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O projeto Acelera +Música prevê a criação de um festival com foco em artistas LGBT+ com 2 eixos: 1) de formação, para impulsionar a carreira de artistas de pequeno e médio alcance por meio de oficinas, rodas de conversa e repasse de capital de giro para a montagem de show; 2) de espetáculos, reunindo shows de bandas locais e nacionais em um dia de apresentações com entrada gratuita. O objetivo é, portanto, investir na profissionalização de artistas da comunidade, preferencialmente dos estados do nordeste, para fortalecer sua presença no cenário artístico, além de levar cultura a milhares de pessoas. No eixo 1 participam 10 artistas - com ao menos 50% de mulheres LBT’s - a serem atendidos(as) por profissionais convidados, entre produtores culturais, jornalistas, performers e curadores. Já o eixo 2 contará com 6 shows - 3 de artistas de alcance nacional e 3 idealizados pelos 10 artistas do eixo 1, de formação, que serão agrupados em performances com 3 ou 4 deles por vez - e mais 2 DJ's.
O projeto Acelera +Música vai estrear um festival inesquecível para a população cearense, especialmente para a comunidade LGBT+, ao criar um festival com atrações que são artistas dissidentes da hétero cisnormatividade e que usam sua arte como meio de alcançar visibilidade e equidade para toda esta população. Os shows acontecerão em palco montado em local acessível e gratuito em Fortaleza (CE) e contarão com a presença de 6 shows, sendo 3 artistas de alcance nacional escolhidos a partir da curadoria do corpo técnico e outros 3 organizados pelos 10 artistas que vão participar da etapa formativa, criada pelo próprio festival, que disponibilizará acesso a ferramentas e profissionais da área para aumentar o alcance do seu trabalho. Os artistas interessados em participar do eixo de formação devem se inscrever no edital de chamamento público. As atividades formativas vão acontecer durante cerca de 3 a 4 meses imediatamente anterior ao evento de shows. A estrutura do local onde vão acontecer os espetáculos deve contar ainda com uma vila gastronômica, feirinha com parceiros e patrocinadores deste projeto.
Profissionalizar artistas LGBT+ de pequeno e médio alcance facilitando acesso ao mercado fonográfico por meio de um festival de música e laboratórios de formação Objetivos específicos: 1. Celebrar a diversidade por meio da democratização do acesso à cultura com a realização um festival gratuito em local de fácil acesso para grande público;2. Aumentar a visibilidade e profissionalização de 10 artistas LGBT+ de pequeno e médio alcance, por meio de oficinas e rodas de conversa entre artistas, produtores e curadores de editais;3. Fortalecer políticas de diversidade e inclusão para a comunidade LGBT+ por meio de cursos de formação;4. Estimular a criação de redes de apoio, pertencimento e acolhimento.
