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PRONAC 238560Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Exposicão Patrimônio em Formas - Arte & Design

19.898.807 DENILSON GOMES CARDOSO
Solicitado
R$ 498,8 mil
Aprovado
R$ 498,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Congonhas
Início
2024-03-01
Término
2026-12-03
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisCongonhas Minas Gerais

Resumo

Montagem e realização de uma exposição de fotografias e obras de design e artes visuais que serão criadas exclusivamente para essa mostra. Obrigatoriamente, as peças deverão representar e explorar, como tema, o patrimônio histórico de Congonhas/MG e a obra de Aleijadinho, patrimônio mundial da UNESCO. Com curadoria especializada, os trabalhos serão selecionados por meio de edital aberto a designers, artistas, fotógrafos e outros profissionais e, posteriormente, exibidos em exposição de longa duração em museus de Congonhas e Belo Horizonte.

Sinopse

O projeto da exposição “Patrimônio em Formas - Arte e Design” tem como produto final uma exposição de design, fotografias e artes visuais, com suas obras selecionadas, por meio de edital aberto, a artistas e profissionais de todo o país. Obrigatoriamente, as peças devem ter como tema e representar o patrimônio histórico de Congonhas/MG e a obra de Aleijadinho, declarados pela UNESCO, patrimônio histórico mundial, em 1985. Para a exposição, pretende-se utilizar suportes abrangendo variadas categorias como: pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, objeto, grafite, instalação, performances, vídeo-arte, artes digitais, arte eletrônica, design, arquitetura, moda, arte cibernética e artes gráficas, de acordo com art. 18, § 3º, alínea d, do anexo IV da da Instrução Normativa n° 1, de 10 de abril de 2023. Não se tem as especificações técnicas do projeto e nem da exposição visto que as obras serão criadas a partir de um edital específico que tem como ponto principal a obrigatoriedade da utilização do patrimônio de Congonhas e as obras de Aleijadinho como referência e tema para o desenvolvimento dos trabalhos. O projeto consiste nas seguintes etapas: Redação e divulgação de edital via internet, redes sociais e assessoria de imprensa; Seleção de artistas e obras, realizada por comissão formada por profissionais de áreas afins; Divulgação do resultado; Criação de cenografia de acordo com as obras selecionadas; Desenvolvimento de projeto expográfico; Montagem e realização da exposição e das atividades de formação. A exposição pretende ocupar os espaços disponíveis no Museu de Congonhas e outro museu em Belo Horizonte, além de outros espaços públicos nas cidades, como praças e jardins com exposição de fotografias e/ou outras obras criadas para o projeto.

Objetivos

Objetivo geral - Realizar uma exposição de fotografias e obras de design e outras áreas das artes visuais, com trabalhos produzidos e, posteriormente, selecionados, por meio de edital aberto, a designers, artistas, fotógrafos e outros profissionais. Obrigatoriamente, as peças deverão representar e ter como tema o patrimônio histórico de Congonhas/MG e a obra de Aleijadinho, declarados pela UNESCO, patrimônio histórico mundial, em 1985. Pretende-se a exposição em museus de Congonhas e Belo Horizonte. A proposta busca ampliar a reflexão sobre a importância e a valorização do patrimônio histórico cultural e o papel do design como instrumento de comunicação e divulgação deste patrimônio. Pretende-se acesso gratuito. Objetivos específicos - Convocar, por meio de edital, designers, fotógrafos, artistas visuais e outros profissionais que, de forma remunerada, irão conceber e desenvolver as obras da exposição de acordo com curadoria especializada. Obrigatoriamente, as peças deverão representar e ter como tema o patrimônio histórico de Congonhas/MG e a obra de Aleijadinho; - Conceber, produzir e realizar exposição para exibição ao público durante 180 dias em museus e em locais públicos nas cidades de Congonhas e Belo Horizonte, Minas Gerais; - Realizar palestras, oficinas e outras atividades formativas, em parceria com entidades como museus, universidades e profissionais das áreas correlatas; - Direcionar oficinas e outras atividades ao público infanto-juvenil, incluindo ações educativas para população de regiões periféricas, contribuindo para a formação, a integração e para a troca cultural; - Ampliar a reflexão sobre o papel do design como elemento de comunicação do patrimônio, com foco no desenvolvimento cultural de Congonhas e Minas Gerais; - Incrementar o calendário cultural dessas cidades, colaborando com o desenvolvimento e ampliação do potencial turístico de Congonhas e Belo Horizonte; - Movimentar a cadeia produtiva de profissionais e a produção artística com a participação de designers e profissionais das artes visuais por meio de edital aberto a todo o país.

