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PRONAC 238770Encaminhado para análise técnicaMecenato

Maguila

LIVRE CINE PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 334,6 mil
Aprovado
R$ 666,3 mil
Captado
R$ 70,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

10.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-08
Término
2027-07-12
Locais de realização (2)
Aracaju SergipeSão Paulo São Paulo

Resumo

Edição o de um livro com a biografia de José Adílson Maguila Rodrigues dos Santos, o mais popular pugilista da história do Brasil, pelo jornalista Fernando Tucori. Através de pesquisa no arquivo pessoal do biografado, em acervos de jornais, tvs e revistas, entrevistas com o biografado e pessoas que transitaram ao seu redor, o autor persegue a trajetória de Maguila desde o nascimento até os dias atuais, aposentado dos ringues após ser diagnosticado com encefalopatia traumática crônica.

Sinopse

Em Maguila, Fernando Tucori conta a história da vida do atleta brasileiro Adílson Maguila Rodrigues em paralelo à história do povo brasileiro, à sua relação com ele e, também, à difusão do boxe em nosso território. Aborda a participação de Maguila na última Era de Ouro do boxe mundial (ao lado de Mike Tyson, George Foreman e Evander Holyfield), e sua posterior reinvenção como celebridade televisiva no último grande momento da TV aberta no Brasil. Por fim, fala sobre sua vida depois da aposentadoria com ênfase na evolução de sua doença (encefalopatia traumática crônica) e na atuação socioeducativa do Instituto Maguila. A história começa com a narrativa de sua infância em Aracaju, contada pelos irmãos, abrangendo o universo familiar e retratando a época em que viveram na capital sergipana, entre o cais do porto e o bairro onde Maguila nasceu. Em seguida, na década de 1970, narra a migração da família para São Paulo, onde junto com seus irmãos passou a trabalhar na construção civil e, posteriormente, sua experiência trabalhando na noite paulistana como porteiro de boates e leão de chácara ao lado do amigo Luizão, que foi quem deu a ele o apelido de Maguila – a história da origem do apelido é contada pela primeira vez no livro. Aos 19 anos Maguila partiu para o mundo do Esporte. O autor resgata os primórdios da sua formação como pugilista através de entrevistas com seus companheiros de treinos. Na ausência de seu treinador original, Ralph Zumbano, e seu primeiro empresário, Kaled Curi, foram ouvidas a filha e o neto de Zumbano (Mara e Raphael) e o irmão mais novo e o filho de Kaled. Foram fundamentais também os depoimentos de Josmar Bueno, o Joe, um dos amigos mais antigos de Maguila que, junto com seu filho, Josmar Bueno Junior, ajudaram a delinear a história. O sucesso de sua carreira e sua fama divulgada e propagada através da televisão é contado a seguir. Para este capítulo a pesquisa não se restringiu apenas a jornais e publicações brasileiras, envolvendo artigos de publicações estrangeiras, livros sobre pugilistas, adversários e treinadores que trabalharam com Maguila, que retratam o mundo do esporte na época. Por fim, o livro aborda sua vida após o boxe e sua luta contra esse inimigo invisível, que é a encefalopatia traumática crônica e a ação social do Instituto Maguila. O autor traçou um paralelo entre a cronologia da descoberta da patologia da doença com as internações do pugilista, suas implicações em outros ídolos do esporte brasileiro, como Bellini, capitão da conquista da Copa do Mundo de 1958, e Eder Jofre, e contou com relatos e esclarecimentos do médico neurologista Renato Anghinah, que foi o responsável pelo diagnóstico correto da doença de Maguila. Aborda portanto, desde o diagnóstico inicial errado (considerava-se ser Mal de Alzheimer) até o recente tratamento inovador a base de canabidiol, que vem rendendo resultados excepcionais de forma a trazer esperança a muitos atletas, tanto do boxe quanto de outras modalidades esportivas.

