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PRONAC 238311Apresentou prestação de contasMecenato

Bob Wolfenson - Narrativas que Atravessam!

INSTITUTO OLGA KOS DE INCLUSAO CULTURAL
Solicitado
R$ 799,8 mil
Aprovado
R$ 799,8 mil
Captado
R$ 420,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33010851000174BRADESCO CAPITALIZACAO S/A1900-01-01R$ 400,0 mil
00994242000148Haganá Serviços Especiais Ltda1900-01-01R$ 9,1 mil
01115200000152Haganá Segurança Ltda1900-01-01R$ 5,6 mil
08031066000150COMPOSTOS DO BRASIL LTDA.1900-01-01R$ 5,6 mil

Eficiência de captação

52.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-09-02
Término

Resumo

O projeto propõe a edição e publicação de um livro de arte colaborativo, reunindo o trabalho do retratista brasileiro BOB WOLFENSON e do jornalista brasileiro NAIEF HADDAD. O enfoque retrospectivo deste trabalho artístico duo se concentra na rica diversidade de imigrantes africanos no município de São Paulo. Além disso, o projeto promoverá oficinas culturais de fotografia artística destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino, buscando ampliar o acesso e a compreensão da arte fotográfica. Por fim, uma exposição dos retratos produzidos durante o projeto será organizada, com especial atenção à inclusão e participação de pessoas com deficiência. "Narrativas que atravessam" representam histórias que transcendem barreiras e fronteiras, impactando mentes e corações. Com o poder de ultrapassar limites geográficos, culturais e temporais, estas narrativas conectam-se com pessoas de diferentes origens e gerações.

Sinopse

LIVRO – Produto principal do projeto, com título definitivo a ser ratificado posteriormente, registra e apresenta as obras fotográficas do artista de renomada produção, considerando: - A diversidade de pessoas de nacionalidade africana que adotaram a cidade de São Paulo nas últimas décadas; - As fotografias representam imigrantes, mulheres e homens, de várias idades, que vieram de países como África do Sul, Angola, Camarões, Chade, Etiópia, Guiné-Bissau, Moçambique, Nigéria, República Democrática do Congo, Senegal e Tanzânia; - O projeto resulta de um trabalho de 5 anos; Declaramos que foram obtidas as autorizações dos titulares dos direitos autorais, conexos e de imagem em relação aos acervos, às obras e imagens de terceiros como condição para utilizá-los (em documentos anexados). EXPOSIÇÃO – Produção de 01 (uma) exposição de arte (produto secundário) com as obras do artista e dos participantes das oficinas culturais de fotografia artística (contrapartida social), com acesso gratuito ao público. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS – Oficinas e vivências. Como medida de contrapartida social, contemplando a conscientização para a importância da arte e da cultura para a inclusão social, os estudantes e professores poderão replicar os conhecimentos em suas esferas comunitárias e profissionais. As contrapartidas sociais são ações para expandir o espaço da galeria/museu e da moldura para a apropriação do fazer cultural em regiões descentralizadas, promovendo inclusão de pessoas com e sem deficiência, em situação de vulnerabilidade social. Oficinas de fotografia em que os participantes serão imersos em técnicas que não percam de vista a ludicidade da metodologia do proponente, a fim de trabalhar observação, modos de olhar, enquadramento e luz. Os registros realizados serão editados, ampliados e impressos. É previsto na planilha orçamentária do projeto, verba para material pedagógico, a fim de suprir os custos de intervenção artística nas fotos, ampliações, impressões e etc. Oficinas de fotografia artística para 150 estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Serão priorizadas as inscrições de pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade social. Capacitações para 300 participantes entre estudantes e professores de instituições públicas de ensino. As bases pedagógicas para as oficinas de artes estão vinculadas à linha humanista e sociointeracionista, que tem como principal objetivo valorizar o processo de ensino e aprendizagem integral, no qual o participante é inserido em contextos cujo propósito é fazer com que ele seja autor e ator no desenvolvimento da sua própria aprendizagem. Para isso, um ambiente desafiador é oferecido, que permite o desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e ético. Será proporcionada vivência externa com os participantes das oficinas em região da cidade de São Paulo a ser definida posteriormente (Av. Paulista ou Região Central), para fotografar os transeuntes de nacionalidade de países africanos. A ideia é que os participantes capturem um retrato das pessoas, que aceitarem participar da atividade, o qual será tratado e, depois, exposto na exposição do projeto. Para essa ação, os instrutores estarão munidos da documentação necessária a realização da vivência, como autorização de uso e imagem das pessoas que toparem participar.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Promover a produção cultural e artística mediante a realização de uma exposição em conformidade com o Artigo 3º, Inciso II, "b" e "c", da Lei 8.313/91. Contribuir para a preservação da memória de um renomado artista nacional e internacional na área da fotografia brasileira, por meio da edição e lançamento de um livro do fotógrafo, com a colaboração do jornalista Naief Haddad. Paralelamente, o projeto busca realizar uma ação cultural com estudantes e professores de instituições públicas de ensino, com especial atenção à inclusão de pessoas com e sem deficiência, através de oficinas de fotografia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Editar, imprimir 3.000 cópias e lançar um livro abrangente sobre a obra do fotógrafo Bob Wolfenson, com a contribuição do jornalista Naief Haddad;2. Realizar uma exposição de retratos fotográficos no município de São Paulo, proporcionando ao público uma imersão na arte e na diversidade cultural capturada pelas lentes do artista e dos participantes do projeto;3. Como parte das atividades formativas, oferecer oficinas de fotografia artística ao longo do processo de elaboração do livro, direcionadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino, com ênfase na inclusão de pessoas com e sem deficiência em situação de vulnerabilidade social.

