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PRONAC 238850Autorizada a captação total dos recursosMecenato

JUDY - O ARCO ÍRIS É AQUI - CIRCULAÇÃO

MARINHO D'OLIVEIRA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 812,2 mil
Aprovado
R$ 812,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-04-01
Término
2026-12-03
Locais de realização (7)
Fortaleza CearáVitória Espírito SantoSão Luís MaranhãoBelém ParáRecife PernambucoNatal Rio Grande do NorteRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Circulação do espetáculo teatral "Judy: O Arco-Íris É Aqui". Levar o espetáculo para outras Cidades brasileiras, para conhecer este solo musical que conta a história desta grande atriz e cantora que costura clássicos da música popular americana, contando, não linearmente, a vida da grande atriz e cantora Judy Garland de forma original e burilada.

Sinopse

Peça Teatral Num palco aberto, vemos pequenas luzes espalhadas pelo chão, dois pianos – um em cada extremidade do palco – um “trunk” de pé aberto no centro do palco, parecendo um biombo, três banquinhos – dois altos, de bar, perto de cada piano e um baixinho perto do “trunk”. Um único pano de boca vermelho está recolhido do lado direito do palco, enquanto o fundo é composto por uma delicada treliça coberta por luzinhas de árvore de natal. À medida em que o público vai entrando no teatro, a atriz/narradora/mestre-de-cerimônias já está sentada no proscênio, recebendo-o, vestida de forma muito casual: uma grande camisa social masculina branca, meias pretas e sapatilha preta – não por acaso, um dos figurinos que Judy Garland usa em “Nasce Uma Estrela”. Enquanto os espectadores vão entrando, a atriz vai improvisando um “boa-noite” aqui, um “que bom que você veio” acolá, um “bem-vindo ao teatro” até que, quando entra uma determinada senhorinha, a atriz intencionalmente se confunde e... ATRIZ: Tia Arminda? A senhora veio? (CAINDO EM SI) Ah, me desculpe... Pensei que era a minha tia Arminda... A senhora é muito parecida com ela... A tia Arminda adora a Judy Garland... Sempre quis que eu fizesse... E continua mais um pouco em seu improviso com os outros espectadores que vão se instalando. De repente, ouve-se o terceiro sinal. Caem as luzes da plateia e o espetáculo, propriamente dito, começa. ATRIZ: (EM TOM DE CONVERSA COM O PÚBLICO) Desde pequena me acham parecida com a Judy Garland. Mas quem era parecida mesmo com ela era a minha avó. Acontece que, como eu era muito parecida com a minha avó... já viu né? Sobrava pra mim! A família inteira falava nisso o tempo todo. Todo natal, todo aniversário, tinha sempre alguém que falava em “Over The Rainbow”... E quem mais insistia nesse assunto era... a tia Arminda! (E APONTA PARA A INFELIZ ESPECTADORA QUE VAI SER A “PELE” DO ESPETÁCULO) Um dia, anos atrás, tonta que sou, comentei, sem querer, essa historia da semelhança física com um amigo meu, autor-diretor – e os olhos dele brilharam, iiihhh, se animou todo... (REENCENANDO A REAÇÃO DELA) “Não! Pode parar! Não inventa! Ninguém mais sabe quem é Judy Garland! Tem que falar que é a mãe da Liza Minnelli, senão, não rola!.” (PARA O PÚBLICO) Anos depois, ele insistiu. E eu respondi: (REENCENANDO) “Olha: outro dia mesmo, eu falei na Judy, e, pra poupar tempo, fui logo dizendo que era a mãe da Liza. Sabe o que me responderam? “Quem é Liza?” (PARA O PÚBLICO) Não adianta, gente! Ainda estamos nos tempos da tecla SAP: Sertanejo, Axé e Pagode. Esse mundo da Judy e da Liza acabou. Mas aí o inesperado fez uma surpresa. Veio a Renée com o filme, o Oscar e tudo o mais. Mesmo quem não sabia quem era Judy, foi ver o filme. E eu fiquei sem desculpas pra fugir da raia. Quando dei por mim, já estava ensaiando. E, quando vi, já estava aqui. Vocês entendem a minha hesitação, né? Homenagear um dos maiores ícones da história do show business assusta qualquer um. Mas esse meu amigo, o tal autor-diretor, veio com um papo todo sedutor... (REENCENANDO O MOMENTO E IMITANDO, COM ELEGÂNCIA, O AUTOR-DIRETOR) “Ah... você não precisa mimetizar a Judy Garland, porque isso a Renée já fez à perfeição. Nem teria mais sentido. Você vai evocar a Judy, sugerir a imagem dela e também vai se colocar, pessoalmente, como atriz, expondo a sua vida - pra aproximar tudo da nossa realidade... E nem precisa cantar igualzinho à ela! (COMEÇA A ENTRAR A INTRODUÇÃO INSTRUMENTAL DE “Se Eu Quero, Vou Cantar”) Não há necessidade disso... Até porque a sua voz é mais aguda que a dela...” (PARA O PÚBLICO) Aí, eu comecei a ganhar uma certa confiança... “Se Eu Quero, Vou Cantar” Se eu quero, vou cantar Tra-la-la, só pra vocês Aqui vou tentar emitir o meu som, Dentro do tom, Numa versão que já foi em inglês Se eu vou cantarolar, Lá rá ri ri, lá rá rá Cantando um do-re-mi-fa-sol-la-si Não quero ser a Judy Nem tentar ser a Barbra Muito menos ser Abba Mas se quero, vou cantar Lá rá ri ri, lá rá rá Hum, hum, hum, hum, hum, hum, hum