Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Montagem da peça A OVELHA NEGRA de João Bethencourt.
Um casal feliz, Laura e Otávio, acaba de se mudar de apartamento. A mudança mexe com muitas coisas e uma pequena discussão quando ambos, após um dia de trabalho, retornam para o novo e ainda desarrumado lar, transforma um mal-entendido em um iminente rompimento. Com o bom humor e o aguçada observação que são caracterísiticas de seu consagrado estilo, o escritor e dramaturgo focaliza, em tempo real, o que acontece na sala do casal à beira de uma tumultuada separação.
OBJETIVO GERAL Realizar a montagem e temporada da peça "A OVELHA NEGRA", texto inédito de João Bethencourt, com direção de Gláucia Rodrigues na cidade do Rio de Janeiro. OBJETIVO ESPECÍFICO Realizar 32 apresentações e 2 ensaios abertos do espetáculo no período de dois meses. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar: 2 ensaios abertos do espetáculo com ingressos gratuitos para 350 espectadores 2 Palestras gratuitas com 175 participantes totalizando um total de 350 pessoas.
A dramaturgia de João Bethencourt explora a comédia de costumes - filão clássico do teatro brasileiro - aliada a uma visão crítica da temática abordada. A ação e diálogos que desenvolve em seus textos são de grande comunicabilidade e aceitação popular. Autor profícuo do teatro brasileiro, tem mais de 30 peças escritas e encenadas. Depois de formar-se em agronomia no Rio de Janeiro, faz, no início dos anos 50, mestrado em teatro na Universidade de Yale, Estados Unidos, onde adquire domínio da técnica de playwriting, que constitui um dos traços fortes do seu perfil como autor. Na volta ao Rio de Janeiro, dirige em 1954, para o grupo amador O Tablado, Nossa Cidade, de Thornton Wilder, que o projeta como um dos mais promissores encenadores da sua geração. Em 1956, dirige para o Teatro Nacional de Comédia, TNC, uma adaptação de Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida. Em 1957 volta a dirigir no TNC, desta vez uma peça de sua autoria, Jogo de Crianças; e, no mesmo ano, Provas de Amor é montada no Teatro Brasileiro de Comédia, TBC, em São Paulo, com direção de Maurice Vaneau. Desde então, João Bethencourt transforma-se no mais prolífico autor teatral brasileiro, lançando cerca de 30 comédias de sua autoria, praticamente todas com sua própria direção. Destacam-se: Dois Fragas e um Destino, Como Matar um Playboy, Frank Sinatra 4815, O Crime Roubado, Mister Sexo, O Dia em que Raptaram o Papa, Bonifácio Bilhões, A Cinderela do Petróleo, Tem um Psicanalista na Nossa Cama, A Venerável Mme. Goneau, Brejnev Janta Seu Alfaiate, O Padre Assaltante, última vencedora do Concurso de Dramaturgia do Instituto Nacional de Artes Cênicas em 1987. Além da sua impressionante penetração no mercado brasileiro, ele torna-se também um dos autores mais montados no exterior, sendo que O Dia em que Raptaram o Papa, com cerca de 30 encenações estrangeiras, ocupa o primeiro lugar, seguida de Bonifácio Bilhões, Como Matar um Playboy, O Dia em que Alfredo Virou a Mão e A Sina do Barão (adaptação de um conto de Arthur Schnitzler). Bethencourt assina também montagens de outros dramaturgos. A sua encenação de Um Elefante no Caos, de Millôr Fernandes, lhe vale o Prêmio Associação Nacional de Críticos Teatrais, APCT, de melhor diretor de 1960. Dirige também, entre outros textos, As Feiticeiras de Salém, de Arthur Miller, 1965; e Os Pais Abstratos, de Pedro Bloch, 1966, e, ainda, uma ópera, La Bohéme, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em Lisboa dirige, para o Teatro Villaret, Verão e Fumo, de Tennessee Williams, e Assassinos Associados, de Robert Thomas, também em 1966; em Amsterdã, para a Companhia Karl Guttmann, Bonifácio Bilhões, de sua autoria; em Londres, é assistente de George Devine, no Royal Court, na montagem de Exit the King, de Eugène Ionesco. Por sua encenação de O Doente Imaginário, de