| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 02016440000162 | RGE SUL DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 750,0 mil |
| 88614342000142 | Meincol Distribuidora de Aço Ltda | 1900-01-01 | R$ 22,0 mil |
| 00205734000107 | SUL-CORTE IMPORTADORA DE FERRAMENTAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
O presente projeto tem por finalidade a realização de intervenções artísticas em espaços de acolhimento humano de diferentes localidades brasileiras, levando, através da figura do palhaço, arte e cultura para estes ambientes, com o objetivo de humanizar estes espaços de uma forma leve, divertida e democrática. Prevê também a capacitação de artistas através de oficinas de palhaçaria.
Não se aplica.
Objetivo Geral: Realizar intervenções artísticas com diferentes grupos de palhaços, em ambientes de acolhimento humano de diferentes municípios e localidades do RS, visando democratizar o acesso à arte e construir espaços mais descontraídos, empáticos e humanos. Objetivo Específico: -Realizar 06 meses de intervenções artísticas no total, em diferentes espaços de acolhimento humano; -Circular com o projeto em 06 cidades do RS; -Proporcionar 05 oficinas formativas para artistas locais das cidades atingidas pelo projeto, capacitando-os na arte da palhaçaria; -Fomentar o mercado cultural local, através da geração de trabalho e renda para 14 artistas das cidades atingidas;
A arte possui um papel definidor na construção tanto de um indivíduo quanto de uma sociedade. É através do contato com a arte que somos convidados a observar o mundo em que vivemos de forma mais atenta e poética. A arte produz reflexão, pensamento crítico, nos coloca em contato com os nossos sentimentos e amplifica nossas possibilidades de viver, de pensar, de sonhar e de se colocar na sociedade. Dessa forma, podemos dizer que a arte tem um potencial humanizador. Diversas são as linguagens artísticas que existem e têm a capacidade de nos tocar, nos fazer sentir e nos aproximar de nossa humanidade. Assim como são diversos os sentimentos que a arte consegue fazer aflorar lá de dentro de cada um de nós. Quem nunca se emocionou, chorou, gargalhou ou se identificou com narrativas abordadas em uma obra artística, seja essa obra um filme, um livro, um espetáculo de teatro, uma música ou uma pintura? Seguindo esses pensamentos, se pararmos para pensar em uma figura, no meio da arte, que pode condensar tais qualidades, não existe ninguém que tão bem o faça como o palhaço. O palhaço, essa figura comumente associada ao nariz vermelho, roupas coloridas e sorriso no rosto, se coloca no mundo com um objetivo muito nobre: o de divertir e fazer rir. Esse ser autêntico, bem humorado e atento é capaz de levar para onde passa uma alegria de criança, através de suas piadas, boas histórias e empatia incomparáveis. Comprovadamente, o riso e a gargalhada fazem com que o nosso corpo libere diversas substâncias em nosso organismo, nos propiciando bem-estar, além de ser uma forma de estimular nosso sistema imunológico, de forma a reduzir o estresse do dia a dia e aumentar anticorpos que combatem infecções. O ato de sorrir também libera endorfina no corpo, diminuindo o cortisol, hormônio responsável pela indução da ansiedade. Assim colocado, a partir deste projeto, tem-se o intuito de levar a arte da palhaçaria a espaços diversos de acolhimento humano, em seis cidades de médio e grande porte do RS. Atuando nestes ambientes institucionalizados, onde as pessoas encontram-se fragilizadas e em um espaço mais sério e burocrático, duplas de palhaços realizarão intervenções artísticas, trazendo o riso, a alegria e subvertendo a lógica destes locais, no intuito de tornar estes espaços mais humanizados. A linguagem do palhaço, carregada da inocência e da esperança presente dentro de cada pessoa, permite a construção de momentos mais lúdicos, mágicos e alegres, transformando e ressignificando estes espaços através da arte. Invadir o cotidiano destes ambientes e destas pessoas, através das intervenções artísticas, possibilita que cada pessoa, com sua própria individualidade, enxergue na alegria dos palhaços as alegrias que tem dentro de si. Estas intervenções atuam diretamente na melhoria da qualidade de vida das pessoas atingidas, além de democratizar o acesso à arte e à cultura, uma vez que as ações artísticas serão realizadas em espaços não convencionais e terão um público muito diverso, podendo atingir crianças, idosos, adultos, pessoas com deficiências ou não, pessoas negras, brancas e pessoas Lgbtqiap+. Por fim, destacamos que o projeto também prevê o fomento à economia cultural local de cada cidade atingida, uma vez que os elencos de palhaços serão compostos por artistas que vivem e atuam nas regiões onde o projeto vai passar. Para isso, a equipe artística do projeto viajará previamente para cada cidade, oferecendo processos formativos para artistas locais e ensaiando com estes para que possam, depois, entrar nos espaços de acolhimento enquanto palhaços e sendo remunerados por isso. Entendemos que esta proposta tem pertinência, uma vez que une arte, cultura, cidadania, democratização, geração de renda e bem estar, e por isso a apresentamos para a Lei Federal de Incentivo à Cultura, pois esta é a única forma de viabilizar recursos para a realização do projeto, uma vez que o mesmo não prevê nenhum tipo de cobrança, sendo necessário investimento através de dedução fiscal, para sua plena realização.