Aqui vou tentar emitir o meu som, Dentro do tom, Numa versão que já foi em inglês Se eu vou cantarolar Lá rá ri rá, lá, rá, rá Me olho no espelho e canto um dueto Balanço o esqueleto E com boa vontade Pois eu digo a verdade! Se eu vou assoviar (faz que vai assoviar, mas cantarola) Lá, rá, rá, Lá, rá, rá... Se você veio aqui s’entreter Lá-rá-rá, por prazer Pode se sentir jovial, Piar como um bacurau E não é necessário Se fazer aniversário Hoje não é um dia especial Se eu quero, vou cantar Lá, rá, rá, lá, rá, ri, lá, rá, rá... E não me queiram... mal! Lá, rá, rí, rá, lá, rá, rá... Se eu quero, vou cantar... ATRIZ: Eu já andei cantando por aí nos teatros da vida. Não que muita gente tenha notado... Mas eu cheguei a fazer uma Elza Soares branca, o que, hoje em dia, seria impensável, politicamente incorretíssimo; até já cantei “a capella” num espetáculo em que a Zélia Duncan ficava calada! Mas me meter a cantar, assim, um clássico americano atrás do outro ao vivo, é a primeira vez. Ao contrário de mim, a Judy Garland sempre cantou: Aos dois anos, em plena era do music-hall, ela já fazia oito shows por dia, ao lado das irmãs, as Gumm Sisters. Porque o verdadeiro nome dela, como alguns de vocês devem saber, era Frances Gumm. Quando chegava o Natal, o show das crianças era particularmente requisitado. E, naquela época, já era difícil tirar a pequena Judy de cena... (ELA SE VIRA DE COSTAS PARA A PLATEIA, ESTALA OS DEDOS, AS LUZES DA TRELIÇA SE ACENDEM , ELA SE VOLTA E COMEÇA A CANTAR:) JUDY: (“a capella”) “Jingle bells, jingle bells, jingle all the way! Oh, what fun it is to ride in a one-horse-open-slay!” A pequena Judy agradece e sai de cena, mas logo volta: JUDY: “jingle bells, jingle bells, jingle all the way! Oh, what fun it is to ride in a one-horse-open-slay!” A pequena Judy agradece e sai de cena, mas logo volta: “Jingle bells, jingle bells, jingle all the way! Oh, what fun it is to ride in a one-horse-open-slay!” A pequena Judy não para de agradecer e não sai de cena. Até que entra um contra-regra, todo de preto, e a arrasta para fora de cena. (Segundos depois, a atriz madura, misto de narradora e mestre de cerimônias, volta para o palco, sorrindo.) ATRIZ: A Judy já era fominha de palco aos dois anos! Muitos anos depois, ela mesma admitiria: (ENTRA UM REFLETOR ESPECIAL) “Eu só me sinto realmente viva quando estou sob a luz do refletor.” (SAI REFLETOR) Os americanos têm uma expressão que define Judy com muita precisão: “Born in a trunk”. “Trunk”, como alguns de vocês devem saber, quer dizer, mala, baú, aquele tipo de mala grande que se usava pra viajar de navio, antigamente. Como essa aqui, ó. (APONTA PARA A MALA QUE ESTÁ DE PÉ, ABERTA, NO PALCO) “Nascida numa mala”... Como assim? Porque, desde criança, Judy Garland já fazia incessantes turnês. Vivia viajando, se apresentando, fazendo e desfazendo malas. A mãe estava determinada a transformar a pequena Judy numa estrela mirim, numa criança-prodígio. O pai não tinha força suficiente para enfrentar o furacão materno... O TEXTO NÃO ESTÁ COMPLETO POR NÃO TER ESPAÇO SUFICIENTE.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Existe uma grande parcela do público teatral carioca totalmente desassistida: Aquela que não deseja ir ao teatro para ver as piadas, mais ou menos pesadas, que pode ver na TV, nem quer conferir a mais recente tendência do teatro experimental. É o público que procura um espetáculo teatral de qualidade, com uma proposta de entretenimento inteligente, comunicativo e bem-humorado. Produções que tenham um toque de refinamento, um bom acabamento artístico e técnico na montagem e abriguem fichas técnicas "classe AAA". OBJETIVO ESPECÍFICO O projeto "Judy _ O Arco Íris É Aqui" propõe os seguintes objetivos específicos: - Realizar 30 apresentações teatrais da peça "Judy - O Arco Íris É Aqui" - Circulação, com vendas de ingressos. - Realizar 03 apresentações por semana às sextas, sábados e domingos, totalizando 30 apresentações durante 3 meses de execução do projeto nas Cidades Vitória (ES), Fortaleza (CE), São Luiz (MA),Belém (PA), Natal (RN), Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ). - Como ação de acessibilidade, facilitar o livre acesso, por meio da realização do espetáculo em espaços devidamente equipados com rampas e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais. - Como ação de acessibilidade, realizar em todas as sessões, apresentação do espetáculo com tradução em Libras em cada Cidade, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva. - Como ação de democratização, disponibilizar uma cota de 10% dos ingressos, durante todas as apresentações do espetáculo, para alunos e professores da rede pública de ensino de cada Cidade. - Como complemento à ação de democratização, realizar, gratuitamente, 1 ensaio aberto para alunos e professores da Rede Pública de Ensino na Cidade de Vitória (ES) (Sessão Extra).

