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O projeto visa realizar uma exposição dedicada à obra da artista Eleonore Koch (1926-2018). A exposição terá um enfoque histórico, abordando a produção da artista alemã de origem judaica, que chegou ao Brasil aos 12 (doze) anos de idade com a família, exilando-se devido à perseguição nazista. O projeto irá explorar a evolução de sua produção artística ao longo de sua trajetória, com destaque para o seu uso inovador da técnica da têmpera, bem como suas temáticas recorrentes de paisagens, interiores e naturezas-mortas. Além da exposição, o projeto prevê a realização de um seminário com convidados nacionais e internacionais, que ocorrerá em conjunto com o lançamento de uma publicação dedicada à vida e obra da artista. Esta publicação contará com reproduções das obras de Eleonore Koch, ensaios de pesquisadores convidados e a reprodução de documentação proveniente de seu acervo pessoal.
EXPOSIÇÃO A retrospectiva da obra da artista Eleonore Koch pretende apresentar ao público uma exposição histórica que aborda a produção da artista alemã de origem judaica, que chega ao Brasil aos 12 anos de idade com sua família, exilando-se da perseguição nazista. A mostra propõe uma aproximação à obra da artista (nascida em 1926 e falecida em 2018) a partir da expressiva coleção de suas obras pertencentes ao MAC USP. Esse conjunto de obras, parte da coleção Theon Spanudis doada ao museu em 1979, dá ensejo ao exame da produção da artista, que viveu em São Paulo, Rio de Janeiro e Londres. Consideradas parte fundamental da produção da artista, que desde os anos 1950 se utilizou da técnica da têmpera, as pinturas também compreendem todos os gêneros pictóricos aos quais Koch se dedicou, interiores, naturezas-mortas e paisagens. A obra de Eleonore Koch, artista que adota a têmpera a partir do convívio com o pintor Alfredo Volpi, ganha maturidade e consolida essas temáticas a partir dos anos de 1960, quando passa a viver no Rio de Janeiro. Nesse período de produção, a artista afirma a gramática e o vocabulário de sua pintura, ganhando características próprias, independentes de seu mestre Volpi, tanto no que diz respeito aos seus temas quanto às suas estratégias artísticas. Eleonore Koch passou a basear seu trabalho numa incessante, e por vezes obsessiva, meditação sobre variações cromáticas e de composição e na reflexão sobre como elas afetam tanto a artista quanto seu público: uma pesquisa sobre a fenomenologia da pintura. É também no Rio que Eleonore passa a trabalhar com a temática da paisagem, até então não muito explorada por ela, aumentando a escala de suas pinturas e sintetizando cada vez mais sua relação com o mundo exterior. A mostra no MAC USP é um desenvolvimento da retrospectiva apresentada no MAR, em 2022, com curadoria de Fernanda Pitta e produção da Casa Stefan Sweig. Na versão apresentada ao MAC USP, a mostra incorporará das obras pertencentes ao seu acervo, obras de coleções públicas e privadas, muitas das quais haviam sido guardadas pela artista até a sua morte e foram pouco vistas pelo público. São pinturas em têmpera, desenhos em pastel, carvão e guache, alguns deles minuciosas anotações de composição que serviam à experimentação de variações de cor e de forma, até que se alcançasse as pinturas finais – um precioso conjunto que permite entender os processos estéticos, formais e afetivos de Koch. A seleção é completada por um conjunto de documentos que propõem entradas aos universos da artista, escolhidos a partir do expressivo arquivo Eleonore Koch, em processo de doação para a instituição, indicando a possibilidade de desdobramentos da pesquisa a respeito da visualidade de suas obras, de sua trajetória artística e das relações entre sua produção e os meios de arte do Brasil e da Inglaterra. Organizada por núcleos – paisagens, interiores e naturezas-mortas – a exposição convida os e as visitantes a experimentar o processo criativo da pintora, as transformações de sua prática, sua sensibilidade para a cor, a composição, mas também sua consciência em relação ao potencial afetivo de sua obra. Configurando-se como um espaço aberto, à maneira singular com que Lore concebe a relação estética e a pluralidade de sentidos da arte, a mostra propõe a interação entre artista, obra e público – tal como a concebeu a artista - uma zona de encontro porosa e transitável: “Mesmo trabalhos que são resultado de alguma intenção consciente não deveriam prescindir de manter um espaço aberto entre eles e um todo”. Núcleos da exposição O método de Lore Eleonore Koch experimentou várias técnicas artísticas até adotar a pintura em têmpera como seu principal meio. A escultura e a pintura a óleo ocuparam seus primeiros anos de trabalho, até que em 1953 a