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Realizar a temporada do teatro musical IOROQUE promovendo a contrapartida social com açõeseducativas e culturais em artes cênicas.
Classificação livre - 1:20 de espetáculo A história se passa no ano 1680 e narra a trajetória de “BARTÔ VELHO” um personagem fictício baseado em figuras lendárias dos grandes Bandeirantes como Bartôlomeu Bueno da Silva e Fernão Dias Paes Leme. Ela retrata de forma ficcional fatos baseados em narrativas e lendas históricas dos Bandeirantes e dos Povos Guaranis. “Bartô Velho” um nobre português, que veio para o Brasil a procura de fortuna e recuperar toda glória que sua família teve. Apesar do nome “Bartô Velho”, ele é um jovem, o apelido é uma brincadeira Bartô teve uma formação clássica, estudou filosofia, história, ciência e astronomia, arqueologia, sempre acompanhou seu pai. Manuel de Albuquerque, era um explorador famoso e da aristocracia portuguesa que procurou riquezas pelo mundo, viajou por várias regiões, conheceu a África, Egito, além de ser um dos bandeirantes exploradores do interior do Brasil tendo participado das incursões saindo Vila de São Paulo rumo ao Sertões em1650. Seus amigos achavam que Bartô falava como um velho e por causa disso ganhou o apelido de “Bartô Velho”, pois mesmo sendo jovem seus conhecimento pareciamde uma pessoa velha. Sua família descende dos grandes exploradores portugueses que fizeram fortuna descobrindo e explorando riquezas pela costa africana, brasileira e oriente, nos anos de 1600. Mas a situação financeira de sua família não era tão estável. Com a Morte de seu pai em 1680, Bartô se vê em uma situação difícil, e procura uma saída para os problemas familiares. Desde criança, ouvia seu pai contar uma história sobre uma grande lenda chamada “A Montanha das Esmeraldas” e que ele sabia da sua localização. Seu pai, no seu leito de morte, entrega a Bartô o tal mapa. E ele, agora com 25 anos, reúne todas as economias da família, faz um grande financiamento e começa a preparação para a maior aventura da sua vida. BARTÔ VELHO busca “SABARABUÇU” uma misteriosa e lendária montanha de esmeralda, que foi descrita como a "Serra Resplandecente" pelos indígenas Tupi Guaranis brasileiros. Conta a lenda que era completamente constituída de esmeraldas, e no século XVII ficou conhecida como a “Serra das Esmeraldas”. Reúne um grupo de bandeirantes paulistas, mestiços de portugueses com indígenas, que detinham o conhecimento, não apenas dos caminhos milenares - os peabirus - mas sabiam também como sobreviver nas florestas brasileiras. Em sua jornada pelos inexplorados caminhos do interior do Brasil em busca de riquezas Bartô Velho encontrou belezas únicas e dificuldades que o levem a conhecer KARENA. KARENA e uma índia Guarani do povo MAWÉ, ela é filha de RUDÁ chefe da tribo. Uma mulher de 20 anos, muito bonita, inteligente e com uma curiosidade pelo novo, gosta de descobrir os segredos da floresta, de seus animais e plantas. Ela encontra Bartô e dois de seus bandeirantes a beira da morte perdidos nas matas e através de seus conhecimentos consegue salvar a vida deles. Ela leva todos para a sua tribo onde são recebidos e tratados com amigos. Karena e Bartô começam uma forte amizade e com o passar dos dias ele vai conhecendo cada vez mais esse povo cheio de mistérios e beleza. Rudá, chefe da tribo, trata todos como muito respeito e amizade. Bartô e seus amigos começam a melhorar e ficam curiosos com as pequenas pedras verdes que o povo Mawé usa. Descobrem que a pedra é um símbolo de integração com o mundo espiritual e também usada para ornamento. A curiosidade deles aumenta cada vez mais e quanto mais perguntam mais sabem sobre o origem das pedras... ela vem de SABARABUÇU, um local sagrado que somente Rudá sabe o caminho. Karena e Bartô seguem sua amizade que esta se transformando em um romance... Bartô conversa com Rudá e pergunta