Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realizar temporada do espetáculo teatral "O amor e seus fins" na cidade de São Paulo e circular por outras 5 capitais brasileiras, totalizando 36 aoresentações.
Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Depois de 16 anos de um casamento aparentemente feliz, uma mulher e um homem decidem se divorciar. Colocam o contrato na mesa, mas não conseguem assinar os papéis. Entendendo que o amor não foi suficiente para sustentar essa relação, começam um processo de desconstrução e rupturas. Conversam, dançam, brigam, riem e se humilham, num jogo angustiante de aproximações e distâncias. Tentam, assim, criar outras narrativas. E, ao fazer isso, vão percebendo que o casamento deles não é só deles. Dentro dessa sociedade burguesa, todos estão engendrados num sistema fracassado, mas ainda assim, seguem reproduzindo os mesmos padrões. Classificação Indicativa: 14 anos
Objetivo Geral O projeto "O amor e seus fins - Temporada e Circulação" tem como objetivo realizar uma temporada com 24 apresentações na cidade de São Paulo do espetáculo "O amor e seus fins", texto de Cris Wersom e direção de Fernanda Raquel, e circular por 5 capitais brasileiras (a saber: Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Porto Alegre e Belo Horizonte) totalizando mais 12 sessões com ampla abrangência geográfica. Objetivos específicos a) Produto "ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS" - Realizar 24 apresentações na cidade de São Paulo/SP, alcançando um público de aproximadamente 2.000 pessoas- Circular em 5 capitais brasileiras, visitando pelo menos 3 regiões diferentes- Realizar 12 apresentações durante esta circulação, alcançando um público de aproximadamente 1.000 pessoas b) Produto "CONTRAPARTIDA SOCIAL" - Realizar 3 palestras gratuitas com Cris Wersom para estudantes e professores de artes cênicas, para 100 participantes cada, alcançando um total de 300 pessoas.
Apresentado pela primeira vez ao público entre os meses de outubro e dezembro de 2022, o espetáculo "O amor e seus fins", texto original de Cris Wersom e direção de Fernanda Raquel, ficou em cartaz no teatro Galpão do Folias, na cidade de São Paulo, por 19 sessões. Ao final da primeira temporada, a sensação em toda a equipe foi a de que o projeto merecia mais apresentações, já que ainda havia interesse e demanda por parte do público. Ao mesmo tempo, ficou a vontade de circular com o espetáculo para outras cidades, visitando outros estados e encontrando novos públicos pelo Brasil afora. A realização de uma nova temporada de "O amor e seus fins" não só visa promover a cultura e proporcionar acesso à arte, mas também impulsionar a economia criativa e fortalecer a cadeia produtiva da cultura. Ao buscar o mecanismo de financiamento da Lei Rouanet, estaremos contribuindo para o desenvolvimento sustentável do setor, valorizando artistas e profissionais envolvidos, e fomentando o crescimento econômico de diferentes setores envolvidos em uma produção deste porte. Entendemos que o tema abordado na peça tem grande apelo pela identificação que gera em todos nós: a relação amorosa. Talvez o amor seja o afeto mais revolucionário, mas toda vez que tentamos dar uma forma a ele, nos encerramos num lugar conservador e de velhos hábitos. Como desconstruir tudo isso? A desconstrução é a força motriz de criação deste projeto. Em meio a fragmentos não lineares um casal vai contar a sua história, que é também a de muitos outros. Em meio a memórias, cartas, músicas, essas pessoas vão nos apresentar seus modos de ver e sentir o amor - reconhecendo o desmonte da ordem romântica, os debates sobre os papéis de gênero em tempos de feminismos emergentes e as performances reprodutoras ou subversivas desse sentimento que envolve tantas expectativas e frustrações. Acreditamos que por meio do patrocínio cultural conseguiremos os recursos financeiros necessários para apresentar novamente este espetáculo e fazê-lo chegar a novas plateias, visitando diferentes regiões do país e promovendo um intercâmbio cultural com o público de outros estados. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais.IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3o da Lei 8313/91: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Sobre “O amor e seus fins”: Ao iniciarmos nossas leituras e estudos sobre o amor e consequentemente sua ação amar, percebemos que existe algo nessa história que não é palpável ou tampouco, explicável. Ultrapassando todos os conceitos e também os (pré)conceitos, chegamos a alguns lugares interessantes. O primeiro deles é que é impossível amar verdadeiramente em uma sociedade capitalista. A partir do momento em que vejo o outro como alguém que eu quero dominar, a relação já está fadada ao fracasso. Essa dominação se dá em vários níveis e formas. Em todas elas há algo em comum, o patriarcado e sua fixação em transformar tudo que o vê pela frente em sua propriedade. Sim, isso é um fato. Mas então, se vivemos nesse contexto e carregamos essa herança cultural em todas as nossas relações, em menor ou maior grau, não seria correto afirmar que esse espetáculo seria uma constatação de algo (um trauma) já exposto? Sim e não. Partimos de um modelo de relação amorosa, mas pretendemos ultrapassá-lo, rompe-lo, questioná-lo. Procurar suas contradições sem nenhuma pretensão de ensinar algo ou dizer como se faz ou deveria ser feito. Em nosso espetáculo, um casal (hétero e burguês) se ama verdadeiramente, se relaciona verdadeiramente, se diverte verdadeiramente, porém, dentro desse modelo contratual que reproduz padrões normalizados. A dificuldade de se liberarem dessa estrutura acaba por dominá-los. Haveriam outras formas possíveis de viver uma história de amor? Não sabemos. Um segundo aspecto é que a idéia desse espetáculo nasce em um momento extremamente delicado em relação a afetividade; o estado de quarentena em que a cidade se viu envolvida. Durante muito tempo estivemos (e neste momento da escrita do projeto, ainda estamos) reinventando formas de amar, seja pelo excesso ou pela ausência de intimidade. O terceiro, e mais importante é: Como dar forma a essa história de uma maneira nova e por que? É preciso não sucumbir a repetição. Não no sentido de criar novidades a todo custo, mas identificar onde estão os nós a fim de não repeti-los eternamente. Nosso espetáculo propõe o jogo dos atores como elemento primeiro da construção das cenas, um jogo que seja verdadeiro, com e para o outro e isso inclui o jogo com a plateia. Somente assim podemos chegar a algum lugar ou relação que ultrapasse qualquer modelo pré determinado. Escolhemos para isso um teatro que não seja uma grande sala de espetáculo, mas um espaço simples e que possamos além de alcançar um grande número de espectadores de várias classes sociais, nos relacionar em um mesmo plano. Estamos falando sobretudo de afeto e de horizontalidade, em suas formas e conteúdos, sem isso, pouco avançaremos nesta nova ordem “pós pandêmica".
Temporada "O amor e seus fins": São Paulo/SP - 24 apresentações Rio de Janeiro/RJ - 4 apresentações Belo Horizonte/MG - 2 apresentações Brasília/DF - 2 apresentações Salvador/BA - 2 apresentações Porto Alegre/SP - 2 apresentações Total: 36 apresentações Apresentações em teatros de pequeno porte/intimistas para aproximadamente 100 pessoas. Locais ainda indefinidos Duração: 60 min Classificação indicativa: 14 anos. Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL Palestra com Cris Wersom e Rodrigo Scarpelli sobre processos criativos na dramaturgia, relatando a experiência na criação do texto original de "O amor e seus fins". Duração: 90 min Classificação indicativa: Livre.
A) Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade Física: as apresentações acontecerão em espaços fechados (teatros ou espaços similares) que ofereçam banheiros adaptados, rampas de acesso, espaço para cadeirantes. · Item da planilha orçamentária: locação de teatro Acessibilidade para PcD Auditivos: intérprete de libras. · Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. Acessibilidade para PcD Intelectuais: abafador de som/ruído infantil e adulto; poltronas preferenciais (com prioridade de entrada nos teatros/espaços). · Item da planilha orçamentária: material de consumo (protetor auditivo). B) Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: as palestras acontecerão em espaços fechados (teatros, salas, escolas ou espaços similares/alternativos) que ofereçam banheiros adaptados, rampas de acesso, espaço para cadeirantes. · Itens da planilha orçamentária: custo administrativo (locação de espaço para palestra, exceto quando acontecer dentro das Instituições Públicas de Ensino). Acessibilidade para PcD Visuais: exposição oral. · Itens da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para PcD Auditivos: intérprete de libras. · Itens da planilha orçamentária: intérprete de libras. Acessibilidade para PcD Intelectuais: abafador de som/ruído infantil e adulto. · Item da planilha orçamentária: material de consumo (protetor auditivo).
De acordo com o art. 28 da IN nº 01/2023, adotaremos as seguintes medidas de democratização do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal -> Ao final da temporada, o registro do espetáculo na íntegra será disponibilizado gratuitamente no youtube. V- garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
A proponente "Cristiane Wersom Produções Artísticas" realizará as funções remuneradas de "Coordenação Geral" e "Atriz", recebendo os cachês correspondentes à atriz Cristiane Wersom. FICHA TÉCNICA Direção - Fernanda Raquel Elenco - Cristiane Wersom Elenco - Rodrigo Scarpelli Simões Direção Musical - Guilherme Calzavara Cenografia - Simone Mina Iluminação - Aline Santini Figurino - Ozenir Ancelmo CURRÍCULOS Fernanda Raquel Atriz e produtora formada pela Escola de Arte Dramática da USP. Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, com pesquisa focada nas artes do corpo. Bacharel em Ciências Sociais pela Unicamp. Autora do livro "Corpo Artista - estratégias de politização", Ed. Annablume/Fapesp (2011), além de artigos publicados em revistas da área de Artes Cênicas. Foi idealizadora, ao lado de Victor Nóvoa e Helena Cardoso, do projeto Insones (PROAC 01/2017), atuando como atriz e produtora da peça. Foi proponente do projeto Nós, os outros ilesos, dramaturgia de Toshiki Okada e direção de Carolina Mendonça (PROAC 01/2016). Como atriz seus principais trabalhos foram: Valparaíso um esboço, Ato sem Palavras I; Amor e Restos Humanos; A Ópera do Malandro; além do espetáculo infantil Yuuki!!! O Pequeno Samurai. Integra o grupo As Meninas do Conto desde 2010 e em 2012 recebeu o prêmio APCA de melhor atriz de teatro infantil com todo o elenco de Bruxas, bruxas... e mais bruxas!. No ano de 2006 passou temporada de estudos no Japão, com mestres como Yoshito Ohno e Akira Kasai, além de colaborar com o grupo Gekidan Kaitaisha. Atuou como professora de corpo e improvisação na UNESP (2018), e na disciplina Dramaturgia e Encenação no curso de Artes do Corpo da PUC/SP (2020). Integra o corpo docente do curso Tecnico em Atuação da Academia Internacional de Cinema e da especialização em Técnica Klauss Vianna, da PUC/SP, onde também orienta