artista aprende a técnica da têmpera, no ateliê de Alfredo Volpi. Frequentava o ateliê desse artista, mas não tomava “aulas” propriamente. Observava seu método, discutia arte, mas também nas idas e vindas do ateliê assistiam filmes na Liberdade, compravam brinquedos para servir de objetos de trabalho: carrinhos japoneses, luminárias, manés-gostosos, piões, entre tantos outros que compartilharam como motivos de suas obras. A têmpera, técnica adotada por Volpi por seu interesse com a pintura dos ditos “primitivos” italianos, isto é, a pintura do Quattrocento, passa a ser também utilizada pela artista, ainda que Volpi nunca tenha passado por completo a “sua” receita da técnica. Koch a aprendeu por observação e aprimorou o método, cujo segredo também nunca revelou por completo. O conjunto de pigmentos de Eleonore, minerais, vegetais e alguns poucos sintéticos, alguns deles herdados de Volpi, hoje fazem parte da coleção do Núcleo de Conservação e Restauro da Pinacoteca de São Paulo. Naturezas-Mortas e Interiores Eleonore tinha uma profunda consciência sobre as ideias concretistas, tendo convivido com o círculo de artistas associados ao movimento, entre eles Geraldo de Barros, e observado o diálogo de Volpi com as proposições da arte concreta. Ainda assim, ela se recusava a abandonar a figuração e tornar-se “abstrata”. Koch falava de sua predileção pelos objetos: “porque eles são lindos”, daí a importância da natureza-morta em sua produção, bem como os interiores. Ainda assim, sua pintura não é uma questão exclusivamente de “assunto” ou temática, ainda que veementemente figurativa. A “solução do quadro”, no sentido de Volpi e Ernesto de Fiori, isto é, a preocupação com a composição – linhas, planos, cores – dentro do espaço da tela, é o foco de sua pintura. Pode-se perceber esse fato através dos inúmeros estudos realizados pela artista para cada composição, ou para suas variações. Minuciosas anotações de cor estão quase sempre presentes, assinalando as possibilidades combinatórias. Também se observa o uso de papéis coloridos, recortados, que podiam ser colocados e tirados, variando as composições, permitindo a observação incessante dos efeitos da interação das cores (Eleonore foi grande estudiosa dos textos de Joseph Albers, que era seu parente distante). A aparição dos objetos, das paisagens, dos interiores, na “visão interna” da artista, imantada pelas cores de sua fantasia, a forma como impactavam sua percepção, sensibilidade, seus afetos, e assim propunham um certo estar-no-mundo, isso é o que interessava à sua prática artística. O teatro da paisagem As paisagens realizadas por Eleonore Koch na Inglaterra são um capítulo da maior relevância no seu trabalho. Feitas num processo que se iniciava na visita aos famosos parques e jardins de Londres e arredores – como o Regent´s Park, projetado por John Nash para o príncipe regente em princípios do século XIX – essas pinturas combinam observações diretas da paisagem, anotações fotográficas e elaborações mentais e compositivas que muitas vezes misturam realidade e fantasia. Várias dessas paisagens têm algo de encenado, artificial, assim como os próprios parques, em que a natureza é composta para parecer “natural”. Elas se assemelham a cenários teatrais ou imagens do pensamento, do sonho, algumas com elementos incongruentes, que apontam para essa imaginação onírica; as balaustradas, as escadas, os terraços, os famosos elementos clássicos desses parques, que remetem às villas italianas, surgem nas composições da artista como palco para suas meditações de cor e composição, onde se “intrometem” elementos da memória e do afeto: a cadeira predileta, plantas azuis, um chão como a superfície do mar. Nessa exposição estão expostas algumas dessas fotografias. Elas permitem compreender os processos artísticos singulares de Eleonore. Arquivo Lore Koch O arquivo da artista é fonte importante para o conhecimento biográfico de sua trajetória, mas também fornece elementos fundamentais para o estudo e compreensão do seu processo criativo. Composto de centenas de correspondências com críticos, artistas e amigos, como Theon Spanudis, Lourival Gomes Machado, Geraldo de Barros, Paulo Emilio Salles Gomes, Barbara Spanudis e Margrit Herzberg, fotografias, postais, diários, anotações sobre processos de produção e técnicas pictóricas, folders de exposição, além de um precioso conjunto de diapositivos, o arquivo Eleonore Koch, que o MAC USP recebe em doação, permitirá a continuidade da pesquisa da obra da artista por diversas vertentes da história da arte, história das exposições, além da história da arte técnica, especialmente interessada na pesquisa do uso da têmpera por artistas modernos e contemporâneos. SEMINÁRIO O seminário propõe uma discussão em torno