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PRONAC 237931Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Prêmio Ajuri Amazônia de Jornalismo Cultural

LEANDRO VIRGILIO GUERREIRO TAPAJOS FILHO
Solicitado
R$ 334,6 mil
Aprovado
R$ 334,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Premiações
Ano
23

Localização e período

UF principal
AM
Município
Manaus
Início
2024-01-01
Término
2026-11-30
Locais de realização (1)
Manaus Amazonas

Resumo

Prêmio para reportagens, jornalistas e veículos que publicaram/divulgaram conteúdos sobre arte e cultura amazônica, com objetivo de estimular o Jornalismo Cultural profissional. Deste modo, colaborar com a divulgação de obras e artistas, formação de redes e de fortalecer o ecossistema da cultura e economia criativa. Além da inscrição, análise e premiação, haverá a realização de mesas-redondas gratuitas para estudantes, profissionais da comunicação e da produção cultural. Eventos com a participação de membros do corpo de jurados ou especialistas convidados, para debater a realidade e fomentar o jornalismo cultural na Amazônia, com destaque para a sua importância e impactos no contexto da cultura, sua presença/ausência e meios de estímulo e de fomento. As atividades serão gravadas e disponibilizadas na web gratuitamente.

Sinopse

O Prêmio Ajuri Amazônia de Jornalismo Cultural contará com: Cerimônia de premiação - Evento com acesso gratuito a ser realizado em Manaus, com a presença de jornalistas, produtores, artistas e outros. Nele haverá a divulgação das reportagens, profissionais e veículos premiados, além de apresentações, artísticas e musicais. Evento com registro audiovisual e divulgação posterior na web. Site - Portal web com informações, espaço para inscrições e divulgação dos conteúdos relacionados ao projeto. Mesas-redondas - Ao todo, dois eventos presenciais gratuitos voltados para profissionais, estudantes de comunicação social e interessados. Devem participar, de cada um deles, dois especialistas convidados (preferencialmente os jurados da premiação) e um mediador, para abordar sobre temas como: mídia e cultura; assessoria de imprensa e a produção cultural; assessoria de imprensa e artistas; jornalismo cultural - o cenário na Amazônia; jornalismo cultural - possibilidades e melhorias; entre outros correlatos. Atividades com registro audiovisual e divulgação posterior na web. Classificação etária: Maiores de 16 anos

Objetivos

A primeira edição do Prêmio Ajuri Amazônia de Jornalismo Cultural tem com objetivo geral valorizar, destacar e estimular a produção jornalística na área da cultura, tendo como foco premiar a divulgação de pautas sobre artes, artistas, obras, iniciativas e fazeres culturais da Amazônia, nas 10 categorias: 1- Reportagem web;2- Reportagem Impresso;3- Entrevista em Vídeo e Podcast;4- Reportagem de TV;5- Documentário - curta ou websérie;6- Grande Destaque;7- Veículo amigo da cultura;8- Jornalista Destaque (indicado por artistas);9- Assessoria de Imprensa (indicado por jornalistas);10-Fotojornalismo. Entre os objetivos específicos: - Criar site do projeto (que vai permitir veiculação do registro de eventos, ações, resultados e conteúdos) e espaço para fazer inscrições do projeto, além de acessar dados e regulamento (site deverá ser usado nesta e em edições futuras); - Realizar a análise das reportagens inscritas por meio de corpo de jurados qualificado; - Realizar grande cerimônia de premiação em Manaus, que consiga unir profissionais da mídia, empresários, artistas, fazedores culturais e público geral em evento a ser realizado, preferencialmente, em espaço cultural de renome e em Manaus (Teatro Amazonas, Centro Cultural Palácio Rio Negro, ou similar); - Realizar, durante o período de inscrições, duas mesas-redondas gratuitas em Manaus com especialistas para debater sobre a produção, importância e impactos do jornalismo cultural na Amazônia, além de divulgar e estimular a criação de pautas que poderão concorrer; - Registrar em vídeo e disponibilizar grátis (via Youtube e site do projeto) as mesas-redondas com especialistas, o que possibilita a qualquer profissional, estudante ou interessado de qualquer lugar do mundo acessar o que foi debatido em período posterior aos eventos.

