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PRONAC 238408Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Rotas do Ouro Branco – A Cultura do Açúcar

SILVANO CALAZANS DE CAMPOS GASPAR
Solicitado
R$ 210,9 mil
Aprovado
R$ 210,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Itu
Início
2024-01-22
Término
2026-12-03
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Rotas do Ouro Branco - A Cultura do Açúcar, Publicação de um livro documental sobre o surgimento e as rotas da cana de açúcar desde a Índia a Andaluzia, sua difusão na Europa, seu desembarque nas Américas e sua trajetória nos Engenhos Centrais ás Usinas, o mundo das bebidas espirituosas e, a cana que vai muito além do açúcar e do álcool chegando à indústria farmacêutica, as artes plásticas e a literatura no Brasil.

Sinopse

ROTAS DO OURO BRANCO - A CULTURA DO AÇUCAR, Livro educativo composto por texto narrativo e uma seleção de fotografias e imagens, textos documentais e outros itens de acervos públicos sobre a História da Cana de Açucar e Agricultura no Brasil.

Objetivos

Geral - Produzir e distribuir gratuitamente para acervos públicos o Livro Rotas do Ouro Branco - A Cultura do Açúcar para alcançar o resultado de preservar a memória da origem da agricultura tendo como finalidade de dissiminar e divulgar a importância deste advento na cultura e no desenvolvimento do setor agricola no Brasil. Objetivos específicos - Produzir, publicar e distribuir 500 (quinhentos) exemplares do Livro Rotas do Ouro Branco - A Cultura do Açúcar e distribuí-las gratuitamente para os acervos públicos e entidades classistas.

Justificativa

O mel de abelha era o produto usado para se adoçar os alimentos na maior parte do mundo. Uma das primeiras menções à cana-de-açúcar apareceu em manuscritos antigos de chineses datados do oitavo século antes de Cristo, que apontavam a Índia como a terra originaria da planta. No subcontinente indiano já se produzia grandes cristais de açúcar para facilitar o transporte e armazenamento. Os indianos descobriram métodos de transformar caldo de cana em cristais de açúcar, que eram mais fáceis de se armazenar e transportar. Navegantes indianos levaram o açúcar por várias rotas de comércio. Por sua vez, monges budistas viajantes levaram métodos de cristalização de açúcar para a China. Relatos antigos também contam que o açúcar foi primitivamente relatado quando o general Niarchos, subordinado do imperador macedônico Alexandre, o Grande, estava em campanha para a conquista da Índia Oriental. Ao chegar à região, percebeu que os nativos realizavam o consumo regular de um suco de cana fermentado capaz de produzir um tipo de "mel" que não exigia o uso de abelhas. Foi então que chegou ao ocidente a notícia da descoberta daquilo que eles chamavam de "sal indiano". Nesse primeiro instante, o açúcar era comercializado em pequenas quantidades, tendo um valor muito elevado nos mercados gregos e romanos.Por volta de 650 d.C., os exércitos árabes conquistaram a Pérsia, região em que existiam avançados estudos referentes ao desenvolvimento de técnicas que facilitariam o transporte do açúcar através do seu refinamento. Ao dominarem esse espaço, os árabes tiveram o interesse de plantar mudas de cana em outras regiões em que o cultivo também pudesse prosperar. Na Baixa Idade Média, o desenvolvimento das Cruzadas abriu as portas para que os cristãos viessem a conhecer o produto já consumido pelos árabes muçulmanos. No próprio Velho Mundo, a presença dos árabes na Península Ibérica permitiu que, já no século XII, os espanhóis de Andaluzia também conhecessem o doce produto. A partir daí muitas regiões começaram a produzir o açúcar. Quando adotado pelos ocidentais, o açúcar era raramente utilizado como tempero, tendo maior uso para a conservação de frutas e a fabricação de remédios contra a Peste Negra. O raro emprego era em boa parte justificado pelo valor elevado que o açúcar tinha no mercado da época. No século XIV a cana de açúcar já era cultivada nas ilhas portuguesas do Atlântico. O infante D. Henrique resolveu introduzir o seu cultivo na Madeira. Em Pouco tempo, Portugal estava a vender açúcar para o resto da Europa. Com a passagem do cabo da Boa Esperança, os portugueses passaram a viajar com frequência para a Índia e tornaram-se os maiores negociantes de açúcar. A técnica de produção açucareira já estava difundida no Mediterrâneo e o produto refinado em Chipre era considerado de primeira classe, envolvendo muitos segredos industriais. Em 1612, por exemplo, o Conselho de Veneza proibia a difusão de conhecimentos sobre refinamento, exportação de equipamentos, técnicos e capitais oriundos da indústria. Comerciantes de açúcar se tornaram ricos e Veneza, no auge de seu poder financeiro, tornou-se um grande centro de distribuição e comércio de açúcar para a Europa.Na época dos grandes Descobrimentos, Cristóvão Colombo levou alguns exemplares de cana-de-açúcar provenientes das Canárias para plantar em São Domingos, a atual República Dominicana. No continente americano, a cultura da cana encontrou excelentes condições para se desenvolver, e não foram precisos muitos anos para que, em praticamente todos os países americanos colonizados pelos europeus, os campos se cobrissem de cana-de-açúcar. Os portugueses encontraram nos solos férteis das terras brasileiras uma região privilegiada para instalar plantações gigantescas de cana cultivadas com mão de obra escrava. Os solos eram férteis e o clima, o mais adequado. Nesta época, na Europa, o açúcar tornou-se um produto de tal maneira cobiçado que foi apelidado de "ouro branco", tal era a riqueza que gerava. Se no século XVIII o açúcar que era um artigo de luxo na Europa, aos poucos tornou-se amplamente popular e artigo de primeira necessidade no século XIX. A evolução de gosto e demanda pelo açúcar como ingrediente alimentar indispensável trouxe mudanças sociais e econômicas. A colonização das áreas tropicais, onde se expandiram as plantações de cana, demandou a exploração de mão de obra barata para um trabalho pesado e desumano e foi um dos fatores para o crescimento do tráfico de escravos oriundos da África. Milhões de africanos escravizados foram arrancados de sua terra natal e trazidos contra a vontade para as Américas.Ao longo do tempo os canaviais tomaram conta de largas porções do território, e hoje a cultura da cana tornou-se muito importante no agro brasileiro em razão da sua imensa produção. Isto tem permitido ao Brasil alcançar recordes na produção e exportação de açúcar; produzir combustível para veículos movidos a etanol; e avançar na geração de energia pelo bagaço; e prover insumos para a indústria farmacêutica. Assim sendo, a cana-de-açúcar é muito importante não apenas para a produção dos grãos adocicados, mas também por ser a matéria prima de muitos outros derivados de ampla utilização na indústria e energia. Os principais produtos feitos a partir da cana-de-açúcar são o açúcar e o álcool. No entanto, são insumos que podem ser empregados em uma série de outros bens de consumo, o que confere à cana-de-açúcar um imenso potencial produtivo. O álcool é utilizado em perfumes, o açúcar é a matéria-prima para a fabricação de xaropes, contribuindo assim com a indústria farmacêutica. Por outro lado, o consumo da cana- de-açúcar também traz benefícios a saúde. Com minerais como ferro, cálcio, potássio, sódio, fósforo, magnésio e ainda vitaminas do complexo B e C, é produto antioxidante e pode prevenir doenças cardiovasculares, além de ser considerado um suplemento alimentar que beneficia o sistema imunológico e hidrata o corpo.

