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O projeto se refere à publicação do livro "Reentrâncias - Costa Amazônica", do fotógrafo documentarista Enrico Marone, bem como à realização duas exposições fotográficas pelo Brasil, com fotos e conteúdo inédito sobre as reentrâncias da costa amazônica, seu povo, seu modo de viver, e a beleza e riqueza natural e cultural local. Com texto bilíngue (português e inglês), a obra contará também com adisponibilização de um audiolivro. Atividades de formação de público gratuitas e inclusivas serão realizadas como contrapartida social.
1. PROPOSTA EDITORIAL PARA PRODUÇÃO DE LIVRO DE ARTE CONTEXTO E JUSTIFICATIVA Os valores cultural, ambiental, paisagístico e histórico da Costa Amazônica motivaram a proposta de publicação de um livro para retratar de forma inédita as reentrâncias do cenário desse privilegiado pedaço do litoral brasileiro. O litoral norte da América do Sul resguarda a maior faixa contínua de manguezais do mundo, dos quais 7.500 km2 se encontram na costa amazônica do Brasil, região que abriga a maior quantidade de pescadores artesanais do país. Vivendo em áreas costeiras de difícil acesso e baixo índice de governança, essas pessoas têm o desafio de equilibrar a subsistência, o desenvolvimento econômico e a conservação desse território dominado pelas forças da natureza, onde a lua e a maré controlam os ciclos de todas as formas de vida. Num ambiente ainda bastante preservado, pescadores e pescadoras sustentam suas famílias por meio do árduo e ancestral ofício da pesca artesanal, tradicional modo de sobrevivência das comunidades que habitam esse grande patrimônio natural. Numa luta diária pela manutenção dessa cultura, os povos das marés estão na fronteira das discussões sobre sustentabilidade. A presença das Reservas Extrativistas Marinhas garante a conservação das florestas de manguezais, rodeadas por áreas já bastante degradadas. Guardiões de uma sabedoria ancestral moldada pela miscigenação entre índios, escravos e colonizadores, os pescadores artesanais vêm desaparecendo do litoral, enfrentando ainda diminuição dos pescados já impactados pela sobreexploração e poluição. Brasileiros que vivem em profunda conexão com o meio ambiente. Até quando essas culturas tradicionais e seus ambientes resistirão? Para que fiquem registradas – até porque as culturas são dinâmicas –, o livro apresenta fotografias que documentam as famílias da pesca, os olhares, semblantes e seus modos de vida interagindo com o ambiente que os circunda. Fotografia é fundamentalmente memória, portanto o projeto aqui apresentado é uma iniciativa de resgate de memória, uma proposta de registro fotográfico desse povo das marés e de suas histórias de vida; um testemunho visual da identidade cultural dessas populações tradicionais. Com isso, entendemos que os benefícios do projeto contribuem para facilitar o livre acesso às fontes da cultura e pleno exercício dos direitos culturais ao (i) apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais; (ii) proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; (iii) salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (iv) preservar os bens imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (v) estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; (vi) priorizar o produto cultural originário do País. A repercussão do projeto é nacional e também internacional já que a obra visa à publicação de um livro de arte bilingue. A proposta de publicação deste livro é um compromisso iconográfico e uma verdadeira homenagem ao valioso patrimônio sociocultural e ambiental das Reentrâncias. Engajados na missão de promover o (re)conhecimento da importância dessa região da Amazônia para o Brasil e para o mundo, o compromisso dos realizadores do projeto é possibilitar a difusão de conhecimento e suprir a carência de publicações sobre a região, oferecendo a primeira obra a reunir de forma integrada os componentes socioambientais desse precioso trecho do litoral brasileiro – os maretórios da Amazônia, entre os estados do Pará e Maranhão. SINOPSE DA OBRA O litoral norte da América do Sul resguarda a maior faixa contínua de manguezais do mundo, dos quais 7.500 km2 se encontram na costa amazônica do Brasil. Essa região desempenha um papel importante na mitigação das mudanças climáticas e abriga a maior quantidade de pescadores artesanais do Brasil. Vivendo em áreas costeiras de difícil acesso e baixo índice de governança, essas pessoas têm o desafio de equilibrar a subsistência, o desenvolvimento econômico e a conservação de um espaço que recebe pouca atenção da sociedade. Nesse ambiente dominado pelas forças da natureza, a lua e a maré controlam os ciclos de todas as formas de vida. Num ambiente ainda bastante preservado, pescadores e pescadoras sustentam suas famílias por meio do árduo e ancestral ofício da pesca artesanal, tradicional modo de vida das comunidades que habitam esse grande patrimônio natural da costa amazônica. Numa luta diária pela manutenção dessa cultura, os povos das marés estão na fronteira das discussões sobre sustentabilidade. A presença das Reservas Extrativistas Marinhas garante a conservação das florestas de manguezais, rodeadas por áreas já bastante degradadas. Este livro de fotografias nos convida a uma jornada de imersão num litoral pouco conhecido pelos brasileiros, desvendando inusitadas imagens desse território dominado pelas marés, e por isso conhecido como maretório. Engajados na missão de promover o (re)conhecimento da importância dessa região da Amazônia para o Brasil e para o mundo, o compromisso dos realizadores deste projeto é possibilitar a difusão de conhecimento desse trecho da Amazônia, entre os estados do Pará e Maranhão. ARGUMENTO Qual a resiliência da natureza? Esse paradoxo entre o modo de vida que nos foi imposto ao longo dos séculos pelo desenvolvimento