Justificativa

O projeto Patrimônio em Formas - Arte & Design pretende mostrar ao público, formas de interpretação do patrimônio histórico de Congonhas/MG, principalmente da arte de Aleijadinho, por meio da criação e exibição de trabalhos de design e de outras áreas das artes visuais, produzidos exclusivamente para a exposição. Ao trazer a obra secular, declarada patrimônio histórico mundial, como tema principal, a mostra busca ampliar a reflexão sobre valorização e comunicação do patrimônio pelo design e outras artes, através de um olhar contemporâneo, de criação artística livre. Os artistas e obras serão selecionados e remunerados, via edital, por uma comissão específica formada por profissionais das áreas propostas. Congonhense, publicitário e produtor cultural, o proponente do projeto é mestre em Design pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Em sua dissertação, "O design para como estratégia para valorização e divulgação do patrimônio de Congonhas", explora temas sobre a relação entre design e patrimônio cultural. Em 2014 produziu uma linha de produtos, "Patrimônio em Cores", presentes e souvenires, inspirada no patrimônio de Congonhas, além de organizar e produzir uma exposição com o mesmo nome, que ficou em exibição de 15/05 a 15/07/2014. Publicou dois livros de fotografias sobre a Pampulha (2019) e outro sobre o Santuário de Congonhas (2022), declarados patrimônios históricos mundiais. Ambos os livros foram produzidos via leis de incentivo cultural. A Lei 8313/91 é fundamental para a realização deste projeto, que se encaixa nos seguintes incisos do Art. 1º: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também atende aos seguintes objetivos do Art. 3º: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Art. 25. Os projetos a serem apresentados por pessoas físicas ou pessoas jurídicas, de natureza cultural para fins de incentivo, objetivarão desenvolver as formas de expressão, os modos de criar e fazer, os processos de preservação e proteção do patrimônio cultural brasileiro, e os estudos e métodos de interpretação da realidade cultural, bem como contribuir para propiciar meios, à população em geral, que permitam o conhecimento dos bens de valores artísticos e culturais, compreendendo, entre outros, os seguintes segmentos: V - artes plásticas, artes gráficas, gravuras, cartazes, filatelia e outras congêneres; VII - patrimônio cultural, inclusive histórico, arquitetônico, arqueológico, bibliotecas, museus, arquivos e demais acervos; VIII - humanidades; É fundamental que a exposição aconteça com estratégias e estruturas adequadas que garantam a boa execução, tanto para os designers e artistas participantes, quanto para o público pretendido. Para isso, a equipe responsável é formada por profissionais qualificados e experientes na gestão, realização e produção de diversos eventos culturais, de nível nacional e internacional. O projeto conta com o apoio de instituições como a Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), Secretaria de Cultura de Congonhas, Museu de Congonhas, além de nomes importantes como Luiz Sardá, designer responsável pela idealização e desenvolvimento do Museu de Congonhas, principal ferramenta de interpretação do Santuário de Congonhas.