sabre o caminho de SABARABUÇU, mas ele se recusa a falar , pois e um assunto sagrado. Bartô então tem uma ideia. Usando seus conhecimento, ele e seus companheiros criam um plano...Bartô sabe que em alguns dias haverá um grande eclipse da Lua, e que com a pinga que eles tem poderá fazer um truque, então eles decidem que no dia da grande festa de celebração a Tupã, eles farão uma exigência a Rudá. Durante a Festa, Bartô faz uma grande encenação e rouba Jaci ( A Lua ) ... e ameaça RUDÁ, que mesmo assim se recusa a falar... então ele diz que ira queimar os rios, usando a pinga ele põe fogo na água e nos rios.. O Povo entra em desespero e todos começam e gritar e chamar BARTÔ de “IOROQUE”...”IOROQUE”. Todos estão apavorados.... eles apontam para BARTÔ e o chamam de IOROQUE e cantam a lenda do demônio do fogo, o espírito do Mal. Nesse momento um dos bandeirantes tenta matar RUDÁ, mas KARENA grita e suplica que não façam isso, ela irá leva-los ate lá. Bartô inicia seu conflito, seu amor por Karena ou sua ambiação, ele precisa salvar sua família.. Eles pegam Karena e seguem para a Montanha. Enquanto isso RUDÁ, desesperado e sem saída, evoca “IARA”, a protetora das águas, e pede ajuda e proteção a “SABARABUÇU” e sua filha. IARA diz que somente ANHANGUERA, o espírito velho e sábio que tudo vê, poderá saber uma forma de proteger a montanha e salvar KARENA. IARA inicia uma lindo canto que evoca ANHANGUERA, quando esse aparece, ele diz a Rudá que somente PYTAJOVÁI poderá enfrentar BARTÔ, ele entrega para RUDÁ uma pedra mítica que contem PYTAJOVÁI, deus da guerra, e que ele só poderá usa-la uma vez, é só quebrar a pedra que ele virá. ANHANQUERA se desfaz no ar e RUDÁ segue para ajudar KARENA. Dentro da Montanha IOROQUE se encontra com os espíritos das pedras verdes e protetora da montanha TEJU JAQUA, IOROQUE diz que estão ali para levar as pedras verdes, Teju diz que as pedras são suas mas as esmeraldas levadas irão ter um preço. Elas irão trazer a tona tudo o que temos de melhor ou pior dentro de cada um e que somente um caminho será vencedor. IOROQUE, diz que isso não existe e segue com seus dois ajudantes para dentro da montanha. Aos poucos, eles começam a enlouquecer, vão ficando cada vez mais gananciosos e querem mais, junto com IOROQUE, o pior surge de cada um, quanto mais eles encontram mais eles querem. A discórdia, a ganância toma conta de todos eles querem mais mas as pedras maiores estão presas nas paredes. Eles tentam explodir com pólvora as paredes da montanha para descobrir mais esmeraldas. KARENA suplica que ele não destrua a montanha, IOROQUE está no seu maior dilema seu coração ou sua ganância. RUDÁ chega na montanha e enfrenta todos! Utiliza a pedra que evoca PYTAJOVÁI que se apresenta na forma de uma HARPIA, a batalha se inicia... IOROQUE e seus homens contra PYTAJOVÁI. IOROQUE que havia se apaixonado por KARENA, não sabe a quem seguir e proteger, em um último momento vendo KARENA em perigo ele consegue ver toda sua loucura e destrói os barris de pólvora, mas é atingido por uma faca, é ferido mortalmente em uma batalha com seus ajudantes. Rudá e PYTAJOVAI, prendem os bandeirantes e KARENA corre ao encontro de IOROQUE. IOROQUE, em seus últimos momentos, consegue ver o que TEJU JAQUA lhe disse que o “seu melhor e o seu pior” iriam surgir, os caminhos que tomou e o quanto isso lhe custou, a busca de um tesouro, e que abriu mão do deu maior tesouro o AMOR de KARENA ele perdeu tudo... em seus últimos momentos arrependido declara seu amor a KARENA. RUDÁ vendo que sua filha foi salva por ele, leva BARTÔ para tribo para a última cerimônia e liberta sua alma. Na última cena temos KARENA que chora a perda de IOROQUE. E o povo MAWÉ em uma cerimônia de união com forte teor emocional traz ANHANGUERA para que esse guie BARTÔ pela próxima jornada e vemos o espírito de BARTÔ sendo levado por ANHANGUERA para viver em Harmonia dentro das Floresta.