Justificativa

Mais que nunca, diante da precária situação da economia teatral carioca, se torna totalmente impossível produzir um espetáculo sem a presença de um patrocinador. Caso contrário, a conta simplesmente não fecha: O reduzido número de apresentações semanais, as curtas temporadas, a obrigação da meia-entrada, o recuo do público diante do binômio violência urbana/lazer doméstico, tudo conspira para uma atividade à beira do colapso. O que é arrecadado na bilheteria, na maioria esmagadora as vezes, não cobre os custos de manutenção _ sem falar no investimento para se abrir o pano. O patrocínio e os apoiadores culturais surgem, então, como salvadores da pátria, verdadeiras tábuas de salvação de uma iminente falência. Nem sempre se leva em conta, por exemplo, que um monólogo, por exemplo, como este "Judy: O Arco-Íris É Aqui" envolve, no mínimo, cerca de 27 profissionais diretos. O projeto prevê a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que, pretende captar recursos junto a empresas que patrocinam projetos de cultura, utilizando a Lei Rouanet como principal ferramenta de incentivo. Para tanto, a proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

PROPONENTE TERÁ AS SEGUINTES FUNÇÕES: AUTOR, DIRETOR, COORDENADOR GERAL E PRESTAÇÃO DE CONTAS (RESPONSÁVEL TÉCNICO FINANCEIRO).

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL: Espetáculo Teatral Duração do espetáculo: 90 minutos Classificação: 12 anos

Acessibilidade

O projeto Judy – O Arco Íris É Aqui – circulação, compromete-se a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência, de acordo com as seguintes ações: - Facilitação do livre acesso, por meio da realização do espetáculo em espaços devidamente equipados com rampas e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais. - Apresentação em todas as sessões do espetáculo com tradução em Libras em cada Cidade, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva. O material de divulgação do projeto em tela contemplará informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: no Teatro haverá rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL (Palestra) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: no Teatro, haverá corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição na sessão. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete em libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.

Democratização do acesso

O projeto Judy – O Arco Íris É Aqui – Circulação, pretende organizar a distribuição dos ingressos do espetáculo da seguinte forma: - 50% dos ingressos serão comercializados com valores de R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia) - 20% dos ingressos serão comercializados com valores de R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia) - 10% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente com caráter social e educativo. - até 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita promocional para os patrocinadores do projeto, de maneira proporcional ao investimento efetuado. - até 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita promocional em ações de divulgação do projeto. Os ingressos destinados às ações sociais e educativas (10%), serão oferecidos a alunos e professores da rede pública de ensino de Vitória. Em complemento, de acordo com o Art. 28 da IN nº 01 de abril de 2023, o proponente se compromete com a adoção da seguinte medida de acesso: - Realizar, gratuitamente, 1 ensaio aberto em Vitória. E como contrapartida social, atendendo ao Art. 30 da IN nº 01 de abril de 2023, será realizada a seguinte ação formativa cultural para 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição (composto por estudantes e professores de instituições públicas de ensino): - Realizar, gratuitamente, 1 palestra em Vitória, com a participação de parte da equipe do espetáculo, sobre o processo de encenação da peça. A disponibilização dos ingressos para alunos e professores da rede pública de ensino será registrada e comprovada através de cartas das instituições, informando a quantidade de ingressos oferecidos para cada apresentação. O ensaio aberto gratuito será comprovado através de material de divulgação. E os bate-papos gratuitos serão comprovados através de registro fotográfico e de vídeo das ações.

