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A Realização de 2 temporadas em estados diferentes do TEATRO MUSICAL 'É PROIBIDO PROIBIR', que fala sobre a valorização da cultura brasileira, através do movimento da Tropicália que surgiu nos anos de 1960, época de crises políticas. Será também oferecida uma oficina teatro musical, como CONTRAPARTIDA SOCIAL, de onde poderá ser escolhido um ou mais integrantes para participação como elenco.
TEATRO MUSICAL: É PROIBIDO PROIBIR - Um grupo de artistas das mais diversas áreas cria um coletivo, o Coletivo Tropicalistas para reviver a trajetória musical e política do movimento Tropicália, através da sua história desde o inicio quando concebida pelo artista plástico Hélio Oiticica, o inventor da tropicália, em seu desejo de aproximar a arte brasileira de vanguarda, até então elitista, do povo brasileiro e dos grandes movimentos da vanguarda mundial. A revolução social explode em todos os meios de comunicação, ícones como Chacrinha e Carmem Miranda são declarados tropicalistas, pela primeira vez os jovens ousam se vestir em ousados trajes africanos, hippies e em provocantes fardas a la Sargeant Peppers. Os cabelos crescem, as canções de outrora são substituídas pelas provocantes canções de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Macalé, Tom Zé. Gil e Caetano são perseguidos pela ditadura militar e exilados do país. Gal Costa, a tímida menina baiana permanece e resiste à pressão do regime ditador tornando-se uma ativista do movimento tropicalista. Revezando-se numa multiplicidade de personagens que fizeram parte do movimento, a trupe de atores e atrizes do coletivo tropicalista, discute, interpreta, canta e dança a importância de um movimento que cruzou o céu do Brasil como um cometa barulhento e multicolorido. Um fenômeno de curta duração, mas que provocou uma mudança radical na vida do cidadão e cidadã brasileiros. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oficina O ATOR, O MOVIMENTO E A VOZ- ABORDAGEM CORPORAL - OFICINA DE CONSCIENTIZAÇÃO E PREPARAÇÃO CORPORAL - Ciro BarcelosSe valendo da estimulação do potencial oculto em cada um; a música, gestual, dança e interpretação, são as ferramentas que proporcionam o desenvolvimento e reconhecimento do movimento interno do individuo, as mudanças que serão propostas ao corpo irão repercutir profundamente na atuação profissional de cada um. Passamos então para a imersão que coincide com a produção de um corpo novo, consciente de sua voz e de seus movimentos, decodificado e recodificado para um gestual interpretativo consciente. - ABORDAGEM MUSICAL - OFICINA DE IMERSÃO MUSICAL E PREPARAÇÃO VOCAL - Jules Vandystadt A oficina de imersão musical e preparação vocal visa abordar a música vocal em duas etapas diferentes:1. O desenvolvimento da voz como instrumento musical, através de exercícios vocais e técnicas que têm o objetivo de trazer fazer as pessoas conscientes da amplitude de possibilidades que a voz humana possui dentro do espectro musical.2. A prática do canto solo, e em grupo, como forma de expor os alunos à pratica musical em si, através de canções e arranjos vocais utilizados em espetáculos de grande sucesso. Nessa prática vamos abordar a aplicação de técnicas vocais em repertório, e também o canto coral harmônico em vozes mistas. Através dessa vivência os alunos terão a oportunidade de experimentar um pouco do que é o processo de construção musical de um espetáculo, e compreender de que forma a presença da canção impacta na narrativa e na maneira como a mensagem, e a história, chega ao público.