desenfreado em contraponto à relação de respeito e subsistência vividas pelas comunidades tradicionais nos desafiam a repensar o rumo da humanidade. Não podemos esquecer que as raízes do saber ancestral de populações tradicionais estão ancoradas na sustentabilidade em seu cotidiano – comunidades essas que vem sendo relegadas a uma injusta invisibilidade social. Qual a importância da costa amazônica no contexto global? A região que abriga a maior faixa contínua de manguezais do planeta destaca-se por seu papel na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas globais e pela garantia de segurança alimentar para comunidades costeiras que extraem seu sustento do uso sustentável de espécies como o caranguejo, a pescada-amarela e o camarão, entre tantas outras. A conexão entre a perspectiva local e global evidencia como a resiliência das comunidades costeiras é um fator decisivo para a conservação da natureza. Mostrando como as ações locais podem promover impactos globais, o projeto pretende aumentar a sensibilização do público, inspirando as pessoas a refletirem sobre nossa relação com o planeta. CONTEXTO E JUSTIFICATIVA A AMAZÔNIA QUE ENCONTRA O MAR: Uma jornada pelos manguezais de Belém a São Luís As 14 reservas extrativistas criadas entre as baías de São Marcos e de Marajó, na região conhecida como reentrâncias maranhenses e paraenses, buscam conservar o inestimável patrimônio da sociobiodiversidade da Amazônia atlântica. Grande parte das pescarias depende diretamente ou indiretamente das áreas de manguezal, que são berçários da vida costeira e marinha. No entanto, muito ainda deve ser feito para criar as condições para conservar a cultura e o ambiente de ameaças. Este projeto desvenda o cenário único dos manguezais amazônicos repletos com toda a diversidade cultural e ecológica, resultado do encontro da Amazônia com o oceano Atlântico. O desafio de conservar e promover o uso sustentável desse vasto território é enorme, enfrentado por poucas organizações e governos, que realizam iniciativas para dar melhor qualidade de vida às populações extrativistas que vivem nessa região. Esta obra mostra o cenário único dos manguezais amazônicos com toda a diversidade cultural, ilustrada pelo modo de vida e diferentes artes de pesca. Em paralelo, busca documentar o cenário nesse território que não recebe a mesma atenção de outras áreas de florestas tropicais da Amazônia e unidades de conservação às quais, tanto universidades, quanto ongs, organismos internacionais e também a mídia especializada, dedicam recursos financeiros e humanos em escala significativamente superior. Acreditamos que promover a difusão dessas informações deve ser uma importante ferramenta para chamar atenção da sociedade sobre o tema, e possibilitar inspiração e valorização da cultura tradicional dessa importante região do litoral brasileiro. PROPOSTA EDITORIAL O ensaio de fotografia documental aborda o cotidiano dos pescadores artesanais que povoam nossa costa, por meio de histórias simples, que têm na força do homem a dignidade do povo do mangue. Vidas dedicadas ao mar, rios, igarapés e manguezais e o profundo conhecimento que essas comunidades detêm sobre a natureza. Este projeto fotográfico de longo prazo sobre os guardiões do maretório amazônico documenta as comunidades costeiras invisíveis, e também a magnitude da costa amazônica e sua resiliência contra o impacto das mudanças climáticas. O mangue garante a segurança alimentar de milhares de famílias de pescadores. Os manguezais amazônicos ainda são pouco documentados, assim como a cultura tradicional dos povos que vivem há gerações nesse território conhecido como maretório, onde a maré controla os ciclos da vida. “O mangue é nossa vida, nossa farmácia e nosso supermercado”, dizem. As histórias inspiradoras da vida costeira amazônica precisam ser contadas, apresentando como esse povo sofrido e corajoso vem sobrevivendo e conservando a natureza ao longo de gerações. Os povos das marés estão na fronteira das discussões sobre sustentabilidade. A narrativa é uma fotografia documental centrada no ser humano, nos povos esquecidos e invisibilizados que contribuem decisivamente para a conservação da costa amazônica. O projeto mostra como comunidades costeiras vulneráveis coexistem com florestas de mangue ainda preservadas diante da crescente pressão econômica que degrada os ambientes circundantes dessa parte negligenciada da Amazônia. Qual é o papel da cultura tradicional para conservar o litoral amazônico e como podemos aprender com eles? Pescando na lama dos manguezais e vivendo em áreas litorâneas remotas e com baixo nível de governança, essas comunidades costeiras nos mostraram uma convivência de respeito entre homem e natureza. Marone adota a fotografia autoral respeitando a observação participante como uma abordagem da etno-fotografia para garantir a documentação do cotidiano da população tradicional. A abordagem de documentação sempre combina um ponto de vista informativo e criativo. A estética rigorosa está atenta à composição, contraste e tonalidades que marcam a dura vida das personagens que vivem num ambiente que desafia a sua sobrevivência. O projeto já documentou as Reservas Extrativistas Marinhas (Resex) nos estados do Pará e Maranhão, incluindo a Resex de Soure, São João da Ponta, Mocapajuba, Mestre Lucindo, Cuinarana, Maracanã, Chocoaré Mato-Grosso, Mãe Grande de Curuçá, Caeté-Taperaçu, Tracuateua, Araí-Peroba e Gurupi-Piriá e também Cururupu e Arapiranga-Tromaí no Maranhão. As fotos focam nas diferentes atividades pesqueiras, ecossistemas, desafios das comunidades locais e cadeias de valor da pesca. Pretende-se ainda complementar material na baía de Turiaçú, baía de Maracaçumé e baía de Piracauá, no Maranhão. DADOS E FATOS • O manguezal assume um papel fundamental nas mudanças climáticas globais, já que suas florestas e solos