Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 238714Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Lagamar - Conexões Afro-ameríndias Litoral Sul

ASSOCIACAO PONTO DE CULTURA POVOS DA MATA ATLANTICA
Solicitado
R$ 493,7 mil
Aprovado
R$ 493,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Cananéia
Início
2024-01-01
Término

Resumo

Partindo dos conhecimentos seculares dos Povos da Mata Atlântica, o Festival Lagamar _ Conexões Afro-ameríndias Litoral Sul tem o objetivo de promover o encontro e a livre interação entre público, artistas populares convidados e mestras e mestres de comunidades tradicionais e de povos indígenas que vivem no Território Cultural da Mata Atlântica. O nome "Lagamar" homenageia o território que abriga um dos maiores e mais importantes pedaços de Mata Atlântica ainda preservados do planeta. Espalhada ao longo de três dias, a programação contempla uma ampla diversidade de atividades destacando-se: cortejo, rodas de prosa, vivências, mostra de filmes e documentários, exposição de arte, bailes e shows musicais, feira de economia solidária e roteiros de turismo de experiência.Visando a promover a ampliação do alcance e a democratização ao acesso público ocorrerá a distribuição gratuita de parte dos ingressos para integrantes de comunidades tradicionais e de aldeias indígenas locais.

Sinopse

Partindo dos conhecimentos seculares dos Povos da Mata Atlântica, o Festival Lagamar – Conexões Afro-ameríndias Litoral Sul tem o objetivo de promover o encontro e a livre interação entre público, artistas populares convidados e mestras e mestres de comunidades tradicionais e de povos indígenas que vivem no Território Cultural da Mata Atlântica. O nome “Lagamar” homenageia o território que abriga um dos maiores e mais importantes pedaços de Mata Atlântica ainda preservados do planeta. Espalhada ao longo de três dias, a programação contempla uma ampla diversidade de atividades destacando-se: cortejo, rodas de prosa, vivências, mostra de filmes e documentários, exposição de arte, bailes e shows musicais, feira de economia solidária e roteiros de turismo de experiência. Nomes como Mestre Lumumba (in memoriam), Nilton Junior e Coco Pajé, 3 Almas, Turi Vimba, grupo cultural nascido na Comunidade Quilombola do Cafundó, Girafulô, Fandango Vida Feliz, Coral Guarani M’Bya M’Borai Nhembojera, Forró das Minas, Cica Sound System, Nativos da Ilha, Maracatu Mar de Kaiala e DJ Rica estão entre as atrações artísticas e musicais que já passaram pelo festival. Visando a promover a ampliação do alcance, a democratização ao acesso e a fruição de bens, produtos e serviços culturais às camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais ocorre a distribuição gratuita de parte dos ingressos do festival para moradoras e moradores da região do Lagamar, em especial para residentes e integrantes de comunidades tradicionais e de aldeias indígenas locais. Espera-se que a realização da terceira edição do festival torne-o referência local entre os municípios paulistas e paranaenses que compõem a região conhecida como Lagamar, uma vez que as administrações municipais, em sua maioria, não conseguem se desprender dos modelos convencionais de eventos voltados a atender o turismo de massa e que se repetem em várias cidades.

Objetivos

O festival tem o objetivo de romover o encontro e a livre interação entre público, artistas populares convidados e mestras e mestres de comunidades tradicionais e de povos indígenas que vivem no Território Cultural da Mata Atlântica. De forma geral, o festival foi pensado para atender e contemplar diretamente Mestras e Mestres da Cultura Popular que vivem em comunidades de baixa renda e/ou que habitam regiões com grande importância para a preservação dos patrimônios histórico, cultural e ambiental, em especial habitantes de comunidades indígenas, caiçaras, quilombolas e caboclas. Assim, podemos listar os principais objetivos específicos e benefícios qualitativos e impactos positivos gerados da seguinte forma: fortalecimento dos vínculos sociais comunitários e a identidade cultural; colaboração para a manutenção e/ou formação da consciência cidadã participativa; estreitamento das relações humanas e interpessoais entre diferentes gerações; reconhecimento, valorização e disseminação do conhecimento tradicional de Mestras e Mestres da Cultura Popular; promoção do respeito aos direitos de grupos sociais excluídos do modelo de desenvolvimento econômico; disseminação de ideias, conceitos e ações ligadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS); disseminação de boas práticas de consumo responsável e economia solidária; colaboração ativa no processo de formação artística interdisciplinar através da participação presencial de crianças, adolescentes e jovens nas atividades previstas na programação; potencialização e incremento de propostas de geração de renda por meio do turismo responsável e sustentável; qualificação de mão de obra (produção artesanal, musical, audiovisual entre outros); e geração de emprego e renda (direta e indireta) na cadeia produtiva de eventos, turismo e cultura nos municípios envolvidos.