Objetivo Geral Produzir e apresentar o espetáculo de teatro musical inédito "IOROQUE" com encenação que se estabelece por meio de dramaturgia, compreendendo danças e canções. Inspirado no romance de José de Alencar "O Guarani", a peça resgata a história brasileira por meio da arte e do universo das lendas brasileiras recriando personagens típicos das matas nativas, com elementos da cultura dos povos Guarani e das expedições bandeirantes. O espetáculo conta o romance entre um jovem europeu e a filha de um cacique guarani, que se passa no Século XVII - entre os anos de 1600 e 1700 - no cerrado e sertão do Brasil colonial. A produção do espetáculo utiliza um conjunto de recursos cênicos, sensoriais e de multimídia com sincronismo tecnológico de última geração, integrando som, imagem e efeitos especiais às diferentes linguagens artísticas envolvendo teatro, performances circenses, interpretações musicais e projeções audiovisuais que levam a plateia a embarcar numa viagem fantástica pela fauna, flora e lendas brasileiras. Objetivos específicos1. Serão realizadas 45 apresentações do espetáculo musical de artes cênicas - Teatro Musical - encenada por dramaturgia, danças e canções durante 3 meses com público estimado de 30.000 pessoas. 2. Serão promovidas contrapartidas sociais em artes cênicas empreendendo ações educativas e culturais /Capacitação/Treinamento gratuitas com o objetivo de capacitar os alunos a desenvolverem habilidades criativas e técnicas para a criação de roteiros para peças teatrais, filmes, séries de televisão, entre outros formatos de artes cênicas. Serão ofertadas 500 vagas gratuitas divulgadas em escolas de educação profissional de arte, universidades, alunos que estudam artes cenicas, composição, criação e roteiro e outros interessados, para incentivá-los a ingressar neste mercado, enriquecendo a cadeia criativa da arte e renovando os talentos criativos nacionais. As ações serão realizadas por meio de curso livre formado por 12 módulos de 5 horas cada, totalizando 60 horas de duração ao longo de 4 meses, com 20 turmas de 25 alunos cada. Plano de Curso: Criação e Roteiro de Artes Cênicas será melhor detalhado na área de democratização do acesso Módulo 1: Introdução à dramaturgia Módulo 2: Estrutura narrativa Módulo 3: Personagens Módulo 4: Roteiro Módulo 5: Diálogos Módulo 6: Enquadramento Módulo 7: Som Módulo 8: Montagem Módulo 9: Produção Módulo 10: Marketing Módulo 11: Crítica Módulo 12: Projeto final
O projeto atende às finalidades do Art 1º da Lei 8313/91 com especial atenção aos itens I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também atende ao Art. 3º da Lei 8313/91 item II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; ítem III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; item IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Art. 3º Ítem II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O espetáculo de artes cênicas enquadra-se no Art. 3º inciso II da Lei 8.313/91 pois fomenta a produção cultural estimulando a cadeia criativa e a inovação artística local apoiada por uma produção tecnológica e sincronização de som, luz e efeitos especiais de última geração. A produção valoriza e estimula toda a cadeia criativa da arte utilizando mão-de-obra local, figurinos e cenários que remontam as paisagens da região central do Brasil de cerrado e sertão. d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; O espetáculo musical é genuinamente brasileiro e terá a produção 100% nacional, envolvendo canções inéditas e músicas originais além do resgate dos elementos da história, do folclore e da cultura da época do Brasil colonial cujos elementos contribuíram para a formação da identidade cultural brasileira. Lei 8313/91 - III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Este projeto também está em conformidade com o inciso III e IX do Artigo 1º da lei 8313/91 pois prioriza o produto cultural originário do Brasil estimulando toda a cadeia criativa nacional com incentivo à autores e roteiros novos para afirmação de um teatro genuinamente brasileiro. Fortalecer o teatro musical brasileiro contribui para a descolonização cultural e fomenta internamente o processo de criação, composição, inovação e autonomia artística, além de aumentar a participação do setor cultural na economia. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também representa reter os investimentos culturais no país e uma economia de 15 a 20% em relação às produções estrangeiras que cobram custos elevados para o pagamento de direitos autorais e geram a evasão de capital. Este projeto contribui para resgatar as grandes produções nacionais brasileiras, que tiveram seu apogeu nas décadas de 1950 e 1960 e por onde passaram autores como Chiquinha Gonzaga, Carlos Gomes, Ary Barroso, Assis Valente e Tom Jobim. Ítem IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O espetáculo, além da sensibilidade artística, relevância cultural e potencial mercadológico para conquistar os mais variados públicos, irá incentivar o acesso de alunos de escolas de arte, estudantes de composição, criação e roteiro contribuindo para a formação das futuras gerações do mercado artístico e cultural. b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Este projeto se enquadra no inciso VI do art. 1º da Lei 8.313/91 pois contribui para a preservação do patrimônio cultural e histórico brasileiro por meio de uma viagem sensorial às primeiras décadas de colonização brasileira marcadas pelos conflitos gerados pelo encontro das culturas dos colonizadores europeus e a dos indígenas. Esta fusão influenciou o português falado no Brasil e diversos aspectos da cultura indígena herdadas pela atual civilização brasileira. O processo de criação das canções do espetáculo valoriza a cultura e a musicalidade indígena extraídas das gravações originais dos sons dos povos Guarani realizadas pelo Marechal Rondon em suas expedições pelas tribos indígenas e pertencentes ao acervo histórico brasileiro.
