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Apresentação Artística do bloco Mulheres de Chico, com cerca de 30 batuqueiras e mais de 40 músicas no repertório. O show será realizado na praia do Leme, gratuito, atingindo cerca de 30 mil pessoas. O evento já faz parte do calendário oficial do carnaval do Rio de Janeiro, se apresentando, com sua formação maior, no sábado após os quatro dias de folia.
MULHERES DE CHICO - CARNAVAL 2024 "ESSA MOÇA TÁ DIFERENTE" No Carnaval em 2024, o bloco Mulheres de Chico vai comemorar 18 anos, sua maioridade, com o tema "ESSA MOÇA TÁ DIFERENTE". Mas por que elas estão diferentes? Porque 18 anos não são 18 dias. "Mas o tempo vai, mas o tempo vem".... Esse projeto pioneiro iniciado em 2006 que trazia apenas mulheres para um ambiente de Carnaval ainda muito masculino, rendeu muitos frutos e abriu portas para que outras mulheres de todo o país também criassem seus blocos. É também o primeiro bloco temático! “Elas estavam "pra lá de pra frente" O bloco Mulheres de Chico traz muitas "moças" maduras e descoladas, com idades que variam de 30 a 65 anos. Mulheres que nestes 18 anos de história convivem com muita união, inspiração, trabalho coletivo, amizade, charme, qualidade musical e com uma vontade de fazer Carnaval que só aumenta com o tempo. O Desfile de 2024, acontecerá na Praia do Leme no sábado após a Quarta-Feira de Cinzas, e leva o nome dessa música de grande sucesso do Chico Buarque, muso inspirador das Mulheres de Chico inaugurando as comemorações dos seus 80 anos de idade. É nesse clima festivo que elas vão celebrar os 18 anos do bloco e 80 anos do Chico, num grande baile de Carnaval ao céu aberto. Afinal o tempo não parou para elas que continuam "decididas a se super modernizar". Histórico No ano de 2006, um grupo de batuqueiras se uniu para preparar seu primeiro desfile carnavalesco, pondo em prática a ideia que as cuiqueiras Gláucia Cabral e Vivian Freitas tiveram em 2003: criar um bloco feminino que só interpretasse músicas de Chico Buarque de Holanda. A ideia amadureceu aprimorando-se para uma releitura original do universo musical criado por Chico. O grupo passou a interpretar suas canções dentro de uma estética inusitada, com destaque para a formação instrumental tradicional das Escolas de Samba. Assim nasce o Bloco Mulheres de Chico (MDC), que logo chamou a atenção dos foliões que foram assistir ao seu primeiro desfile, no estilo concentra-mas-não-sai, em 2007, na Praça Antero de Quental (Leblon – Rio de Janeiro). Desde então, o bloco, com cerca de 30 batuqueiras, vem conquistando um público de idades e perfis variados, com charme, animação, figurinos e adereços alegres e descontraídos, recriando a obra de Chico e ganhando visibilidade no cenário musical brasileiro, com arranjos que exploram ritmos como o samba, o ijexá, o côco, o jongo, a marchinha, o maculelê e o funk carioca. A consagração se deu em 2008, quando o bloco tocou na famosa Feijoada da Estação Primeira de Mangueira, quando a escola de samba ainda não aceitava mulheres tocando em sua bateria. Na ocasião o bloco foi homenageado com uma placa de agradecimento por sua contribuição à cultura carioca, fato que deixou honradas todas as suas integrantes. Em 2007 o MDC passou a se apresentar em teatros, casas noturnas e shows ao ar livre no Rio de Janeiro, tais como o Teatro Rival Petrobrás, Teatro Odisseia, Teatro Nelson Rodrigues, Bar do Tom, Clube dos Democráticos, Rio Scenarium, Teatro da UFF, Teatro Municipal de Niterói, Parque das Ruínas, Arcos da Lapa, entre outras. O grupo também costuma se apresentar em eventos empresariais e beneficentes, festas fechadas e festivais de música em diversas cidades do Brasil, como Brasília, Juiz de Fora, Belém, Manaus, Palmas e São Paulo. Em 2018 O Bloco Mulheres de Chico fez sua primeira viagem internacional para Cuba, e fizeram um show lindo na casa de shows na Fábrica de Arte Cubano, na cidade de Havana. No Carnaval, com o apoio da Prefeitura do Rio, o Mulheres de Chico reúne de forma pacífica e alegre cerca de 30.000 foliões, transformando a Zona Sul do Rio de Janeiro em um grande baile que une diversas gerações. Em homenagem à folia, o bloco ainda lança anualmente camisetas comemorativas para as integrantes do bloco e equipe. Com as cores vermelho e rosa no seu estandarte, as 30 batuqueiras que fazem parte do Mulheres de Chico preparam-se para levar o bloco rumo a uma nova etapa de sua carreira em 2024. Além da tradicional participação no Carnaval do Rio de Janeiro, o MDC realiza muitos shows por todo o Brasil.
