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PRONAC 238226Apresentou prestação de contasMecenato

Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas

32.828.533 CARLA MARIANI PINTO
Solicitado
R$ 247,0 mil
Aprovado
R$ 235,0 mil
Captado
R$ 235,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Santos
Início
2023-11-25
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Santos São Paulo

Resumo

Realizar a segunda edição do "Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas", um evento que tem como base destacar a mulher autora através de shows instrumentais, apresentações e exposições de seus trabalhos. O FESTIVAL/MOSTRA traz, além das performances musicais, rodas de conversa e realização de oficinas profissionalizantes.

Sinopse

Festival de música e arte com line-up formado apenas por mulheres, autoral e instrumental. O evento conta com 22 apresentações artísticas, tendo, no mínimo, 80% da programação com artistas regionais. O evento será realizado em Santos-SP, durante 5 dias do mês de agosto de 2024 (quarta a domingo) e também contará com uma exposição de quadros com o tema “Todas as Mulheres do Mundo”. As oficinas (contrapartidas) girarão em torno das temáticas de imagem pessoal no palco e auto-gerenciamento de carreira. A classificação do “Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas” é livre para todas as faixas etárias, gêneros e raças. Todas as atividades do Festival são gratuitas para o público em geral (sem cobrança de ingressos).

Objetivos

OBJETIVO GERAL: - Promover a 2ª edição do "Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas" em Agosto de 2024, na cidade de Santos - litoral paulista;- Valorizar as mulheres instrumentistas de Santos e do Brasil;- Valorizar as mulheres (cisgênero e transexual) autoras de Santos e do Brasil;- Valorizar mulheres LGBTQIAPN+;- Evidenciar a arte criada por mulheres;- Estimular as artistas a enfrentar o medo da rejeição ao apresentar suas criações;- Capacitar artistas através de oficinas profissionalizantes;- Conscientizar a população através de uma roda de conversa sobre os tipos de violência contra a mulher e a sua voz na sociedade;- Trazer visibilidade aos negócios de mulheres micro-empreendedoras através da roda de conversa e feira criativa;- Criar um espaço de visibilidade e promover discussão e reflexão sobre o tema do festival (mulheres autoras);- Promover à população local, regional e estadual, sem distinção de classe social, raça e gênero, a gama de mulheres que fazem música e arte de qualidade na região e em todo o país, atraindo novos públicos;- Difundir uma programação cultural diversificada e atraente, composta por diversos gêneros da música instrumental, mesclando artistas locais com artistas de reconhecimento nacional e internacional, promovendo um intercâmbio artístico entre as partes envolvidas;- Realizar atividades lúdicas e artísticas para crianças e estudantes de baixa renda em entidades socioculturais;- Gerar emprego e renda direta para um grande número de pessoas da região, em sua maioria, mulheres, envolvidas com a produção, apresentações, divulgação e logística do evento;- Valorizar a mulher durante o ano todo, realizando o evento no mês de agosto e não em março, como seria o esperado;- Utilizar o Festival para reforçar a importância do Agosto Lilás, mês da conscientização no combate à violência contra a mulher;- Divulgar as atividades do Festival em comunidades da Baixada Santista carentes de equipamentos culturais. OBJETIVO ESPECÍFICO: - Realizar 22 (vinte e duas) apresentações artísticas de qualidade, em espaços abertos ao público, entre declamações de poesia, atividades performáticas, corrida de slam (com oito poetisas) e shows instrumentais;- Realizar uma exposição com vinte artistas plásticas da região;- Realizar uma feira criativa de mulheres, com entrada gratuita para todos os públicos;- Promover à população duas oficinas, ministradas por mulheres, com temas profissionalizantes para artistas e demais pessoas interessadas;- Realizar uma roda de conversa sobre os tipos de violência contra a mulher e a voz da mulher na sociedade;- Realizar uma contação de história para crianças de baixa renda em instituição sociocultural;- Promover equilíbrio entre diferentes raças e classes sociais na programação;- Contemplar e equilibrar a participação de mulheres cisgênero, transexual e LGBTQIAPN+.

