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"Nossos Passos _ Celebrando a Inclusão" é um projeto cultural dedicado a fomentar a expressão artística por meio da dança e música, aberto a pessoas em situação de vulnerabilidade social, com ou sem deficiência. O projeto oferecerá oficinas de dança ministradas por instrutores qualificados, adaptando-se às necessidades individuais de cada participante. Ao término, será produzido um espetáculo de dança com coreografias concebidas pelos próprios participantes das oficinas. Esta apresentação será gratuita, aberta a todas as idades e representará o ponto central do projeto. Como contrapartida social, será oferecido um workshop sobre a dança como ferramenta de sensibilização para a questão da inclusão.
1. Oficinas de Danças O projeto 'Passos Adaptados – Celebrando a Inclusão' visa primordialmente promover a inclusão social tanto de pessoas com deficiência física quanto daquelas sem deficiência, por meio de oficinas de dança. Além disso, tem o intuito de conscientizar a comunidade sobre a importância da inclusão e a valorização da diversidade. O plano é formar 8 grupos compostos por 15 participantes cada, através de inscrições gratuitas realizadas nos locais das oficinas, após uma ampla divulgação. Durante o período do projeto, os participantes estarão envolvidos na criação das coreografias para as apresentações. Cada grupo terá um encontro semanal de 2 horas, ao longo de 6 meses. As oficinas serão sediadas em instituições parceiras do proponente, que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social, com e sem deficiência. Durante esses encontros, serão abordados conceitos introdutórios essenciais da dança, direcionados para crianças, jovens e adultos. Os resultados provenientes das oficinas, juntamente com as habilidades específicas da linguagem da dança, incluem disciplina, coordenação motora, postura, equilíbrio, elementos lúdicos, aspectos sociais, culturais e emocionais. As datas e horários serão previamente marcados com divulgação a todos os interessados, aos familiares, amigos, parceiros e patrocinadores. Inscrição simples para participação. 2. Festival/Mostra (Mostra de Dança): Com nome a ser definido, utilizará recursos dramatúrgicos da Dança para a criação coletiva de danças livres, que surgirão na condução dos grupos. A apresentação será composta de diversas coreografias concebidas coletivamente pelos 08 grupos, com 15 participantes em cada um. Toda a apresentação será elaborada a partir da perspectiva lúdica e da valorização da participação. Registros de momentos, ritmos, conversas e acontecimentos que fizeram parte dos encontros podem e devem fazer parte do espetáculo final que tem como objetivo publicizar a produção artística dos participantes das oficinas através da valorização do processo e não dos resultados. 3. Contrapartida Social (Ação formativa): A ação do workshop prevê, em sua programação (02h): - Parte expositiva sobre o processo de criação e execução do projeto - Workshop sobre dança como ferramenta para inclusão sociocultural para pessoas com e sem deficiência em vulnerabilidade social. A ideia é que os participantes possam compartilhar e multiplicar conhecimento em suas redes, para além do projeto em questão.
OBJETIVO GERAL "O projeto Nossos Passos - Celebrando a Inclusão" tem como meta fomentar a inclusão social e artística de pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade através de oficinas de dança e música. O programa busca garantir acesso equitativo à cultura e à arte, possibilitando a plena participação desses grupos na sociedade, através de parcerias com instituições especializadas e profissionais capacitados. O projeto se desenvolverá em cinco etapas fundamentais, englobando recrutamento de participantes, oficinas de dança, ensaios, apresentações públicas e workshops de formação. As oficinas abrangerão diversos estilos, sempre respeitando as particularidades individuais dos participantes, contemplando desde dança contemporânea até danças populares e de salão. Os ensaios serão periódicos e culminarão em apresentações públicas em espaços culturais acessíveis, abertas à comunidade e de entrada franca. Adicionalmente, o projeto buscará ampliar a discussão e conscientização sobre a inclusão de pessoas com deficiência. Isso será feito através de atividades de divulgação e sensibilização, como palestras e a divulgação do projeto nos canais de comunicação da proponente, como seu site e redes sociais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ● Nosso objetivo é impulsionar a dança, a inclusão social e a equidade cultural para pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social, unindo-as em um ambiente colaborativo e inclusivo. ● Garantir acesso equitativo à cultura e à arte, permitindo a participação ativa e completa das pessoas com deficiência na sociedade. ● Oferecer aulas de dança em variados estilos, atendendo às necessidades individuais de cada participante. ● Realizar ensaios e apresentações públicas, envolvendo os participantes em eventos culturais e fortalecendo os laços com a comunidade. ● Sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre a inclusão de pessoas com deficiência por meio de atividades de divulgação e sensibilização.
