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Compreendendo que a música desenvolvida nas américas agrega diversas origens, o AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL vem celebrar o legado afro presente no continente, tornando o Estado do Amazonas o ponto de encontro deste AXÉ. Assim, a programação da 12ª edição do festival terá como produtos: FESTIVAL/MOSTRA, APRESENTAÇÃO MUSICAL e CONTRAPARTIDA SOCIAL.
Fruto de múltiplas diásporas, as culturas gestadas no espaço Atlântico ao longo de cinco séculos, contribuíram decisivamente para criar diversos sentidos de identidade no continente americano. A música aqui desenvolvida agrega diversas origens, dentre as quais se sobressai o legado africano. Os gêneros musicais daí advindos expressam algo em comum que encontrará diferentes designações, de acordo com a cultura em que se inserem: balanço, swing, sabor. No âmago de sua origem, todas expressam um conceito artístico e espiritual comum, presente cultura Iorubá: Axé. O poder de fazer acontecer e transformar a realidade pela arte e pela cultura. O AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL 2024 homenageia o legado afro, presente no continente americano. O AMAZONAS será o ponto de encontro: AXÉ!
OBJETIVO GERAL Sob o ponto de vista temático, o AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL visa apresentar diversas manifestações musicais no âmbito particular do gênero comumente designado como jazz. Assim, objetiva igualmente enfatizar o legado afro-americano, e de como este vem contribuindo para gestar sentidos múltiplos de identidade nas Américas. O AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL visa também propiciar um profícuo intercâmbio entre artistas locais, nacionais e internacionais, estimulando o crescimento técnico e individual, dos músicos da região. Por se tratar de evento que se estabeleceu de forma sólida no vasto calendário cultural do maior e mais verde estado do Brasil, o AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL reafirma seu compromisso com as políticas públicas baseadas em ações consistentes e integradas, capazes de atender aos interesses da população local, promovendo a cidadania por meio da cultura, atraindo turistas e novos investimentos, além da geração de capacitação técnica, emprego e renda. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A segmentação dos objetivos em sentido mais amplo elenca: Promover, fortalecer e expandir a cultura no Estado do Amazonas; Incentivar a cadeia da economia produtiva como um produto de lazer cultural, proporcionando à comunidade a oportunidade de assistir a espetáculos de alta qualidade artística; Desenvolver parcerias com entidades incentivadoras de projetos e atividades sociais, que retornem à comunidade na forma de benefícios nas áreas de lazer, cultura, turismo, serviços de restaurantes e hotelaria; Atingir um público diversificado e abrangente, aliando a manifestação cultural ao entretenimento, proporcionando retorno e visibilidades aos artistas, produtores e patrocinadores em potencial; Realizar 16 apresentações num período de 10 dias, para um público estimado de aproximadamente 700 pessoas em oito dias de apresentações no Teatro Amazonas, a preços populares de bilheteria. Além dessas apresentações objetivamos dois dias com apresentações no LARGO DE SÃO SEBASTIÃO, ao ar livre, em área contígua ao teatro, com acesso gratuito, para um público estimado de cinco a seis mil pessoas por noite. Sedimentar conhecimento advindo dos mais adiantados centros de produção de música de jazz no mundo, oferecendo, gratuitamente, palestras, master classes e workshops na capital e no interior. Esta ação é dirigida a diversos segmentos socioeconômicos. Já o conhecimento técnico apresentado nestas sessões, pretende abranger desde iniciantes até profissionais mais avançados; CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Realizar 04 master classes, 03 palestras e 02 oficinas, gratuitamente. Essa programação será realizada pelos músicos e técnicos participantes do Festival e disponibilizados para um público estimado em torno de 500 pessoas, sendo que 50% destes destinados a professores e alunos da rede pública de ensino.