Justificativa

Chiquinha Gonzaga, feminista negra nascida no século XIX, lutou pelos direitos iguais entre mulheres e homens durante boa parte de sua vida. Era regente, compositora e pianista, e foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. A artista uniu em suas composições a música popular brasileira com a música erudita. Não satisfeita, ousou acrescentar a essa mistura, ritmos da música negra, como o maxixe e o lundu. Ademais, ela foi autora da primeira marchinha de carnaval com letra, a famosa "Ó Abre Alas". Destacou-se não só na história da cultura, mas também pela luta de liberdades. Com coragem, enfrentou a opressora sociedade patriarcal e criou uma profissão inédita para a mulher (a regência), causando escândalo em seu tempo. Atuando no rico ambiente musical do Rio de Janeiro do Segundo Reinado, no qual imperavam polcas, tangos e valsas, Chiquinha Gonzaga não hesitou em incorporar ao seu piano toda essa diversidade disponível, que ela mesma juntou e moldou sem preconceitos. Teve seu trabalho reconhecido em vida, sendo festejada pelo público e pela crítica. Personalidade exuberante, ela foi dos compositores brasileiros que mais trabalhou na transição entre a música estrangeira e a nacional. Com isso, "abriu alas" e ajudou a definir os rumos da música propriamente brasileira, que se consolidaria nas primeiras décadas do século XX. Toda essa história de luta, pioneirismo e superação, faz com que o nome "Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas" seja a melhor escolha para um festival que tem como objetivo valorizar a mulher instrumentista e autora brasileira. Segundo conta a história, até o século XIX, mulheres eram somente autorizadas a aprender a cantar e/ou tocar piano, instrumento de difícil locomoção. Sendo assim, suas possibilidades de se apresentar em público se resumiam a festas e reuniões familiares. Talvez por esse motivo, mesmo em pleno século XXI, ainda há uma sensação de estranheza ao se presenciar uma mulher tocando violão, guitarra, baixo, bateria ou qualquer outro tipo de instrumento que não seja a voz ou o piano. Tal estranheza é refletida em uma pesquisa feita desde 2018, pela União Brasileira de Compositores - UBC (associação sem fins lucrativos, dirigida por autores, e que tem como objetivo principal a defesa e a promoção dos interesses dos titulares de direitos autorais de músicas e a distribuição dos rendimentos gerados pela utilização das mesmas, bem como o desenvolvimento cultural). Tendo como referência a base de dados da entidade, nota-se que, apesar de demonstrar um lento, mas constante crescimento da participação de mulheres no mercado fonográfico, quando se compara o número de cadastros, a diferença ainda é gritante: são 16% de mulheres, contra 84% de homens. Se compararmos o total distribuído de direitos autorais, só 10% vão para as mulheres. Em festivais, a história se repete: No Lollapalooza de 2019, por exemplo, das 68 atrações, apenas 11 eram artistas femininas ou tinham integrantes mulheres na banda. Essa falta de equidade e oportunidade faz com que muitas desanimem de mostrar suas criações e tendam a montar apenas repertórios com releituras ou tributos musicais. Com essa realidade posta, o objetivo do "Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas" é fazer com que esses números se equilibrem cada vez mais e que essas mulheres exponham suas próprias criações artísticas, suas letras, harmonias e melodias e levantem a discussão de que elas são capazes e possuem o mesmo talento que os homens, só faltam as mesmas oportunidades. Santos, município escolhido para sediar o festival, é uma cidade com mais de 410 mil habitantes, onde 45,8% dos fazedores de arte e cultura são mulheres, segundo o cadastro municipal de cultura feito em 2021. Desse modo, não há justificativa para que elas sejam sempre minoria em festivais e mostras culturais, como já citado anteriormente. A realização desse evento traz a reflexão sobre essa problemática e mostra que, com a quantidade de mulheres autoras que existe na região da Baixada Santista (e no país), é possível realizar festivais de grande porte só com elas. Uma cidade com tradição em eventos artístico-culturais como Santos, que possui três teatros qualificados para todos os tipos de apresentações artísticas, além da beleza de locais públicos, desde seu centro histórico (com diversos prédios tombados) até a orla da praia (com o maior jardim de praia do mundo), mostram que apresentações artísticas nesses espaços são uma prática constante e tradicional da cidade. É por esse motivo que a produção do "Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas" quer levar essas mulheres para esses espaços. Agregada a esses fatos, a escolha de realizar o "Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas" no mês de agosto dá-se pela oportunidade de reforçar a mensagem do Agosto Lilás, mês da conscientização no combate à violência contra a mulher, trazendo a reflexão de que as mulheres devem ser protegidas e valorizadas todos os dias e não apenas no mês de março. Além do que, agosto é um mês com poucas atrações culturais e artísticas gratuitas na cidade. Com o apoio e incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura e a parceria de empresas e pessoas físicas, patrocinando através de renúncia fiscal, conseguiremos manter a execução do projeto com apresentações gratuitas de qualidade para um público de aproximadamente 4.000 pessoas, entre elas mulheres cisgênero e transexual, homens cisênego e transexual e pessoas não binárias, de todas as raças, idades e classes sociais. Para uso da Lei de Incentivo enquadramos o "Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas" no art. 1º da Lei 8.313/91 em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Bem como serão alcançados os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 em seus incisos: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; art. 18º no item: § 3º As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1º, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: c) música erudita, instrumental ou regional e d) exposições de artes visuais.