armazenam até cinco vezes mais carbono que outras florestas tropicais do mundo. Na Amazônia, cada hectare de manguezal contém uma quantidade de carbono duas vezes maior que a mesma área de floresta. A capacidade dos manguezais de armazenar tanto carbono se deve, em parte, ao solo rico em material orgânico. • Com uma área de 7.500 km2, os manguezais da costa norte estocam mais de 370 milhões de toneladas de carbono, assumindo um papel fundamental nas mudanças climáticas do planeta. Após a COP-23, os estuários e manguezais amazônicos foram designados como Áreas Úmidas de Importância Internacional na Convenção de Ramsar. • O Pará é o estado do Brasil com maior quantidade de pescadores artesanais, número estimado em cerca de 224 mil, ou 25% dos pescadores no país. Hoje, 15 mil famílias sobrevivem da pesca de caranguejo no Pará. Cerca de 26 milhões de caranguejos são pescados anualmente nos manguezais desta região, gerando lucros de R$ 60 milhões nesta cadeia de valor. • As 12 Resex do Pará abrigam 19% da população da região costeira do estado de mais de 37 mil famílias são beneficiárias destas Unidades de Conservação de Uso Sustentável. • O pescador artesanal tem muito respeito e conhecimento sobre as diferentes dimensões da natureza e sobre os valores da vida humana. Apenas com a inclusão dos pescadores na gestão compartilhada da pesca será garantido um uso sustentável dos recursos pesqueiros, para suprir uma demanda crescente por proteína na alimentação humana. • Leis para captura do caranguejo estabelecem um tamanho mínimo de 7 cm, a não captura de fêmeas, respeito ao período de reprodução da espécie, chamado de defeso, que vai de janeiro a abril, e o não esquartejamento dos caranguejos. • Para o mercado dos caranguejos, uma legislação determina, desde 2013 o uso de basquetas para o transporte de caranguejos, já que a mortalidade cai de 50% para menos de 1.8% com o uso do equipamento. • Outra importante abordagem é planejamento espacial deste setor costeiro para implementação de áreas de Conservação e Recuperação de Estoques (ACRES) (no- take zones – NTZ) onde determinadas áreas sejam resguardadas ou estejam sob um sistema de rodízio de captura para recuperação dos pescados. FOTOGRAFIA - O fotógrafo Enrico Marone tem registrado, nos últimos 5 anos, suas expedições à região costeiro-marinha da Amazônia. Foram mais de 30 missões de campo em que foram coletadas mais de 20 mil imagens do cotidiano das populações extrativistas e seu ambiente, desenvolvendo campanhas para inspirar as pessoas e engajar os pescadores em iniciativas de gestão participativa e sustentável da pesca. Marone tem suas fotografias publicadas em livros, campanhas de conservação e também nos principais veículos de jornalismo do país. Contribuiu com iniciativas de conservação e comunicação para UNESCO, IUCN, TNC, Conservação Internacional, Oceana, WWF, Greenpeace, Mangrove Action Project, Instituto Baleia Jubarte, SOS Mata Atlântica, Rare Brasil, Oceanographic Magazine e National Geographic. Entre os principais livros publicados pelo autor estão: Povos do Mar (Andrea Jakobsson Estúdio Editorial/2021); Amazônia Azul (Andrea Jakobsson Estúdio Editorial/2020); Rio de Janeiro Capital Natural do Brasil (Casa da Palavra/Conservação Internacional, 2018); Atlas dos Manguezais Brasileiros – ICMBio | 2018; Mata Atlântica: uma História do Futuro (Edições de Janeiro/Conservação Internacional, 2014 – Primeiro lugar na Categoria Ciências Naturais no Prêmio Jabuti 2015); Corais – Paisagens Submersas (M4 Edições, 2014); Biomas Brasileiros: Retratos de Um País Plural (Editora Casa da Palavra, 2012 – Segundo Lugar na Categoria Ciências Naturais no Prêmio Jabuti 2013); Brasil Atlântico: Um País com a Raiz na Mata (Mar de Ideias /IBio, 2010); Corredores Ecológicos - Implementação da Porção Marinha do Corredor Central da Mata Atlântica (Série Corredores Ecológicos - MMA/SBF, 2009). Tem fotografias publicadas em: Panorama da Conservação dos Ecossistemas Costeiros e Marinhos no Brasil (MMA, 2010); Mega-diversidade (CI-Brasil, 2005); Atlas de Conservação da Natureza Brasileira - Unidades Federais (Editora Meta-livros, 2004); Zona de Contato - O Homem, O Mar e o Continente (Editora Ouro SobreAzul, 2003); Atlas dos Recifes de Corais do Brasil (MMA/SBF, 2002); Litoral do Brasil (Editora Metalivros, 2001); Megabiodiversidade Brasil (Editora Sextante, 2001); Patrimônios da Humanidade no Brasil - World Heritage Sites in Brazil (Editora Metalivros, 2000). 2. EXPOGRAFIA Planejamento, metodologia e definição de técnicas a serem adotadas para concepção e realização da exposição serão realizados após aprovação do projeto e contratação de profissional capacitado para este fim. A expografia será apresentada na primeira readequação do projeto, junto a demais materiais com definições curatoriais e projetos técnicos. 9 - Especificações técnicas Livro Formato: 23x30 cm - 224 páginas Impressão: Ipsis +Color@. Detalhamento de impressão: (papel, luva, etc) Eurobulk 150g 4x4 Capa dura com laminação fosca 4x0. Atividades de contrapartida social As oficinas sobre fotografia documental serão realizadas em parceria com escolas e universidades locais nas cidades de São Paulo e Belém, parcerias ainda pendentes de celebração. Com previsão de 5 ações, com duração aproximada de 4 horas cada, as oficinas proporcionarão aos participantes uma visão do que é ser fotógrafo documental no Brasil, os desafios, oportunidades, e a necessidade de que um número cada vez maior de lugares e povos brasileiros sejam registrados e documentados, para fins de registro, divulgação e preservação. A arte como formadora e transformadora terá destaque na oficina, bem como a importância da realização de trabalhos sérios e respeitosos com os povos locais. Oficinas serão realizadas com intérprete de libras e total acessibilidade ao público em geral. Atividade gratuita.
