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PRONAC 238580Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Corpos plurais - Espaços criativos para a dança

ELIANA BATISTA OLIVEIRA 55141358615
Solicitado
R$ 466,2 mil
Aprovado
R$ 466,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 02/01/2024
    Início previsto
  3. 06/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 03/12/2026
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Nova Lima
Início
2024-01-02
Término
2026-12-03
Locais de realização (1)

Resumo

O projeto "Corpos plurais"propõe formação em dança, pensando numa linguagem inclusiva, onde no mesmo espaçotemos aconvivência entre jovens que buscam o mercado profissional da dança e jovens que veem na dança sua qualidade de vida, mitigando efeitos de transtornos mentais. O objeto central é a realização de oficinas de dança, mostra artística de encerramento do ciclo formativo, aberta ao público.

Sinopse

Sinopse: A dança é um modo de expressão corporal fundamental, sendo uma forma universal de expressão artística. Através dela as pessoas parecem sentir a necessidade natural de expressar seus sentimentos. A dança desenvolve e aperfeiçoa a destreza através do desenvolvimento das habilidades psico-motoras, modela o corpo em linhas harmônicas, desenvolve a disciplina, a paciência, a espontaneidade, a criatividade, o alcançar metas e o vencer desafios. Propicia o desenvolvimento da autoestima e da autoimagem ao possibilitar a correção dos vícios posturais, o desenvolvimento das habilidades motoras e da conscientização e aprimoramento do potencial de cada sujeito. O controle dos movimentos dão a noção de tempo, espaço, direção e limites. A sensação e a percepção ficam mais aguçadas e a entrega no ato de dançar ajuda a exercitar a humildade e a condução auxilia na liderança. O ensino da dança contém mais do que a técnica da dança e sua prática prepara o sujeito para a integração com o grupo, pois ensina a importância da disciplina, do trabalho individual para o andamento do trabalho em equipe.Além disso, o exercício físico é um grande aliado para a aprendizagem. Quanto maior for o estímulo do cérebro humano, maior será sua capacidade de retenção de memória. A atividade física promove a liberação de endorfinas, substâncias que geram sensação de prazer e relaxamento. Outro benefício promovido pela endorfina é a ativação do número de sinapses, redes de comunicação que permitem a interação entre células nervosas. Quanto mais sinapses, maior a velocidade do raciocínio, melhor é a capacidade de memorização e consequentemente, de se obter uma aprendizagem eficaz.Além de promover um amplo conhecimento em diversas artes, o que representa um enriquecimento cultural indubitável, a dança tem um poder terapêutico, uma propriedade especial de possibilitar o autoconhecimento, de promover intimidade consigo mesmo, um resgate de si na relação com o corpo, na relação com o grupo, na lida com as próprias dificuldades e limitações.. A Dança pode ter uma função inclusiva que não segrega pelo tipo físico, não aparta pelo diferencial de habilidades, e sim incentiva igualmente todos os alunos a descobrir seus talentos, a conhecer as possibilidades dos seus corpos e a respeitar as diferenças sejam elas físicas ou ideológicas.A Dança tem um papel fundamental no desenvolvimento da criança pela possibilidade de proporcionar a vivência de diferentes práticas corporais de forma lúdica e prazerosa. O ensino da dança possibilita a criança o conhecimento do próprio corpo, a descoberta de várias formas de se movimentar, de se expressar através da linguagem corporal, de interagir com outras pessoas e desenvolver suas capacidades físicas e intelectuais. Além disso, é um meio favorável, para que as crianças construam conceitos e ideias sobre o movimento e suas ações, fazendo dessa arte um meio de educação para formar pessoas conscientes e críticas.