Continuação do currículo do elenco CLARISSA MONTI LETTIERI SOPRANO Especializada em canto erudito pela Accademia Nazionale di Santa Cecilia (Roma), demonstra ecletismo e versatilidade interpretando também peças do repertório do jazz e musicais americanos, origem dos seus estudos e prática da música vocal. Em Roma, Valentina Marraffa, docente da classe de Renata Scotto, a classificou como soprano lírico puro, de fraseado expressivo e rico em harmônicos, capaz de assumir papéis de heroínas além dos românticos característicos do soprano lírico. Seu repertório e atuação solista compreende personagens de ópera, recitais de câmara e concertos, além de já ter integrado grupos corais e pratica dança flamenca. Sua formação musical mais recente inclui o coaching de interpretação e repertório de Ricardo Ballestero e orientação em técnica vocal de Helly-Anne Caran, já tendo sido aluna de Juvenal de Moura, Neyde Thomas, Carlos Vial, Luiz Tenaglia e Nancy Miranda. Participou de masterclasses com Maria José Siri (Uruguai), Eliane Coelho (Áustria) e Giuseppe Sabbattini (Itália) e frequentou a EMMSP – Escola Municipal de Música de São Paulo. Há 3 anos participa como voz solista em gravações de jingles, vinhetas e músicas originais produzidos pela WN Produções, sob direção de Walther Neto, e sua discografia conta com a participação como soprano solista convidada nos CDs de música sacra Cânticos ao Cordeiro de Deus e Cânticos da Salvação Eterna, do barítono Walter Weiszflog e Selma Asprino (órgão). Dentre suas principais atuações solistas, destacam-se a interpretação da antagonista Amágoa no musical Em Busca de Noel no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, com a participação de Luana Piovani e mais de 30 artistas entre músicos, atores, circenses e dançarinos; show de abertura do musical O Artesão de Sonhos para um público de mais de 15 mil pessoas; trechos de O Messias de Händel no Centro Cultural Banco do Brasil; série de concertos em São Luis do Maranhão em comemoração aos 400 anos da cidade; Mimi em trechos da ópera La Bohème de G. Puccini e Lola na ópera Cavalleria Rusticana de P. Mascagni; além de diversas atuações em concertos eruditos e festivais de música. Foi semifinalista no 9º Concurso Internacional de Canto Bidú Sayão e finalista do III Concurso Jovens Cantores Líricos Carlos Gomes. Há 6 anos promove a divulgação da cultura italiana no Brasil através de concertos em parceria com o maestro italiano Gianmario Cavallaro.
