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Realização de montagem e temporada do espetáculo "A Sala Laranja", workshop e palestras.
Em uma reunião de pais num jardim de infância, um grupo de adultos precisam conviver para coordenar e resolver todos os detalhes que envolvem a vida dos seus filhos na escolinha. Nesse cenário, defender as necessidades dos filhos é a grande desculpa para expressar suas reivindicações individuais impondo suas opiniões como verdades. Desejos secretos e frustrações começam a aparecer, tornando a reunião numa engraçada disputa de ego e poder. No final... Só querem o melhor para si.
Objetivos Gerais Este projeto visa realizar uma temporada do espetáculo A Sala Laranja na cidade do Rio de Janeiro, em teatro com capacidade para aproximadamente 150 pessoas. Objetivos Específicos *Realizar uma temporada de 2 meses na cidade do Rio de Janeiro, totalizando 16 sessões do espetáculo, com apresentações sexta-feira e sábado. *Realizar 1 ensaio aberto do espetáculo; *Realizar bate papo entre a equipe criativa do espetáculo com ONGs, estudante e professores da rede publica de ensino e interessados em geral; *Fomentar a geração de emprego e renda na área teatral;
A Sala Laranja, texto de Victoria Hladilo, foi adaptado por Robson Torinni e Victor Garcia Peralta, entusiastas de temas ligados a psique humana e dos comportamentos da rotina que acabam sendo banalizados e de caráter preocupantes, aqui representados em uma inocente reunião de pais de alunos de um jardim de infância. Além de ser um grande sucesso de público e crítica na Argentina, há mais de 10 anos em cartaz, o projeto foi escolhido pois aborda e alerta, de forma leve e engraçada, temas com os quais convivemos diariamente, como intolerância, violência, manipulação, individualismo, competitividade e a procura desenfreada pelo poder em uma simples reunião de pais. A engenhosidade do texto, mostra que os conflitos interpessoais, desentendimentos e brigas têm sua origem, na maioria, na ineficiência da comunicação, e nos objetivos frustrados de interesses extremamente pessoais. O que está por trás é a incapacidade de enxergar o outro e a vontade de ser aceito. Todos, ou no papel dos pais ou filhos, em algum lugar, se identificam com os personagens e conflitos que aparecerão ao longo do espetáculo, explicando o grande sucesso de público. Uma montagem naturalista que se passa em uma salinha de aula de crianças de 6 anos. Representando através de sua construção e narrativa, um microcosmo do mundo com seu retrato ironizado dos anseios das classes sociais, nas idealizações filiais, na perda progressiva do controle doméstico sobre o futuro, na crise de poder familiar e de autoridade escolar. A prática teatral favorece experiências que vão além do processo de integração e do enriquecimento do pensamento crítico. A vivência teatral promove a ampliação da visão de mundo, estimula e desenvolve a consciência cultural e promove um momento único para aqueles que a freqüentam. Temos certeza de que o presente projeto reúne totais condições para se transformar numa iniciativa cultural de grande sucesso, contribuindo sobremaneira para o enriquecimento da cena cultural brasileira. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de espetáculos de artes cênicas. Por que a Lei Federal de Incentivo à Cultura? Para a realização do projeto "Trafico", o incentivo através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério Cultura é imprescindível, pois somente assim conseguiremos a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada, vez que seria impossível levar essa obra ao grande púbico sem esse incentivo, frente a um espetáculo desse porte. As Leis de Incentivo à Cultura são de extrema importância para a captação de recursos para realização de projetos. Ela permite o financiamento da criação e difusão de forma sólida, garantindo a manutenção de equipes artísticas e técnicas. Além disso, propicia a oportunidade de concorrência em editais de instituições que exigem o enquadramento prévio e/ou posterior em Lei Federal de Incentivo à Cultura. Ao patrocinar este projeto, o MinC estará agregando valores de democratização e valorização das artes cênicas brasileiras, promoção e difusão do teatro, através de um espetáculo de qualidade técnica e artística, revelando uma postura compromissada para com a sociedade.
