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O projeto tem missões em promover MUSICAS SERTANEJA RAIZ, com manutenção da Orquestra Fraterna de Viola Caipira e processo de ensino do instrumento viola caipira.
Sinopse de obra Os produtos a serem obtidos com o presente projeto são: - Capacitação dos alunos envolvidos com oficinas de, iniciação musical, e Técnica Vocal – (melhoria da qualidade no uso da voz); - Preparar novos músicos com execução de oficinas de viola caipira, o visando a manutenção e reposição de músicos, no total 20 alunos; - A manutenção da música sertaneja (raiz) requer muito estudo e dedicação, pois está muito presente no dia a dia das pessoas do interior, por consequência, há de produzir efeitos e exemplos de continuidade e do bem, executar a belezas produzidas por letras e músicas que encantam tantos adolescentes, jovens e adultos. Daí a visão mais ampla, com capacitações que possam promover melhorias na qualidade técnica dos seus componentes e a manutenção com a preparação de novos componentes. No entanto, o investimento a ser obtido será o ponto fundamental para esse processo. Isto posto, haverá 4 ensaios abertos na cidade sede do projeto e 5 apresentações em Botucatu e região. Também será importante 4 ensaios mensais, visando a aquisição de bagagem cultural e garantias de apresentações de qualidade, e por consequência, produzir show de qualidade aos municípios de diferentes cidades. Não menos importantes, serão as oficinas para ensino do instrumento viola e as oficinas básicas com iniciação musical e técnica vocal; Por outro lado, visando o desenvolvimento de todos os envolvidos no projeto, ocorrerá 1 eventos com músicos (clínica cultural) para melhor conhecerem situações e práticas referentes aos musicais sertanejos.
Objetivos Gerais 1) Valorizar a Cultura Nacional, considerando suas matrizes e formas de expressão, através de apresentações de musicais caipiras, considerados de "músicas raiz" do cancioneiro sertanejo, em 5 cidades do interior paulista. 2) Impulsionar a preparação, aperfeiçoamento e desenvolvimento musical de pessoas de diferentes idades no manuseio da viola e canto de músicas sertanejas. Objetivos Específicos a) Realizar 5 apresentações da Orquestra Fraterna de Viola Caipira, gratuitamente, durante o período de 10 meses em cidades do interior Paulista. b) Realizar 4 ensaios abertos, durante o período de 10 meses, a comunidade botucatuense, considerando espaços abertos, Asilo, APAE e outros na AFRAPE. c) Realizar no período de 10 meses as oficinas de ensino da música instrumental da viola, para a clientela formada por crianças, adolescentes, jovens e adultos. d) Realizar oficinas de iniciação musical semanalmente, de 50 minutos para crianças e jovens num total de 28h anuais. e) Efetuar contratação de profissionais para regência, monitoria de iniciação musical, técnica vocal e de ensino ao domínio instrumental, visando a execução das atividades. f) Identificar os alunos com potencial para compor o corpo musical da Orquestra. g) Promover 1 eventos de desenvolvimento técnicos com profissionais reconhecidos no meio musical sertanejo. h) Adquirir equipamentos e instrumentos musicais, reposição de material de apoio, além de peças uniformes.
