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O projeto INDÍGENAS DO PARANÁ visa a publicação de um livro de fotografias em preto e branco a partir da pesquisa em comunidades indigenas de sete diferentes regiões do estado do Paraná através de retratos e o dia a dia. A fotógrafa Vilma Slomp esteve fotografando na comunidade indígena da etnia Kaingang em Ivaí em 1980 para reportagem da revista quinzenal QUEM; desde então, com este acervo ela vai retornar verificando as diferenças e estabelecendo a partir deste trajeto o universo contemporâneo das áreas indígenas. O livro de fotografias conterá 3 textos a serem elaborados: da autora, texto da pesquisa do antropólogo/pedagogo Florencio Rekayg Fernandes da etnia Kaigang e texto crítico/reflexivo do jornalista e escritor Laurentino.
Produto princípal - LIVRO Trata-se da impressão de um livro de fotografias em preto e branco com 228 páginas, capa dura no tamanho 29 cm x 23 cm com aproximadamente 160 imagens algumas já captadas e em acervo da autora e outras a serem produzidas durante a execução do projeto nas diferentes comunidades indígenas do Paraná. O livro de fotografias conterá textos sobre a obra, da autora Vilma Slomp, texto do escritor Laurentino Gomes e texto do indigena e antropólogo/pedagogo Florencio Rekayg Fernandes. Todos os textos terão a versão nas línguas em ingles, kaigang e guarani. O livro INDIGENAS DO PARANÁ atenderá todas as faixas etárias Produto secundário (contrapartida social) - PALESTRA Serão realizadas duas palestras relatando todo processo da realização para a captação das imagens e também contando sobre as experiências vividas nas comunidades indígenas do Paraná. Também as etapas para a realização do livro de fotografias. As duas palestras sobre os INDIGENAS DO PARANÁ atenderão todas as faixas etárias As palestras terão as traduções em libras e serão realizadas no Museu Paranaense, local de amplo acesso a portadores de necessidades especiais e totalmente gratuitas.
OBJETIVO GERAL O objetivo principal desse projeto será para a impressão de um livro de fotografias em preto e branco com a finalidade de mostrar ao publico a importância e a relevância dos povos originários no estado do Paraná na atualidade e sua história através das fotografias e dos textos pesquisados revelando a situação das comunidades com suas diferenças. OBJETIVO ESPECÍFICO O produto principal livro Indígenas do Paraná será impresso com cerca de 160 fotografias editadas a partir das fotos realizadas em 1980 na reserva Kaikang em Ivaí e com novas fotografias a serem realizadas durante este projeto nas principais reservas indígenas das etnias Kaingang, Guarani e 6 remanescentes indigenas Xetá que acordo com a Funai. Com texto de apresentação de Vilma Slomp relatando o processo de execução da obra; texto do antropólogo/pedagogo Florencio Rekayg Fernandes, que é indigena kaigang será realizada pesquisa com a atualização das fotografias nas comunidades e também respectivos mapa; texto sobre a obra fotografica do escritor/jornalista Laurentino Gomes. Serão impressos 1.500 exemplares, no tamanho 29 X 23, com 228 páginas, capa dura, com versão em inglês, versão Kaingang e versão Guarani, impressos no processo FULLBLACK que proporciona maior qualidade na impressão preto e branco de fotografia. O produto secundario (contrapartida social) serão duas palestras gratuitas em local a ser definido relatando todo o processo da realização da obra fotografica nas principais comunidades indígenas em viagens pelo interior do estado do Paraná com amplo acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e também com a tradução em libras.
