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PRONAC 237779Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Arte Andarilha

ASSOCIACAO INSTITUTO CAJU
Solicitado
R$ 4,61 mi
Aprovado
R$ 4,61 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-12-15
Término
2025-11-28
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A ação visa fomentar a ESCOLA como equipamentos cultural, ao total 10 escolas serão selecionadas para a criação e fruição da arte e da cultura, e para que crianças e jovens, familias e comunidade possam conviver, aprender e apreciar. Por meio de um palco-móvel (caminhão) - A Arte Andarilha - tem como objetivo desenvolver atividades dentro do ambiente escolar e em espaços públicos com o objetivo de fomentar o convívio das comunidades, abrir espaço para novos conhecimentos, troca de saberes e valorizar a cultura local. Com uma programação variada, serão convidados artistas locais e outros já consagrados além de ações voltadas à cidadania e formação de professores. Tem como objetivo valorizar a cultura nacional e desenvolver ações ligadas aos ODS.

Sinopse

será encaminhado após a sua realização.

Objetivos

Trata-se de um projeto itinerante (caminhão palco) de cunho social, educativo e cultural que tem como objetivo desenvolver atividades dentro do ambiente escolar e em espaços públicos com o objetivo de transformar esses espaços de convívio em equipamentos culturais de formação e fruição cultural. Serão convidados artistas locais e outros já consagrados e teremos ações voltadas à cidadania e formação de professores. Tem como objetivo valorizar a cultura nacional (patrimônio imaterial) e desenvolver ações ligadas aos ODS. O projeto atenderá aos seguintes públicos: - Alunos do ensino fundamental e médio e famílias - Comunidade - Professores da rede pública de ensino e Gestores públicos Objetivos secundários: Arte na Escola Serão desenvolvidas as seguintes atividades: Em um palco móvel, com estrutura modular usando como base um caminhão de tamanho médio, para que possa ser montado dentro da escola, serão desenvolvidas atividades culturais como: - contação de histórias - shows de artistas consagrados, novos talentos e artistas locais - apresentação circense e teatrais e de dança _ com artistas convidados e da comunidade local - projeção de filmes nacionais e internacionais de curta, média e longa duração O conceito do projeto é transformar a escola em um equipamento cultural, trazer a família e a comunidade para dentro do espaço escolar com o objetivo de fomentar o convívio, a criação artística e a valorização da arte nacional. Nossa proposta é sempre trabalhar com a cultura local, valorizando o patrimônio cultural de cada região. Arte na praça Em um palco móvel, com estrutura modular usando como base um caminhão de tamanho médio, para que possa ser montado em locais de difícil acesso e sem muita estrutura, serão desenvolvidas atividades culturais como: - contação de histórias - shows de artistas consagrados, novos talentos e artistas locais - apresentação circense e teatrais e de dança _ com artistas convidados e da comunidade local - projeção de filmes nacionais e internacionais de curta, média e longa duração - Instalações artísticas O conceito do projeto é transformar os locais públicos como praças, parques, ruas, entre outros, em um equipamento cultural, onde a comunidade possa se reunir para se apresentar e assistir a espetáculos artísticos. A ideia é abrir o palco para aqueles que queiram se apresentar, com uma curadoria prévia, e convidar artistas já consagrados. Valorizar a cultura local, a história de cada localidade, sua tradição e, em paralelo, proporcionar atividades culturais diversificadas com artistas já consagrados de outras localidades. Formação, Contação de Histórias e Rodas de Conversa Ações de incentivo à leitura e promoção da literatura para sensibilização sobre os pilares sociais previstos nos Objetivos de Desenvolvimento Social (ODS) da ONU, com ênfase em temos relacionados à cidadania, saúde e educação. O projeto contempla 5 encontros realizados em cada localidade atendida pelo projeto. Nesses encontros realizaremos rodas de leituras e narrações de histórias para jovens de 12 a 17 anos. Os contos escolhidos vão abordar temas como racismo, capacitismo, diversidade sexual e de gênero, igualdade de gênero e etarismo, não de maneira estanque, mas de forma interseccional, evidenciando que esses temas se atravessam em vários níveis e camadas, e ainda com outros temas como questões de ordem social e econômica. Este projeto promoverá encontros entre mediadores de leituras, narradores de histórias, educadores, jovens e convidados especiais para o compartilhamento oral de contos literários, seguidos de rodas de conversas reflexivas sobre eles em intersecção com Direitos Humanos e suas várias vertentes. Cada convidado especial agregará com sua vivência pessoal, a partir do lugar de sua fala dentro do amplo espectro da diversidade. Realizaremos 1 workshop dirigido a educadores de escolas municipais/estaduais. Este encontro será gravado para que o conteúdo possa ser disponibilizado gratuitamente nas redes sociais. Os temas serão divididos conforme programação abaixo e estarão refletidos nos contos, adaptados à faixa etária do público presente. Tema1: Racismo e Capacitismo Conto sugerido: A Cega e A Negra (Miriam Alves) Roda de leitura e narração de histórias: conto escolhido e bate-papo com convidados Tema 2: Capacitismo e Diversidade Sexual. Conto sugerido: a definir Roda de leitura e narração de histórias: conto escolhido e bate-papo com convidados Tema 3: Igualdade de Gênero e Diversidade de Gênero Conto sugerido: Entre as Folhas do Verde Ó (Marina Colasanti) Roda de leitura e narração de histórias: conto escolhido e bate-papo com convidado Tema 4: Diversidade Sexual e de Gênero Conto sugerido: Joana Princesa (Janaína Leslão) Roda de leitura e narração de histórias: conto escolhido e bate-papo com convidado Tema 5: Etarismo e Igualdade de Gênero Conto sugerido: Mãe Wu (conto tradicional chinês) Roda de leitura e narração de histórias: conto escolhido e bate-papo com convidado Workshop Workshop: reflexão com educadores sobre contos e escritores que enfrentam esses temas e suas transversalidades. Carga horária: 3 horas. O projeto visa democratizar o acesso à arte oferecendo atividades culturais de qualidade às comunidades menos beneficiadas. A ação acontece em 20 cidades do território nacional. Em cada localidade faremos a montagem de: - 1 ponto fixo - tenda - no tamanho 10x20m, onde serão desenvolvidas atividades culturais de música e dança e o cinema noturno. As ações serão gratuitas e de livre acesso. - Um caminhão palco (palco móvel) com estrutura modular com objetivo de atender escolas públicas. Resumo das ações: Por cidade - Projeto Escola 6 contações de histórias 6 apresentações circenses 6 apresentações musicais 1 workshop para professores, educadores e gestores da rede pública de ensino 3 projeções cinema Total projeto: 120 contações de histórias 120 apresentações circenses 120 apresentações musicais 20 workshop para professores, educadores e gestores da rede pública de ensino 60 apresentações cinema Total geral: 440 apresentações culturais gratuitas em diversas localidades do país.