da obra de Eleonore Koch (Berlim, Alemanha 1926 - São Paulo, Brasil 2018) artista alemã de origem judaica, que chega ao Brasil com sua família em 1936, exilando-se da perseguição nazista. Personagem atuante no meio artístico brasileiro, tendo-se estabelecido na Inglaterra entre o fim dos anos 1960-1980, a artista produziu uma obra que desafia narrativas canônicas da arte moderna no Brasil e que instiga a discussão a respeito da pintura moderna e contemporânea a partir de novos critérios, para além das abordagens de seu trabalho estritamente vinculadas à sua relação com Alfredo Volpi e os debates entre figuração e abstração no pós-guerra. O seminário reúne historiadores da arte, artistas e estudiosos a fim de propor abordagens para a pesquisa da artista que tratam do arco de sua produção pictórica em têmpera de ovo, em que desenvolve um método minucioso de composição, propondo considerá-la como uma entrada original para o debate acerca da pintura e da visualidade contemporâneas, em especial as questões da fenomenologia da cor e da composição, em diálogo com a imagem reprodutível da fotografia e do cinema. PUBLICAÇÃO Eleonore Koch é uma monografia que visa dar conta do escopo de produção da seminal artista Eleonore Koch (1926-2018). Conhecida por muitos anos por seus status como única discípula do mestre brasileiro Alfredo Volpi, Koch tem conquistado seu espaço devido no cânone brasileiro com exposições nacionais e internacionais, e um destaque na 34a Bienal de São Paulo. De caráter ímpar e grande valor para pesquisadores futuros, a publicação reúne o maior número de obras até hoje da artista. Também serão publicados elementos do arquivo pessoal da artista que jogam luz ao seu processo único de criação, como fotografias realizadas por ela, colagens, cartões postais coletados e mais. A edição também conta com textos inéditos comissionados exclusivamente e que re-contextualizam a obra de Koch em luz ao imenso foco dado ao seu trabalho em tempos recentes.
Objetivo geral O objetivo deste projeto é promover uma retrospectiva abrangente da obra de Eleonore Koch (1926-2018), incorporando obras pertencentes ao seu acervo, obras de coleções públicas e privadas, muitas das quais haviam sido guardadas pela artista até a sua morte e foram pouco vistas pelo público em geral. O projeto tem como objetivo geral preservar e divulgar a obra e o legado de Eleonore Koch, proporcionando ao público uma oportunidade única de explorar sua evolução artística e sua relação com o Brasil. Objetivos específicos Os objetivos específicos do presente projeto são: a) Exposição: realizar 01 (uma) Exposição Individual de grande porte com uma retrospectiva da obra da artista Eleonore Koch, abrangendo diferentes fases de sua carreira e destacando sua evolução estilística. A exposição será realizada no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP) e ficará aberta para visitação do público durante 04 (quatro) meses. Serão exibidas aproximadamente 180 (cento e oitenta) obras da artista e a exposição será dividida em núcleos temáticos: paisagens, interiores e naturezas-mortas, proporcionando uma imersão completa nas obras produzida pela artista. Além das obras, a exposição contará com um conjunto de documentos que propõem entradas aos universos da artista, escolhidos a partir do seu expressivo arquivo, possibilitando desdobramentos da pesquisa a respeito da visualidade de suas obras, de sua trajetória artística e das relações entre sua produção e os meios de arte do Brasil e da Inglaterra; b) Seminário: realizar um seminário com aproximadamente 08 (oito) horas de carga horária, divididas em 02 (dois) dias de realização, com participação de 17 (dezessete) convidados, nacionais e internacionais. O seminário reunirá historiadores da arte, artistas e estudiosos a fim de propor abordagens para a pesquisa da artista que tratam do arco de sua produção pictórica em têmpera de ovo, em que desenvolve um método minucioso de composição, propondo considerá-la como uma entrada original para o debate acerca da pintura e da visualidade contemporâneas, em especial as questões da fenomenologia da cor e da composição, em diálogo com a imagem reprodutível da fotografia e do cinema. c) Publicação: produzir e imprimir 1.000 exemplares de uma publicação em 02 (dois) volumes de 300 (trezentas) páginas cada, bilingue (portugês/inglês) dedicado à obra da artista, com reprodução das obras, ensaios de pesquisadores convidados e reprodução de documentação de seu acervo pessoal. A publicação reúne o maior número de obras até hoje da artista e será lançada em conjunto com a realização do Seminário, com a presença dos 06 (seis) autores: Fernanda Pitta, Ludmilla Fonseca, Pia Gotschaller, Cristiano Raimond, Daniel Donato e Ana Prata).