Historicamente pessoas com deficiências são submetidas a constante limitação de sua autonomia, através de uma perspectiva infantilizante. A construção de relações sociais baseadas nessas premissas dificulta _ ou mesmo impede _ que pessoas com deficiência se desenvolvam plenamente a partir de suas potencialidades. Tal situação demonstrava a ênfase na deficiência a partir de seus aspectos orgânicos, colocando em segundo plano a pessoa e seus desejos, interesses, potências e direitos. Ainda que pessoas com deficiência contêm cada vez mais com o respaldo legal na defesa de seus direitos, seguem constituindo um grupo desafiador para gestores, educadores e familiares. Apesar de todos os esforços e aprimoramento nos serviços prestados, é notável que muitas pessoas com deficiência são segregadas e encontram dificuldades de inclusão na vida escolar, profissional, social e cultural, constituindo uma margem social que muitas vezes se restringe às instituições especializadas. Pessoas em situação de vulnerabilidade social vivem dilemas próximos às pessoas com deficiência, no sentido de encontrarem barreiras atitudinais ao pleno exercício de seus direitos, ou seja, as relações sociais atravessadas por preconceitos impedem o pleno exercício da cidadania para ambos os grupos. A valorização do trabalho e da produção cultural de pessoas com deficiência e em vulnerabilidade social está diretamente ligada à maior participação nos espaços da vida coletiva. A Cultura é uma valiosa ferramenta no processo de inserção das minorias e pode impulsionar a descoberta e o aprimoramento do potencial das diferentes pessoas, eliminando as distinções construídas através de preconceitos. RELEVÂNCIA DO PROJETO O projeto tem, como principais características: ● O fomento à produção cultural e artística, em observância ao artigo 3º, inciso II, alíneas "c" e "e", e inciso IV, da Lei 8.313/1991. ● A qualificação a vivência cultural, a educação e a formação cidadã ao aliar medidas de ampliação de acesso à cultura, proporcionando formação; ● Considera a diversidade na perspectiva multidimensional da Cultura, respeitando, valorizando e estimulando a circulação de diversas práticas artísticas, a manifestação e expressão de identidades, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência e em vulnerabilidade social em observância ao art. 3º, VI, do Decreto nº 11.453 de 23/03/2023; ● Reconhece, qualifica e apoia a experiência de ONGs atuantes em comunidades pobres e vulneráveis, otimizando serviços e recursos, ampliando as possibilidades de acesso e democratização cultural;
Metodologia de Projetos Olga Kos Os projetos do Instituto são conduzidos de acordo com a metodologia elaborada pelos departamentos, assegurando a avaliação e aprimoramento contínuo das nossas iniciativas. Na área da dança, seguimos a metodologia detalhada a seguir: CONSCIÊNCIA CORPORAL Neste primeiro grupo de trabalho serão analisadas as capacidades individuais no quediz respeito ao reconhecimento do próprio corpo, suas funcionalidades, possibilidades,capacidade de deslocamentos e permanência em diferentes espaços e circunstâncias.Trata-se de uma análise que ressalta processos internos de percepção e que legitimatodo e qualquer corpo que se permita conhecer sua própria potência, reconhecendoseus padrões. 1. PROPRIOCEPÇÃO Diz respeito ao sentido da percepção do próprio corpo e do movimento exploradaprincipalmente através da auto-observação e do conhecimento da anatomia e fisiologiahumana. Em outras palavras, é a consciência dos movimentos na relação com osapoios, peso, volume, sensibilização da pele, da estrutura óssea, vivência do espaçointerior do corpo visando a capacidade de estabelecer contato consigo mesmo, com ooutro e com o ambiente. Trata-se de um saber consciente da presença e posturacorporal de modo que, mesmo de olhos fechados se tenha a percepção do própriocorpo e movimentos das articulações, estas, por sua vez, responsáveis pelo sentido domovimento (cinestesia). 2. COORDENAÇÃO MOTORA Trata-se da inteligência de compreensão dos movimentos do corpo, a habilidade decontrolar os movimentos desejados, entender as partes do corpo e poder fluir emdeslocamentos com elas, sabendo direcionar e guiar seus próprios gestos. Além dodomínio das ações próprias à coordenação grossa e fina, compreendendo a dança demodo mais amplo, exigindo, inclusive, habilidades relacionadas a um conjunto demúsculos menores. 