Objetivos

Objetivo Geral Levar ao público leitor dos quatro cantos do País a história de vida do pugilista José Adílson Rodrigues dos Santos, o Maguila, ressaltando sua perseverança e resiliência, incentivando os leitores a enfrentar desafios de cabeça erguida e contribuir positivamente para um mundo melhor. Objetivos específicos 1. Produzir 3000 exemplares do LIVRO "Welcome Maguila", de Fernando Tucori. A obra terá 496 páginas, contendo texto biográfico e autorizado, sobre o pugilsita José Adílson Rodrigues dos Santos, incluindo fotos e documentos de seu acervo pessoal e outras fontes.Está prevista e inclusa a entrega da versão Audiobook. 2. Realizar o lançamento da obra " Welcome Maguila" com encontros presenciais, rodas de conversa, leitura de trechos da obra e distribuição de livros em Academias independentes, coletivos ou projetos que usam o boxe como ferramenta de inclusão social, com o seguinte desenho: Abril - evento de pré lançamento, incluindo ativações em um grande evento do setor de esportes e lutas. Abertura da pré venda prevista a entrega de 06 conteúdos para ativações Semana 01 e 02 - 01 Lançamento na sede do Instituto Adilson Maguila, São Paulo/SP com transmissão ao vivo e mesa redonda + 03 eventos gratuítos, em locais dentro de São Paulo, com acessibilidade e ligados á história do personagem e ao boxe brasileiro.Semana 02 e 03 - 01 Lançamento na filial do Instituto Adilson Maguila em Aracajú/SE, com transmissão ao vivo e mesa redonda + 03 eventos gratuítos, em locais dentro de Aracajú, com acessibilidade e ligados á história do personagem e ao boxe brasileiro. Contrapartida digital. Criar como medida de acessibilidade e divulgação, acesso a informações do livro no instagram, facebook e youtube do Instituto Adilson Maguila; 4. Disponibilizar, gratuitamente, 10% da tiragem para escolas, instituições, universidades e centros culturais e esportivos do Brasil; 5. Promover como contrapartida social 2 palestras sobre encefalopatia traumática crônica e sobre o uso da Cannabis medicinal no tratamento da doença em duas instituições ligadas ao boxe, uma em Aracaju/SE e outra no Instituto Maguila, em São Paulo/SP.