OFICINA DE PALHAÇARIA – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO OBJETIVO: O Curso é uma experiência teórica / prática de experimentação direcionados a descoberta do próprio Clown/Palhaço. Apresentação: “Todos temos um Clown/Palhaço dentro de nós, a questão é encontrar o caminho até ele” (Jacques Lecoq). O ofício do Clown/Palhaço reside na liberdade de se permitir ser, o que verdadeiramente se é, e de fazer os outros se espelharem, e rir de si mesmos, na confiança de estar rindo do Palhaço. E isso, requer uma grande coragem. É um exercício de generosidade e risco, às vezes difícil, penoso e doloroso, mais sempre libertador, pois, se provocar o riso é à base da profissão, ativar o pensamento é a ambição e o fim.Neste treinamento nos propomos iniciar esta árdua e longa tarefa. Longa porque só com muito tempo de “profissão” e prática é que se consegue alcançar um bom resultado.Árdua porque além de muita disciplina, precisa de muita coragem para dar o mergulho necessário nas próprias contradições e medo de se expor, de lidar com nossos fracassos, tirar as armaduras que colocamos para nos proteger e abasar nossa criança interior. Objetivos Gerais: Iniciar os participantes na prática e cultura do Clown/Palhaço. Objetivos Específicos: a) Formação histórica e teórica sobre a figura do Clown/Palhaço através de leitura de textos, visualização de vídeos, debates e análises coletivos sobre os mesmos. b) Criação de um clima de confiança e brincadeira entre alunos e professor que leve a uma dinâmica de trabalho alegre, prazerosa e criativa. c) Reconhecimento, aceitação e aproveitamento das “zonas errôneas” frágeis e ridículas de cada um. d) Descoberta por parte de cada aluno de seu próprio “estado” Clown/Palhaço. e) Primeiro contato individual com o Picadeiro e aprendizado do prazer de se “mostrar” aos outros. f) Palhaço de Hospital: O que é? Quem pode fazer? Como seguir as regras do hospital sendo palhaço? Ralação Palhaço e Corpo Clínico, estar presente. Esquema da aula: - Jogos de aquecimento: Para desconectar da realidade individual com a qual chegamos à aula. PROGRAMA - Ampliando a expressividade e a criatividade - Interagindo com o outro de forma lúdica - Controlando suas emoções - Improvisações espontâneas e planejadas Jogos de Preparação: Para nos preparar para o trabalho de Clown. - Improvisação com nariz: Improvisações encaminhadas ao encontro do nosso próprio clown. - Avaliação: Rodas para todos poderem falar da vivência da jornada. - Visualização e análises: De vídeos com trabalhos de grandes Mestres. DURAÇÃO: 16 horas VAGAS:30 vagas disponíveis PÚBLICO ALVO: Artistas e pessoas interessadas no geral
-Acessibilidade para pessoas com deficiência física:Todos os locais previstos para a realização das atividades do projeto deverão ser dotados por rampas e banheiros adaptados, conforme necessidade identificada. -Acessibilidade para pessoas com deficiência visual:Não há necessidade de prever acessibilidade visual para as apresentações, pois os atores estarão preparados para que a linguagem do palhaço se adapte às particularidades de cada paciente. -Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva:Não há necessidade de prever acessibilidade visual para as apresentações, pois os atores estarão preparados para que a linguagem do palhaço se adapte às particularidades de cada paciente. -Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: A equipe de atores do projeto é capacitada regularmente por profissionais da área, para aprenderem a lidar com pessoas que tenham deficiência intelectual. Além disso o conteúdo das intervenções é universal, não necessitando nenhum tipo de adaptação. Acessibilidade das oficinas: -Acessibilidade para pessoas com deficiência física:Todos os locais previstos para a realização das atividades do projeto deverão ser dotados por rampas e banheiros adaptados, conforme necessidade identificada. -Acessibilidade para pessoas com deficiência visual:Não há necessidade de prever acessibilidade visual para as oficinas, pois o conteúdo a ser ministrado é adaptável ao corpo, no qual são trabalhados estímulos, sensações, sonoridades, portanto pessoas com deficiência visual podem aproveitar integralmente a ação. Além disso os artistas do projeto já possuem vasta experiência em lidar com pessoas com deficiência. -Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva:Caso hajam pessoas com deficiência auditiva, será disponibilizado o conteúdo da oficina em libras. Não é necessário prever na planilha de custos do projeto tal custo, visto que o profissional tradutor é parceiro do projeto. No momento da abertura das vagas será divulgada a possibilidade de participação de pessoas surdas em todo material de divulgação do projeto. -Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: A equipe de atores do projeto é capacitada regularmente por profissionais da área, para aprenderem a lidar com pessoas que tenham deficiência intelectual. O conteúdo da oficina é adaptável por trabalhar com o corpo e a sensibilidade, não necessitando de nenhum tipo de adaptação. Art. 25 da Instrução Normativa MinC nº 1/2023,
Todas as atividades propostas neste projeto serão realizadas de forma totalmente gratuitas, e sua atividade principal prevê o deslocamento dos artistas até os locais onde o público estará. Alinhando, ainda, o projeto a preceitos que regem a IN 01/2023, quando versando sobre a democratização do acesso, este acaba por contemplar: O seu Art. 27, no que diz respeito ao inciso I: “mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo”. Salientamos, ainda, que o projeto terá suas ações registradas, através da fotografia e do vídeo, para veiculação nas mídias digitais, alinhando-se ao inciso IV do Art. 28 da mesma Instrução Normativa: “disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal”.