Objetivo Geral: Realização de 2 temporadas do TEATRO MUSICAL, É PROIBIDO PROIBIR, projeto que contratará dezenas de profissionais da cultura de forma direta por até 12 meses, com equipe diversa, sem nenhuma distinção. Objetivo específico:A) TEATRO MUSICAL: Realizar 100 apresentações do musical É PROIBIDO PROIBIR, sendo 50 no estado do RJ e 50, no estado de SP. Cada temporada com duração de 8 a 10 semanas, de quinta a domingo (com sessão dupla sáb e dom). B) CONTRAPARTIDA SOCIAL: será oferecida gratuitamente uma oficina criativa para teatro musical, com nossos diretores artísticos Ciro Barcelos e Jules Vandystadt, durante 5 dias, com 4 horas/dia, totalizando 20h A oficina fará parte da seleção do elenco, onde alguns alunos poderão ser convidados a integrar o espetáculo. Total de vagas: 30
Por que É PROIBIDO PROIBIR!Em um momento político de retomada da valorização da cultura no país, o espetáculo É Proibido Proibir traz como tema o movimento da Tropicália, que originalmente nasceu em uma época de crises políticas. Na visão dos tropicalistas, a cultura deveria ser vista não como manifestação isolada, mas como parte de um todo uno, no qual a música popular, a poesia, a literatura, o cinema e o teatro estavam entrosados, tanto no aspecto ideológico como no prático. Ao abrir uma frente ideológica, seja pela obra, seja pela discussão da obra, o tropicalismo aproximou a cultura brasileira do que mais interessante se produzia no primeiro mundo, provocando assim a mistura antropofágica de Oswald de Andrade. Assim, a semente da Tropicália caiu em terra fértil e deu frutos por todo o país, a juventude junta-se à classe artística, aos intelectuais, aos jornalistas e ao povo que clama por liberdade e justiça social. Um espetáculo inédito, com um time de profissionais mais que qualificados, juntos na realização de um musical essencial e que será sucesso. Os veteranos Ciro Barcelos, Tim Rescala, Claudio Tovar e Caetano Vilela, que inclusive viveram de perto todas as belezas e tristezas dessa época. se unem ao jovem talentoso Jules Vandystadt e outros grandes profissionais, para contar e cantar esse movimento artístico cultural. Um elenco diverso será composto por 13 pessoas e já conta com os convidados Rodrigo Simas e Assucena. A equipe completa de produção/técnica/artística terá dezenas de profissionais envolvidos que serão selecionados conforme suas competências e experiências, sem nenhuma distinção.O projeto se enquadra nos incisos do Art 1° da Lei 8813/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos do Art 3° da Lei 8813/91 que serão alcançados:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)
Temporada no RJ - Passagens aéreas SP x RJ x SP: (8 meses) - 74 percursos- Ciro Barcelos (20)- Claudio Tovar (3)- Caetano Vilela (3)- Rodrigo Simas (20)- Assucena (20)- Thiago Wenzler (8)Temporada em SP - Passagens aéreas RJ x SP x RJ: (4 meses) - 152 percursos- Anacris Monteiro (8)- Jules Vandystadt (10)- Tim Rescala (3)- Elenco com 11 pessoas do RJ (110)- Equipe de produção RJ (22) * É uma previsão e pode sofrer ajustes.
TEATRO MUSICAL: O elenco será composto por 13 artistas, sendo até 4 artistas principais e os demais coadjuvantes, acompanhados por banda ao vivo com 8 músicos, que interagem durante o espetáculo. Conta com a participação especial de Rodrigo Simas - ator conhecido nacionalmente e Assucena - mulher trans, cantora premida que interpreta Gal Costa que juntos, percorrerão uma linha musical, contando a história do Brasil através do movimento Tropicália.Em um passeio pela história com muita música e debate com o público, o espetáculo apresenta sua versão de como tudo aconteceu e mostra a importância da valorização da arte e da nossa cultura.Trata-se de uma montagem inédita e toda a parte de criação está em elaboração.Há previsão de cenário físico e também com projeção mapeada.Duração: 1h30Classificação indicativa: 16 anosPúblico: Adultos e jovensCONTRAPARTIDA SOCIAL: Oficina O ATOR, O MOVIMENTO E A VOZ - Esta oficina propõe um desbloqueio dos sentidos através de práticas e dinâmicas físicas, com a finalidade da produção de um corpo novo, consciente de sua voz e de seus movimentos, descodificado e recodificado para um gestual interpretativo consciente. Será oferecida no RJ. com a possibilidade de participantes serem convidados a integrar o elenco.Público-alvo: Jovens artistas e alunos de instituições de ensino da arte, inclusive as instituições públicas de ensino, como universidades.Quantidade de dias: 3 diasDuração por dia: 4 horasVagas: 30 participantesForma de inscrição: Formulário digital a ser divulgado o link no perfil do musical, que será criado no instagram.Orientadores: Ciro Barcelos e Jules Vandystadt
TEATRO MUSICAL: Os locais escolhidos para a realização das temporadas terão a estrutura para atender ao público cadeirante ou com dificuldade de locomoção. O público com necessidades visuais e auditivas contará com sessões com audiodescrição e intérprete de libras. Haverá produtores orientando o público com necessidade especial.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em 4 sessões por estado e/ou folder em braile.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em 4 sessões por estado.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: produtores para auxiliar esse público em todas as sessões.