Estratégia de execução

É importante dizer que, no mínimo, 50% da programação será definida através de um formulário de inscrição amplamente divulgado. Esse formulário estará disponível 6 (seis) meses antes do evento e o tempo para as artistas se inscreverem será de 30 dias. Após esse período, a produção do evento analisará as inscrições e selecionará as mulheres que farão parte do line-up do festival. Dessa forma, democratizaremos o acesso às fazedoras de arte, conhecendo novas artistas e dando novas oportunidades para que elas possam mostrar seu trabalho, além de, claro, receberem uma remuneração justa.

Especificação técnica

Realizar 22 apresentações públicas de música regional, com duração média de: - 6 Shows elétricos: 1 hora;- 3 Shows acústicos: 45 minutos;- 2 Shows principais: 1 hora e meia;- 3 Pocket shows - entre 15 e 20 minutos;- 1 corrida de Slam, com as seguintes etapas: geral (8), semifinal (5) e final (3), com até três minutos por poesia;- 3 Declamações de Poesias - 15 minutos cada;- 2 Atividades performáticas - 10 minutos cada;- 2 DJ’s - abertura, encerramento e nos intervalos das apresentações de sexta-feira e sábado. Exposições: - 20 quadros com o tema “Todas as Mulheres do Mundo” na sexta-feira e sábado;- Feira Criativa na sexta-feira, sábado e domingo. Contrapartidas: - 2 Oficinas profissionalizantes com temáticas de imagem pessoal no palco e auto-gerenciamento de carreira, com 1 hora cada;- 1 Contação de Histórias para crianças em situação de vulnerabilidade (Arte no Dique);- 2 pockets shows, de até 20 minutos cada, para crianças em situação de vulnerabilidade (Arte no Dique);- 1 Roda de conversa sobre os tipos de violência contra a mulher e a voz da mulher na sociedade.

Acessibilidade

Os produtos culturais do Festival\Mostra “Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas” serão realizados em locais que têm apresentações artísticas regularmente e que garantem acessibilidade a Portadores de Necessidades Especiais, oferecendo facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, guias táteis). Nos espaços, são disponibilizadas, próximas aos palcos, área reservada para cadeirantes, deficientes auditivos (para que possam ver as intérpretes de Libras livremente), deficientes intelectuais (para que evitem contato físico muito próximo, se assim preferirem) e, também, para a terceira idade. A equipe de produção do festival, que conta com uma Diretora de Acessibilidade, é treinada para acompanhar quaisquer necessidades dos portadores de deficiência física e/ou intelectual, adotando comunicação natural, sem superproteção, dando autonomia para agirem sozinhos, mas com atenção da equipe para ajudar, caso seja necessário. Essa diretora também será responsável por listar, organizar e disponibilizar itens que possam melhorar ainda mais a acessibilidade ao festival, além de produzir os textos da hashtag #pracegover em todos os posts das redes sociais do evento, como uma forma de provocar a percepção acerca da presença das pessoas com deficiência visual no mundo digital. Toda a programação do Festival estará disponível não só em impressos de divulgação, como também em vídeo com áudio nas redes sociais (produzido pela Coordenação de Comunicação em conjunto dom a Diretora de Acessibilidade), visando a garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual no mundo digital. O festival terá intérpretes de Libras cobrindo todas as oficinas, roda de conversa, poesias e, no mínimo, 30% das demais apresentações. Assim, quanto à Planilha Orçamentária, podemos organizar as informações da seguinte forma: 1. FESTIVAL\ MOSTRA a) Acessibilidade física - sem a necessidade de inclusão novos de itens na Planilha Orçamentária, pois a estrutura de palco coberto tem acessibilidade (rampa de acesso) e em cada local de realização do Festival já existe boa acessibilidade para os produtores e o público em geral; b) Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos - Item Interpretação em Libras da Planilha Orçamentária. c) Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais - itens Diretor de Acessibilidade e Coordenação de Comunicação da Planilha Orçamentária. 2. APRESENTAÇÃO MUSICAL a) Acessibilidade física - sem a necessidade de inclusão novos de itens na Planilha Orçamentária, pois a estrutura de palco coberto tem acessibilidade (rampa de acesso) e em cada local de realização do Festival já existe boa acessibilidade para os produtores e o público em geral; b) Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos - Item Interpretação em Libras da Planilha Orçamentária. c) Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais - itens Diretor de Acessibilidade e Coordenação de Comunicação da Planilha Orçamentária. 3. CONTRAPARTIDA SOCIAL a) Acessibilidade física - sem a necessidade de inclusão novos de itens na Planilha Orçamentária, pois os locais escolhidos para realizar as oficinas e roda de conversa têm acessibilidade para os produtores e o público em geral; b) Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos - Item Interpretação em Libras da Planilha Orçamentária. 4. EXPOSIÇÃO DE ARTES a) Acessibilidade física - sem a necessidade de inclusão novos de itens na Planilha Orçamentária, pois a estrutura da exposição tem boa acessibilidade para os produtores e o público em geral.

