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Lucas & Orquestra dos Prazeres Completam 10 anos de atividade e celebram aniversário com o show comemorativo, Abariká - Festa dos Ritmos. O concerto percussivo tem como proposta exaltar a exuberância dos ritmos brasileiros em sua diversidade sonora, explorando timbres e células para apontar um futuro ancestral de novas possibilidades. O pulsar das ondas percussivas. A revolução do tambor. A proposta prevê a circulação do Show da Orquestra por 7 cidades brasileiras. Em cada cidade será oferecida duas oficinas formativas como ações de contrapartida.
A B A R I K À - Festa dos ritmos, é um concerto percussivo tem como proposta exaltar a exuberância dos ritmos brasileiros em sua diversidade sonora, explorando timbres e células.Lucas & Orquestra Dos Prazeres, nasceu do desejo de lançar um novo olhar para a Percussão brasileira, buscar, nas sonoridades, caminhos para traçar novos rumos estéticos. A Orquestra reúne várias linguagens e ritmos promovendo um grande intercâmbio de caráter sociocultural, arte educativo e profissionalizante, evidenciando o universo indígena e afro-diaspórico na sua pluralidade, colocando os Tambores como protagonistas de sua própria história.Sua formação e distribuição de palco contempla a variedade de instrumentos percussivos divididos em vozes e naipes que dialogam entre si, sob a batuta e regência do maestro da percussão, Lucas dos Prazeres.Com arranjos excêntricos e irreverentes, os concertos de Lucas & Orquestra Dos Prazeres propõe um passeio por um Brasil ancestral patrimônio histórico e artístico, destacando, valorizando e perpetuando as nossas raízes, numa verdadeira celebração da música.Na orquestra, que leva o sobrenome da família, o número de talentos é generoso. Várias gerações convivem, criam e participam de cada detalhe do espetáculo. Em constante movimentação no centro do palco, está Lucas, que canta, dança, interage e tenciona os limitesentre a percussão e seu corpo. Tudo está integrado, nada se apresenta de forma solitária."O primeiro instrumento é a voz, o melhor instrumento é o corpo, todas as vezes que eu vou criar para para a percussão, eu começo dançando”, diz Lucas dos Prazeres.
Objetivo Geral: Promover a expansão da música brasileira percussiva, dentro do circuito de música nacional e internacional. Fomentar o fazer cultural dos profissionais negros, principalmente os oriundos das comunidades e periferias, autônomos, responsáveis por sua renda familiar. Contribuir para democratização do acesso à cultura, formação e multiplicação dos saberes. Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Objetivo Específico: - Realizar 1 apresentação do show Abariká na cidade do Rio de Janeiro; - Realizar 1 apresentação do show Abariká na cidade de São Paulo; - Realizar 1 apresentação do show Abariká na cidade de Recife; - Realizar 1 apresentação do show Abariká na cidade de Florianópolis; - Realizar 1 apresentação do show Abariká na cidade de Salvador; - Realizar 1 apresentação do show Abariká na cidade de Brasília; - Realizar 1 apresentação do show Abariká na cidade de Fortaleza; - Impactar diretamente cerca de 3000 pessoas entre profissionais, público e alunos de intuições públicas; - Gerar cerca de 70 postos de trabalhos diretos e 200 indiretos. - Despertar, no público, o gosto pela música percussiva; - Valorizar as narrativas culturais genuinamente brasileiras; - Democratizar o acesso à produtos culturais; - Dar prioridade a uma ficha técnica diversa;