O uso da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental e muito importante para possibilitar a realização deste projeto viabilizando a captação dos recursos pretendidos junto as mais diversas empresas do país. De acordo com a Funai, no estado do Paraná existem aproximadamente 16.860 indígenas habitando 95.264,30 hectares de terra. Esta área esta distribuída em 17 terras abrigando as etnias Kaingang, Guarani e 6 remanescentes da etnia Xetá. O projeto Indígenas do Paraná tem como justificativa resgatar o modo de vida, a autenticidade e a cultura dos povos indígenas do Estado do Paraná, propiciando assim a população em geral um maior conhecimento e aprofundamento sobre as populações indígenas.Será fundamental documentar as diferenças entre as etnias Kaingang, Guarani e Xetá e a situação de cada Reserva indígena. Vilma Slomp irá viajar num roteiro elaborado com responsaveis da Funai que vai autorizar junto com as diferentes pessoas responsáveis como assistentes de cada comunidade em diferentes regiões de norte a sul, leste e oeste e no centro do estado. Também terá a colaboração do antropólogo e pedagogo Florencio Rekayg Fernandes que é profundo conhecedor da própria história e vivencia/experiencia pessoal pelo fato de ser indígena. Terá o texto do escritor Laurentino Gomes comentando sobre a importância da pesquisa e das fotografias desta obra inédita. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos alcançados segundo o do Art. 3º: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização eaperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
O projeto fotográfico INDÍGENAS DO PARANÁ necessitará de deslocamentos aéreo e automóvel para as sete comunidades indígenas do Paraná para a realização da extensa documentação fotográfica. Para isso está previsto o deslocamento da autora Vilma Slomp e de seu asistente de fotografia Miguel Antonio Gonçalves para as comunidades indígenas no interior paranaense sendo que esses deslocamentos englobarão: A - passagens aéreas B - hospedagem C - guia indígena autorizado da FUNAI dentro das sete comunidades D - locação de automóvel A - vinte passagens aéreas ( duas pessoas/ida e volta ) para as cinco cidades próximas das comunidades indígenas, verificar no ítem número 12 da planilha orçamentária seção produção do produto livro nos trechos: 1- Curitiba >Londrina Londrina > Curitiba 2- Curitiba > Cascavel Cascavel > Curitiba 3- Curitiba > Fóz do Iguaçu Foz do Iguaçú > Curitiba 4- Curitiba > Maringá Maringa > Curitiba 5- Curitiba > Palmas Palmas > Curitiba B - 80 hospedagens com alimentação, (duas pessoas) verificar ítem número 09 da planilha orçamentária seção produção do produto livro. A autora e assistente ficarão entre 5 a 7 dias em cada uma das sete regiões para poder realizar o trabalho fotográfico junto as comunidades indígenas. C - 40 diarias para o Guia da FUNAI . verificar número 07 da planilha orçamentária seção produção do produto livro é protocolo da Funai ter guia para conduzir dentro da comunidade a autora e assistente fazendo as apresentações aos lideres comunitários, verificar número 07 da planilha orçamentária seção produção do produto livro D - Locação de automóvel (para 40 dias) para deslocamentos até estas comunidades, verificar ítem numero 11 da planilha orçamentária seção produção do produto livro. Nenhuma comunidade indigena esta situada em cidades. Será necessario alugar veiculo e se deslocar até cada reserva onde serão recebidos por guia da etnia, indicado pela Funai de Curitiba. Após a chegada nas cidades como por exemplo Londrina será feito o deslocamento com automóvel locado para as comunidades indígenas de regiões próximas proporcionando uma maior mobilidade da autora e assistente. Roteiro das principais comunidades índigenas que serão visitadas/ fotografadas: Reserva indigena Ivai, Rio das Cobras, Trevo, Turv, Mangueirinha, Ortigueira, Palmas, Faxinal, Rio d'areia, São Jeronimo da Serra, Tomazina, Laranjinha, Cotinga, Sào Miguel do Iguaçú, Garaqueçaba e Antonina.
1 - Livro de fotografias Número de exemplares: 1.500 Tipo de impressão: Full Black Tamanho do livro: 29 cm x 23 cm Capa: Papél couche brilho 150 gramas com laminação soft touch, hot stamping Quantidade de páginas: 228 paginas com textos e fotografias a serem produzidas Folha de guarda: color plus escuro 180 gramas Papel Miolo: Eurobulk 150 gramas Papel textos: Eurobulk 150 gramas 2- palestras Serão realizadas duas palestras gratuitas com tradução em libras em local de amplo acesso a pessoas com necessidades especiais no Museu Paranaense.