Constata-se cada vez mais a potencialidade da cultura como forma de valorizar a consciência cidadã. Ela se afirma no que tange particularmente o desenvolvimento de um sentido de cidadania e pertencimento, que nos faça refletir sobre o que nós temos em comum, que gere um senso de união maior que a separação. A arte e acultura, mostram-se eficazes nesse sentido. Daí, a própria designação do evento ao enfatizar o significado de AXÉ no legado africano do Brasil. Desde seu início, o AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL tem dado um exemplo de como a cultura pode beneficiar a comunidade por meio de ações conjuntas envolvendo a sociedade, desenvolvendo variados aspectos de âmbito multiplicativo em campos tão diversos como os a seguir expostos: Culturais: Incentivar e manter a produção musical no Estado; Profissionais: Sedimentar, aprimorar e multiplicar o conhecimento profissional ao oferecer workshops, palestras e master classes aos artistas locais, membros dos corpos artísticos da Secretaria de Cultura, professores do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro _ LAOCS, instituição de ensino das artes mantida pelo governo do estado, presente não apenas na capital, mas também nos mais distantes rincões do interior do Amazonas; apontar uma possível carreira profissional para estudantes de música no geral e demais interessados; aprimorar a capacidade técnica de profissionais em diversas áreas, por meio dos workshops oferecidos abordando temas tão diversos quanto áudio e produção cultural, além da música; Sociais: Realização de oficinas de capacitação técnica, master classes, convivências, workshops, palestras com músicos locais e internacionais consagrados; Cidadania: Abordar temas como paridade de gênero na produção artística, combate ao preconceito racial, ao enaltecer o a dignidade humana, a tolerância e o respeito à pluralidade e diversidade. Sócio Econômicos: Geração de conhecimento técnico e inclusão do Amazonas no roteiro dos grandes festivais internacionais do gênero, gerando com isso desenvolvimento econômico, emprego e renda, oportunizando o ingresso no mercado de trabalho; Inclusão da rede de restaurantes e hoteleira de Manaus na participação do evento, por meio de acordos com a ABRASEL; Educação: Propiciar o acesso a uma diversidade cultural que contribui para a formação cidadã, sedimentando e ampliando a educação formal, assim expandindo a cultura geral; multiplicar o conhecimento sedimentado no estado, por meio de ações de agentes culturais em diversos centros localizados no interior do estado com acesso à programação acadêmica do evento, pela difusão propiciada via internet; Turismo: Ao atrair para o Amazonas visitantes; Buscamos o apoio do Ministério da Cultura para a aprovação deste projeto, de forma a que se possa captar recursos para a produção das apresentações, no que se refere aos cachês artísticos e demais custos de logística, já que o Governo do Estado do Amazonas, por meio de sua Secretaria de Cultura e Economia Criativa, se compromete em disponibilizar o Teatro Amazonas, o Largo de São Sebastião, o Centro Cultural Palácio da Justiça, o Teatro da Instalação e o Teatro Gebes Medeiros, locais onde decorrerão algumas das atividades. Por todas as razões já citadas, acreditamos que manter o AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL ativo e com uma programação de qualidade é de fundamental importância para a cultura, o turismo, a educação e a economia, assim como e para a geração de uma imagem positiva do Brasil no mundo. Além disso, devemos lembrar que a Cultura é uma das práticas de desenvolvimento sustentável mais ecologicamente corretas e, portanto, mais ajustadas à Região Amazônica. Assim, é pertinente que a designação de festival, agregue um signo de sustentabilidade ambiental, associando-se às 17 propostas da agenda 2030 da ONU. A Lei Federal de Incentivo à Cultura é extremamente necessária para execução do projeto visto que ela contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (Inciso I, art 1º, Lei 8.313/91). Considerando o Art. 1° da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O objetivo, conforme Art. 3° para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8.313/91, é o seguinte: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
