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PRONAC 238283Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Amazônia: arte e ancestralidade

Makará Serviços Educativos e Culturais LTDA
Solicitado
R$ 993,8 mil
Aprovado
R$ 993,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Indígenas
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-10
Término
2025-04-30
Locais de realização (2)
Manaus AmazonasRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar três exposições (duas no Brasil e uma na Suécia) e publicar um catálogo impresso a partir de curadoria da coleção Amazonas - arte e ancestralidade com finalidade de fruição da arte indígena ancestral e contemporânea em solo nacional e internacional.

Sinopse

Palestras: Serão realizadas, em cada cidade de ocorrência do projeto, quatro palestras formativas gratuitas destinadas a professores e estudantes de escolas públicas. As palestras terão duração de 1hora e 30 minutos e seus temas serão:1- Arte européia x arte indígena2- Arte indígena tradicional3- Arte indígena contemporânea4- Descolonialidade Antes de cada palestra será realizada visita guiada com os estudantes e professores e todos receberão gratuitamente o catálogo da exposição.Para garantir o acesso do público alvo (professores e estudantes de escolas públicas) será disponibilizado transporte gratuito da escola ao local do evento e posterior retorno à escola.Para cada palestra será garantido o acesso de 40 estudantes de escola pública, totalizando 160 estudantes e professores beneficiados.Não há restrição de faixa etária.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar três exposições (duas no Brasil e uma na Suécia) e publicar um catálogo impresso a partir de curadoria da coleção Amazonas - arte e ancestralidade com finalidade de fruição da arte indígena ancestral e contemporânea em solo nacional e internacional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar duas exposições, uma no Brasil e uma na Suécia, de arte indígena com o acervo da maior coleção privadade arte indígena do mundo, durante 30 dias cada, com entrada franca em ambas. Produzir, publicar e distribuir 3000 catálogos das exposições com imagens de todas as peças do referido acervo,junto a textos (português e inglês) informativos e curatoriais sobre os objetos. Publicar todo o conteúdo da exposição em sítio de internet. Realizar quatro palestras educativas gratuitas (em cada um das cidades onde o projeto será realizado) sobre arte ecultura indígena para estudantes de escolas públicas.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveispelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmesdocumentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfi cade caráter cultural;b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados aexposições públicas no País e no exterior;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; A arte é, como todo campo social, um território em eterna disputa. As definições sobre arte mudamentre culturas distintas, mas independentemente das referências históricas, a arte é um campo de ação política. A arte indígena foi durante séculos menosprezada pela colonialidade branca que centraliza os discursos de poder e saber apenas em torno do que julga ser sua propriedade. Assim,a primeira exposição de arte indígena realizada numa grande instituição brasileira foi em 2021, com Vexoa, na Pinacoteca de São Paulo. Muito longe de um marco para comemorar, essa primeira exposição precisa ser entendida como um momento de crítica e reflexão.Por que o projeto colonial, que se desdobra ainda hoje em solo brasileiro, levou 521 anos parareconhecer parte da produção cultural dos povos originários dessa terra? Sabemos da necropolítica aplicada contra os povos indígenas em território brasileiro, e justamentena contramão das práticas de apagamento e extermínio que o projeto Amazônia:Arte e Ancestralidade surge como ressonância desse movimento de novas consciências, aplicação de políticas afirmativas e reparação histórica. A coleção de arte indígena que o projeto vai exibir, no Brasil e na Suécia, começou a ser construída ainda antes da ECO-92 e hoje é o maior acervo particular de arte indígena do mundo. A importância de exibir essas peças em território brasileiro, é trazer para esses povos a oportunidade de conhecer parte de sua própria cultura, despedaça da ao longo do últimos séculos pelas justificativas de catequização e civilização, discursos atualmentemais que descredibilizados no contexto de provável destruição planetária causado pelas aspirações desenvolvimentistas do pensamento branco. A coleção Amazonas - magia e realidade pertence a Hugo Catolino, curador e educador argentino,radicado na Suécia há quase 40 anos, e conta com objetos provenientes dos povos Karaja, Waura,Kuikuru, Kamayura, Wayana _ Apalay, Waiwai, Bakairi, Tembé, Saturé _ Maué, Tikuna, Yanomani,Xavante, Txicáo, Kayabi, Tapirape, Txukahamáe, Baniwa, Xingú, Tucano, Waimiri _ Atroari, Kayapó,Juruna, Kampa, Bororo, Rikbaksta, Suia, Kalapalo, Guayayare, Sataré, Kaxinawa, Arawueté, Zoro,todos amazônicos. Após as políticas de morte empreendidas pelo último governo federal contra os povos indígenas, a ampliação do conhecimento sobre a cultura desses povos pelo restante da população brasileira, é medida emergencial para criar afetos no sentido de impedir que a barbárie contra os verdadeiros donos dessa terra seja silenciada ou apoiada pelo resto do mundo. O medo da alteridade é solidificado na ignorância, é preciso conhecer para construir alianças.