A retrospectiva da obra da artista Eleonore Koch pretende apresentar ao público uma exposição histórica que aborda a produção da artista alemã de origem judaica, que chega ao Brasil aos 12 anos de idade com sua família, exilando-se da perseguição nazista. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar o projeto de forma gratuita e com qualidade. Por meio do mecanismo de incentivo à cultura, o projeto se torna acessível a um público mais amplo, democratizando o acesso à cultura. Por meio da utilização do mecanismo de incentivo, o projeto não apenas valoriza a arte de Eleonore Koch, mas também preserva e enriquece o patrimônio cultural brasileiro, permitindo que a sociedade tenha acesso a diversas obras e documentos poucos conhecidos pelo público em geral. Essa abordagem contribui para a formação de novos públicos, além de promover a identidade cultural e o pluralismo que enriquecem a cultura nacional. Portanto, o uso da Lei Rouanet para financiar o projeto é uma oportunidade valiosa para reforçar o compromisso com a preservação da cultura, a promoção da educação artística e o enriquecimento da experiência artística do público. Em consonância com os princípios da lei, ressalta-se que a presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1˚da Lei n˚ 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O projeto proporciona livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais. O projeto oferece uma oportunidade inclusiva para que o público explore, aprenda e aprecie as obras e trajetória da artista Eleonore Koch, promovendo a democratização do acesso à cultura. Essa abordagem enriquece a experiência cultural e reforça a cidadania cultural. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto proporciona uma oportunidade para que o público em geral tenha acesso e aprecie o trabalho de uma artista proeminente no cenário artístico brasileiro. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Pois o projeto visa apoiar, valorizar e difundir a manifestação cultural por meio da exposição de obras e documentos da artista, quase não conhecidas pelo público em geral, promovendo e difundindo sua criação e contribuindo para a apreciação da arte, a valorização dos criadores e a disseminação do conhecimento cultural. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Pois o projeto contribui para a proteção das expressões culturais que compõem a sociedade brasileira e enriquecem o pluralismo da cultura nacional. Ao destacar a trajetória e obra da artista Eleonore Koch, originária da Alemanha e com vivências no Brasil, o projeto abraça a diversidade cultural e contribui para a preservação e promoção do patrimônio artístico e das experiências que enriquecem a cultura nacional. A exposição e os eventos relacionados proporcionam um espaço para a valorização e celebração das contribuições culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, fortalecendo o respeito pela pluralidade e pelo legado cultural do país. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Pois o projeto inspira a continuidade da criatividade e expressão artística, promovendo a vitalidade dos modos de criar e fazer presentes na cultura brasileira. O projeto oferece uma plataforma para a apreciação e reflexão sobre as práticas artísticas, incentivando a conexão entre tradições culturais e as expressões contemporâneas, fortalecendo assim a riqueza e diversidade dos modos de viver no Brasil. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Ao expor a obra e o processo criativo da artista, o projeto mantém viva uma parte significativa da história da arte brasileira. Além disso, ao contextualizar o trabalho de Eleonore Koch dentro de seu tempo e cenário cultural, o projeto contribui para a preservação do contexto imaterial que moldou sua produção, enriquecendo a compreensão e valorização do patrimônio cultural do país. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Pois o projeto, enriquece o conhecimento cultural e artístico, oferecendo uma perspectiva única sobre a fenomenologia da pintura. A exposição, seminário e publicação contribuem para a disseminação de conhecimentos que transcendem fronteiras, fortalecendo a cultura, a memória e o patrimônio, em linha com o propósito de enriquecer a humanidade com valores universais. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ao explorar a trajetória da artista Eleonore Koch, que viveu grande parte de sua vida no Brasil, o projeto destaca e valoriza a contribuição brasileira para a formação da sua obra. Ao fazê-lo, o projeto reafirma a importância de priorizar e celebrar as manifestações culturais nacionais, enriquecendo o panorama artístico e promovendo a identidade cultural do Brasil. Com relação ao Art. 3˚ da Lei 8.313/91, o presente projeto enquadra-se nos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;O projeto alinha-se com o inciso II, alínea "b", pois prevê a edição de uma publicação de caráter ímpar e de grande valor para pesquisadores futuros. e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O projeto alinha-se com o inciso II, alínea "e", ao promover o fomento à produção cultural e artística por meio da realização de uma exposição individual de grande porte. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O projeto alinha-se também com o Inciso IV, alínea "b", pois o seminário previsto no projeto reunirá historiadores da artes e estudiosos a fim de propor abordagens para a pesquisa da artista Eleonore Koch, que tratam do arco de sua produção pictórica em têmpera de ovo, em que desenvolve um método minucioso de composição, propondo considerá-la como uma entrada original para o debate acerca da pintura e da visualidade contemporâneas, em especial as questões da fenomenologia da cor e da composição, em diálogo com a imagem reprodutível da fotografia e do cinema.