1- Produto principal LIVRO: ASSESSIBILIDADE FÍSICA E CONTEÚDO: O produto principal do projeto Indigenas do Paraná será um livro de fotografias com o lançamento no Museu Paranense em Curitiba. O projeto pretende realizar a inclusão das pessoas com deficencias na totalização de suas atividades da seguinte maneira: O lançamento do livro será realizado no andar terreo do Museu Paranaense com total acesso as pessoas portadoras de necessidades especiais com banheiros, rampas, guias tateis. ASSESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Por se tratar de uma livro de fotografias não tem como realizar a inclusão de pessoas com deficencia visual mas poderão participar do lançamento do livro pois o Museu disponibiliza guias tateis e rampas de acesso. ASSESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Por se tratar de livro de fotografias não há atender este tipo de inclusão. 2- Poduto secundário (contrapartida social) PALESTRA: ASSESSIBILIDADE FÍSICA E CONTEÚDO: O produto secundário PALESTRA do projeto Indigenas do Paraná serão duas palestras gratuitas no auditório/sala no Museu Paranense em Curitiba em data a ser agendada, com amplo acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais. ASSESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Por se tratar de palestras não há atender este tipo de inclusão. ASSESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As palestras terão tradução em libras para a inclusão de pessoas com deficiencia auditiva.
No mercado editorial estima-se que um exemplar atinge no mínimo três leitores. Sendo assim, espera-se atingir com o livro Indígenas do Paraná,aproximadamente 4.500 leitores das mais diversas faixas etárias e faixas sociais. Vai promover educação de qualidade e inclusiva gerando oportunidade de aprendizagem pois o livro será distribuído em bibliotecas publicas e nas comunidade indígenas. Através desta obra a autora do projeto de livro de fotografias INDÍGENAS DO PARANÁ tem a intenção de divulgar a importância preservação da cultura e modo de vida das aldeias indígenas. Serão realizadas duas palestras como contrapartida social no Museu Paranaense com as informações e a projeção de imagens; terá a interação do publico para questionamentos e com tempo estimado de duas horas de duração e/ou o tempo poderá ser estendido, aberta a todas as faixas etárias, contará ainda com a tradução em libras. A democratização do acesso será a distribuição gratuita está assim dimensionada:150 exemplares para o Incentivador150 exemplares distribuídos em carater social e educativo a escolas e bibliotecas150 exemplares distribuídos em carater promocional para a imprensa, fotógrafos, galeristas, Centros Culturais, Escolas de Fotografia, Regionais de Cultura, Faróis do Saber, bibliotecas públicas e de escolas, 300 exemplares comercializados à 3% do salário mínimo vigente A medida de ampliação de acesso que será adotada no projeto, além das previstas no plano de distribuição conforme artigo 28 da IN no 01/2023: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Serão doados 150 exemplares distribuídos com carater social para as comunidades indígenas do Paraná.