3. ESPACIALIDADE Consciência e percepção do espaço, tanto aquele que se refere ao lugar que o própriocorpo do indivíduo ocupa, quanto o espaço enquanto ambiente a ser ocupado (relaçãoespaço<corpo, espaço<ambiente). A partir do momento que se cria consciência dopróprio espaço/corpo é possível se apropriar do ambiente e compreender as suasdimensões e configurações como possíveis ocupações. Reconhecendo o ambiente ese apropriando do mesmo, os corpos também desenvolvem a relação com o outro,aprofundando e ampliando a noção de espacialidade que parte do próprio corpo para oambiente e as relações que emergem desse contato. APROPRIAÇÃO O segundo grupo tem por objetivo perceber o quanto as qualidades adquiridas naetapa anterior são aproveitadas pelos participantes na sua relação com sonoridades,espaços e pessoas. Trata-se de olhar para o próprio corpo e reconhecê-lo como umlugar de estudo, a fim de emancipá-lo de padrões que limitam a movimentação.Propiciando a criação de novos padrões que, ao contrário, expandem as possibilidadesde um corpo. É ter domínio das próprias capacidades e saber como usá-las,independente do seu alcance. É também entender que essa consciência se fazpresente em aspectos do cotidiano, e que pode ser incorporada visando proporcionaruma maior qualidade de vida. 4. ESTUDO DO MOVIMENTO Compreender e pesquisar o corpo e o movimento a partir de camadas, qualidades,assuntos e sensações. A partir de conteúdos referentes à linguagem da dança, oestudo se dá pela experimentação e não apenas pela forma/imagem de sequências oude movimentos específicos. Os conteúdos transitam em aprofundar a percepção e oconhecimento das partes e camadas do próprio corpo (pele, musculatura, ossos,órgãos, fluídos), em trabalhar movimentações com diferentes qualidades comovelocidades, fluidez, espirais e linhas; além de reconhecer a possibilidade de movimentar a partir de assuntos e sensações, reconhecendo a dança como umalinguagem que não é feita de moldes e sim de experimentações. 5. TEMPO/RITMO Relaciona-se, neste contexto, em entender no próprio corpo como transitar entredinâmicas de movimento variadas. Responder de algum modo às propostas deaceleramento, desaceleramento e pausa. É compreender as diversas possibilidades narelação entre som e corpo, entendendo que o próprio corpo é capaz de produzir ritmosespecíficos, mas que também pode criar a partir de ritmos externos, seja de modo aabsorvê-los, ou se opondo a eles. É entender que o ritmo pode ser lido eexperimentado de diferentes maneiras, fazendo o gesto passar por entre temposdiferentes. 6. CRIAÇÃO DE REPERTÓRIO Ampliação das possibilidades sensório-físicas do movimento corporal, trabalhada apartir da relação com o reconhecimento de padrões e automatismos, além daexploração do próprio corpo e movimento como campo de interesse e curiosidade.Refere-se à disponibilidade para a experiência de descobrir qualidades de movimentoainda não vividas e, portanto, uma abertura ao contato com gestos e expressividadepróprios e autorais. É pesquisar quais repertórios são possíveis de serem expressadospor cada corpo. PROCESSO CRIATIVO O último grupo de trabalho, mais complexo, está voltado para a concretude doimaginário, ou seja, reconhecimento do próprio corpo enquanto espaço de investigaçãocênica. É saber o quanto os participantes são capazes de pensar/realizar qualidadesde movimento adquiridas e comunicá-las para o outro através de cena. É alinhar aapropriação de qualidades de movimentação no encontro com a linguagem da dança.Portanto, trata-se de um “pensar-artista” para o próprio corpo. 7. PESQUISA DE LINGUAGEM A linguagem da dança tem como especificidade as relações que o corpo estabelececom o tempo e com o espaço, compreendendo que dentro dos conceitos - tempo eespaço - muitas outras relações se configuram, como, por exemplo, a relação com ooutro, com objetos, com estímulos e qualidades. A pesquisa dessa linguagem se dá apartir do momento que adquirimos repertório construído nessas relações edesenvolvemos estudos para criar experiências corporais coletivas e individuais. 8. COLETIVIDADE É pensar em grupo e pensar a própria individualidade no meio de outras. Écompreender como se organiza o grupo dentro de espacialidades diversas. É traçarestratégias de deslocamentos que favorecem o todo, sugerindo maior capacidade decooperação e criação. Por fim, trata-se da capacidade de estabelecer vínculos dentrode demandas específicas e compor coletivamente. 9. COMPOSIÇÃO Capacidade de colocar em relação experiências, interesses e imaginação a serviço desituações a serem criadas e compartilhadas com o outro na relação artista-espectador.Trabalho sobre formas de construção de linguagem na dança, sobre formas deapreciação e de reflexão a partir da ideia de coreografia. Compreendendo, neste caso,coreografia em seu sentido primário, ou seja, uma escrita do corpo no espaço, nãonecessariamente de modo sincronizado. É também sobre a experiência de ver e servisto, sobre criar junto, sobre ampliar as referências em relação aos modos de elaboraruma experiência cênica.