EXPOSIÇÃO Duração/Visitação: 4 meses Entrada gratuita Local: MAC USP Classificação livre. SEMINÁRIO Primeira semana de abril de 2024 1 dia: mesas das 10h-12h / 14h-18h 2 dia: mesa das 10h-12h Entrada livre Local: MAC USP PUBLICAÇÃO título: Eleonore Koch Autores: Fernanda Pitta (org.), Ludmilla Fonseca, Pia Gotschaller, Cristiano Raimond, Daniel Donato, Ana Prata tiragem: 1.000 formato: 21,5 x 26,5 cm tipo de impressão: offset 4x4 cores tipo de papel: Munken lynx rough 120g publicação em 2 volumes (300 páginas cada)
PRODUTO EXPOSIÇÃOAcessibilidade Arquitetônica: O Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo já possui toda estrutura necessária para o acesso de cadeirantes e/ou pessoas com dificuldade de locomoção (elevador, rampas e banheiros acessíveis e adaptados). Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade Comunicacional: legendagem nas obras audiovisuais, legenda tátil e audiodescrição. Item da planilha orçamentária: legendagem, audiodescrição e comunicação visual (legenda tátil). PRODUTO SEMINÁRIO Acessibilidade Arquitetônica: O Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo já possui toda estrutura necessária para o acesso de cadeirantes e/ou pessoas com dificuldade de locomoção (elevador, rampas e banheiros acessíveis e adaptados). Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade Comunicacional: O seminário contará com intérprete de libras. Item orçamentário: intérprete de libras. PRODUTO PUBLICAÇÃOAcessibilidade Arquitetônica: O lançamento será realizado no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, que já possui toda estrutura necessária para o acesso de cadeirantes e/ou pessoas com dificuldade de locomoção (elevador, rampas e banheiros acessíveis e adaptados). Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade Comunicacional: será produzido um arquivo digital da publicação possibilitando que pessoas com deficiências visuais acessem a publicação por softwares leitores de telas ou outras tecnologias assistivas que vierem a substituí-los, permitindo leitura com voz sintetizada, ampliação de caracteres e diferentes contrastes. Item da planilha orçamentária: Desenvolvimento e programação de aplicativos multimídia.
O Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo recebe aproximadamente 30 mil visitantes por mês. Em cumprimento ao disposto no artigo 27 da Instrução Normativa n.1, de 10 de abril de 2023, a exposição e o seminário serão integralmente gratuitos, sem cobrança de ingressos. No que tange ao plano de distribuição da publicação, 10% serão distribuídos para patrocinadores e 10% serão distribuídos para o público no dia da realização do seminário, com caráter educativo. Em cumprimento ao disposto no artigo 28, o proponente adotará as seguintes medidas de ampliação de acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Além dos 10% previstos, doar mais 10% da publicação, totalizando 20%, para distribuição gratuita com caráter social para bibliotecas públicas de São Paulo; VI- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Serão realizadas em parceria com o Educativo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo visitas guiadas para alunos de escolas públicas de São Paulo.
Proponente Casa Planta - o proponente é o idealizador e responsável pelas decisões administrativas e financeiras do projeto e prestará serviços de produção executiva. A Casaplanta é um estúdio de criação e desenvolvimento de projetos artísticos e culturais que nasceu em 2016 da parceria de Amanda Dafoe e Julia De Francesco. Amanda Dafoe é formada em Arquitetura e Urbanismo. Dedica-se ao desenvolvimento de exposições, produção de conteúdo, coordenação e curadoria, além de trabalhar com direção de arte e comunicação visual. É mestra pela FAU-USP, com dissertação que trata da museografia original do MASP. Desde 2009 atua no desenvolvimento de exposições de arte contemporânea e projetos culturais em âmbito nacional e internacional. É idealizadora do projeto Panela Coletiva, ação comunitária que apoia pessoas em situação de insegurança alimentar que já entregou mais de 3 toneladas de alimentos na cidade de São Paulo. Sócia fundadora da Casaplanta desde 2016. Julia De Francesco é formada em Arquitetura e Urbanismo pela Escola da Cidade, com especialização em Arte, Crítica e Curadoria pela PUC-SP. Atua nas áreas de criação e produção executiva de projetos cenográficos, expositivos e culturais. Em sua bagagem traz o desenvolvimento de cenografia para óperas e exposições nacionais e internacionais. Sócia fundadora da