| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 19199348000188 | SADA TRANSPORTES E ARMAZENAGENS LTDA | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 60395589000104 | Brazul Transporte de Veículos Ltda | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 59107938000158 | TRANSZERO TRANSPORTADORA DE VEICULOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
A Exposição itinerante TELEGARRAFAS - Encontro das Águas e Crianças consiste na realização de uma exposição interativa com montagens em várias cidades.
1) Classificação etária : Livre 2) Sinopse:Na obra, o público é convidado a se tornar parte do encontro das águas do Rio Jequitinhonha, caminhando pela galeria entre os canos de PVC de bitolas de 3/4 e 1/2, como um labirinto ou caça ao tesouro (água). A água é despejada em pingos através de garrafas com adesivos de QR Code e com bicos de conta gotas. Depois, é depositada em reservatórios de Polietileno de 150 litros. Quatro caixas d’águas abertas (referente às 4 regiões do Rio Jequitinhonha, alto, médio e baixo, assim como no encontro com o mar) se tornam telas de projeção para refletirem registros audiovisuais no espelho d’água formadocom o reflexo de monitores de 27 polegadas. Os televisores projetam imagens produzidas pelas crianças em sua relação de escuta dos riachos, córregos e marés em seu território. A cada 3 horas, uma bomba elétrica solar de água, com placas na área externa da galeria, é ligada automaticamente e retroalimenta as caixas vazias neste circuito, recomeçando os pingos. A vivência inclui a contemplação das águas, já que os visitantes assistem conteúdos projetados nos reservatórios, assim como podem interagir com os espelhos d'água quedistorcem as imagens projetadas através do ruído causado pelos pingos que caem das garrafas no tanque. A cada gota despejada, melodias sonoras são tocadas ao ativar o sensor, fazendo assim uma alusão de que sem água, não há experiência vivida naquela galeria. Ao tocar na água, é possível ouvir em caixas de som no entorno do espaço, histórias narradas pelas crianças a partir da tradução lúdica por elas da voz do rio de onde vivem. Com a aproximação dos celulares pessoais com acesso a internet nos adesivos de QR Codes, é possível ampliar a experiência com novos conteúdos nos dispositivos dos usuários. Para uma maior conexão, um capacete com fone e óculos de realidade virtual feito com lentes e canos PVC reaproveitados, levam o usuário para uma imersão em meio ao Rio Jequitinhonha junto às crianças. Os conteúdos em 360º trazem vídeos e áudios decrianças brincando na água, essa manifestação sagrada da cultura das infâncias, o brincar, a partir de um convite de traduzirem a voz do Rio de seus territórios: Alto, Médio e Baixo Jequitinhonha. Segue um exemplo de teste expográfico: https://youtu.be/wBbachuP90YIdealizadores técnicos:Igor Amin Ataídes (idealizador, curador, artista multimídia): Mestre Interdisciplinar em Ciências Humanas na linha de Educação, Cultura e Sociedade pela UFVJM – Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (2020) e Especialista em Biopsicologia pelo Instituto Visão Futuro (2010), autor do livro “Como educar as crianças no mundo das telas” (Editora Aletria, 2022). Idealizados da Comunidade de Educação Audiovisual “O que queremos para o mundo?” www.oquequeremosparaomundo.com.br. É professor convidado da PUC Minas na Pós-Graduação em Tecnologias Educacionais para Aprendizagem e EaD. Seus trabalhos artísticos são focados em cinema, processos de ensino-aprendizagem e transmídia. Ao longo de 15 anos, dirigiu 7 curtas-metragem