Objetivos

Objetivo geral: · Criar infraestrutura e recursos para viabilizar o projeto "Corpos plurais", oficinas de formação em dança, espaço artístico para apresentação de processos criativos coreográficos. · Registrar em vídeo depoimento de 10 artistas e /ou professores de dança formadas pela artista Eliana Batista, o registro será editado no formato videoarte. Objetivos específicos: · Propiciar 100 vagas para formação em dança, como espaço de experimentação criativa. · Público alvo: Receber jovens que foram diagnosticados com transtornos de personalidade, deficiências intelectuais. · Público alvo: Receber jovens que veem na dança um caminho de profissionalização. · Gerar um registro sobre a história de Eliana Batista na dança, utilizando as várias biografias de bailarinos e bailarinas formados por ela. · Criar um espaço anual de apresentação de processos criativos em dança aberto ao público. · Disponibilizar os registros do processo formativo, bastidores da apresentação de encerramento de ciclo nas redes sociais. · Lançar e disponibilizar o videoarte nas plataformas digitais. · Gerar postos diretos e indiretos de trabalho Apresentação: "É necessário se espantar, se indignar e se contagiar, só assim é possível mudar a realidade". Nise da Silveira A abordagem sobre o corpo numa dimensão poética, nos parece adequada quando nos colocamos diante do desejo de falar do processo constante de estar em movimento, desta busca de expressar a nossa visão de mundo através da dança, numa perspectiva muito de resistência, de um corpo que também é político, onde "resistir significa liberar uma potência de vida que estava aprisionada ou ultrajada". (AGAMBEN, 2018. p. 59-60). A dança coloca o sujeito diante de seu próprio corpo, um diálogo íntimo que leva a conhecer limites, riscos, suscita emoções repousadas fruto das experiências vividas na troca com o outro, somos sujeitos históricos e personagens que trazem sua existência material, carnal, muscular, aberta a diversas formas plásticas de materialidade e à arte que as recria. Quando o corpo deixa de ser visto como uma entidade isolada, percebemos que ele é afetado e se deixa afetar pelos corpos em um campo e paisagem relacional, lhe conferindo lugar político e filosófico à sensibilidade e às emoções corporais, mas ainda mais importante, deixamos de o corpo, visto apenas como a representação de uma situação histórica, como uma metáfora elaborada para repensar determinada cultura, para destacar o sujeito que com seu corpo, se identifica com o mundo, se relaciona e se expressa através do movimento. São os corpos em cena. Dentro deste arcabouço conceitual, o projeto Corpos plurais, objetiva gerar espaços criativos que possibilitem dar ao corpo seu lugar de sujeito, de protagonista, despertando experiências sensoriais provocativas para a pesquisa de movimento. Ao suscitar emoções internas que ainda não foram externalizadas, dará ao sujeito, em primeiro lugar, caminhos de criação independente, para em seguida, fazer uma escolha de interpretar outras obras, sendo capaz de internalizar algo que lhe chega pronto, mas que ao ser dançado, é ressignificado com seu processo identitário. O Corpos plurais, é um caminho de diálogo entre a dança e psicanálise, a importância de compreender como nos relacionamos com o nosso próprio corpo, essa percepção necessária de reconhecer a pluralidade presente na maneira em que o bailarino escolhe se movimentar, desenhando no tempo e no espaço da cena, sua própria história contada em várias narrativas distintas, mas que carregam uma singularidade que é