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Este projeto propõe a circulação do espetáculo infantil "A nova estória da Dona Baratinha", do Grupo EMCANTAR, por meio de apresentações gratuitas em praças públicas.
O espetáculo "A nova estória da Dona Baratinha" é uma adaptação da clássica fábula da Dona Baratinha, sendo voltado para o público infantil e para a família. No palco, a tradicional estória ganha uma nova e divertida roupagem, que satiriza os padrões de sonho feminino propagados pela fábula (na qual a barata tem como único sonho o casamento). Na nova estória, a Barata passa a duelar com o Narrador, que insiste em contar a fábula tradicional. A Barata é francesa, quer ser cantora, é muito divertida e independente. Das contradições entre a velha a nova história - entre a barata e o narrador - surgem situações inusitadas, músicas inesperadas, cenas bem-humoradas e interações com o público, que se envolve em riso com as extravagâncias da personagem. O elenco é formado por três artistas do Grupo EMCANTAR: Ana Lopez, que além de atuar como protagonista, assina a adaptação do espetáculo; Viviane Rodrigues, que personifica o narrador; e o músico Carlim Ribeiro, o Maestro, que toca teclados, atuando, fazendo as bases musicais e cantando com as atrizes, dando ao espetáculo um forte traço musical.
OBJETIVOS GERAIS - Promover a circulação de produção artística em cidades do interior; - Possibilitar a difusão e renovação das fábulas da tradição oral e popular; - Promover a inclusão cultural, a valorização da infância e da cultura popular; - Estimular a criticidade de crianças e familiares; - Democratizar e descentralizar o acesso à produção cultural, por meio da realização apresentações cênicas gratuitas em cidades do interior; - Promover a formação de público e visibilidade para a linguagem teatral, para as fábulas da tradição oral e para o Grupo EMCANTAR, colaborando para a valorização de um trabalho autoral e coletivo voltado para a infância e para a família; OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Promover a circulação do espetáculo infantil "A nova estória da Dona Baratinha", do Grupo EMCANTAR, por meio de 4 apresentações gratuitas em praças públicas de 4 cidades do interior mineiro, para um público de cerca de 15.000 pessoas.
As fábulas tiveram seus primeiros registros no século V a.C., no Oriente, mas estudiosos acreditam que elas tenham origem árabe, indiana ou persa e que, por serem narrativas passadas oralmente de geração em geração, já eram conhecidas muito antes de seu registro. Essas tradicionais narrativas eram recontadas e adaptadas como forma de ensinar os costumes e morais de um povo. De linguagem fácil e direta, a fábula tende a representar, por meio de animais, as dualidades da natureza humana, tais como: coragem e medo, rapidez e lentidão, generosidade e egoísmo, além de hábitos e padrões considerados como certos em determinada sociedade. A clássica fábula da Dona Baratinha é uma estória bastante conhecida e cantada durante a infância. Em sua versão original, aborda a saga afetiva de uma barata que deseja se casar, reproduzindo assim a vida real da maioria das mulheres que são, culturalmente, educadas afetivamente para encontrar o par amoroso, e, a seguir, cuidar do marido, dos filhos e da casa. Na fábula, a Dona Baratinha limpa a casa, se arruma e vai para a janela a procura de um bom pretendente, depois, é claro, de ter achado uma moedinha (um dote) e isso passar a ser um de seus predicados, o que desvela também uma das facetas que permeiam as relações sociais e afetivas, nas quais os bens materiais e a boa aparência tem sido pré-requisitos para efetivar um relacionamento. Durante a narrativa vários pretendentes aparecem, mas eles não correspondem às expectativas e padrão desejado pela Dona Baratinha, até que surge o Senhor Ratão. Mas no dia do casamento, o querido noivo vai a óbito e Dona Baratinha fica viúva,o que a torna infeliz e fadada à espera de um novo casamento. Mas se o Senhor Ratão tivesse sobrevivido a tragédia?! Será que Dona Baratinha teria sido feliz para sempre? Na "nova estória da Dona Baratinha", a narrativa tradicional ganha uma nova roupagem, que satiriza esse padrão de sonho feminino. Nela a Barata passa a duelar com o Narrador - que insiste em contar a tradicional estória. Sem medo da tradição, das imposições sociais e da figura masculina, ela desabafa quais são suas verdadeiras vontades, de barata-mulher independente. A excêntrica figura da nova Dona Baratinha pretende viajar o mundo para realizar o sonho de ser uma grande cantora. Fala em tom afrancesado, quer ir para Paris. Ela não se importa com os pretendentes que aparecem, pois esse não é seu único foco. Uma tragédia como a morte do Senhor Ratão não a impede de ser feliz. A Dona Baratinha dessa estória representa as mulheres contemporâneas que lutam pela liberdade moral, intelectual e social. E ela faz todas as essas defesas e reivindicações de forma leve e divertida, envolvendo o público por meio de episódios melodramáticos e cômicos, além de canções do universo infantil. Ela mostra a todos a possibilidade de reinventar essa e várias outras estórias e histórias, fictícias e reais. A apresentação desta peça promove a circulação de uma produção artística que faz uma releitura original de uma obra tradicional, colaborando para a formação de público, a difusão cultural, a democratização e o acesso descentralizado aos bens culturais. Conforme as justificativas apresentadas, o projeto é congruente com as finalidades da Lei Rouanet, enquadrando-se nos seguintes incisos do Art. 1º da LEI Nº 8.313/1991. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para atingir tais finalidades, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º da referida lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Link de apresentação do espetáculo em formato live: https://www.youtube.com/live/QbMrVWTKNUA?si=puw5O-j9osnKyplj
Duração: 1 hora. Classificação: Livre
ACESSIBILIDADE FÍSICA Os eventos serão realizados em praças públicas acessíveis a toda a população, inclusive pessoas com deficiência, com trajetos livres de obstáculos (escadas) para o acesso das pessoas que utilizam cadeira de rodas, banheiros químicos adaptados e área exclusiva para cadeirantes. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO As apresentações contarão com intérprete de libras. Antes das apresentações, será executada gravação de audiodescrição do espetáculo e do espaço de realização.