Estratégia de execução

A história de Congonhas, Minas Gerais, se funde à história da criação do conjunto arquitetônico do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, o que faz com que a cidade seja conhecida, mundialmente, por possuir, no campo da escultura religiosa, a obra de maior relevância na história da arte no Brasil. O conjunto do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos de Congonhas é formado pela Basílica, com seu interior em estilo rococó, pelo adro murado onde se encontram os doze profetas de pedra sabão – Isaías, Jeremias, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oséias, Jonas, Joel, Amós, Naum, Abdias e Habacuc – e as Cenas dos Passos da Paixão de Cristo, seis capelas que ilustram a via crucis de Jesus Cristo. Nas capelas, estão localizadas as 64 esculturas policromadas em madeira, criadas em tamanho natural. O conjunto, construído entre os anos de 1757 e 1875, contou com um grande número de artistas e artífices, destacando, entre eles, Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, classificado como maior gênio da escultura barroca brasileira. Aleijadinho foi um dos maiores artistas do século XVIII, capaz de criar imagens tão poderosas, por meio de processos tão misteriosos quanto ele mesmo e sua história. Sua alcunha foi dada a partir de 1777, quando fora acometido de um terrível mal que o impossibilitou de realizar seu trabalho da forma convencional, limitando o uso das mãos, estendendo, gradativamente, até suas pernas, fazendo com que fosse carregado por seus escravos, que prendiam as ferramentas em suas mãos mutiladas e paralisadas. O conjunto de Congonhas foi declarado Patrimônio Cultural Mundial, pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, UNESCO, em dezembro de 1985. A inclusão do Santuário de Congonhas na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco foi justificada pela importância universal da arte de Aleijadinho e de todo o seu conjunto arquitetônico e escultural. O design assume papel fundamental na unificação de elementos em processos que exigem uma visão ampliada, como é o caso do patrimônio cultural. É ferramenta, capaz de despertar emoções e sensações que podem auxiliar para que haja uma melhor compreensão da cultura e identidade patrimônio histórico, gerando uma comunicação mais eficiente, por meio da experiência vivida. Como instrumento de inovação, atua como mediador entre produtos e serviços, focado na geração de novas experiências. Como facilitador da transmissão de mensagens, exerce papel primordial na compreensão sistêmica de algumas questões, dentre elas questões ligadas ao patrimônio e à interpretação. O design humaniza a experiência ao melhorar a conexão com as pessoas interligando todas as experiências racionais, sociais e viscerais. A sua atuação é capaz de promover novas práticas de valorização e compreensão dos valores histórico, religioso e artístico do patrimônio.

Especificação técnica

- Realização de edital público de chamamento com divulgação de amplitude nacional para seleção de de propostas de designers, fotógrafos e demais artistas visuais, para desenvolvimento de conceitos/peças tendo como tema o patrimônio de Congonhas/MG e a obra de Aleijadinho, supervisionados por curadoria especializada; - Recebimento e seleção das propostas, por curadoria especializada; - Desenvolvimento de projeto expográfico com peças selecionadas; - Realização da exposição no Museu de Congonhas, em Congonhas/MG e posteriormente outro local em Belo Horizonte, com duração de três meses em cada cidade. - Realização de palestras, rodas de conversa e oficinas sobre patrimônio para estudantes e professores da rede pública, universitários das áreas de design, patrimônio, história, arte, etc e público em geral, para troca de informações e vivências de acordo com os temas e trabalhos abordados na exposição.

Acessibilidade

Conforme Art. 25, da Instrução Normativa n° 1, de 10 de abril de 2023, a exposição “Patrimônio em Formas - Arte & Design” contribuirá para a democratização do acesso à cultura, com as seguintes ações: Art. 25. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. A exposição “Patrimônio em Formas - Arte & Design” tem a premissa de garantir o acesso do público com deficiência em todas as atividades a serem realizadas. Para isso, os espaços a serem pautados terão em suas instalações: 1. Tradução em braile de textos explicativos, legendas das obras entre outros, que farão parte da exposição; 2. Tradução de libras das atividades de formação, palestras, oficinas etc; 3. Audiodescrição, quando necessário em projeções audiovisuais; 4. Inserção da disponibilização de medidas de acessibilidade no material de divulgação; 6. Os espaços terão/serão preparados para receber público com dificuldade motora; 7. O Museu de Congonhas oferece todas as condições de acessibilidade ao público.

Democratização do acesso

É importante ressaltar que o projeto tem caráter social, cultural e educativo e o acesso à exposição e a participação nas atividades formativas serão GRATUITOS, se enquadrando no Art. 28: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; A exposição "Patrimônio em Formas - Arte & Design", será realizada no Museu de Congonhas e, posteriormente, em outro local da capital, Belo Horizonte/MG, além de espaços públicos nas duas cidades. Pretende- atingir o público geral, habitantes locais e turistas. Segundo relatório oficial do Museu de Congonhas, em 2022, ano de funcionamento normal, após a pandemia da COVID-19, o espaço recebeu 30.383 visitantes e, no primeiro semestre de 2023, 10.090 pessoas. Por meio da promoção de ações educativas e formativas, como palestras e oficinas, ao realizar o intercâmbio de experiências nas diversas áreas entre patrimônio e design, busca-se atingir, além do público geral interessado, um público específico, como estudantes de áreas correlatas como design, patrimônio, história, artes, e ao público infantojuvenil incluindo de escolas de ensino público de regiões periféricas da cidade de Congonhas e Belo Horizonte. Para as palestras e rodas de conversa, estima-se um público de aproximadamente, 100 a 500 pessoas, distribuídas entre as atividades durante o período da exposição nas duas cidades, Congonhas e Belo Horizonte.

