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Uma jornada por cinco experiências interativas, sensoriais e emocionais, áreas com curiosidades históricas e instagramáveis para decifrar a trajetória de Francis e Olivia Hime em suas criações e vários encontros com músicos brasileiros. Além da exposição, que terá entrada franca, a experiência conta com um pocket show em seu lançamento, a publicação de um livro com ensaios escritos por convidados e a criação de ferramentas digitais educativas. Pioneiro em sua modelagem, o projeto promove a diversidade de manifestações culturais e os remixes entre arte, cultura, tecnologia e inovação, gerando sensos de engajamento e pertencimento através de vivências disruptivas.
Classificação indicativa: LIVRE ABERTURA DA EXPOSIÇÃO: A abertura da exposição contará com um pocket show de Francis e Olivia Hime, além de um artista convidado, onde apresentarão algumas de suas canções e também dialogarão com o público sobre o sentimento de ter sua trajetória traduzida em um conjunto de experiências interativas, sensoriais e emocionais. SOBRE A EXPOSIÇÃO: O projeto tem em seu centro a multidisciplinaridade através de cinco experiências principais que estimulam a reflexão, promovem a curiosidade e envolvem os sentidos por meio da remixagem de recursos artísticos, tecnológicos e de inovação, consolidando uma jornada inédita para o público. Representa, neste sentido, um remix disruptivo entre cenografia, iluminação, música, áudio 8D, game, realidade virtual, audiovisual, inteligência artificial, entre outros recursos que promovem o ir além. A exposição conta com duas áreas instagramáveis ao longo do percurso e uma experiência que convoca para a participação externa. EXPERIÊNCIA 01: O MAESTRO. A MAESTRINA. E SEUS PARCEIROS. Um domo com projeção 360° e áudio 8D revela a história de Francis e Olivia em seus vários encontros entre si, com a música, com os parceiros de vida e com o público. A viagem permite apurar o olhar para conhecer histórias e bastidores que marcaram as grandes canções brasileiras. EXPERIÊNCIA 02: LOJA DE DISCOS Uma sala com cenografia de loja de discos convida o público para conhecer curiosidades das várias obras de Francis e Olívia através de um game que permite remixar as canções com as novas vozes da música brasileira. INSTAGRAMÁVEL 01: MÚSICA NO CORPO A área de interação permite que as pessoas tirem fotos com trechos de músicas de Francis e Olívia projetados com luz no corpo. EXPERIÊNCIA 03: MÚSICA 360° A sala faz referência cenográfica a um estúdio de gravação e convida o público a fazer uma imersão pelo processo de gravação de uma canção através de óculos de realidade virtual (pessoas acima de 13 anos), em uma jornada que mostra as várias camadas visíveis e invisíveis que compõem uma única canção. EXPERIÊNCIA 04: HIME IA A sala traz referência cenográfica a um estúdio de música do futuro no qual o público pode criar novas canções usando o piano para interagir com uma inteligência artificial que traz as composições de Francis Hime. INSTAGRAMÁVEL 02: CLAVE DE LUZ A área de interação permite entrar em uma clave de sol e disparar uma série de luzes ao som de uma canção de Francis e Olívia. EXPERIÊNCIA 05: GRANDES CANÇÕES A sala traz cenografia com grandes orelhões cenográficos em que o público, após ouvir um pot-pourri de canções de Francis e Olívia, é convidado a mandar uma mensagem para alguém por WhatsApp. A experiência conta com Interpretação em LIBRAS. A JORNADA EMOCIONAL DO PÚBLICO: Hime: canções, sensações e emoções é uma jornada modelada com o uso de Design de Experiências e Disrupção, potencializando o encadeamento emocional do público através das várias salas e o impulso aos sensos de engajamento e pertencimento com o CCBB. Por seu formato de execução, esta metodologia exclusiva permite ainda que o público passe a ser entrevistado por pesquisadores para mensuração quantitativa dos impactos de difusão de arte, cultura e educação, entre outros. PROJETO MULTILINGUAGEM: O projeto conta com uma jornada pedagógica especialmente criada para o engajamento de escolas, estudantes e educadores com uma plataforma própria e experiências educacionais digitais para serem trabalhadas em sala de aula, além de um livro e de um guia com informações pedagógicas da exposição para permitir ações de extensão didática.