A Sala laranja – Teatro adulto Classificação indicativa etária: 14 anos Duração: 60 minutos Em uma reunião de pais num jardim de infância, um grupo de adultos precisam conviver para coordenar e resolver todos os detalhes que envolvem a vida dos seus filhos na escolinha. Nesse cenário, defender as necessidades dos filhos é a grande desculpa para expressar suas reivindicações individuais impondo suas opiniões como verdades. Desejos secretos e frustrações começam a aparecer, tornando a reunião numa engraçada disputa de ego e poder. No final... Só querem o melhor para si. . Palestra/ Bate papo Duração- 1h Ministrante – Diretor e Ator do espetáculo Realizar 2 bate-papo no final do espetáculo, destinada a estudantes e professores da rede publica de ensino e aberta ao publico em geral, na qual o ator ou o diretor ou ambos, abordará questões sobre os processos de criação do espetáculo. Com previsão de 120 pessoas, totalizando 240 pessoas,
1 - Produto Principal – Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: A produção se responsabiliza por realizar a locação de um Teatro que ofereça instalações adequadas estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas idosas e aos portadores de necessidades especiais (monitores, sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na platéia), atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto. São ferramentas e recursos já disponíveis nos espaços de realização. Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá audiodescrição disponível em todas as sessões do espetáculo. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá intérprete de Libras em todas as sessões do espetáculo. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos: Produto naturalmente acessível para este público, por se tratar de uma Palestra com linguagem desenvolvida pensando em atender a todos os públicos. Haverá equipe treinada para recebê-los. 2 – Ação formativa cultural de contrapartida social Palestra/ bate-papo - Será realizada no Teatro Acessibilidade física : A produção se responsabiliza por realizar a Palestra/ bate-papo no Teatro onde a peça será encenada, sendo um local que ofereça instalações adequadas estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas idosas e aos portadores de necessidades especiais (monitores, sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na platéia), ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto. São ferramentas e recursos já disponíveis no espaço de realização. Acessibilidade para deficientes visuais: Conteudo oral, acessivel a portadores de deficiencia visual. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há necessidade Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá intérprete de Libras em todas em todas as Palestras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos: Produto naturalmente acessível para este público, por se tratar de uma Palestra com linguagem desenvolvida pensando em atender a todos os públicos. Haverá equipe treinada para recebê-los.
Em atenção ao Artigo 27 da IN 01 de abril/2023: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art.23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Em atenção ao Artigo 28 da IN 01 de abril/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Victoria Hladilo - Autora Atriz, diretora, roteirista e dramaturgia Argentina. Trabalhou com os atores Julio Chavez, Hugo Midon, Miguel Cavia e Cristina Martin. Cursou Realização Cinematográfica na Universidade de Cinema e História do Teatro com Camila Mansilla. Realizou oficinas de dramaturgia com Joaquin Bonet e Agostinho Mendilaharzu. No teatro atuou e escreveu com Julio Chavez e elenco em peça dirigida pelo próprio Julio Chavez. Foi assistente de Direção do mesmo diretor no espetáculo El Rancho, que lhe rendeu o prêmio ACE de Melhor Direção. Victor Garcia Peralta – Diretor Formado no Piccolo Teatro di Milano sob a direção de Giorgio Strehler. Trabalhou em Buenos Aires como ator e diretor em diversos espetáculos. No Brasil, dirigiu o sucesso de público Os homens são de Marte... E é para lá que eu vou! (com Mônica Martelli). Também foi responsável pela direção dos espetáculos Não sou feliz, mas tenho marido (com Zezé Polessa). Decadência (de Steven