Estratégia de execução

Os capitulos⦁ Da Índia a Andaluzia, a trajetória da cana-de-açúcar⦁ Difusão do consumo de açúcar na Europa⦁ As primeiras experiências de fabricação de açúcar nas ilhas atlânticas ⦁ A cana de açúcar desembarca nas Américas⦁ Cana-de-açúcar, uma das culturas agrícolas mais antigas do Brasil⦁ O ouro branco encontra suas minas no Nordeste brasileiro⦁ Casa Grande & Senzala: o universo dos canaviais e dos engenhos⦁ A trajetória dos Engenhos Centrais às Usinas ⦁ O mundo das bebidas espirituosas⦁ Muito além do açúcar e álcool: a cana-de-açúcar e a indústria farmacêutica⦁ Universo agrícola: a relevância da cana-de-açúcar no agronegócio brasileiro⦁ O açúcar na literatura⦁ O açúcar nas artes plásticas

Especificação técnica

O Produto trata-se de LivroTitulo - ROTAS DO OURO BRANCOSubtitulo - A CULTURA DO AÇUCARQuantidade - 500Número de Páginas - (144 pags.+ capas + Sobrecapa),Livro Colado/Custurado Capa DuraForm.Aberto 560 x 280 mm,Form.Fechado 280 x 280 mm,Capa., formato 625 x 325 mm em Couchê Brilho Nac. LD 150 g/m2, 4x1 cores, 2 Guardas, formato 560 x 280 mm em Offset Alta Alvura LD 240 g/m2, 4x0 cores, Miolo 144 págs. em Couchê Brilho Nac. LD 170 g/m2, 4x4 cores,Sobrecapa, formato 705 x 290 mm em Couchê Brilho Nac. LD 170 g/m2, 4x0 cores, Verniz proteção Total Frente e Verso(Miolo), Vinco p/ Dobra,Dobra, Laminação Brilho Frente, Vinco, Dobra, Costurado,Encarte Colocado, Prova de Cor(Capa), Costurado, Capa Dura, Hot Stamping Prata Frente(Capa., Sobrecapa) - Cálculo 96.948 (Isento)

Acessibilidade

Produto principal - Livro Rotas do Ouro Branco - A Cultura do AçúcarAcessibilidade física - o livro estará disponível em locais públicos que contém medidas de acessibilidade para os portadores de deficiência física e também estará disponível, na íntegra, em site na InternetAcessibilidade auditiva - o livro estará disponível em locais públicos que contém medidas de acessibilidade para os portadores de deficiência auditiva e também estará disponível, na íntegra, em site na InternetAcessibilidade visual - o livro contará com a linguagem braileRubricas: Impressão em Braile (10% da quantidade de cópias).