NARRATIVAS ANCESTRAIS E MULTIPLICAÇÃO DE SABERES O diferencial desse projeto, para além de sua relevância, está em sua equipe. Composta por artistas negros e nordestinos e por maestro que vem de uma família de artistas que há gerações cultuam e transmitem saberes ancestrais. Um quilombo cultural que resiste e insiste na multiplicação de nossas narrativas. Divulgar nossa cultura popular firma nossa identidade enquanto povo. Saber de onde viemos, nossa música, nossos ritmos, nossas danças e nossos personagens nos mostram de forma lúdica o caminhar da nossa história. Construir conhecimento a partir de elementos do Brasil faz com que possamos nos reconhecer como cidadãos. Faz com que tenhamos orgulho de nossas raízes e traz força para uma afirmação cultural, além de fortalecer o ser para uma construção positiva da sociedade. A música percussiva no Brasil sempre esteve em uma posição coadjuvante, como acompanhamento, presente em todos os gêneros musicais, porém, raramente visto como protagonista, fato esse, fruto de um modelo colonizador de exploração cultural, em um país eminentemente percussivo. A percussão na música popular foi reinventada no Brasil nos anos 60, até então, o modelo cubano era quem dominava, introduzido nos anos quarenta pelas Big Bands e grupos de Jazz. Por volta de 1967 nomes como Airton Moreira, em São Paulo e Naná Vasconcelos em Recife, pela primeira vez na história, acrescentaram e introduziram novos instrumentos percussivos no mercado da música, abrasileirando o show business, de modo que até a década de 80, se uniram a eles nomes como Paulinho da Costa, Djalma Correia e Laudir de Oliveira, para compor um time de percussionistas brasileiros que revolucionaram a percussão na música americana e europeia. A percussão brasileira virou uma Grife, das mais requisitadas, pelos maiores nomes do jazz e da música pop. No entanto, sem o devido incentivo e sem a difusão necessária deste segmento no Brasil, a música percussiva deixou de ter visibilidade, e à medida que esses artistas foram parando de atuar, sem o surgimento de uma nova geração, a percussão foi minguando no seu próprio país. Raras exceções como Marcos Suzano e Carlinhos Brown, contribuíram com o crescimento do segmento percussivo. Na verdade, a percussão se manteve viva foi mesmo a partir da atuação dos coletivos e grupos percussivos da nossa cultura tradicional, servido de suporte, inspiração e modelagem para as bandas musicais, como é o caso do OLODUM na Bahia, MONOBLOCO, no Rio de Janeiro e a NAÇÃO ZUMBI em Pernambuco. Diante da ameaça de extinção de vários do nossos saberes tradicionais, da invisibilização e apagamento da verdadeira história do nosso país, Lucas dos Prazeres e a Orquestra dos prazeres trazem para a cena percussiva, muito mais que um espetáculo, Abariká é o portal para um futuro ancestral de um Brasil patrimônio vivo através da oralidade dos tambores. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de música
Produto Principal: - 1 apresentação do show Abariká na cidade do Rio de Janeiro; - 1 apresentação do show Abariká na cidade de São Paulo; - 1 apresentação do show Abariká na cidade de Recife; - 1 apresentação do show Abariká na cidade de Florianópolis; - 1 apresentação do show Abariká na cidade de Salvador; - 1 apresentação do show Abariká na cidade de Brasília; - 1 apresentação do show Abariká na cidade de Fortaleza. Produto Secundário: - 2 Oficinas Formativas na cidade do Rio de Janeiro; - 2 Oficinas Formativas na cidade de São Paulo; - 2 Oficinas Formativas na cidade de Recife; - 2 Oficinas Formativas na cidade de Florianópolis; - 2 Oficinas Formativas na cidade de Salvador; - 2 Oficinas Formativas na cidade de Brasília; - 2 Oficinas Formativas na cidade de Fortaleza.
ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão priorizados locais que possuem condições de acessibilidade, ou seja, rampas de acesso, elevadores, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e com deficiência ao espaço. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilidade de Audiodescrição para um dia de apresentação em cada cidade ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Disponibilidade de intérprete de Libras para um dia de apresentação em cada cidade
Como ação de contrapartida social, serão oferecidos dois ensaios abertos e, como ação de democratização de acesso, duas oficinas formativas. Além das ações previstas o projeto se compromete, art. 28 da IN nº 04/2023, a: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Rafael Lydio (Direção de Produção - Remuneração do Proponente) Diretor da Paragogí Cultural, Rafael Lydio é produtor e gestor cultural com mais de 10 anos de experiência. Formado pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e pós-graduado em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo SENAC SP, possui em seu currículo produções de segmentos artísticos diversos, como festivais de música, dança, exposições, documentários, espetáculos musicais e teatro. Como produtor da Sarau Agência de Cultura Brasileira trabalhou com espetáculos recordistas em premiações, dentre eles os musicais Gonzagão - A Lenda, Ópera do Malandro, Auê, Suassuna - O auto do reino do sol, Musical Elza e Jacksons do Pandeiro. Fez parte de grandes produções como o Rock in Rio 2013, Jornada Mundial da Juventude 2013, Festival Villa-Lobos e TOCA. Produziu ainda a experiência intercênica Meu filho só anda um pouco mais lento, com direção de Rodrigo Portella. Lucas dos Prazeres (Direção Artística e Maestro) Lucas dos Prazeres, oriundo de uma comunidade artisticamente muito rica, o Morro da Conceição, zona norte de Recife, onde a diversidade de expressões culturais convive harmoniosamente, o que lhe deu a maestria de ocupar regiões estéticas ainda pouco exploradas e, por vezes, até inexploradas, no mercado fonográfico e da produção cultural. Percussionista, bailarino, cantor, compositor, atuando em projetos simultâneos nas áreas de música, televisão, teatro e dança, Lucas é o criador e maestro da Orquestra Dos Prazeres, grupo percussivo de caráter, sobretudo político, que traz a Percussão como centro do espetáculo evidenciando o universo afro-indígena na sua pluralidade e olhar disruptivo. Carolina Villas Boas (Gestão Financeira) Carolina Villas Boas é produtora e gestora cultural formada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com passagem pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, em Lisboa, e especialista em prestação de contas e gestão financeira de projetos culturais. Possui mais de 10 anos de experiência no acompanhamento de projetos aprovados nas diversas leis de incentivo (federal, estaduais e municipais) e editais. Tem em seu currículo projetos de diversos segmentos artísticos, como exposições de arte, mostras de cinema, documentário, festival de música e espetáculos musicais, além de ter sido responsável pela prestação de contas dos projetos da produtora Sarau Cultura Brasileira, de 2013 a 2020. Atualmente ocupa a coordenação Financeira e de Leis de incentivo da Sarau. Daniel Barboza (Coordenador de Comunicação) Daniel Barboza é graduado em Publicidade e Propaganda pelo Instituto Infnet. Atua como produtor de comunicação, programador visual, social media e fotógrafo. Transita tanto na produção de comunicação de projetos de grande porte, como projetos independentes e de cunho social. Produz conteúdo com ênfase nas mídias sociais e desenvolve soluções de comunicação para produtos culturais.Enquanto fotógrafo desenvolveu o seu olhar em paralelo à sua pesquisa do corpo voltado para as artes cênicas e hoje tem uma sólida e consistente trajetória com a fotografia de palco, especificamente espetáculos de teatro e dança.Destacam-se em seu portfólio trabalhos desenvolvidos para Sarau Cultura Brasileira (produção de comunicação), Cia Barca do Corações Partidos (produção de comunicação e registro fotográfico dos espetáculos: “Auê”, “Suassuna - o Auto do Reino do Sol”, “Macunaíma - uma rapsódia musical” e “Jacksons do Pandeiro”), Pagu Produções (registro fotográfico do espetáculo “Iago”), Cia Les Trois Clés (produção de comunicação e registro fotográfico do espetáculo: “A Gigantea”), Sesc Paraty (registro fotográfico de eventos, cursos e oficinas), Emú Produções (produção de comunicação e registro fotográfico do espetáculo “Mercedes” e programação visual.
PROJETO ARQUIVADO.