CONTRAPARTIDAS SOCIAIS – OFICINAS E PALESTRAS DIA 01 TEATRO GEBES MEDEIROS 10h da manhã – MASTER CLASS com ALESSANDRO PENEZZI VIOLÃO – ABORDAGENS INTERPRETATIVAS PÚBLICO-ALVO ESTUDANTES DE VIOLÃO 100 PARTICIPANTES DIA 02 TEATRO GEBES MEDEIROS 10h da manhã – Oficina de ÁUDIO com CLÉMENT ZULAR TÉCNICAS DE CAPATAÇÃO DE ÁUDIO PARA STREAMING PÚBLICO-ALVO – PROFISSIONAIS DE ÁUDIO 100 PARTICIPANTES 15h à tarde – Palestra RITMICAS AMAZÔNICAS com KNISON RIBEIRO APRESENTAÇAO DE RITMOS E INSTRUMENTOS DA REGIÃO AMAZONICA PÚBLICO-ALVO: ESTUDANTES DE MÚSICA, ETNO MUSICOLOGIA E INTERESSADOS EM CULTURA AMAZÔNICA NO GERAL 50 PARTICIPANTES DIA 03 CENTRO CULTURAL PALÁCIO DA JUSTIÇA 10h da manhã – Master Class PIANO com JOVINO SANTOS NETTO IMPROVISAÇÃO PÚBLICO-ALVO: ESTUDANTE PROFISSIONAIS DE MÚSICA EM GERAL 50 PARTICIPANTES 15h à tarde – Oficina ILUMINAÇÃO CÊNICA com FERNANDA MATTOS DE SOUZA APLICAÇÃO DE ESTUDOS CROMÁTICOS NA ILUMINAÇÃO DE CENA PÚBLICO-ALVO: PARA INTERESSADOS EM ILUMINAÇÃO CÊNICA 30 PARTICIPANTES DIA 04 CENTRO CULTURAL PALÁCIO DA JUSTIÇA 10h da manhã – Master Class PIANO com HÉRCULSE GOMES A FUSÃO ENTRE O JAZZ E A MÚSICA BRASILEIRA PÚBLICO-ALVO ESTUDANTES, PROFESSORES E PROFISSIONAIS DE MÚSICA NO GERAL 50 PARTICIPANTES TEATRO GEBES MEDEIROS 15h à tarde – Palestra demonstrativa TOQUES DE ATABAQUE NA MÚSICA RITUAL AFRO AMAZÔNICA com HELIBERTO BARRONCAS PÚBLICO-ALVO: ESTUDANTES DE ETNOMUSICOLOGIA E PÚBLICO INTERESSADO EM CULTURA AFRO AMAZÔNICA 50 PARTICIPANTES DIA 05 TEATRO GEBES MEDEIROS 10h da manhã – Master Class SAXOFONE com JIMMY GREENE TÉCNICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA IMPROVISAÇÃO NO JAZZ PÚBLICO-ALVO: SAXOFONISTAS E MÚSICOS NO GERAL 50 PARTICIPANTES 15h à tarde – Palestra A CULTURA AFRO MARANHENSE EM MANAUS com KAKÁ BONATTES - MESTRE DE CAPOEIRA PÙBLICO-ALVO: ESTUDANTES DE ETNOMUSICOLOGIA E PÚBLICO INTERESSADO EM CULTURA AFRO AMAZÔNICA 50 PARTICIPANTES DIA 06 TEATRO GEBES MEDEIROS 10h da manhã – CONVIVÊNCIA com o saxofonista e compositor BILL EVANS onde contará sobre suas experiências como membro do grupo de MILES DAVIS, MAHAVISHNU ORCHESTRA e outos. PÚBLICO-ALVO: ABERTO A TODOS OS INTERESSADOS 100 PARTICIPANTES
Considerando o art. 25 da IN 01/23, destacamos abaixo as medidas que serão tomadas para garantir o acesso das pessoas com deficiência às atividades: O Teatro Amazonas, palco principal da realização do AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL 2024 é um local que busca contemplar medidas necessárias para garantir o acesso das pessoas com deficiência, conforme descrito abaixo: 03 vagas de estacionamento para idoso; 02 vagas de estacionamento para PCD's; 03 rampas de acesso ao pavimento térreo que interligam o Hall de entrada à plateia; 02 banheiros acessíveis no pavimento térreo (01 masculino e 01 feminino); 07 camarotes acessíveis no pavimento térreo; 01 balcão rebaixado para usuários de cadeira de rodas na bilheteria; 02 cardápios do Café Gioconda em Braille; 01 elevador de acesso ao pavimento superior do Teatro. Produto principal: FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: O Teatro Amazonas já contempla os aspectos arquitetônicos conforme descrito anteriormente. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA Não existe item referente a acessibilidade física deste produto na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS, AUIDITIVOS E INTELECTUAIS: O produto Festival/Mostra refere-se a itens de estrutura no projeto Produto secundário: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: O Largo de São Sebastião é um espaço público que já contempla os aspectos arquitetônicos para pessoas com deficiência Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA Não existe item referente a acessibilidade física deste produto na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS, AUIDITIVOS E INTELECTUAIS: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Intérprete de Libras 2. Narrador de audiodescrição Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais selecionados para realização das Contrapartidas (oficinas) já possuem os aspectos arquitetônicos necessários para receber pessoas com deficiência. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA Não existe item referente a acessibilidade física deste produto na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS, AUIDITIVOS E INTELECTUAIS: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Intérprete de Libras 2. Narrador de audiodescrição O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto terá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.