Justificativa

edição do livro Maguila e suas contrapartidas sociais se enquadra no Art. 1º, VIII, da Lei 8.313/91, que visa "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", e atinge o objetivo que consta no Art. 3º, II, "b", referente à "edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes".A ideia de passar a limpo a história de Maguila começou quando Muhammad Ali morreu e, depois de escrever um perfil biográfico do pugilista, ficou claro para Fernando Tucori que o mesmo deveria ser feito a respeito do maior de todos os pesos-pesados do Brasil. Entretanto, naquela época, Maguila atravessava um período delicado. Depois de ter passado dois anos internado, seu diagnóstico havia sido alterado (consequentemente, seu tratamento também), ele estava voltando para casa e, pouco a pouco, recuperando a memória. Enquanto pesquisava a respeito de sua história na internet, Tucori percebeu que havia uma infinidade de informações incorretas, imprecisas ou falsas a respeito do pugilista. A biografia surgiu, portanto, da necessidade de se preservar não apenas a história como, também, a memória de um dos grandes nomes do boxe brasileiro, de modo a resgatar sua real dimensão como ídolo. A ideia de escrever um livro partiu de Irani, esposa do pugilista, que notou que Maguila gostou da maneira como a primeira entrevista foi conduzida e, desde então, fez de tudo ao seu alcance para que o autor pudesse ter contato frequente com o biografado.Estamos aqui diante da biografia do mais popular lutador de boxe do Brasil, um homem preto, de família pobre, que nasceu em Aracaju em 1958 e veio para São Paulo em 1972, na leva da migração nordestina para a região Sudeste que aconteceu no Brasil entre as décadas de 1950 e 1980. Na infância e adolescência — só começou a treinar boxe aos 19 anos — trabalhou na construção civil, foi segurança em casas noturnas, passou fome, morou em um caminhão abandonado e, mais tarde, se tornou o maior nome do boxe brasileiro. "Aqui no Brasil, ele é o mais conhecido. Lá fora, é o Éder. Mais que atleta, acho que o termo mais apropriado é ‘herói’, no sentido mitológico da palavra. Herói é aquele cara que sai da terra distante onde nasceu, enfrenta mil perigos e chega ao fim da jornada modificado em algo muito maior do que era, inspirando outras pessoas", diz Fernando Tucori.Essa amplitude representativa é o que faz de Maguila um personagem tão interessante e confere à história de sua vida a capacidade de representar as lutas, mazelas e alegrias dos afrodescendentes e do povo pobre do país. Uma história que até hoje é obscurecida pela historiografia.José Adílson Rodrigues dos Santos, o Maguila, é, até hoje, o único nome do esporte a ter suas lutas transmitidas com destaque na TV aberta por 17 anos seguidos — de 1983 até 2000 — permitindo que o boxe alcançasse o mesmo patamar de audiência que o futebol e a Fórmula 1 da época de Ayrton Senna. Em sua vitoriosa carreira, Maguila lutou 85 vezes, sendo que mais de 90% dessas lutas foram transmitidas ao vivo em rede nacional — nenhum outro lutador chegou nem perto desse feito — em uma época em que, reavivado por Mike Tyson, o boxe tinha se tornado o maior espetáculo da terra. Fora dos ringues, dotado de um carisma sem igual, Maguila foi capaz de conquistar até aquelas pessoas que não se interessavam por boxe e se tornou uma disputada atração televisiva, que, sem planejamento ou media training, fez de si mesmo uma representação de larga amplitude da identidade do povo brasileiro.Para escrever seu livro, o autor pesquisou algo entre 300 e 450 publicações, entre artigos jornalísticos, livros históricos e trabalhos acadêmicos, além de vivenciar o ambiente de um atleta, treinando boxe regularmente por cinco anos ao lado de pugilistas profissionais e convivendo diariamente com atletas que vivem ou viveram do esporte. Sua principal fonte foi o próprio Maguila, de quem se tornou amigo e com quem realizou entrevistas que deram o norte da publicação. Recebeu, portanto, seu apoio irrestrito e o de sua esposa, Irani, responsável pelo Instituto Adilson Maguila. Também teve a oportunidade de conversar com irmãos do biografado, com seus amigos mais próximos em diferentes fases de sua vida, com companheiros de treinos, treinadores, jornalistas que acompanharam sua carreira e com empresários que promoveram suas lutas. Trata-se de um conteúdo único e exclusivo, visto que alguns dos entrevistados concederam ao livro as suas últimas entrevistas — como é o caso, infelizmente, dos ex-campeões Éder Jofre e Miguel de Oliveira, de jornalistas esportivos como Edgard Alves, Juarez Soares e Silvio Lancellotti, e de dois de seus irmãos, Adai (o mais velho de todos, que descreveu a Aracaju da Segunda Guerra Mundial) e Maurício (que conviveu diariamente com o biografado enquanto jovem).Portanto, o projeto tem como objetivo a edição de uma obra literária que contribua para a preservação da memória da história do boxe no Brasil e de um período da nossa história vista através da vida de um homem afrodescendente e de origem humilde, representando aqueles que normalmente têm suas histórias apagadas.