Casaplanta desde 2016. Ao longo desses últimos 7 anos realizamos projetos de exposições de arte contemporânea atuando em frentes como produção executiva, coordenação e produção, pesquisa, curadoria, comunicação e design, cenografia, produção de conteúdo visual e textual. Principais projetos realizados: Entre nós – 10 anos da Bolsa Zum Parceria entre Instituto Moreira Salles e espaço Pivô (2023), Rios Descobertos, do Jerivás ao Rio Pinheiros no Sesc Santo Amaro e Sesc Interlagos (2022/2023), Performance Perdido do artista Nuno Ramos na Biblioteca Mario de Andrade (2022), Expo Dinos no Pavilhão Pacubra no Parque do Ibirapuera. Produção e Coordenação de montagem (2022), Os Gêmeos, nossos segredos no CCBB RJ, BH e Instituto Brennand em Recife (2022/2023), “Sonhei em Português” no Museu da Língua Portuguesa (2021), Exposição “A liberdade da Cor | Carlos Cruz-diez, no Espaço Cultural Porto Seguro (2019), Exposição "Instrumentos | Ismael Bahri” no Espaço Cultural Porto Seguro (2019), 6* MIT sp – Mostra de Teatro internacional (2019) e Exposição “Transumantes - Marcelo Moscheta”, no Sesc Pompeia - Produção executiva, produção da obra e comunicação visual (2018). Curadoria Fernanda Pitta Professora Doutora da Divisão de Pesquisa em Arte, Teoria e Crítica do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Historiadora da arte, foi curadora sênior da Pinacoteca de São Paulo entre 2014 e 2022. Realizou, entre outros projetos, a curadoria das exposições Trabalho de artista: imagem e autoimagem (1826-1929), Ninguém teria acreditado: Alvim Côrrea e 10 artistas contemporâneos, todos na Pinacoteca de São Paulo e Eleonore Koch: espaço aberto, no MAR, Rio de Janeiro. Atuou como coordenadora curatorial de Véxoa: nós sabemos, com curadoria de Naine Terena (Pinacoteca de São Paulo) e como consultora da mostra Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil (SESC 24 de maio). É coordenadora da equipe Brasil do projeto de pesquisa Decay without mourning, future thinking heritage practices (Riksbankens Jubileumsfond GI21-0001, Pinacoteca e MAC-USP). Membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA). Atua na área de história da arte, com ênfase na historiografia da arte no Brasil. Projeto expográfico Juliana Godoy Arquiteta, diretora de arte e cenógrafa. Seu escritório transdisciplinar parte da investigação teórica e experimental dos projetos em que atua, o que possibilita a inovação no uso de materiais e a produção de espaços singulares para dialogar com os conceitos de cada trabalho. Tem desenvolvido projetos de expografia, arquitetura, mobiliário, cenário entre outros, em diversas instituições pelo Brasil, como Sesc, Instituto Moreira Salles, MAM Rio de Janeiro, Itaú cultural e Auditório Ibirapuera. É responsável pelo projeto expográfico da 1ª Bienal das Amazônias, além de ter trabalhos executados em Portugal, Holanda, Inglaterra e Estados Unidos. Produtora Beatriz Vinci Graduada em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (FFLCH/USP). Foi integrante do GRAVI - Grupo de Antropologia Visual - sediado no Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA/USP). É ex-bolsista de iniciação científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), com o projeto “Imagem e palavra: relações das poéticas fotográficas e literárias nos livros de Maureen Bisilliat”. Suas áreas de pesquisa são Antropologia Visual - com foco nos usos da fotografia e da imagem pela pesquisa antropológica - e Antropologia da Arte. Entre 2019 e 2022 trabalhou como assistente de arte do artista e fotógrafo Mauro Restiffe. Durante esses anos, auxiliou o fotógrafo no desenvolvimento conceitual e na produção das exposições individuais History as landscape na OGR - Officine Grandi Riparazioni, em Turim; Laço rastro traço e Rastro traço laço, na Fortes D’Aloia & Gabriel; a participação de Restiffe da 34ª Bienal de São Paulo; Amanhã de manhã da Galeria Zé dos Bois em Lisboa; A lua busca la sombra diálogo de Mauro com o pintor Juan Araújo, na Galeria Luisa Strina e Santo Sospir Mauro Restiffe / Jean Cocteau no Nouveau Musée National Monaco. Desde 2021 Beatriz colabora como produtora na Casaplanta. Nela, produziu as exposições Sonhei em português no Museu da Língua Portuguesa; Perdido, de Nuno Ramos, na Biblioteca Mário de Andrade; Psicodemia, de Antoine D'Agata, na Praça das Artes; De onde vêm os nomes, de Marcelo Moscheta no Sesc Interlagos; Rios Des.Cobertos: dos Jerivás aos Pinheiros nos Sescs Santo Amaro e Interlagos; Dinossauros - Patagotitan O Maior Do Mundo no Pacubra, Entre