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O projeto visa celebrar os 50 anos da Escola de Música do Estado do Maranhão "Lilah Lisboa de Araújo" (EMEM), fundada em 1974. Desde então, a Instituição de ensino público de música do Estado oferece cursos e possibilita a formação de Técnicos em Música (Habilitação em Instrumento ou Canto Lírico) para crianças, jovens e adultos. Entre as realizações desta iniciativa está previsto a realização de apresentações gratuitas de conjuntos musicais da escola, concertos didáticos e a criação de um núcleo educacional em uma área estratégica de São Luís localizada na região de Itaqui-Bacanga.
O projeto irá celebrar meio século de história e contribuição da Escola de Música do Estado do Maranhão “Lilah Lisboa de Araújo” (EMEM) à sociedade através as seguintes ações ao longo de 2024: Realização de sete concertos didáticos em escolas públicas realizados em formato de câmara da Escola com sonorização adequada ao local de realização; Realização de sete apresentações musicais de grupos da escola em um circuito em equipamentos culturais do município do Maranhão; Implementação de um núcleo de atividades da escola, com oferecimento de aulas gratuitas, em um bairro afastado da região central de São Luis. A Escola de Música do Estado do Maranhão “Lilah Lisboa de Araújo” (EMEM), atualmente vinculada à Secretaria de Estado da Educação do Maranhão (SEDUC), foi inaugurada no ano de 1974. Desde então, disponibiliza aulas de diversos instrumentos musicais e de canto, oferecendo cursos tanto de formação inicial e continuada quanto de educação técnica em nível médio. Diferentes grupos musicais, formados por professores e alunos, integram a escola. São eles: a Orquestra de Violões; a Orquestra de Cordas; o Grupo de Choro; a Big Band “EMEM Jazz”; o Coral “Arte e Canto”; e a Banda Sinfônica “Tomaz de Aquino Leite”.
Objetivo Geral Difundir e popularizar a metodologia de trabalho que vem sendo desenvolvido há quase cinco décadas na EMEM na cidade de São Luis e posteriormente disseminar este projeto no Estado do Maranhão. Fomentar a realização de atividades (pesquisa, aula e apresentações musicais) como um canal de vinculação dos alunos com o seu território de origem e fortalecimento da relação entre a escola e a comunidade de São Luís-MA. Contribuir para a difusão e valorização da cultura musical instrumental e cantada no país, fazendo dessa arte um instrumento de inclusão social e formação profissional. Incentivar os novos músicos do Maranhão; Promover a inclusão social e formação profissional através da música gerando conexão e sensibilização. Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Objetivos específicos a) Celebrar os 50 anos de fundação Escola de Música do Estado do Maranhão "Lilah Lisboa de Araújo" (EMEM) e viabilizar a continuidade das atividades culturais e educacionais do projeto. b) Implementação de um polo da Escola na região de Itaqui-Bacanga. O polo desenvolverá atividades ao longo de seis meses em 2024, atendendo um número estimado entre 60 e 70 alunos ao longo do ano; ; c) Realizar no período de dez meses letivos atividades musicais e educacionais na Escola de Música do Estado do Maranhão "Lilah Lisboa de Araújo" (EMEM) de acordo com o seguinte planejamento: Realização de 7 (sete) apresentações gratuitas em escolas públicas de São Luís, com grupos artísticos da Escola de Música do Estado do Maranhão "Lilah Lisboa de Araújo". A previsão é alcançar um público de 2000 alunos da rede pública de ensino com o circuito de apresentações; Realização de uma Mostra itinerante com apresentações dos nove grupos artísticos educacionais da escola. Serão realizados 7 (sete) eventos, com apresentações em diferentes pontos da cidade de São Luís, a previsão é alcançar um público de 4000 pessoas com esses eventos; d) Implementação de um núcleo de atividades da escola, com oferecimento de aulas gratuitas, em um bairro afastado da região central de São Luis. e) Cobertura audiovisual das ações para produção de um vídeo documentário sobre as celebrações dos 50 anos da escola.