Justificativa

Metas: a) Articular, potencializar e expandir a oferta cultural e educativa; b) Viabilizar a colaboração com entidades públicas e privadas; c) Reforçar o envolvimento da comunidade nas atividades culturais; d) Estimular a aproximação dos cidadãos às artes e proporcionar a diversidade de experiências estéticas e artísticas; e) Fomentar a colaboração entre artistas, educadores, professores e alunos, de forma a desenhar estratégias de ensino e aprendizagem que promovam um currículo integrador; f) Ampliar o leque de vivências e competências ofertadas pelas escolas e nos locais públicos, reforçando a abertura à comunidade; Promover o conhecimento, integração e encontro de culturas, através das manifestações artísticas e culturais de diferentes comunidades. g) sensibilizar sobre os pilares sociais previstos nos Objetivos de Desenvolvimento Social (ODS) da ONU h) Fomentar o respeito, a compreensão e a tolerância em temas como: diversidade sexual e de gênero, diversidade étnico-racial, etarismo, entre outros. Compreendemos a educação como um processo de aprendizagem ao longo da vida, onde se constroem, de forma participada e conjunta, conhecimentos, capacidades e atitudes fundamentais para o desenvolvimento integral da pessoa. Através das artes, das atividades culturais, do acesso ao património material e imaterial, ampliar-se-á a quantidade e qualidade de vivências e competências, reforçando a abertura à comunidade e ao mundo. A escola, como comunidade de aprendizagem em que todos os membros são coconstrutores desse aprender, deve promover o acesso à diversidade do património e a apropriação das diferentes linguagens e expressões artísticas. Há múltiplas linguagens e diversos modos de expressão pessoal e compreensão do mundo, que devemos ajudar a desenvolver. Idiomas distintos, em que nos podemos dizer e compreender. As artes permitem, assim, encontrar outros códigos, que complementam aqueles que tornamos centrais na nossa sociedade e educação: o verbal e o da racionalidade lógica. Racionalizamos em demasia a educação, não promovendo suficientemente a formação dos afetos, a relação com o corpo, a valorização da autonomia, a capacitação para assumir os desafios, o prazer de aprender, de interpretar e intervir no mundo. É preciso educar e formar para as diversas linguagens, inteligências e modos de comunicar. Nem todos se enquadram na predominante racionalidade lógico-verbal. Esses sentem-se excluídos _ e poderão encontrar nas expressões artísticas o seu meio e o seu elemento, um caminho para a sua realização pessoal e participação no bem comum. (inclusão) Dessa forma, poderá desenvolver-se o sentido de pertença de cada um à comunidade _ em particular, dos que estão em situação de exclusão e vulnerabilidade. A escola só será para todos se não excluir ninguém, assumindo que o problema de um é o desafio de todos. Para o workshop estamos considerando o público de pelo menos 100 professores. Já para os encontros de leitura, trabalharemos com a quantidade de 30 alunos por encontro. Atingiremos o público total direto de pelo menos 500 jovens e professores. Público direto e indireto 1500 pessoas. O projeto tem duração total de 12 a 24 meses, sendo 2 meses de pré -produção, 22 meses de produção e 1 mês de pós-produção. Teremos a participação de 2 tradutores intérpretes no workshop e nos encontros sobre capacitismo.