Justificativa

CONTEXTO HISTÓRICO E CONCEITUAL Ajuri, na linguagem indígena, significa ajuda mútua, integração. O nome também faz alusão ao projeto AjuriArtes _ Obras e Artistas da Amazônia, idealizado e dirigido pelo premiado jornalista e produtor cultural amazonense, Leandro Tapajós, em 2020, com recurso da Lei Aldir Blanc. Uma iniciativa que nasceu em meio à pandemia de covid-19 e, na sua primeira edição, registrou e disponibilizou gratuitamente na web as histórias de 10 fazedores culturais da Amazônia de áreas diferentes (em ajuri). Registro feito em audiovisual (entrevistas e documentário), textos (reportagens em estilo de jornalismo literário) e fotos profissionais. Como exemplo, podem ser citadas a documentação sobre um coreógrafo autodidata que mantém uma companhia de dança para jovens nas margens do rio Solimões, no interior do Amazonas; ou sobre jovem sambista amazônico que surge como revelação e tem a família como parte da história de ligação do carnaval Rio _ Manaus; ou ainda o escritor amazonense que ganhou destaque na web com publicação de livro com temática LGBTQIAP+; também a artista que deixou São Paulo para pintar sereias em paredes e prédios na Amazônia Urbana, com objetivo de usar as cores e formas para fazer refletir sobre o feminino; ou sobre o produtor cultural que saiu do interior do nordeste e se tornou referência ao criar e manter um dos principais pontos de cultura do Amazonas; entre outras histórias escondidas sob o verde da floresta, que podem ser conferidos no site do projeto. Resultados _ O intuito do AjuriArtes, de divulgar a arte amazônica rendeu frutos e fez o documentário criado à época ser transmitido para mais de 100 países, via streaming, e vencer uma mostra internacional de curtas. Inspirado nisso, planta-se aqui a semente do Prêmio Ajuri Amazônia de Jornalismo Cultural. Uma tentativa de estimular que esse tipo de abordagem midiática, que valoriza a cultura, passe a ser algo viável e urgente na mídia. Questão norteadora - Amazônia é floresta. Amazônia precisa ser preservada, mas Amazônia é gente. Gente que tem uma cultura diversa e, para muitos, desconhecida. Quanto do que se produz de arte e cultura amazônica é conhecido pelo grande público? A resposta ao questionamento poderia ser diferente caso a região fosse marcada por um jornalismo diferente. Hoje, o jornalismo cultural tem pouco, ou nenhum, espaço na maioria dos veículos de mídia regional _ mesmo com muitos deles sendo mantidos com patrocínios públicos oriundos de governos e prefeituras. Outro aspecto é o fato de que, mesmo enquanto modalidade literária, o jornalismo se enfraquece conceitualmente e como possibilidade de criação de obras (livros, grandes reportagens, documentários, reportagens especiais etc), ante a realidade das redações. Pode-se dizer que é necessário dar estímulos para que o texto, enquanto criação do escritor/jornalista, volte a ser presente nos veículos de imprensa, mesmo os que nasceram de modo mais recente no ambiente da web. A reportagem "Jornalismo: falta de veículos abre espaço para desinformação e reprodução de releases em sites do Amazonas", do portal InfoAmazonia (link disponível nos anexos), aponta que há a concentração de veículos de imprensa na capital Manaus, e ainda que a falta de recursos e equipes reduzidas deixam sites vulneráveis à atuação de grupos de interesse no estado. Ou seja, não há de fato produção jornalística, ou há muito pouca. O que ocorre é a veiculação do que fontes com recursos/interesses enviam para as redações. São jornalistas amazônidas reproduzindo discursos e conteúdos sobre a Amazônia criados de acordo com interesses institucionais. A reportagem é focada na área do meio ambiente, mas fato similar ocorre no âmbito da cultura. As fontes passam a ser artistas e empresas com recursos para pagar assessoria de imprensa, além de governos e prefeituras. Prêmios, com temáticas estabelecidas, podem servir de estímulo e justificativa para os jornalistas deixarem de lado o lugar-comum e se permitirem observar outros recortes da realidade não contemplados em press releases institucionais. Desta forma, tentando diminuir o anonimato de artistas e a descoberta de novos olhares e histórias. RELEVÂNCIA CULTURAL Pode-se considerar que a realização das ações previstas neste projeto se justifica pela importância do fortalecimento do jornalismo cultural na Amazônia, seja ele enquanto produção intelectual ou documental e como forma de valorização/difusão das atividades culturais (r)existentes na região amazônica. Pode-se dizer ainda que a mídia é um dos pilares da produção cultural e artística, por colaborar diretamente na difusão do que é produzido e favorecer o acesso dos públicos. Neste sentido, mas que divulgar, ela faz parte do ecossistema cultural. Imagine a cena cultural do eixo Rio- São Paulo tomada por quase total inércia dos veículos de mídia tradicional. Isso impactaria na produção e consumo da cultura? Algo impensável para uns, mas lugar-comum para outros. A (quase) ausência desse tipo de jornalismo (realidade na Amazônia) colabora para o apagamento, desconhecimento, anonimato e falta de criticidade e de profissionalização do fazer artístico e das atividades culturais. Além do fato de que a presença da cultura nos veículos de imprensa tradicionais perde cada vez mais espaço para outras agendas e pautas, como a divulgação da indústria da violência, do medo e reprodução de conteúdos enviados via releases por fontes patrocinadoras. IMPACTO SOCIAL Importante é entender que falar, debater, divulgar, mostrar a arte e a cultura é uma forma de normalizar a sua importância ante o público. Outro aspecto relevante que justifica a premiação é buscar mecanismos reais de incentivo aos veículos de imprensa para a abertura de mais espaço na mídia para artistas, arte, artesanato, economia criativa, folclore, patrimônio e assuntos ligados ao fazer cultural, ampliando a veiculação de assuntos além do mero entretenimento com viés comercial. Também pensar na formação dos futuros profissionais de mídia, ao trazer luz para esses temas pode ter reflexos posteriores na prática profissional e ensino. Em resumo, a lei de incentivo pode possibilitar que o projeto seja realizado na Amazônia e seus objetivos sejam concretizados, impactando a população (com mais acesso), os profissionais envolvidos e os estudantes que serão futuros jornalistas e formadores de opinião. Projeto se enquadra no que determina o Art. 1º da Lei 8313/91 (especialmente nos incisos I; II; III; VIII; IX). O projeto também de enquadra nos seguintes objetivos do Art. 3° da legislação citada: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil. COMPETÊNCIA O projeto proposto foi idealizado, proposto e deverá ser dirigido e coordenado por comunicólogo e jornalista amazônida, com quase duas décadas de atuação no cenário artístico, cultural e jornalístico regional. Profissional que já participou da organização de outras premiações, shows e eventos, foi agraciado com prêmios e homenagens por conta do trabalho desenvolvido, e que já passou por algumas das principais redações de grandes veículos de imprensa regionais. Além disso, já coordenou projetos contemplados por editais com a somatória máxima de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais) de recursos públicos investidos. Projetos que geraram renda e reuniam dezenas de profissionais de áreas diferentes. VIABILIDADE DE EXECUÇÃO A viabilidade do projeto de justifica pelo fato de haver empresas e pessoal qualificado para contratação na cidade proposta para realização; orçamento geral feito com base na realidade atual de mercado; capacidade técnica e estrutural dos locais de realização de atender as necessidades dos eventos e questões de acessibilidade.