Justificativa

Relevância do projeto/proponente: O Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural atua desde 2007 oferecendo oficinas de arte e esporte para pessoas com deficiência e em vulnerabilidade social. Paralalamente a sua atuação com pessoas com deficiência, o Olga também promoveu livros e exposições de expoentes da arte brasileira. Artistas que produzem na atualidade desdobrando temas relevantes de nosso tempo. Todos os artistas que tiveram sua biografia publicada pelo Instituto Olga Kos ministraram oficinas de arte para pessoas com deficiência e em vulnerabilidade social. Esta é a maneira que o Instituto encontrou não só de aproximar artista e público, mas de promover a inclusão e o trabalho artístico de pessoas com deficiência. Entre os livros já editados pelo proponente, contamos com: 1. Livro Ilustrado de Arte _ Vida e Obra de Eduardo Iglesias (2007) 2. "A Coleção _ Coletânea de Obras de Arte de Artistas Brasileiros" (2018) 3. "Arte urbana Claudio Tozzi" (2017) 4. Marysia Portinari _ Universo Pré-Existente 5. Rogério Reis - Olho Nu 6. Luise Weiss - Território da Memória Além de outros artistas relevantes como Thomas Farkas, Carlos Araujo, Yugo Mabe, Ermelindo Nardin e muitos outros. É possível conhecer mais do projeto através de nosso site. RELEVÂNCIA DO PROJETO O projeto tem, como principais características: - A valorização da cultura nacional, considerada em suas várias matrizes e formas de expressão, em observância ao art. 3º, I, do Decreto n° 11.453 de 23/03/2023. - O estímulo a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, em observância ao art. 3º, II, do Decreto nº 11.453 de 23/03/2023. - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, em observância ao art. 3º, V, do Decreto nº 11.453 de 23/03/2023. - O fomento à atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural, em observância ao art. 3º, VI, do Decreto nº 11.453 de 23/03/2023. - O fomento a produção cultural e artística mediante a realização de exposições e a edição de obras relativas às artes, em observância ao artigo 3º, inciso II, "b" e "c", da Lei 8.313/91. - Alinhamento à Lei 8313/91, especialmente em relação ao artigo 1º, incisos I, III, VIII, IX. - Qualifica a vivência cultural, a educação e a formação cidadã ao aliar medidas de ampliação de acesso às ações culturais, proporcionando formação. - O reconhecimento da diversidade na perspectiva multidimensional da cultura, respeitando, valorizando e estimulando a circulação de diversas práticas artísticas, a manifestação e expressão de identidades, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência. - O resgate, valorização e disseminação da produção artística nacional. - A formação de público, através da exposição, do livro e da oferta de oficinas de arte. - O incentivo a leitura. - O reconhecimento, qualificação e apoio à experiência de ONGs atuantes em comunidades pobres e vulneráveis otimizando serviços e recursos, ampliando as possibilidades de acesso e democratização cultural. RELEVÂNCIA DO ARTISTA Bob Wolfenson nasceu em 1954, em São Paulo, onde vive e trabalha. Do início de sua carreira, aos dezesseis anos de idade, até