Berkoff , com Beth Goulart e Guilherme Leme), Tudo que eu queria dizer (de Martha Medeiros, com Ana Beatriz Nogueira) e Quem tem medo de Virginia Woolf ? (de Edward Albee, com Zezé Polessa), A Sala Laranja: no Jardim de infância (Victoria Hladilo), Tebas Land ( Sergio Blanco), Tráfico (Sergio Blanco) Na televisão dirigiu, Alucinadas (Multishow), Gente lesa (GNT) e Reflexos Web Série Cléo On Demand. Mel Lisboa – Atriz Aos 19 anos estreou na televisão como protagonista da série “Presença de Anita”. De lá para cá participou de diversos trabalhos em teatro, cinema e televisão. Entre seus trabalhos mais importantes, destaca-se o espetáculo Rita Lee Mora ao Lado, que lhe rendeu 2 prêmios de melhor atriz. Boca de Ouro, com direção de Gabriel Villela, teve 4 indicações: Prêmio Shell SP, Prêmio Arte Qualidade Brasil, Botequim cultural e Aplauso Brasil, ganhando este último. Pelo espetáculo Dogville, foi indicada ao Prêmio Cesgranrio. Pescadora de Ilusão - ao qual foi indicada a melhor atriz no Prêmio São Paulo de teatro infantil - e a trilogia Boca do Lixo com a cia. Pessoal do Faroeste, que lhe rendeu o prêmio Cidadão São Paulo. É uma das protagonistas de “Coisa Mais Linda,” série original da Netflix. Em Cinema, além de ter ganhado o Kikito no Festival de Gramado pelo filme Sonhos e Desejos, participou de filmes como Magal e Os Formigas, Cães Famintos, O Casamento de Romeu e Julieta e A Cartomante. Vilma Melo – Atriz Atriz e professora de artes cênicas, formada em bacharelado e licenciatura plena pela UNIRIO, desde 1991. Ao longo dos anos de carreira esteve presente em grandes espetáculos e produções audiovisuais. Em 2017 se tornou a primeira atriz negra a ganhar o Prêmio Shell na categoria de Melhor Atriz pelo espetáculo Chica da Silva – O Musical e conta ainda com diversas indicações e premiações ao longo de sua carreira. Fernanda Nobre – Atriz Atriz com mais de 26 anos de carreira. Começou aos 8 anos e até hoje mantém uma atividade ininterrupta entre televisão, teatro e cinema. Nesta sua longa trajetória participou de mais de 20 novelas e séries, filmes com grande reconhecimento de público e bilheteria, e também inúmeros espetáculos entre o eixo Rio-São Paulo que lhe renderam indicações na categoria Melhor Atriz, inclusive no maior prêmio brasileiro, o Prêmio Shell. Rafaela Mandelli – Atriz Com um vasto currículo e muitos trabalhos de destaque, Rafaela fez sua estreia na TV como Nanda, protagonista de “Malhação”, em 2001, na Rede Globo. Ainda na emissora e em outras, atuou em várias novelas e séries. No cinema, protagonizou o longa-metragem “Intimidade Entre Estranhos”, dirigido por José Alvarenga Jr, e vive Ingrid, sua personagem em “A Divisão”, da GloboPlay, com direção de Vicente Amorim, longa metragem e também série. Ainda no cinema fez o longa “Legalize Já” com a direção de Johnny Araújo. A atriz viveu a Helen na novela “O Tempo Não Para”, na TV Globo, e, mais recentemente, esteve na série "Colônia", no Canal Brasil, com direção de André Ristum. Está também como uma das protagonistas da série “Insânia” da Fox Primium com direção de Gustavo Bonafé e Lucas Vivo. Zé Roberto – Ator Diretor, autor e ator, iniciou sua carreira artística praticando Ópera de Pequim. Em 1998 ingressa na EAD, Escola de Arte Dramática da USP. Foi membro fundador da companhia Os Fofos Encenam, na qual permaneceu por 12 anos, participando de inúmeros espetáculos como ator e outros como assistente de direção do dramaturgo e diretor Newton Moreno. Coleciona vários prêmios importantes de melhor ator e melhor diretor, como: O Prêmio Aplauso Brasil, Prêmio Questão de Crítica – RJ; Prêmio APTR-RJ; Melhor Diretor pelo Site UOL; Melhores Espetáculos Do Ano pelo Jornal O Estado de São Paulo; Melhores Espetáculos do Ano do Rio de Janeiro pelo crítico e jurado Daniel Schenker; foi convidado para representar o Brasil no Festival Internacional WSD – Taiwan 2017. Participou dos Festivais internacionais de Trabzon e da cidade de Antalya, na Turquia. Fez parte da comissão curatorial da Virada Cultural de São Paulo 2018 a convite da Secretaria de Cultura. Dirigiu Há Dias que Não Morro, sua segunda direção com a cia. Ultravioletas, que teve sua estreia em Antalya, a convite do governo turco e recentemente