A Vento Leste, editora de Mônica Schalka, nasceu do desejo de compartilhar arte por meio da fotografia, da poesia e da literatura, sempre de forma inspiradora e promovendo um diálogo de alma com seus leitores e interlocutores. Retratando vidas, pessoas e lugares do Brasil, a casa publicadora de fotografia vem, desde sua fundação, gerando conteúdo de excelência, promovendo acesso, fruição cultural, informação de valor cultural e artístico e encantando pessoas. Um dos artistas parceiros da proponente é o fotógrafo Enrico Marone, que tem registrado, nos últimos 5 anos, suas expedições à região costeiro-marinha da Amazônia. Foram mais de 30 missões de campo, em que foram coletadas mais de 20 mil imagens de paisagens e manifestações artístico-sociais. Marone adota a fotografia autoral, respeitando a observação participante como uma abordagem da etno-fotografia, para garantir a documentação do cotidiano da população tradicional. A abordagem de documentação é sempre combinada a um ponto de vista informativo e criativo. A estética rigorosa está atenta à composição, contraste e tonalidades que marcam a dura vida das personagens que vivem num ambiente que desafia a sua sobrevivência. Objetivos Objetivo Geral: Este projeto tem como objetivo a produção e impressão de 2 mil exemplares do livro de arte com fotografias de Enrico Marone, tendo como tema a costa Amazônica, além da realização de duas exposições com imagens e conteúdo do livro, com 30 dias de duração cada, em São Paulo e Belém, disponibilização gratuita de audiolivro e realização de ações educativas, por meio da realização de 5 oficinas gratuitas sobre fotografia documental. Espera-se, com as ações do projeto, formar público e dar visibilidade ao trabalho do artista, contribuir para o crescimento do mercado editorial no Brasil e gerar novas oportunidades para publicações e fomento da arte e da cultura. Objetivos Específicos: - Produto Cultural: Livro de arte _ 2.000 exemplares. 40% de exemplares distribuídos gratuitamente e 10% de venda no valor máximo do vale cultura. O livro contará com 224 páginas, formato 23x30, impressão em Eurobulk 150g, capa dura com laminação fosca. Cerca de 170 imagens comporão o livro, além de texto especialmente produzido para agregar valor e tornar o trabalho ainda mais rico do ponto de vista artístico e cultural. Será produzido também um audiolivro, disponibilizado online com acesso livre e gratuito. ONGs e outros órgãos e espaços de atenção à pessoa com necessidades especiais serão comunicadas, via e-mail marketing e posts em redes sociais, e convidadas a baixarem e fazerem uso do material. - Produto Cultural: Exposição de arte _ 60 dias. Entrada gratuita. Serão realizadas duas exposições, com duração de 30 dias cada, com as 60 imagens mais marcantes do livro, no formato 50 fotos 40x60 cm e 10 fotos 80x120cm. As exposições serão realizadas nas cidades de São Paulo e Belém. Os locais ainda serão escolhidos, quando a equipe for contratada, mas serão totalmente acessíveis, em local central e de entrada gratuita. - Contrapartida social obrigatória - Realizar um ciclo de oficinas gratuitas, com 5 edições de 4 horas/aula, cada. Ciclo de oficinas sobre fotografia documental. A proposta é realizar 5 edições de oficinas durante um ano, terão duração média de 4 horas, entrada gratuita e contarão com intérprete de libras. Serão ministrados pelo autor ou algum convidado, com o mesmo expertise do autor. O tema das oficinas será a fotografia documental no Brasil, os desafios, oportunidades, e a necessidade de que um número cada vez maior de lugares e povos brasileiros sejam registrados e documentados, para fins de registro, divulgação e preservação. ========================================================= De acordo com o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021 as seguintes finalidades são objetivo deste projeto: I - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - Viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - Promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; XIII - Apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais, além daquelas já tombadas como patrimônio cultural imaterial. Com essas ações, este projeto pretende democratizar o acesso a bens e serviços culturais, colaborando para o processo de formação e sensibilização do público. É esperada uma repercussão positiva local e nacional do projeto. - As atividades de contrapartida social estão detalhadas no campo específico.