De acordo com o art 27, da IN 01/2023, há previsão de distribuição gratuita de ingressos conforme os limites estabelecidos. Como forma de democratizar o acesso, as apresentações que serão realizadas, no Teatro Amazonas, terão custo de ingressos que variam entre R$ 20,00 e R$ 100,00, sendo Plateia e Frisas R$ 100,00 1º Pavimento R$ 80,00 2º R$ 60,00 3º R$ 20,00 Além disso, serão realizadas duas noites de apresentações no Largo de São Sebastião com entrada gratuita. Ainda, há previsão de duas apresentações em flutuante, 01 em shopping, todas gratuitas. Estima-se atingir um público de aproximadamente 15.000 espectadores Considerando o art 28 da IN 01/23, serão adotadas como medidas de ampliação de acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; DAS CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Como Contrapartidas sociais serão oferecidos 04 master classes, 03 palestras e 02 oficinas, gratuitamente. Essa programação será realizada pelos músicos e técnicos participantes do Festival e disponibilizados para um público estimado em torno de 500 pessoas, sendo que 50% destes destinados a professores e alunos da rede pública de ensino. O Festival já firmou parcerias com a Coordenação dos cursos de Artes, Música e Produção Cultural das Universidade do Estado do Amazonas - UEA, e Universidade Federal do Amazonas - UFAM e com a diretoria do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro que atende gratuitamente alunos regularmente matriculados na rede pública de ensino para divulgarmos as informações das contrapartidas e poder divulgar para alunos e professores da rede pública de ensino a realização das palestras e oficinas. Considerando o art 28 da IN 01/23, serão adotadas como medidas de ampliação de acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
EDVAL MACHADO JÚNIOR – DIREÇÃO GERAL DO PROJETO Presidente da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural - AADC, graduado em Comunicação Social e Direito, atuando há mais de 15 anos, tem experiência na área empresarial, trabalhista e cultural. Como dirigente da instituição nomeado em 04 de junho de 2020, por meio de Decreto do Governo do Estado do Amazonas, o presidente da AADC, atuará por meio de serviço voluntário, sendo o mesmo responsável por todo processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira, realizando análise e direcionamento dos trabalhos desde sua pré-produção até a prestação de contas final. A ata de nomeação do atual diretor da AADC encontra-se anexada aos documentos. Principais técnicos e artistas que atuarão no projeto, sendo remunerados: RUI CARVALHO - Direção Artística - Diretor Artístico do Festival desde sua primeira edição em 2006. Regente, arranjador e educador, possui mestrado e doutorado em música pela UNICAMP,SP. Assumiu a titularidade como diretor da Amazonas Band, corpo artístico estável da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, a partir de 2001. Responde pela direção artística e pedagógica do AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL desde sua primeira edição em 2006. INÊS LIMA DAOU - Coordenação Geral do Projeto - Coordena o planejamento, a produção e a comunicação integrada dos eventos. De 1995 a 2003, foi diretora do Teatro Amazonas, Secretária Adjunta de Cultura e Turismo (2001/2003), Presidente da TV Cultura Amazonas (2004) e Presidente da Fundação Municipal de Cultura e Turismo de Manaus. Foi assessora de Marketing do Boi Bumbá Caprichoso de Parintins/AM. Produziu em 2022 E 2023 o AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL. ARTISTAS PARTICIPANTES TERENCE BLANCHARD E-COLLECTIVE BAND AND THE TURTLE ISLAND STRING QUARTET (EUA) Ganhador de 7 prêmios Grammy e nomeado por duas vezes para o Oscar por suas trilhas sonoras, TERENCE BLANCHARD é uma figura ímpar no cenário atual. Com duas óperas compostas, Blanchard adentrou um campo onde raramente músicos de jazz se aventuraram. O seu currículo é por demais extenso para tentar sequer resumi-lo. Sugerimos que acesse terenceblanchard.com para melhor se informar sobre o artista. No espetáculo de abertura do AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL ele apresenta o seu mais recente trabalho, o álbum ABSENCE, gravado em conjunto com o TURTLE ISLAND QUARTET – um dos mais prolíficos e importantes quartetos de cordas da atualidade, pela primeira vez no Brasil. -, e seu quinteto, o