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PRONAC 238477Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Arte Aqui Arte Acolá

19.898.807 DENILSON GOMES CARDOSO
Solicitado
R$ 499,5 mil
Aprovado
R$ 499,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Congonhas
Início
2024-03-01
Término
2024-10-31
Locais de realização (3)
Congonhas Minas GeraisConselheiro Lafaiete Minas GeraisOuro Preto Minas Gerais

Resumo

Realização da 1ª edição do festival cultural "Arte Aqui Arte Acolá", de forma presencial, com desenvolvimento de programação GRATUITA por três cidades em Minas Gerais. O festival vai promover a circulação de performances das áreas de artes cênicas, circenses, música, literatura, audiovisual, sessões de cinema, oficinas em curtas temporadas no interior do estado. A proposta visa a descentralização do acesso, formação de plateia e democratização da cultura. O projeto é voltado, principalmente, a crianças e jovens, incluindo populações periféricas que possuem menos acesso a eventos culturais de linguagens artísticas variadas.

Sinopse

O Festival Cultural "Arte Aqui Arte Acolá" propõe a circulação de performances de: artes cênicas, artes circenses, música, literatura, audiovisual, sessões de cinema, dança, brincadeiras, oficinas de inicialização nas áreas acima, voltadas para o público infanto-juvenil, em curtas temporadas de sexta a domingo por cidade. Visa a formação descentralização do acesso, formação de plateia, democratização ciltural . Além disso, busca a promoção de ações formativas, por meio de oficinas de inicialização, ao realizar o intercâmbio de experiências nas diversas áreas das artes e da produção artística. Cultura e arte sempre contribuíram para a formação de cidadãos. Em um contexto pós-pandêmico, a arte, os encontros presenciais e as trocas proporcionadas pelo festival são fundamentais para, além do aprendizado, amenizar as consequências negativas impostas pelo isolamento social, que tanto afetou o público infanto juvenil. A promoção do bem estar e da aproximação de crianças, jovens e adultos têm sido fator crucial das atividades artísticas. Arte e cultura sempre foram responsáveis por, dentre outros aspectos, contribuir para a formação dos cidadãos. No cenário em que nos encontramos, pode, também, auxiliar na socialização por meio da vivência e do contato com variadas formas artísticas. Realizar um festival prevendo formatos tradicionais, com atividades presenciais e integrativas, contando com participação do público infantil-juvenil, em cidades que não possuem atrativos culturais diversos, com repertório múltiplo, englobando diversas áreas é o norte deste projeto. Tudo sem perder o foco na formação e aprendizado do público infanto juvenil, por meio de repertório de qualidade e democratização do acesso, já que todas as atividades serão GRATUITAS. Sendo assim, o projeto propõe apresentações artísticas e culturais, contendo diversas atrações a serem definidas, durante três dias, de sexta a domingo, inicialmente, em três cidades do interior de Minas Gerais, Congonhas, Conselheiro Lafaiete e Ouro Preto, próximas à capital, Belo Horizonte.

Objetivos

Objetivo Geral - Realizar a 1ª edição do "Arte Aqui Arte Acolá", festival de cultura e circulação de espetáculos, oficinas e outras atividades artísticas voltadas ao público infanto-juvenil de três cidades do interiro de Minas Gerais, Congonhas, Conselheiro Lafaiete e Ouro Preto, próximas à capital. Possui escopo programático gratuito, diferenciado e diverso quanto aos gêneros das artes cênicas, circenses, música, literatura, fotografia, cinema. Inclui a realização de oficinas de inicialização ministradas pelos artistas. Pretende-se todas as atividades gratuitas e direcionadas ao público infanto-juvenil, incluindo populações de regiões periféricas. Objetivos específicos - Realizar 6 apresentações artísticas, durante três dias, em praça pública e escolas de rede pública de ensino fundamental de três cidades do interior de Minas Gerais , totalizando 18 apresentações; para público infantojuvenil, inclusive de regiões periféricas; - Realizar 3 oficinas de incializaçao por cidade, nas escolas e locais públicos, para público infantojuvenil, inclusive de regiões periféricas; as oficinas serão nas áreas de das artes cênicas, circenses, música, literatura, fotografia, cinema ou outras. - Oferecer uma programação de reconhecida qualidade artística com apresentações e temas de interesse geral e diversificado, formada por repertório com aceitação pelo público e crítica; - Viabilizar a fruição de repertórios culturais e o acesso da população das cidades a relevante e diversificada programação cultural envolvendo diversas áreas artísticas; - Promover a circulação de espetáculos artísticos de Belo Horizonte e das cidades do interior de Minas Gerais, incrementando o calendário cultural dessas cidades e proporcionando aos grupos a oportunidade de apresentação de seus trabalhos a um público diversificado; - Contribuir e instigar para a formação, o acesso e democratização cultural a um público que tem pouco acesso às linguagens artísticas e aos espetáculos produzidos em outras cidades, principalmente, em Belo Horizonte; - Movimentar a cadeia produtiva e produção artística por meio da circulação pelas cidades do interior de Minas Gerais.