O projeto já documentou as Reservas Extrativistas Marinhas (Resex) nos estados do Pará e Maranhão, incluindo a Resex de Soure, São João da Ponta, Mocapajuba, Mestre Lucindo, Cuinarana, Maracanã, Chocoaré Mato-Grosso, Mãe Grande de Curuçá, Caeté-Taperaçu, Tracuateua, Araí-Peroba e Gurupi-Piriá e também Cururupu e Arapiranga-Tromaí no Maranhão. As fotos focam nas diferentes atividades pesqueiras, ecossistemas, desafios das comunidades locais e cadeias de valor da pesca. Pretende-se ainda complementar material na baía de Turiaçú, baía de Maracaçumé e baía de Piracauá, no Maranhão, com captação de imagens aéreas, realização de outras fotos em solo, e coleta de informações com a população local. Todo esse material fotográfico será reunido, finamente editado e complementado com texto especialmente produzido para a publicação do livro, de modo que texto literário e fotografia de arte se complementem em um registro e documentação do povo e da riqueza do território brasileiro, seus modos de fazer, sua cultura e a forma como interagem com o meio-ambiente e os desafios que encontram ali. A realização das exposições agrega valor cultural e acesso ao conteúdo cultural produzido pelo projeto. Sua presença em São Paulo, grande polo cultural do Brasil, permite promover visibilidade e valorização da cultura e do povo do norte do país de forma bastante concreta. A realização em Belém reforça a importância de não apenas valorizar, mas também promover acesso à cultura nas regiões do país fora dos eixos culturais mais populares. Belém, capital riquíssima culturalmente, enriquece, por si só, a realização desta ação cultural. A disponibilização do material produzido em audiolivro permite um alcance ainda maior da população brasileira, a audiodescrição das reentrâncias amazônicas, do seu povo e seus costumes, constituirá uma narrativa belíssima e rica para todos, mesmo os que não puderem contemplar a beleza visual das fotos e do livro impresso. As oficinas propostas na contrapartida cultural promovem informação e podem direcionar à formação de mais fotógrafos documentaristas e, consequentemente, maior número de trabalhos como o produzido por Enrico Marone, tornando o povo, o meio ambiente e a cultura do Brasil cada vez melhor documentados e acessíveis para conhecimento, valorização e preservação. Este projeto visa, de acordo com o artigo 1º da Lei Nº 8.313/1991: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: (...) II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; (...) d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Portanto, se enquadra no Art. 18 da Lei 8.313/91, conforme §3°, alínea: b) livros de valor artístico, literário ou humanístico; d) exposições de artes visuais; Para a realização de todas essas propostas, é fundamental a parceria com Secretaria Especial da Cultura por meio da aprovação deste projeto. O benefício fiscal possibilita a busca de novos aportes de recursos, os quais garantirão a plena execução dos itens planejados.
- Neste momento, não será possível enviar os projetos expográficos, pois os curadores ainda não foram contratados e não iniciaram sua pesquisa. Em anexo há um documento assinado, afirmando que a programação das ações será enviada posteriormente, para apreciação desta Comissão. - Em anexo encontra-se declaração de Enrico Marone, de concordância e autorização para uso de suas imagens e conteúdos para produção do livro pela editora Vento Leste. O autor será remunerado pelo trabalho através da rubrica “Fotografia Artística”. Acordos e pagamentos serão comprovados na Prestação de Contas. - A proponente possui em seu CNPJ CNAEs de acordo com as atividades a serem executada por este projeto: 58.21-2-00 - Edição integrada à impressão de livros 58.11-5-00 - Edição de livros 74.10-2-99 - atividades de design não especificadas anteriormente 90.02-7-01 - Atividades de artistas plásticos, jornalistas independentes e escritores (Dispensada *) - Será enviado cronograma de trabalho atualizado e planejamento das oficinas assim que os curadores forem contratados e as negociações findadas. - Não será adquirido nenhum bem permanente neste projeto. Deslocamentos e trechos: São Paulo – Belém São Luiz – São Paulo O trajeto entre Belém e São Luiz será realizado de carro.
1 - Especificações técnicas Livro Formato: 23x30 cm - 224 páginas Impressão: Ipsis +Color@. Detalhamento de impressão: (papel, luva, etc) Eurobulk 150g 4x4 Capa dura com laminação fosca 4x0. Atividades de contrapartida social As oficinas sobre fotografia documental serão realizadas em parceria com escolas e universidades locais nas cidades de São Paulo e Belém, parcerias ainda pendentes de celebração. Com previsão de 5 ações, com duração aproximada de 4 horas cada, as oficinas proporcionarão aos participantes uma visão do que é ser fotógrafo documental no Brasil, os desafios, oportunidades, e a necessidade de que um número cada vez maior de lugares e povos brasileiros sejam registrados e documentados, para fins de registro, divulgação e preservação. A arte como formadora e transformadora terá destaque na oficina, bem como a importância da realização de trabalhos sérios e respeitosos com os povos locais. Oficinas serão realizadas com intérprete de libras e total acessibilidade ao público em geral. Atividade gratuita.