os dias de hoje, Wolfenson tem trabalhado com diversos gêneros da fotografia. Uma das referências nacionais como retratista, fotógrafo de nus e de moda, Wolfenson transita entre seus projetos artísticos e a publicidade. Suas exposições de maior destaque aconteceram em influentes instituições brasileiras, como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), Centro Cultural Maria Antônia, Museu de Arte Brasileira (MAB-FAAP), assim como na Galeria Millan - que o representa desde 2004. Muitas de suas obras fazem parte do acervo de museus e galerias, tais como Itaú Cultural, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC), Museu da Fotografia da Cidade de Curitiba, Zacheta National Gallery of Art (Varsóvia), além de diversas coleções particulares. Trabalhou e trabalha para publicações como: Folha de São Paulo, Veja, Vogue, Elle, S/N, Playboy, Harper’s Bazaar, Marie Claire e Rolling Stone e publicou livros como "Jardim da Luz" (Editora DBA/Companhia das Letras, 1996), "Moda no Brasil por Brasileiros" (Cosac Naify, 2003), "Antifachada-Encadernaça~o Dourada" (Cosac Naify, 2004), "Cine´polis" (Schoeler, 2009), "Apreensões" (Cosac Naify, 2010), "Belvedere" (Cosac Naify, 2013), 24x36 (Schoeler Editions,2013) e "Bob Wolfenson" (Terra Virgem Edições, 2017), além de se apresentar em diversas exposições individuais, como as mostras: "A Caminho Do Mar", 2007 "No´soutros", 2017, na Galeria Millan, ou coletivas como a "Modos de Ver o Brasil" na Oca-Ibirapuera, um mergulho na coleção do Itaú´ Cultural, também em 2017. Em 2018 inaugurou a mostra Retratos, com curadoria de Rodrigo Villela, no Espaço Cultural Porto Seguro em São Paulo, aclamada como uma das melhores mostras fotográficas do ano, com grande repercussão de público e crítica, e que traz uma seleção preciosa e histórica de fotografias dos 50 anos de sua carreira. Relevância do tema: A relação entre o Brasil e a África é profundamente enraizada na história, principalmente através do legado da escravidão, que testemunhou o tráfico forçado de cerca de 4 milhões de africanos para o Brasil entre os séculos XVI e XIX. Após a abolição da escravatura em 1888, essa enorme população de ex-escravos e seus descendentes foi integrada à sociedade brasileira, estabelecendo o Brasil como o país com a maior população negra fora do continente africano. No contexto contemporâneo, o Brasil tem visto um ressurgimento no fluxo de imigrantes africanos. Entre os anos 2000 e 2012, houve um aumento significativo no número de imigrantes provenientes da África, evidenciando uma conexão contínua e dinâmica entre os dois continentes. Dentro dessa perspectiva histórica e atual, é essencial que as publicações, como o livro proposto, desempenhem um papel significativo na ampliação da compreensão da presença africana no Brasil. Tais publicações não apenas desafiam estereótipos e preconceitos, mas também destacam as riquezas, complexidades e diversidades da cultura africana. Elas oferecem uma oportunidade crucial para promover uma visão mais inclusiva e aberta em relação à herança africana no Brasil, contribuindo para um diálogo intercultural mais rico e respeitoso.