Justificativa

O Festival "Arte Aqui Arte Acolá" pretende uma programação diferenciada com qualidade artística de produções locais e de Belo Horizonte, que circularão por três cidades do interior mineiro. Inicialmente, pretende-se a circulação por cidades próximas à capital, Congonhas, Conselheiro Lafaiete e Ouro Preto, com possibilidade de patrocínio realizado por empresas mineradoras, que exercecem papel fundamental no apoio financeiro a projetos culturais. O projeto do Festival "Arte Aqui Arte Acolá" pretende levar às cidades do interior do estado de Minas Gerais uma programação de qualidade que vai atender a demanda de jovens, crianças e adolescentes, incluindo de escolas, bairros e regiões periféricas, um público extremamente carente de atrativos culturais e de formação artística. Visa levar às cidades mineiras uma programação diversa, englobando linguagens e formatos distintos de programação dentro das várias modalidades artísticas, incluindo artes cênicas, teatro, circo, cinema, literatura, dança e outras. Pretende a realização de espetáculos, apresentações, contação de histórias, sessão de cinema e oficinas diversas. O festival se destaca e justifica, principalmente, por se tratar de um meio de democratização e acesso à arte e cultura que vai atender a um público com pouco acesso à produção cultural pretendida. Além disso, promove a circulação de artistas, espetáculos e apresentações, realizando um intercâmbio entre a capital e interior, proporcionando a toda cadeia produtiva uma oportunidade de expansão e divulgação do trabalho. É fundamental que a temporada aconteça com estratégias e estruturas adequadas o que garantam a boa execução, tanto para os artistas participantes, quanto para o público pretendido. Para isso, a equipe é formada por profissionais qualificados e experientes na produção de diversos eventos de nível nacional e internacional no setor cultural. A Lei 8313/91 é fundamental para a realização deste projeto, que se encaixa nos seguintes incisos do Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto "Arte Aqui Arte Acolá" também atende aos seguintes objetivos do Art. 3º: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Já foram contactadas duas atrações que farão parte da programação do Festival "Arte Aqui Arte Acolá" Espetáculo peça-jogo-festa #Criança - Gabriel Castro Cavalcante No espetáculo, os participantes vivem uma experiência artística e convivial. Sua estrutura de jogo de tabuleiro performativo propõe uma “plataforma de escuta” com o objetivo principal de possibilitar o protagonismo das crianças em cena, por meio de espaços de criatividade, interatividade, autoexpressão, contemplação, colaboração e desenvolvimento pessoal. A imprevisibilidade do jogo caracteriza cada apresentação como única e irrepetível para os participantes. Na peça-jogo-festa #Criança o público é convocado para uma aventura: encontrar uma criança que se perdeu no tempo. Para isso, as crianças-jogadoras precisam percorrer o Mapa da Criança Perdida, um jogo de tabuleiro em tamanho ampliado, em busca de pistas sobre ela. Para avançarem no jogo, devem realizar as tarefas das Casas dos Quatro Elementos e cumprir os desafios das Estações com os Guardiões, seres fantásticos que guardam a memória da criança perdida. No fim do percurso, todos ganham a chave para abrirem o baú onde está a criança perdida. Palhaça Lili Castro Lílian Cristina Abreu Castro, de nome artístico Lili Castro, é palhaça, professora, pesquisadora e atriz. Em 2022 completou 25 anos de carreira artística com grande experiencia em palhaçaria e teatro. É doutoranda em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO e Mestra em Artes Cênicas pela mesma instituição. Especialista em História da Cultura e da Arte pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Autora do livro PALHAÇOS: MULTIPLICIDADE, PERFORMANCE E HIBRIDISMO e de diversos artigos e crônicas sobre o assunto. Formou-se como palhaça no Ateliê do Riso, na ESLIPA e na Escuela Internacional de La Comicidad (ES). Formou-se no Corso Avanzato di Commedia dell’Arte, promovido pela Scuola Internazionale dell’Attore Comico (IT). Atualmente é professora celetista na Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais – FCMMG, lecionando as disciplinas “Práticas Formativas na Comunidade I – Palhaçaria Hospitalar” e “Práticas Formativas na Comunidade II – Intervenções Artísticas”. Também é professora e é membro do conselho educacional da Escola Livre de Palhaços – ESLIPA/RJ.