A Escola de Música do Estado do Maranhão - "Lilah Lisboa de Araújo" é uma das mais tradicionais instituições de ensino musical do estado do Maranhão. Em 2024, a escola completa 50 anos de Fundação, com uma vasta e profunda contribuição social ao município e estado do Maranhão. Com o projeto apresentado, pretendemos celebrar essa história e tornar a escola mais conhecida do público em geral, além de estudantes da rede pública de ensino, por meio de uma circulação dos grupos artísticos, de caráter educacional, que são ligados às rotinas da instituição. O projeto busca contribuir para a difusão e valorização da cultura musical no país, incentivando os novos músicos do Maranhão e disseminando o trabalho da Escola de Música do Estado do Maranhão "Lilah Lisboa de Araújo". Além disso, o projeto tem como objetivo promover a inclusão social e formação profissional através da música, oferecendo acesso gratuito à educação musical para a população local. Esses objetivos estão de acordo com os incisos I, II, III e IV do Art. 1º da referida norma. Além disso, o projeto também contribui para a valorização e difusão do patrimônio cultural brasileiro, uma vez que se propõe a ensinar e preservar ritmos e estilos musicais tradicionais da região. Ao promover a preservação cultural, o projeto ajuda a manter viva a identidade musical do Maranhão, resgatando e valorizando suas raízes culturais. No que diz respeito aos objetivos do Art. 3º da Lei Rouanet, que visam à promoção da inclusão social e ao estímulo ao desenvolvimento cultural e artístico, o projeto da escola de música também se destaca. Ao oferecer aulas gratuitas, ele possibilita o acesso à educação musical para pessoas de diferentes classes sociais, promovendo a inclusão de jovens e adultos em atividades culturais e artísticas. Além disso, ao incentivar o desenvolvimento musical, o projeto contribui para a formação de artistas e músicos profissionais, abrindo portas para que eles possam seguir carreiras na área. Portanto, o projeto da escola de música no Maranhão justifica-se plenamente pelo fato de estar alinhado aos objetivos estabelecidos na Lei Rouanet. Ao promover e valorizar a cultura musical, incentivar novos músicos, oferecer acesso gratuito à educação musical e promover inclusão social e desenvolvimento profissional, o projeto contribui para a preservação e promoção da cultura brasileira, de acordo com as disposições da lei.
Listamos abaixo, as principais contribuições da Escola à sociedade maranhense: Acesso à Educação Musical: Em um estado como o do Maranhão, uma escola de música pública oferece acesso à educação musical para crianças e jovens que, de outra forma, não teriam essa oportunidade. Isso democratiza o acesso à cultura e à formação musical, promovendo a igualdade de oportunidades. Desenvolvimento de Talentos Locais: Ao longo dos anos, a escola identificou e desenvolveu inúmeros talentos musicais locais. Isso não apenas promove a cultura maranhense, mas também criou oportunidades de carreira para músicos locais, contribuindo para o desenvolvimento da cena musical regional. Preservação da Cultura Local: A música desempenha um papel fundamental na preservação da cultura de uma região. No Maranhão, que possui uma rica tradição musical, a Escola de Música do Estado do Maranhão “Lilah Lisboa de Araújo” colabora para manter viva a música tradicional, como o bumba meu boi, o tambor de crioula e o reggae maranhense. Impacto Social: A educação musical tem inúmeros benefícios para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças e jovens. Além disso, ela pode servir como uma alternativa saudável e construtiva para jovens em áreas de risco, afastando-os de influências negativas. Promoção da Identidade Cultural: Através da música, os alunos desenvolvem uma conexão mais profunda com sua própria identidade cultural e com a história do Maranhão. Isso contribui para uma maior valorização e preservação das tradições locais. Formação de Profissionais da Música: Ao longo de sua história, a Escola de Música do Estado do Maranhão “Lilah Lisboa de Araújo” formou músicos profissionais que atuam não apenas localmente, mas também em nível nacional e internacional. Isso contribui para elevar o prestígio da música maranhense e para a economia criativa do estado. Fomento à Criatividade e Inovação: A educação musical estimula a criatividade e a inovação, habilidades que são valiosas em qualquer campo de atuação. Os alunos que passaram pela Escola de Música do Estado do Maranhão “Lilah Lisboa de Araújo” aplicam essas habilidades em diversas áreas, contribuindo para o desenvolvimento do estado. Orgulho Comunitário: Uma escola de música com 50 anos de história é motivo de orgulho para a comunidade local. Ela é um símbolo de resiliência e perseverança, mostrando que é possível oferecer educação musical de qualidade mesmo em condições desafiadoras. Em resumo, o legado da Escola de Música do Estado do Maranhão - “Lilah Lisboa de Araújo” vai muito além da música. A existência da instituição é fundamental não apenas para a educação e cultura local, mas também para o desenvolvimento social e econômico do estado. Ela desempenha um papel vital na formação de músicos talentosos, na preservação da identidade cultural e na promoção da igualdade de oportunidades para todos os jovens interessados na música.
