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Com objetivo de expandir o fomento da cultura Hip Hop, sobretudo das Street Dances, "Nas batalhas" propõe a realização desteprojeto em versão especial para realização das batalhas de dança, oficinas, aulas de dança abertas e rodas de conversa.Com o Intuito de fortalecer as reflexões sobre representatividades presentes na cena do Hip Hop, propomos uma série de ações que venham conjuminar às propostas trazendo: rodas de conversa (Stereet Dance como cultura Afro diaspórica de resistência e Street Dance para além da heteronormatividade), oficina dearte urbana para iniciantes,aulas abertas com diferentes estilo de dança urbana e batalhas de danças para mulheres, público LGBTQIA+ e all style para todos.
NAS QUEBRAS: Dá origem, às olimpíadas Introdução DJ Kool Herc é considerado o pai da "cultura hip hop", inclusive pela própria Universal Zulu Nation, que é a organização fundada por Afrika Bambaataa que é considerado o "padrinho" da cultura hip hop por ter sido o maior responsável pela difusão do termo "hip hop" a partir do início da década de 80 ao descrever aquilo que acontecia desde a década anterior. A festa dada pelo DJ Kool Herc e sua irmã, Cindy Campbell, em 11 de Agosto de 1973 na Avenida Sedgwick, 1520, é considerada simbolicamente como a "data de nascimento" da cultura hip hop e aquele endereço (1520 Sedgwick Ave) é considerado o local de nascimento da mesma. Essa proposta visa resgatar a origem do Breaking, tanto mostrar os aspectos de resistência da cultura como sua referência afrodiaspórica com todos os elementos juntos. Sempre lembrando que o Breaking, é mais que um esporte ou dança, e sim um estilo de vida ligado à cultura urbana do hip hop. Ele também é capaz de proporcionar uma maior consciência corporal, desenvolvendo o equilíbrio, a percepção espacial e a coordenação motora. Trabalha a parte psicológica e emocional, uma vez que geralmente é praticado em grupo, onde o caráter identitário se faz presente na vivência dentro de uma cultura totalmente social e urbana caracterizada pelo uso do corpo. Classificação Livre Funky Legal Introdução Terá a temática e estética focada em homenagear a Don Campbell falecido em 31/03/2020, criador da dança Locking, originalmente chamada por Campbellocking, é uma dança de tradição Funky, atualmente associada ao Hip Hop, Começa a surgir no fim dos anos 60, em Los Angeles, criada por Don Campbell, que em 1972 formou o The Lockers, o primeiro grupo profissional de Street Dance. Tem como base de movimentos rápidos e precisos, utilizando braços e mao, por meio da articulações do cotovelo, do punho e os dedos indicador e polegar, combinados com movimentos mais relaxados de anca e pernas, incluindo movimentos acrobáticos e fisicamente exigentes, esta é a dança mais clássica e antiga do Street Dance (Danças Urbanas). Classificação Livre NAS BATALHAS RESISTÊNCIA Introdução Ela representa a resistência afrodiaspórica por meio da cultura Hip Hop, em especial com as danças que a compõem, que são múltiplas como nossos povos. Teremos mostras com grupos e seus diferentes estilos das danças urbanas representado pela diversidade de corpos negros, indígenas, com pessoas Trans, mulheres plurais e masculinidades diversas. Além das batalhas de danças com premiação para essas categorias. Nas batalhas, mostra nossa pluralidade com espaço democrático e acolhedor, para todas as idades, famílias e também para pessoas não negras que apoiam a causa antirracista. Inspirados pela concepção de letramento e reexistências, livro de Ana Lu e o Conceito de performance espiralar de Leda Maria Martins. Classificação Livre PREMIAÇÃO: MUITA TRETA!!!! Introdução Falta de recursos, desincentivo por parte de pessoas próximas, insegurança trabalhista, baixas remunerações, são apenas algumas das agruras sofridas por profissionais do campo das Street Dances. Que mesmo assim seguem com seus estudos de dança, projetos sociais, apresentações grupos e outras iniciativas que venham a fomentar a prática dessas danças.Partindo desse contexto será feita uma premiação que venha a valorizar os melhores profissionais de cada vertente das street dances no respectivo ano. Premiação voltada aos dançarinos das Street Dance’s, projetos sociais e eventos de quebrada. Queremos incentivar iniciativas periféricas com prêmios de valorização e reconhecimento pelos trabalhos desenvolvidos. Classificação Livre