I. ESPETÁCULO (principal) - Realização de um espetáculo de dança ao final das oficinas: Duração: Aproximadamente 2 horas. Público: Convidados dos beneficiários e público em geral. Local: A ser definido posteriormente considerando a garantia de acessibilidade para todas as pessoas. Transporte: Oferta gratuita de transporte adaptado para todos os beneficiários e seus acompanhantes. II. OFICINAS – Atividade paralela fundamental para a concepção do espetáculo Oficinas semanais com duração de 2 horas cada ministradas por instrutores de música;Cento e vinte (120) beneficiários divididos em grupos de 15 participantes totalizando 8 grupos semanais;Promoção, ao longo das oficinas, de visitas a locais simbólicos para a arte da dança da cidade de São Paulo;Garantia de espaços acessíveis para todas as pessoas;Disponibilização de lanche em todas as oficinas a todos os beneficiários.Os encontros contarão com uma equipe composta por 02 instrutores, 01 coordenador geral, 01 coordenador pedagógico e 01 psicólogo.A carga horária mensal para cada profissional da equipe será de 70 h (64h de oficinas + 06h para reuniões de equipe). Dependendo da localização geográfica dos locais dos ensaios, mais equipes poderão ser compostas e a carga horária será dividida entre os profissionais, não ultrapassando a carga horária mensal.As oficinas, conforme consta no campo “Etapas de Trabalho", serão realizadas entre o segundo e o sétimo mês, ao longo de um semestre. Portanto, o projeto terá duração total de 08 meses e execução ao longo de 06 meses, teremos a carga horária total será de 48 horas para cada participante. Cumpre informar que 12 horas serão destinadas a organização das aulas, elaboração de documentos, confecção de relatórios e demais atividades administrativas pertinentes a cada profissional. III - Workshop Haverá a realização de um workshop voltado a profissionais da dança, profissionais que trabalham com inclusão, professores e alunos da rede público e interessados em geral compartilhando a experiência de trabalhar a dança com públicos com deficiência e/ou vulnerabilidade social. O encontro será gravado e disponibilizado nas redes sociais do proponente.
1. ESPETÁCULO ASPECTO ARQUITETÔNICO - ACESSIBILIDADE FÍSICA - Acesso livre e gratuito em local de espetáculo (teatro, auditório, área de convivência) a ser definido posteriormente considerando as condições de acessibilidade a todos os públicos. O espaço deverá conter banheiros acessíveis, elevadores, rampas e corrimãos. 2. OFICINAS ASPECTO ARQUITETÔNICO - ACESSIBILIDADE FÍSICA – Será realizada em local a ser definido posteriormente, de forma a permitir a acessibilidade às pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida ou pessoas idosas (O espaço deverá conter banheiros acessíveis, elevadores, rampas e corrimãos). 3. WORKSHOP / PALESTRA DE FORMAÇÃO ASPECTO ARQUITETÔNICO - ACESSIBILIDADE FÍSICA – Será realizada em local a ser definido posteriormente, de forma a permitir a acessibilidade às pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida ou pessoas idosas (O espaço deverá conter banheiros acessíveis, elevadores, rampas e corrimãos). PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA - Intérprete de Libras
Serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: 1. O espetáculo final será gravado e disponibilizado nas redes sociais do proponente - IN 01/2023, inciso IV, do Art.28. 2. O espetáculo final terá distribuição gratuita de ingressos - IN 01/2023, inciso V, do Art.28. 3. O espetáculo final terá garantia de transporte gratuito e adaptado a todos os beneficiários e seus acompanhantes - IN 01/2023, inciso VI, do Art.28. 4. As oficinas serão realizadas em áreas com vulnerabilidade social, favorecendo a participação de pessoas com deficiência a fim de garantir que os produtos gerados cheguem a camadas da população menos assistidas. - IN 01, inciso II c/c inciso X, do Art.28.