Acesso à Educação Musical: Em um estado como o do Maranhão, uma escola de música pública oferece acesso à educação musical para crianças e jovens que, de outra forma, não teriam essa oportunidade. Isso democratiza o acesso à cultura e à formação musical, promovendo a igualdade de oportunidades. Desenvolvimento de Talentos Locais: Ao longo dos anos, a escola identificou e desenvolveu inúmeros talentos musicais locais. Isso não apenas promove a cultura maranhense, mas também criou oportunidades de carreira para músicos locais, contribuindo para o desenvolvimento da cena musical regional. Preservação da Cultura Local: A música desempenha um papel fundamental na preservação da cultura de uma região. No Maranhão, que possui uma rica tradição musical, a Escola de Música do Estado do Maranhão “Lilah Lisboa de Araújo” colabora para manter viva a música tradicional, como o bumba meu boi, o tambor de crioula e o reggae maranhense. Impacto Social: A educação musical tem inúmeros benefícios para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças e jovens. Além disso, ela pode servir como uma alternativa saudável e construtiva para jovens em áreas de risco, afastando-os de influências negativas. Promoção da Identidade Cultural: Através da música, os alunos desenvolvem uma conexão mais profunda com sua própria identidade cultural e com a história do Maranhão. Isso contribui para uma maior valorização e preservação das tradições locais. Formação de Profissionais da Música: Ao longo de sua história, a Escola de Música do Estado do Maranhão “Lilah Lisboa de Araújo” formou músicos profissionais que atuam não apenas localmente, mas também em nível nacional e internacional. Isso contribui para elevar o prestígio da música maranhense e para a economia criativa do estado. Fomento à Criatividade e Inovação: A educação musical estimula a criatividade e a inovação, habilidades que são valiosas em qualquer campo de atuação. Os alunos que passaram pela Escola de Música do Estado do Maranhão “Lilah Lisboa de Araújo” aplicam essas habilidades em diversas áreas, contribuindo para o desenvolvimento do estado. Orgulho Comunitário: Uma escola de música com 50 anos de história é motivo de orgulho para a comunidade local. Ela é um símbolo de resiliência e perseverança, mostrando que é possível oferecer educação musical de qualidade mesmo em condições desafiadoras. Em resumo, o legado da Escola de Música do Estado do Maranhão - “Lilah Lisboa de Araújo” vai muito além da música. A existência da instituição é fundamental não apenas para a educação e cultura local, mas também para o desenvolvimento social e econômico do estado. Ela desempenha um papel vital na formação de músicos talentosos, na preservação da identidade cultural e na promoção da igualdade de oportunidades para todos os jovens interessados na música.
Para garantir a acessibilidade física no projeto Escola de Música do Estado do Maranhão “Lilah Lisboa de Araújo” - Meio século de música e educação, Serão adotadas medidas garantindo as políticas e estruturas que viabilizam o acesso de pessoas com deficiência motora e visual. Como estratégia para garantir acessibilidade ao conteúdo, o projeto irá disponibilizar intérprete de Libras local em todas as apresentações. Além disso, todos os materiais de audiovisual produzidos durante a realização deste projeto contarão com a inserção de conteúdo produzido pelo intérprete de libras, além de legendas e audiodescrição, visando a inclusão social e cultural. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais selecionados para as apresentações respeitam as normas de acessibilidade físicas com rampas de acesso, banheiros adaptados, prioridade na entrada. Além disso, haverá uma pessoa da equipe para fazer a recepção dessas pessoas e auxiliar a movimentação em caso de necessidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional especializado, intérprete de LIBRAS, será contratado para 5 apresentações do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Haverá uma pessoa da equipe para fazer a recepção dessas pessoas, orientá-las espacialmente, falar um pouco sobre o que vai ser visto, e falar sobre o programa que será apresentado. Será realizada audiodescrição nos registros audio visuais do projeto.
O projeto Escola de Música do Estado do Maranhão “Lilah Lisboa de Araújo” - Meio século de música e educação em sua essência é um trabalho social por meio da educação musical, através do ensino contínuo de música. O projeto, em parceria com a escola de música no Maranhão, tem como objetivo promover a preservação cultural e a educação musical, e é justificado pela necessidade de preservar e valorizar a cultura musical brasileira, bem como incentivar novos músicos e proporcionar acesso gratuito à educação musical.Com base neste entendimento recorre-se à Lei Rouanet como instrumento de viabilização de recursos para a execução das propostas educacionais e artísticas para o ano de 2024. O projeto objetiva realizar todas as suas apresentações com entrada franca, tanto no circuito aberto ao público, quanto com relação às apresentações didáticas em escolas públicas. Por essa razão, é um projeto amplamente democrático em termos de acesso por parte do público.