E-COLLECTIVE BAND. AMAZONAS BAND (BRASIL) Corpo Artístico da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, conta com participações em onze edições do AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL, do qual é a banda residente. Ao longo de mais de duas décadas a AMAZONAS BAND dividiu o palco com uma plêiade de artistas consagrados, que figuram no topo do cenário contemporâneo no Brasil e no exterior: Daniel Barry, Randy Brecker, Marcelo Coelho, Vinícius Dorin, John Fedchock, Jimmy Greene, Dave Hanson, Felipe Lamoglia, Dave Liebman, Bruno Mangueira, Altair Martins, Kuni Mikani, Bob Mintzer, Steve Mostovoy, Jeremy Pelt, Chico Pinheiro, Leila Pinheiro, Proveta, Cláudio Roditi, Felipe Salles, Ed Sarath,Rodrigo Ursaia. A AMAZONAS BAND possui três CDs, gravados ao vivo em diferentes edições do festival de jazz no TEATRO AMAZONAS, em Manaus: AMAZONAS JAZZ COM VINÍCIUS DORIN (2009) AMAZONAS BAND CONVIDA GILSON PERANZZETTA E MAURO SENISE (2012) RANDY BRECKER LIVE IN AMAZONAS (2022) EDSEL GOMEZ Y LA SONORA DE PUERTO RICO (PORTO RICO) Pianista de jazz nascido em Porto Rico, EDSEL GOMEZZ morou por alguns anos no Brasil atuando com a nata do jazz local. Após voltar aos EUA, fixou residência em Nova Iorque onde se tornou ativo na cena do jazz e da salsa. Em 2007, foi indicado ao Grammy pelo álbum Cubist Music. Dirigiu a gravação vencedora do Grammy de Dee Dee Bridgewater, To Billie with Love from Dee Dee Bridgewater. EDSEL trabalhou com nomes superlativos como Jack DeJohnette, Don Byron, Brian Lynch e Eddie Palmieri, entre muitos outros. La Sonora de Puerto Rico é um grupo de salsa especialmente constituído para atuar no AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL em conjunto com a AMAZONAS BAND, dirigido por EDSEL GOMEZ. CAMILA GEORGE (NIGERIA) Nascida em Eket, na Nigéria, Camilla desde cedo se interessou pela música e particularmente pela fusão da música africana e ocidental. Começou a tocar saxofone aos 11 anos. Após fixar residência em Londres, estudou no Trinity College of Music, onde obteve um mestrado em Performance de Jazz, além de receber a bolsa The Archer Scholarship. por Desempenho Extraordinário. Em 2014, Camilla formou seu próprio projeto aclamado pela crítica apresentando as estrelas da nova cena jazzística do Reino Unido. Camilla foi indicada ao Urban Music Award de Melhor Artista de Jazz em 2017 e 2018 e ao Jazz FM Award de Melhor Instrumentista 2019. MICHAEL PIPOQUINHA E QUARTETO (BRASIL) Nascido em 1996 em Limoeiro do Norte, CE, MICHAEL PIPOQUINHA teve seu primeiro contato com a música ainda na infância. Com 11 anos, começou a se apresentar profissionalmente. Despertava curiosidade por onde passava, devido ao virtuosismo precoce, tendo participado do quadro “De olho nele” do Domingão do Faustão, na TV GLOBO, com apenas 13 anos. No mesmo ano gravou seu primeiro disco. Em 2012, passou a integrar o grupo de New Jazz BR TRIO apresentando-se em festivais no Brasil, América do Sul e Europa, obtendo enorme sucesso e sendo aclamado pela critica. Em 2015, MICHAEL PIPOQUINHA foi convidado a se apresentar com a renomada e prestigiosa Big Band WDR, na cidade de Colônia, Alemanha. ALESSANDRO PENEZZI E OVAM (ORQUESTRA DE VIOLÕES DO AMAZONAS – BRASIL) Nascido em Piracicaba (SP), Alessandro Penezzi, é um dos grandes virtuoses do Violão Brasileiro, tendo e apresentado em vários países como EUA, Rússia, Japão, Gabão, Angola, Itália, Alemanha, Dinamarca, Kosovo, Macedônia, Bélgica, Holanda, Argentina, Uruguai, Colômbia, Marrocos e Portugal. E fase de conclusão de seu Mestrado, é formado em Música Popular pela Unicamp com especialização em Processos Criativos pela Faculdade Souza Lima (SP). Vem ministrando cursos, oficinas e seminários em diversos festivais de música no Brasil e no exterior. Multi-instrumentista, toca violão de 7 cordas, violão tenor, cavaquinho, bandolim e flauta, além de se dedicar também a compor obras para violão, como as que serão apresentadas no programa que fará com a OVAM no AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL. Recebeu homenagens e indicações por sua atuação como instrumentista e compositor, e teve destaque nos prêmios Visa MPB Instrumental (2001), Tim de Música Brasileira (2006), Shell de Teatro e Prêmio da Música Brasileira (2006). OVAM - ORQUESTRA DE VIOLÕES DO AMAZONAS O Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, criou