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Publicar uma segunda edição revisada e ampliada do livro Remanescentes da Mata Atlântica, publicado originalmente em 2018 pela Editora Olhares em colaboração como Museu da Casa Brasileira, com autoria de Ricardo Cardim e fotografias de Cassio Vasconcelos.
Após extenso garimpo iconográfico, este livro reúne as imagens disponíveis da floresta original e de sua destruição. Registra a busca pelas maiores árvores ainda existentes na Mata Atlântica e também se detém na relação da paisagem com a cultura material.A devastação da Mata Atlântica é um fenômeno muito pouco registrado e disseminado. A ponto da sociedade não ter, hoje, uma ideia precisa de como era originalmente este bioma, predominante na paisagem costeira do Brasil e detentor de uma das mais ricas biodiversidades do mundo. Com base em um extenso garimpo iconográfico, este livro reúne as imagens disponíveis da floresta original e de sua destruição. Além disso, registra a busca do autor, Ricardo Cardim, em companhia do fotógrafo Cássio Vasconcellos e do botânico Luciano Zandoná, pelas maiores árvores ainda existentes na Mata Atlântica, em expedições por cada um de seus principais ecossistemas. Produzido em parceria com o Museu da Casa Brasileira, o livro também se detém na relação da paisagem com a cultura material (tangível na produção de móveis e casas), em busca de uma melhor compreensão sobre a produção feita pelo homem e sua relação com os recursos naturais.
Objetivo Geral: Publicar uma segunda edição revisada e ampliada do livro Remanescentes da Mata Atlântica, publicado originalmente em 2018 pela Editora Olhares em colaboração com o Museu da Casa Brasileira, com autoria de Ricardo Cardim e fotografias de Cassio Vasconcelos. O livro teve sua tiragem esgotada rapidamente, já em 2021, demonstrando sua relevância no debate histórico-cultural da preservação ambiental. Nessa nova edição, o livro terá 16 páginas a mais, com novos conteúdos sendo produzidos a partir da continuação da pesquisa, com novas descobertas já realizadas e duas novas idas a campo previstas. O prosseguimento das pesquisas do livro ajudou na descoberta em 2020 do maior pau-brasil ainda existente, com ampla repercussão de mídia. Com a descoberta e apresentação do livro a autoridades, o pau-brasil secular foi declarado Monumento Natural. Também foi descoberto, após o lançamento do livro, o paradeiro da maior árvore já documentada na Mata Atlântica - que está na capa -, morta em meados do século passado. Raras fotografias da exportação de jacarandá da Bahia no Espírito Santo encontrados em poder de uma família e registros inexistes em coleções públicas são outros achados iconográficos de árvores gigantes da Mata Atlântica original cerca de um século atrás. Serão feitas duas expedições para complementar o conteúdo para RIO DE JANEIRO (região metropolitana) e PONTAL DO PARANAPANEMA, com presença do autor, Ricardo Cardim, e do fotógrafio, Cassio Vasconcelos. Objetivos específicos: - Publicar uma segunda edição do livro Remanescentes da Mata Atlântica com 16 páginas a mais (de 344 páginas para 360 páginas) - Produzir uma tiragem de 2.000 exemplares do livro (bilingue português/inglês) para essa segunda edição - Realizar 2 palestras para estudantes da rede pública e seus professores com os autores do livro - Doar 10% da tiragem para escolas e bibliotecas públicas