Direção de produção - Gregório Tavares Estudou cinema e comunicação social. Foi diretor de produção da Orquestra Sinfônica Brasileira entre 2018 e 2020 e diretor executivo entre 2021 até o primeiro semestre de 2023. Lá foi responsável pelas operações da Orquestra, com atividades artísticas e o desenvolvendo do núcleo educacionais e de impacto social da instituição. Foi responsável pela gestão das áreas de produção, comunicação e negócios. Nesse período, a Orquestra participou de grandes eventos como o Rock in Rio, Projeto Aquarius, entre outros. Entre 2010 e 2016 foi diretor de produção do projeto Flautistas da Pro Arte (programa que contava com três conjuntos infanto juvenis de caráter educacional) onde produziu dois CD’s, um DVD e mais de 20 espetáculos contando com a participação de grandes nomes da música brasileira como Gilberto Gil, Egberto Gismonti, João Bosco, entre outros. Entre 2010 e 2015 foi produtor e gestor do Centro de Referência Cultura Infância | Teatro Municipal do Jockey, sob a direção de Karen Acioly. Realizou a produção de 20 espetáculos teatrais com a direção de Claudio Tovar, Karen Acioly, João Marcelo Pallottino entre outros. Trabalhou como produtor executivo do FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens em diversas edições. Realizou entre 2016 e 2021 os projetos: Circuladô - Novos Sons no Coreto, Super Violão Mashup no Oi Futuro Ipanema, Circuito Gastronômico das Favelas e Musicar - Festival de Música Infantil. Colaborou com os grupos Dá no Coro e Costurando Histórias. Julianna Sá - assessoria de imprensa Julianna Sá mexe com música. No rádio, foi roteirista, produtora e curadora do Faro MPB, na extinta Rádio MPB FM, entre 2009 e 2013. Também roteirizou o “Que rei sou eu”, programa dedicado à obra de Roberto Carlos. Trabalhou ainda com pesquisa de repertório e conteúdo do “Clássicos MPB”. Atuou também como apresentadora e curadora – ao lado do Jorge Lz – do Programa Radar, na 94 FM do Rio de Janeiro, entre 2016 e 2019. Nesse momento, toca de forma independente a pesquisa de um documentário acerca das rádios públicas no país, projeto que teve seu pontapé inicial em um debate organizado pela mesma na SIM - SP em 2019. Jornalista, está à frente de três festivais. Num projeto de mapeamento e resignificação dos espaços públicos, idealizou e fez a curadoria do Festival Circuladô, que aconteceu em 11 coretos do Rio de Janeiro. Também foi responsável pela idealização e curadoria do Super Violão Mashup, projeto que reuniu produtores e violonistas em experimentações sonoras ao vivo. Esteve à frente, nas mesmas funções, do Dobradinhas+, que já reuniu mais de 40 artistas da cena contemporânea em encontros inéditos, e que teve sua mais recente edição em 2021. Em produção conjunta, também foi responsável pelo Rio Música Contemporânea, projeto que ocupou o Imperator. À frente da DOBRA – música em seus desdobramentos -, atua em diferentes formatos junto a artistas independentes, tendo assinado a co-direção artística do álbum "Em cada verso um contra-ataque", da cantora e compositora paraense Aíla, além de seu novo trabalho e turnê, “Treme terra”. Idealizou também o projeto "Pra Gira Girar", em celebração à obra dos Tincoãs, e fez a direção artística dos novos trabalhos de Luiza Brina, “deriva” e "A Toada Vem É Pelo Vento - edição especial". Atua no planejamento de carreira de artistas como Iara Rennó, Luiza Brina, Julia Branco e Marina Melo. Ainda na Dobra, dirigiu a comunicação de trabalhos de Ceumar, Jards Macalé, Manoel Cordeiro, Davi Moraes, Biltre, Sérgio Pererê, Arthur Nogueira, Qinho, Julia Vargas, entre outros. DOBRA – Comunicação e outros desdobramentos - Gestão e produção de conteúdo para redes sociais Especializada em estratégia de lançamento e comunicação, além de gestão de carreira de novos artistas, a empresa soma trabalhos realizados com Jards Macalé, Ceumar, Manoel Cordeiro, Sérgio Pererê e Davi Moraes, e mais novos como Qinho, Aíla, Julia Branco, Arthur Nogueira, Marina Mello, Biltre, Luiza Brina, entre outros. Também acumula experiência na divulgação de festivais como o Musicar - maior festival de música para crianças no país -, Festival Criatura, ou projetos como o Música Mundo, evento dedicado ao mercado da música. Além de trabalhar os veículos tradicionais, a Dobra se destaca por atuar com consistência