em março de 2000 a Orquestra de Violões do Amazonas – OVAM, como um novo elemento de sua política cultural no campo das artes, oferecendo ao público a oportunidade de usufruir a boa técnica do violão, proporcionando apresentações de caráter artístico e pedagógico, ampliando possibilidades de divulgação da cultura musical do repertório violonístico no Amazonas. O grupo vem se apresentando com regularidade ao longo de duas décadas em Manaus e outras cidades brasileiras. Além do concerto com o solista convidado, ALESSANDRO PENEZZI, a OVAM também apresenta no AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL o espetáculo HERANÇA AFRICANA, em conjunto com o Balé Folclórico do Amazonas. HERCULES GOMES (BRASIL) Natural de Vitória (ES), Hercules iniciou seus estudos aos 13 anos como autodidata. Possui bacharelado em música pela UNICAMP) SP. Apresentou-se em alguns dos mais importantes festivais de música no Brasil e no exterior como a MIMO, em Ouro Preto (MG); o Savassi Festival em Belo Horizonte (MG); o Festival de Inverno de Campos do Jordão, em Campos do Jordão (SP); o Festival Internacional Jazz Plaza, em Havana (Cuba); o Festival Piano, Piano, no Centro Cultural Kirchner, em Buenos Aires (Argentina) e o Brazilian Music Institute, em Miami (EUA). Em 2012 foi o vencedor do 11º Prêmio Nabor Pires de Camargo – Instrumentista promovido pela Fundação Pró-Memória de Indaiatuba em homenagem ao importante compositor natural da cidade. E em decorrência do Prêmio Nabor, em 2013 recebeu a Outorga do Colar do Centenário pelo Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Em 2014 foi vencedor do I Prêmio MIMO Instrumental promovido pelo maior festival de música instrumental do Brasil (MIMO) com o objetivo de revelar novos talentos. Em 2014 participou do projeto GOMA-LACA – Afrobrasilidades em 78 RPM ao lado do maestro baiano Letieres Leite, projeto que resgatou músicas do candomblé, capoeira, jongo, maracatu, embolada e choro originalmente gravadas entre as décadas de 1920 e 1950.Em 2015 participou da gravação do CD Radamés Gnattali – Concertos Cariocas no qual interpretou o Concerto Carioca nº 2 com a Orquestra Sinfônica de Campinas. Como solista da mesma orquestra se apresentou no 48º Festival de Inverno de Campos do Jordão . Em 2018, a convite do Ministério das Relações Exteriores, se apresentou como solista com a Jerusalem Symphony Orchestra na cidade de Jerusalém. Em 2019 fez concertos com a Orquestra Filarmônica de Montevidéu e a Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP) . HERCULES GOMES é considerado um dos mais representativos pianistas brasileiros da atualidade não somente por suas habilidades técnicas mas também pela escolha do seu expressivo repertório. JOVINO SANTOS NETO (BRASIL) O carioca, JOVINO SANTOS NETO, pianista, compositor e arranjador, foi por três vezes indicado ao Grammy Latino. Atualmente radicado em Seattle, ao longo de sua carreira esteve intimamente ligado ao mestre brasileiro Hermeto Pascoal. Atualmente, Jovino lidera seu Quinteto com sede em Seattle, depois de lecionar piano e composição no Cornish College of the Arts por 26 anos. Também pode ser ouvido em todo o mundo como solista de piano, trabalhando com orquestras sinfônicas, big bands, grupos de música de câmara e em colaboração com músicos como seu mentor Hermeto Pascoal, Bill Frisell, Paquito d'Rivera, Airto Moreira, Claudio Roditi, David Sanchez, Joe Locke, Marco Granados e muitos mais. Desde que se mudou para os EUA em 1993, Jovino Santos Neto continuou a fazer turnês pelo mundo e a gravar prolificamente. Ele gravou vários CDs com seu Quinteto de Seattle, incluindo Canto do Rio, indicado ao Grammy Latino em 2004. Em 2006, a Adventure Music lançou Roda Carioca com uma formação totalmente brasileira, incluindo Joyce, Hermeto Pascoal e vários outros músicos notáveis o que lhe valeu uma segunda indicação ao Grammy Latino. Em 2007 compôs e gravou Alma do Nordeste, uma viagem musical que traduz a essência do Nordeste brasileiro em melodias, ritmos e improvisações. Em 2008 lançou um duo de piano com Weber Iago, Live at Caramoor, também indicado ao Grammy Latino em 2009. Em 2010 foi lançado Veja o Som, disco duplo coletânea de duos com músicos como Bill Frisell , Joe Locke, Paquito d'Rivera, Anat Cohen, João Donato, Airto Moreira, Joyce, Paula Morelenbaum e Monica Salmaso, entre outros. As composições de