O projeto atende os seguintes incisos do Artigo 1º A: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E no Artigo 3º: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; EM OUTUBRO DE 2017, FOI INAUGURADA NO MUSEU DA CASA BRASILEIRA, EM SP, A EXPOSIÇÃO "REMANESCENTES DA MATA ATLÂNTICA", CUJA TÔNICA PRINCIPAL É A O ASPECTO CULTURAL DA CONVIVÊNCIA COM A FLORESTA. PARA PRODUZI-LA, FORAM RESGATADOS ANTIGOS REGISTROS VISUAIS, RELATOS E FERRAMENTAS DO DESMATAMENTO E BENEFICIAMENTO DAS MADEIRAS DA MATA ATLÂNTICA. FORAM DESENVOLVIDAS PESQUISAS SOBRE O CONTEXTO HISTÓRICO, BIOLÓGICO E CULTURAL DOS DIFERENTES MOMENTOS DE EXPANSÃO DA FRONTEIRA HUMANA SOBRE A FLORESTA PRIMÁRIA EM TODA A MATA ATLÂNTICA. O RESULTADO FOI A FORMAÇÃO DO PRIMEIRO ACERVO HISTÓRICO FORMAL NO BRASIL SOBRE A MATA ATLÂNTICA ANCESTRAL, MOSTRANDO SUAS ENORMES ÁRVORES, BIODIVERSIDADE E EXTENSÃO. EM 2018, O CURADOR RICARDO CARDIM PUBLICOU UM LIVRO HOMÔNIMO, APRESENTANDO ESTA FARTA DOCUMENTAÇÃO SOBRE A MATA ATLÂNTICA PRIMITIVA, RARÍSSIMA ATUALMENTE, E SOBRE SEUS REMANESCENTES ATUAIS, TRAZENDO UM OLHAR NUNCA ABORDADO SOBRE O TEMA. Poucos sabem, mas a Mata Atlântica original era uma floresta muito diferente do a que o homem do século XXI pode ver nos poucos fragmentos sobreviventes. Raramente documentada nos séculos passados, escassos registros da "Caetê" ou "mata verdadeira" na língua indígena, chegaram aos nossos tempos, e não há notícias de acervos significativos sobre o tema. Essa lacuna histórica , cultural e ambiental, que atrapalha o entendimento para a preservação e recuperação futura da floresta, levou a formatação do projeto. Concomitante, a fim de incrementar o entendimento da exuberância da Mata Atlântica primária, propusemos algo atualmente raro na pesquisa histórica - uma expedição de pesquisa de campo durante 40 dias nas regiões dos estados de São Paulo e Paraná, em cidades que derrubaram suas florestas originais na primeira metade do século XX, na procura de fotografias, ferramentas e testemunhos que apresentassem a realidade natural de uma floresta ainda sem a mácula da civilização e sua rápida alteração sob o homem "civilizado". Esse livro traz à luz os remanescentes encontrados. Não os viventes nas atuais escassas florestas. Mas aqueles da selva original, que nossos bisavôs tiveram o privilégio de vislumbrar e também de transformar, com suas ferramentas, bois, trens e caminhões. A PESQUISA PREENCHEU UMA LACUNA INACEITÁVEL NA HISTÓRIA DO PAÍS DETENTOR DA MAIOR BIODIVERSIDADE DO MUNDO. O QUE FOI A MATA ATLÂNTICA ORIGINAL? QUAL ERA O TAMANHO DE SUAS ÁRVORES? COMO DESAPARECEU TÃO RÁPIDO? O QUE SOBROU? O livro foi finalista do Prêmio Jabuti, o que mostra sua qualidade e a importância do tema. Foi também selecionado pela Fundação Cartier de Paris, França, para compor o acervo do tema disponível em sua livraria ao longo da exposição "Trees", em 2019/2020. Repercussão na época do lançamento: "Remanescentes" dá concretude a esse processo biológico e mercantil. Ricardo Cardim foi a baús perdidos em fazendas, a arquivos e bibliotecas. Saiu a campo e fotografou o espólio da hecatombe vegetal. Seu fio de Ariadne visual _ um achado _ são os gigantes da mata." Coluna de Mario Sergio Conti, Folha de São Paulo. Remanescentes da Mata Atlântica: as grandes árvores da floresta original e seus vestígios, publicado pelo Museu da Casa Brasileira e finalista do Jabuti, reúne um repertório de imagens da destruição da floresta ao longo dos séculos, processo com enorme semelhança ao que ocorre hoje com a Amazônia" Quatro Cinco Um, a revista dos livros "Um precioso resgate, com trombetas de alerta, vem de Remanescentes da Mata Atlântica, o alentado documento assinado pelo botânico Ricardo Cardim - obra tão valiosa quanto o tema que aborda" Carta Capital "Expedição acha as últimas árvores centenárias da Mata Atlântica." Folha de São Paulo "Com imagens inéditas, a obra mostra como era e o que restou da floresta que há poucos séculos ocupava o território brasileiro do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul." Veja "A primeira novidade desse trabalho é a descoberta de um jequitibá-rosa batizado de Matriarca. Localizada no Parque Estadual Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro, interior de São Paulo, é considerada a segunda maior árvore já medida no estado." ISTOÉ "Com um levantamento iconográfico inédito, a obra traz imagens raras da Mata Atlântica."O Globo "Descubra