Justificativa AFRAPE está em Botucatu e desenvolve programas de Educação e Culturas. Nesse sentido a AFRAPE faz uma leitura e atuação no sentido da manutenção como também no processo de descentralização cultural. A música sempre fez parte da nossa atuação, até porque nesta região nasceram ou passaram grandes compositores e músicos como Raul Torres, Antenor Serra, Angelino de Oliveira, Tonico e Tinoco entre outros. A construção desta veia musical sempre contaminou a cidade e hoje dispõe diversos corpos musicais, além cantores e duplas sertanejas. A música raiz, que é muito apreciada pelos violeiros é motivo para exercício contínuo para sua manutenção, efetuando passagem dos mais velhos para os mais novos e assim perpetuar por outras gerações. Foi nessa visão que a AFRAPE se disponibilizou para sua descentralização e manutenção, até porque segundo o poeta a " musica deve estar onde o povo está ". A criação de um Grupo de violeiros e agora Orquestra Fraterna de Viola Caipira veio reforçar esse pensar e buscar alternativas para crianças, adolescentes e jovens possam aprender, gostar e reproduzir no futuro aquilo que recebem hoje, ou seja, o exemplo da devoção musical para com a música raiz. Se assim não tivesse sido feito não chegaria até os dias atuais. Assim, vamos um pouco mais adiante e ampliar o número de participantes e uma visão um pouco mais a diante. No momento atual, a música sertaneja traz várias roupagens e tem promovido o redespertar para jovens e adultos. Inúmeros são os músicos que cantam e encantam este país e muitos deles são ou foram beneficiários da Lei Rouanet. O alcance das linhas de atuação e a obtenção de resultados mais exponenciais dependem sempre da medida dos recursos investidos, até porque nem toda ação depende de voluntariado ou de amadores. Certamente, há necessidade de regente com domínio de em viola e violão, com respaldo técnico e histórico sobre a nossa música, domínio de repertório, da capacidade de transmitir e transferir a técnica, a alegria e a emoção do canto e inclusive domínio de vozes, além de monitores de viola e técnica vocal. Por consequência, há agregados como instrumentos, equipamentos de som compatíveis com ambientes, transportes, divulgação, ou seja, requer trabalho de profissionais. O sistema de planos anuais favorece em muito, pois possibilita a execução e oficinas e ensaios para iniciantes e avançados nos conhecimentos e domínio. Apesar de inúmeras solicitações, nos dias atuais, há uma relativa dificuldade na manutenção dessa Orquestra, pois além da melhoria técnica exigida, também é preciso rever a qualidade dos instrumentos. Assim é o desejo do nosso maestro, visto que a infraestrutura. Certamente, a Organização responsável e promotora do projeto busca recursos e, para tanto, se utiliza dos mecanismos da Lei 8313/91, Art. 1º e os incisos I- "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;" II- promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;" III- apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;" IV -proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional" e IX -priorizar o produto cultural originário do País, de forma direta e os demais incisos por consequência". A execução também prevê o alcance dos objetivos I - c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos - II c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e IV -a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; do Art. 3° da Lei 8313/91. Justificativa 2- Readequação a realidade torna-se uma obrigatoriedade, até porque não há possibilidade de desenvolver da mesma forma o previsto em função de 50% da captação efetuada. O proposito é e sempre foi em fazer com qualidade o que é passivel de ser feito. O investimento só pode ser valorizado quanto se atende aos objetivos e numeros de atividades com real qualidade e de retorno previsto, especialmente, na readequação. Assim, esta readequação de eventos e despesas prevem a utilização da melhor forma de uso, sem perda dos principios norteadores do projeto;