e mais de 30 vídeos de micro-duração exibidos em festivais nacionais e internacionais de cinema como no Centre George Pompidou, durante o Pocket Films em Paris, França. Seu primeiro longa-metragem infantil “O que queremos para o mundo?” foi exibido na Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Brasília, San Diego International Kids Film Festival (EUA), Cinekid Festival (Amsterdam/Holanda) com apoio e presença no festival via ANCINE e premiado com menção honrosa do Júri no festival Noida International Film Festival, Greater Noida- Índia. Realizou as Exposições Multimídia “Cubos Mágicos” e “Estúdio Casa da Árvore” no Centro Cultural dos Correios em Juiz de Fora-MG (2015) e no Museu de Minas e do Metal de Belo Horizonte-MG (2016), assim como no PINA em Cataguases (2017) e Galeria Lava Pés emCuiabá-MT (2018). Realizou um Circuito de Exibições Educativas do projeto em países como a África do Sul e Angola, durante o dia das Crianças Africanas, em memória ao Levante de Soweto, participou de apresentações em Den Bosch (Holanda) e Bruxelas (Bélgica) durante a conferência de filme-educação “European Exchange” no FilmOn. Daniel Nunes (artista sonoro): Daniel Nunes compõe trilhas, capta som direto e desenha sons para cinema, longas, curtas-metragens e teatro. é um dos idealizadores do selo independente mineiro "La Petite Chambre Records", dedicado à música experimental e idealizador do festival de música livre "Pequenas Sessões". apresentou trabalhos no Itaú Cultural (SP), na Oi Futuro (RJ), MIS (SP), SESC Paulista (SP), Santander Cultural (RS), SXSW (EUA), Focus Wales (Reino Unido), ESMAE (Portugal), Centro de Arte Contemporáneo (Equador) e Matucana 100 (Chile). é integrante da banda Constantina e projeto lise com álbuns lançados na Inglaterra e nos Estados Unidos, shows apresentados em várias capitais brasileiras e países como Argentina, Equador, Estados Unidos, Portugal, França, Inglaterra, País de Gales, Suíça e Bélgica. desenvolveu em parceria com o arquiteto Leandro Araújo o projeto "Reações Visuais", com o qual recebeu os Prêmios: - Interações Estéticas . Funarte | 2008 - Rede Nacional Artes Visuais . Funarte | 2009 -Rumos Arte Cibernética . Itaú Cultural | 2010 com o curta-metragem "O Céu no Andar de Baixo", direção de Leonardo Cata Preta, foi premiado com a Melhor Trilha Sonora nos Festivais: - Festival do Júri Popular . São Paulo | 2011 - Festival do Audiovisual Luso Afro Brasileiro . Fortaleza | 2012 sua graduação é na área de Música – Licenciatura pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), com pesquisa em Sistemas Musicais Interativos. foi aluno de composição da classe de Sérgio Rodrigo Ribeiro Lacerda (UFMG/Accademia Nazionale di Santa Cecilia - Itália), João Pedro Oliveira (Universidade de Aveiro - Portugal) e Rui Penha (FEUP/ESMAE - Portugal). é mestre em Artes pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), com pesquisa em Cartografia Sonora.
São objetivos deste projeto: Objetivos Gerais: - Criar uma narrativa expandida para um circuito de instalações artísticas e educativas; - Promover, através das artes visuais e o audiovisual, a conscientização de temas importantes como a cultura como combustível da vida e sua relação com o meio ambiente; - Criar um intercâmbio cultural entre crianças de diferentes localidades; - Desenvolver o protagonismo infantil; - Estimular o desenvolvimento de atividades artísticas nas escolas. Objetivo Específico: - Realizar uma exposição itinerante, nas cidades de Ubatuba-SP e Serro-MG, ao longo de 1 mês em cada local, com entrada franca.
