Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Com a intenção de desenvolver a formação e a capacitação em ensino musical de crianças e adolescentes em idade escolar, o projeto "Solta o Som" procura a excelência e a integração social por meio da prática coletiva da música com foco na transmissão e multiplicação do conhecimento. Assim, os alunos além de obterem a iniciação e a formação gratuita, terão o desenvolvimento psicomotor, sócio afetivo, cognitivo e lingüístico. Favorecendo o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade, do senso rítmico, do prazer de ouvir música, da imaginação, da memória, da concentração e da atenção. Serão estimulados a praticar o processo de construção da cidadania e do protagonismo social, bem como sendo sensibilizados e mobilizados para o envolvimento em todo o ambiente escolar e na comunidade através de atividades artísticas, culturais, de lazer e de recreação. O projeto pretende também, preparar e orientar os atendidos que se mostrarem aptos e motivados a prosseguir com entusiasmo os estudos musicais para que futuramente tenham base para estudos mais avançados e para a inserção destes indivíduos no mercado de trabalho. O projeto atenderá anualmente cerca de 650 crianças e adolescentes de 06 a 15 anos, divididos em 5 núcleos , em 5 cidades diferentes Espírito Santo do Pinhal, Paulínia, Jundiaí, Franca e São Carlos. Os alunos devem estar devidamente matriculados nas redes de ensino, e serão oferecidas oficinas de prática de coral, ukulele, oficina de cordas: violino, viola e violoncelo. O projeto será realizado em escolas públicas/municipais (ou filantrópicas).
Aulas práticas e teóricas: Descrição da atividade: Desenvolver aspectos técnicos e interpretativos, noções sobre o funcionamento do instrumento e dos elementos musicais, necessários para um aprendizado correto e progressista da prática instrumental. Resultados Previstos: Os estudantes deverão apresentar bom nível em performance musical, uma execução instrumental segura, dominando a técnica elementar e específica de seu instrumento bem como a questão rítmica, a leitura musical e a questão interpretativa e trabalho em grupo.
Objetivo Geral: Proporcionar a 650 crianças e adolescentes com idade entre 06 e 15 anos, em cinco cidades (cerca de 130 alunos em cada cidade) uma formação que os capacite para execução instrumental e para prática coletiva do fazer musical (prática coral, oficina de flauta doce, oficina de ukulele, oficina de cordas: violino, viola, violoncelo), focando na transmissão e a multiplicação de conhecimentos, assim contribuindo com a formação sociocultural e estimulando o acesso e a participação destes junto aos bens e às expressões culturais de suas comunidades. Objetivos Específicos: Fomentar o conhecimento prático de diversas culturas musicais, principalmente a música folclórica, regional, brasileira e sua riqueza de ritmos e estilos por meio da realização de aulas técnicas musicais, música de câmara, ensaio de grupo, coral e realização de concertos e recitais diversos executados pelos alunos. Para a realização das atividades serão disponibilizados instrumentos musicais, a título de empréstimo, para os participantes do projeto. A idéia, quando possível, é que o aluno leve o Instrumento para casa, para que possa ter um melhor desenvolvimento na prática musical.