Justificativa

As regiões mais preservadas do bioma Mata Atlântica tiveram seus territórios culturais recortados por mosaicos de Unidades de Conservação Ambiental que foram criados a partir da década de 1960. Essas políticas públicas restringiram as atividades ancestrais que povos tradicionais e originários realizavam cotidianamente colocando-os em situação de risco e de vulnerabilidade cultural e social. Historicamente povoada por diferentes etnias indígenas, a ocupação moderna do Vale do Ribeira teve início no século XVI com a fundação das vilas de Cananeia e Iguape pelas expedições colonizadoras portuguesas. Essas cidades receberam as primeiras levas de africanos escravizados chegadas ao país e tornaram-se a principal mão de obra na região. Por conta disso, ainda hoje encontramos uma grande diversidade étnico cultural que se destaca numa rica identidade regional expressada por comunidades tradicionais caiçaras, quilombolas, caboclas, ribeirinhas e indígenas. De forma geral, essas comunidades constituem pequenos núcleos familiares que se formaram através das gerações, apresentando um modo de vida baseado na alternância entre a pesca e a agricultura, que estreitaram seus laços com o local e proporcionaram uma identidade forte e única. Os saberes tradicionais são passados de forma horizontal, ou seja, de geração para geração, ou através dos chamados "antigos", pessoas mais velhas em idade, os quais possuem um grande conhecimento sobre a pesca artesanal, os ciclos naturais da floresta, as fases da lua, o uso de plantas medicinais, as técnicas artesanais de caça e de construção, entre outros conhecimentos tão raros nas sociedades modernas. Nesta relação, afloram muitos outros aspectos tradicionais como a música, a religião, o artesanato, a culinária, as histórias e as lendas, o manejo do solo e a agricultura, entre outros. Socioeconomicamente, a região do Vale do Ribeira apresenta características singulares, como os mais baixos índices de desenvolvimento humano, menor densidade demográfica e urbanização do Estado de São Paulo. Essas características são atribuídas a diversos fatores, tais como a dificuldade de acesso à região, às condições naturais e geográficas adversas (relevo montanhoso), e justamente a presença de diversas Unidades de Conservação, fator elementar para a conservação da natureza sem dúvida, mas que restringiu o desenvolvimento de algumas atividades das comunidades tradicionais que vivem nessas regiões. Fazendo um recorte específico relacionado às comunidades tradicionais e povos indígenas podemos afirmar que devido a sua localização geográfica sobreposta ao Mosaico de Unidades de Conservação do Lagamar toda e qualquer prática socioeconômica deve submeter-se à legislação ambiental colocando-as numa posição de vulnerabilidade e risco socioambiental. O crescimento desordenado do turismo e a intensa especulação imobiliária também colocam em risco o seu modo de vida, sendo esse um dos principais fatores operantes de mudanças na sua dinâmica sociocultural. Práticas tradicionais como a pesca artesanal e, principalmente, a agricultura familiar, passam a ter uma importância secundária conforme as atividades ligadas ao turismo de massa tendem a crescer. A perda da identidade cultural através da migração para outras atividades econômicas não tradicionais também ocorre justamente por conta das restrições impostas pelas rígidas leis ambientais, que regulamentam o uso das terras e águas da região. Alijados dos direitos de uso de suas terras e águas, grande parte dessas comunidades migrou para áreas urbanas do município e também para periferias e centros urbanos de grandes cidades, destacando-se a ida para as cidades de Curitiba e de São Paulo. A desestruturação social causada pela transformação de territórios indígenas, caiçaras e quilombolas em Unidades de Conservação de Uso Integral, ou seja, aquelas que admitem apenas o uso indireto dos seus recursos naturais, fez com que boa parte dos processos naturais de transmissão de saberes e fazeres se interrompesse em todo o município. Por outro lado, felizmente, os processos naturais de resistência e de resiliência também ocorreram fazendo com que, mesmo diante dessas imensas dificuldades, ainda hoje se perceba a intensa ligação com as mais variadas atividades de pesca artesanal e a contínua dinâmica de produção e transmissão cultural nas comunidades que permaneceram e/ou retornaram aos seus locais de origem. Também ocorreu a ocupação de novos territórios, caso mais evidente na migração dos povos Guarani M’Bya que chegaram (retornaram) à região na década de 90. Por conta disso, alguns núcleos comunitários ainda vivem em forte isolamento dos centros urbanos, produzindo a grande maioria dos bens necessários para a sua sobrevivência e reprodução sociocultural. Atualmente, o Governo do Estado de São Paulo vem impulsionando ações de curto, médio e longo prazo para o desenvolvimento econômico e social do Vale do Ribeira, o Vale do Futuro. Acreditamos que ações como essa, na área de valorização das culturas tradicionais, também devem ser impulsionadas como forma de salvaguardar todos os conhecimentos, práticas, saberes, ofícios, modos de fazer, celebrações e demais formas de expressão da rica cultura presente nesta região. Pensando em formas de colaborar para enfrentamento deste problema social, revitalizamos à partir de 2020, o programa Vivendo Arte e Cultura que tem o objetivo de colaborar com a integração de crianças, adolescentes, jovens e adultos com o meio onde vivem buscando formas de fortalecer sua identidade cultural e de valorizar suas raízes ancestrais. Isso acontece através de ações interdisciplinares na área das artes integradas, sempre buscando nas diferentes linguagens artísticas meios para auxiliar na construção de valores e relações sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências que contribuam para a participação de todos na edificação de sociedades sustentáveis, garantindo assim, a valorização e a transmissão dos saberes relacionados ao Patrimônio Cultural Imaterial dos Povos da Mata Atlântica. De forma geral, nossas estratégias de ação valorizam as reais necessidades das comunidades tradicionais e aldeias indígenas, as quais são diagnosticadas direta e presencialmente através da convivência cotidiana e da nossa inserção no ritmo das comunidades. Assim, a principal especificidade do programa reside basicamente no forte vínculo cooperativo que estabelecemos com diferentes atores sociais e também no apoio efetivo que eles dão a nossas ações. Paralelamente, entendemos que o turismo responsável também está inserido nesse programa porque podemos cocriar roteiros turísticos diretamente relacionados a eventos culturais ou aos modos de vida e manifestações culturais das comunidades tradicionais e povos indígenas locais possibilitando a geração de empregos e renda diretamente para estes atores sociais. Espera-se que a realização da terceira edição do festival torne-o referência local entre os municípios paulistas e paranaenses que compõem a região conhecida como Lagamar, uma vez que as administrações municipais, em sua maioria, não conseguem se desprender dos modelos convencionais de eventos voltados a atender o turismo de massa e que se repetem em várias cidades, o que acaba quase sempre desvalorizando e inviabilizando a importância da cultura tradicional local. Um exemplo disto, são os repetidos festivais musicais de ritmos norte-americanos como o blues e o jazz. Contrapondo este modelo, o Festival Lagamar _ Conexões Afro-ameríndias Litoral Sul parte dos conhecimentos ancestrais seculares dos Povos da Mata Atlântica visando a promover o encontro e a livre interação entre público e artistas populares convidados com diferentes atores sociais, lideranças e Mestras e Mestres de comunidades tradicionais e de povos indígenas que vivem no Território Cultural da Mata Atlântica.