1 – Produto: Livro de valor artístico Acessibilidade física: Serão escolhidos locais preparados para receber pessoas com deficiência física, obesos e idosos, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão de PcD 13.146/2015, do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e com o artigo de democratização da Instrução Normativa 1 de 2023. Será dada preferência para espaços com banheiros adaptados para cadeirantes com a devida sinalização, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: Audiolivro descritivo. Item da planilha orçamentária: “Audiodescrição” Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de Libras para exposição e oficinas. Não se aplica para o produto Livro. Item da planilha orçamentária: “Intérprete de Libras” Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos: monitoria especializada para o devido cuidado com este público. Item da planilha orçamentária: “Consultor de Acessibilidades” 2 – Produto: Exposições: Acessibilidade física: Serão escolhidos locais preparados para receber pessoas com deficiência física, obesos e idosos, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão de PcD 13.146/2015, do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e com o artigo de democratização da Instrução Normativa 1 de 2023. Será dada preferência para espaços com banheiros adaptados para cadeirantes com a devida sinalização, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: Impressão de placas indicativas/ comunicação visual, em braile, para o público cego ou com baixa visão. Item da planilha orçamentária: Impressão de placa em braile Acessibilidade para deficientes auditivos: Será ofertado, gratuitamente, um intérprete de libras, para ações de interpretação das exposições. Estas serão previamente agendadas com Escolas, OSs e Institutos que trabalham com o público surdo-mudo. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos: monitoria especializada para o devido cuidado com este público. Item da planilha orçamentária: consultor de acessibilidades. 3 – Contrapartida Social – Oficinas Acessibilidade física: Serão escolhidos locais preparados para receber pessoas com deficiência física, obesos e idosos, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão de PcD 13.146/2015, do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e com o artigo de democratização da Instrução Normativa 1 de 2023. Será dada preferência para espaços com banheiros adaptados para cadeirantes com a devida sinalização, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: Impressão de placas indicativas/ comunicação visual, em braile, para o público cego ou com baixa visão. Item da planilha orçamentária: Impressão de placa em braile Acessibilidade para deficientes auditivos: Será ofertado, gratuitamente, um intérprete de libras, para as ações deste produto. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos: monitoria especializada para o devido cuidado com este público. Item da planilha orçamentária: consultor de acessibilidade Apresentamos medidas que asseguram, com precisão, a fruição do conteúdo do projeto aos deficientes físicos, auditivos e visuais.
Adotaremos as seguintes medidas de democratização de acesso, de acordo com o artigo 28 da IN nº 01/2023 : Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Os livros serão distribuídos respeitando os limites da IN 01/2023, conforme subscrito abaixo: a) Distribuição de no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível; f) é permitida a comercialização de produtos e subprodutos do projeto cultural em condições promocionais com ingressos do Vale Cultura. A comprovação dessas ações será realizada na Prestação de Contas, via fotos, vídeos, lista de presença e demais documentos. Este projeto apresenta impacto cultural positivo, contribuindo para a formação de público fruidor de ações culturais e a inclusão sociocultural, gerando emprego (mesmo que temporário, em diversas cidades do Brasil) e renda para a cadeia produtiva cultural, além de favorecer a democratização e a difusão de ações artístico-culturais. Este projeto apresenta impacto cultural positivo, contribuindo para a formação e inclusão sociocultural do público visitante, gerando emprego e renda para uma parte da cadeia produtiva cultural.
Vento Leste e Mônica Schalka (Proponente e Coordenadora Geral e Administrativo-Financeira) É uma casa publicadora de fotografia, poesia, literatura e arte que nasceu em 2015 para compartilhar histórias e imagens; retratar vidas, revelar pessoas e lugares, com atuação em festivais de fotografia e literatura, eventos e exposições por todo o Brasil. Do livro de estreia – Às vezes água, às vezes terra, poemas de Miguel Bichir e fotografias de Du Zuppani – à exposição HAENYEO, Mulheres do mar, de Luciano Candisani no MIS em 2019, a marca da Vento Leste é a excelência na execução, proporcionando a seus autores protagonismo, estrutura e apoio durante o processo de edição. MAGNA, primeiro livro do fotógrafo mineiro Cristiano Xavier, venceu o Prêmio Fernando Pini em Excelência Gráfica na categoria Livro de Arte, em 2018. Mônica Schalka é diretora e Coordenadora Administrativo financeira de todos os projetos da Instituição descritos