OBJETIVO GERAL: Celebrar, difundir e perpetuar a trajetória de Francis e Olivia Hime em suas criações encontros com músicos brasileiros. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 01 exposição inédita de artes visuais, com experiências interativas sobre a trajetória de Francis Hime e Olive Hime na música brasileira; - Realizar 01 pocket show de Francis e Olivia Hime com um artista convidado, como evento de lançamento da exposição; - Realizar 32 visitas guiadas e teatralizadas pela exposição, com a contratação de atores para a ação; - Publicar 01 livro para apresentar e perpetuar a história de Francis e Olivia Hime na música brasileira a novas gerações (impressão de 2.000 exemplares); - Desenvolver e disponibilizar ferramentas digitais educativas, como 01 podcast de contação de histórias, 03 jogos lúdicos e interativos e 01 hotsite para abrigar todas as ações, divulgado principalmente para professores e estudantes de instituições públicas de ensino. Todas as atividades e produtos serão gratuitos.
O projeto propõe uma leitura contemporânea sobre a MPB, a partir da produção artística do compositor, arranjador, pianista e maestro Francis Hime e sua parceira, a cantora e letrista Olivia Hime - artistas que nasceram no seio da Bossa-Nova. Francis faz 60 anos de carreira em 2023 e conta com inúmeros parceiros, como os históricos Chico Buarque, Milton Nascimento e Vinícius de Moraes, artistas contemporâneos como Lenine, Paulinho da Viola e Adriana Calcanhoto e outros da nova geração. Ao trazer a história da música brasileira no passado, no presente e no futuro, o projeto coloca em pauta os vários olhares para a musicalidade brasileira e sua gente, seja com nomes consagrados ou aqueles que estão despontando na cena musical. Para além dos músicos, a iniciativa garante a representatividade na seleção de seus monitores de design de experiências e no quadro de atores que será contratado para a realização das visitas guiadas experienciais. Neste sentido, a iniciativa rompe paradigmas do que é esperado em uma exposição sobre música, ao mesmo tempo em que atrai novos públicos para o espaço de museus/centros culturais e permite inspirar outros artistas em seus processos de pensar, fazer, viver e ser. Ao utilizar diferentes tecnologias e linguagens para chegar no resultado esperado, o projeto demanda um representativo investimento financeiro, que não poderá ser recuperado com bilheteria, uma vez que o acesso é gratuito. Para que a experiência chegue a um público amplo, de todas as idades, gêneros e classes sociais, entende-se ser essencial o acesso gratuito. Desta forma, o incentivo fiscal se faz essencial para ampliar as chances de viabilização de patrocínio e realização do projeto. ENQUADRAMENTO NA LEI: O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também alcança os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Não se aplica.
LIVRO: Nome: Dois Franciscos Ensaistas previstos: Adriana Calcanhotto, Hugo Suckman, Rui Guerra, Joana Hime, Julio Diniz, Thais Nicomudemo, Ranulfo Pedreiro, João Marcondes Formato: impresso, capa 4 páginas, capa com orelha, miolo 200 páginas, papel triplex LD 250grs, 4x1 cores. Tiragem: 2.000 unidades.
Acessibilidade: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: - Espaço físico que ofereça medidas de acessibilidade física como rampas de acesso, elevadores, espaço para cadeirantes, banheiro exclusivo para PCD e, de preferência, piso tátil, além de equipe atenta às necessidades que se apresentarem. - Narrativas em áudio; - Audiodescrição, acessada por QR Code, em todas as experiências; - Maquetes táteis. - Intérprete de LIBRAS na sala que apresenta um pot-pourri de canções de Francis e Olívia Hime; - Visitas guiadas com acompanhamento de monitores especializados para atendimento a pessoas com espectro autista. PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL: - Espaço físico que ofereça medidas de acessibilidade física como rampas de acesso, elevadores, espaço para cadeirantes, banheiro exclusivo para PCD e, de preferência, piso tátil, além de equipe atenta às necessidades que se apresentarem. - Autodescrição dos músicos, que descreverão também o ambiente em que se encontram; - Intérprete de LIBRAS. PRODUTO LIVRO: - Audiolivro disponível no hotsite do projeto; *Medidas de acessibilidade física e de conteúdo para pessoas com deficiência auditiva não se aplicam tecnicamente ao produto.
O projeto cumpre todos os requisitos do Art. 27 da IN 1/2023 e, ao ter acesso inteiramente gratuito, automaticamente cumpre também o inciso I do Art. 28 da referida normativa, como medida de ampliação de acesso, sendo reservados ao menos 10% dos produtos resultantes do projeto à distribuição de caráter social.