Vilma Slomp - coordenadora e autora do projeto do livro de fotografias "Indígenas do Paraná" 1952, Paranavaí, Paraná, vive e trabalha em Curitiba, PR,1999-2000 Pós graduação História da Arte do Século XX, EMBAP PR. Desde 1968 estudou desenho e pintura, autodidata em fotografia,1975 Administração de Empresas, não atuou na profissão exercendo trabalho artístico em seu estúdio em Curitiba paralelo ao ofício da fotografia realizando sua primeira exposição individual em 1980 "Curitiba Central". Expôs individualmente em museus e galerias no Brasil e exterior: Pinacoteca SP, Museu de Arte de SP, Museu de Arte Moderna do RJ, Museu Oscar Niemeyer, Tepper Takayama Fine Arts, Boston, Cymroza Art Gallery, Mumbai e Lionel Wendt Gallery e Colombo, Sri Lanka. Suas obras estão em acervos de museus e instituições: Musée Français de La Photographie; International Center of Photography, Worcester Art Museum, MA, Danforth Museum of Art, Framingham, Fogg Art Museum/Harvard University Art Museum, Cambridge; Fidelity Investments, Boston; Instituto Cultural Itaú, SP; MAM SP; MASP, Coleção Pirelli; Museu Wilfredo Lan, Fototeca Cuba; Museu Afro Brasil, MAM, RJ, Coleção Joaquim Paiva e Museu da Fotografia Cidade de Curitiba;1998 recebeu o premio nacional, International Hasselblad, 50 anos; livros publicados: Curitiba Central, 2013; Vísceras em Vice Versa, 2006; Ilusão,2001; Dor, 1998 e Feliz Natal,1996. José Laurentino Gomes Escritor e jornalista - texto de apresentação Formação/Titulação: Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (turma de 1976), com pós-graduação em Administração pela Universidade de São Paulo. Atuação Profissional: Escritor de livros-reportagens sobre história do Brasil. É autor dos livros 1808, sobre a fuga da corte portuguesa de dom João para o Rio de Janeiro e eleito Melhor Ensaio de 2008 pela Academia Brasileira de Letras; 1822, sobre a Independência do Brasil; 1889, sobre a Proclamação da República; e da trilogia Escravidão”, além de O caminho do peregrino, em coautoria com Osmar Luduvico da Silva. Seus livros foram publicados também em Portugal, nos Estados Unidos e na China. Os dois últimos trabalhos realizados: “Escravidão” volumes I II e III (de uma trilogia) Principais realizações: No total, seus livros venderam, até meados de 2022, mais de três milhões de exemplares. Em virtude da repercussão de seu trabalho, foi apontado duas vezes pela revista Época como um dos cem brasileiros mais influentes do ano. É membro dos Institutos Histórico e Geográfico de São Paulo, do Estado da Paraíba e da cidade de Santos, membro honorário das Academias de Letras das cidades de Maringá, Sorocaba e Itu. Como jornalista, antes de iniciar a carreira como escritor, ganhou dois Prêmios Esso de Jornalismo e sete Prêmios Abril de Jornalismo. Recebeu os títulos de Cidadão Benemérito do Estado do Paraná e do Município de Maringá, e de Cidadão Honorário do Estado do Piauí e dos municípios de Itu (SP) e Paiçandu (PR). Foi condecorado com o Diploma de Colaborador Emérito do Exército Brasileiro (2009); Medalha do Mérito Tamandaré, da Marinha do Brasil (2010), Ordem Estadual do Pinheiro do Paraná (2011), Ordem Estadual do Mérito do Piauí (2010) e Medalha Mário de Andrade, do governo do Estado de São Paulo (2020). Prêmios recebidos e títulos: Ganhou sete vezes o prêmio Jabuti de Literatura, um dos mais importantes do Brasil, sendo quatro na categoria Melhor Livro Reportagem (2008, 2011, 2014 e 2020) e três como Melhor Livro do Ano na categoria Não-Ficção (2008, 2011 e 2020). O livro 1808 também foi apontado como Melhor Ensaio de 2008 pela Academia Brasileira de Letras. É membro titular da Academia Paranaense de Letras, cadeira de número dezoito. Rafael Slomp de Azevedo - design Gráfico do livro de fotografias Universidade Positivo, PR 2010, sócio gerente da empresa VOAR Com Editora Ltda desde 2009. Entre 2007-2008 IDDEHA trabalhou no Instituto