Estratégia de execução

Reportagem com dados sobre a realidade do jornalismo na Amazônia: https://infoamazonia.org/2022/03/07/jornalismo-falta-de-veiculos-abre-espaco-para-desinformacao-e-reproducao-de-releases-em-sites-do-amazonas/

Especificação técnica

Cerimônia de premiação Grande evento com aproximadamente 4 horas de duração, a ser realizado em Manaus, em espaço cultural ou de eventos com capacidade mínima de 500 pessoas (preferencialmente Teatro Amazonas, Palácio Rio Negro, ou espaço similar). Nele serão anunciados vencedores das categorias: Reportagem web; Reportagem Impresso; Entrevista em Vídeo e Podcast; Reportagem de TV; Documentário - curta ou websérie; Reportagem Destaque; Veículo amigo da cultura; Jornalista Destaque (indicado por artistas); Assessoria de Imprensa (indicado jornalistas); Fotojornalismo. Cerimônia contará com equipe de recepcionistas, apresentações de artistas, buffet, mestre de cerimônias e entrega de troféus. Mesas-redondas Dois encontros com aproximadamente 4 horas de duração em auditório, teatro ou similar com capacidade aproximada de 150 pessoas por evento, com a presença de dois especialistas e um mediador, além de atração cultural (música). Podendo ser realizado em um único espaço, em dias diferentes, ou em mais de um local (espaços sugeridos: Teatro do ICBEU, Teatro UniNorte, Teatro La Salle, Teatro Manauara, Salão do Hotel Tropical; Salão do Studio 5, ou similar). Os eventos serão gravados e disponibilidados no Youtube e Site do projeto.

Acessibilidade

PRODUTO: 1- CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO - a ser realizada em espaço adaptado (Acessibilidade FÍSICA); com presença de intérprete de libras (Acessibilidade de CONTEÚDO); 2 - MESAS-REDONDAS - a serem realizadas em espaços adaptados (Acessibilidade FÍSICA); com presença de intérprete de libras (Acessibilidade de CONTEÚDO); 3 - SITE - Vídeo com intérprete de libras; textos em áudio(Acessibilidade de CONTEÚDO). 4 - REGISTROS EM VÍDEOS - intérprete de libras e legendas escritas (Acessibilidade de CONTEÚDO).