Objetivo geral Realizar o show do bloco Mulheres de Chico com acesso gratuito e sem restrição de público, atingindo cerca de 50 mil pessoas no primeiro sábado após o Carnaval, como parte do calendário cultural do Carnaval da cidade do Rio de Janeiro. Objetivos específicos - Realizar um show com palco, luz e som ao ar livre no bairro do Leme (conforme indicação da RioTur) - Receber 30.000 pessoas no local de realização do evento - Viabilizar a contratação artística e técnica para o evento, fomentando a economia criativa - Disponibilizar ferramentas de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva (libras) - Divulgar amplamente o evento através de assessoria de imprensa, anúncios e ferramentas de comunicação nas redes sociais
De 2006 a 2023 o Bloco Mulheres de Chico realiza apresentações gratuitas no sábado após o Carnaval em espaços públicos, como parte do calendário da Programação Oficial do Carnaval do Carioca, reunindo sempre de forma pacífica e alegre cerca de 30.000 foliões, numa grande folia que une diversas gerações. (apenas em 2021 e 2022 não ocorreu o evento por consequência da Pandemia de COVID-19) Em 2012 o bloco Mulheres de Chico realizou o desfile de Carnaval contando pela primeira vez com o patrocínio do evento realizado através da Lei de incentivo fiscal _ Lei Rouanet na praia do Leblon e em 2013 na praia do Leme. Art. 1 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O show ao ar livre garante o acesso gratuito para todos os públicos VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; O projeto valoriza e desenvolve o Carnaval/blocos de rua, por ser o show/desfile anual do primeiro bloco de carnaval feminino do Rio de Janeiro VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O repertório do show é composto por músicas de referência da MPB, com canções de Chico Buarque de Holanda, Vinicius de Moraes, Baden Powell, Rita Lee, Clara Nunes e Dona Ivone Lara. Art. 3° I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Impacto Ambiental O proponente compromete-se a: firmar parceria com órgãos públicos para recolhimento imediato de lixo e dejeto; manter níveis de áudio compatíveis com o índice autorizado pela Prefeitura; garantir que o projeto apresentado; e que o espaço selecionado seja ideal para a capacidade de pessoas previstas para o evento. Serão solicitadas todas as autorizações necessárias para a realização do evento, junto aos órgãos competentes. A proponente irá realizar o serviço de Produtor Executivo, com remuneração contemplada na planilha orçamentária do projeto.
Não se aplica
Atendendo ao inciso II do Artigo 27 publicado no Decreto no. 5.761/06, o projeto terá formas para a democratização do acesso aos bens e serviços resultantes com vistas a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadores de deficiência, nos termos do artigo 2. Pretende-se viabilizar junto à Prefeitura formas de acessibilidade e/ou áreas reservadas para acesso a pessoas com deficiência física e cadeirantes (idosos inclusive). O projeto contará com profissionais especializados em tradução em Libras para a acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva desfrutarem da experiência do espetáculo artístico.
Por se tratar de um projeto 100% gratuito e que será realizado em local público, garante-se, assim, a democratização do acesso ao produto cultural resultante, não havendo qualquer restrição ao acesso, relacionada à idade, classe social, escolaridade ou quaisquer outros fatores.