entre mídias independentes, espaços que são estratégicos para divulgação de novos trabalhos hoje. A empresa tem ainda experiência no desenvolvimento de projetos e na realização de eventos, tendo idealizado organizado o projeto gastronômico Algazarra Gourmet, e os festivais Dobradinhas+, Festival Circuladô e Super Violão Mashup. Diretor Musical: Daniel Moraes Cavalcante Mestre em Música na área da performance/trompete pela Universidade de Aveiro – Portugal, sob a orientação da Professora Dra. Helena Santana e na classe de trompete do Professor Luís Granjo. Bacharel em Música, habilitação em trompete pela UFPB sob a orientação do professor Ayrton Benck, grau este obtido com Láureas Acadêmicas. Produtor executivo: Fernando de Carvalho Cantor e produtor cultural, formado em administração de empresas pela UNICEUMA e licenciado em música- Universidade Metropolitana de Santos. Registro em vídeo - Vitor Souza Lima Natural de Belém, Brasil, graduado em Artes Visuais e Tecnologia da Imagem pela Universidade da Amazônia - UNAMA. Desde 2006 desenvolve proposições artísticas por meio da fotografia e do audiovisual. Em 2018 foi um dos contemplados no Prêmio Pesquisa e Experimentação Artística da Fundação Cultural do Pará com o projeto Léguas a nos separar. Em 2015 finalizou o documentário curta-metragem Alfredinho, em parceria com Marcelo Santos e Venâncio Batalhone, através da Academia Internacional de Cinema - Rio de Janeiro, Prix du Jury Réseau Cinéma CH no XXX Festival Internacional de Filmes de Fribourg. Em 2008 foi contemplado com o Prêmio MIS de Estímulo ao Curta Metragem, com o documentário Mãos de Outubro, vencedor de diversos prêmios em festivais de cinema brasileiros em 2010 e 2011. Desde 2019 assina a direção audiovisual em diversos projetos da área cultural, como na Orquestra Sinfônica Brasileira; no canal no YouTube Papo de Música; no FIMA - Festival Interativo de Música e Arquitetura; no Musicar - Festival de Música Infantil; na Orquestra Villarmônica, do Rio de Janeiro. Registros fotógrafos: Andrea Nestrea Andrea Nestrea é fotógrafa, artista visual e professora de fotografia do Sesi/Firjan. Trabalha com cobertura de festivais no Rio de Janeiro sendo responsável pela cobertura de festivais internacionais como MIMO, FIL, Festival Villa Lobos, Festival Curta Cinema, FIMA e inúmeros espetáculos. Atua em documentação de projetos sociais ligados a formação de pessoas e plateia há mais de 10 anos, destacando os projetos: ProArte e flautistas da Marambaia, de Música; Imagens em movimento, de Cinema e Passageiros do Futuro, de Teatro. Produção executiva:Mariana BorgerthFormada em Comunicação Social pela UFRJ (2009), trabalha desde então como produtora executiva e na gestão de projetos ligados às artes cênicas, literatura e música. Entre maio de 2019 e 2020, trabalhou na equipe de produção e administração do Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, Rio de Janeiro. Reúne, ao longo de mais de dez anos, experiência na elaboração de prestação de contas de verba de direta e de Leis de Incentivo Estadual e Federal. Entre eles: projetos culturais de teatro infanto-juvenil (A Hora do Poço ou A Bocado Céu; Cia Quesquece), música (Superviolão Mashup / MUSICAR) e incentivo à leitura (Costurando Histórias). Entre 2010 e 2016, foi produtora-executiva dos Flautistas e da Orquestra de Sopros Pro Arte, trabalhando na manutenção do grupo, lançamento de CDs e realização de shows no RJ e outras cidades. Além de trabalhar em parceria com a direção da escola Os Seminários de Música Pro Arte no desenvolvimento de ações ligadas à musicalização infantil e educação. Consultoria jurídicaEllen GasparAdvogada e produtora Ellen Gaspar trabalha há mais de 15 anos com produção de eventos, leis de incentivo à cultura e no ramo legal do entretenimento. Atuou como assistente de direção durante 10 anos no Anima Mundi, onde, além da produção, dava apoio às áreas financeira e de controladoria do festival. Em 2010 passou a coordenar a produção do Anima Fórum, até 2013. Realizou a controladoria financeira de diversos projetos culturais entre 2010 e 2019. Trabalhou, ainda, como assessora da direção artística na OSB por 2 anos e, atualmente, é responsável pelos contratos artísticos da casa de shows Blue Note São Paulo e Rio de Janeiro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.