Todos os eventos serão gratuitos e acessíveis a toda a população. Medida complementar, nos termos do art. 28 da IN 01/2023: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Grupo Teatral - Elenco: Ana Lopez (Barata), Viviane Rodrigues (Narrador), Carlim Ribeiro (Maestro) Coordenador geral: Marco Aurélio Querubim Coordenador de produção: Ricardo Campos Diretor artístico: Rafael Michalichem Diretor musical: Carlim Ribeiro Produtor executivo: Carla Lopes Currículos Ana Paula da Costa Lopes (Ana Lopez) Graduada em Letras pela Universidade Federal de Uberlândia (2007) *Concepção Espetáculo e Álbum A Cigarra e a Formiga (2021); *Compositora e cantora na Gravação do disco A Cigarra e a Formiga (2021); *Concepção Espetáculo Canto da Gente (2018); *Concepção e adaptação A Nova Estória da Dona Baratinha (2015); *Atriz e cantora nos espetáculos do Grupo EMCANTAR: - Os Saltimbancos (2019-2023); - A nova estoria da Dona Baratinha (2018-2023); - A Cigarra e a Formiga (2021) - Canto da Gente (2018-2020) - Festejo da Brincadeira (2015-2018) - Escutatória (2012-2015); - O Narrador e A Barata (2015); - Palavra Circense (2013); *Atriz e intérprete do grupo EMCANTAR desde 1997, com participação em mais de 800 apresentações, e gravações nos discos e DVDS: > Kit Entredentes (2013); > DVD Escutatória (2013); > Livro-CD Escutatória (2012); > DVD Parangolé (2010); > Kit Parangolé (2009); > CD Mutirão (2003); > CD Emcantar (1999). Viviane Rodrigues - Graduada em Pedagogia pela Universidade Castelo Branco | Rio de Janeiro – RJ / PóloEducare, Araguari/MG. - Pós Graduada em A Arte de Contar Histórias - Associação Amigos das Histórias; Faculdade do Distrito Federal; - Integrante do Grupo EMCANTAR desde 2011; - Cantora na gravação do CD A Cigarra e a Formiga (2021); - Atriz e cantora nos espetáculos do Grupo EMCANTAR: - Os Saltimbancos (2019-2023); - A nova estória da Dona Baratinha (2018-2023); - A Cigarra e a Formiga (2021) - Canto da Gente (2018-2020) - Festejo da Brincadeira (2015-2018) - Escutatória (2012-2015); - O Narrador e A Barata (2015); - Palavra Circense (2013). - Atriz e Cantora na gravação do DVD Escutatória (2012) - Cantora na gravação do CD Escutatória (EMCANTAR – 2012) Carlos Renato Ribeiro Alves (Carlim Ribeiro) -Graduado em Administração pela Universidade Presidente Antônio Carlos de Araguari-MG (2015); - Músico e compositor do Grupo Artístico EMCANTAR desde 2005; - Direção Musical e instrumentista no espetáculo Os Saltimbancos (2019-2023); - Ator, instrumentista, no espetáculo A nova estoria da Dona Baratinha (2022-2023); - Direção Musical, ator, cantor, compositor e instrumentista no álbum A Cigarra e a Formiga (2021); - Cantor na gravação do CD A Cigarra e a Formiga (2021); - Edição, mixagem e masterização de áudio do CD A Cigarra e a Formiga (2021); - Ator, cantor, compositor e instrumentista nos espetáculos do Grupo EMCANTAR: - Canto da Gente (2018-2020) - Festejo da Brincadeira (2015-2018) - Escutatória (2012-2015); - Palavra Circense (2013). -Produção, gravação, instrumentação e composição no CD DUM DUM, Emcantar (2016) -Diretor Musical e arranjos do espetáculo Festejo da Brincadeira – EMCANTAR (2015) -Produtor musical e instrumentista do Cd Entredentes – EMCANTAR (2012-2013) -Diretor Musical e arranjos do espetáculo Escutatória – EMCANTAR (2012) -Arranjador e produtor musical do CD Escutatória – EMCANTAR (2011) Marco Aurélio Faria Coelho (Marco Aurélio Querubim) - Especialização em Filosofia Clínica - Instituto Packter - Porto Alegre - RS (2004); - Graduação em Filosofia (bacharelado e licenciatura) - Universidade Federal de Uberlândia-MG (2002). * Fundador, diretor executivo e diretor artístico do Grupo EMCANTAR. * Cantor, compositor e Diretor executivo no Álbum A Cigarra e a Formiga, (2021); * Ator e intérprete no espetáculo Os Saltimbancos, (2016-2023); * Diretor, ator e intérprete no espetáculo "Canto da Gente", (2018-2020); * Autor dos livros "Pedagogia do Encantamento" (2020) e "Entredentes - Uma Filosofia do Óbvio" (2013); * Co-diretor do espetáculo Festejo da Brincadeira, com Ribamar Ribeiro, Grupo EMCANTAR (2015); * Diretor artístico e intérprete dos álbuns do Grupo EMCANTAR: - Entredentes (2013); - Escutatória (2012); - Parangolé - Canções e Brincadeiras (2009); - Mutirão (2003); EMCANTAR (1999). * Ator e intérprete no espetáculo Parangolé, o Espetáculo, direção de Déferson Melo (2009-11); * Diretor, regente e intérprete dos Shows musicais do Grupo EMCANTAR (desde 1996). Rafael Michalichem - Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Uberlândia (2019); - Licenciado e Bacharel em Teatro pela Universidade Federal de Uberlândia (2015). - Direção de cena no Espetáculo Os Saltimbancos (2021-2023); - Direção, dramaturgia, ilustração e composição no Álbum A Cigarra e a Formiga, Grupo EMCANTAR (2021); - Diretor do espetáculo Canto da Gente, Grupo EMCANTAR (2019); - Autor do livro “9 Dramaturgias para pessoas e coisas”, publicado em Março de 2021 pela Assis Editora através de recurso da Lei Federal Aldir Blanc. - Coordenador pedagógico da EMCANTAR Cia Cultural de 2021 até o momento; - Oficineiro de Criação Literária no projeto Dedo de Verso (2020-2022), com direção artística de Enzo Banzo; - Arte-educador com enfoque no processo lúdico da escrita criativa no projeto Ideias Incontidas, da Emcantar Cia Cultural (2019-2022); - Organizador do livro "Ideias Incontidas V", publicado pela Emcantar Cia Cultural através da Lei Rouanet; -Professor de teatro no Colégio Marista Champagnat (2017-2019). - Diretor e Coordenador do projeto “O País das Maravilhas no Ambiente Escolar”, aprovado no Fundo Municipal de Incentivo à Cultura de Uberlândia em 2015. - É membro fundador do Grupo Giz de Teatro, com o qual participou do projeto “A Cantora Careca: Teatro do Absurdo no Ensino Médio” em 2013. Escreveu e dirigiu o espetáculo “Pra Errar o Chão”, também do Grupo Giz de Teatro, estreado em 2014. Ricardo Campos Coordenação de Produção e Sonorização nos espetáculo do Gupo EMCANTAR: *Turnês / Espetáculos: -Circulação Os Saltimbancos 2019-2022; - Circulação A Nova Estória da Dona Baratinha 2018-2022; -Circulação Grupo EMCANTAR nas cidades de Uberlândia, Uberaba e Belo Horizonte 2022; -A Cigarra e a Formiga 2021; -Canto da Gente 2019; - Live Solidária 2020; -A Lua por Testemunha 2020; -EMCANTAR e Convidados 2020; -Entredentes 2020; -Prosa e Cantoria 2020; -Pedagogia do Encantamento 2020; Carla Cristine da Costa Lopes Gonçalves - Graduanda em Administração pela Universidade Nove de Julho; Associação EMCANTAR de Arte, Educação, Cultura e Meio Ambiente - 2020 até o momento: Produção executiva, participando nas etapas de cronograma, execução e prestação de contas de projetos culturais. - Coordenadora administrativa no Projeto Manutenção EMCANTAR 2022; - Assistente de produção no Projeto EMCANTAR em álbum Cantauê e Bosque Te Quero Bem, 2022; - Assistente de produção no lançamento do Lançamento do Livro Pedagogia do Encantamento, 2021;
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.