O intuito deste projeto será o de preparar e oferecer condições e espaço para que crianças e adolescentes desenvolvam o fazer artístico e musical (individual e/ou coletivo) e mais adiante atuem com protagonismo no ambiente escolar e em suas comunidades, através de suas performances em apresentações musicais diversas. Esta preparação em início será através de atividades socioeducativas, que poderão ocorrer no período de contraturno escolar ou ainda em horário do ensino regular, oferecendo às crianças e adolescentes a oportunidade de vivenciar, experimentar e aprender as artes musicais, como mecanismo de desenvolvimento da expressão, do equilíbrio, da autoestima, do autoconhecimento e da integração social, tornando-os mais receptivos às outras áreas do saber e mais sociáveis na interação com o ser humano e por outro lado, prevenindo as situações de vulnerabilidade e riscos sociais. Essas circunstâncias de trabalho e produção artística favorecem a existência dos ambientes promotores de saúde mental, intelectual, social e cultural para seus participantes, além de provocar o aumento e a diversidade de atividades culturais e de entretenimento, planejadas e organizadas em função da implantação do projeto. A música ajuda a afinar a sensibilidade dos alunos, aumenta a capacidade de concentração, desenvolve o raciocínio lógico matemático e a memória, além de ser forte desencadeador de emoções. A esse respeito Katsch e Merle-Fishman apud Bréscia (2003, p.60) afirmam que "[...] a música pode melhorar o desempenho e a concentração, além de ter um impacto positivo na aprendizagem de matemática, leitura e outras habilidades linguísticas nas pessoas". Dessa maneira, acreditamos e enfatizamos que não há melhor maneira de provocar impacto social positivo, bem como a transformação social desejada para as comunidades infantojuvenis, que não seja pelo caminho de abrir espaço à manifestação sensível da identidade, da coletividade e da produção destes indivíduos. Isso é possível através da vivência e compreensão da linguagem musical, propiciando a abertura de canais sensoriais, aumentando o nível de integração social, facilitando a expressão de emoções, ampliando a cultura geral e contribuindo para a formação integral do ser, tornando o ambiente escolar mais prazeroso e motivador, estimulando assim a participação efetiva e o sentimento de pertencimento contribuindo desta foram para a permanência e êxito dos estudantes. De acordo com pesquisa publicada pelo IPEA _ Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada¹ em 2007, o direito à cultura implica também o desenvolvimento de capacidades que advêm dos processos de escolarização. Ser escolarizado é um dos traços que caracterizam o consumidor de bens culturais. O consumo amplo e disseminado desses bens é um termômetro preciso que diz algo importante sobre o acesso à escolarização e aos bens, serviços e habilidades oferecidas e estimuladas pelas sociedades contemporâneas. Consumir é participar dos cenários da vida social, de suas disputas e significados. A escassez de bens impõe certa lógica: a de que alguns se apropriem dos bens e outros não, em um processo que permite a distinção e união, o reconhecimento do valor dos bens ou sua desvalorização, assim como daqueles que os consomem. É evidente a necessidade de políticas culturais que distribuam bens e contribuam com a diminuição de distâncias e desigualdades nos mapas sociais de reconhecimento mútuo entre segmentos, grupos e classes. Em razão da inefetividade diante de problema de tamanha dimensão _ a carência de equipamentos é sempre maior quando eles dizem respeito à atuação pública _, é indispensável repensar a cultura e o consumo cultural à luz da noção de cidadania, cristalizando uma agenda que faça da intervenção cultural pública fator decisivo da reconstrução de espaços de fruição e produção acessíveis de forma universal. A Lei Rouanet é a principal estrutura de fomento a projetos culturais no país. Através dela, é possível viabilizar projetos culturais que não teriam condições de serem realizados com recursos próprios. Com a aprovação do projeto na Lei Rouanet, torna-se atrativo para o setor privado investir na cultura e assim aumentam as chances de realização do projeto. A importância dela é clara, assim como seu objetivo: fomentar a cultura no país.Como exemplos, vale citar os museus e eventos diversos.Mas em sua essência, a Lei Rouanet é importante por viabilizar o trabalho de pequenos produtores culturais.
Metodologia a) Da organização das atividades: As atividades serão realizadas semanalmente, sendo aulas de instrumentos e teoria/percepção musical e aulas de coral infantil/juvenil e prática de grupo, proporcionando 1h30 de atividades semanal para cada aluno. As atividades serão oferecidas e desenvolvidas da seguinte forma: OFICINAS Coral Infantil - 06 a 10 anos – Resultados esperados (qualitativos): Capacitação das crianças e adolescentes para a execução instrumental e para o fazer musical. (30 VAGAS) Coral Juvenil - 11 a 15 anos - Resultados esperados (qualitativos): Capacitação das crianças e adolescentes para a execução instrumental e para o fazer musica. (30 VAGAS) Ukulele - 09 a 15 anos -Resultados esperados (qualitativos): Capacitação das crianças e adolescentes para a execução instrumental e para o fazer musical. (26 VAGAS) Violino –09 a 15 anos – Resultados esperados (qualitativos): Capacitação das crianças e adolescentes para a execução instrumental e para o fazer musical. (24 VAGAS) Viola Clássica – 12 a 15 anos – Resultados esperados (qualitativos): Capacitação das crianças e adolescentes para a execução instrumental e para o fazer musical. (12 VAGAS) Violoncello – 12 a 15 anos – Resultados esperados (qualitativos): Capacitação das crianças e adolescentes para a execução instrumental e para o fazer musical. (08 VAGAS) MUSICALIZAÇÃO, TEORIA E PERCEPÇÃO MUSICAL 06 a 15 anos – Resultados esperados (qualitativos): Capacitação das crianças e adolescentes para a execução instrumental e para o fazer musical. (130 VAGAS) PRÁTICA DE GRUPOS 06 a 15 anos – Resultados esperados (qualitativos): Capacitação das crianças e adolescentes para realizar apresentações, recitais e concertos. APRESENTAÇÕES PÚBLICAS 06 a 15 anos - Resultados esperados (qualitativos): Os alunos poderão desenvolver sua capacidade de expressão, de autoconhecimento e de integração social, o que acaba influenciando e colaborando positivamente na autoestima desses alunos e consequentemente estimulando as outras áreas do saber.