Estratégia de execução

Os temas serão divididos conforme programação abaixo e estarão refletidos nos contos, adaptados à faixa etária do público presente. Tema1: Racismo e Capacitismo Conto sugerido: A Cega e A Negra (Miriam Alves) Roda de leitura e narração de histórias: conto escolhido e bate-papo com convidados Tema 2: Capacitismo e Diversidade Sexual. Conto sugerido: a definir Roda de leitura e narração de histórias: conto escolhido e bate-papo com convidados Tema 3: Igualdade de Gênero e Diversidade de Gênero Conto sugerido: Entre as Folhas do Verde Ó (Marina Colasanti) Roda de leitura e narração de histórias: conto escolhido e bate-papo com convidado Tema 4: Diversidade Sexual e de Gênero Conto sugerido: Joana Princesa (Janaína Leslão) Roda de leitura e narração de histórias: conto escolhido e bate-papo com convidado Tema 5: Etarismo e Igualdade de Gênero Conto sugerido: Mãe Wu (conto tradicional chinês) Roda de leitura e narração de histórias: conto escolhido e bate-papo com convidado Resumo das ações: Por cidade - Projeto Escola 6 contações de histórias 6 apresentações circenses 6 apresentações musicais 1 workshop para professores, educadores e gestores da rede pública de ensino 3 projeções cinema Total projeto: 120 contações de histórias 120 apresentações circenses 120 apresentações musicais 20 workshop para professores, educadores e gestores da rede pública de ensino 60 apresentações cinema Total geral: 440 apresentações culturais gratuitas em diversas localidades do país.

Especificação técnica

Formação, Contação de Histórias e Rodas de ConversaAções de incentivo à leitura e promoção da literatura para sensibilização sobre os pilares sociais previstos nos Objetivos de Desenvolvimento Social (ODS) da ONU, com ênfase em temos relacionados à cidadania, saúde e educação.O projeto contempla 5 encontros realizados em cada localidade atendida pelo projeto. Nesses encontros realizaremos rodas de leituras e narrações de histórias para jovens de 12 a 17 anos.Os contos escolhidos vão abordar temas como racismo, capacitismo, diversidade sexual e de gênero, igualdade de gênero e etarismo, não de maneira estanque, mas de forma interseccional, evidenciando que esses temas se atravessam em vários níveis e camadas, e ainda com outros temas como questões de ordem social e econômica.Este projeto promoverá encontros entre mediadores de leituras, narradores de histórias, educadores, jovens e convidados especiais para o compartilhamento oral de contos literários, seguidos de rodas de conversas reflexivas sobre eles em intersecção com Direitos Humanos e suas várias vertentes. Cada convidado especial agregará com sua vivência pessoal, a partir do lugar de sua fala dentro do amplo espectro da diversidade.Realizaremos 1 workshop dirigido a educadores de escolas municipais/estaduais. Este encontro será gravado para que o conteúdo possa ser disponibilizado gratuitamente nas redes sociais.Os temas serão divididos conforme programação abaixo e estarão refletidos nos contos, adaptados à faixa etária do público presente.