Ficha técnica

Ficha Técnica Autor, Diretor, Coordenador Geral e Prestação de Contas (responsável Técnico financeiro): Flavio Marinho / Marinho D´Oliveira (proponente) Elenco: Luciana Braga Diretora Musical: Liliane Secco Músicos: Liliane Secco e André Amaral Cenário/ Figurino: Ronald Teixeira Direção de Produção e Administração: Fábio Oliveira MINI CURRICULOS: Autor, Diretor e Coordenador Geral e Prestação de Contas (responsável Técnico FInanceiro): Flavio Marinho / Marinho D´Oliveira (proponente) Principais trabalhos para o teatro: Escreveu "Se Eu Fosse Você - O Musical", "Academia do Coração", "A Vingança do Espelho: A História de Zezé Macedo", "Abalou Bangu 2: A Festa", "Além do Arco Íris", "Sessão da Tarde", "Cauby! Cauby!", "Um Caminho Para Dois", "Nosso Amor a Gente Inventa", "Abalou Bangu", "Um Dia das Mães", "Coração Brasileiro", "Salve Amizade", "Juveníssimo", "Karamba: Confissões de Um Ator Maduro", "Quatro Carreirinhas", "Noite Feliz", "Os 7 Brotinhos", "Perfume de Madonna", "Splish, Splash" e a infantil "O Rouxinol do Imperador", musical, "Estúpido Cupido", "O Amor É Azul", "Irmãozinho Querido", Judy – O Arco Íris É Aqui.escrita, dirigida e produzida por ele. Elenco: Luciana Braga Luciana Braga começou os estudos de teatro no Curso Amador do Colégio Andrews (1978/ 79) e se profissionalizou pela CAL – Casa de Artes de Laranjeiras (84/85). Antes de se tornar popular nacionalmente como a rolinha Imaculada, de Tieta (novela de 1989), Luciana Braga já tinha mostrado seu talento em outros folhetins da Globo: na primeira versão de Sinhá Moça (1986) -, e em Helena, da Manchete (1987). Continuou atuando em tramas televisivas, como Renascer (1993), interpretando Sandra. Nos palcos, sua atuação em Cartas Portuguesas e O Casamento Branco lhe valeram indicações como Melhor Atriz no Prêmio Shell, em São Paulo e no Rio. Fez espetáculos de gêneros diferentes como a comédia Síndromes – Loucos como Nós e o musical Crioula – A vida de Elza Soares, em que fazia a personagem-título, mostrando seu talento vocal; fez ainda Farsa, eleito um dos melhores espetáculos de 2007, em 2023 estreou Judy – O Arco Íris É Aqui. Trabalhou em filmes como Assim na Terra Como No Céu (1990), A Verdade (1991), Policarpo Quaresma (1998) e Dom (2003). Recebeu prêmios importantes como o Troféu Mambembe de Atriz Revelação em 1985 e o Troféu Imprensa como Atriz Revelação em 1989. Diretora Musical / Música: Liliane Secco Diretora musical, compositora, arranjadora, pianista, regente, produtora musical, ganhadora do Prêmio Shell. Principais trabalhos: Os Quatro Carreirinhas, O Fantasma da Ópera, A Bela e a Fera, Loucos por Sinatra, Estúpido Cupido, Judy – O Arco Íris É Aqui. Cenário / Figurino: Ronald Teixeira Cenógrafo, diretor de arte e figurinista. Ganhador de dois Prêmios Shell e um Prêmio Coca-Cola pelos seus cenários. Principais trabalhos: As Artimanhas de Scapino, Cauby! Cauby!, Quixote, Abalou Bangu, Esplêndidos, Através da Íris, Judy – O Arco Íris É Aqui. Músico: André Amaral Natural de Minas Gerais, Fez Bacharelado em Piano na UFRJ em 2003, Professor de música no Colégio CION, Mestrado na UNIRIO em 2017/2018, foi Regente da empresa Coral Petrobras. Alguns trabalhos: Cauby! Cauby!, As Noviças Rebeldes, Love Store, Judy – O Arco Íris É Aqui. Direção de Produção / Administração: Fábio Oliveira Trabalhou nas peças abaixo como diretor de produção: Além do Arco Iris (2009), Abalou Bangú 2: A Festa (2011), Academia do Coração (2013), Irmãozinho Querido (2018), Judy – O Arco Íris É Aqui (2023), todas com autoria de Flávio Marinho.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.