como era a Mata Atlântica original." WWF Brasil Novas descobertas para segunda edição revisada e ampliada - O prosseguimento das pesquisas do livro ajudou na descoberta em 2020 do maior pau-brasil ainda existente, com ampla repercussão na grande mídia. Com a descoberta e apresentação do livro a autoridades, o pau-brasil secular foi declarado Monumento Natural. - Descoberta do paradeiro da maior árvore já documentada na Mata Atlântica - capa do livro - morta em meados do século passado. - Raras fotografias da exportação de jacarandá da Bahia no Espírito Santo encontrados em poder de uma família, registros inexistes em coleções públicas. - Novos achados iconográficos de árvores gigantes da Mata Atlântica original cerca de um século atrás. - Novas árvores gigantes sobreviventes. - Serão feitas duas expedições para complementar o conteúdo para RIO DE JANEIRO (região metropolitana) e PONTAL DO PARANAPANEMA, com presença do autor, Ricardo Cardim, e do fotógrafio, Cassio Vasconcelos. Por todas as razões acima descritas, por se enquadrar nos requisitos da lei e por se tratar de um projeto de clara relevância para nosso país, trazendo aspectos culturais e ambientais de uma Mata Atlântica desconhecida por nós, acreditamos que o projeto está apto para ser incentivado e, com certeza, tem grande potencial de captação e realização.
CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, a critério do proponente. § 2º As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino, que não se confundem com as medidas de ampliação do acesso contidas no inciso VI do art. 28, podendo abranger uma das seguintes ações: I - oferecer bolsas de estudo ou estágio de gestão cultural e artes; II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; ou III - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Como contrapartida social de acesso, o proponente irá realizar duas palestras sobre o livro para alunos da rede pública de ensino e seus professores., atendendo o parágrafo 1 do Art. 30. As palestras serão para no mínimo 200 alunos/professores, atendendo o requisito mínimo de 10% do quantitativo do produto previsto no plano de distribuição.
Versão revisada e ampliada com 360 páginas Formato: 25,5 x 33,6cm Capa dura com laminação fosca e baixo relevo Papel de guarda: offset 150g, impressão 4x4 cores Papel de miolo: couche fosco 150g, impressão 4x4 cores 2.000 exemplares Livro bilingue: português/inglês
1. Produto Livro: 1.1 Acessibilidade FÍSICA O proponente se compromete a realizar o lançamento do livro, se acontecer em local físico, que o mesmo tenha rampas de acesso para cadeirantes e banheiros acessíveis. Se for em plataforma virtual, será um evento em plataforma gratuita. 1.2 Acessibilidade para deficientes visuais O proponente irá disponibilizar um link dentro do livro impresso para o audiolivro da nova edição ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1.3 Acessibilidade para deficientes auditivos O proponente se compromete a realizar no lançamento do livro, seja em ambiente físico ou virtual, o recurso de intérprete de libras. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 2. Produto Contrapartidas sociais: palestras para estudantes rede pública 2.1 Acessibilidade FÍSICA O proponente se compromete a realizar a palestra, se acontecer em local físico, que o mesmo tenha rampas de acesso para cadeirantes e banheiros acessíveis. Se for em plataforma virtual, será um evento em plataforma gratuita. 2.2 Acessibilidade para deficientes auditivos O proponente se compromete a realizar a ação formativa, seja em ambiente físico ou virtual, o recurso de intérprete de libras. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA
Seção II - Das Medidas de Democratização de Acesso Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Como medida de democratização de acesso, o proponente irá: - doar 10% (200 livros) gratuitamente para escolas, bibliotecas, etc.