CURADORIA E COORDENAÇÃO GERAL – Juliano Almeida (remuneração proponente) Diretor geral da Animart Produções, produtora cultural que atua no mercado desde 2007 e tem como prioridade na realização de projetos culturais, atuando como captadora de patrocínios, produtora e realizadora em todos os segmentos artísticos-culturais, como teatro, audiovisual, música e eventos, além de atuar como gestora de carreira e produtora de artistas como Elza Soares, Lucy Alves, Zabelê, Rita Benneditto entre outros. A Animart construiu um consistente currículo no mercado cultural, com vasta experiencia e capacidade de realizar projetos bem-sucedidos. ARTISTAS HOMENAGEADOS: Francis Hime Francis Victor Walter Hime é um compositor, arranjador, pianista e cantor brasileiro. Possui formação em composição, regência, harmonia e arranjo. Iniciou seus estudos de piano aos 6 anos. Em 1955, se mudou para Suíça, onde permaneceu até 1959, dedicando-se à música. Francis voltou ao Brasil para desenvolver uma amizade com alguns dos artistas que faziam parte do já consolidado movimento da bossa nova, como Vinícius de Moraes, Carlos Lyra, Baden Powell, Edu Lobo, Dori Caymmi, Wanda Sá e Marcos Valle. Sua primeira parceria dessa época com Vinícius, "Sem mais adeus", foi gravada na época por Wanda Sá e posteriormente por vários outros intérpretes. Olivia Hime O início de sua carreira, integrou, com Miúcha e Telma Costa, um grupo vocal que atuou em show de Vinicius de Moraes e Tom Jobim. Em 1977, produziu o LP Passaredo, de Francis Hime. Em seguida, começou a participar de discos e shows do compositor e a compor também. Em 2000, fundou, com Kati de Almeida Braga, a gravadora Biscoito Fino, da qual é diretora artística. Desde 1969, é casada com o pianista e compositor Francis Hime, seu parceiro na autoria de várias canções. CURADORA ARTÍSTICA, PRODUÇÃO DE TEXTOS E CONTEÚDO – Joana Hime Joana Hime é pesquisadora, poeta, cantora e curadora das artes musicais e literária. Foi gestora artística da gravadora Biscoito Fino durante 14 anos, coordenando também os selos: Biscoito Clássico, Jobim Biscoito e Biscoito Filmes. Produziu na companhia artistas como Tom Zé, Chico Cesar, Paulinho Moska, Monica Salmaso, Zélia Duncan, Rita Lee, Leila Pinheiro, entre outros. Coordenou o projeto “Centro Petrobras de Referência da Música Popular Brasileira” que compreendia um trabalho minucioso de restauros de cerca de 12 mil fonogramas com músicas de 1903 a 1930. Graduada em Jornalismo e mestra-bolsista em Letras (PUC-RJ), de 2018 a 2020 produziu os eventos literários FLIP, FLUP, LER, Festival das Mulheres, entre outros, pelo Sesc Rio, onde foi coordenadora de cultura. Editou pela Patuá seu primeiro livro, em 2015, em parceria com Branca Escobar, além de antologias poéticas. Em 2021, lança o projeto Entreventos, que abriga sete canções sempre vertidas do formato poema para letra, com parceiros como Francis Hime, Cristóvão Bastos, Fred Martins, Zelia Duncan, entre outros. DIREÇÃO DE PESQUISA E CONTEÚDO – Hugo Sukman Jornalista, crítico musical, escritor. Formado em Comunicação Social pela PUC-Rio. Trabalhou no “Jornal do Brasil”, como repórter e crítico de cinema e música, entre 1990 e 1995, e em outras publicações brasileiras, como “Jornal do Commercio”, “Manchete” e “Veja Rio”. De 1995 a 2005, trabalhou no jornal “O Globo”, como repórter de Cultura, editor e crítico de cinema e música popula. Pela mesma publicação, atuou como correspondente em Paris, de 2000 a 2003. É autor do livro “50 anos de música brasileira: histórias paralelas” (Casa da Palavra, 2011), co-autor, em parceria com Luiz Fernando Vianna e Aldir Blanc, do livro “Heranças do samba” (Casa da Palavra, 2004), um panorama do samba contemporâneo, e autor das biografias de Moacir Santos (in “Cancioneiro Moacir Santos”, editora Jobim Music, 2006) e Djavan (in “A música de Djavan”, editora Luanda, 2008). É autor do artigo “A canção moderna – A cidade bonitinha e má ou os dois sentidos da palavra arrastão”, no livro “Canções do Rio” (Casa da Palavra, 2009), organizado por Marcelo Moutinho com artigos de Sergio Cabral, Ruy Castro, João Máximo, Silvio Essinger e Nei Lopes. Para a “Coleção Folha Raízes da Música Popular Brasileira”, escreveu, em 2010, as biografias de Silvio Caldas e Ataulfo Alves. Concebeu e escreveu o show “A cor da cultura – Matrizes da MPB” para o Canal Futura, em 2006, transmitido ao vivo da Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador, com a participação de Beth Carvalho, Nei Lopes, Martinho da Vila, Luiz