Importante para a cena artística local e para a comunidade LGBT+, os dois eixos do evento visam promover a diversidade, a inclusão e o respeito à pluralidade de identidades de gênero e orientações sexuais, além de profissionalizar artistas de pequeno e médio alcance do Nordeste, especialmente do Ceará, e alavancar a carreira musical deles, cultivando novos mercados, estimulando novas formas de consumo e atraindo novos públicos. A iniciativa é fundamental para a promoção da cultura, da economia, da educação, da visibilidade e da geração de emprego e renda. Profissionalização de artistas: o dinheiro gerado pelo mercado de entretenimento no Brasil está concentrado nas mãos de poucos artistas, majoritariamente homens brancos, cis heternormativos inseridos em um estilo musical e regiões específicos. Este projeto pretende, então, incentivar artistas de pequeno e médio porte que residem no Ceará e outros estados do Nordeste - sendo ao menos 50% de mulheres LBT’s - a terem acesso a ferramentas e pessoas que possam auxiliá-los na construção da carreira. Produtores, agentes, representantes de gravadoras, profissionais de canto e arranjo, entre outros, estarão disponíveis para lapidar os talentos selecionados. Promoção da cultura LGBT+: a comunidade é o grande foco de realização deste projeto e poderá destacar sua cultura e manifestações artísticas. Por meio dos espetáculos, feirinha, rodada de negócios e workshops, é possível dar visibilidade aos novos talentos e fomentar o orgulho e a autoestima, estimulando o diálogo intercultural e a troca de experiências com o público em geral. Fortalecimento da economia: o festival vai impulsionar a economia de Fortaleza com aumento significativo na movimentação da população local e possivelmente atrair turistas, contribuindo para a geração de empregos temporários com aumento do consumo de produtos e serviços. Educação e conscientização: será possível abordar temas como a importância do respeito à diversidade, a luta contra a discriminação e a violência, bem como apoiar a dicussão de políticas públicas voltadas para a garantia dos direitos LGBT+. Oportunidade: integrantes da comunidade vão estar em postos de trabalho de todos os níveis no festival e ocupar espaços públicos com segurança e orgulho, mostrando que são parte integral da cidade; Empoderamento para artistas: o evento propõe troca de experiências, fortalecimento de redes de apoio e estímulo para artistas, o que é importante para jovens que enfrentam o desafio de se afirmar em uma sociedade ainda marcada por preconceitos. Além disso, o recurso disponibilizado permitirá que os artistas selecionados desenvolvam sua performance de forma qualificada. Direito à cidade: oportunidade para discutir o acesso da população, como um todo, ao lazer e aos espaços públicos da cidade, já que os espetáculos vão acontecer em local público e acessível. Respeito ao planeta: estão previstas ações de sustentabilidade como uso de canecas reutilizáveis e retornáveis para consumo de bebidas; parceria com associação de catadores para destinação do lixo; criação de ecopontos para coleta seletiva de lixos orgânicos e inorgânicos no local - com recolhimento específico para bitucas de cigarro; promoção nas redes sociais de campanhas de conscientização sobre os impactos no meio ambiente e a ocupação consciente dos espaços públicos; redução de impressão de material gráfico promocional; relatório com dados sobre os resíduos gerados. Neste contexto, a Lei de Incentivo à Cultura apresenta-se como boa oportunidade para viabilização do projeto, que atende aos objetivos de I - incentivo à formação artística e cultural e II - fomento à produção cultural e artística. No mais, o projeto se conecta aos incisos I, II, III e VIII do Artigo I. Porquê focar na comunidade LGBT+ A arte sempre se apresentou como uma oportunidade de sobrevivência para a comunidade LGBT+, muitas vezes como o único local possível para escapar da violência e da morte. Em Nova York, nos anos 80, os bailes de drags, gays e travestis deram origem às batalhas de voguing, criadas pelas comunidades negra e latina, onde participantes competiam pelos troféus - em categorias como dança, canto, beleza, desfile e interpretação. Também pela reputação das suas "house family", o agrupamento familiar no qual viviam por terem sido expulsos de suas famílias biológicas. Mas não só lá, no Brasil, na década de 70, as travestis Rogéria, Valéria, Jane Di Castro, Camille K, Fujika de Halliday, Eloína dos Leopardos, Marquesa e Brigitte de Búzios formaram um grupo de artistas