Conforme critérios da lei 8.313, este projeto se justifica, pois: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - prioriza o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: montagem de exposição de artes plásticas. POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? 1) Trata-se de projeto sem cobrança de ingresso e, por isso, sem geração de receita. Assim, seria totalmente inviável sem a utilização de lei de incentivo. 2) O artista, diretor e produtor audiovisual Igor Amin (criador do Instituto Mundos) trabalha há mais de quinze anos no campo interdisciplinar do audiovisual e educação através das telas sendo idealizador da Comunidade de Educação Audiovisual "O que queremos para o mundo?" (www.oquequeremosparaomundo.com.br). Ao longo desta trajetória, o artista identificou que o universo infantil é um campo potente para o desenvolvimento de linguagens a serem exploradas através do audiovisual e preservação de uma consciência em prol da natureza. Neste sentido, a Exposição TELEGARRAFAS surge como mais um de seus projetos que busca colocar a criança no protagonismo das narrativas a partir de sua escuta e criação de espaço para o lugar de fala de cultura pulsante que são as infâncias. Num mundo contemporâneo tão complexo, estimular esta atitude por parte das crianças é de grande importância e lhes fornece mecanismos que desenvolvem aautoconfiança através de atividades lúdicas e que fazem parte do seu universo do brincar. O projeto visa estimular a sensibilidade e atenção para o tema da preservação ambiental não só para a equipe e crianças envolvidas em sua produção, mas também para todos os espectadores. Neste sentido, destaca-se a importância do Rio Jequitinhonha, um rio fundamental no país, que nasce na região de Serro, município ao qual o distrito de São Gonçalo do Rio das Pedras pertence. Os conteúdos da exposição serão desenvolvidos majoritariamente neste local, com envolvimento da comunidade quilombola Vila Nova, em São Gonçalo do Rio das Pedras, e têm presente a discussão da preservação das águas do Jequitinhonha esuas afluências, criando assim uma valorização deste região que é uma APA - Área de Proteção Ambiental caracterizada por biomas em transição entre Mata Atlântica e Cerrado, este último que é conhecido como a "Caixa D’água" do Brasil. A proposta é construir o pensamento crítico sobre a relação entre ser humano e meio ambiente a partir do ponto de vista infantil. Através da escuta lúdica, na qual as crianças manifestam seus variados modos de ser e estar no mundo, a exposição revela hábitos e características marcantes do Vale do Jequitinhonha. Além disso, une temáticas diversas e revela a importância das artes na educação e no registro das manifestações culturais e sociais de uma sociedade. Com o advento da pandemia da Covid19 em 2020, pode-se dizer que o mundo ficou ainda mais conectado e o tempo que passamos nas telas (seja emreuniões, aulas, atividades de lazer, etc) foi multiplicado da noite para o dia. E as crianças foram impactadas diretamente por esta mudança ao serem retiradas das salas de aula e levadas para o ensino à distância, mediado pela tela. Mesmo com a retomada gradual das aulas presenciais, sabemos que as telas fazem parte do seu dia a dia e a forma como elas (e os adultos também) interagem com estes dispositivos deve ser repensada. Sendo assim, consideramos que uma daspremissas deste projeto é criar uma conscientização do uso benéfico das artes visuais, abordar como elas podem ser auxiliares em atividades educativas e de lazer de maneira saudável e sirvam de estímulo criativo, ressignificando os dispositivos. Cabe também ressaltar que, as crianças que irão protagonizar a exposição serão escolhidas através de atividades exercidas em escolas da região, sendo os professores diretamente envolvidos neste processo, o que contribuirá para uma nova percepção do audiovisual nas escolas. Esses olhares são capazes de criar um mundo atento às subjetividades e objetividades infantis. Destacando a linguagem poética da infância e sua relação com a construção de novos mundos, deinvenções que podem contribuir com o desenvolvimento das comunidades, entre outros. Por fim, registrar e divulgar este processo poderá despertar no público, iniciativas individuais transformadoras em sala de aula, em ONGs e outros ambientes de educação ambiental do Vale do Jequitinhonha para o mundo. Também será um conteúdo extrovertido, que abre uma escuta para ouvir as crianças e o que elas estão pensando sobre os problemas que os adultos debatem para a melhoria do mundo.
Não se aplica.
A Acessibilidade neste projeto se dará: Na Exposição: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição nas instalações; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras permanente (enquanto durar a exposição) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões.