Caracterização dos personagens Protagonista: BARTÔ VELHO: Vinte e Cinco anos, barbudo, pele clara com cabelos pretos. Com formação clássica, de uma família de nobres decadentes Portugueses, veio de Portugal para procurar riquezas. Essa é a chance de reerguer o nome de sua família. Essa é a aventura de sua vida, sua companhia espera dele o encontro de riquezas e caminhos novos para o Sertão Brasileiro. BANDEIRANTES AJUDANTES: 1. Manuel Preto: Primeiro ajudante de BARTÔ, tem entre 25 a 30 anos, pequeno e forte, sujeito duro, fala pouco mas com uma grande ganância por riqueza. Seus traços são fortes e sabe que seu tempo já esta se esgotando e sua última oportunidade de riqueza. 2. Nicolau Leitão: Segundo ajudante de BARTÔ, tem 30 anos, experiente, e culto nas tradições da floresta. Mameluco, filho de mãe índia tupinambá e pai português nascido no Rio de Janeiro tem uma personalidade totalmente brasileira, e busca fortuna. BANDEIRANTES APOIO: 04 bandeirantes de Apoio idades de 25 a 30 anos. SERES DA FLORESTAS: 08 Personagens - Artistas Circenses e Bailarinos. 1. CAAPORÃ: representado por um Tamanduá Bandeira 2. 02 Mico Leões dourados 3. 02 Pássaros: Araras e Papagaios 4. Sapos 5. Borboletas 6. Beija Flor POVO MAWÉ 06 Pessoas com figurinos que acompanham o perfil de RUDÁ com idades de 20 a 30 anos. RUDÁ: chefe do povo MAWÉ, estatura mediana com característica dos Guaranis, idade de 35 a 40 anos. KARENA: Filha do chefe, idade 20 anos, traços guaranis, com cabelos negros e longos, encantadora e bela. ANHANGUERA: Espírito representado por artista Aéreo. Utiliza uma maquiagem forte e marcante, sua roupa usa traços dos musgos da floresta, e um ser Aéreo. TEJU JAQUA: Figura mítica representada em projeção - uma mulher com traços e maquiagem toda verde, com detalhes brilhantes, é esquia e alta, idade de 20 a 30 anos. IARA: Figura mítica, representada em Projeção - tem corpo de mulher com rabo de cobra, serpente, pele clara e cabelos castanhos longos, idade de 20 a 25 anos. PYTAJOVÁI: Homem de 25 a 30 anos, com porte atlético, bailarino, com figurino de Harpia, acrobata de chão. Tecnologia e suporte técnico Projeção com tela de mínimo de 10 x 5.6 metros para fundo do palco. 02 áreas de projeção com técnica de holografia ( ou tela translucida ) 06 Pontos de aéreo, para tecido, Lira e voo, 01 Aparelho de trucagem magico Efeitos especiais: 04 pontos com maquina de Flame (fogo de 04 a 06 m) 04 Canhoes de Co2. Fogos indoor garber prata, verde e vermelho e outros a definir Maquinas de fumaça. 02 Maquinas de Gelo seco.
Na proposta cultural serão disponibilizadas medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146/2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298/1999, do Decreto nº 9.404/2018. PRODUTO CULTURAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Pisos planos e antiderrapantes, para facilitar a locomoção de pessoas com cadeiras de rodas, andadores ou muletas. Largura de portas e corredores adequada, para permitir o acesso de pessoas com cadeiras de rodas. Banheiros adaptados, com barras de apoio, assento elevado e espaço para manobra de cadeira de rodas. Estacionamentos reservados, próximos ao acesso ao teatro. Lugares reservados, em filas de fácil acesso e com espaço suficiente para a cadeira de rodas.rampas, corrimão, banheiros adaptados. Nos locais dos espetáculos serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: o projeto prevê a contratação de um serviço especializado em audiodescrição para cegos e pessoas com baixa visão para descrição falada das imagens do evento, apresentando cada detalhe do cenário, da movimentação dos atores e atrizes, das cores, das emoções, do espaço cênico e dos acontecimentos, intercalando com a narração do evento, para auxiliar as pessoas com deficiência visual a terem uma experiência similar ao público em geral. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Presença de monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM ESPECTRO AUTISTA: Localização preferencial na sala de espetáculos, de preferência em uma área com menos estímulos visuais e auditivos. Proibição do uso de flash nas câmeras fotográficas e celulares, pois o flash pode ser muito perturbador para pessoas com autismo. Também permitirá um acompanhante que possa ajudar a pessoa com autismo a lidar com possíveis situações de estresse ou desconforto. PRODUTO CULTURAL: CONTRAPARTIDA SOCIAL: AÇÕES FORMATIVAS CULTURAIS EM ARTES CENICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os locais escolhidos já possuem estrutura e recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais, como corrimões, rampas bem como espaços acessórios como banheiros adaptados, áreas de alimentação e circulação; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral e material em Braile. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a essepúblico no que for necessário. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM ESPECTRO AUTISTA: Se necessário o docente irá conversar com a pessoa com autismo sobre o que vai acontecer no curso, explicando os objetivos, o conteúdo e a metodologia. Ao adaptar os cursos de artes cênicas para pessoas com espectro autista, serão consideradas as necessidades individuais de cada aluno. Os docentes irão trabalhar em conjunto com os alunos e suas famílias para desenvolver um plano de apoio personalizado.Também permitirá um acompanhante que possa ajudar a pessoa com autismo a lidar com possíveis situações de estresse ou desconforto.