Defesa dos Direitos Humanos, Curitiba; 2008-2009 Citizencrane Produções Artística Ltda, do cineasta e diretor Marcos Jorge e a produtora Claudia da Natividade em Curitiba entre 2011-2012; Acompanhamento projeto fotográfico Expedição Lagamar de Orlando Azevedo; em 2019 projeto gráfico livro Mestiço, Retrato do Brasil, finalista 62o prêmio Jabuti; 2017 projeto gráfico livro de fotografias históricas Augusto Weiss; 2017 projeto gráfico ivro de fotografias e textos do livro Bacia do Bichos; 2013 livro de fotografias e textos CURITIBA CENTRAL de Vilma Slomp; 2012 livro de fotografias e textos Expedição Lagamar do fotógrafo Orlando Azevedo; 2009 elaborou o vídeo ÁGUA BRASIL de Vilma Slomp e Décio Pignatari, V Bienal do Vento Sul apresentado no MAC PR .http://lattes.cnpq.br/5735982933256744 . https://www.behance.net/rafaelslomp/projects Miguel Antonio Gonçalves - assistente de fotografia/viagens e digitalização e tratamento de imagens, Formação de Assistente Administrativo Colégio Estadual PR, trabalha na área fotográfica desde 1995; Laboratorista preto e branco, Assistente de estúdio, Conservação de arquivos fotográficos, Montagem de exposições. Realizou tratamento de imagens dos livros: Essência, Rui Rocha; Mestiço, Orlando Azevedo; Curitiba Central de Vilma Slomp; Digitalização e tratamento para ampliações fotográficas exposição em 2022 Labirinto da Luz no Museu Oscar Niemeyer; 2017 Ruínas no Museu MUMA Curitiba e 2018 Marinhas, Portugal as 3 de Orlando Azevedo ; 2013 Curitiba Central de Vilma Slomp no MON. Mônica Ludvic - revisora de todos os textos 1995 Letras PUC; trabalha para principais catálogos para o Museu Oscar Niemeyer; agencias de publicidade:Petrobras,Volvo, Sundown Motos, RPC, Claro Celular, Banco do Brasil, Ministério da Saúde, TIM Celular, Prefeitura de Curitiba, Governo PR. Livros revisados:Minha Nova York, Didi Wagner;Guia Miami, Romero Brito;Como viajar com seus filhos sem enlouquecer, Patricia Papp; Raul Cruz, Sonhos; de Foca Cruz; A história da dor, Manoel Jacobsen Teixeira. Amarilis Okida Vieira - tradutora da lingua inglesa intérprete e revisora no para inglês-português, Universidade São Judas Tadeu; Pós-graduada em Língua inglesa, Universidade São Judas Tadeu; Especialista em English Composition, Duke University; Especialista em Craft Writing, San Jacinto College; Proficiência em língua inglesa, ECPE Michigan University. Florencio Rekayg Fernandes - pesquisa antropologica e a tradução da lingua Kaigang graduação em Pedagogia, especialização em gestão escolar, supervisão escolar e orientação educacional, mestrado em educação e doutorando em antropologia-UFPR atuação: Educação Escolar Indígena, Antropologia, Tribunal de Justiça do Paraná , Secretaria de Educação do Estado;Atuação Profissional: pedagogo -QPM- Colégio Estadual indígena prof Cândoca Tãnhprág Fidêncio – EFEM – Secretaria de Educação do EstadoSEED/PR, tradutor e intérprete pelo Tribunal de Justiça do Paraná, membro titular Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena MEC; Ministrante do curso de formação de professores da secretaria de educação no Colégio Estadual indígena prof Cândoca Tãnhprág Fidêncio EIFEM dias 21 e 22/07/22 . Autor dos livros: livro de memórias dos kaingang do Pr, autores : AriadneDall’cqua Ayres, Fernanda da Rocha Brando e Florencio Rekayg Fernandes. Faculdade de Filosofia, ciência e letras, 2022.p.68 fl ISBN-e 978-6588082-07-2; A lenda do fogo/Florencio Rekayg Fernandes. Ponta Grossa: Ed.UEPG-PROEX,2022. 36p; fl. ISBN:978-65-86-967-48-7 . Prêmio Reconhecimento de trajetória, Lei Federal 14.017/2020- Lei Aldir Blanc . Link: http://lattes.cnpq.br/4434056735265864 . ID Lattes: 4434056735265864 Jani jaxuka Veríssimo - tradução para o Guarani ensino médio completo, professora e acadêmica do curso de Licenciatura em Educação do Campo - UFFS-CAmpus Laranjeiras dos Sul
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.