Democratização do acesso

O "Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas" adotará as seguintes medidas de ampliação de acesso, presentes no art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), tais quais: - ter todas suas atividades gratuitas e amplamente divulgadas através de mídias digitais, impressas e televisivas para toda a população; - ter todas suas atividades em locais acessíveis ao público, sendo próximos a pontos de ônibus e/ou estações do VLT (veículo leve sobre trilhos), garantindo fácil locomoção através de transportes públicos; - garantir acessibilidade à pessoa com deficiência (ou com mobilidade reduzida) e aos idosos.

Ficha técnica

Coordenadora de Produção e Curadoria - CARLA MARIANI PINTO é criadora do projeto e dirigente da empresa proponente, situada na Rua Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos, 24 - casa 3 - Macuco, Santos (SP) CEP 11015-350. Celular: 13 99740-8747, RG 43.549.613-X e e-mail: carla.mariani@me.com / contato@carlamariani.com FORMAÇÃO ACADÊMICA: Bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Universidade Católica de Santos. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Sócia Proprietária da Music Lady Produções e Eventos, empresa na área de projetos culturais e musicais. Realizadora dos seguintes eventos culturais: Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas (2023), Sunset Blues (2023), Festival Santo de Casa (2022 e 2023), Festival Online “Mulheres do Blues" (2021), Projeto Elas (março de 2019 a novembro de 2019), Festival Som de Santos (2017 e 2018) e Rock n’Help (2010, 2011, 2012 e 2013). Todos eles trazendo dezenas de artistas de Santos e Região, que fizeram parte da programação cultural destes eventos. Também foi uma das responsáveis pela realização do do Carnaval e Dia do Rock da Prefeitura de Guarujá no ano de 2013, local que trabalhou por oito anos como coordenadora de Redes Sociais, e é proprietária da escola de Canto e Técnica Vocal “Instituto da Voz Studios” INFORMAÇÕES ADICIONAIS: cantora, compositora, produtora musical e professora de canto há 10 anos. Coordenadora Executiva - LETICIA ALCOVER DO AMPARO é criadora e responsável pela produção executiva do projeto. Residente na Rua Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos, 24 - casa 3 - Macuco, Santos (SP) CEP 11015-350. Celular: 13 98131-0250, RG 32.103.471-5 e e-mail: leticia.alcover@gmail.com FORMAÇÃO ACADÊMICA: Bacharelado em Letras com habilitação de Tradutor pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Sócia Proprietária da Heko Produções, empresa na área de projetos culturais e musicais. Realizadora dos seguintes eventos culturais: Chiquinha Gonzaga Fest - Festival Autoral das Minas (2023), Sunset Blues (2023), Festival Santo de Casa (2022 e 2023), Festival Online “Mulheres do Blues" (2021) e Projeto Elas (março de 2019 a novembro de 2019). Todos eles trazendo dezenas de artistas de Santos e Região, que fizeram parte da programação cultural destes eventos. Produtora da Semana do Tradutor da UNESP São José do Rio Preto (2003 a 2005) e Coordenadora dos setores de Turismo, Comercial e Científico da CENACON (Centro Nacional de Congressos e Eventos) em 2006. Tem vasta experiência na área administrativa, coordenando por nove anos a empresa Big Bens Administração de Bens e Serviços LTDA. INFORMAÇÕES ADICIONAIS: cantora, compositora, produtora musical e professora de canto há 10 anos. Coordenação de Staff e Contrapartidas - JULIANA BORDALLO é uma trabalhadora da cultura no cenário cultural e social, especialmente nos últimos dez anos através da sua produtora Bordallo Cultural. Com 21 anos de experiência como produtora cultural, atriz, palhaça, diretora, filósofa e artivista, Juliana atua em diversos projetos, incluindo o Festival Baixadinha (o primeiro festival da Baixada Santista voltado para a infância, que foi contemplado em primeiro lugar pelo Proac/2022), além de ter idealizado o projeto A Rede - conexão de mulheres produtoras que lançará sua plataforma de empreendedorismo Cultural em agosto de 2023. Juliana também é produtora da Mostra Dia do Enfrentamento, uma mostra cultural com ações descentralizadas focadas na erradicação da violência contra as mulheres, e do programa Sacada Cultural da Rede TVT e rádio Brasil FM, entre outros.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.