Conforme art Art. 28 da IN 1/2023 o proponente preve a adoção da seguinte medida de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas: Contrapartidas Sociais: ações formativas culturais em artes cênicas Serão adicionais às atividades previstas a distribuição gratuita de 500 vagas para estudantes de escolas de educação profissional de arte, universidades, alunos que estudam artes cenicas, composição, criação e roteiro, para incentivá-los a ingressar neste mercado, enriquecendo a cadeia criativa da arte e renovando talentos criativos. Serão ministrado um cursos livre de 12 módulos com 60 horas de duração ao ongo de 4 meses, com 20 turmas de 25 alunos cada. O conteúdo programático está descrito nos detalhes técnicos. Plano de Curso: Criação e Roteiro de Artes Cênicas Objetivos O curso de Criação e Roteiro de Artes Cênicas tem como objetivo capacitar os alunos a desenvolverem habilidades criativas e técnicas para a criação de roteiros para peças teatrais, filmes, séries de televisão, entre outros formatos de artes cênicas. Público-alvo O curso é voltado para 500 pessoas a partir de 16 anos interessadas em artes cênicas, dramaturgia, roteiro e criação de conteúdo audiovisual. Não é necessário ter experiência prévia em nenhuma dessas áreas. Carga horária O curso tem carga horária total de 60 horas, divididas em 12 módulos de 5 horas cada. Metodologia O curso será ministrado em formato presencial, com aulas teóricas e práticas. As aulas teóricas abordarão conceitos de dramaturgia, roteiro, criação de personagens, estrutura narrativa, entre outros. As aulas práticas serão voltadas para o desenvolvimento de roteiros pelos alunos. Corpo docente O curso será ministrado por profissionais experientes em artes cênicas, dramaturgia e roteiro com formação sólida nas áreas de criação e roteiro de artes cênicas, bem como experiência profissional na área. Programa Módulo 1: Introdução à dramaturgia Conceitos básicos de dramaturgiaHistória da dramaturgiaElementos da dramaturgia Módulo 2: Estrutura narrativa Tipos de narrativaEstrutura clássicaEstrutura moderna Módulo 3: Personagens Criação de personagensDesenvolvimento de personagens Módulo 4: Roteiro Tipos de roteiroEstrutura do roteiro Módulo 5: Diálogos Criação de diálogosEstilos de diálogo Módulo 6: Enquadramento Enquadramentos cinematográficosUso do espaço Módulo 7: Som Uso do som no roteiroEfeitos sonoros Módulo 8: Montagem Montagem cinematográficaUso da montagem no roteiro Módulo 9: Produção Aspectos técnicos da produçãoOrçamento Módulo 10: Marketing Distribuição e marketing de obras cênicas Módulo 11: Crítica Análise de obras cênicas Módulo 12: Projeto final Desenvolvimento de um roteiro pelos alunos como trabalho de conclusão de curso. Avaliação A avaliação dos alunos será feita por meio de trabalhos práticos, participação nas aulas e apresentação do projeto final. Certificado Ao final do curso, os alunos receberão um certificado de conclusão. Cronograma O curso será realizado aos sábados, das 9h às 14h.