Especificação técnica

FESTIVAL ARTE AQUI ARTE ACOLÁ Seis apresentações e três oficinas em cada cidade Sextas-feiras, em escolas públicas para alunos do ensino fundamental, preferencialmente de regiões periféricas Sábados e domingos em locais públicos como praças, quadras, incluindo regiões periféricas das cidades. As atividades pretendidas são: Apresentações teatrais e musicais; Dança; Literatura; Cortejo; Atrações circenses; Contação de histórias; Brincadeiras; Sessão de cinema; entre outras.

Acessibilidade

Conforme Art. 25, da Instrução Normativa n° 1, de 10 de abril de 2023, a 1º edição do Festival "Arte Aqui Arte Acolá" contribuirá para a democratização do acesso à cultura, com as seguintes ações: Art. 25. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. O Festival "Arte Aqui Arte Acolá" tem a premissa de garantir o acesso de crianças e jovens com deficiência em todas as atividades a serem realizadas. Para isso, prevê-se nos espaços, quando for o caso: 1. Rampa de acesso para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; 2. Instalações de sanitários para portadores de necessidades especiais; 3. Espaços na plateia específicos para cadeirantes; 4. Tradução de libras nos espetáculos, brincadeiras e oficinas.

Democratização do acesso

É importante ressaltar que o Festival "Arte Aqui Arte Acolá" tem caráter cultural, social, educativo e de formação artística e todas as atividades pretendem ser GRATUITAS, em local público e escola pública de região periférica e se enquadram no Art. 28 da IR Nº 1 de 10 de abril de 2023, com relação às medidas de democratização: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Além disso: Art. 29. Para os efeitos desta Seção, considera-se: II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.