abaixo. HISTÓRICO DE PUBLICAÇÕES 2022 – Pantanal – Luciano Candisani 2020 - A cor do anjo da guarda - Cassiano Antico Diário de um outono particular - João Marcos Rosa 2019 - Exposição HAENYEO – Mulheres do mar - MIS – Museu da Imagem e do som Entretanto - Clovis França Bike – sua vida em equilíbrio - Vinícius Ferreira 2018 - A marcha do sal - Érico Hiller O livro dos monólogos – Recuperação para ouvir objetos - Diógenes Moura Exposição Visões de um poema sujo - Festival Valongo – Santos, SP MAGNA - Cristiano Xavier 2017 - Exposição Visões de um poema sujo - Museu Afro Brasil – São Paulo, SP 2016 - Na trilha do cangaço – o sertão que Lampião pisou - Fotografias de Márcio Vasconcelos, texto de Frederico Pernambucano de Mello Exposição Visões de um poema sujo - Museu Histórico e Artístico do Maranhão – São Luís, MA Visões de um poema sujo - Márcio Vasconcelos Bubuia do tempo - Miguel Bichir 2015 -Às vezes água, às vezes terra - Poemas de Miguel Bichir e fotografias de Du Zuppani. Site: ventolestelivraria.com Enrico Marone – Fotógrafo e concepção do livro FOTOGRAFIA – Cursos diversos. OCEANOLOGIA - Universidade Federal do Rio Grande FURG - concluído em 1997. Detalhista, autodirigido, resolve problemas proativamente Abordagem criativa e artística Proficiência técnica com uma ampla gama de equipamentos e tecnologia audiovisual Certificado em Project Manager Development - PMD-Pro. COMUNICAÇÃO E IMAGEM - Mais de 20 anos de experiência trabalhando com ONGs, canais de TV, mídia digital e agências internacionais. Participou de expedições documentais para países da América Latina, África, Ásia e Antártica. Em 2010, Marone publicou seu primeiro livro autoral: Brasil Atlântico - um País com a Raiz na Mata. Em parceria com a Conservation International publicou Biomas Brasileiros - Retrato de um País Diversificado; e Mata Atlântica - Uma História do Futuro, ambos vencedores do Prêmio Jabuti. Colabora com campanhas e publicações para ONU, UNESCO, IUCN, Ministério do Meio Ambiente do Brasil, ICMBio, FUNAI, Conservation International, The Nature Conservancy (TNC), World Wildlife Fund (WWF), KfW, Critical Ecosystem Partnership Fund, Futura Channel, Rare, SOS Mata Atlântica, Projeto Baleia Jubarte, National Geographic, Revista Oceanográfica e Scientific American. 24 livros publicados 20 filmes (séries de vídeos na web, documentários, séries de TV). COMUNICAÇÃO E MEIO AMBIENTE - Mais de 12 anos de experiência em ONGs e agências internacionais 4 anos de experiência como Gerente de Comunicação e Marketing na Rare Inc., desenvolvendo conteúdo e estratégias de comunicação, mídia e planos de relações públicas, representando a organização em eventos. Em parceria com WWF, CI, Oceana coordena campanhas de conscientização contra leilão de petróleo no entorno do Banco de Abrolhos; e uma campanha para recuperar o ecossistema e as comunidades costeiras dos impactos do derramamento de óleo que devastou a costa nordeste do Brasil em 2019; 4 anos de experiência como Gerente de Implementação de Programas na Rare Inc., coordenando a implementação do Programa Fish Forever (Vibrant Ocean Initiatives VOI – Bloomberg Philanthropies) para pesca artesanal sustentável na costa brasileira; Rare Inc. (www.rare.org) - ONG 2014 - 2022 Cargo: Gerente de Comunicação e Marketing 2018-2022 Desenvolvendo conteúdo e plano estratégico de comunicação, mídia, redes sociais, relações públicas, representando a organização em eventos. Cargo: Gerente de Implementação do Programa 2014-2018 Responsável pela implementação do Programa Pescar Para Sempre em 8 Unidades de Conservação ao longo da costa brasileira. Ministério da Pesca e Aquicultura do Brasil - MPA 2013-2014 Cargo: Consultor FAO -Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação Projeto de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura. Ciro Girard - Designer Artes Plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado, sendo aluno de alguns mestres em suas áreas: Herbert Duschenes (história da arte), Evandro Carlos Jardim (gravura), Monica Nador (artes plásticas), Toshi (desenho de observação), Julio Plaza (escultura), Nelson Leirner (desenvolvimento de linguagem e expressão artística) Jun 85 - Jun 88 Satelite Comunicação, como sócio-diretor: direção de criação e desenvolvimento de linguagem para: PUC SP (educação), Grupo Dass - Fila, Umbro e Tryon (marcas de esporte), Natura - Design e linguagem das linhas Mamãe&Bebê, Ekos, AmorAmérica, Cia Orgânica (café gourmet premium), EST Cosméticos, Publicações customizadas para Audi automóveis (ALMAP), Revista África (Wide Projects), Etoile Hotéis. Desenvolvimento de linguagem de comunicação para Mekal (design de inox), Florestal Santa Maria (manejo sustentável de madeira), Terra Virgem Editora (livros de arte), Beto Pandiani (expedições de aventura), Zoomp (moda), Banco Panamericano, Speedo (esporte). Direção de arte, projeto gráfico e edição de livros para os fotógrafos e autores: Fabio Feldmann, Lito Souza, Luciano Candisani, Érico Hiller, Rogério Assis, Pedro Martinelli, Maureen Bisilliatt, Ricardo Teles, Emerson Murakami, Cristiano Xavier, Marcio Vasconcelos, Paulo Fridman, Roberto Linsker, JR Duran, Diógenes Moura. Jun 2005 - Revista Vogue, com