Carlos da Vila, Claudio Jorge, Olodum, Ilê-Ayê, Margareth Menezes, Luiz Melodia e João Bosco, entre outros. O programa tratou da influência da cultura e da música africanas na música brasileira contemporânea. O show foi dirigido por Paulinho Albuquerque. Escreveu e apresentou, para o Canal Brasil, em 2007, o show “Feira Carioca do Samba”, sobre os 90 anos do samba, com Moacyr Luz, Luiz Carlos da Vila, Claudio Jorge, Ana Costa, Dorina, Ovídio Brito. Em 2008, foi um dos curadores da série de eventos “50 anos de bossa nova”, do Itaubrasil, com direção de Monique Gardenberg. Escreveu e apresentou a série de shows “Martinho da Vila, 70 anos de brasilidade”, em 2009, no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ). Em 2010, ministrou o curso “50 anos de música brasileira”, com participação de Edu Lobo e Gilberto Gil, no Polo de Pensamento Contemporâneo (RJ).Escreveu a série de shows “Nego Dito – Homenagem a Itamar Assumpção”, na Caixa Cultural de Curitiba, em 2011. Nesse mesmo ano, atuou como curador dos shows “Nelson Cavaquinho, 100 anos de samba”, no Centro Cultural Banco do Brasil. Também em 2011, apresentou, no Instituto Moreira Salles (RJ) e no circuito Sesc (SP), o show “O grande circo místico”, com Edu Lobo. É gerente de comunicação da Fundação Roberto Marinho e do Canal Futura, e colabora para diversas publicações no Brasil. É o curador das exposições permanentes, do conteúdo museográfico e curador do MIS RJ. COORDENAÇÃO GERAL – Letícia Trindade Graduada e Pós-graduada em Gestão e Política Cultural na Universidade Cândido Mendes. Gestão social Comunicarte/FGV, Gestão de Pessoas. Em parceria com LOPES D’ART www.lopesdart.com.br: Relações públicas e agenciamento artístico, produção executiva de projetos especiais com grandes nomes da música brasileira especializados em editais de patrocínio de 2011 até hoje. Atuante no agenciamento artístico, elaboração e gestão de projetos especiais para grandes empresas do mercado cultural e editais de patrocínio com grandes nomes da música brasileira. No terceiro setor, esteve à frente da direção de produção do projeto social Projeto Mobilidade Sonora de 2011 a 2016 e atualmente na produção executiva de projetos sociais de música e educação – Gestão Orquestra de Paraty, Consultoria para projetos sociais, Produção Executiva de Orquestras diversas e produção executiva da cantora Zélia Duncan. Coleciona ampla experiência na área de gestão cultural, tendo atuado em diversos cargos como planejamento estratégico, gestão de pessoas, produção executiva, direção de produção e de palco, logística, consultoria para eventos corporativos e culturais. PROJETO EXPOGRÁFICO – Adriana Milhomem É formada em Cenografia pela Unirio, e em Arquitetura e Urbanismo pela UFF. Realizou trabalhos de iluminação e cenografia com diversos profissionais, entre eles Dudu Sandroni, Wagner Tiso, Carolina Kasting, e com os grupos Moitará, Milongas, Irmãos Brothers, Cia de Ballet de Niterói. Seus últimos trabalhos foram com Victor Garcia Peralta, na peça Sem Medidas, Media do Impossivel, Bia Bedran, no cenário do show Cabeça de vento, e Leoni, no cenário do show A noite perfeita. Trabalhou na TV Record, no setor de cenografia de novelas. Fez a reforma do espaço multiuso do Grupo Moitará. Foi da coordenação técnica de iluminação do Festival Latino-Americano no Catar. Fez a iluminação das exposições Uma Casa Real Moderna, Patrimônio Imaterial Brasileiro, Portinari, Veias e Street Art, todas na Caixa Cultural. Fez a cenografia das exposições Wifredo Lam, no Museu Oscar Niemeyer, e Kandinsky: tudo começa num ponto, no CCBB, Dreamworks: uma jornada do esboço a tela, no CCBB, A tensão - Leandro Erlich no CCBB. Trabalhou em todas as peças do Teatro Número Três, desde 2011 e nos projetos de vídeo A Intrusa (2020) e Moermemória (2021). DESIGNER DE EXPERIÊNCIAS – Verônica Marques Designer de experiências, remixadora criativa e consultora de disrupção. Há quase vinte anos, atua na realização de ações estratégicas para marcas e causas. É criadora do método CXZ de design de experiências para cidadãos. Assina projetos de design de experiências que mesclam arte, cultura, educação, inovação, atitude empreendedora e disrupção em jornadas interativas, sensoriais e emocionais repletas de autenticidade, ineditismo e exclusividade. Palestrante e professora universitária dos campos do design de experiências, criatividade, inovação e disrupção. Mestre em Economia Criativa pela ESPM (2018).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.