A função do proponente é de coordenação editoral, reponsável por todo o processo decisório e gestão das ações do projeto. Coordenação editorial e publicação: Editora Olhares (EO Editora) - proponente A EO Editora Ltda, nome fantasia Editora Olhares, é uma empresa brasileira constituída em 2008 com objetivo de elaborar e produzir projetos culturais. A editora se especializou em propor e gerar conteúdo editoriais, culturais e artísticos com a preocupação central de transformar o resultado de pesquisas rigorosas em narrativas agradáveis e dinâmicas, primando por um tratamento visual moderno e adequado a cada projeto. A empresa está engajada no resgate e registro de temas culturais e históricos, comprometendo-se com a preservação e difusão da cultura nacional. Dentre os trabalhos que desenvolveu, destacam-se:Livros publicados (www.editoraolhares.com.br) • O fabuloso Zé Rodrix (2017) • Marcenaria Baraúna: móvel como arqutetura • Desenho da utopia (2016) • Móvel moderno no Brasil (2015) • Sapos, cobras e lagartos - a charge política de Glauco (2014)• Já era jacaré (2013)• Alex Vallauri – da gravura ao grafite (2013)• Ciclismo no limite (2013)• A vida dos centros (2013)• São Paulo é Legal! (2013)• Sobrados da Zona Oeste (2012)• São Paulo 1971-2011. História recente, versões literárias, resíduos visuais (2012)• Artesãos da Sapucaí (2011)• Interiores no Brasil – a influência portuguesa nos espaços domésticos (2011)• Yoga massagem ayurvédica (2011)• Chico Niedzielski (2011)• Minas; estado de espírito (2010)• Retratos do Brasil Profundo (2010)• Um a um – arquitetura de Betty Birger (2010)• No campo da memória, jogando conversa fora (2010)• A arte de Jaime Prades (2009)• Faces da moeda (2009)• Menu di Funghi (2009)• Viva Favela (2009)• A Ilha Tipográfica (2008)• Japoneses no Vale do Aço (2008)Prêmios • 31o Prêmio Museu da Casa Brasileira, 2017 - 1o lugar na categoria Trabalhos publicados com o livro Marcenaria Baraúna: móvel como arquitetura.• 53o Prêmio Jabuti, 2011 - 2o lugar na categoria fotografia com o livro Minas; estado de espírito.• 25o Prêmio Museu da Casa Brasileira, 2011 - 1o lugar na categoria Trabalhos publicados com o livro Interiores no Brasil: a influência portuguesa no espaço doméstico. Coordenação editorial: Otávio Nazareth (sócio da EO editora) Graduado em Produção editorial pela Escola de Comunicação da UFRJ. Pós-graduado em Fotografia como instrumento de pesquisa, pela Universidade Cândido Mendes. Sócio e editor-executivo da Editora Olhares, responsável pela edição de mais de 60 títulos com perfil semelhante ao do projeto em questão. Autor dos livros: Intimidade revelada. São Paulo: Len Comunicação, 2007; Serra dos Órgãos. Rio de Janeiro: Doiis Editora, 2007; Stuhlberger – uma história da construção de São Paulo. São Paulo: Len Comunicação, 2006; Serra do Cipó. Rio de Janeiro: Doiis Editora, 2006; Onde nascem as águas, Serra da Mantiqueira. Rio de Janeiro: Doiis Editora, 2003. RICARDO CARDIM- AUTOR Ricardo Cardim Botânico e paisagista, é mestre em Botânica pela Universidade de São Paulo e diretor da Cardim Arquitetura Paisagística. Recebeu em 2021 o Muriqui, um dos principais prêmios ambientais do país, cedido pela RBMA-UNESCO. Também recebeu a Medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo da Câmara Municipal pela descoberta de áreas de Cerrado sobreviventes na malha urbana. Foi colunista por 7 anos da Rádio Estadão e de 2013 a 2014 na Rede Globo. Curador nas exposições de longa duração do Museu da Casa Brasileira “A Casa e a Cidade” e “Remanescentes da Mata Atlântica & Acervo MCB”. Com o objetivo de resgatar as florestas nativas dentro da escala