- Os ingressos terão preços acessíveis.- Todas as cotas serão cumpridas.- Serão realizadas promoções nas redes sociais com sorteios de ingressos, cupom de descontos, lista amigas e outras ações.- Será negociada formação de plateia e realização de campanhas sociais (fome, agasalho, etc).- Disponibilização de ingressos na plataforma EU FAÇO CULTURA, para distribuição de ingressos gratuitos a pessoas de baixa renda.- 1 ensaio aberto em cada estado- Realização de Oficina como contrapartida social* para alunos de instituições públicas de ensino artístico. *No estado do RJ a oficina trará aos participantes a possibilidade de ser escolhido para integrar o elencopara as temporadas. De acordo com o artigo 28 da IN 01/2023, será adotado no projeto os incisos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).
Diretor Artístico, Roteiro e Coreografias: Ciro Barcelos - Ator, bailarino,cantor, coreógrafo, encenador. 1970- iniciou sua trajetória profissional integrando aos 17 anos o elenco do Musical HAIR, sob a direção de Ademar Guerra e Altair Lima. 1971-Integrou a formação original do grupo DziCroquettes, tendo sido um de seus fundadores. 1973- Exilado do país com o Dzi Croquettes, permaneceu 8 anos na Europa. Coreografou programas musicais da televisão italiana Rai Uno. 1981- De volta ao Brasil assume coreografias da TV Globo para o programa Fantástico. Coreografa os shows Homem Com H, de Ney Matogrosso, fantasia, de Gal Costa. Protagoniza o musical Jesus, com direção de Camila Amado e iluminação de Ney Matogrosso. Dirige, coreógrafa e protagoniza a Paixão de Cristo, nos Arcos da Lapa três anos consecutivos. 1992- Remonta o espetáculo DZI CROQUETTES juntamente com Lennie Dale. 1993- Estreia o espetáculo CIRCUMANO, de sua autoria e direção e vai a Itália com o espetáculo. Contratado como coreógrafo pela TV italiana RAÍ UNO, permanece em Roma. 1995- Retorna ao Brasil, escreve e monta FRANCISCO DE ASSIS, permanecendo 12 anos em cartaz, arrebatando prêmios e apresentando-se na Itália. 2012- Escreve, dirige e coreografa Dzi CROQUETTES em BANDÁLIA. 2016- funda o Estúdio Arte-se, promovendo cursos e oficinas de teatro e dança. 2017-Convidado pela Universidade de Princenton, em Nova York, Palestra sobre o Dzi Croquettes para uma plateia de 1500 estudantes de sociologia e Antropologia. 2017 a 2022: Escreve e dirige ÀTMA, TROPICALISTAS, VÁ SE BENZER, O AUTO DE SÃO FRANCISCO, DZI BY CIRO BARCELOS e PRAZER, HAMLET e o último trabalho recente, Jarbas Homem de Mello canta QUEEN.Coordenação Geral e Prestação de Contas: Anacris Monteiro - PROPONENTE - Há mais de 13 anos no mercado carioca como produtora cultural, porém com o diferencial de ser especialista em processos de liberação, administração e prestação de contas de recursos incentivados e conveniados para projetos culturais. Ganhou Prêmio Klauss Vianna 2010 e diversos editais culturais. Áreas culturais de atuação através de sua produtora: dança, teatro infantil e adulto, espetáculos musicais, shows, concertos com orquestras e corais, entre outros. Diretor Musical: Jules Vandystadt - Com mais de 30 espetáculos teatrais no currículo, possui uma carreira sólida no teatro musical brasileiro. Além de atuar e cantar, também dirige, compõe e faz arranjos. Foi diretor musical e arranjador de produções de enorme sucesso como “Beatles Num Céu de Diamantes”, “Milton Nascimento - Nada Será Como Antes”, "Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Para Sempre ABBA”, “Tudo Por Um Popstar”, “Romeu & Julieta - O Musical”, “O Homem No Espelho”, “70 Doc Musical”, “Merlin & Arthur - Um Sonho de Liberdade”, “Elas Brilham - Vozes Que Transformam e Iluminam o Mundo”, entre outros. Seus arranjos e direção musical já lhe renderam o prêmio