pungente, necessária e que garante a permanência de seguir dançando. Acolher no mesmo espaço criativo de dança, jovens que buscam na dança a sua profissão e jovens que na dança encontram superação, que vivem algum tipo de transtorno mental, intelectual. Assim, propomos trabalhar em duas frentes, formação de potenciais artísticos e difusão dos resultados deste processo. Na formação: Um processo contínuo de formação em dança, abarcando diversas linguagens da dança, como fontes agregadoras para um bailarino (a) que se propõe criar e interpretar. Serão abertas 100 vagas, 4 turmas de 25 alunos, com aulas de segunda a sexta, alternando entre as aulas práticas dentro das linguagens de dança e aulas teóricas que parte da história da dança. O público alvo são meninos e meninas, vulneráveis socialmente, acima de 14 anos, que buscam se profissionalizar em dança, e /ou, sofrem algum transtorno mental, intelectual. As aulas acontecerão dentro da comunidade onde eles residem e posteriormente no Espaço Eliana Batista, que leva o nome da bailarina, coreógrafa, professora de dança e educadora social, Eliana Batista. Uma carga horária de 40 horas mensais. Objetivo é traçar este caminho artístico criativo, pensando no lugar de origem, a estrutura social de cada aluno (a), suas percepções acerca da sua vida social, sonhos e projetos futuros, trabalhando este individuo que é emocional, racional e provocativo de suas narrativas. Em Cena: Espaços Criativos O encerramento do ciclo anual terá um espaço de apresentação de processos criativos em dança, um espaço de experimentação, improvisação, troca artística na cena e com o público, uma etapa necessária dentro do campo da saúde mental e também da profissionalização em dança. Os bailarinos e bailarinas em formação terão a oportunidade de conhecer coreógrafos reconhecidos na cena mineira e serem dirigidos por eles, a cada ciclo, dois coreógrafos serão convidados para esta experiência. Dança e memória: Biografias O mais comum nos registros audiovisuais de dança é contar a história do artista, uma autobiografia, sua trajetória, também queremos contar a história da bailarina, coreógrafa e educadora social Eliana Batista, mas a partir da fala de quem foi formado por ela. Contar a trajetória de bailarinos e bailarinas que tiveram a carreira atravessada pelo olhar desta artista que pensa a dança de forma muito particular. Segundo ela, "a dança desenvolve e aperfeiçoa a destreza através do desenvolvimento das habilidades psicomotoras, modela o corpo em linhas harmônicas, desenvolve a disciplina, a paciência, a espontaneidade, a criatividade, o alcançar metas e o vencer desafios. Propicia o desenvolvimento da autoestima e da autoimagem ao possibilitar a correção dos vícios posturais, o desenvolvimento das habilidades motoras e da conscientização e aprimoramento do potencial de cada sujeito. O ensino da dança contém mais do que a técnica da dança e sua prática prepara o sujeito para a integração com o mundo. A Dança pode ter uma função inclusiva que não segrega pelo tipo físico, não aparta pelo diferencial de habilidades, e sim incentiva igualmente todos os alunos a descobrir seus talentos, a conhecer as possibilidades dos seus corpos e a respeitar as diferenças sejam elas físicas ou ideológicas". Será produzido um videoarte a partir de vários depoimentos, um registro sensível, potente e poético, que vai trazer à tona falas de meninos e meninas, ora que se tornaram bailarinos profissionais, ora que foram transformados emocionalmente pela dança, biografias da dança, com duração de 15 a 30 minutos.