projetos de monografia. Cris Wersom Atriz e roteirista. Formada em 2006 pela EAD (Escola de Arte Dramática) USP. Dentre alguns trabalhos do teatro, destacam-se: Bosque Soturno dirigida por Otávio Martins, Segunda Okê com direção de Márcio Macena e texto de Cris Wersom, Na Cama, de Julio Rojas e direção de Renato Andrade, La Estupidez com direção de Otávio Martins, Mulheres Ácidas, com texto de Cris Wersom e direção de Cristiane Paoli Quito, dentre outros. Também participou de espetáculos como convidada ao longo de anos como o Improvável e Noite de improviso. Foi co-fundadora do grupo As Olívias onde viajou o Brasil todo com os espetáculos As Olívias Palitam, Riso Nervoso e Mulheres com X. Na TV atualmente é apresentadora do programa A Culpa é da Carlota, no Comedy Central. Também trabalhou como atriz em É tudo improviso na Band, Olívias na TV no Multishow, Mal me quer na Warner, Hard na HBO, dentre outros. No cinema trabalhou em Gostosas, Lindas e Sexies, direção de Ernani Nunes e Cabras da Peste de Vitor Brandt (ainda sem data de estreia). Como roteirista está atualmente contratada pelo Netflix. Antes disso, trabalhou por 2 anos na Globo no núcleo de humor. É roteirista de Homens, de Fábio Porchat e de A culpa é do Cabral, ambos no Comedy Central. Rodrigo Scarpelli É ator formado pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP) e também Bacharel em Teatro pela Escola Superior de Artes Celia Helena (ESCH). Entre seus trabalhos em teatro destacam-se: “As mãos sujas”; “Marta, Rosa e João”; “Ala de criados”,“Solidão”; “Querô, uma reportagem maldita”; “Folias Galileu”, “Cabaré da Santa”;“Noel Rosa, o poeta da Vila e seus amores”; “Nunzio”,“Macbeth”; “Troilo e Cressida”; “ KD EU?”, entre outros. Atualmente é colaborador do Grupo Folias. Como diretor, dirigiu os seguintes espetáculos: “Histórias Banais”; “O moço que casou com mulher braba”; “A Familia Gillbert apresenta : O pé da árvore de natal”; “Nossas cidades invisíveis”; “Treta no jardim” e “A paixão segundo Clarice Lispector”. No cinema estreou em março de 2017 “Um filme de cinema”, com roteiro e direção de Thiago Mendonça. Na TV, participou de series como “Vida de Estagiário”, “Olivias na TV”, “Alice”, “O negócio” e “PSI”. Como Orientador de Artes Cênicas ministrou inúmeras oficinas e workshops, foi professor de teatro no Conservatorio Dramatico e Musical de Tatui, na Casa do Teatro (Célia Helena), orientou grupos de trabalho na SP Escola de Teatro e também no Projeto Teatro Vocacional da Prefeitura Municipal de SP. Atualmente é Professor de Teatro e Contador de Historias no IADHEC Guilherme Calzavara Ator, cantor, compositor, multi instrumentista e produtor musical. Seu último espetáculo foi como ator e músico em "Roda Viva" de Chico Buarque, com direção de Zé Celso. Protagonizando como O ANJO, no Teatro Oficina 2018/19. Como ator e músico no espetáculo "Uísque e Vergonha" de Juliana Frank, direção de Nelson Baskerville com a protagonista Alessandra Negrini, 2019. Recentemente (2019) foi diretor musical e compositor das canções da livre adaptação de Horácios e Curiácios de Bertold Brecht, com "Os Uns y Os Outros" pela CIA livre, com direção de Cibele Forjaz, foi também diretor musical de "As Mãos Sujas" de Jean Paul Sartre. Dir: José Fernando Peixoto (Sesc Ipiranga), atuou e dirigiu a música dos espetáculos "Dostoiévski Trip", de Vladmir Sorókin com direção de Cibele Forjaz (Mundana Companhia e Cia Livre) e “Na Selva Das Cidades” de Bertold Brecht pela Mundana Companhia como ator e diretor musical em 2014-2018. Produziu a música da