Ficha técnica

Denilson Cardoso - Proponente, gestor e comunicação Mestre em Design pela Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), publicitário, pós-graduado em produção gráfica, atua em comunicação e produção cultural, há mais de 20 anos, no mercado cultural de Belo Horizonte. Foi gestor de publicidade e design na Fundação Municipal de Cultura e Fundação Clóvis Salgado, respectivamente, trabalhando na comunicação e produção de diversos eventos. Em 2012, fundou a Solo Comunicação Design Cultura, empresa de produção cultural, comunicação e design, atendendo a clientes variados como grupos teatrais, produtoras e eventos de grande porte como o Festival Internacional de Teatro Palco e Rua de BH (FIT-BH), Festival Palmas para Elas (Palmas/TO), Festival de Dança Horizontes Urbanos (BH), entre outros. Com foco em design e inovação, trabalha e pesquisa a relação entre design e o patrimônio e o desenvolvimento de produtos turísticos, criando a marca “Patrimônio em Cores”. Possui dois livros de fotografias publicados sobre o patrimônio da Pampulha e outro sobre o Santuário de Congonhas. Denilson Gomes Cardoso 03429973600 SOLO COMUNICAÇÃO DESIGN CULTURA CNPJ 18.898.807/0001-11 | ssolocdc@gmail.com Formação · Mestre em Design (UEMG) - 2021· Pós-graduação em Produção Gráfica (FIEMG/Newton Paiva)- 2006· Graduação em Publicidade e Propaganda (FAFI-BH) - 1999 Experiência profissional Solo Comunicação Design Cultura - Desde 2012Empresa de comunicação, design e produção cultural.Atuação em Belo Horizonte e Congonhas - MG Produções mais relevantes Boa Noite Memorial - Virada Criativa do Memorial Minas Gerais ValeEvento com mais de 20 atrações culturais entre espetáculos de música, teatrais, dança, performances, entre outros.Produção1/9 a 8/10/2022 Livro Olhares, Imagens & Devoção - o Patrimônio de CongonhasEmpreendedor. Concepção, produção executiva do projeto de livro de fotografias sobre o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos de Congonhas, incentivado pela Lei Federal de Incentivo à CulturaDe dezembro de 2020 a agosto/22. Livro Pampulha - Olhares Imagens ModernidadeEmpreendedor. Concepção, produção executiva e execução de projeto do livro de fotografias sobre o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, incentivado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Lançamento: dez/2019 Circuito de Cultura no Interior 2018 -Membro da equipe de produção executiva e comunicação12 de julho a 26 de outubro de 2019 Ilusões - Festival Internacional de MágicasProdutor local - Agosto de 2019 Festival de Dança Horizontes UrbanosApresentações de dança em espaços urbanos.Produção executiva, produção e comunicação.2018 e 2017 Círculo Hilda Hilst Festival cultural em homenagem à autora Hilda HilstProdução7 a 9 de dezembro de 2017, Belo Horizonte Exposição Patrimônio em CoresIdealização e produção executivaProjeto realizado a convite da Prefeitura Municipal de Congonhas15/5 a 15/7/2014 - Centro de Atendimento ao Turista - Congonhas/MG Principais clientes de comunicação e cultura: Alves Madeira Comunicação e Produção (CCBB - Mostra WEIWEI, SESC Palladium - Projetos Compositores.BR e Salve Rainhas, Uma Voz – Um Instrumento), Bloco Havayanas Usadas, Casa Fiat de Cultura, Carabina Produtora Cultural, Cia Andante de Teatro, Cine Theatro Brasil, FIT-BH, Fundação Municipal de Cultura de BH, Memorial Minas Gerais Vale, Projeto Museus Pampulha, entre outros. Espetáculos:A Paixão de Tito - 2023Criança - 2020Lama - 2018A Obscena Senhora H - 2018Freddie - Rock Star - 2017Receitas para não morrer de amor - 2017 Coordenação de produção - Jacqueline de Castro Diretora da Lazuli Cultura desde 2012, empresa efetivada para ampliação de atendimentos culturais, como o Memorial Minas Gerais Vale, Festival de Dança Contemporânea VivaDança da Bahia, Movimento Internacional de Dança de Brasília, Festival do Teatro Brasileiro de Brasília, Exposições como “20 Anos do Grupo Galpão”, “ A Terra Vista do Céu” do francês Yann Arthus-Bertrand, FIT-BH e outros grandes eventos, curadorias e projetos. Como produtora, atende instituições como Embaixadas, Instituto Francês, SESCMG, SESCRJ e o SESCSP, além de diversos eventos, festivais, artistas e grupos de Minas, do Brasil e Exterior onde possibilita a relações entre profissionais e pessoas afins estreitando os contatos para um maior desenvolvimento do fazer artístico e social das artes.” É membro fundador da Associação Cultural Dança Minas, que reúne diversos artistas do Estado, membro do Fórum Permanente de Dança de Minas Gerais e do Fórum Nacional de Dança. Foi membro das Câmaras Setoriais do Ministério da Cultura, membro do grupo de gestão da Red Sudamericana de Danza, membro do Colegiado de Dança do Ministério da Cultura desde 2009 como especialista em produção. Atualmente é membro fundador do Fórum de Dança de Belo Horizonte. Diretora Artística, Curadora e Produtora desde 2003 da “Mostra Internacional de Solos e Duos - 1, 2 na Dança", que estimula a criação e apresentação de solos e duos de artistas de dança independentes e também da “Mostra Internacional de Dança para Espaço Urbano – Horizontes Urbanos” desde 2007, que através da dança trabalha o olhar das pessoas com relação a cidade. Atrações contatadas Gabriel Castro Cavalcante (Peça-jogo-festa #Criança) É ator e pesquisador, Licenciado em Teatro pela UFMG. Atualmente está à frente de dois projetos, a Peça-jogo-festa #Criança e o solo “A Paixão de Tito”, em pesquisa continuada sobre teatro narrativo-performativo e documentário, questões de identidade, infância e brincadeiras. É Artista-pesquisador convidado do Núcleo de Estudos em Estéticas do Performático e Experiência Comunicacional (Neepec/ UFMG) e do Criar para Crianças (CRICA/ UFRB). Integrou, entre 2006-2010, o elenco de projetos desenvolvidos no Galpão Cine Horto, dentre os quais o Oficinão, com o espetáculo “Quando o peixe salta” (Dir. Rodrigo Campos e Fernando Mencarelli); Pé na rua, com “O circo do lixo” (Dir. Eduardo Moreira e Chico Aníbal); Cena-espetáculo, com “Av. Pindorama, 171” (Dir. Henrique Limadre), tendo esse originado o coletivo artístico Teatro 171. Colaborou, entre 2010-2015, com o Teatro Oficina, Grupo XIX de Teatro, Teatro Kunyn, Laboratório de Práticas Performativas da USP e Cia. de Teatro Documentário, todos em São Paulo. Lili Castro (palhaçaria) Lílian Cristina Abreu Castro, de nome artístico Lili Castro, é palhaça, professora, pesquisadora e atriz. Em 2022 completou 25 anos de carreira artística com grande experiência em palhaçaria e teatro. É mestra e doutoranda em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Especialista em História da Cultura e da Arte pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Autora do livro PALHAÇOS: MULTIPLICIDADE, PERFORMANCE E HIBRIDISMO e de diversos artigos e crônicas sobre o assunto. Formou-se como palhaça no Ateliê do Riso, na ESLIPA e na Escuela Internacional de La Comicidad (ES). Formou-se no Corso Avanzato di Commedia dell’Arte, promovido pela Scuola Internazionale dell’Attore Comico (IT). Atualmente é professora celetista na Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais – FCMMG, lecionando as disciplinas “Práticas Formativas na Comunidade I – Palhaçaria Hospitalar” e “Práticas Formativas na Comunidade II – Intervenções Artísticas”. Também é professora e é membro do conselho educacional da Escola Livre de Palhaços – ESLIPA/RJ.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.