Acessibilidade física: O projeto "Solta o Som" será sempre realizado em locais que atendam integralmente as demandas de acessibilidade física, com o intuito de atender àqueles que possuam dificuldades de locomoção, deficiências físicas, sensoriais ou cognitivas. Tanto as escolas como os locais abertos onde serão realizadas as ações de contrapartida, obedecerão os requisitos de acessibilidade, tais como rampas, corrimão, elevadores adaptados, recepcionistas e indicadores especializados. Acessibilidade de Conteúdo: O projeto "Solta o Som" adotará como premissas o acesso por todos e para todos. O foco, acima de tudo, será de oferecer acesso para qualquer pessoa, independente de condição social, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio e ocupação. Os portadores de deficiência visual, poderão acompanhar a execução todas as informações sobre as peças reproduzidas serão faladas, assim como os detalhes sobre o projeto realizado.
O projeto democratizará o acesso às oficinas, oferecendo-as gratuitamente. A intenção desta ação é preparar e oferecer condições e espaço para que crianças e adolescentes desenvolvam o fazer artístico e musical (individual e/ou coletivo) e mais adiante atuem com protagonismo no ambiente escolar e em suas comunidades, através de suas performances em apresentações musicais diversas. Para isso, a Metropol Cultura irá realizar as seguintes ações: - disponibilizará na Internet registros audiovisuais das apresentações dos alunos, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - oferecer bolsas de estudo a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural.
A instituição será responsável pela realização do projeto, como organização, contratação de profissionais, monitoramento, avaliação de resultados, etc. Coordenadora Pedagógica: Mary Aparecida dos Santos Ferreira Mary Aparecida dos Santos Ferreira, atua na área da Educação há 32 anos, com experiência em salas de alfabetização e na formação de professores alfabetizadores. Com histórico em liderança de equipes, atuou como Diretora de escola e na formação continuada de Professores e Coordenadores Pedagógicos da Secretaria de Educação de Mogi Guaçu. Formada em Pedagogia, Pós Graduada em Relações Interpessoais na Escola e em Educação Inclusiva. Diretor Geral: Felipe dos Santos Alves Formado em regência pelo CMDCC – Conservatório Dramático Musical Dr. Carlos de Campos – Tatuí-SP, na classe do Maestro Me. Dario Sotelo, cursou ainda o bacharelado em trompete na Unicamp - Universidade Estadual de Campinas-SP na classe do professor Me. Clóvis Beltrami e Pedagogia – Licenciatura plena na UNIFRAN – Universidade de Franca-SP. Graduado em licenciatura em música na FNB – Universidade Nazarena do Brasil, Campinas – SP. Desde 2011 é o Regente Titular e Diretor Artístico da OSJI – Orquestra Sinfônica Jovem do Interior – SP. Coordenadora Administrativa/Financeira: Tathiana dos Santos Alves Bacharel em Administração de Empresas. Em 2009 passou a cuidar da produção da OSJI – Orquestra Sinfônica Jovem do Interior – SP, e desde então tem acumulado junto à orquestra experiência no levantamento de orçamentos, planejamento, captação de recursos, produção, acompanhamento de montagem, coordenação de equipe e operacionalização de eventos. Também é responsável pela Direção Administrativa de diversos projetos culturais da Metropol Cultura como o gerenciamento do Theatro Avenida de Espírito Santo do Pinhal (SP), entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.