exposição e espetáculo "A Máquina do Mundo" direção Laura Vinci no SESC Pinheiros, 2018 e a instalação Zé Celso no Itaú Cultural, em 2009. Baterista e trompetista dos artistas, Druques, Lia Paris, Juliana Kehl, Tulipa Ruiz, Adriano Salhab, Letícia Coura, Celso Sim, Orquestra Sinfônica de Bragança Paulista, entre outros projetos. Em 2008 fundou com Marcos Leite Till a dupla eletrônica Tigre Dente de Sabre, Prêmio PIB de banda revelação. Simone Mina Diretora de arte, cenógrafa e estilista. Professora-pesquisadora da área de Arte, Cultura e Moda da Faculdade Santa Marcelina|SP. Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie. Realiza direção de arte, cenografia e figurinos para a Cia. Livre de Teatro, desde 1999. Desenvolveu projeto expositivo para "LIVING THEATRE, PRESENTE!" (2017), exposição sobre o grupo do teatro experimental norte-americano, no SESC Consolação/SP. Ainda no teatro destacam-se os projetos que realiza cenografia e figurinos: "Uma lei chamada Mulher" (2020); Eu de Você" (2019); "Insônia" (2019); "Por favor, venha voando" (2019); "A última peça"(2018); "PornoTeoBrasil" (2019); "Estava em minha casa e esperava que a chuva chegasse" (2018); "Maiakovski, a plenos pulmões" (2017); "Agora eu vou ficar bonita"(2015); "Cine Monstro" (2014); "As Três Velhas" (2010); "Finnegans Ueinzz" (2009); "Kastelo" (2009); "Rainhas –Duas Atrizes em Busca de um Coração" (2008). Desde 2011 é diretora de arte dos projetos de Zélia Duncan. Participa da 8ª, 9ª e 15ª Quadrienal de Cenografia, Figurino e Arquitetura Cênica da Republica Checa, em Praga, em 1999, 2003 e 2015, representando o Brasil ao lado de outros cenógrafos. Em 2020, recebe o Prêmio Shell por "Insônia – Titus Andronicus|Macbeth", sendo indicada outras vezes e também premiada pelo trabalho de pesquisa em "VemVai – O caminho dos Mortos”. Aline Santini Graduada em Artes Visuais e Pós Graduada em Lighting Design na Faculdade Belas Artes em 2016. Estudou com o fotógrafo Carlos Moreira e foi assistente do iluminador Wagner Pinto e Gerald Thomas. Trabalha com iluminação há 19 anos e realizou trabalhos com grandes diretores, companhias, artistas de teatro, dança, performance e artes visuais em São Paulo e também executa projetos de iluminação para exposições. Atua como performer e cria instalações visuais. Indicada quatro vezes ao prêmio Shell e vencedora do prêmio Denilto Gomes no ano 2017 com o espetáculo de dança SHINE. Indicada duas vezes ao prêmio APCA de dança. Em 2019 foi uma das artistas selecionadas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga. Ministra oficinas de iluminação cênica em Oficinas Culturais, Sesc e SP Escola de Teatro. Participou de festivais nacionais e internacionais de teatro e dança na Alemanha, Croácia, Argentina, Bolívia, Portugal e Irlanda. Ozenir Ancelmo Mestre em Artes pela Unicamp (2007). Especialista em Moulage – técnica de modelagem tridimensional, formada pela Chambre Syndicale de Paris. Possui graduação em Educação Artística pela Universidade Santa Cecilia (1996). Comanda seu ateliê onde desenvolve diversos trabalhos na área de Moda e Figurinos para teatro e dança. Dentre seus trabalhos como figurinista em teatro e dança destacam-se: “Deslocamentos” de Marta Soares; “Nós, os outros ilesos”, direção de Carolina Mendonça, “Verniz Náutico para Tufos de Cabelo”, direção de Paulo Celestino; “Dois Sopros” da coreógrafa Juliana Moraes; a reconstrução dos 18 figurinos do Ballet Triádico da Bauhaus, Senac – SP. Trabalhou durante 10 anos como docente do curso superior de Moda do Senac SP
PROJETO ARQUIVADO.