Justificativa

Justificativa cultural: "A dança se faz não apenas dançando, mas também pensando e sentindo: dançar é estar inteiro, mais do que uma maneira de exprimir-se por meio do movimento, a dança é um modo de existir." Klauss Vianna Quando pensamos em movimento, estamos pensando em vida, não há vida sem movimento. Neste sentido cabe perguntar; o que nos move? Quais as sensações provocadas pelas nossas emoções? É fato, existem mil maneiras de existir no mundo, e partimos do lugar de que a dança é uma delas. A ideia do projeto é experimentar a dança com toda sua subjetividade, permitir apropriar-se do seu corpo com sua história, emoções, superações. Um corpo atravessado pela trajetória individual e particular de cada um. A preocupação não está num primeiro momento com a extensão do movimento, onde meu braço ou perna alcançam, mas a intenção que o provoca. Um olhar para dentro de si, ser capaz de avaliar o quanto consegue partilhar com o outro, o quanto consegue externar e assim criar interações objetivas com o mundo externo ao corpo. Cientificamente, percebe-se que criar, seja em que área for, abrange a habilidade em usar o cérebro para alterar, renovar, recombinar os aspectos da vida. Implica em sentir o mundo com vitalidade e fazer um novo uso do que se percebeu. É expressar nossas vivências, sonhos, conforme os sentidos e descobrir novas formas segundo as quais uma sociedade pode ser construída. No processo criativo, a energia do inconsciente se liga a um arquétipo e o expressa numa linguagem simbólica. A arte é um canal para um nível não verbal de percepção que leva ao processo de individualização. Neste processo somos forçados a nos confrontar com diversas facetas de nosso íntimo que estão geralmente em conflito com nossas ideias e comportamento consciente. Na dinâmica da vida social, temos a tendência de evitar o convívio com o que desconhecemos, então se não consigo traduzir em libras, prefiro transferir para outra pessoa o diálogo, há uma resistência com as diferenças. Ao dançar, o canal de comunicação passa a ser o corpo, neste espaço de trocas criativas, a verbalização das sensações não é pela oralidade, por isso é um espaço plural, democrático, diverso. A intenção em colocar pessoas com transtornos mentais ou deficiências intelectuais e pessoas que não vivem este universo, para dançar juntos, é a possibilidade real de reorganizar nossa forma de pensar, agir e se comunicar, a vida social fica mais fluida, humanizamos os processos de interação social. E notem, dissemos pessoas que não vivem este universo, significa que em algum momento da vida esta pode ser a realidade vivida por qualquer um de nós. O projeto oferece aulas de dança, com carga horária suficiente para criar noções básicas dentro deste campo de conhecimento e minimamente construir perspectivas para processos de criação em dança, que pode ser usado como caminho profissional ou pessoal. Assim, ao final de cada ciclo será possível gerar um resultado no formato de espetáculo, que será produzido e aberto ao público. A segunda frente é o registro audiovisual, é importante captar as sensações e sentimentos das pessoas que tiveram suas vidas transformadas pela dança, não importando se profissionalmente ou pessoalmente, mas como dançar ressignifica o olhar pra si mesmo, de cuidado e amor com seu próprio corpo, gerando saúde física e mental. Sobre Eliana Batista Eliana Batista é ex bailarina da Cia de Dança SESI Minas, professora de dança, coreógrafa e educadora social. Graduada em psicologia pela Faculdade de Ciências Humanas e Letras _ FAHL _ do Centro Universitário Newton Paiva e especialista em Clínica Psicanalítica na Atualidade pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, tendo como