Molière, ganha o Prêmio Governador do Estado, em 1978. É também um ativo tradutor de teatro, tendo no seu acervo traduções de autores que variam de Molière, Bernard Shaw e Arthur Miller a Georges Feydeau, Neil Simon, Jean Poiret e Pierre Barillet e J. P. Grédy. Outra faceta da sua atividade é a de professor. Já em 1954 é o primeiro ocupante da cadeira de Direção no Conservatório Nacional de Teatro. No governo de Carlos Lacerda é diretor do Departamento de Cultura do Estado da Guanabara. Também participa da Diretoria, ocupando inclusive a Presidência, da Associação Carioca de Empresários Teatrais. Realiza ainda trabalhos jornalísticos, sobretudo com textos de humor, redige roteiros para televisão, escreve um livro de humor, A Mãe que Entrou em Órbita, e um romance, Vidas de El Justicero, filmado por Nelson Pereira dos Santos. Algumas de suas peças são também adaptadas para cinema. Com agudo senso de observação, João Bethencourt pinça do cotidiano carioca, brasileiro ou até mesmo universal um pequeno episódio e o transforma numa história que comporta um comunicativo potencial humorístico. Esse humor é tão autenticamente brasileiro que lança mão de recursos farsescos clássicos do nosso teatro popular. Suas peças mostram domínio dos mecanismos do teatro e, por meio da história, das cenas, das personagens e dos diálogos, agradam o público. O autor escreve, dirige e também produz ou co-produz os resultados do seu trabalho, ocupando espaços significativos no mercado teatral, chegando a ter, no Rio de Janeiro, três peças simultaneamente em cartaz. O crítico Yan Michalski, ensaiando uma apreciação sobre o autor, reconhece que a crítica especializada muitas vezes fez restrições ao seu trabalho, por não se aprofundar nos assuntos que aborda e, como diretor, se manter em uma criação rotineira. Mas, segundo Michalski, "... ninguém pode negar-lhe o mérito de ter delimitado com nitidez e explorado com eficiência um espaço específico de criação teatral: o de um entertainment ameno, mas nos seus momentos mais felizes dotado de uma real visão crítica, de uma incontestável competência técnica, e de uma rara identificação Em 2024 João Bethencourt completaria 100 anos, e esta montagem será uma homenagem para este grande autor brasileiro O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso. (Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II – Oferecer ensaios abertos e palestra. Realizar 2 ensaios abertos gratuitos para a população em geral Realizar a palestra gratuita A IMAGEM DO SOM com o diretor musical Wagner Campos para 350 participantes
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UM TEATRO QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZARE SESSÃO COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR SESSÃO COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UMA SALA QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS.
Art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. Realizar: 2 Palestras gratuitas com 175 participantes totalizando um total de 350 pessoas. 2 ensaios abertos do espetáculo com ingressos gratuitos para 350 espectadores
GLÁUCIA RODRIGUES - DIREÇÃO Bacharel em artes cênicas pela UNIRIO, Gláucia estreou no teatro em 1981 em Nelson Rodrigues: O Eterno Retorno, de Nelson Rodrigues, com direção de Antunes Filho, participando de festivais de Teatro em Londres e Berlim. Em 1982 atuou em Macunaíma, de Mário de Andrade, com direção de Antunes Filho, cumprindo uma excursão pela América do Sul e Europa, num total de nove países. Trabalhou ainda em montagens de O Boca de Ouro (88), A Comédia dos Erros (92), As Malandragens de Scapino (95), O Olho Azul da Falecida (96), A Moratória (01), O Avarento (2002), O Doente Imaginário (2005), As Preciosas Ridícuas (06), As Eruditas (07), o Santo e a Porca (08) e Thérèse Raquin (11). SAMUEL ABRANTES - FIGURINISTA. Formado em letras - português e grego - pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, sua formação técnica se dá como criador de fantasias e alegorias de escolas de samba. Estreia como figurinista de teatro em Baal, de Bertolt Brecht, 1989, com a Companhia de Encenação Teatral - CET, de Moacyr Góes. É professor adjunto e coordenador do Curso de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro - EBA/UFRJ. JOSÉ DIAS – CENÓGRAFO Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo, desenvolvendo pesquisa sobre a arquitetura cênica no Brasil, o carioca José Dias começou sua carreira de cenógrafo em 1969. Ao teatro dedica maior parte do seu tempo, não só através de trabalhos profissionais, mas também pelo desempenho de funções acadêmicas. Como cenógrafo e figurinista, já participou de mais de 250 espetáculos. WAGNER CAMPOS – MÚSICAS E DIREÇÃO MUSICAL Compositor, diretor teatral, pesquisador, arranjador, diretor/ produtor musical e musicista especializado em instrumentos antigos e tradicionais de cordas dedilhadas. É compositor, arranjador, instrumentista, diretor e produtor musical em mais de trinta produções em Teatro, Televisão e Cinema, atuando desde o ano de 1979. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional. Fundador da Cia Limite 151 adaptou para o teatro as obras “Dom Quixote de La Mancha” de Miguel de Cervantes (1991) e “Os Contos de Canterbury” de Geofrey Chaucer (2004). ÉLCIO ROMAR - ATOR Em 1974, começou a cursar a Escola de Teatro da UNE e, posteriormente, iniciou suas atividades profissionais, fazendo pontas em novelas como "Os Ossos do Barão", "A Corrida do Ouro", Super Manoela" e "Bravo". Sua primeira novela com personagem fixo foi "O Rebu", em 1974. Dois anos depois foi apresentado aodiretor Herval Rossano, e com quem fez sete novelas: "O Feijão e o Sonho", "À Sombra dos Laranjais", "Sinhazinha Flô", "Gina", "Cabocla", "Marina" e "A Gata Comeu". Na TV Manchete trabalhou nas novelas "Viver a Vida" e "Mania de Querer". De volta a Globo, em 1995, atuou em "A Próxima Vítima", "Zazá", "Suave Veneno", "Vila Madalena" e "Senhora do Destino", onde viveu o gerente de um motel. Elcio tem feito muito teatro nas últimas décadas. Algumas de suas peças são: "Trair e coçar é só começar", "Navalha na Carne", "Viva sem medo as suas fantasias sexuais", "É...", "Um Pijama para Seis", "A Vida Privada é uma Comédia", "Não Explica que Complica" e "O Aposentado Adolescente", “O Santo e a porca”, entre muitas outras. Ele também atua bastante como dublador, sendo a voz oficial de Michael Douglas no Brasil. Também já dublou vários filmes de Woody Allen. Em 2009/2010 protagonizou a remontagem da comédia “O Santo e a porca” com direção de João Fonseca e a montagem inédita da peça “O Especulador” de Honoré de Balzac, comn direção de José Henrique. Em 2011 esta em cartaz com a comédia “As Eruditas” de Molière, com direção de José Henrique Moreira. Em 2013 protagoniza a montage mda comedia "O Doente Imaginário" de Molière, com direção de Jacqueline Laurence. PROPONENTE: L. PRODUÇÕES ARTISTICAS LTDA. será COORDENADOR GERAL, GERENCIA FINANCEIRA e ATOR (Edmundo Lippi) EDMUNDO LIPPI – ATOR E COORDENADOR A partir de 1992 produz e atua em mais de 21 espetáculos teatrasi, entre eles: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; “À Margem da Vida” de Tenesse Williams, direção de Roberto Vignati. “Frankenstein” de Mary Shelley, direção de Angela Leite Lopes. “As Malandragens de Scapino” de Molière, direção de João Bethencourt; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière, direção de João Bethencourt; “A Moratória” de Jorge Andrade, direção de Sidney Cruz; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz; “O Doente Imaghinário” de Molière, direção de Jacqueline Laurence; “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekov, direção de Sidnei Cruz e “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, direção de Wagner Campos.
PROJETO ARQUIVADO.