Estratégia de execução

- AS RUBRICAS UTILIZADAS SÃO COMUNS À PRODUÇÃO DE EXPOSIÇÕES E LIVROS, PORTANTO ENCONTRADAS EM OUTROS PROJETOS COM ESSAS CARACTERÍSTICAS, OBSERVANDO SEMPRE OS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE, ECONOMICIDADE E PROPORCIONALIDADE PARA ESSE OU OUTROS PROJETOS APRESENTADOS PELO PROPONENTE. OS RECURSOS ALOCADOS REFEREM-SE A ITENS INDISPENSÁVEIS PARA A PRODUÇÃO DE CADA UM DOS PRODUTO GERADOS, INSERIDOS COMO SERVIÇOS POR PRODUTO, DADAS AS SUAS CARACTERÍSTICAS. - As 500 brochuras com o registro impresso da ação paralela de formação de plateia serão distribuídas gratuitamente para parceiros, arte-educadores, instituições onde as oficinas são realizadas, patrocinadores e outras entidades que atendam pessoas com deficiência. Sendo que o per capita é o resultado entre a divisão do número de participantes pelo valor total do projeto, indicamos o que segue, com base no art. 04 da IN nº 01 – 10/04/2023: Valor Per Capita R$ 213,00 (Instrução Normativa MinC 01). Com base no Art.07 da IN Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023: §6º - o custo per capita, ou seja, o Valor por Pessoa Beneficiada (Anexo I) do produto, dos bens e/ou serviços culturais será de até R$ 213,00 (trezentos reais), computando-se para o custo apenas os beneficiários do produto principal; § 7º O limite definido no § 6º não se aplica aos projetos de patrimônio cultural tombado, registrado ou de reconhecido valor cultural pela respectiva área técnica do Ministério da Cultura, museus e memória, planos anuais e plurianuais, arquitetura, restauração de obras de arte, inclusão da pessoa com deficiência, óperas, concertos sinfônicos, desfiles festivos, educativos em geral, povos originários e tradicionais, prêmios e pesquisas, manutenção de corpos estáveis, produção de obras audiovisuais e os realizados em espaços com até 150 (cento e cinquenta) lugares.

Especificação técnica

I. LIVRO (principal) - Lançamento previsto na abertura da exposição: Miolo - Formato: 22,3 X 30 cm (fechado); 45 X 30 cm (aberto)* Número de páginas: 160 + capas Impressão: 4x4 cores (CMYK) Papel: couchê matte Suzano 135g Acabamento Miolo: colado e costurado, com orelhas b) Capa dura - Formato: 22,8 X 30,6 cm (fechado); 87 X 28 cm (aberto)* Acabamento capa: revestimento 4x0, couché fosco 150g Papel: Holler 14 ou 16 revestido/empastado Lombo redondo c) Sobrecapa - 4X0 (CMYK) frente, couché 150g, dobra francesa Formato: 62,5 x 40 cm, 4 dobras* Impressão: 4x4 cores (CMYK) Plastificação: polipropileno fosco na sobrecapa Tiragem: 3.000 exemplares Provas: digital com ganho de ponto de todas as páginas * Em decorrência do tempo entre a inscrição do projeto e a execução, as dimensões do livro podem sofrer pequenas alterações. II. EXPOSIÇÃO (secundário) - A exposição contemplará obras do artista dentre originais e/ou reproduções autênticas e, ainda, algumas obras criadas/co-criadas durante a participação dos fotógrafos nas oficinas de artes. Proposta museográfica - A exposição ocorrerá em espaço de circuito cultural da cidade, definido posteriormente, tendo como critérios de escolha a maior economicidade, acessibilidade e mobilidade. A exposição ficará em cartaz pelo período estimado de 15 dias consecutivos (passível de alteração em decorrência da pauta/agenda do local). A entrada será gratuita e o horário para visitação definido de acordo com o horário do local. Serão expostas aproximadamente 30 obras (definidas posteriormente, assim como seus formatos e especificidades). III. CONTRAPARTIDA – Atividade paralela, medida de contrapartida social, expandindo o espaço da galeria/museu e da moldura para a apropriação do fazer cultural descentralizado, com objetivo de conscientização para a importância da arte e da cultura. a) Ação formativa cultural – Oficinas de artes de fotografia para 300 professores e estudantes de instituições de ensino públicas, que poderão multiplicar o conhecimento adquirido em suas áreas comunitárias e de trabalho, com o objetivo de sensibilização para a importância da arte e da cultura na inclusão social. b) Multiplicação - Os participantes poderão multiplicar técnicas e conhecimentos adquiridos livremente, tendo como referência, as técnicas, obras e conhecimentos passados pelo artista.