principal foco das suas pesquisas: Os efeitos da dança/educação na construção do sujeito. O Espaço Eliana Batista é dirigido por Eliana Batista. Além da sua formação em dança, ela é graduada em psicologia e especialista em clínica psicanalítica na atualidade. Foi bailarina na Cia de Dança SESI Minas e em sua formação estudou com os mais renomados mestres do ballet clássico, ballet moderno, dança contemporânea e jazz dance. Há mais de 30 anos atua como professora de ballet clássico e jazz, trabalhando em algumas das mais conceituadas escolas de dança de BH. Por quase 10 anos atuou na ONG Corpo Cidadão do Grupo Corpo, onde foi coordenadora da equipe de dança e idealizadora do Grupo de Formação do GED (Grupo Experimental de Dança). Com seu trabalho contribuiu ativamente para a formação profissional de bailarinos e professores de dança. Participou como bailarina, coreógrafa, oficineira e jurada de diversos eventos de dança no Brasil. Profissional reconhecida na área da dança, já recebeu diversos reconhecimentos como: Coreógrafa Revelação, Melhor Coreógrafa e Melhor Grupo. Acredita que o ensino da dança deve atender aos alunos que procuram a dança pelos inúmeros benefícios que a mesma propicia e também para aqueles que tenham como meta a profissionalização. A metodologia que utiliza valoriza a dança como ferramenta educativa, de desenvolvimento humano e tem o objetivo de seguir as normas acadêmicas do rigor técnico, mas de forma que os elementos da dança sejam trabalhados em um processo criativo, de maneira prazerosa e com envolvimento, contribuindo assim para o bem-estar, desenvolvimento pessoal, cognitivo, social e artístico das (os) alunas (os). Atualmente dirige o Espaço Eliana Batista, espaço de dança e saúde e como psicóloga coordena as oficinas de Expressão e Movimento no Hospital Espírita André Luiz _ referência no tratamento de pessoas com sofrimento mental e drogadição. Seguindo orientações da Instrução normativa 2023 , segue abaixo os incisos em que a proposta se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Produto principal : Curso / Oficina / Estágio Acessibilidade no aspecto arquitetônico: o espaço possui rampas, barras de apoio, banheiros adaptados. Acessiblidade no aspecto da deficiência visual: Audiodescrição por parte do profissional que está ministrando a aula, placas indicativas nos espaços. Acessibilidade no aspecto da deficiência auditiva: Tradução em libras em todas as ações do projeto. Acessibilidade no aspecto da deficiência intelectual: Protetores de ouvido caso necessário, profissional experiente em lidar com sindrome de down e autismo. Produto secundário: Vídeo Acessibilidade no aspecto arquitetônico: o espaço possui rampas, barras de apoio, banheiros adaptados, para os espaços de gravação. Acessiblidade no aspecto da deficiência visual: Audiodescrição por parte do profissional que está ministrando a aula, placas indicativas nos espaços. Acessibilidade no aspecto da deficiência auditiva: Tradução em libras em todas as ações do projeto. Acessibilidade no aspecto da deficiência intelectual: Protetores de ouvido caso necessário, profissional experiente em lidar com sindrome de down e autismo. Produto secundário : espetáculo de artes cênicas Acessibilidade no aspecto arquitetônico: o espaço possui rampas, barras de apoio, banheiros adaptados. Acessiblidade no aspecto da deficiência visual: Audiodescrição por parte do profissional que está ministrando a aula, placas indicativas nos espaços. Acessibilidade no aspecto da deficiência auditiva: Tradução em libras em todas as ações do projeto. Acessibilidade no aspecto da deficiência intelectual: Protetores de ouvido caso necessário, profissional experiente em lidar com sindrome de down e autismo.