Especificação técnica

Catálogo:Miolo Formato: A5 (14,8 x 21,0 cm)Quantidade de Páginas Miolo: 52 PáginasCores: 4x4 (colorido)Papel: Offset 120gAcabamento: GrampoCapaFormato: A5 (14,8 x 21,0 cm)Quantidade de PáginasCapa: 4 PáginasCores: 4x4 (colorido)Papel: Couché Fosco 300gAcabamento: Refi leExtras: Vinco

Acessibilidade

Exposição de Acervo: Acessibilidade física: será realizada em espaço que atende a todas as exigências legais de acesso a deficientes físicos e idosos.Acessibilidade para deficientes visuais: além das impressões táteis, o projeto educativo será voltado para a realização de visitas sensoriais, tanto com a exploração texturas quanto com efeitos sonoros que incluam deficientes visuais.Acessibilidade para deficientes auditivos: todo o conteúdo sonoro terá tradução para libras. Publicação de catálogo impresso: Acessibilidade física: não se enquadra - não requer qualquer deslocamento para acesso ao conteúdo.Acessibilidade para deficientes visuais: versão falada do catálogo (mídia digital com uma versão falada do catálogo acompanhará o produto - audiodescrição e audiolivro).Acessibilidade para deficientes auditivos: não se enquadra - o acesso ao conteúdo do catálogo é totalmente visual. Contrapartida socialAcessibilidade física: será realizada em espaço que atende a todas as exigências legais de acesso a deficientes físicos e idosos.Acessibilidade para deficientes visuais: não se enquadra - a experiência da palestra é sonora,incluindo-se assim deficientes visuais.Acessibilidade para defi cientes auditivos: Tradução para libras.