A Democratização se dará: - Entrada franca nos dois locais - Projeto com foco em crianças e adolescentes. Art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
INSTITUTO MUNDOS (proponente) : Função: Coordenador Geral, responsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projeto. Criado em 2017, o Instituto Mundos é dirigido por Igor Amin, diretor, educador audiovisual e gestor sociocultural. Seus trabalhos artísticos são focados em cinema, educação e novas mídias. O Instituto tem como propósito criar novos mundos por meio de projetos audiovisuais com impacto positivo a todos os seres. Atualmente, desenvolve projetos de documentários focados em retratar as infâncias,oficinas de produção audiovisual, entre outras atividades de formação e difusão cultural. Igor Amin é idealizador do projeto O que queremos para o Mundo? que hoje abarca uma série de atividades conduzidas pelo Instituto Mundos com produção audiovisual e educativas. Mestre em Ciências Humanas pela Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM - desenvolve o projeto interdisciplinar de pesquisa "A descolonização do olhar sobre as infâncias: O audiovisual que transvê o mundo". Integrantes do Grupo de Estudos em Literatura, Arte e Cultura (UFVJM/CNPq). Idealizador de projetos autorias com destaque no cenário audiovisual como "Nem só o que anda é móvel" (2007-2009), e trabalhos exibidos em festivais nacionais e internacionais de cinema como no Centre George Pompidou, Pocket Films (ParisFrança), CineEco Seia (Portugal), Curtas Vila do Conde (Portugal) e outros, além de prêmios de Melhor Vídeo pelo Júri Popular no Curta-SE (Festival Iberoamericano de Sergipe) com o documentário "Saltos Amazônicos", 1 lugar pelo Júri Técnico com "Salão do Ronildo" no Festival Minicurtas (Salvador-BA). Além de participações em apresentações audiovisuais como no evento Noturno nos Museus de Belo Horizonte-MG, Virada Cultura BH e Bienal de Jovens Artista dos países de língua portuguesa-CPLP. Com foco para infância estão no currículo o videoclipe da canção "Ficar Estranho?"da banda infantil Pequeno Cidadão e "O que queremos para o mundo?" um projeto colaborativo que promove ações na internet, possui um programa televisivo no canal Gloob, da GLOBOSAT, ainda em sua primeira temporada, além ode oficinas audiovisuais infantis realizava em diversas instituições culturais no Brasil como Memorial Minas Gerais Vale, Museu dos Brinquedos, MIS-Museu da Imagem e do Som de São Paulo, Festival Internacional de Cinema Ambiental de Goiás, e a campanha de férias 2014 do shopping Pátio Savassi/Rede Multiplan. O projeto possui um longa-metragem de ficção infanto-juvenil e fase de pré-lançamento nos cinemas, além de uma Exposição Multimídia realizada no Centro Cultural dos Correios em Juiz de Fora-MG (2015) e no Museu de Minas e do Metal de Belo Horizonte-MG (2016). Igor também produziu o documentário "Aceito Folia" e atualmente dirige o documentário "Inventário dos Pequenos Futuristas" e está em pré-produção da série "O Mundo das Ecovilas". O Instituto Mundos viabiliza também estudos e negócios em Audiovisual, Transmídia e Economia Criativa. Renata Rocha ‐ Coordenação de Comunicação Pós‐graduada em Processos Criativos em Palavra e Imagem pelo IEC/ PUC‐Minas. Formada em Comunicação Social Integrada com habilitação em Jornalismo pela PUC Minas. Atriz formada pelo curso profissionalizante da Escola de Teatro PUC Minas. Experiência com assessoria de imprensa e planejamento estratégico em eventos culturais e de entretenimento, entre eles destacam‐se o Festival Internacional de Dança (FID), Verão Arte Contemporânea (VAC), Comida di Buteco, Horizontes Urbanos, Festival Nômade, 1,2 na Dança, Grupo Oficcina Multimédia, Festival SACI,Eletronika, entre outros (2012‐até o momento). Assessoria de Imprensa do grupo Músicas do Espinhaço em projeto beneficiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (2012). Assistente de produção no filme Pequenas Histórias de Helvécio Ratton (2006). Vinicius Cabral ‐ Produtor e Roteirista Vinícius Cabral é sócio diretor da Cocriativa Conteúdos