Democratização do acesso

O projeto é gratuito, portanto, não cabe contrapartida social, mas para ampliarmos o acesso ao projeto, estamos propondo as seguintes ações: 1. Disponibilizar na internet registros em vídeo e fotos do processo, com depoimentos e aulas. 2. Palestra em escolas públicas da comunidade, para falar sobre Arte e Psicanálise, como novas práticas educativas usando a arte podem fortalecer o ensino aprendizagem. Serão 5 escolas escolhidas. 3. Na mostra e festival de encerramento do ano, as escolas que receberam a palestra serão convidadas a estar conosco para apreciar o resultado dos alunos e alunas do projeto. O que estamos propondo está em conformidade com a IN 2023 conforme citado abaixo. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Art. 28. IN nº 01/2023. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; No projeto todo processo é registrado, o cotidiano das crianças e adolescentes dentro das aulas, entrega dos uniformes, depoimentos, que serão editados e disponibilizados nas nossas redes sociais. A segunda ação, que será uma novidade, é o transporte para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, percebemos que temos alunos com famílias nesta situação.

Ficha técnica

Eliana Batista ( Direção artística e geral , professora de dança) Eliana Batista é ex bailarina da Cia de Dança Sesiminas, professora de dança, coreógrafa e educadora social. Graduada em psicologia pela Faculdade de Ciências Humanas e Letras – FAHL – do Centro Universitário Newton Paiva e especialista em Clínica Psicanalítica na Atualidade pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, tendo como principal foco das suas pesquisas: Os efeitos da dança/educação na construção do sujeito. Iniciou seus estudos de dança em 1983 tendo como principais escolas: CEFAR – Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes) e o Ballet Cristina. Em sua formação estudou com os mais renomados professores e coreógrafos nas modalidades: ballet clássico, dança moderna, dança contemporânea, jazz (em todas as suas vertentes) e ao longo dos anos vem desenvolvendo sua própria metodologia de ensino. Lecionou em algumas das mais conceituadas escolas de dança de BH como o Ballet Cristina Helena, Escola de Dança do Teatro Sesiminas, Centro Artístico de Dança, Academia Toute Forme e Projeto Social do Grupo Corpo - Corpo Cidadão, contribuindo amplamente para a formação profissional de bailarinos e professores de dança. Participou como bailarina, coreógrafa, oficineira e jurada de diversos eventos de dança no Brasil. Como coreógrafa recebeu reconhecimentos como: Coreógrafa Revelação, Melhor Coreógrafa e Melhor Grupo. De 2002 a 2011 foi contratada pelo Sistema de Ensino Arquidiocesano. Durante este período implantou, estruturou e coordenou o curso de dança nas unidades: Colégio Santa Maria Nova Suíça, Colégio Santa Maria Coração Eucarístico e Colégio Santa Maria Pampulha. De 2005 a 2013 passou a atuar como educadora social, coordenadora da equipe de dança, coreógrafa e psicóloga no Projeto Sambalelê da ONG Corpo Cidadão do Grupo Corpo e atuando também no Projeto Querubins. Desde então busca os saberes da psicanálise com vistas a compreender e lidar com a diversidade de sintomas e situações na prática profissional que exigem novas formas de pensar e agir. Acredita que o ensino da dança deve atender aos alunos que procuram a dança pelos inúmeros benefícios que a mesma propicia e também para aqueles que tenham como meta a profissionalização. A metodologia que utiliza valoriza a dança como ferramenta educativa, de desenvolvimento humano e tem o objetivo de seguir as normas acadêmicas do rigor técnico, mas de forma que os elementos da dança sejam trabalhados em um processo criativo, de maneira prazerosa e com envolvimento, contribuindo assim para o bem- estar, desenvolvimento pessoal, cognitivo, social e artístico das (os) alunas (os). Atualmente dirige o Espaço Eliana Batista, espaço de dança e saúde e como psicóloga coordena as oficinas de Expressão e Movimento no Hospital Espírita André Luiz – referência no tratamento de pessoas com sofrimetno mental e drogadição. Principais Experiências Profissionais: Empresa: Espaço Eliana Batista Período: Desde 2020 Atribuições assumidas: Diretora e professora de dança (ballet e jazz)CoreógrafaDireção artística Empresa: Hospital Espírita André LuizPeríodo: Desde 2018 Atribuições assumidas:psicóloga Psicóloga responsavel pela Oficinas de Expressão e Movimento Empresa: Ballet Cristina Helena / Espaço Expressão Belvedere Período: Desde 2002 a 2019Atribuições assumidas: Coordenadora e professora de jazzCoreógrafaDireção artística Empresa: Corpo