Produção Executiva |Patricia Freitas Com mais de vinte anos de experiência no mercado audiovisual e uma trajetória focada no desenvolvimento de planos de comunicação, Patricia Freitas atua nomercado cultural com o objetivo de promover mudanças nos relacionamentos pessoais e profissionais. Com conhecimento em mídias digitais e suas influências nastransformações sociais, culturais e mercadológicas, articula ideias e as transforma em realizações. Formada em Comunicação Social e especialista em Mídias, Tecnologias e Práticas Educacionais, realiza projetos de música, tecnologia, meio ambiente, cinema epesquisa sobre a Sociedade em Rede. Atualmente o foco de sua carreira está na elaboração, planejamento e execução de projetos culturais exercendo funções em diversas etapas do processo produtivo. Além disso, coordena o núcleo de mídia do Instituto de Arte Tear, onde realiza novas formas de intervenção social através de atividades de educação pela comunicação, arte, produção de mídia e mobilização social, com jovens. Gláucia Cabral (cuíca) Profissional da área jurídica, essa carioca com um pé em Alagoas trocou o piano pela cuíca desde que teve a idéia, no carnaval de 2003, de criar um bloco cujorepertório fosse dedicado às composições de Chico Buarque – o BLOCO MULHERES DE CHICO. Começou então a ter aulas de cuíca com o Mestre Neco na Escola deSamba Acadêmicos da Rocinha, levando sua amiga Vivian para acompanhá-la como as primeiras cuiqueiras da escola. A convite, passou a tocar também noMonobloco, e em outros blocos carnavalescos, além de “cuicar” em algumas rodas de samba da cidade. Atualmente dedica-se à sua profissão e faz sua cuíca chorarno Bloco Mulheres de Chico. Vivian Freitas (cuíca/produção) Aprendeu a tocar cuíca em 2003 na Acadêmicos da Rocinha, já com a intenção de conhecer um instrumento para fundar um bloco apenas com mulheres – o BlocoMulheres de Chico. Na Rocinha conheceu o mestre Neco, que cuidava da ala das cuícas também do Monobloco, e foi convidada para tocar lá, passeando por outrosritmos além do samba. Contribuiu na fundação do Bloco Mulheres de Chico e de lá pra cá, além de participar do Carnaval e fazer shows o ano todo, também passou acuidar da produção do bloco. direção musical e regência Flavia Costa A compositora, arranjadora e pianista Flavia Costa fez Bacharelado em Piano na UNIRIO, Gravação e Produção Fonográfica na Estácio de Sá, Arranjo e Orquestraçãocom Ian Guest e Composição com HJ Koelllreuter. Fez direção musical em espetáculos que unem música erudita, popular e eletrônica como “GuerraPeixe.com” e aópera eletrônica “Roda da Fortuna” . Participou como ouvinte do curso de regência com o maestro alemão Kurt Masur. Fez oficina do Monobloco de 2001 a 2011tocando repique, tamborim, agogô e caixa. Está no Bloco Mulheres de Chico desde a sua fundação em 2006 e é responsável pela Direção Musical, Arranjos e Regência. Toca caixa e faz os efeitos eletrônicos. cantoras Fernanda Velloso Fisioterapeuta, cantora e atriz formada pela CAL em 2004. Sua relação com as artes começou na infância em corais, aulas de ballet e sapateado, flauta, violãopopular e clássico e canto lírico. Nos últimos anos participou de várias peças de teatro atuando e cantando. Como ritmista, fez parte dos blocos Quizomba eBangalafumenga, tocando surdo de terceira, instrumento que assumiu no primeiro ano do Bloco Mulheres de Chico antes de atuar nos vocais em 2007. Atualmentetambém faz oficina de repique no Monobloco. Luciana Coló Formada em Letras, Teatro e Música, Luciana sempre esteve envolvida nas mais variadas atividades musicais: já cantou em Projetos como Canto Aberto, Novo Canto,Som na Praça, Caminhão de Talentos, Feira de Música e Carnaval da Lapa, ao lado do compositor Oswaldo Pereira, do sambista Dicró e da cantora Clara Sandroni.Participou do Tributo ao sambista Moreira da Silva no Canecão, juntamente com Paulinho da Viola, Beth Carvalho, Elza Soares, dentre outros. Cantou com o grupo“Lira Carioca”, ao lado de Marcos Sacramento, gravou e participou do show de lançamento do CD “Flor de Pão” (Biscoito Fino), de Simone Guimarães, no TeatroRival. Além disso, apresentou o seu show “Dama de Breque” – composto por sambas de breque e de humor – em diversas casas de excelência do Rio de Janeiro.Desde 2007, integra o Bloco Mulheres