que protagonizou uma série de peças de teatro e filmes para o cinema. Além disso, nas décadas seguintes, o país assistiu a ascensão de mulheres lésbicas e bissexuais ao mercado musical, como Adriana Calcanhoto, Angela Roro, Ana Carolina, Cássia Eller, Marina Lima, entre outras, e mais recentemente emergiram nomes como Ellen Oléria e Josyara. Ainda a de homens gays como Ney Matogrosso, Cazuza, Renato Russo e, mais recentemente, Johnny Hooker e Getúlio Abelha. Entre os nomes citados há um fator comum: a maioria deles, com exceção da Josyara do Getúlio Abelha, são da região sudeste ou precisaram se deslocar até lá para ter a oportunidade de viver a carreira artística. O que este projeto propõe é, portanto, que talentos nordestinos, especialmente do estado do Ceará (onde o festival vai acontecer), tenham acesso às ferramentas, meios e profissionais capacitados para mudar o status das suas carreiras, dando oportunidade de crescimento, além de monetizar estas pessoas e fortalecer artistas de pequeno e médio porte, aumentando o alcance de seus trabalhos. Stefany Mendes, Davi Torres, Íris Vivazz, Renatha Gasparetto, Banda Reite, entre outros, são alguns desses artistas do Ceará que poderiam ter sua carreira elevada a outro patamar a partir da criação de identidade, investindo em divulgação nas redes sociais e assessoria de imprensa profissionalizada. Além disso, podem subir em palcos bem construídos, iluminados e com boa sonorização, com gravações de takes para as redes sociais. Há nomes relevantes nos outros outros estados do nordeste também. É o caso de Núbia, Luciana Pinheiro, Yhago Sebaz e Enme Paixão, no Maranhão; de Sandra Dree, JAZI, Savana Vitória e Benício Bem, no Piauí; de Potyguara Bardo e Cris Botarelli, no Rio Grande do Norte; de Val Donato e Julian Santos, na Paraíba; só para citar alguns exemplos. Com esses passos, nós, da Outra Casa Coletiva, acreditamos que é possível dar visibilidade a nossa comunidade, revertendo o quadro de violência, opressão e morte de pessoas LGBT+, tornando este município referência de diversidade, respeito e acolhimento. Assim, as empresas que apoiam projetos como o Acelera +Música demonstram interesse em construir uma sociedade mais inclusiva e diversa, com equidade de gênero e sexualidade. Além disso, reforçam a necessidade de criar oportunidades de crescimento para todos os setores da população. O acesso muda a vida das pessoas. Queremos que Fortaleza seja, cada vez mais, a cidade da música e da diversidade!
Eixo 1: Edital de chamamento público; Seleção de 20 artistas para participar das atividades formativas; Estrutura acessível para todas as pessoas;Salas com corrente elétrica suficiente para uso de ferramentas necessárias para as oficinas, como spots de luz e mesas de DJ;Softwares, spots, mesas de DJ para alugar; Eixo 2: Seleção de 8 atrações, sendo 3 artistas de alcance nacional selecionados, 2 DJ's locais convidados e 3 shows organizados pelos artistas da etapa formativa;Estrutura geral ;Estrutura de palco;Estrutura de som ;Mesa de som; Backeline;Banheiros;Geradores ContainerTendaEfeitos especiaisLocação de luz Painéis de led;Brigada de incêndioTelepromt Seguro eventoAmbulatório Material cenográficoMesa de som extra; Andaimes;Monitoramento (câmera);Internet;Lixeira;Instalações de prevenção e combate a incêndio;Grades;Móveis e utensílios;Assoalhos e tablado;
Eixo 1 - Formação As atividades serão realizadas em local com acessibilidade para cadeirantes e deficientes físicos, com rampas, elevadores, banheiros adaptados e espaços amplos para circulação. Haverá elementos táteis e cromáticos que sirvam como referência na orientação, identificação e reconhecimento para deficientes visuais. Se houver demanda, será contratado intérprete de libras para as palestras. Eixo 2 - Espetáculos Durante o evento será disponibilizado local para pessoas com deficiência, mediante cadastro prévio, bem em frente ao palco, com acesso que conta com rampas, banheiros adaptados e espaços amplos para circulação. Haverá elementos táteis, em braille e cromáticos que sirvam como referência na orientação, identificação e reconhecimento nos espaços da feirinha, de compra de bebidas e de sustentabilidade. Haverá intérprete de libras no palco durante todo o evento. Redes Sociais Todo o material produzido para redes sociais terá legendas e texto alternativo “Para cego ver”. Serão produzidos conteúdos específicos para deficientes, respeitadas as limitações de cada grupo, explicando como chegar, como se cadastrar, quem procurar e as dicas para os acompanhantes.