nós: dez anos de Bolsa ZUM/IMS no Pivô Arte e Pesquisa Projeto luminotécnico Anna Turra Arquiteta e urbanista pela FAU-USP e atua como lighting designer em projetos cênicos, expositivos, arquitetônicos e audiovisuais, nos quais por vezes colabora também na direção de arte/set design. Destacam-se projetos de iluminação para exposições como Raio-que-o-parta (Sesc 24 de Maio/2022); Nhe'e-Porã e Sonhei em Português (Museu da Língua Portuguesa/2021/2022); Trienal de Artes FRESTAS (Sesc Sorocaba 2021); Kader Attia (Sesc Pompeia/2020), Meta-Arquivo (Sesc Belenzinho/2019), Arte-Veículo (Sesc Pompeia/2018), diversas montagens na Associação Cultural Videobrasil (2017-2018), entre outras. Projeto expográfico e Iluminação para instalação Perder a Imagem, de Tiganá Santana (Itaú Cultural 2022-2023). Projeto de Iluminação Arquitetônica e Expositiva permanente para Museu Boulieu em Ouro Preto/MG (2022) e sede da Galeria A Gentil Carioca em São Paulo. Iluminação e Set Design para o musical Merlin e Arthur – um sonho de liberdade – Aventura Entretenimento, dir. Guilherme Leme (2019); Iluminação para Ninho, direção Bruno Guida (2020); Cenografia para Bárbara, com Marisa Orth (dir. Bruno Guida/2021); cenografia para A Domadora, dir. Otavio Dantas (2017); Direção de Arte, Iluminação e Cenografia para espetáculo multimídia Voos de Villa (2019), dir. Maestro Gil Jardim; Iluminação e cenários para turnês diversas dos artistas Elza Soares (2015-2018), Gal Costa (2021-2022); Arnaldo Antunes (2011-atual), Ana Carolina (2019), 5 a Seco (2017), Anelis Assumpção (2008-2012), entre outros. Iluminação cênica para os reality shows Nasce Uma Rainha, de Netflix e Boutique Filmes (2019) e para Match nas Estrelas (Amazon e Sentimental Filme, em finalização). Premiada pela Iluminação em Merlin e Arthur – um sonho de liberdade na 14º edição do Prêmio APTR de Teatro (2019) e indicada pelo Set Design do mesmo espetáculo na categoria Especial do Prêmio Cesgranrio 2019. Assistente de produção Dora Vinci Formada em Audiovisual no Centro Universitário Senac. Já atuou em produção audiovisual em diversas produtoras, como Barry Company, Café Royal, Mira Filmes entre outras, participando de diversos projetos para cinema, streaming e TV. Já atuou na produção de eventos e festivais. Trabalha com produção cultural de exposições e eventos na Casaplanta desde Março de 2023. Vêm acompanhando o desenvolvimento de diversos projetos de exposições realizados em parceria com o Sesc, Museu da Língua Portuguesa, Pivô, MAC e Museu das Culturas Indígenas. Além dos projetos em desenvolvimento, participou da produção e montagem da exposição “Do Jerivás ao Pinheiros” no Sesc Interlagos e no evento do Dia da Língua, no Museu da Língua Portuguesa. Assistente de produção João Loureiro Montagnini Arquiteto e urbanista formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Já atuou nas áreas de restauro, projeto arquitetônico, acompanhamento de obra civil, e cultura. Foi assistente da artista plástica Flávia Ribeiro entre 2018 e 2023, com quem participou da produção de obras de arte, e também da montagem fina de exposições nas galerias Marcelo Guarnieri e Vermelho. Desde de 2023 atua como assistente de produção na Casaplanta. SEMINÁRIO E PUBLICAÇÃO Daniel Donato Ribeiro possui graduação em Filosofia (2023) e em Ciências e Humanidades (2020) pela Universidade Federal do ABC. Atualmente é mestrando em Filosofia com pesquisa nas áreas de fenomenologia e estética. Com experiência em curadoria, escrita e pesquisa em artes, participou da organização de exposições dentro e fora do Brasil, bem como publicou textos críticos em catálogos e revistas especializadas. Cristiano Raimondi (Bolonha, Itália, 1978, vive e trabalha em Mônaco) é curador, designer de exposição e escritor. Sua perspectiva interdisciplinar reúne arte contemporânea, história, design, moda, humanidades e ciências sociais. Após estudar história da arte e arquitetura na Università Iuav di Venezia, ele foi curador e Diretor de Desenvolvimento e Projetos Internacionais no Nouveau Musée National de Monaco (NMNM). Estudioso de artistas brasileiros com especial interesse pela abstração geométrica, publicou o livro “Alfredo Volpi - A Poética da Cor”, e foi curador da primeira retrospectiva de Volpi na Europa em 2018. Entre 2016 e 2019, foi o responsável pelo espaço Back to the Future na feira internacional de arte contemporânea Artissima, em Turim. Nos últimos dez anos, organizou exposições de importância internacional, incluindo mostras individuais de Thomas Demand, Thomas