Estratégia de execução

PERFIL DO PÚBLICO-ALVO O festival tem como principal público-alvo artistas populares contemporâneos, Mestras e Mestres de comunidades tradicionais e Lideranças de Povos Indígenas da etnia Guarani M’Bya que vivem no Território da Mata Atlântica. Paralelamente, pretendemos atender e/ou contemplar crianças, adolescentes e jovens que vivem em comunidades tradicionais e aldeias indígenas, bem como, Estudantes e Educadoras(es) da Rede Pública de Ensino. De forma geral, esperamos atender ainda, moradoras e moradores de comunidades de baixa renda que habitam regiões com grande importância para a preservação do patrimônio histórico, cultural e ambiental, em especial habitantes de comunidades indígenas, caiçaras, quilombolas e caboclas e rurais. Finalmente, prevemos o atendimento direto de moradoras e moradores de cidades vizinhas (localizadas até 100 km de distância), bem como, de veranistas e turistas oriundos de cidades relativamente próximas que frequentam a região ao longo de todo o ano, a saber: Curitiba, São Paulo, Sorocaba, Santos, entre outras. EXPECTATIVA DE QUANTIDADE DE PÚBLICO Estima-se o atendimento presencial de cerca de 100 (cem) pessoas a cada dia do evento, totalizando aproximadamente 400 (quatrocentas) pessoas ao todo. Com a transmissão online prevemos um público aproximado de 1.500 (mil e quinhentas) pessoas.