A democratização do acesso à cultura é um importante objetivo para garantir que todas as pessoas possam participar e desfrutar das diversas formas de expressão cultural, incluindo espetáculos musicais. Para os dois eixos do festival, a democratização do acesso se torna relevante para permitir que pessoas de diferentes origens sociais, econômicas e geográficas possam apreciar e se engajar com a troca de conhecimento e os shows. A seguir, detalhamos algumas medidas e estratégias: Formação de artistas: serão selecionados 10 artistas iniciantes para participar das oficinas e rodas de conversa, democratizando o acesso a ferramentas necessárias para a carreira musical como softwares e rodadas de negócios. Eles também vão se apresentar no eixo 2 e receber 30 mil como capital de giro para montar um show; Entrada gratuita: todas as atividades terão entrada gratuita. No eixo 1, os interessados não selecionados também poderão assistir às atividades, mas sem apresentar seu trabalho; Parcerias com poder público e ONG’s: trabalhar em conjunto com instituições e organizações locais que já atuam com comunidades menos favorecidas, auxiliando com a divulgação e facilitando a chegada ao evento; Divulgação ampla: utilizar diferentes meios de divulgação, incluindo redes sociais, rádio, televisão e jornais locais, para alcançar o maior número possível de pessoas e comunidades; Geração de renda: o festival ainda pretende criar um espaço para exposições e gastronomia para que outras pessoas possam divulgar seu trabalho e ter geração de renda. Contrapartidas Além, disso como contrapartida serão realizadas quatro rodas de conversa ao longo do projeto na sede da Outra Casa. O objetivo será promover debates que tenham a participação dos 10 artistas selecionados para o projeto e o público em geral, onde possam ser abordados temas relevantes sobre arte, cultura e as questões LGBTQIAPN+. Os temas serão: 1. Representação LGBTQIAPN+ na Arte Contemporânea: Nesta roda de conversa, os artistas locais podem discutir como a arte contemporânea está explorando e desafiando as normas de gênero e sexualidade. Eles podem compartilhar suas próprias obras e experiências, bem como discutir como a representação LGBTQIAPN+ na arte pode promover a diversidade e a inclusão. 2. O Papel da Arte na Luta pelos Direitos LGBTQIAPN+: Esta conversa pode se concentrar no histórico e no impacto da arte na luta pelos direitos das pessoas LGBTQIAPN+. Os artistas podem explorar como a arte tem sido usada como ferramenta de ativismo e expressão, e como ela pode continuar a promover mudanças sociais positivas. 3. Identidade de Gênero e Expressão Artística: Neste tópico, os artistas podem compartilhar suas próprias jornadas de identidade de gênero e como isso influenciou suas expressões artísticas. Eles podem discutir como a arte pode ser uma forma poderosa de explorar e comunicar a identidade de gênero de maneira autêntica. 4. Arte e Cultura LGBTQIAPN+ na Comunidade Local: Esta roda de conversa pode ter como foco a cena artística LGBTQIAPN+ local e como ela está contribuindo para a cultura da comunidade. Os artistas podem destacar eventos, projetos e iniciativas que celebram a diversidade LGBTQIAPN+ em sua região e discutir maneiras de apoiar e fortalecer essa cultura. Esses temas podem proporcionar oportunidades para discussões significativas e promover um diálogo aberto e inclusivo entre os artistas locais e o público em geral, ajudando a criar uma compreensão mais profunda das questões LGBTQIAPN+ na arte e na cultura.