Acessibilidade

1. LIVRO ASPECTO ARQUITETÔNICO - ACESSIBILIDADE FÍSICA - Distribuição gratuita, prioritariamente, em localizações de alta vulnerabilidade para pessoas de baixa renda, participantes do projeto, OSCs (ONGS), escolas públicas e bibliotecas. 2. EXPOSIÇÃO ASPECTO ARQUITETÔNICO - ACESSIBILIDADE FÍSICA – Será realizada em local a ser definido posteriormente, contendo rampas, corrimão e banheiros adaptados de forma a permitir a acessibilidade às pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida ou pessoas idosas, com acesso ao local de realização da atividade cultural expositiva e de espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação. O acesso será livre e gratuito a todo tipo de público. ASPECTO COMUNICACIONAL - ACESSIBILIDADE VISUAL - Etiquetas e textos explicativos sobre as obras com impressão em braille e fixação adequada das etiquetas para serem lidas também por pessoas em cadeira de rodas ou por pessoas de baixa estatura, audiodescrição. Será disponibilizado profissional qualificado para descrição oral da exposição e do conteúdo das obras expostas e de todo o projeto, a fim de contemplar medida de acessibilidade para pessoas com deficiência visual/baixa visão. 3. CONTRAPARTIDA ASPECTO ARQUITETÔNICO - ACESSIBILIDADE FÍSICA - Acesso livre e gratuito. Local a ser definido posteriormente, com condições de acessibilidade e mobilidade às pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida ou idosas. Inclui acesso ao local de realização da atividade cultural principal (oficinas) e de espaços acessórios como banheiros adaptados, rampas, corrimão e áreas de alimentação e circulação.