Estratégia de execução

Instituto Adilson MaguilaCriado em 2003 por Irani Pinheiro e Adilson Maguila, o projeto social Amanhã Melhor da Associação Filantrópica de Jovens e Apoio à Família Adilson Maguila, tem desenvolvido um trabalho importante há mais de 15 anos na periferia oeste da cidade de São Paulo e região. Com o foco na inclusão e desenvolvimento de crianças, jovens e seus núcleos familiares, o projeto através do esporte, cultura e educação tem transformado a realidade de muitas famílias. O Instituto Adilson Maguila segue com as ações voltadas para a garantia dos direitos da infância e adolescência, através do esporte, cultura e educação. A organização busca contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde todas as crianças e jovens tenham acesso a oportunidades de desenvolvimento e crescimento pessoal e social. Os valores do Instituto Adilson Maguila são baseados na ética, transparência, respeito, comprometimento e solidariedade. A organização acredita na importância da colaboração e da união de esforços para a construção de um futuro melhor para todos.O objetivo do Instituto Adilson Maguila para os anos de 2023/2024 é aumentar o atendimento de jovens e adolescentes das comunidades próximas. Promovendo através do esporte a inclusão social e a emancipação e empoderamento dos indivíduos em sociedade. Hoje o Instituto atende cerca de 250 pessoas ativas. Segundo Dra. Irani Pinheiro "O objetivo é promover a inclusão socioeducativo por meio do esporte com atendimento gratuito, atualmente, oferecendo aulas de boxe para crianças, jovens e adultos. No entanto, antes da pandemia da Covid-19, o projeto também oferecia aulas de ballet, de condicionamento físico e artesanato, além de reforço escolar." Produção executiva - A produção executiva será realizada pelo representante da proponente, Josmar Bueno Junior. Com ampla autação na produção executiva de audiovisual, Josmar inicia sua carreira agora na produção de um livro e dos eventos de contrapartida. Como apoio nesta nova tarefa, conta com a colaboração de Márcia Zoet, que tem larga experiência em produção editorial (vide currículo na ficha técnica). Palestras e rodas de conversa - Na cidade Natal do biografado, Aracaju, assim como em São Paulo.

Especificação técnica

Livro Maguila Livro, formato 150 x 230 mm, 496 págs, lombada com 32 mm, orelhas com 140/140 mm, Capa 4/4 cores emCtP em triplex 350g, formato aberto: 612x230 mm, laminação fosca; frente, dobra, dobra, Miolo P/B 704 págs 1/1 cores em CtP em pólen natural 80g, dobra,lombada quadrada, boneco.

Acessibilidade

LIvroAcessibilidade para PCD visuais:- versão Audiobook do livro- divulgação digital com descritivo da imagem com o conceito " Para Todos Verem"Contrapartidas Sociais - Eventos de lançamento e promoção das Palestras e rodas de conversaDeficientes auditivos: - Todos os eventos terão tradução em Libras das rodas de conversa e palestras, tanto para quem estiver presente no evento como para as transmissões ao vivo das palestras.- Divulgação digital com descritivo da imagem com o conceito " Para Todos Verem" e vídeos material em vídeo sempre legendadosMedidas de acessibilidade arquitetônica: -Todos os locais onde acontecem as palestras e rodas ed conversa, bem como a distribuição de livros será realizado em epaços com rampas, banheiros adaptados, passagens viaveis para cadeirantes, piso tátil e /ou serviço de apoio ao deficiente com monitores exclusivos para atender estas pessoas.Todos os conteúdos de divulgação contaram com legendas para acessibilidade total

Democratização do acesso

1 - 500 exemplares serão distribuídos gratuitamente à instituições culturais e esportivas ligadas ao boxe, sendo 300 para o Instituto MAguila e 200 para os demais.2 - PArte dos livros serão disponibilizados para venda no valor de vale cultura 3 - as rodas de conversa e palestras serão transmitidas ao vivo, gravadas e disponibilizadas gratuitamente no Youtube do Instituto Adilson Maguila; 4 - as rodas de conversa e palestras serão oferecidas em instituições de territórios periféricos. 5 - o Ebook possibilita o acesso tanto a deficientes visuais quanto à pessoas com dificuldade de leitura e de acesso à obra física.