Jovino foram executadas pela Seattle Symphony, pela NDR Big Band em Hamburgo e por vários grupos de jazz e música de câmara em todo o mundo, dos EUA ao Japão, passando pela Europa e América do Sul. Em 2012 foi incluído no Seattle Jazz Hall of Fame e em 2011, 2012, 2015 e 2018 o Quinteto Jovino Santos Neto ganhou como Melhor Grupo Acústico do Noroeste no Golden Ear Awards da Earshot Jazz. JIMMY GREENE QUINTET (EUA) Jimmy Greene esteve atuou em Manaus por diversas vezes. Com o seu quinteto no primeiro festival em 2006, posteriormente com o quinteto de Lewis Nash, e , há cerca de 12 anos como solista convidado da AMAZONAS BAND. Após ser atingido pela tragédia de Sandy Hooks, que ceifou a vida de sua filha Ana, a força espiritual interior de Jimmy o ajudou a seguir adiante em sua vida. Lançou dois cds aclamados em todo. o mundo celebrando a vida e o espírito de sua filha Ana – Beautiful Life (2014) indicado ao GRAMMY e Flowers: Beautiful Life, Volume 2 (2017). Greene se apresenta regularmente em festivais e clubes em todo o mundo, incluindo Jazz Standard (Nova York), Newport Jazz Festival (Rhode Island), Detroit Jazz Festival (Michigan), TD Winnipeg International Jazz Festival (Canadá), Le Club ( Moscou), Casa del Jazz (Roma), Sunside Jazz Club (Paris), Red Sea Jazz Festival (Israel), Lapataia Jazz Festival (Uruguai) e Amazonas Jazz Festival (Brasil). Além de suas gravações e aparições como líder Greene aparece em mais de 75 álbuns como sideman e fez turnês e/ou gravou com Horace Silver, Ron Carter Tom Harrell ,Freddie Hubbard, Harry Connick Jr. , Avishai Cohen, Kenny Barron, Lewis Nash, Dee Dee Bridgewater, o New Jazz Composers Octet e a Carnegie Hall Jazz Band, entre muitos outros. Greene recebeu o prestigiado Benny Golson Jazz Master Award da Howard University, a ASCAP/IAJE Commission in Jazz Composition em homenagem a Ornette Coleman, o State of Connecticut Governor's Arts Award in Music, bem como o City of Hartford's Innovator Award in Music. Greene foi vencedor do prêmio New Works: Creation and Presentation da Chamber Music America para composição de jazz, tendo recebido uma bolsa de artista em composição musical pela Comissão de Cultura e Turismo de Connecticut e uma outra bolsa do Greater Hartford Arts Council. Greene é professor associado de música e co-coordenador de estudos de jazz na Western Connecticut State University em Danbury, CT. Anteriormente, atuou como professor assistente de saxofone jazz na Universidade de Manitoba (Canadá), professor assistente visitante de música no Purchase College (Universidade Estadual de Nova York), como professor no Jackie McLean Institute of Jazz na Hartt School (Universidade de Hartford). e como instrutor na Greater Hartford Academy of the Arts. Greene ministrou clínicas e masterclasses nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Israel e Rússia. Dois de seus ex-alunos foram nomeados semifinalistas no prestigioso Thelonious Monk Institute International Jazz Competition e 18 estudantes músicos e pequenos conjuntos sob a direção de Greene ganharam o DownBeat Magazine Student Music Awards.Jimmy foi nomeado primeiro vice-campeão no Thelonious Monk International Jazz Saxophone Competition de 1996 e foi nomeado uma das "25 jovens estrelas em ascensão no jazz" pela DownBeat Magazine em 1999. Greene obteve um doutorado em música pela Manhattan School of Music e recebeu o Prêmio Helen Cohn da MSM por seu excelente trabalho de doutorado. Greene possui mestrado em Educação Musical pela Universidade de Boston e se formou Summa Cum Laude com bacharelado em Estudos de Jazz pela Hartt School. Greene frequentou as escolas públicas de Bloomfield (CT) e estudou música no The Artists Collective e na Greater Hartford Academy of the Arts quando jovem. Seus mentores ao longo dos anos incluíram Jackie McLean, Jim McNeely, Justin DiCioccio, David Liebman, Phil Markowitz, Garry Dial, Dave Santoro, Kris Jensen, Steve Davis, Ken Radnofsky e Janet Arms. MARCUS STRICKLAND QUARTET( EUA) Nascido em 1979, MARCUS STRICKLAND nasceu e foi criado no estado da Florida, EUA. Indicado ao Grammy Marcus Strickland, o saxofonista atua na cena jazzística de Nova York desde a década de 1990. Suas primeiras influências incluem Joe Henderson, Wayne Shorter e Whit Sidener. Em 1997, Strickland recebeu uma bolsa para estudar na The New School for Social Research na cidade de Nova York, obtendo