Democratização do acesso

Serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: 1. Doação de 20% dos exemplares do livro para distribuição gratuita com caráter social, à população de baixa renda (classes, C, D e E) em instituições, OSC's (ONGs) e equipamentos públicos - IN 01, inciso I, do Art.28. 2. Todos os beneficiários (crianças, adolescentes, adultos e pessoas idosas) estudantes e professores que participarem das oficinas receberão um exemplar do livro, além de acesso livre à exposição. 3. Exposição com acesso livre e gratuito para qualquer tipo de público, inclusive para as instituições localizadas em áreas com alta vulnerabilidade social, que atendam pessoas com e/ou sem deficiência - IN 01, inciso II c/c inciso X, do Art.28. 4. Entrada gratuita, com a presença do artista no lançamento do livro, concomitante à abertura da exposição; 5. Oficinas de fotografia artística gratuitas para pessoas em vulnerabilidade social, prezando pela participação de pessoas com deficiência. As oficinas serão realizadas em áreas com vulnerabilidade social, a fim de garantir que os produtos gerados cheguem a camadas da população menos assistidas. - IN 01, inciso II c/c inciso X, do Art.28. 6. Disponibilização, na internet, registros audiovisuais das exposições e das oficinas - IN 01, Inciso VI, do Art.28. 7. Oferecer transporte gratuito ao público para as atividades externas propostas pelo projeto, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos [I1] - IN 01, inciso III, do Art.28. LIVRO 1. LIVRO – 3.000 exemplares, divididos da seguinte maneira: a. 300 exemplares para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado. - IN 01, inciso I, do Art.27; b. 600 exemplares para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - IN 01, inciso II, do Art.27 c/c inciso I, Art. 28; c. 300 exemplares para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; - IN 01, inciso III, do Art.27; d. 1.800 exemplares para venda: d.I Sendo 300 exemplares para comercialização no valor de R$ 39,60,00 (valor do vale cultura); d.II - 1.500 exemplares para comercialização a preço normal, no valor de R$ 100,00. - IN 01, parágrafo 4º, do Art.27; EXPOSIÇÃO DE ARTES Público estimado para visitação gratuita e com livre acesso: 400 pessoas. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - Oficinas 1. 300 vagas em oficinas de artes gratuitas em ação paralela, prezando pela participação de pessoas com e sem deficiência, em situação de vulnerabilidade social. As ações serão registradas em vídeo e/ou fotos e serão disponibilizadas gratuitamente na internet. Além disso, será elaborada uma brochura, como relatório ilustrado, também como registro dessas ações. Essa brochura não será comercializada, mas distribuída gratuitamente para parceiros, arte-educadores, instituições onde as oficinas são realizadas, patrocinadores e outras entidades que atendam pessoas com deficiência intelectual. 2. Vivência externa com os participantes das oficinas em região da cidade de São Paulo a ser definida posteriormente (Região Central), para fotografar os transeuntes de nacionalidade de países africanos. A ideia é que os participantes capturem um retrato das pessoas, que aceitarem participar da atividade, o qual será tratado e, depois, exposto na exposição do projeto. Para essa ação, os instrutores estarão munidos da documentação necessária a realização da vivência, como autorização de uso e imagem das pessoas que toparem participar.