de Chico. MONALISE MONTEIRO CANTORA Cantora, compositora e psicóloga formada pela UFF em 2006. Aprendeu a tocar violão aos onze anos de idade, em aulas particulares com Sergio Coelho, e já se apresentou por diversas vezes no formato “voz e violão”. Ainda quando criança, cursou aulas de dança de salão por alguns anos com a professora Rachel Mesquita. Mais tarde, teve aulas de preparação vocal com Gloria Calvente e desenvolveu outra habilidade musical: tocar pandeiro. Fez uma oficina coordenada por um dos professores do Monobloco, Ernani Cal. Monalise tem carreira solo e segue na estrada com o seu show autoral, desde o início de 2016. Em 2017, estreou um espetáculo infantil - o “MUSICANDO”, idealizado pelo cantor e professor de musicalização Rafael Lima - que conta com o apoio do MAMI (Movimento Artístico e Musical para a Infância). Gabi Buarque Cantora, compositora e instrumentista tem formação na Escola de Música Villa-Lobos e especialização em Canto de Samba-Choro, Violão e Cavaco pela EscolaPortátil de Música. Apresentou-se em locais como Teatro Nelson Rodrigues, Vinicius Bar, Hotel Sofitel Copacabana, Espaço Rio Carioca, e nas rádios Roquette Pinto(94.1 FM), MEC (800 AM), Nacional (1130 AM) e Manchete (760 AM). Produziu e cantou no recital “Timoneiro” de Herminio Bello de Carvalho, no Centro de Referênciada Música Carioca, em 2008 e 2009. Em 2010, participou do musical “Onomatopeia Não é Palavrão” no CCBB, com participações de Marcos Sacramento, PedroMiranda, Amelia Rabello, Pedro Amorim e outros. harmonia Mônica Leme (guitarra baiana, cavaco e guitarra) Professora de música do Colégio Pedro II, instituição federal, onde coordena o projeto do “Portal de Educação Musical - www.portaledumusicalcp2.mus.br ”. ÉDoutora em História pela UFF (2006), com tese sobre a história da impressão musical no Rio de Janeiro no século XIX, e Mestre em Música Brasileira pela UNIRIO(2002). É autora do livro “Que Tchan é esse?” (Annablume, 2003), de capítulos de livros, artigos acadêmicos e verbetes em enciclopédias na área da música e históriada música. LAILA AURORE (CAVACO) Laila Aurore, musicista, atriz, trabalha com o entrelaçamento de diversas linguagens artísticas e, atualmente, é cavaquinista no Bloco Mulheres de Chico, no Regional Saci Chorão e na Orquestra Popular Tuhu. Começou sua formação musical ainda aos 10 anos de idade, na Escola Portátil de Música, e, desde então, participa de formações em Etnomusicologia, com Délcio Teobaldo, em ritmos afrobrasileiros, com a Orquestra Rumpillez, em Harmonia, com Sérgio Chiavazzoli, dentre tantas outras. Desenvolve e Robertinho Silva, apresentando-se nas casas de música mais tradicionais do RJ, como Sala Baden Powell, Teatro Rival, Circo Voador e Fundição Progresso. LIZA K BAIXO Compositora, cantora, instrumentista e professora de música formada pela UNIRIO. Como intérprete (voz e violão) atuou em espetáculos com textos de Arthur Azevedo e Ariano Suassuna. Como compositora, foi responsável por trilhas sonoras para espetáculos de teatro com textos de Maria Clara Machado e Raquel de Queiroz; “Romance.com” e “Amanhecer Esmeralda”. Participou como vocalista e instrumentista dos grupos Cordão do Boitatá; NEAE e Bloco Céu na Terra. Atualmente realiza um projeto de para Terceira Idade e é baixista do bloco Mulheres de Chico. Com um CD lançado em 2010, se dedica a seu trabalho autoral, iniciando a produção de um segundo CD. bateria Joe Viegas (surdo) Aprendeu piano quando criança e nunca deixou a música de fora da sua vida. Na faculdade de Psicologia, montou a banda Kiss&Freud, onde cantava e tocavapercussão. Também foi aluna do Monobloco e participou da fundação do bloco Empolga às 9. Surdista do Bloco Mulheres de Chico desde sua formação original,compôs o Samba pra Chico – em homenagem ao compositor no primeiro ano de existência do bloco. É também fundadora do Bloco A Rocha, onde toca surdo deprimeira. Residências Artísticas e Oficinas musicais e teatrais em diversos Teatros do RJ, bem como Rodas de Samba e Choro. Dividiu o palco com expoentes da música brasileira, como Nilze Carvalho, Áurea Martins, Rita Ribeiro, Pedro Lima, Daniela Spielmann Michele Rumchinsky (surdo) Jornalista, trabalhou por mais de 12 anos com música. Atualmente possui um bufê e faz traduções. Entrou para o Monobloco em 