EQUIPE PREVISTA PARA REALIZAÇÃO DO PROJETO O Proponete do projeto é responsável pelo processo decisório e pela administração, coordenação e logística geral do projeto. Todas as demais funções estão submetidas às decisões do proponente e serão tomadas em conformidade com este plano de trabalho. COORDENAÇÃO GERAL Maria Lúcia de Oliveira Alencar de Souza Administradora com experiência em projetos culturais, tendo atuado junto à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, ASSAOC – Associação Amigos das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, atualmente no Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural. COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA Priscila Fanti da Silva Pedagoga com experiência de 11 anos em educação infantil e fundamental e administração escolar. Educadora desde 1991, atuando inicialmente como professora e posteriormente como coordenadora de escola de Educação Especial, onde coordenei equipe de 24 funcionários. Por estar ligada à Educação Especial, fiz cursos de Psicomotricidade, Artes em Educação, Matemática em Sala Especial, Recreação Inclusiva, Distúrbios de Comportamento e Alfabetização de jovens e adultos na PUC (Pontifícia Universidade Católica) entre outros. Em 2006 iniciei o trabalho com oficinas de arte educação, aplicando com sucesso oficinas e dinâmicas de aprendizado social e educacional, sempre buscando sensibilizar as crianças e jovens para temas importantes, visando seu desenvolvimento e estimulando também sua criatividade e o convívio social sempre aliados a momentos de recreação e lazer. Esse trabalho é realizado em condomínios, eventos corporativos e festas particulares. Paralelamente, participo há 22 anos de trabalho voluntário com crianças e jovens (inclusive com deficiência) na periferia de SP (Lar Meimei /Vila Joaniza), estando em contato com as mais diversas realidades sociais e culturais. Lá coordeno, desde 2005, um setor de “Lazer e Cultura” com 210 participantes e uma equipe de 45 voluntários sob minha supervisão e onde realizamos oficinas artísticas, projetos de incentivo à leitura, atividades esportivas e eventos culturais. Graduada em Pedagogia pela UNIP. Sou contadora de estórias formada pelo “Movimento Hora do Conto” (Clarice Scholnic e Fernando Bezerra). Buscando aperfeiçoamento constante, participei de muitos cursos e workshops ligados às áreas artística, educacional e cultural, sendo os três últimos, recentemente “A criança e os cinco sentidos “(Gandhy Piorsky),” Neuro educação” (IBN) e “Tecnologias educacionais e multimídia e ensino remoto” (ENG DTP Multimídia). INSTRUTOR Victor Amaro dos Santos - DRT - 0031381SP Dançarino e assistente de produção. Dança no Coletivo Desvelo contemplado com o VAI com a Circulação Municipal de Cultura em Circuito SESC de Artes. Formado em dança na Escola Técnica de Artes de São Paulo (2014), dançou nos grupos de danças urbanas Soul Base, Ghetto Jam e The Face (2009-2014) e Coletivo Siricuticos. Fez oficinas de dança contemporânea com Andreia Yonashiro e Joana Lopes, danças urbanas com Thiago Arruda Leite (Negraxa) e Ivo Alcântara. Participou também da Ocupação Cerco Coreográfico (2014) com Técnica de Cunningham/ Gícia Amorim, Técnica Limon/ Bárbara Malavoglia, Dança Contemporânea/ Andreia Yonashiro, Dança Africana/ Fanta Konatê, Improvisação/ Gisele Cazalans e Jogo e ritmo na Dança Brasileira/ Bárbara Freitas. Assistente de produção do espetáculo: ‘Teresinhas’ (Boticário na Dança – 2015);Produção de oficinas na ‘Ocupação Inquietos’ (FUNARTE – 2015) Contrarregragem e Projeção no espetáculo:’Frisson’ (2015) Assistente de Direção e Iluminação do espetáculo: ’Pele Sonora’ (2015) Iluminação no espetáculo: ‘Lou Harrison’: Percussão em Movimento (SESC Campinas). Demais profissionais serão definidos no momento da contratação.
PROJETO ARQUIVADO.