participou do 1º Circuito Paralelo de Artes de São Paulo, o FarOFFa, em 2020. Também dirigiu em 2019 A DESUMANIZAÇÃO do premiado autor Valter Hugo Mãe, pelo qual recebeu duas indicações a Melhor Direção, APCA e APLAUSO BRASIL. Teve o seu último espetáculo, Ainda Nada de Novo, interrompido 14 dias antes de sua estreia devido a morte de sua atriz, Fernanda Young. Robson Torinni - Ator Participou de alguns trabalhos no cinema, teatro e televisão. Iniciou sua trajetória na Escola de Atores Globe-SP, passando pela Oficina de Atores da Rede Globo e Escola de Atores Wolf Maya. Se formou como Bacharel em teatro no Rio de Janeiro e sua primeira produção foi A Sala Laranja. Com o seu segundo espetáculo Tebas Land. Lhe rendeu o prêmio Botequim Cultural de Melhor Ator e duas indicações a Melhor Ator pelo Prêmio CESGRANRIO e outra pelo Prêmio Cennyn. Atualmente está fazendo o espetáculo Tráfico. Onde lhe rendeu uma indicação para Melhor Ator pelo prêmio CESGRANRIO. Luiza Fardin – Figurino Bacharel em Design de Moda e Vestuário pela FAESA (ES) e pós-graduada em Figurino e Carnaval pela Universidade Veiga de Almeida (RJ). Desde 2004 atua profissionalmente como figurinista de teatro e cinema. Realizou diversos trabalhos onde destacam-se: [Des]conhecidos, direção de Igor Angelkorte (2011); Capivara na luz trava (2012) e Se eu fosse Iracema (2016), ambos de direção de Fernando Nicolau; Balé Ralé (2017), direção de Fabiano de Freitas; Nunca Fui Canalha (2017), direção de Victor Garcia Peralta; O Abacaxi (2017), direção de Débora Lamm; Le Circo de La Drag (2017), direção de Juracy de Oliveira. No cinema: Teobaldo Morto, Romeu Exilado (2014), direção de Rodrigo de Oliveira/Pique Bandeira Filmes; O Último Virgem (2016), direção de Rilson Bacco e Felipe Bretas/Downtown Filmes; Os Incontestáveis (2017), direção de Alexandre Serafini/Horizonte Líquido Produções; e Homem Livre, direção de Alvaro Furloni/Segunda Feira Filmes (2018). Em 2017, recebeu os prêmios Cesgranrio, Shell e APTR na categoria de Melhor Figurino pelo espetáculo ‘Se eu fosse Iracema’. Dina Salem Levy – Cenário Dina Salem Levy é arquiteta formada pela UFRJ. Estudou por um ano na École d’Architecture de Versailles, na França. Trabalha há mais de dez anos na área de direção de arte e cenografia. Atuou em trabalhos para cinema, publicidade, teatro, exposições, shows e premiações. Em 2012, concluiu o Master Scenography na The Royal Central School of Speech and Drama, em Londres. Neste mesmo ano, foi uma das artistas convidadas do Rio Occupation London, evento que reuniou 30 artistas brasileiros durante 30 dias, produzindo uma série de eventos artísticos como parte do London 2012 Festival. Foi vencedora do Prêmio Cesgranrio de Teatro 2018 pelo cenário da peça "CérebroCoração" e indicada ao Prêmio Shell de teatro. Em 2019 foi finalista do Grande Prêmio Brasileiro de cinema pela direção de arte do filme "Benzinho". Entre 2015 e 2020, assinou a direção de arte e cenografia de oito longas metragens e da Série de televisão "Segunda Chamada". Coordenação Geral - Proponente Ator da nova geração e bacharel em teatro, Robson Torinni após experiências acadêmicas e práticas, concluiu que era a hora de criar sua própria produtora. A inquietação por mudanças, o desejo de trazer à tona debates a respeito dos mais diversos aspectos de nossas vidas (sem jamais esquecer a beleza e a suavidade que a arte pode nos conceder), a necessidade de provocar relevantes diálogos buscando sempre conteúdo de qualidade) e, sobretudo, a imensurável vontade de trazer ao grande público a voz de uma nova geração fizeram com que a REG’S Produções Artísticas fosse concebida. 2018 - Tebas Land – autor Sergio Blanco, Direção de Victor Garcia Peralta. Elenco: Otto Jr e Robson Torinni Premio Shell – melhora Ator 2018 e 2 indicações (melhor ator e diretor) Premio Cesgranrio 2023 – Tráfico - autor Sergio Blanco, Direção de Victor Garcia Peralta e Elenco Robson Torinni O espetáculo recebeu 2 Indicações ao Premio CESGRANRIO (melhor Ator e Iluminação) e 3 2 Indicações ao Premio APTR (melhor ator, iluminação e direção de movimento) 2017 – A Sala laranja – de Victoria Hladilo - Direção de Victor Garcia Peralta
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.