Outras Informações A formatação para Orquestra Fraterna de Viola Caipira, com processo de aperfeiçoamento e capacitação de novos alunos, além dos ensaios para os níveis mais elevados e com condições de participarem de apresentações em diferentes locais, tanto em Botucatu como em cidades que forem convidados. Projeto Pedagógico se dá com participação em ações e critérios. A Orquestra Fraterna de Viola Caipira provoca uma alteração tanto nos comportamentos dos músicos como nos procedimentos de ensaios e apresentações, além de toda a cultura do seu entorno. Preservar e manter a música sertaneja instrumental e cantada está no conjunto de ações previstas e no contexto cultural agregado, além da continuidade, ou seja, expandir uma visão social capaz e geradora de possíveis talentos musicais. Para tanto, a AFRAPE disponibiliza os instrumentos e recursos de infra estrutura para oficinas de música e ensaios tanto aos novatos como os de melhores níveis técnicos, sempre visando o aprendizado e como tal possa melhor entender de música e ser no futuro um protagonista na preservação. É evidente que a Orquestra Fraterna de Viola Caipira será o elemento estimulador para crianças, adolescentes e jovens atuarem no estudo da música e AFRAPE será o meio a viabilização. Assim, vale dizer que o método passa pela sistematização dos modos de agir e pensar do mundo que circunda as pessoas, permeando o campo simbólico, das orientações e representações que conferem o sentido e significado às ações humanas e pressupõem a existência da motivação das pessoas que participam, não subordinando às estruturas burocráticas, sendo dinâmica e visando à formação integral dos indivíduos. Assim, a aprendizagem na AFRAPE tem um carácter humanista e com ambiente não formal e cheio de intencionalidades nos processos, onde metodologias precisam ser desenvolvidas e codificadas, cotidianamente, pois o dinamismo, a mudança e o movimento da realidade segundo o desenrolar dos acontecimentos, são as marcas que singularizam a Educação na AFRAPE. Para tanto, o processo pedagógico está agregado a Escola, fonte de conhecimento e de desenvolvimento das crianças, adolescentes e jovens. A AFRAPE dará a linha pedagógica no ensino da música, com equipe e infraestrutura a caminho para execução prática do aprendizado. Nesse sentido, o processo de ensino aprendizagem deve-se seguir: critérios de participação: crianças, adolescentes e jovens de todos os gêneros de 08 a 39 anos, na existência de vagas disponíveis; condições agregadas: ser estudante, preferencialmente de escolas públicas, com produtividade escolar positiva; períodos de atividades: disponibilidade para aulas nos períodos: tarde ou noite; transporte: para uso pessoal e deslocamento não será fornecido; sistema de envolvimento e participação no projeto: aulas semanais, mais horas de estudos, ensaio de naipe ( periódico.) Ensaio geral (de 1 a 2 vezes por mês). Métodos de ensino a será especifico para viola. Reuniões mensais: com equipe de professores e coordenadores - com objetivos de adequar os pontos no programa, avaliação nos progressos dos alunos, procedimentos corretivos, atividades complementares e transversais; participação na orquestra: respeito aos seguintes itens - produtividade escolar, produtividade no processo de ensino aprendizagem na AFRAPE, participação nos ensaios de naipe e ensaios gerais, participações de ensaios, participação inicialmente na substituição de outro músico, participação efetiva quando adquirir a condição técnica adequada, mediante a avaliação. Processo de avaliação: técnica de execução do instrumento, domínio de leitura de partitura, conservação e manuseio de instrumento, frequências mínima de 75% às atividades, disponibilidade de ensaios e viagens. Professores: somente com a existência de experiência de conhecimento anterior.