Acessibilidade

Os custos para a visita técnica estão em pré-produção (consultores e cenografia) e para as traduções em libras constam como traduções simultâneas Segundo a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência ARTIGO 30: Participação na vida cultural e em recreação, lazer e esporte: 1. Os Estados partes reconhecem o direito das pessoas com deficiência de participar na vida cultural, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, e tomarão todas as medidas apropriadas para que as pessoas com deficiência possam: a. Ter acesso a bens culturais em formatos acessíveis;b. Ter acesso a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais, em formatos acessíveis; ec. Ter acesso a locais que ofereçam serviços ou eventos culturais, tais como teatros, museus, cinemas, bibliotecas e pontos turísticos, bem como, tanto quanto possível, ter o acesso a monumentos e locais de importância cultural nacional Nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, esta proposta visa cumprir as medidas de acessibilidade que garantam o acesso à todos, partindo da premissa: As maneiras de se locomover, acessar as coisas, compreender conteúdos e construir sentido são variadas. Os corpos das pessoas são diferentes. O que nos caracteriza como humanidade é a nossa singularidade e a nossa diversidade. O projeto fará uma visita técnica em cada localidade a ser atendida para averiguar se todas as medidas de acessibilidade na escola e nos espaços públicos estão sendo cumpridas. Caso não estejam, teremos 2 opções: se a necessidade requerer obras de infraestrutura, a atividade não será desenvolvida no local escolhido e faremos a seleção de outra escola. Se não requerer obras, nós implementaremos todas as medidas conforme descrito abaixo: para comunicação: ` Legendas` Audiodescrição` Braille` Fonte ampliada` Linguagem Simples` Comunicação alternativa` Desenhos roteirizados para o receptivo: · Equipe capacitada para agir de forma proativa diante das diferentes demandas de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida; · Sanitários acessíveis com trocadores adaptados para pessoas com deficiência acompanhadas de crianças em cada andar da edificação, sempre destrancado e pronto para o uso; · As rampas devem estar conforme as diretrizes da norma, cuidado especial com as inclinações excessivas; · Os pisos e passarelas devem ser planos, lisos e antiderrapantes, · A mobilidade nos espaços deve ser fácil, com corredores amplos; · Todas as escadas e rampas devem ter corrimãos dos dois lados e com duas alturas para facilitar o uso por pessoas de baixa estatura; · As portas devem ter largura suficiente para passagem de pessoas em cadeiras de rodas · (manual e motorizada); · Assentos de descanso em quantidade adequada nos espaços de espera, convivência e exposição; · Pisos podotáteis para indicar obstáculos e direcionar rotas; · Folhetos e mapas informativos do espaço, com informações em Braille e letras ampliadas; · Sinalização de entrada e saída de acessos, sanitários e serviços claramente identificadas com corpo de letra grande com contraste, placas em Braille e pictogramas (sinais visuais). · Iluminação nos espaços de circulação, leitura, exposição e salas multiuso suficientes para uma boa acuidade visual. · Computadores para consulta e interação com teclado e software sintetizador de voz para pessoas com deficiência visual. · Baia de descanso e potes de água para cães-guias.

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto são gratuitas, abertas ao público e com o objetivo de fomentar o diálogo, a convivência, acabar com a intolerância que faz tão mal para uma sociedade que desaprendeu a dialogar sobre valores, crenças e costumes. Queremos contribuir para uma sociedade mais justa e menos desigual, gantir o direito da criança e do adolescente a brincar e se divertir e dar a oportunidade à sociedade de conhecer e consumir atividades culturais de qualidade. Também vamos dar espaço para que a própria comunidade se apresente, é um espaço para valorizar o que ha de mais bonito em cada cidade, a cultura indígena, quilombola, as danças típicas, a música, o cinema, o rap, o passinho. Todas as linguagens artísticas serão bem vindas. (faremos uma prévia curadoria, para termos a certeza de que não se trata de nada ofensivo).