um bacharelado. em performance de jazz (2002). Lá, ele gravou com a Jazz Orchestra Ensemble com o veterano trompetista Charles Tolliver, e com o Blakey Ensemble do qual participava o contrabaixista do lendário quarteto de John Coltrane, Reggie Workman. Trabalhando com como Roy Haynes, Jeff “Tain” Waits e Chris Dave, o início da carreira de Marcus se concentrou em dominar o idioma do jazz, sobretudo o bebop. Entretando, Marcus começou a tocar clarinete baixo. Enquanto isso, Strickland ficou em terceiro lugar no Concurso Internacional de Saxofone de Jazz Thelonious Monk de 2002 e lançou seu próprio selo musical, Strick Muzik, em 2006. A pesquisa da crítica da revista Down Beat o nomeou 'Estrela em ascensão no saxofone tenor' em 2010 e 'Estrela em ascensão no Saxofone Soprano' em 2008. Ele também foi nomeado o 'Melhor Novo Artista' de 2006 pela Pesquisa do Leitor da revista JazzTimes. Assinou contrato com a Blue Note Records em 2015 e, em 2017, foi convidado para tocar com o baixista Christian McBride. A banda e projeto conceitual de Marcus, Twi-Life, prospera na interseção do jazz e do Hip Hop. Brincando com o significado de “crepúsculo”, enfatizando a dicotomia e também a ligação entre dia e noite, este projeto sublinha a necessidade de se expandir artisticamente, para além dos limites da categoria ou do género mussicais. Seu videoclipe On My Mind , remix de 2020 com Bilal e MC Pharoahe Monch com o dançarino de rua Storyboard P, ganhou o prêmio de Melhor Vídeo Musical no Philadelphia Independent Film Festival e no London Music Video Festival, entre outros prêmios. Strickland já apresentou-se com McCoy Tyner, Tom Harrell, Nicholas Payton, Wynton Marsalis, Lincoln Center Jazz Orchestra, Carnegie Hall Big Band, Dave Douglas, Keyon Harrold e Mos Def, entre outros. O próximo álbum independente de Marcus, The Universe’s Wildest Dream, apela ao aumento da consciência sobre o milagre aleatório e delicado da vida no Planeta Terra. Ele passa seu tempo entre Nova York e Miami, onde atua como Professor Associado de Prática no Departamento de Música de Estúdio da Frost School of Music da Universidade de Miami. BILL EVANS QUARTET (EUA) BILL EVANS é um dos amis aclamados saxofonistas na cena mundial, ganhando proeminência na década de 1980 quando passou a integrar o grupo de Miles Davis (aos 21 anos) com quem gravou 6 discos. Isso levou a turnês e gravações com nomes como John McLaughlin, Herbie Hancock e Mick Jagger, para citar apenas muito poucos. Hoje, com 26 álbuns solo até o momento, indicações e conquistas do Grammy e inúmeras colaborações e turnês, EVANS continua conquistando consistentemente fãs no cenário mundial. BILL fez extensas turnês com a banda RANDY BRECKER/BILL EVANS SOULBOP (formada em 2003) por mais de 15 anos, o que incorporou as múltiplas influências que ambos tiveram em suas carreiras. Esta cooperação produziu “Soulbop Band Live“. EVANS escreveu, produziu e gravou “Soulgrass” em 2005, ganhando um GRAMMY no processo, com música de raiz americana, misturando banjo, rabeca, bandolim e dobro, reunindo os melhores músicos do jazz e da cultura americana. Seguiram-se mais três CDs no gênero Soulgrass, “The Other Side of Something”, “Dragonfly” e o lançamento de 2014 de “Live in Moscow” gravado durante a primeira de duas turnês totalmente esgotadas patrocinadas pelo Departamento de Estado dos EUA na Rússia. Após 10 anos de turnê e desbravando novos caminhos com Soulgrass, em 2015 Bill apresentou a “BILL EVANS BAND”, uma montagem contundente de Jazz Contemporâneo. Evans mais uma vez se juntou ao lendário guitarrista de blues Robben Ford, ao baterista Keith Carlock e ao baixista James Genus, para gravar “The Sun Room”, lançado em 2019, alcançando o topo das paradas de download do iTunes. Como se tudo isso não bastasse, Bill criou mais um grupo com o bom amigo e baterista Wolfgang Haffner chamado “Bill Evans and the Spykillers! com Wolfgang Haffner”. Este grupo percorreu festivais de jazz europeus em julho de 2019. The Spykillers! lançou um CD ao vivo em 2019 gravado em novembro de 2018, em Melbourne, Austrália. Ativo por todo o planeta, BILL EVANS conseguiu arrumar tempo em sua agenda para visitar o Amazonas em 2024, quando se apresentará em dois concertos. Um com seu quarteto e outro como solista convidado da AMAZONAS BAND no encerramento do AMAZONAS GREEN JAZZ FESTIVAL.
PROJETO ARQUIVADO.