Plano pedagógico consiste no apoio a execução do projeto, considerando os aspectos: a) Melhoria técnica no âmbito musical, ou seja, repertório e arranjos musicais que permitam execução em apresentações; b) Aprimoramento técnico e instrumental para os músicos; c) Executar oficinas de técnica vocal; d) Executar oficinas de viola caipira; e) Melhoria no conjunto de instrumentos mediante aquisições e novos instrumentos e equipamentos de reposição e apoio; Para tanto, os profissionais contratados deve cumprir as seguintes carga horárias - Maestro - 08 horas mensais, sendo essas horas direcionadas a ensaios de repertórios, elaboração de atividades técnicas e apresentações. - Monitores – 2 horas semanais, direcionadas as oficinas musicais de viola caipira e de técnicas vocais técnicas. - Professor – ensaio técnico – com os componentes da orquestra por 01:30 horas, as terças feiras. Monitores: Técnicas vocais- quintas feiras - noite (1 hora). Viola Caipira - oficinas para novos alunos –quintas feiras- noite (1 horas) Temas musicais: a serem trabalhados pelos professores: - repertório definido pelo Maestro. - Forma de execução de oficinas musicais: - Leituras de pautas e arranjos – dúvidas e exercícios - Leituras de pautas e arranjos – execução de exercícios no todo. - Leituras de pautas e arranjos - execução em grupo. - Leituras de novos arranjos - exercício individual - Leituras de novos arranjos - execução em grupo Previsão de carga horaria total Maestro - ensaios:80h Professores: 30h – por profissional Avaliação – produtividade Analise e observações dos monitores por musico, além de relatos direcionados. Ensaios Gerais Terças feiras – das 20:30 às 22:00 h –Local: Espaço Cultural da AFRAPE Ensaios Externos: Praça Nossa Senhora de Fátima – coreto - Praça Virgílio Lunardi - coreto - 1 eventos Praça Rubião Junior – Apresentações passiveis de serem realizadas em Botucatu - Festival de Inverso e Natal Luz Cidades de Itatinga, Pardinho, São Manuel. Jau - festival de inverno Anhembi – Festa do Divino
Acessibilidade 1) Ensaios técnicos e apresentações em público: INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 11 de 30/01/2024 - art.27 e incisos, com apoio de um interprete de libra. 2) As ações ou atividades culturais realizados em locais abertos ou fechados será emitida orientações sobre a importância do acesso aos deficientes físicos e com outras anomalias, visando promover as condições de participação ao evento. art.27 - e incisos da IN-11/24 2.1) em praças públicas - normalmente há rampas de acesso nas calçadas e faixa para estacionamento para idosos. 2,2) escolas, teatro - normalmente, esses locais já dispõem de banheiros e rampas e demais adequações previstas em lei. 2.3) espaços para eventos pontuais de cultura - em regra geral há sempre elementos que favorecem o idoso, deficientes físicas e gestantes. 3) As apresentações da Orquestra de viola não requer muito investimento na infraestrutura, até porque há uma mobilidade fácil aos espaços e requer reduzido conjunto de elementos de apoio. Portanto, a apresentações em teatro, eventos em locais fechados, normalmente, dispõem da estrutura para tanto. No entanto, é fato comum as apresentações em locais abertos e nem sempre ter a infraestrutura desejada e isso requer cuidados ou orientações, mediante dados escritos para procedimentos de apoio. Assim a acessibilidade se diferencia em ambientes, visto nos locais fechados há por obrigação de lei as adequações necessárias como: rampas, calçadas rebaixadas, estacionamentos para deficientes e idosos, cadeiras e mesas adequadas ao ambiente, como extintores de segurança, saídas de emergências e respectivas sinalizações. Considerar também que nem sempre a AFRAPE será a promotora de eventos e sim convidada via Orquestra da Viola e nem tem como exigir as condições de lei.
Democratização do Acesso · Todas as atividades do projeto serão gratuitas: A) Oficinas musicais gratuitas para crianças, adolescentes e jovens - alcançar 20 alunos. B) Oficinas musicais/ e de desenvolvimentos aos músicos para orquestra - repertório. C) Concertos e Apresentações públicas composta num total 5 eventos que terão entradas franqueadas, no entanto, serão distribuídos convites especiais para os alunos da escola pública, bem como para organizações sociais da cidade e, ainda, será obrigatório a reserva de espaço para cadeirantes e demais pessoas como problemas de deficiência. art.31 - IN 11/2024 - art. 32 - § 2º e inciso I D) Os ensaios técnicos: serão realizados em espaços na cidades de Botucatu: AFRAPE, ASILO, APAE e praças E) Como contrapartida - art.32 da IN° 11/2024- apresentações APAE e Asilo (pessoas com diferentes sintomas e idosos) F) Para cada evento de ensaios técnicos serão divulgados (mídias sociais) e efetuada distribuição de convites especiais para direção das Escolas e Organizações sociais próximas, visando a presença de crianças e adolescentes e, ainda, o "despertar" para a música instrumental. G) Após filmagem e edição serão disponibilizadas apresentações através do site www.afrape.org.br e youtube AFRAPE, visando ampliar o alcance na descentralização cultural e incentivo a aprendizagem da música instrumental. Atender ao artigo 30, inciso III - IN – 11/2024 H) Também está previsto, na medida das condições e locais favoráveis, serem efetuadas a transmissão ao vivo dos ensaios técnicos, através do face book afrapepelicano - Atender ao artigo 30, inciso III - IN – 11/2024 I) Convites: distribuição gratuita sendo: conforme incisos do art. 27da IN 01/2023: a) 40% caráter social, educativo e formação artística; b) 10% para investidores, patrocinadores e doadores, d) 10% gratuito e promocional pelo proponente e doar 40% referente inciso I do art.29 IN 11/2024 Previsão de público - para as 05 apresentações = 1500 pessoas Previsão de público - para 4 ensaios abertos = 400 pessoas aproximadamente
REGENTE E PROFESSOR - OSNI RIBEIRO Músico, compositor e produtor musical - www.osniribeiro.com.br - osniribeiro@abacateiro.com FORMAÇÃO ACADÊMICA BACHARELADO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS PELA UNIFAC EXPERIÊNCIA MUSICAL INSTRUMENTISTA AUTO DIDATA EM VIOLA CAIPIRA E VIOLÃO - ATUAÇÃO COMO MÚSICO PROFISSIONAL DESDE 1986 ATUAÇÃO COMO PRODUTOR E DIRETOR MUSICALDESDE 2002 ; ATUAÇÃO COMO PRODUTOR DE EVENTOS DESDE 2003 DISCOGRAFIA FEMSEBO – 1983 (COLETÂNEA) - CARTAS MARCADAS - 1985 - OSNI RIBEIRO – 1994 - BEBERICANDO – 1996 VIOLA PAULISTA - 2018 - ARREDORES – 2018 PRODUÇÃO E DIREÇÃO FONOGRÁFICA OSNI RIBEIRO – 1994 - BEBERICANDO – 1996 - TANTO, QUANTO PORQUÊ – 2003 - ENCANTADO – 2006 - CURURU, TRADIÇÃO E POESIA CAIPIRA -2009 - CHIADOS E BATUQUES – 2010 - OS PARCEIROS DO RIO FEIO – 2013 - RIOS DO BRASIL – 2016 ARREDORES – 2018 - PRODUÇÃO DE EVENTOS BOTUCANTO – 14 EDIÇÕES DESDE 2003 - PRÉ---CONFERÊNCIANACIONALDO MEIOAMBIENTE – 2005 VIOLAS PAULISTAS – SESC POMPÉIA– 2011 - VIOLA CAIPIRACICABNA - SESC PIRACICABA – 2013 ENCONTRO NACIONAL DE VIOLEIROS - SÃO PAULO – 2014 CURADORIAS BOTUCANTO – 14 EDIÇÕES DESDE 2003 - VIOLAS E PONTEIOS SALTO – 2010 - VIOLAS E PONTEIOS – SALTO – 2011 VIOLAS PAULISTAS – SESC POMPÉIA– 2011 - VIOLA CAIPIRACICABNA - SESC PIRACICABA – 2013 ENCONTRO NACIONAL DE VIOLEIROS - SÃO PAULO – 2014 FESTIVAL DA MÚSICA SERTANEJA - BOTUCATU - 2017 TOADAS DE SAUDADE - BOTUCATU – 2018 - COMISSÕES DE AVALIAÇÃO TRIAGEM BOTUCANTO - 14 EDIÇÕES DESDE 2003 FESTIVAL DA MÚSICA SERTANEJA BOTUCATU - 2009 A 2018 IV FAMUS – BOTUCATU – 1992 - FICO – OBJETIVO – 1993 - FAMPOP