DAVI DE SOUZA – Proponente, Diretor Artístico e Coordenador Geral, bem como responsável pela gestão do processo decisório, acompanhamento da execução da atividade técnico-financeira e a captação de recursos. Atualmente é Diretor dos ?Médicos do Sorriso?. Produtor de Eventos através da empresa, Souza Promoções Eventos. Diretor do Centro Cultural Sala de Ensaio – Caxias do Sul – RS. Entre seus trabalhos estão: 2014 – ?A Tempestade? Direção Luiz Paulo Vasconcellos, texto William Shakespeare. 2009 – ?A Lua? – Direção o Grupo Médicos do Sorriso. 2002 – Curso Técnico de Formação Teatral – 3 anos / 18 disciplinas. Secretaria de Cultura de Caxias do Sul. 2003 – Curso ?Aprendiz de Clown? – duração de 98 horas com Ana Elvira Wuo. 2004 – Curso ?Onde está o Clown? – intensivo de 7 dias (manhã, tarde, noite) com Alberto Gaus no Solar da Mímica em São Paulo. 2005 – Curso Superior Seqüencial Em Artes Cênicas Duração 2 Anos, Universidade de Caxias do Sul UCS Canela. 2005 – Manutenção do Clown com Ana Wuo, total de 30 horas, Caxias do Sul RS. 2006 - Oficina de Clown. Ministrante: Hércules Pereira Jr. 2007 - Improvisação Corporal. Ministrante: Andréa Jabour. 2007 - Dramaturgia Cênica. Ministrante: Rick Seabra 2007 - Formação de Clown. Ministrante: Esio Magalhães 2007 - Montagem Musical. Ministrante: Luciano Pfeiffer. 2007 - What’s your love strategy? Ministrante: Hunter Patch Adams. 2007 – Elogio a Bobagem: Ministrante: Ângela de Castro. 2008 – Comicidade Corporal: Ministrante Ricardo Puchetti LUME SP. 2008 – ?O Corpo Que Pergunta? Ministrante Jesús Díaz, México. 2009 - O ATOR IMAGINÁRIO-Preparação de Atores para Cinema, com Christian Duurvoort . Também ministrou cursos utilizando a técnica do teatro como ferramenta de vendas, motivação e relacionamento social para empresas da Região Nordeste tais como: Unimed Nordeste, Grupo Formolo, Sindilojas Univarejo, Racon Consórcios, MagnaniMateriais Elétricos. 2013 – Direção artística do Espetáculo reformulado Som e Luz. 2012/2013 – Direção Executiva da Fantástica Fábrica de Natal. 2012/2013 – Direção artística do espetáculo ?Som e Luz Festa da Uva. 2012/2013 – Participação como ator protagonista do Curta Metragem ?Armada? indicado ao 41º Festival de Cinema de Gramadocom direção de Felipe Ferreira. 2011 – Participação como ator protagonista do Curta Metragem ?Absinto 60º? com direção de Waner Biazus. 2011/2012 – Direção Natal Luz de Gramado 2010 – Direção do espetáculo ?A Casa de Violeta?. 2009 – Participação como ator da série Histórias Curtas da RBS TV ?A Jaqueta do Elvis? direção André Constantin e Nivaldopereira. 2009 – Campanha do Agasalho com os atores dos Médicos do Sorriso. 2004 – Participação como ator de ?Histórias Extraordinárias? da RBS TV com a história ?A Terra do Galo?, Flores da Cunha. Direção André Constantin. 1999/2003 – Coordenador da Escola Tem Gente Teatrando. AMORA PRODUÇÕES CULTURAIS – Produção Executiva A Amora busca a realização de projetos culturais que tenham impacto social e ambiental positivo e que contribuam para o desenvolvimento das regiões beneficiadas, fomentando a descentralização dos bens culturais e estimulando a capacitação profissional e a geração de renda, bem como criando novas plateias para o mercado cultural. Em 9 anos de atuação, a produtora tem mais de 50 projetos aprovados, beneficiando mais de 300 mil pessoas em mais de 150 cidades. A mesma tem como foco, trabalhar pautada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além de atender às premissas do ESG. Entre os últimos trabalhos executados, estão os projetos Mostra 10 Gigabytes de História, 6º Contraponto, META – Mentoria Emancipatória para Trabalhos Artísticos, Protocolo Babel, Catar & Carnavalizar, Cine Circular, Em Busca da Infância Prometida, Incorpore e #7xBeckett, entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.