Democratização do acesso

Exposição de acervo:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividadesde ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação porredes públicasde televisão e outras mídias; Catálogo:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Contrapartida Social:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos,treinamentos, palestras, exposições, mostras e ofi cinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Manuela Leite - Coordenação geral Doutoranda em Artes Visuais pela ECA-USP. Mestra em Artes Visuais pela USP. Graduanda em Artes Visuais pela UAM. Graduada em Fotografia pela UNESA. Membro do Grupo de Pesquisa Poéticas da Multiplicidade (GPPM-Cnpq-USP) Atuou como professora de fotografia do Projeto Olhar Sócio Ambiental da UFPI, financiado pelo Ministério da Cultura, também foi docente dos cursos de extensão em Fotografia Digital da Universidade Estácio de Sá em 2009 e 2010. Entre 2011 e 2014 foi diretora e professora de fotografia na Casa das Artes Visuais (CAV - PB). Atua também como fotógrafa freelancer há quinze anos, tendo sido requisitada para documentar fotograficamente exposições em espaços que incluem o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Participou de exposições individuais e coletivas no Rio de Janeiro, São Paulo, Moscou, Olinda, João Pessoa, Maceió, Florianópolis e Vinhedo. Desde 2009 atua também na área de produção cultural, já tendo prestado consultoria, formatado e aprovado diversos projetos em leis de incentivo à cultura. Como produtora realizou exposições de artistas como Evandro Teixeira, Renan Cepeda, Alberto Campos, João Lobo, Chico Dantas, Sidney Azevedo, Shiko, João Beltrão, Antônio David entre outros. Atualmente continua seu trabalho como professora, artista visual e produtora cultural no Rio de Janeiro e em São Paulo. Rodrigo Accioly - Produtor ExecutivoPublicitário por formação, desde 2001, tem participado da produção de eventos de intercâmbiocultural entre o Brasil e os países escandinavos. Coordenador da exposição “Isvérie – Arte Sueca”dos suecos Mikael Genberg, Maria Dalborg e Anders Hultman, Museu da República - RJ (2001),;Curador das mostras “Pippi in Rio – Homenagem à Astrid Lindgren”, de Magnus Vaena, CCJF - RJ(2003); “The Door" e “The Beginning of Life 1”, de Daniel Azulay em Estocolmo - Suécia e Helsinki -Finlândia, (2007), depois reunidas em Viena (2017). Coordenador geral e curador da exposições deChristina Oiticica “Amazônia” (2010), “Caminhos do Sol Nascente e do Sol Poente” - Sede da ONU -NY (2011), “Mãe Terra” Rio de Janeiro (2011) e “Caminhos do Sol Nascente, Fliporto, Olinda (2011).Em 2018 foi curador da exposição “Pippi em Santos” no Museu Pelé. Weena Tikuna - CuradoraArtista indígena brasileira do Estado do Amazonas que fez história, em 2019, ao tornar-se a primeiraindígena a protagonizar um desfi le de Moda no Brasil Eco Fashion Week, onde lançou as coleçõesÉware e No´e. Todas as suas criações representam os tikuna, nome do povo e da língua dosameríndios que habitam a zona fronteiriça entre o Brasil, a Colômbia e o Peru. Como artista plástica,12 de suas obras compõem o acervo de exposição permanente no Museu Histórico de Manaus,localizado em frente ao Teatro Amazonas. Em 2017, se apresentou na Festa Nacional da Música como a primeira indígena Brasileira no evento. Em 2018, se apresentou em um espetáculo musicalno Teatro Amazonas (Manaus). Em 2019, participou no primeiro festival de música indígena doBrasil, o YBY Festival, em São Paulo, ao lado de outros artistas e agentes culturais da comunidadeindígena. Como palestrante teve falas marcantes na Casa Ninja Lisboa, Itaú Cultural e na Ted. Foientrevistada em programas de TV como no programa do Jô Soares e no The Noite com DaniloGentili. Em 2021 cria uma linha de bonecas indígenas para fortalecer história de seu povo, contou àRevista Glamour que a ideia é conectar crianças com a cultura indígena. Atualmente é consideradacomo uma das maiores Infl uenciadoras indígenas da atualidade, por as revistas Estadão e Glamoure é criadora de premium da Pinterest. Recebeu a medalha do mérito artístico e cultural pelaAcademia Brasileira de Arte e Cultura, Recebeu a Cruz do mérito Juscelino Kubitschek, doempreendedor, Prêmio Top Art pelo Instituto Cultural da Fraternidade Universal, Recebeu a Medalhade mérito artístico Carlos Gomes, Recebeu a Cruz do mérito Académico e profi ssional pela CâmeraBrasileira de Cultura. Recebeu prêmios de destaque profi ssional, destacando-se como a "melhorartista plástica indígena do Brasil" pela Sociedade Brasileira de Educação e Integração[5] na 1ªColetiva de Artistas Indígenas do Amazonas - ano 2005, patrocinada pelo Banco da Amazônia. Foipresidente Nacional das Mulheres Brasileiras Indígenas pela Libra, Liga das Mulheres Eleitoras.Atualmente atua em diversos segmentos artísticos como moda, música e artes visuais. Hugo Catolino - Coordenação museológicaHugo Catolino nasceu na Argentina em 1954, onde estudou teatro. Em 1979 mudou-se para Mallora(Espanha) e criou, em 1980 um grupo de teatro de marionetes em Mallorca . Nos anos seguintes,viajou pela Europa produzindo exposições culturais e trabalhos pedagógicos. Como pedagogo eespecialista na socialização de jovens atuou em Eskilstuna e Västerås. Produziu oito peças deteatro para crianças com a artista sueca Pia Holmquist. De 2002 a 2017, foi secretário de cultura dacidade de Västerås, produzindo festivais de dança, arte contemporânea, cinema, teatro demarionetes e hip-hop. Também produziu exposições de máscaras rituais do México, objetosetnográfi cos do Mali e objetos de arte indígena da Amazônia brasileira em diferentes cidades daSuécia.Em 2018, coordenou o festival Comix Nostrum em Mallorca e também, em 2021 lançou suaprimeira novela policial em sueco.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.