Ficha técnica

Produção executiva (dirigente) - Josmar Bueno Junior Iniciou a carreira em 1988 na Espiral Filmes, onde trabalhou por 9 anos com os principais diretores do cinema publicitário brasileiro. Criou a Guela Cine Produções onde desenvolveu e produziu a série de documentários Majestades Anônimas, vinhetas para tv Globo com direção de Hans Donner, a produção associada com a Dezenove Filmes do longa “Falsa Loura” de Carlos Reinchenbach, além de curtas, conteúdos digitais de brand content, grandes eventos culturais e musicais como Skol Beats e algumas séries para Mtv. Trabalhou como diretor de produção de longas metragem como: É Proibido Fumar” de Anna Muylaert e “Caixa 2” de Bruno Barreto, "Onde Anda Você" de Sérgio Resende, além das participações nos filmes “Salve Geral” de Sérgio Resende, “Carandiru” de Héctor Babenco, “Até Que a Vida Nos Separe” de José Zaragoza, “Bellini e o Demônio” de Marcelo Galvão , "Cafundó" de Clovis Bueno e Paulo Betti, A Brevíssima História das Gentes de Santos” de André Klotzel. cinema vinhetas para Tv Globo.Em 2014 fundou a Livre Cine Produções e em paralelo, mergulhou no mundo digital quando e assumiu o desafio de desenvonver o departamento de vídeo multiplataforma do Grupo Record. Criou, dirigiu e produziu inúmeros conteúdos transmídia para os produtos da grade de jornalismo e entretenimento da emissora, além de centenas de novos formatos nativos do digital. Participou da criação do PlayPlus, serviço de streaming da Record e em 2020, assumiu a Diretoria de Conteúdo Original e Coproduções OTT, cargo que ocupou até agosto de 2023.Em 2016 e 2017 assinou a produção executiva do filme "Como Se Tornar o Pior Aluno Da Escola", com direção de Fabrício Bittar e hoje se dedica exclusivamente aos projetos originais da Livre Cine, com destaque para a série documental e cine biografia ficcional sobre o João do Pulo, em fase de desenvolvimento, e o doc seriado e cinebiografia ficcional "Welcome Maguila", que esta em fase captação de recursos. Redação, pesquisa e coordenação editorial - Fernando Tucori Fernando Tucori, 50 anos, é jornalista, radialista, roteirista e pesquisador da história do boxe. Em trinta anos de carreira, escreveu sobre os mais diversos assuntos nos mais diversos veículos de jornal, rádio, TV e internet. Com seu livro de estreia, responde pela pesquisa histórica e pela roteirização do documentário e do filme de ficção que retratam a vida de Adílson Maguila Rodrigues. Junto à família do pugilista, é consultor e pesquisador na organização do arquivo iconográfico pessoal de Maguila. Para escrever sobre o esporte com justiça, Fernando treinou a modalidade durante todo o período de entrevistas e durante todo processo de escrita. Neste período, fotografou competições, frequentou diferentes academias, acompanhou atletas e conversou com diversos nomes da modalidade, inspirado no trabalho do antropólogo francês Loïc Wacquant em seu livro “Corpo e alma: notas etnográficas de um aprendiz de boxe”. Design Gráfico - Tulio Cerquize Túlio Cerquize é designer e ilustrador formado em Comunicação Visual pela EBA UFRJ. Atualmente vive em São Paulo onde tem estúdio, e atua no mercado editorial desde 2011, trabalhando com diversas casas editorais como Intrínseca, Harper Collins Brasil, Grupo Editorial Record, TAG Livros, Planeta, Melhoramentos, Elefante, entre outras. Suas capas já foram selecionadas para a Bienal ADG Brasil e Type Director’s Club de Nova York, onde ganhou Certificado de Excelência Tipográfica (2021). A capa Bolsonaro Genocida foi considerada uma das melhores 50 capas de 2021 pelos jurados da AIGA. Foi vencedor ouro (2022) e prata (2020) na categoria editorial do Latin American Design Awards, e Bronze no Brasil Design Awards (2020).

Providência

Encaminhado ao perito para análise técnica e emissão de parecer.