor para sua grande paixão que mora no Cais. É lá que está o Antônio Batalha, a perambular pela cidade, de bar em bar, fazendo a alegria de todos. Só lá encontrarei a Bárbara cega, com sua fiel escudeira Luziinha, que com seu sentido de localização sabia exatamente onde estava, quando descia a rua vinda do Salobro em direção à igreja. Quando passava de frente às vendas e bares ela dava uma olhada para o lado em direção a eles como se enxergasse todos que lá estavam, mas talvez seus olhos não enxergavam, mas seu amor pelo lugar era tanto que sua alma enxergava tudo e a todos. Lá posso encontrar a rapaziada sentada na pedreira da casa do Tavim, quebrados, sem um tostão no bolso, mas felizes, esperando o ônibus das 5h30. É uma rapaziada bonita, cabelos longos, sapatos passo Doble, calças boca de sino feitas de tecido mata-borrão, é a última moda. Lá posso participar das horas dançantes no clube da casa velha e dançar twist, iê-iê-iê, ao som de uma radiola de pilha com seu som maravilhoso, vindo de uma caixa de som que era a tampa que a fecha depois do uso. Lá posso ouvir as belas canções da jovem guarda. Admirar as lindas capas dos Long playing (LPs) gravados pelos ídolos, Roberto Carlos, Jerry Adriani, Wnaderley Cardoso, Agnaldo Timóteo, Wanderleia, Martinha e muitos outros. Lá posso ir à venda do Sr. Argemiro comer um biscoito de goma feito pela dona Olga, acompanhado de um Q-suco de morango ou abacaxi. Só na Paraúna dos anos 70 posso desfrutar da sabedoria de Pedro Miranda, Abel Gonçalves, Henrique de Castro, Licindo Monteiro, Agenor Ribeiro. Aprender com o espírito empreendedor do Sr. João de Castro. Admirar a agilidade do Sr. Deca de Castro tecendo redes usando os suportes de fechar as portas do seu bar para modelar a rede. É sua fábrica, composta somente dos suportes de fechar as portas, uma agulha feita de madeira, a linha de nylon, o molde de tábua com a numeração da malha que pretende tecer e sua impressionante habilidade. Também, posso ver a felicidade em seu rosto quando está tecendo e se alguém perguntar algo sobre aquilo ele se orgulha em demonstrar seu conhecimento sobre o que faz. O perfeccionismo de suas medidas para as malhas é algo de dar inveja às máquinas de precisão. São moldes feitos com pedaços de tábuas e numeradas de acordo com o tamanho. Malha 5, malha 10 e assim por diante. Lá aprenderei com o carinho de Dodô de Castro dedicado a todos da família. É a alegria dos sobrinhos. Só na Paraúna dos anos 70 tem Domingos Dias, um farmacêutico que com seus conhecimentos empíricos salva tantas vidas. É ao mesmo tempo médico e psicólogo. Só sua farmácia tem aquele cheiro característico, cheiro de amor ao próximo, cheiro de quem nasceu para servir. É lá que vou fazer uma caminhada da cidade até a fazenda da minha avó Alice, Fazenda do Barreiro, passando pela velha estrada de chão e fazer uma para na casa do Sr. Joaquim Barbosa para tomar uma deliciosa garapa de cana caiana, saborear uma puxa-puxa e um melado com farinha e queijo. Voltando da Fazenda do Barreiro, agora pela estrada nova, pararei na Chácara do Nilton de Castro, comandada pelo Sr. Gabriel, senhor de bom coração que sempre soube agradar a todos que ali param, pra me deliciar com a melhor laranja da região. Mais a frente pararei na venda do Sr. Domingos Saraiva para tomar uma água geladinha, gelada numa geladeira a querosene. Lá tem cachaça do Salitre, tem frutas do serrado, tem a mais linda lua cheia, tem a igrejinha de São Sebastião, tem o Rio Paraúna, tem o Morro do Coroado e foi lá que Deus descansou no sétimo dia e assinou sua obra.

Especificação técnica

NAS RIBANCEIRAS DO RIO PARAUNA TAMANHO: 14X21 CAPA COUCHE 300G, 4X0 CORES, FOSCO MIOLO: 204PAGS, 1X1 CORES, MARFIM 75G ACABAMENTO COLA AMORES DE UMA ALMA PARAUNENSE TAMANHO: 14X21 CAPA COUCHE 300G, 4X0 CORES, FOSCO MIOLO: 200PAGS, 1X1 CORES, MARFIM 75G ACABAMENTO COLA POEMAS AMOR E SAUDADE TAMANHO: 14X21 CAPA COUCHE 300G, 4X0 CORES, FOSCO MIOLO: 196PAGS, 1X1 CORES, MARFIM 75G ACABAMENTO COLA EDIÇÃO DO E-BOOK/FORMATO EPUB 3.0 (PUBLICAÇÃO DIGITAL COM A NOVA VERSÃO) CONVERSÃO PARA E-BOOK PDF CONVERSÃO PARA E-BOOK EPUB VERSÃO PORTUGUÊS REVISÃO INTEGRAL: ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL (LINHA A LINHA) PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO REGISTRO ISBN E CÓDIGO DE BARRAS DOI, E-BOOK DIGITAL, REGISTRADO (DIGITAL OBJET IDENTIFIER) FICHA CATALOGRÁFICA

Acessibilidade

A fim de garantir a acessibilidade, a acessibilidade será garantida com audiodescrição, legenda descritiva e audiolivro. PRODUTO: LIVROS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição e audiolivro ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: legenda descritiva ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: fácil leitura

Democratização do acesso

30% das obras serão distribuídas gratuitamente nas escolas e bibliotecas públicas e secretarias municipais e prefeituras locais. I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); inciso III do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: III - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). (DETALHAR) Distribuir gratuitamente 30% das obras nas bibliotecas públicas, secretarias e escolas da rede pública de ensino. Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais - Belo Horizonte / MG Biblioteca Pública Municipal de Presidente Juscelino - Presidente Juscelino / MG

Ficha técnica

Gilmar Anselmo Dumbá (curador, autor e proponente) Nasceu na cidade de Curvelo, MG e foi criado na Fazenda do Barreiro, município de Gouvêia.Começou sua vida estudantil em Presidente Juscelino(MG) (Antigo Paraúna) Fez o ensino médio no Colégio Agrícola Diaulas Abreu de Barbacena. Estudou Administração de Empresana Faculdade Pitágoras de Belo Horizonte e publicidade na ABAP. Obras do Autor: Crônicas de Um Tempo; Do fundo do meu coração; Colégio Agrícola Diaulas Abreu-Um Conto de C.A.D.A, Onde a Barba Acena; Crônicas de Um Tempo II-A História Continua; Desistir Não é Uma Opção; É Do Fundo da Alma.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.