Ficha técnica

Realização: Instituto Cajú Direção: Vivian Schaeffer Coordenação tecnica e artística: Alexandra Pericao Produção: a definir Coordenação Administrativa: Guilherme Maruxo Artistas: Lorena Schaeffer, Alexandra Pericão, Livia Matos Currículos: Instituto Caju Organização Social criada em 2021, por profissionais experientes de diversas áreas da cultura que se uniram com o propósito de desenvolver ações culturais voltadas à cidadania, meio ambiente, cultura e educação. Apaixonados pelo Brasil, pela cultura de nosso país, por seu povo e com o propósito de contrubuir para uma sociedade mais justa, ou seja, com menor desigualdade social, preconceitos, intolerância e desrespeito aos diferentes modos de vida. Vivian Schaeffer Atuo desde 2002 no mercado cultural. Iniciei na Representação do Ministério da Cultura em SP. De 2003 a 2008 assumi a criação e a gestão do Instituto Possível, criado por Walter Derani, proprietário da Ripasa Papéis e Celulose, para o desenvolvimento de projetos sociais, culturais e esportivos. De 2008 a 2009 trabalhei na coordenação de projetos da J.Leiva Cultura e Esporte e no atendimentaos clientes como EDP Energias do Brasil, Sanofi Aventis, Kimberly Clark, Cinemark, entre outras. Em 2009 criei a minha própria empresa – P.A Eventos – atuando no segmento de consultoria para o terceiro setor e na gestão de projetos culturais. De 2009 aos dia de hoje responsável pela produção executiva do Instituto Mpumalanga incluindo o projeto Caravana da Artes, desenvolvido pelo Instituto em parceria com o UNICEF, Disney e ESPN. Alexandra Pericão A longa experiência de Alexandra Pericão abrange curadoria de festivais literários, bem como projetos culturais itinerantes de mediação de literatura e narração de histórias e de formação de educadores, que unem literatura a reflexões sobre Direitos Humanos em todas as suas vertentes. Isso a habilita a ser curadora do presente projeto, mediadora dos bate-papos de convidades com o público e narradora de alguns contos. Há anos, vem unindo o Direito e a Literatura para abordar temas ligados a temas sociais e ambientais. É também fundadora da Cia Mithos e integra o projeto Mulheres Fabulosas em parceria com Yohana Ciotti. Apresentou-se em diversos espaços e festivais culturais, e em programas de TV. Viajou para várias regiões do Brasil contando histórias, mediando leituras e com adolescentes, jovens e educadores com o projeto Caravana das Artes, certificado pelo UNICEF. Foi curadora do Festival de Literatura Internacional de São Sebastião – FLISS 2018 e 2020. Deu aulas de teatro, contação de histórias e escrita em Senac, Ame, Instituto Mpumalanga, Sesi e outros. Atualmente, está como presidente da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da OAB/Cotia, integrando como membro a Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da OAB/SP e membro do Núcleo de Atendimento a Mulheres Vítimas de Violência Sexual da OAB/Cotia. Formada em Direito pela Universidade Mackenzie e pós-graduada pela PUC/SP. Formada em Teatro pela Escola de Teatro Ewerton De Castro. Integrante da RED INTERNACIONAL CUENTACUENTOS. Guilherme Maruxo Engenheiro de formação, trocou a carreira em empresas multinacionais para ser ativista pelo direito à segurança alimentar, cultura e cidadania. Diretor da Associação Instituto Caju e do Sítio Sampa. Dedica-se exclusivamente à agroecologia, resíduos, compostagem, alimentação saudável, cultura de paz e desenvolvimento sustentável. Atuou como business controller da DHL Express - operação Brasil - EUA -Costa Rica – Índia por mais de 15 anos. Lívia Mattos acordeonista, cantautora.Lívia Mattos é acordeonista e cantautora. Com o seu trabalho musical, apresentou-se em festivais pelo mundo como “Accordions Around the World”, em Nova Iorque; no “Akkorden Festival Wien”, em Viena; “Sommerwerft Festival” , em Frankfurt; dentro outros festivais Brasil afora. Em 2017, lançou o seu álbum autoral “Vinha da ida”, pelo Natura Musical, além de participar do programa OneBeat 2017, apresentando-se por quatro estados estadunidenses, com 25 músicos de 17 países diferentes. Como instrumentista, integra a banda de Chico César; já foi solista convidada da Orquestra Sinfônica da Bahia; participou de trabalhos de Badi Assad, Rosa Passos, Ceumar, Alessandra Leão, etc. Começou a sua carreira artística no circo, onde despertou o interesse pelo acordeom como recurso cênico. A partir de então incursionou no meio musical, em bandas e espetáculos, dando início, em 2008, ao seu trabalho solo. Apresentou-se em projetos como Natal Remix (BA), Festival Lado BA (BA) e Zona Mundi (BA), Festival Estação Catraca Livre (SP), Prêmio Brasil Criativo (SP), Mostra SESC (BA), etc. Pesquisadora sobre a música no circo no país, recém contemplada pelo Rumos Itau Cultural, a também socióloga Lívia Mattos prepara documentário longa metragem sobre a temática. A partir dessa interface entra as linguagens música/circo, vem desenvolvendo performances como “A Sanfonástica Mulher-lona”, “Mono Amour”e “Sanfona aérea”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.