Ficha técnica

Denilson Cardoso - Proponente, gestor e comunicação Mestre em Design pela Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), publicitário, pós-graduado em produção gráfica, atua em comunicação e produção cultural, há mais de 20 anos, no mercado cultural de Belo Horizonte. Foi gestor de publicidade e design na Fundação Municipal de Cultura e Fundação Clóvis Salgado, respectivamente, trabalhando na comunicação e produção de diversos eventos. Em 2012, fundou a Solo Comunicação Design Cultura, empresa de produção cultural, comunicação e design, atendendo a clientes variados como grupos teatrais, produtoras e eventos de grande porte como o Festival Internacional de Teatro Palco e Rua de BH (FIT-BH), Festival Palmas para Elas (Palmas/TO), Festival de Dança Horizontes Urbanos (BH), entre outros. Com foco em design e inovação, trabalha e pesquisa a relação entre design e o patrimônio e o desenvolvimento de produtos turísticos, criando a marca “Patrimônio em Cores”. Possui dois livros de fotografias publicados sobre o patrimônio da Pampulha e outro sobre o Santuário de Congonhas. Denilson Gomes Cardoso 03429973600 SOLO COMUNICAÇÃO DESIGN CULTURA CNPJ 18.898.807/0001-11 | ssolocdc@gmail.com Formação · Mestre em Design (UEMG) - 2021· Pós-graduação em Produção Gráfica (FIEMG/Newton Paiva)- 2006· Graduação em Publicidade e Propaganda (FAFI-BH) - 1999 Experiência profissional Solo Comunicação Design Cultura - Desde 2012Empresa de comunicação, design e produção cultural.Atuação em Belo Horizonte e Congonhas - MG Produções mais relevantes Boa Noite Memorial - Virada Criativa do Memorial Minas Gerais ValeProdução 1/9 a 8/10/2022 Livro Olhares, Imagens & Devoção - o Patrimônio de CongonhasEmpreendedor. Concepção, produção executiva do projeto de livro de fotografias sobre o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos de Congonhas, incentivado pela Lei Federal de Incentivo à CulturaDe dezembro de 2020 a agosto/22. Livro Pampulha - Olhares Imagens ModernidadeEmpreendedor. Concepção, produção executiva e execução de projeto do livro de fotografias sobre o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, incentivado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Lançamento: dez/2019 Circuito de Cultura no Interior 2018 -Membro da equipe de produção executiva e comunicação12 de julho a 26 de outubro de 2019 Ilusões - Festival Internacional de MágicasProdutor local - Agosto de 2019 Festival de Dança Horizontes UrbanosProdução executiva, produção e comunicação.2018 e 2017 Círculo Hilda Hilst Produção7 a 9 de dezembro de 2017, Belo Horizonte Exposição Patrimônio em CoresIdealização e produção executiva15/5 a 15/7/2014 - Congonhas/MG Equipe de trabalho Coordenação de produção - Jacqueline de Castro Diretora da Lazuli Cultura desde 2012, empresa efetivada para ampliação de atendimentos culturais, como o Memorial Minas Gerais Vale, Festival de Dança Contemporânea VivaDança da Bahia, Movimento Internacional de Dança de Brasília, Festival do Teatro Brasileiro de Brasília, Exposições como “20 Anos do Grupo Galpão”, “ A Terra Vista do Céu” do francês Yann Arthus-Bertrand, FIT-BH e outros grandes eventos, curadorias e projetos. Como produtora, atende instituições como Embaixadas, Instituto Francês, SESCMG, SESCRJ e o SESCSP, além de diversos eventos, festivais, artistas e grupos de Minas, do Brasil e Exterior onde possibilita a relações entre profissionais e pessoas afins estreitando os contatos para um maior desenvolvimento do fazer artístico e social das artes.” É membro fundador da Associação Cultural Dança Minas, que reúne diversos artistas do Estado, membro do Fórum Permanente de Dança de Minas Gerais e do Fórum Nacional de Dança. Foi membro das Câmaras Setoriais do Ministério da Cultura, membro do grupo de gestão da Red Sudamericana de Danza, membro do Colegiado de Dança