2001, onde aprendeu a tocar surdosde primeira, segunda e terceira, chocalho, agogô e repique. No Bloco Mulheres de Chico, toca surdo de terceira, mesmo instrumento que toca há anos como ritmistada bateria da Acadêmicos da Rocinha e em diversos blocos do Rio como Quizomba, Spanta Neném, Laranjada, entre outros. Marcia Moreira (surdo) Foto-jornalista de formação, começou sua carreira de batuqueira no Monobloco em 2002, onde aprendeu a tocar repique e surdo. Passou pelas oficinas doBangalafumenga e do Quizomba, e tocou na bateria da Rocinha por cinco anos. Profissionalmente registrou shows de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Zeca Pagodinho,Paralamas do Sucesso, Titãs entre outros. É autora das fotos de discos de Walter Alfaiate, Zélia Duncan, Leny Andrade, Herbet Vianna pra citar alguns. Márciatrabalha como fotógrafa freelancer desde 2004. Mako Brasil (caixa) Percussionista e cantora, radicada no Rio de Janeiro, a japonesa MAKO é apaixonada por música brasileira. Veio para o Rio de Janeiro em 2001 para estudar a línguae os ritmos locais. Atua como instrumentista também nos grupos no Monobloco e Epa Rei – neste, também como cantora. Faz parte ainda do PianoOrquestra, comdireção de Cláudio Dauelsberg, onde fez sua estréia internacional em importantes palcos do Canadá, Europa e Chile. Como cantora, lançou o disco “Algumas Cores”em 2010, acompanhada por grandes músicos da cena carioca como Robertinho Silva e Roberto Menescal. Seu repertório inclui importantes clássicos do samba comgrupo Sushi na Brasa. Toca caixa no Bloco Mulheres de Chico desde 2007. Mannu Oliveira (repique) Estudante de Cinema, iniciou sua carreira musical em 2001, no Monobloco, com apenas 14 anos de idade. Ao longo deste período aprendeu chocalho, surdos, caixa erepique. No Bloco Mulheres de Chico é o repique principal e também toca pandeiro. Além do Monobloco já participou de outros blocos cariocas durante o Carnavalcomo Empolga às 9, Bangalafumenga e Quizomba. Manu Rios (tamborim) Natural de Maceió/AL, filha de percussionista, mora no Rio de Janeiro desde 2004. Entrou para as aulas de percussão do Monobloco em 2007, onde aprendeu a tocartamborim, seu primeiro instrumento, e foi selecionada para a bateria do Bloco Mulheres de Chico no mesmo ano. Toca triângulo, repique, ganzá, pandeiro e surdo.Faz parte da bateria show do Empolga às 9 e é aluna das oficinas do Monobloco – onde toca repique – e Bangalafumenga, onde toca surdo de terceira. Estudou pandeiro na Escola Portátil de Música da UNIRIO e já se apresentou em diversos lugares do Brasil com o Monobloco. Paula Villela (agogô) Médica Cardiologista e Geriatra apaixonada por Carnaval. Seu contato com a música começou na infância com aulas de piano, violão e canto que se seguiram até aadolescência. Ingressou no Monobloco em seu primeiro ano, em 2000, onde aprendeu a tocar agogô, tamborim e surdo. Fez parte de um grupo de percussão que foiembrionário do Bloco Empolga às 9, tocou no Bangalafumenga, Quizomba e Bloco Pinel. No Bloco Mulheres de Chico toca agogô. Angela Corrêa (chocalho) Fonoaudióloga, Psicomotricista e Terapeuta Floral. Estudou piano e violão e foi professora de música, atuando no segmento de educação infantil durante dez anos.Foi vocalista de uma banda de rock progressivo durante cinco anos e ritmista do bloco Escravos da Mauá. No primeiro ano do Bloco Mulheres de Chico foi uma dasvocalistas, e atualmente toca chocalho. Teca Macedo (chocalho) Formada em “Film, TV & Vídeo” pela UCLA, Teca é produtora musical, de eventos e de cinema. Aprendeu a tocar surdo e chocalho no Monobloco, com uma passagemrápida pelo Bangalafumenga. Durante três anos tocou na bateria da Rocinha e é presença certa todos os anos no bloco “Volta, Alice”. Fez divulgação de TV e rádiona WEA, foi gerente geral do estúdio fonográfico “Nas Nuvens” e trabalhou na produção de disco de artistas tais como Gilberto Gil, Jorge Benjor, Lobão, MarinaLima, Titãs entre outros. Produziu a trilha musical do seriado “Ó Pai Ó”, foi produtora e assistente pessoal do saxofonista Wayne Shorter, assistente de direção dodiretor Wim Wenders no documentário “World Music Tour”, assistente de direção do documentário “Being Single” das autoras de Sex in The City e hoje é produtora internacional do grupo “PianOrquestra.
PROJETO ARQUIVADO.