Ficha técnica

Informamos que o Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural assume integralmente a responsabilidade pela gestão do processo decisório e pela execução do projeto. O Instituto Olga Kos é uma organização sem fins lucrativos, qualificada como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), cuja atuação nacional se destaca pela promoção da educação, inclusão social, cultural e esportiva de crianças, adultos e pessoas idosas com e sem deficiência em situação de vulnerabilidade social nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Reconhecemos a existência de barreiras físicas, sociais e culturais que ainda limitam a plena participação dessas pessoas em todas as esferas da vida. Como uma organização comprometida com a promoção da inclusão, buscamos inovar constantemente e adaptar nossas práticas e programas para atender às necessidades emergentes da comunidade das pessoas com deficiência. Atualmente, nossos projetos já beneficiaram cerca de 45 mil participantes, assegurando a promoção do acesso à cultura, esporte e à educação fortalecendo a identidade e autonomia das pessoas com deficiência. Neste contexto, a organização recebeu diversos reconhecimentos que enaltecem a relevância dos projetos realizados. Dentre eles, destacam-se o Inmetro, Notório Saber, titulação garantida pelas Secretarias Municipais e Estaduais da pessoa com deficiência atestando a relevância e eficácia de nossas atividades, e o Selo de Direitos Humanos e Igualdade Racial fornecido pela Secretaria de Direitos Humanos enfatizando o impacto e interseccionalidade presentes nas ações do Instituto. Através de uma abordagem colaborativa e participativa, temos desenvolvido e implementado uma série de iniciativas bem-sucedidas que têm impactado positivamente os beneficiários que nos acompanham. Nossa filosofia, "Arte é Cultura e Cultura é Educação", permeia todas as nossas atividades, reconhecendo a importância da cultura como ferramenta de inclusão e desenvolvimento humano. Ao longo de 17 anos de trajetória, temos consolidado parcerias e desenvolvido projetos inovadores que impactam positivamente a vida de centenas de pessoas. Ressaltamos nossa experiência na realização de pesquisas, como o Índice Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência Olga Kos (INIOK), e nosso compromisso com a disseminação de conhecimento e boas práticas em eventos nacionais e internacionais. E a criação da Escala Cidadã Olga Kos (ECOK), a única métrica reconhecida internacionalmente e acreditada pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), um instrumento para identificação, monitoramento e avaliação do nível de inclusão nas empresas. Estamos especialmente interessados em contribuir para as discussões e atividades relacionadas ao tema proposto, oferecendo nossa experiência e expertise para identificar soluções inovadoras e eficazes para os desafios atuais. ARTISTA – BOB WOLFENSON Bob Wolfenson nasceu em 1954, em São Paulo, onde vive e trabalha. Do início de sua carreira, aos dezesseis anos de idade, até os dias de hoje, Wolfenson tem trabalhado com diversos gêneros da fotografia. Uma das referências nacionais como retratista, fotógrafo de nus e de moda, Wolfenson transita entre seus projetos artísticos e a publicidade. Suas exposições de maior destaque aconteceram em influentes instituições brasileiras, como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), Centro Cultural Maria Antônia, Museu de Arte Brasileira (MAB-FAAP), assim como na Galeria Millan - que o representa desde 2004. Muitas de suas obras fazem parte do acervo de museus e galerias, tais como Itaú Cultural, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC), Museu da Fotografia da Cidade de Curitiba, Zacheta National Gallery of Art (Varsóvia), além de diversas coleções particulares. Trabalhou e trabalha para publicações como: Folha de São Paulo, Veja, Vogue, Elle, S/N, Playboy, Harper’s Bazaar, Marie Claire e Rolling Stone e publicou livros como “Jardim da Luz” (Editora DBA/Companhia das Letras, 1996), “Moda no Brasil por Brasileiros” (Cosac Naify, 2003), “Antifachada-Encadernação Dourada” (Cosac Naify, 2004), “Cinépolis” (Schoeler, 2009), “Apreensões” (Cosac Naify, 2010), “Belvedere” (Cosac Naify, 2013), 24x36 (Schoeler Editions,2013) e “Bob Wolfenson” (Terra Virgem Edições, 2017), além de se apresentar em diversas exposições individuais, como as mostras: “A Caminho Do Mar”, 2007 “Nósoutros”, 2017, na Galeria Millan, ou coletivas como a “Modos de Ver o Brasil“ na Oca-Ibirapuera, um mergulho na coleção do Itaú́ Cultural, também em 2017. Em 2018 inaugurou a mostra Retratos, com curadoria de Rodrigo Villela, no Espaço Cultural Porto Seguro em São Paulo, aclamada como uma das melhores mostras fotográficas do ano, com grande repercussão de público e crítica, e que traz uma seleção preciosa e histórica de fotografias dos 50 anos de sua carreira. AUTOR – NAIEF HADDAD Naief Haddad é jornalista e repórter especial da Folha de São Paulo, onde trabalha desde 1997. Foi editor de Esporte da Folha entre julho de 2013 e agosto de 2016, período em que aconteceram a Copa do Mundo de Futebol e a Olimpíada. Antes disso, atuou como editor de projetos especiais, gastronomia e turismo. Também exerceu a função de editor-adjunto da Ilustrada, caderno voltado à cobertura cultural. Foi, ainda, um dos criadores do Guia da Folha. Ganhou o Prêmio Folha na categoria "serviço" três vezes e duas vezes em "edição" (cobertura da derrota do Brasil diante da Alemanha, o 7 a 1, e o projeto O Tamanho da Língua). Além disso, recebeu o prêmio principal da 36ª edição da Society for News Design Annual Creative Competition na categoria Special Coverage por conta do trabalho durante a Copa do Mundo de Futebol

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-06-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo