Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realizar oficinas de dança para crianças de comunidades do Rio de Janeiro e 1 festa de confraternização com apresentação dos alunos e bailarinos convidados no teatro ou na sede do projeto. Todas as atividades serão gratuitas.
Quanto às oficinas de dança realizadas na Escola Dançando Para Não Dançar, não se aplica. Em relação a apresentação realizado ao final das oficinas e fechamento do ano, trata-se de uma apresentação artística doaprendizado, com temática e coreografias especialmente criadas para demonstrar o êxito das crianças e adolescente nasatividades das oficinas - habilidades técnicas do balé, em um contexto que reúne alunos e bailarinos profissionais.
Objetivo geral: oferecer aulas gratuitas de balé clássico, dança moderna e contemporânea para crianças e adolescentes, de famílias de baixa renda. Promover formação artística, autoestima e cidadania ao possibilitar que os alunos possam adquirir conhecimentos complementares à educação formal, usando a dança como agente motivador. Possibilitar o acesso ao balé como expressão cultural, provendo recursos materiais gratuitos, incentivo e afeto. Agregar a família e a comunidade neste processo de desenvolvimento pessoal, social e cidadania. Objetivo específico: Realizar seleção por meio de chamamento nas redes sociais do projeto. Os alunos receberam uniformes completos e todo material necessário para frequentarem as oficinas. A Escola conta com um coordenador geral, com três professores e duas auxiliares artísticas e administrativas. As oficinas serão ministradas na sede do projeto, inteiramente adaptada para abrigar a escola de dança, contando com três salas de aula de balé, uma biblioteca e área de computação com 10 estações, disponibilizadas para atividades de estudos e formação dos alunos. Para garantia de acessibilidade há rampas para acesso ao prédio, banheiro adaptado para cadeirantes e elevador. Além das 02 salas nas comunidades. As aulas acontecerão duas vezes na semana, com uma horas de aula/dia, obedecendo ao calendário oficial do ano letivo escolar da cidade do Rio de Janeiro. As atividades anuais serão encerradas com uma apresentação de dança na festa de confraternização, gratuito e aberto ao público em geral, com a apresentação de alunos selecionados nas oficinas e professores e profissionais convidados.
O Dançando Para Não Dançar é um estabelecimento de ensino sem fins lucrativos que possui oficinas de danças e ao final de cada ano letivo é realizada uma apresentação de artes cênicas na festa de confraternização da companhia. A justifica é a valorização da cultura, apoio a produção e a expressão cultural, o que abre a possibilidade de profissionalização para jovens de comunidades. A formação artística estimula, também, a autoestima, a cidadania e possibilita que os alunos adquiram conhecimentos complementares. As apresentações com músicas brasileiras e folclóricas são usadas em conjunto com a dança como um agente motivador. O trabalho desenvolvido ultrapassou fronteiras. Escolas de dança de outros estados e do exterior oferecem bolsas de estudos para alunas do projeto que se destacam. Várias já conquistaram lugares em companhias de dança com renome internacional e hoje são referências para as crianças que ingressam nas oficinas, como Ingrid Silva, Primeira Bailarina do Ballet de Harlem. A ideia veio pela necessidade de mudar algo através da arte, que sempre foi de difícil acesso para esse público: Por exemplo, uma sapatilha de ponta possui um valor elevado (em média R$500,00). A filosofia é fazer com que essas crianças, de diferentes classes sociais, tenham sonhos e se sintam prontas para realizá-los. Montagens de clássicos do balé como "O Quebra Nozes", "Coppelia", "Lago dos Cisnes", "Bela Adormecida", entre outros, foram assistidos. Iremos remontar o balé RECONTRÓI RIO, que mostra a visão romântica do morro e sua realidade. Toda montagem tem como pano de fundo uma história de amor, que vê a vida nas favelas elementos mitológicos da Grécia Antiga, Num contraponto ao verdadeiro cenário de guerra vivido pelos próprios alunos e suas famílias nas comunidades. O Dançando Para Não Dançar vem, desde então, dando acesso às crianças e jovens de comunidades populares à cultura. Os principais alvos são a profissionalização, o incentivo à participação cultural e o combate à exclusão social, ao proporcionar acesso à formação em uma profissão que dificilmente ingressarão.
Os projetos sociais são importantes para ajudar a quebrar barreiras, principalmente no mundo da dança. Esses projetos inseridos em comunidades são ainda a melhor maneira de combater a pobreza cultural em escala, é através dessa inserção que seminimiza as diferenças sociais. O Dançando Para Não Dançar não só visa descobrir e promover talentos, como também insere a chance de mudança através dadança, neste caso o balé clássico, que além de trabalhar o corpo e a mente também requer autodisciplina e determinação.
Oficinas de Balé : Quanto à acessibilidade física, a sede do Dançando possui rampa para cadeirantes na calçada para acesso ao prédio, elevador ebanheiro para cadeirantes e portadores de deficiência. Evento de Apresentação: Em relação a apresentação, o teatro a ser contratado, terá que , obrigatoriamente, contar com equipamentos e estrutura deacesso para portadores de deficiência. Ex: rampas, elevadores e sanitários adaptados. No início de uma apresentação, o locutor apresentará a sinopse, também gravado em libras E Braille. A própria dança com a suaexpressão corporal já mostra o conteúdo da história que será apresentada. O projeto desenvolve um trabalho de inclusão acolhendo alunos portadores da Síndrome de Down e Autismo, que frequentamaulas/oficinas e participam das apresentações.
Todas as atividades do projeto - oficinas e apresentação de dança - são gratuitas, indo ao encontro dos objetivos deDemocratização de acesso à Cultura. Oficinas - As oficinas do projeto irão atender, de forma inteiramente gratuita, crianças e adolescentes as quais serāoministradas aulas de balé, incluindo todo o material necessário. Os alunos sāo oriundos, exclusivamente (100%), decomunidades populares e obrigatoriamente matriculados em Escolas Públicas. O projeto possibilita a essas crianças e adolescentes o acesso a uma arte que dificilmente poderiam aprender considerando as condições socio econômicas de suas respectivas famílias. O balé é reconhecido como arte elitista, antes do Projeto Dançando Para Não Dançar.As oficinas são ministradas por alunos já profissionalizados ou mais avançados. Essa profissionalização se dá por meios de estágiose audições em escolas e companhias renomadas, no Brasil e no exterior, para serem bailarinos profissionais e professores de balé,inclusive para dar aulas e ensaiar o espetáculo. O Dançando promove a inclusão de crianças portadoras de Síndrome de Down e Autismo nas oficinas e no espetáculo. Evento/apresentação - Em relação a democratização de acesso ao Espetáculo, serão reservados 50% dos convites para estudantes e professores deinstituições públicas de ensino. O restante é destinado ao público em geral, familiares, comunidades e imprensa. Os figurinos dosbailarinos são fornecidos pelo projeto com reciclagem. Ficará disponível na internet, o registro audiovisual dos espetáculos. Será permitida e autorizada a captação e veiculação de imagens da apresentação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Proponente: Associação Dançando Para Não Dançar Corpo Técnico: 1- Thereza Christina Aguilar - Gerencia as Oficinas e professora de artes cênicas . Formada em Dança com especialização no Staatliche Ballettschule Berlin e Pós-graduada em Dança para criança, pela Faculdade Cândido Mendes. 2 - Paulo Rodrigues - Primeiro Bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Coordenador Artístico e Professor de Artes Cênicas. 3 - Samara Pereira Alves de Mello - Professora de Artes Cênicas, Coreógrafa e Bailarina. Ex- aluna do projeto. 4 - Franciana Gomes - Professora de gênero de Dança, Artes Cênicas e Cultura . Formada na Escola do Theatro Municipal. Ex-aluna do projeto. 5 - Pauliceia Borges - Professora de Artes Cênicas e faz assessoria de comunicação nas redes sociais do projeto. Formada na Angel Vianna em Dança. Ex- aluna do projeto. 6 - Designer Gráfico - Marcos Vieira 7 - Contador - Fernando Motta- Contador 8 - Técnico de som - a ser contratado 9 - Técnico de Luz - a ser contratado
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.