CidadãoEducadora Social e Psicóloga do Projeto Sambalelê da ONG Corpo Cidadão do Grupo Corpo. O projeto tem como objetivo promover oportunidades educativas e de desenvolvimento humano através da arte-educação. Atende crianças e jovens de baixa renda em situação de vulnerabilidade pessoal e/ou social atuando em vilas e periferias de Belo Horizonte. Período: De 2005 a 2013 Atribuições assumidas: Idealizadora e coordenadora do Grupo de Formação de Monitores e Educadores de Dança.Orientadora da equipe de dança.Coreógrafa do Grupo Experimental de Dança, juntamente com Rodrigo Pederneiras.Ensaiadora das coreografias de Rodrigo Pederneiras.Professora de ballet clássico e dança contemporânea nas unidades. Empresa: Sistema de Ensino Arquidiocesano (PUC). Período: De 2002 a 2011Atribuições assumidas: Estruturação e coordenação do curso de dança nas unidades: Colégio Santa Maria Nova Suíça, Colégio Santa Maria Coração Eucarístico e Colégio Santa Maria Pampulha.Direção artística.Coordenação da equipe de dança.Professora de ballet clássico e jazz.Coreógrafa. Empresa: Centro Artístico de Dança Período: De 1995 até 2002 Atribuições assumidas:Coordenação.Professora de jazz e ballet clássico.Coreógrafa. Empresa: Academia Toute Forme Período: De 1995 até 2002 Atribuições assumidas:Professora de Jazz.Coreógrafa. Empresa: Escola de Dança do Centro de Cultura Nansen Araújo – Teatro Sesiminas em parceria com o Ballet Cristina HelenaPeríodo: 1990 a 1994 Atribuições assumidas: Professora de jazz e ballet clássico.Ensaiadora. Formação em Dança – Principais Cursos: Coreografia: Professora Doutora Myrian Evelyse Mariani, na Universidade Federal de Minas Gerais.Jazz e suas linhas: Silvana F. do Nascimento, Eusébio Lobo, Maria Adriana Gonçalves, Thaís Tavares Diniz, Cristina Helena, Caio Nunes, Regina Sauer , Vilma Vernon, Sérgio Berto, Andréa Barbosa, Edy Wilson, Roseli Rodrigues, Andrea Sposito, Priscila Ribeiro, Brice Mousset e Roberta Fontana.Ballet Clássico: Cristina Helena, Ilara Lopes (Metodologia R.A.D.), Ofélia Gonçalez (Metodologia Cubana), Pablo Moret (Metodologia Cubana), Ramon Moreno (Metodologia Cubana), Reynaldo Muniz (Metodologia do Ensino da Escola Cubana e Técnica de Aula de Ponta), Vera Aragão (Metodologia de Ballet Clássico Intermediário e Avançado), Márcio Rongetti, Luis Arrieta.Dança Moderno: Patricia Avellar Zol, Lúcia Ferreira, Regina Sauer (Técnica Lexter Horton) e Ruben Terranova, Roberta Fontana, Luis Arrieta.Dança Contemporânea: Cristina Helena, Margareth Assis, Thais Tavares Diniz, Ivonice Satie, Osman Kelili, Miriam Druwe, Anselmo Zolla, Paulo Babrek.Mat Pilates para Dançarinos: Adriano Bittar.Psicomotrocidade: Paula Viana VazEnsino da Dança: Isabel MarquesFormação de Educadores Sociais: Tião RochaMétodos de Ensino de Dança Criativa: Paulo Baêta.Técnicas de Improvisação: Ana Maria Fernandes.Eutonia: Míriam Dascha.Ecologia do Corpo: Salvador Inácio da Silva.Street Dance: Kleber Santos.Noções Básicas de Iluminação: Heron Loreto e Domingos Quitiliano. Cursos, Participações na Área de Arte/Educação: Seminário: “É assim, inventa-se todo dia...”. Realização: Corpo CidadãoApresentação do texto de Eliana Batista: “Grupo de Formação de Monitores e Educadores de Dança – Uma Experiência em Construção” Período: 16 e 17 de julho de 2011 “Encontro com a Educação” Ministrado por: Isabel Marques Período: 23 de junho de 2006 Duração: 08 horas Formação de Educadores SociaisCentro Popular de Cultura e Desenvolvimento Ministrado por: Tião Rocha Período: 04 a 29 de julho de 2005 Duração: 130 horas Formação Acadêmica: Psicóloga Especialização: Clínica Psicanalítica na Atualidade: Contribuições de Freud e Lacan Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Mês/Ano de Conclusão: 11/07/2015 Monografia apresentada como trabalho de conclusão de curso, como requisito parcial para obtenção de título de Especialista: PSICANÁLISE E OFICINAS DE DANÇA - O Corpo e a Dança: Considerações sobre a particularidade do sujeito. Graduação: Psicologia Faculdade de Ciências Humanas e Letras – FAHL – do Centro Universitário Newton Paiva. Mês/Ano de Conclusão: Novembro de 2006 Monografia apresentada como trabalho de conclusão de curso, como requisito parcial para obtenção de título de Psícologo: O CORPO NA PSICOSE: Quando não se tem a ilusão de um corpo unificado.Orientadora: Graciela Bessa. Estágios Supervisionados e Práticas Clínicas: Oficinas Terapêuticas.Local: Hospital Espírita André Luis. Período: Atual Práticas Clínicas em Instituições de Saúde. Local: Hospital da Baleia.Período: 2º semestre de 2014 e 1º semestre de 2015.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Belo Horizonte Minas Gerais