Schütte, Erik Boulatov, Richard Artschwager, Gilbert & Georges, Nathalie Du Pasquier, Tom Wesselmann, Rubem Valentim, Hercule Florence, Alfredo Volpi, entre muitos outros. Atualmente, é diretor artístico do Prêmio Internacional de Arte Contemporânea da Fundação Príncipe Pierre de Mônaco. Pia Gottschaller é professora em História da Arte Técnica no Courtauld Institute of Art, em Londres. Ela é bacharel em história da arte pela Ludwig-Maximilians-Universität, Munique, pós-graduada em Conservação de Pinturas de Cavalete pelo The Courtauld e PhD em tecnologia da arte pela Technische Universität München. Nomeações anteriores incluem Especialista de Pesquisa Sênior no Getty Conservation Institute, Los Angeles; conservador de pinturas na Tate, Londres, no Whitney Museum of American Art, Nova York, e na Menil Collection, Houston; e curadora associada da Pinakothek der Moderne, Munique. Ela recebeu vários subsídios e bolsas de pesquisa, mais recentemente da Fundação Getty (2021). Suas monografias, volumes editados e ensaios concentram-se em artistas e movimentos europeus, americanos e latino-americanos do pós-guerra e contemporâneos, e um livro a ser publicado examina o papel de ferramentas incomuns na prática global da pintura. Ludmilla Fonseca Caratinga, Minas Gerais, 1989. Vive e trabalha em São Paulo. é Curadora e pesquisadora. Mestranda em História e Crítica da Arte na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Formação complementar em Curadoria e Poéticas Expositivas pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Minas Gerais, pela qual foi bolsista convidada no Programa de Artes e Humanidades na Universidade Aarhus, na Dinamarca. Desenvolve projetos de curadoria e pesquisa, dentre os quais se destacam as exposições: “Raio-que-o-parta: Ficções do moderno no Brasil”, Sesc 24 de maio, São Paulo (2022), indicada ao prêmio ABCA na categoria de melhor exposição e projeto curatorial; “Vaivém” Centro Cultural Banco do Brasil nas unidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília (2019 a 2020), eleita como uma das dez melhores exposições de 2020 pelo Jornal O Globo; "Bestiário" no Centro Cultural São Paulo (2017) e “Dura lex sed lex”, parte da programação da Bienal Sur, Argentina (2017). Também trabalha com galerias e feiras de arte, com destaque para a curadoria da exposição coletiva "Nunca foi sorte", na Central Galeria, São Paulo (2022) e para os programas de visitação da SP Arte (2023) e ArPa - Feira de Arte (2022). Ana Prata - 1980, Sete Lagoas, MG. Vive e trabalha em São Paulo, SP. Utilizando-se de diferentes técnicas e escalas, Ana Prata desenvolve sua pesquisa em pintura, em um percurso de muita experimentação. Seus trabalhos são carregados de acontecimentos materiais e resultam em imagens vibrantes e inquietas. Transitam entre o humor, a interioridade e o espírito crítico. Graduada em Artes Plásticas pela Universidade de São Paulo, Ana Prata participou da 33a Bienal de São Paulo - Afinidades Afetivas, São Paulo, SP (2018), e realizou exposições individuais no Galpão das oficinas do Sesc Pompéia; Galeria Tobias Mueller Modern Art, Zurique, Suíça (2020); Galería Travesía Cuatro, Guadalajara, CDMX, México e Madrid, Espanha (2020, 2022); Galeria Isla Flotante, Buenos Aires , Argentina (2019, 2023); auroras, São Paulo, SP (2019); Biblioteca Mário de Andrade, São Paulo, SP (2018); Galeria Millan, São Paulo, SP (2014, 2017 e 2021); Pippy Houldsworth Gallery, Londres, Reino Unido (2016); Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP (2012); e Centro Cultural São Paulo, SP (2009), entre outras. Exposições coletivas incluem A burrice dos homens, Galeria Bergamin & Gomide, São Paulo, SP (2019); Ana Prata & Hamish Pearch, Kupfer Gallery, Londres, Reino Unido (2018); Os Desígnios da Arte Contemporânea no Brasil, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP; Troposphere, Beijing Minsheng Art Museum, Beijing, China (2017); A Luz que Vela o Corpo É a Mesma que Revela a Tela, Caixa Cultural, Rio de Janeiro, RJ (2017); O Espírito de Cada Época, Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, SP (2015); Festival Internacional de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil, São Paulo, SP (2011 e 2013); Lugar Nenhum, Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro, RJ (2013); e Os Primeiros Dez Anos, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP (2011). Em 2011, participou da residência artística Red Bull House of Art, em São Paulo, SP, e, em 2016, da Residency Unlimited, em Nova York, EUA.
PROJETO ARQUIVADO.