Shell 2009 (melhor arranjo original), o Prêmio Bibi Ferreira (melhor arranjo original), o Broadway World Brazil Awards 2017 (MelhorOrquestração/Direção Musical/Arranjo Original), o Prêmio CENYM 2017, o Prêmio CESGRANRIO de Teatro 2018 (Melhor Direção Musical por “O Homem no Espelho, “Pippin" e “70 Doc Musical” além de indicações ao Prêmio Reverência de Teatro Musical, Prêmio CENYM 2017 e ao Prêmio Botequim Cultural 2018. Na TV foi diretor e produtor musical de “Gaby Estrella” e também do longa. Em 2023, no teatro assina a direção musical do espetáculo “80 Doc Musical” sob direção de Frederico Redder. Arranjos: Tim Rescala - Mais novo membro da ABM. Estudou na Escola de Música da UFRJ e na E. de Música Villa-Lobos. Com Han-Joachim Koellreutter estudou composicão, contraponto e arranjo. Licenciou-se em música pela UNI-RIO em 1983. Compositor e diretor musical de várias peças de teatro. É um dos mais premiados compositores brasileiros, tendo recebido diversos prêmios Mambembe, Shell, Coca-Cola, APTR, CBTIJ e outros. Faz música para cinema, TV e exposições e trabalhou para a TV Globo por 29 anos. Atuou como compositor e regente em muitos festivais de música contemporânea no Brasil e no exterior. Autor de óperas, musicais, música de câmera e eletroacústica. Sua peça Pianíssimo foi o primeiro texto infantil apresentado na Comédie-Française. Recebeu as bolsas Vitae e Rio-Arte. Foi diretor da Sala Baden Powell, RJ, em 2005 e 2006. Escreve e apresenta o programa Blim-blem-blom na rádio MEC-FM desde 2011, premiado na Bienal do México. Seu Quarteto Circular foi indicado ao Grammy Latino de 2011. Atriz - Cantora, compositora e intérprete ficou conhecida pelo trabalho desenvolvido durante 6 anos com a banda "As Baías", com a qual foi indicada 2 vezes ao Grammy Latino (2019 e 2020) e conquistou duas categorias no 29º Prêmio da Música Brasileira. Em 2022, Assucena lançou os primeiros singles da carreira solo: a canção autoral inédita “Parti do Alto” e uma releitura-homenagem de “Ela”, gravada por Elis Regina há 50 anos. Lançou, ainda, "Menino Pele Cor de Jambo", primeiro single do álbum previsto para 2023. A cantora e compositora voltou aos palcos no contexto de abertura pós-pandemia com a estreia, em dezembro de 2021, de “Rio e também posso chorar”. O show, que nasceu como uma homenagem para marcar os 50 anos de lançamento do álbum Fatal - Gal a todo vapor, de Gal Costa, um tributo à artista. Paralelamente, a artista estreou no teatro no ano passado com a peça “Mata teu pai, Ópera-balada”, com texto de Grace Passô e direção de Inez Viana, e com a qual foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro 2023 - melhor atriz. A artista tem em sua bagagem projetos ao lado de importantes referências da música brasileira como Elza Soares, Alcione, Daniela Mercury, Ivete Sangalo e Ney Matogrosso; além de colaborações com artistas da nova geração, como Emicida, Linn da Quebrada, Pitty, Liniker, Filipe Catto, Xênia França, Luedji Luna, Maria Gadu, Tulipa Ruiz e Fabiana Cozza. Nascida e crescida no sertão da Bahia, Assucena constrói sua identidade artística a partir das influências da música baiana - em especial o Tropicalismo. Ator: Rodrigo Simas - com grande experiência no teatro, TV e cinema. Filho da produtora de cinema e televisão Ana Paula Sang e do capoeirista Beto Simas, o ator é irmão mais velho de Felipe Simas e meio-irmão materno de Bruno Gissoni. Seu mais recente destaque de trabalho, em 2022, foi “Prazer, Hamlet”, sob direção de Ciro Barcelos. Teatro: estreou nos palcos em 2007 quando interpretou Dani Zucco no musical Grease. Em 2022, Rodrigo Simas estreou PRAZER, HAMLET, o primeiro monólogo de sua carreira. Televisão: estreou na televisão em 2009, na novela Poder