Andrea Carta: direção de arte e criação. Com Giovanni Frasson, Patricia Carta, Sérgio Ribas e Ignácio de Loyola Brandão, desenvolveu projetos e aprimorou o design da revista, aumentando consideravelmente os resultados de venda em banca e assinaturas. Abr 2000 - Mai 2005 Marko Brajovic - Coordenação cenográfica da exposição Com sede na cidade de São Paulo, Atelier Marko Brajovic foi fundado em 2006 pelo arquiteto Marko Brajovic. O Atelier ganhou o IF AWARD de 2016 (nas categorias Arquitetura/Exposições e Feiras de Negócios), foi vencedor no World Architecture Festival 2015 (na categoria Espaços Expositivos), do IF Gold Award 2015 (na categoria lojas), do W Award 2014 e da IDEA OURO Brasil AWARD 2010, entre outros. A ideia do híbrido é fundamental nos trabalhos de natureza eclética do multidisciplinar Atelier. Este conceito permeia todas as áreas, formatos e estéticas e ganha forma em arquiteturas, cenografia, expografias, direção criativa, curadoria, design de interiores e de produtos, em projetos presentes em Milão, Miami, San Sebastian, Munique, Hong Kong, Melbourne, Dubai, Aixi, Shanghai, Ubud, Buenos Aires, Barcelona, Veneza, Rio de Janeiro e São Paulo. Eder Chiodetto - Curadoria dos textos e fotos do livro. Nascido em São Paulo, em 1965, Eder Chiodetto é fotógrafo, editor e curador especializado em fotografia. Graduou-se em jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo (1992), e é mestre em comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Atuou como repórter-fotográfico (1991-1995), editor (1995-2004) e crítico de fotografia (1996-2010) na Folha de S.Paulo. Como docente ministrou, entre 2005 e 2010, aulas na Universidade Metodista de São Paulo e na Faculdade de Fotografia do Senac-SP. Como curador independente realizou, desde 2004, mais de 80 exposições no Brasil e no exterior. É o curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM-SP desde 2006. Fundou o Ateliê Fotô em 2011, onde organiza os Grupos de Estudos e Criação em Fotografia. Em 2016, criou a Fotô Editorial, juntamente com Fabiana Bruno e Elaine Pessoa. Heloísa da Costa Vasconcellos - Após 20 anos de experiência corporativa, nos mercados publicitário e editorial – tendo atuado como gerente de contas em agências como ALMAP e Lintas (década de 1980); coordenadora de projetos especiais e captação de recursos na Terra Virgem Editora (década de 1990); coordenadora editorial na Editora Talento; diretora de operações da Editora Cultura em Ação, participando ativamente da criação da Revista RAIZ, desde a montagem da equipe –, criou, em 2006, a TINO EDITORIAL – Gestão de projetos especiais, por meio da qual realiza essas atividades de forma independente. EDITORA VENTO LESTE - Desde 2017, responsável pela coordenação editorial e produção gráfica de todos os livros e projetos da Editora, incluindo exposições e outros eventos culturais. Edição do livro Bubuia do tempo; produção gráfica dos livros Às vezes água, às vezes terra, Na trilha do cangaço – o sertão que Lampião pisou e Entretanto; coordenação editorial e produção gráfica dos livros MAGNA (prêmio Fernando Pini de produção gráfica 2018), O Livro dos Monólogos, A Marcha do Sal, Diário de um outono particular, A cor do anjo da guarda. Criação das páginas da editora nas redes sociais. INSTITUTO ECOFUTURO - Produção editorial e gráfica dos livros relativos aos concursos de redação. Cristina Ribeiro - Gestora Cultural – Mestre em Estudos e Gestão da Cultura (ISCTE). Especialista em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA. Cursou Projetos pela Fundação Getúlio Vargas. É sócia da Aluarte Consultoria e Gestão Cultural, empresa que realiza o planejamento e o acompanhamento de projetos culturais incentivados com recursos públicos ou diretos. Destas, destacam-se a Manutenção do Teatro Bradesco BH, o Carnaval de Belo Horizonte (2019 e 2020), o Centro Cultural Minas Tênis Clube, o Festival VerboGentileza, a exposição “Olhares estrangeiros em territórios conhecidos” – Lisboa, com curadoria de Ana Saramago, gestão de projetos da Fundação Dirce da Silveira e produção do longa-metragem “Intrigas Íntimas”, de Ataídes Braga. Trabalhou na área de Projetos do Instituto Cultural Sérgio Magnani/ Palácio das Artes. Também trabalhou no Galpão Cine Horto, o Centro Cultural do Grupo Galpão, como Assessora de Planejamento e Projetos. Nas áreas de consultoria organizacional/ Recursos Humanos e Qualidade trabalhou na Belgo Mineira S/A, Nemak Alumínios (Motores para Fiat) e Nova Era Silicon (Siderúrgica Japonesa). Ludmila Deslandes - Coordenação Administrativo-Fincanceira, junto à proponente. – Especialista em Linguagem, Tecnologia e Ensino (UFMG), graduada em Letras (UFMG). Cursando Curadoria pela Escola Britânica de Artes Criativas e Tecnologia. É empreendedora cultural desde 2015, e atua desde 2019 em parceria com a Aluarte Consultoria e Gestão Cultural, empresa que realiza o planejamento e o acompanhamento de projetos culturais incentivados com recursos públicos ou diretos. Dentre os trabalhos dessa parceria, destacam-se: o Carnaval de Belo Horizonte (2020), o Festival VerboGentileza (2019 e 2020), e projetos atuais em desenvolvimento com a Vento Leste Editora.
PROJETO ARQUIVADO.