Para realização do evento, a Outra Casa Coletiva terá como parceira na produção executiva a organização Quitanda Soluções Criativas, que atua com negócios de impacto há 15 anos e se destaca no desenvolvimento de tecnologias sociais nas áreas de cultura, arte e educação através de ações inovadoras e sustentáveis. Com expertise em projetos do setor de Negócios Sociais e Economia Criativa, a produtora se consolida no mercado de negócios sociais, transformando vidas com empreendimentos sólidos e sustentáveis para a economia da cultura no Brasil. Quitanda Soluções Criativas Desde 2007, a Quitanda Soluções Criativas vem criando elos e colocando em sintonia artistas, gestores, produtores e público, construindo um campo frutífero para as artes, sempre pensando a cultura como um ecossistema. A empresa vem fazendo isso através de serviços de consultoria, concepção de projetos, produção, captação e mobilização de recursos, pesquisas e estudos no campo cultural, monitoramento e avaliação de projetos, assessoria em comunicação e marketing cultural. Ao longo desta uma década e meia, a empresa vem trabalhando em diversos projetos nas áreas de cultura, educação, meio ambiente, sustentabilidade e social. Com seus projetos, a Quitanda Soluções Criativas quer contribuir e perpetuar os empreendimentos culturais e sociais, fazendo com que eles tenham impactos positivos na vida das pessoas. Portanto, os programas que já passaram e estão em desenvolvimento atualmente, tem em seu cerne os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da UNESCO, que visam a diminuição da desigualdade de oportunidades. A Quitanda foi pioneira ao oferecer formação aos trabalhadores da cultura, com oferta de cursos técnicos e de pós-graduação com os Laboratórios Culturais. Ainda em seu rol de projetos transformadores, vem impactando a vida de milhares de artistas e plateia com os festivais ELOS, Giro das Artes e Acordes do Amanhã. E com programas como Rede de Dança, Plataforma Sinfonia do Amanhã, Escolas Criativas, CINE+ e LAB Cidades Criativas, a instituição deixa um legado de arte e cultura por diversas cidades do Brasil. Projetos desenvolvidos ARTE URGENTEA iniciativa fortalece e potencializa agentes envolvidos na economia da cultura por meio de ações de formação e qualificação. A Plataforma Arte Urgente conta com ações distribuídas em quatro linhas de ação: Ateliês de Criação, com cursos de formação artística e técnica; Janelas Formativas, com cursos livres abertos ao público geral; Agência de Futuros, com formação e assessoria para artistas e empreendedores da Cultura; e Coleção de Saberes, voltado para publicação de pesquisas. A iniciativa fomenta oportunidades produtivas e de geração de renda para quem atua no setor cultural, de modo a contribuir no enfrentamento dos desafios que a pandemia do covid-19 impôs ao setor. GIRO DAS ARTESO Giro das Artes propõe uma simbólica volta ao mundo: uma temporada de espetáculos e ações formativas realizadas em Fortaleza com artistas oriundos de outros países. O intercâmbio cultural experienciado pelo público também é expandido por meio da realização de residências artísticas. Selecionados mediante convocatórias, dois grupos de artistas locais participam de cada formação, acessando desta forma uma pequena, porém significativa, parcela dos saberes, costumes e demais atributos culturais de que dispõem os artistas visitantes. Desde o processo de pré-produção, o Giro das Artes aproxima gestores culturais destes territórios, gerando vínculos que ultrapassam a realização exitosa do evento e possibilitem outras profícuas parcerias. ACORDES DO AMANHÃUma celebração entre a arte e a cidade, levando música a praças, feiras livres, terminais de ônibus, linhas de metrô, escolas e hospitais. É o que promove o "Acordes do Amanhã" – Festival Itinerante de Música. A iniciativa surge como um convite a permitir-se frear o passo e buscar outras interpretações possíveis para o mundo ao redor. É um manifesto a favor do encontro, pois a música junta pessoas, provoca sentimentos e instiga reflexões. O festival já inseriu a música no cotidiano de milhares de pessoas do Ceará e do Rio de Janeiro, desde seu surgimento, em 2017. Ao longo de cinco edições, 2.372 artistas participaram de 664 apresentações musicais. O Acordes do Amanhã já atingiu um público estimado de 644 mil pessoas, passando por mais de 40 cidades de 4 estados, mostrando seu caráter itinerante.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.