Especificação técnica

Ao longo de 04 (quatro) dias, teremos uma programação que contempla toda diversidade artística e cultural local dos Povos da Mata Atlântica, a saber: 1) Cortejo pelas ruas das comunidades integrando as diferentes manifestações culturais presentes numa grande celebração em respeito aos conhecimentos tradicionais e aos saberes e fazeres ancestrais relacionados ao mar, as matas e a toda pujante natureza local. Duração prevista: entre 60 e 120 minutos; 2) Rodas de prosa para relatos e trocas de experiências entre Artistas Populares Contemporâneos e Mestras e Mestras da Cultura Popular dando-se ênfase a temas ligados às culturas tradicionais, povos indígenas, patrimônio cultural imaterial, saberes e fazeres ancestrais, identidade e território cultural e sustentabilidade em seus três eixos (ambiental, social e econômico). Duração prevista: 60 a 90 minutos; 3) Oficinas, cursos e vivências para livre compartilhamento de experiências e transmissão de saberes, fazeres e conhecimentos tradicionais relacionados aos Povos da Mata Atlântica. Duração prevista: 4 a 8 horas cada atividade; 4) Circuito de Trilhas em áreas naturais de Mata Atlântica visando a promover ações de educação patrimonial relacionadas às áreas de meio ambiente e patrimônio cultural imaterial, onde guias locais mostrarão seus conhecimentos relacionados à plantas medicinais e de uso tradicional diverso no cotidiano caiçara, quilombola e indígena. Duração prevista: 60 a 120 minutos; 5) Mostra de filmes e documentários sobre culturas tradicionais, povos indígenas, patrimônio cultural imaterial e saberes e fazeres ancestrais produzidos por coletivos locais e convidados. Duração prevista: 20 a 120 minutos; 6) Exposição de arte e cultura sobre temas diversos relacionados aos saberes ancestrais e as culturas tradicionais, em especial ao Fandango Caiçara e a cultura Guarani M’Bya. Duração prevista: exibição permanente; 7) Bailes e shows musicais ao final de cada dia de trabalho teremos uma festa para celebrar e relembrar como as coisas aconteciam no “tempos dos antigos”, como dizem os detentores dos saberes relacionados à cultura tradicional caiçara. Duração prevista: 60 a 90 minutos por espetáculo musical; 8) Feira Livre para troca, venda ou compra de produtos sociais produzidos nas comunidades participantes visando a promover e a valorizar as iniciativas de economia solidária e comércio justo existentes no território. Duração prevista: exibição permanente; 9) Turismo cultural em comunidades tradicionais e aldeias indígenas visando a promover o intercâmbio cultural de forma a valorizar os saberes e fazeres tradicionais e também as iniciativas de turismo responsável de base comunitária existentes no território. Duração prevista: 4 a 8 horas por roteiro.

Acessibilidade

O plano de garantia de acessibilidade terá como objetivo principal buscar meios para oferecer e garantir aos participantes total acesso e fruição das ações e atividades propostas por pessoas com deficiência em suas múltiplas especificidades. Para tanto, confirmaremos a parceria com o negócio social Attitude e Inclusão que atua para a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade e que atuará diretamente no planejamento e desenvolvimento específicos de estratégias e ações visando a promoção da acessibilidade arquitetônica, atitudinal, comunicacional, digital e pedagógica em todas as etapas de realização do projeto. Com isso, esperamos promover a ampliação do alcance, a democratização ao acesso e a fruição de bens, produtos e serviços culturais não só ao público alvo e beneficiárias/os desta proposta, mas também às camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio, ocupação, entre outros. Prevemos ainda, à destinação mínima de 10% (dez por cento) do valor captado para o plano de garantia de acessibilidade, visando à atender ao disposto na Lei Estadual nº 13.146, de julho de 2015 e Decreto Estadual nº 11.525, de 11 de maio de 2023, Capítulo VIII, art. 14.

Democratização do acesso

O plano de democratização ao acesso prevê a gratuidade para moradoras e moradores de comunidades tradicionais e de aldeias indígenas locais em todas as atividades previstas na programação. Com isso, esperamos promover a ampliação do alcance, a democratização ao acesso e a fruição de bens, produtos e serviços culturais não só ao público alvo e beneficiárias/os desta proposta, mas também às camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio, ocupação, entre outros. Para atingir tal meta, propomos em nosso plano de comunicação social a produção de diversos conteúdos de divulgação que serão apresentados nos mais variados meios de comunicação (local e regional), bem como, em espaços físicos de grande circulação de público. Importante citar, que daremos especial atenção ao atendimento e inserção participativa de atores sociais das comunidades tradicionais e povos indígenas, convidando-os inclusive, para participarem expondo e/ou comercializando sua produção artesanal, cultural e artística e/ou ministrando oficinas, cursos ou atividades educacionais.

Ficha técnica

A equipe técnica responsável por todas as etapas do projeto é formada por profissionais que integram o grupo de gestoras(es), produtoras(es) e educadoras(es) do Ponto de Cultura Povos da Mata Atlântica. Fabio Quirino Teixeira CPF: 132.192.488-70 Função: Produtor Cultural Fernando Oliveira Silva CPF: 126.101.858-39 Função: Produtor Executivo Silvana Maria Guerreiro CPF: 303.313.418-16 Função: Produtora Executiva (Operações e Finanças)

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Ilha Comprida São Paulo