Paralelo. A novela foi exibida na RecordTV. Em 2010, interpretou Gustavo Araújo na série Desenrola Aí, exibida no Multishow. Em 2017, foi escalado para interpretar Piatã Millman na novela Novo Mundo. Em 2018, foi um dos protagonistas da novela Orgulho e Paixão e interpretou Ernesto Pricelli. Em 2019, foi escalado para interpretar Bruno Monte Castelli na novela Órfãos da Terra e, em 2021, entrou para os novos capítulos da novela Salve-se Quem Puder como Alejandro García Morales. No mesmo ano, ficou em segundo lugar na 18ª Temporada do talent show Dança dos Famosos. Cinema: estreou nos cinemas em 2012 quando interpretou Bernado no curta-metragem Quinta das Janelas. Em 2015, foi um dos protagonistas da comédia musical Anjo de Cabelos Longos e, em 2021, interpretou Marcos no curta-metragem Entre. Iluminação: Caetano Vilella - ganhou destaque no mundo da ópera tendo realizado dezenas de produções em importantes teatros no Brasil e no exterior. Dentre as óperas que dirigiu, destacam–se: A Queda da Casa de Usher/Phillip Glass; Lady Macbeth do Distrito de Mtzensk/Shostakovich; Ariadne em Naxos/Richard Strauss; Os Troianos/Berlioz e a estreia mundial da ópera Ça Ira de Roger Waters, compositor e fundador do Pink Floyd. Ganhou o Prêmio Shell de Iluminação em 2011 pelo espetáculo Dueto para Um; foi indicado novamente em 2014 pela iluminação de Assim é (se lhe parece); 2015 por Dias de Vinho e Rosas, direção de Fabio Assunção e 2016 pela peça As Benevolentes, monólogo com Thiago Fragoso dirigido por Ulysses Cruz. Foi selecionado, junto com outros artistas brasileiros, para representar o Brasil na Quadrienal de Praga (Performance Design and Space), exposição mundial de criadores da área teatral que aconteceu em julho-2015 na Tchecoslováquia. Para o Theatro S.Pedro/SP dirigiu e iluminou recentemente as óperas: La Belle Hélène/Offenbach (2017), O Matrimônio Secreto/Cimarosa (2018), La Clemenza di Tito/Mozart (2019), A História do Soldado/Stravinsky (2020), A Hand of Bridge/Barber (2020), Socrate/Satie (2021), Le Pauvre Matelot/Milhaud (2021) e O Senhor Bruschino/Rossini (2021). Figurino: Claudio Tovar - cenógrafo e figurinista premiado: “As Mil Encarnações de Pompeu Loureiro” – prêmio Mambembe de melhor cenário, 1980; “Elas por Ela” – prêmio Apetesp de melhor figurino, 1989; “O Fantópera da Asma” – prêmio Apetesp melhor figurino, 1989; “Somos Irmãs” – prêmio Shell de melhor figurino, 1998; “South American Way” – prêmio Shell de melhor figurino, 2001; e “Um Dia de Sol em Shangri-la – prêmio Governo do Estado, 2001. No seu curriculum constam trabalhos na área de figurino e cenografia para espetáculos de Ney Matogrosso, Jorge Fernando, Chico Anysio, Aderbal Freire Filho, Domingos de Oliveira, Marília Pera, Regina Duarte, Antônio Fagundes, Lucinha Lins, Miguel Falabella, Tânia Alves e Bibi Ferreira, entre outros. Direção de Produção SP: Thiago Wenzler da Fonseca - FOCO3 - Com mais de 15 anos de atuação profissional, com destaque no mercado de produções culturais por todo o país. Com o passar do tempo conquistou seu lugar, respeito e reconhecimento como uma das maiores produtoras culturais do Brasil, assinando a produção de mais de 30 espetáculos - entre peças teatrais, musicais, espetáculos infantis e projetos de arte-educação. Dentre suas principais realizações são destaques: Abram Alas Chiquinha Gonzaga vai passar, O Mágico de Inox, O Marido da minha mulher, Doce Traição, O Fantástico Laboratório da Dra. Empírica, Constellation, entre outros. Além disso, atua fortemente na gestão e operacionalização de espaços e aparelhos culturais como teatros, centros culturais e parques, trabalhando desde a concepção dos projetos até a coordenação do cotidiano dos espaços.
PROJETO ARQUIVADO.