AVARÉ 2005, 08 ,09, 11, 17, 18 FEM – SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – 2007 / 2009 - FAM – RIBEIRÃO PRETO – 2008 - VIOLA DE TODOS OS CANTOS – EPTV – 2006 a 2011 -FESTIVAL DE VIOLA EMAPA – AVARÉ – 2002 / 2003 / 2004 MPB ILHA SOLTEIRA – 2010 COMISSÃO DE AVALIAÇÃO PRÊMIO NELSON SEIXAS - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO EDITAL DE OFICINAS CULTURAIS BOTUCATU – 2017 TRIAGEM FEM – 2018 Professor de Técnica Vocal: David Ramos FORMAÇÃO: professor de música, técnica vocal, Canto Coral, Harmonia e Percepção, além de instrumentista em Trompa pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos Campos - Tatuí. Iniciação e teoria musical com o Maestro Benedito Ramos de Oliveira no IMEB de Botucatu. Professor de Técnica Vocal e Iniciação musical no Instituto Musical Acorde - Botucatu. Atua como cantor em eventos beneficentes na comunidade e atualmente também é musico da Banda Marcial Botucatu AFRAPE. Pertenceu ao Corporação Musical “Damiao Pinheiro Machado” em Botucatu – como instrumentista - trompa; Pertenceu ao Corpo de Músicos da Orquestra Sinfônica Municipal de Botucatu – como instrumentista - trompa. Também foi componente de diferentes grupos musicais quando da sua formação do Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos Campos - Tatuí. Coordenador Cultural da AFRAPE: Laura Rachel de Abreu Pereira Cruz - musicista - especialista em flauta transversal Atua como coreógrafa da Banda Marcial de Botucatu AFRAPE Coordena oficinas e cursos musicais nas dependencias da AFRAPE Atua também como produtora musicial nos eventos da Banda Marcial e Oquestra Fraterna de Viola Caipira. E funcionaria da AFRAPE popr 4 anos. Proponente: Miguel Jair Svicero diretor Cultural da AFRAPE Fundador da Associação Fraternal Pelicano; · Sempre exerceu as atividades de forma Voluntária, inclusive já foi presidente; · Exerce a Função de Coordenador Geral dos Projetos desenvolvidos pela AFRAPE. · Gestor administrativo e técnico financeiro do Programa Cultural, no qual este inserido o projeto em questão; · Efetua todos os pagamentos referentes às despesas e salários; · Efetua controle das despesas e aquisições e investimentos Efetua a contratação de profissionais (professores, regentes) · Realiza as compras de equipamentos e uniformes; · Coordena as realizações de oficinas musicais; · Coordena a programação das apresentações na cidade e nas cidades vizinhas; · Efetua acompanhamento documental das atividades do projeto · Seleciona informações e efetua os relatórios mensais e anual das atividades, com a situação de envolvimentos e resultados. · Submete ao Conselho Fiscal para auditagem e aprovação das contas parcial e final. Encaminha prestação de contas ao Financiador, Diretoria da AFRAPE e apresenta os resultados em Sessão da Câmara Municipal · MIGUEL JAIR SVICERO, Professor ( Pós-graduado em Literatura Brasileira Contemporânea (UMG) e Metodologia de Ensino e Meios instrucionais (UNESP), Especialista em Terceiro Setor (John Hopkins University) Especialista em Treinamento e desenvolvimento de recursos humanos, Consultor de Empresas na área de Treinamento e Desenvolvimento de Gestão de Pessoal e Terceiro Setor. Efetua a contratação de profissionais (professores, regentes) · Realiza as compras de equipamentos e uniformes; · Coordena as realizações de oficinas musicais; · Coordena a programação das apresentações na cidade e nas cidades vizinhas; · Efetua acompanhamento documental das atividades do projeto · Seleciona informações e efetua os relatórios mensais e anual das atividades, com a situação de envolvimentos e resultados. · Submete ao Conselho Fiscal para auditagem e aprovação das contas parcial e final. · Encaminha prestação de contas ao Financiador, Diretoria da AFRAPE e apresenta os resultados em Sessão da Câmara Municipal ·
PROJETO ARQUIVADO.