Democratização do acesso

Atendendo o Art. 21 da da IN nº 02/2019, como medida de ampliação do acesso, o projeto atende as seguintes medidas:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, universidades, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.

Ficha técnica

A Proponente - Silvano C. Gaspar - Função: Coordenador Geral e Captador de RecursosBreve Curriculo: Formado pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Curso: Sociologia e Política. Cursos de aperfeiçoamento, seminários, palestras ETC. Assunto: Filosofia. Entidade: Escola de Sociologia e Política. Já realizou diversos trabalhos sócios culturais, culturais e esportivos incentivados e diretos em vários Segmentos: Audiovisual (Filmes Documentários Sobre a História e Cultura de Porto Feliz (Do Porto de Araritaguaba ao Porto Feliz), de Itu (Itu O Berço da República) e Sorocaba (Sorocaba, Nos Trilhos do Futuro), de Belém do Pará e de Indaiatuba-SP), Música (Tocar & Encantar, Tocar & Encantar, Tocar & Encantar III, Tocar & Encantar Jundiaí e Tocar & Encantar Indaiatuba e Itu, Blues Day), Humanidades (Livro Caminhos para o Desenvolvimento – Historia e Cultura das Principais Rodovias Paulistas), Artes Cênicas (Dança & Movimento I e II), Esportivo (Judô, uma Arte para a Vida), Sociais (ONG Casa do Bom Menino de Tatuí Projeto: Ler & Aprender, Ong Brasil Com Ciência Projeto: Por um Brasil Melhor; Instituição. Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Projeto: Coordenação do trabalho de Regularização Fundiária de favelas Heliópolis Gleba K; Instituição SOS família Endereço. Coordenador de Projetos Sócio Culturais. Instituição Projeto Cidade é Vida. Elaboração, direção e execução de projetos visando a qualidade de vida das cidades e seus cidadãos na área da inclusão social). Possui grande experiência na elaboração de projetos incentivados. Foi condecorado no ano de 2019 com o Prêmio Excelência Qualidade Brasil com o título público de Comendador na categoria Personalidade do Ano, Destaque Nacional, Mérito Social Profissional Cultural & Cidadão que Acrescenta à Nação, Exemplo Digno de Ser Seguido por Todas as Pessoas de Boa Fé, Honestas e de Caráter Voltado em Prol de uma Sociedade mais Igualitária, Justa e Perfeita. Alessandra Calazans - Função: Produtora Executiva e Captadora de RecursosBreve curriculo: Formada em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual Paulista – UNESP Faculdade: UNESP (1992). Especialização em Economia Internacional Entidade: Integração UNESP, UNICAMP, PUC-SP Período: 2003. Trabalhos sócios culturais. Produtora cultural, sócia da Forma Cultural Edições Artísticas. Já desenvolveu projetos culturais incentivados de vários Segmentos tais como Audiovisual (Filmes Documentários História e Cultura das cidades paulistas de Porto Feliz, Itu e Sorocaba), Música (Blues Day e Tocar & Encantar), Humanidades (Livro sobre História e Cultura das Rodovias Paulistas) e também já participou da realização de projetos incentivados trabalhando na área de captação de recursos, produção executiva e coordenação dos Segmentos esportivo (Judô, uma Arte para a Vida), artes cênicas (Dança & Movimento), bem como de projetos sociais e culturais diretos apoiando o trabalho de Instituições e Entidades com em diversas temáticas, tais como: defesa da mulher, inclusão e cuidados com pessoas idosas, responsabilidade sócio ambiental, inclusão digital, inclusão de PCDs, inclusão de crianças e adolescentes e minimização de riscos sociais, sempre visando o desenvolvimento de projetos culturais, sociais e esportivos para ampliar, melhorar e garantir a sustentabilidade de gestão. Possui ampla experiência de mais de 20 anos nas áreas de desenvolvimento e realização de projetos, bem como inteligência de mercado, desenvolvimento institucional e captação de recursos. Jonas Soares de Souza - Função: Curador e Historiador Breve Curriculo: Historiógrafo e Doutor em História Econômica pela USP. Mestre em História Social. Publicou mais de 30 artigos em diversos Periódicos especializados e 14 trabalhos em Anais de Eventos. Possui 9 Capítulos de Livros e 11 Livros publicados e mais de 150 itens de produção técnica. Participou de 13 eventos no Exterior. Atua na área de História, com ênfase em História do Imaginário.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.