do Ministério da Cultura desde 2009 como especialista em produção. Atualmente é membro fundador do Fórum de Dança de Belo Horizonte. Diretora Artística, Curadora e Produtora desde 2003 da “Mostra Internacional de Solos e Duos - 1, 2 na Dança", que estimula a criação e apresentação de solos e duos de artistas de dança independentes e também da “Mostra Internacional de Dança para Espaço Urbano – Horizontes Urbanos” desde 2007, que através da dança trabalha o olhar das pessoas com relação a cidade. Cenografia - Ed Andrade Ed Andrade (Eduardo dos Santos Andrade) é cenógrafo, pesquisador e Professor Adjunto do Curso de Graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É graduado em Arquitetura e Urbanismo e Mestre em Artes pela UFMG, Doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, com sanduíche na Columbia University, em Nova York, EUA, pelo CNPq. Iniciou sua carreira como cenógrafo em 1998 e já desenvolveu mais de sessenta trabalhos profissionais nas áreas de teatro, dança, música, TV e cinema. Recebeu importantes indicações para premiações em cenografia e iluminação, tendo conquistado nove prêmios de melhor concepção cenográfica. Coordenou dezenas de montagens no Brasil e no exterior e já participou de renomados festivais internacionais em diversos países da Europa, América do Sul e América do Norte. Já ministrou diversos cursos e palestras na área e mantém atividades de docência e pesquisa no campo da realização plástica e técnica do espetáculo. Em 2012 e 2013 foi coordenador do Núcleo de Pesquisa em Cenografia do Galpão Cine Horto. É fundador e coordenador do Laboratório de Cenografia e Iluminação Cênica da UFMG e co-fundador e líder do Núcleo de Pesquisa Cenografia e outras práticas espaciais cênico performáticas (NUPECE-UFMG). Sua linha de investigação inclui a apropriação de tecnologias pela cena, iluminação cênica e a aproximação entre as artes cênicas e as artes visuais, tendo como foco a dramaturgia do espaço e a performatividade do dispositivo cenográfico. Possui diversos artigos publicados na área e é autor do livro O espaço encena: teatralidade e performatividade na cenografia contemporânea, fruto de sua tese de doutorado, premiada com Menção Honrosa no Prêmio Capes de Tese 2020. Designer convidado - Luís Sardá Designer responsável pela concepção e desenvolvimento da expografia do Museu de Congonhas, inaugurado em 2015. O Museu é a principal ferramenta de interpretação das obras do Santuário. Sardá é especialista em desenho gráfico, design de ambientes efêmeros e permanentes e de interiores. Durante sua carreira profissional, projetou museus; exposições; pavilhões em expos internacionais; espaços públicos; stands; projetos de sinalização e identidades visuais. A convite da Unesco, desenvolveu os projetos de redesenho do escritório da Unesco no Distrito Federal e desenvolveu o projeto do Museu de Congonhas. Educativo - Filipe Matos Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Minas Gerais - Escola Guignard, acumula uma experiência de 5 anos atuando em programas culturais enquanto supervisor, educador e mediador, produzindo e executando projetos culturais em Programas Educativos de museus. Passando por espaços como Memorial Minas Gerais Vale em 2021, (Educativo Aberto), no Palácio da Liberdade (APPA) de 2019 até 2022, onde atuou como Supervisor do educativo, acumulando experiências desenvolvendo projetos e curadorias desses projetos no espaço, e no Instituto Inhotim, atualmente como educador. Filipe Matos pode desenvolver e implementar ações educativas de longa duração nesses espaços. Atualmente Filipe trabalha no educativo do Instituto Inhotim enquanto educador referência do Programa Laboratório Inhotim, projeto de formação continuada com o foco em experiências artísticas com jovens de Brumadinho.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.