Direção geral e produção executiva - WN Produções - Responsável pela gestão do processo decisório Criação, produção, captação, edição de videos, animações em 3D, holografia, Produção Artística, Musical, Conteúdos em Video, Captação de Imagens, Direção Artistica. Currículos resumidos dos principais participantes José Leme Walther Neto - Criação e argumentos, roteiro, direção de cena e composiçõesEstudou composição e regência na FAAM e iniciou sua carreira nos musicais de Abelardo Figueiredo em São Paulo na casa de espetáculo Palladium nos anos de 1986 a 1988 como pianista e regente, tendo como artistas Cauby Peixoto, Angela Maria, Pery Ribeiro, Tony Ramos, Dercy Gonçalves, Miele e diretor musical dos shows com Altamiro Carrilho e a cantora Cláudia, de 1991 a 1994 foi responsável pela Direção Musical e Arranjos de artistas como Leandro e Leonardo e Roberta Miranda. Compositor de trilhas para documentários, TV, cinema e teatro, tendo atuado nos canais SBT e Record em programas como Mariana, Agente G, programas jornalísticos entre outros. Nos anos 90 cursa direção de fotografia e edição de vídeo, engenharia de TV, sistemas de automação e sincronismo de efeitos especiais e iluminação para shows. Monta produtora de áudio e vídeo para dar vazão às suas produções de shows. É responsável pela direção de diversos documentários para TV como Rally dos Sertões, programas para os Canais TVA e MGM HD. Nos anos de 2002 até 20014 se aperfeiçoa nos USA nas áreas de direção, criação e roteiro para filme e TV, edição para documentários, mixagem e masterização de trilhas, sound designer, composição de trilhas para espetáculos. Participa de grandes eventos como criador, produtor, diretor musical compositor, sempre dando suporte na parte técnica e de automação de sistemas de controle de espetáculo. Criou e produziu espetáculos Musicais e Multimídias para Editora Abril, Revista Contigo, Revista Bravo, GM, Bradesco, Natal Luz de Gramado, Caixa Econômica Federal, Snow Land, Hypermarcas, Coca Cola. Participou em eventos como Olimpíadas Militares, Árvore da Lagoa Rodrigo de Freitas no Rio de Janeiro, Natal Luz de Gramado entre outros. Arthur de Faria - Direção Musical Músico, arranjador, compositor, produtor de discos, pesquisador, jornalista, radialista. Começou sua carreira com o premiadíssimo Bando Barato pra Cachorro, no final dos anos 1980. De 1995 a 2015 liderou o Arthur de Faria & Seu Conjunto, septeto com cinco discos lançados e shows em seis países. Integrou o Duo Deno, dupla com Fernando Pezão. Em 2010 fundou a Surdomundo Imposible Orchestra. Em 2013, criou o espetáculo Música de Cena. Do mesmo ano é Música Menor, duo com o argentino Omar Giammarco, que deu a ambos o prêmio Açorianos de melhores arranjadores. Em 2016 estreou sua nova banda, Arthur de Faria & Orkestra do Kaos. Escreveu a música de 25 filmes - como Insolação, de Daniela Thomas e Felipe Hirsch, estreado no Festival de Veneza; A Mulher do Pai, três vezes premiado no Festival do Rio. No teatro, integra a paulista Cia Ultralíricos, de Felipe Hirsch, para a qual já compôs e executou ao vivo seis trilhas: Puzzle (A) (B) (C), que estrearam em Frankfurt, mais Puzzle (D) (estreia no festival Mirada) e A Comédia e A Tragédia Latino-Americana, apresentado na Alemanha e Portugal em 2017. Assinanou espetáculos como Antígona ou Marxismo, Ideologia e Rock´n´roll, O Casamento do Incrível Mágico Maycon Estallone, Flicts, Wonderland e o Que Michael Jackson Encontrou por Lá, de Cia de Teatro Sarcáustico ou Natalício Cavalo. Produziu 29 discos de artistas de língua hispânica versionando Mutantes, lançado em 5 países. Dirigiu 12 shows e escreveu arranjos para discos e shows de Adolfo Almeida Jr., Siba e a Fuloresta, Nei Lisboa, Ultramen, Papas da Língua, Vanguart, Zeca Baleiro, Premê, Edson Natale, MPB4, Bebeto Alves, Julio Reny e Wander Wildner. Participou de mais de 30 CDs como instrumentista e/ou arranjador, no Brasil e Argentina. Publicou Um Século de Música no RS, livros-CDs sobre Lupicínio Rodrigues