Audiovisuais, empresa voltada ao desenvolvimento de projetos audiovisuais transmídia. Desde 2012, Vinícius co‐idealiza e coordena projetos de formação, como oficinas de Processos Audiovisuais Cocriativos, residências, webséries e produções colaborativas. Também é responsável pela idealização de projetos transmídia, voltado sempre à roteirização dos conteúdos como do “O que queremos para o mundo?”, projeto que possui uma série para a web, série de TV em interprogramas, longa metragem e exposição multimídia. Ultimamente, tem se especializado na concepção e roteirização de conteúdos transmídias voltados ao público adolescente, como no caso da série “Canal Televisão‐ Um morro do barulho”. Francisco caram: Produção executiva Graduado em Administração de Empresas - UNA - Graduado em Ciências Êconômicas - UFMG - Especialização em Marketing - UNA - Curso Intermediário sobre Leis de Incentivo - Escola Superior de Marketing (SP)Curso Avançado sobre Lei Rouanet (Ministério da Cultura) - Especialização em Direito Trabalhista - M. Roscoe Engenharia - Especialização Matemática Financeira - UFMG - Cursos de prestação de contas e formatação de projetos nas Leis Estadual de MG e Municipal de BH de incentivo à Cultura. - Consultor de desenvolvimento de projetos como "Discoteca Pública de MG", "A música que vem de Minas", "Viva! A Cultura", "Imagens de Minas", Museu Virtual da Cultura Mineira, etc. LIVROS: Diretas Já:Tancredo Neves, Pasta Mia, O olhar Eterno de Chichico Alkimin, A Voz de Sophia, A História de Minas Contada através da Gastronomia, Os Grandes Chefs Mineiros, Arrumando a Casa, História da Gastronomia Brasileira; CATÁLOGOS: Mapeamento das Cachaças do Brasil, Imagens de Minas - Ouro Preto, Estrada Real, Juiz de Fora, Patrimônio Imaterial, Águas, Grutas e Rotas Arquelógicas e Serro. SHOWS NACIONAIS: Jô Soares, Tom Cavalcante, Chico Anysio, Casseta e Planeta, Nerso da Capetinga, Filomena, Chico César, Tom Zé, Marlui Miranda, UAKTI, Renato Teixeira, Feijão de Corda, João Carlos Assis Brasil, Edson Elias, Tambolelê, Eduardo Dusek, Índios Krenacs, Virgínia Rodrigues , Neguinho da Beija Flor, Chico Lobo, Beth Caligaris, Grupo Wahari, Mestre Romão, Coração Palpita, Oquestra Ouro Preto SHOWS INTERNACIONAIS:Solistas da Scalla de Milão, Nino Rota, Stravinskij Chamber Orquestra, Nuovo Quartetto Italiano, Gli Archi di Firenze, Orquestra de Veneza, Duo Fani, Trio Aedon, Orquestra de Florença, Nova Scolla Gregoriana, Serafin Quartet, Quarteto de Gênova (Itália), Vadim Brodisk e Terem Quartet (Rússia), Lucille Chung (Coréia), Dounia (Palestina), Jogi Hirota (Japão), Eva Maria Alexandre (Alemanha), Gabin Gabiré (Burquina Faso). Produção do Maestro Andersen Viana em gravação de CD na Rússica, com Orquestra Estatal de Cinema de Moscou (Filarmônica Russa) TEATRO: Coisa de Doido, Três Mulheres para Fernandinho, O Marido de Minha Mulher, Defunto Bom é Defunto Morto, Totonho 100 Concerto. EXPOSIÇÕES: Sebastião Salgado, Tesouros do Renascimento, Américo Vespuccio, Guido Mudado, Regina Mello, Kitty Amaral. Prêmio: Indicação do Estadão -SP, destaque do ano 2005 pelo livro "O Olhar Eterno de Chichico Alkimin" Breno Conde: Dir. de fotografia e finalização Comunicólogo com trabalhos de abordagens educativas e conteúdos focados no público infantil. Foi pesquisador de conteúdo roteirista da série de animação Vila Colorê, um projeto de desenhos animados disponibilizados em escolas e que trabalham com temas relacionados aos parâmetros do MEC. Foi roteirista e coordenador de pré-produção da Pólen Filmes, estúdio de desenho animado localizado em Belo Horizonte. Trabalhou na criação, conceituação e identidade do projeto Crescer com Arte, abordagem psicopedagógica voltada ao público infantil. Foi direitor e roteirista do curta-metragem Do Lado de Dentro. É revisor da estrutura narrativa de livros infantis. Realiza consultoria de comunicação em diversas empresas. Daniel Nunes: Função: Direção artística e sonora. - Timbum- Um Super Herói Caipira - Vila Colorê - O Que queremos para o Mundo - Pintágoras.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.