Democratização do acesso

A medida de ampliação de acesso a ser adotada no projeto, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: “IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.” O acesso aos produtos será: 1- CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO - acesso gratuito (cerca de 500 pessoas presencial) 2 - DUAS MESAS-REDONDAS - acesso gratuito (cerca de 300 pessoas presencial) 3 - SITE - acesso gratuito na web 4 - VÍDEOS DOS EVENTOS PRESENCIAIS - acesso gratuito na web - Youtube e Site (medida de ampliação de acesso) 5 - INSCRIÇÕES para concorrer aos prêmios - acesso gratuito aos interessados

Ficha técnica

O proponente vai assumir as funções (remuneradas) de: - direção geral (todo projeto); - redator (criação do site); - coordenação (realização dos eventos); - mediador (durante mesas-redondas). FICHA TÉCNICA Direção Geral - Leandro TapajósAssessoria Jurídica (a contratar) Assessoria Contábil (a contratar) Assessoria Administrativa (a contratar) Infraestrutura de Site - criação e manutenção (a contratar) Redator - Leandro TapajósRevisor - Denilson Saturnino (a ser convidado)Designer - (a contratar) Coordenação geral - Leandro TapajósCoordenação pedagógica - Wilsa Freire (a ser convidada) Jurados - (a contratar) Produção Executiva - (a contratar) Palestrantes (a contratar) Mediador - Leandro TapajósIntérprete de Libras (a contratar) Equipe de Apoio (a contratar)Assessoria de imprensa (a contratar) SOBRE O PROPONENTE LEANDRO TAPAJÓS - Manauense, 39 anos, comunicólogo, jornalista, produtor cultural, artista e pós-graduado em Metodologia do Ensino Superior com quase 20 anos de atuação no mercado. É autor de projetos e conteúdos premiados nas áreas de jornalismo, fotojornalismo e artes (entre os prêmios: Fapeam, Abraciclo, MPT de Jornalismo, Data Journalism Awards, Mostra Internacional Audiovisual [Em] Curtas e Feliciano Lana). Atuou como repórter, editor, redator, assessor de imprensa, fotógrafo e apresentador em TV, web e impressos (portal G1, TV Amazonas, rádio CBN Amazônia, portal e jornal A Crítica, revistas, informativos e encartes variados). Escreveu o livro “50 Kilos Depois”, Ed. Gregory (SP), 2017, e é um dos autores do livro-reportagem “Bois da floresta: fé e festa, dos terreiros aos grandes festivais”, Ed. Independente, 2022. Foi coordenador de eventos em IES, atuou como copywriter em startup e faz trabalhos de assessoria de imprensa e organização de eventos. No campo das artes plásticas, expôs obras autorais (pintura, fotografia e arte digital) em mostras e salões no Amazonas desde 2005, além de trabalhos curatoriais. Também foi jurado e participou de manifestações folclóricas e populares, como o Carnaval e Boi-bumbá. Em 2017 e 2018 foi proprietário do empreendimento “Bistrô do Leandro”, que funcionava como restaurante e espaço cultural com música e arte, no Centro Histórico de Manaus. Em seus trabalhos mais recentes - além de produções de texto com foco comercial e assessorias para artistas na formatação de projetos para editais -, atuou como idealizador, diretor, editor e curador nos projetos “AjuriArtes” e “Hoje Tem Festa de Boi”, que consistem na criação de produtos culturais (sites, livro, documentários e pesquisas) sobre artistas e cultura da Amazônia disponíveis gratuitamente na web. Fez também produção e organização de shows musicais e eventos como o Sunset Tropical, em Manaus. Também atuou na organização de duas edições do Prêmio Qualidade e Produtividade da Junta Comercial do Amazonas (2004 e 2005). (Mais dados no portfólio audiovisual: https://youtu.be/F4Qw53ymPZM ) Sobre profissionais convidados WILSA FREIRE - Forrmada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), com mestrado em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), especialização em Gestão de Instituições de Ensino (UniNorte), Aperfeiçoamento em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes e MBA em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral. Recebeu o título de jornalista Amiga da Criança (Andi-Unicef) em 2003. Foi coordenadora e professora dos cursos de Comunicação Social da UniNorte e ministra aulas de pós-graduação. Também atuou como repórter, subeditora e editora de cadernos especiais nos jornais A Crítica e Em Tempo. Trabalhou ainda como ilustradora, redatora e diretora de arte em agência de publicidade. Já atuou em assessorias de Comunicação de Governos municipais e estaduais. Atuou na área de Branding e Marketing do Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia. Denilson Saturnino Professor de Língua Portuguesa da rede pública de ensino do Amazonas (SEMED e SEDUC), atua ministrando aulas no Ensino Presencial Mediado por Tecnologia e no projeto Aula em Casa, promovidos pela Secretaria de Estado de Educação e implementado pelo Centro de Mídias de Educação do Amazonas. É formado em Letras Língua e Literatura Portuguesa pela Universidade Federal do Amazonas (2010), possui Mestrado em Letras pela Universidade Federal do Amazonas (2019) na área de Estudos da Linguagem. (OBS: Os profissionais citados já atuaram juntos em projetos culturais do proponente e terão participação confirmada após confirmação de captação de recursos).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.