e Carlos Gardel e; Elis – Uma Biografia Musical. Trabalhou no Santander Cultural, no Projeto Rumos do Itaú Cultural e foi membro de comissões de seleção do prêmio Multicultural Estadão, editais da Petrobrás e da Natura. Mestre em Literatura Brasileira, com ênfase no estudo da canção, dá aulas e palestras sobre música brasileira no Brasil, Argentina e Uruguay. Lançou 7 CDs e 3 EPS. Daniel Gifonni - Composições Cantor, violonista, ator, palhaço, locutor, roteirista, contador. Teatro Musical Artesão de Sonhos, Abertura Oficial do Natal de São Bernardo do Campo, Ator: Ópera “Olga”. “Cia. Pé no Canto — Apresentações no SESC - 2010. Comercial para Internet - Claro e Supermercado Dia. Cantor: Coral Luther King — Messa di Gloriadi Giacomo Puccini; Coral Luther King Cantata Anne Frank na Catedral da Sé; Coral Luther King — Wachte Auf no Auditório Ibirapuera. Coral Lírico da Cia. Ópera SP – Ópera “Carmen”, “L'Elisir d'Amore”, Capuletti e i Montecchi”, 2006. Integrante dos Grupos de eventos Bacarelli, Merlim, Toccata e Adágio. Compositor: Duo de violões Hodgkin& Giffoni desde, 2010. Shows de voz e violão no Montreux Art Gallery, 2012. Voz e violão em eventos desde 2005. Produtor, Roteirista, Locutor: Sócio do Atelier de Comunicação Rodante& Giffoni, especializado em apresentações presenciais e vídeos para internet. Principais Clientes: Caixa Seguradora, Ambev,Ernst Young, Norte Marketing Esportivo, Pernod Ricard, Guia Mais,Par Corretora,Votorantim, LG. Elaboração e criação da rádio “Balonismo no ar” Projeto de informação e entretenimento na locução do 1º Open Brasil de Balonismo. Angela Etell Fonseca Villasboas- CoreografiaBailarina, produtora artística, coreógrafa, assistente na empresa Face on Face, estudou Ballet Moderno na Escola Municipal de Bailado do Teatro Municipal, trabalha com Sidney Magal como a intérprete da cigana Sandra Rosa Madalena e coreógrafa. Trabalhou como dançarina da cantora Joe Welch, participou de um dos DVDs do Patati Patata interpretando a princesa Gracinha, também participou de alguns programas de TV como 100 contra um no SBT , Show do Tom na Record e CQC na Band. Também fez mais outro s diversos trabalhos como dançarina/bailarina em vários eventos, como por exemplo o Skol Sensation. Fernanda Rodante - Cenografia Exposição “Pequenos Formatos” Espaço My Guest. Exposição “II Open Brasil de Balonismo”, Aeroclube de Rio Claro. Exposição “A Construção”, Manoscritto. “XXI Mostra de Arte da Granja Viana” Centro Brasileiro Britânico. Workshop de Pintura para crianças com Chen Kong FANG, Ana Goldberger e Beto Rossi Espaço Arte M. Mizrahi. Exposição e Patrocínio do 1º Open Brasil de Balonismo, Aeroclube de Rio Claro. Exposição “Brinquedos Antigos” Casa da Fazenda do Morumbi. Exposição Rotary Clube Sudeste. Exposição “Bacanalize-se!” Judith Daprá Arte e Galeria. Exposição coletiva “A vida com sorriso” do Grupo Art Life Brasil, Espaço Cultural Blue Life e Centro Empresarial. Exposição da Oakley, Centro Brasileiro-Britânico, Exposição “Moema tem Arte”, com Cencin, Sarro, Marcio Schiaz e Gisele Ulisse Brazil Gallery. Exposição “Emoções da Força Viril” Espaço Vila Über. Exposição beneficente de Maria Helena Amorim, Associação Paulista de Magistrados. Mural Permanente do Grupo Art Life Brasil Hospital Dante Pazzanese. Participação na Exposição de Luca Vitali, Casa da Fazenda – Morumbi. Mostra Brasil França, Livraria Francesa e Atelier de Artes Silvia Alves. Salão de Inverno de Mairiporã. Exposição “Uma viagem de 450 anos” SESC Pompéia. Leilão Beneficente da CIWS (Canadian International Women’s Society), Hotel Hyat. Exposição Espaço HSBC. Sociarte: 22º Exposição de Artistas Contemporâneos, Clube Sírio Libanês. XVIII Mostra de Arte da Granja Viana Centro Brasileiro-Britânico. Exposição com Sou Kit Gom e Pascualet Associação dos Médicos de Santos. Exposição com Marco Rossi e seus convidados, Café Pamplona. Exposição “Natureza”, La Calle Florida. (continua outras informações)
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.