urbana, criou e registrou a técnica Floresta de Bolso®, que pode ser aplicada em áreas públicas e privadas com a participação da comunidade em mutirão e apoiada por empresas e poder público. O artigo científico no International Journal of Biometeorology com o resultado da sua dissertação de mestrado foi citado pela revista Nature em 2017. Publicou os livros “Remanescentes da Mata Atlântica: As Grandes Árvores da Floresta Original e Seus Vestígios” (2018), finalista no Prêmio Jabuti na categoria Ciência, e “Paisagismo Sustentável para o Brasil: Integrando natureza e humanidade no século XXI” (2022), ambos pela Editora Olhares. Também é membro do Conselho Ambiental do Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia, MuBE CASSIO VASCONCELOS - FOTÓGRAFO Cássio Vasconcellos (n. 1965, São Paulo, Brasil) iniciou sua carreira de fotógrafo no começo dos anos 1980. Apesar de ter vasta experiência como fotojornalista, sua produção artística se destaca pela criação de espaços imaginários e de ficções a partir de elementos da realidade. Seu trabalho ultrapassa os métodos tradicionais da fotografia documental, criando uma linguagem experimental voltada à crítica da sociedade contemporânea. A predileção pela fotografia aérea auxilia na criação de imagens impactantes, que jogam, a partir da escala, com a nossa percepção do mundo. Vasconcellos publicou diversos livros reunindo essa produção, como Brasil visto do céu (Editora Brasileira, 2017), Panorâmicas (DBA, 2012) e Noturnos São Paulo (2002), entre outros. Nas suas fotos, podemos nos encontrar diante do excesso de produtos disseminados no nosso cotidiano, assim como da regularidade das formas arquitetônicas que parece se expandir infinitamente, figurações que aparecem como emblemas de nossa cultura. Ou nos deparamo com a exuberância incomensurável da natureza, traduzida em paisagens, tal como na série Viagem pitoresca pelo Brasil (2015), em que o artista se baseia e se inscreve na longa tradição de artistas que buscaram capturar o interior de nossas florestas. Percebe-se, então, que subjaz algo de sublime ao trabalho de Vasconcellos, tendo em vista que suas fotografias nos colocam em contato com aquilo que é demasiadamente vasto. Cássio Vasconcellos vive e trabalha em São Paulo, Brazil. Entre suas mostras individuais recentes encontram-se: Dríades e faunos, na Nara Roesler, no Rio de Janeiro, Brasil (2020); Collectives, no St Georges’s Gate (Castle of Ioannina) (2019), durante o Photometria Festival, em Ioannina, Grécia; Viagem pitoresca pelo Brasil, na Pequena Galeria 18 (2015), em São Paulo, Brasil; Aéreas do Brasil, no Paço das Artes (2014), em São Paulo, Brasil; e Coletivos, no Today Art Museum (TAM) (2013), em Beiing, e na Art + Shanghai Gallery (2013), em Shanghai, China. Suas obras estiveram recentemente nas coletivas: 13ª Bienal do Mercosul, Brasil (2022); Trees, na Fondation Cartier pour l’art contemporain (2019), em Paris, França; Civilization: The Way We Live Now, no National Museum of Modern and Contemporary Art (MMCA) (2018), Seul, Coréia do Sul; Past/Future/Present: Contemporary Brazilian Art from the Museum of Modern Art of São Paulo, no Phoenix Art Museum (2017), em Phoenix, Estados Unidos; além de Aquí nos vemos - Fotografía en América Latina 2000-2015, no Centro Cultural Kirchner (2015), em Buenos Aires, Argentina. Suas obras fazem parte de diversas coleções, no Brasil e no exterior, como: Museu de Arte de São Paulo (MASP), São Paulo, Brasil; Museo Nacional de Bellas Artes, Buenos Aires, Argentina; Bibliothèque Nationale, Paris, França; e Museum of Fine Arts Houston (MFAH), Houston, Estados Unidos.
PROJETO ARQUIVADO.