O "Nas Batalhas" tem a proposta de reunir as afrodescendentes, indígenas e suas diversidades para celebração da cultura Hip Hop, reconhecendo esta como uma cultura afrodiaspórica de resistência e de luta contra a marginalização e violências produzidas sobre nossos corpos. Além de ampliar as possibilidades de reflexões acerca da cena das Street Dance’s com foco nas intersecções possíveis, ações de fomento à cultura Hip Hop por meio de suas danças, capacitação para o mercado cultural por meio de orientação de produção cultural e promover as comunidades entretenimento, lazer e novos conhecimentos. *Ampliar a potência que este espaço de troca e aprendizagem representa para o debate público, democrático e histórico. *Retomar as experiências de propostas formativas realizadas por artistas periféricos e pensadores das temáticas intrínsecas na cena. *Contemplar ações que tenham suas atividades independentes, voltadas à articulação, produção cultural, artística com potencial de impacto transformador em suas realidades. *Impactar positivamente a vida de grupos de jovens pretos das periferias, contribuindo para que sejam protagonistas de suas histo´rias, por meio de informaça~o, troca, absorça~o e aplicação prática. *Fortalecer e fomentar iniciativas da cultura Hip Hop sobretudo de pessoas Pretas, mulheres e público LGBTQIPA+ *Gerar oportunidades de formação profissional na área da cultura possibilitando espaço para o protagonismo preto na cena. *Popularizar a Cultura Hip Hop, sobretudo as Danças urbanas refazendo a narrativa dessa prática como profissão para o mercado de trabalho. Promover encontros, vivências e oficinas que envolvam a comunidade local contribuindo para a fundamentação da pesquisa. *Ampliar a cultura no território do Distrito do Iguatemi, Distrito do Parque São Rafael, São Mateus e Zona Leste de São Paulo. *Possibilitar Participação ativa dos moradores da região nas vivências e oficinas abertas. *Garantir acessibilidade por meio de bolsas que garantam subsídios para que mais dançarinos participem dos eventos de batalhas de dança e outros eventos do cenário de Street Dance.*Criar acervo digital para apreciação, registro histórico de nosso processo como uma comunidade da cultura Hip Hop. *Criar Festivais e Mostras sobre as diferentes possibilidades temáticas dentro das batalhas das Street Dance´s.
Nossa intenção de enviar a proposta para este fomento é de intensificar nossa ação para além da capital de São Paulo, promovendo um festival intermunicipal e interestadual com os mesmos princípios de fortalecimento de projetos periféricos de nossos territórios e de territórios vizinhos, promovendo fomento às práticas das Street Dances, orientação novos dançarinos e integração de toda a comunidade para participar das aulas abertas, debates e apreciação das batalhas. Para isso elaboramos quatro festivais com foco nas Street Dances e seus temas que interseccionam nossas questões sociais com composição de outros elementos do Hip Hop, tendo, as batalhas de dança com categorias plurais, mostras de grupos, coletivos e dançarinos da cultura Hip Hop, todos com premiação por categorias. Além de festivais com batalhas temáticas teremos a premiação "Muita Treta" voltada aos dançarinos (as) (es) das Street Dance’s, projetos sociais e eventos de quebrada. Queremos enaltecer iniciativas periféricas com prêmios de valorização e reconhecimento pelos trabalhos desenvolvidos. Será uma noite de festa, com baile para toda comunidade e cerimônia dedicada aos escolhidos por meio de votação popular disponibilizada por meio das redes sociais. Como contrapartida teremos nossas temáticas como processo educacional trazendo para cena reflexões e intersecções fundamentais a serem feitas acerca de gênero, raça, estéticas, contextualizações históricas sobre nossa identidade cultural, entre outras reflexões muito necessárias para nossas comunidades. Como também gratuidade de acesso aos eventos, oficinas para desenvolvimentos de práticos de técnicas sobre essas danças, rodas de conversa com especialistas em temáticas proposta por cada evento com suas confluências socioculturais, aulas abertas para toda comunidade com acesso de novas práticas e disponibilização de conteúdos de todo processo por meio de fototeca e videoteca online para formação e capacitação dos interessados. Teremos o "Eu to Nas Batalhas" bolsa para dançarinos de Breaking ( modalidade olímpica), a fim de garantir, condições básicas para que pessoas periféricas estudantes/praticantes das Street Dance’s consigam participar das competições de maneira menos desigual. A bolsa será oferecida a vinte pessoas levando em consideração as condições socioeconômicas e por meio de comprovação de renda mínima familiar. Sabemos o quão difícil tem sido para dançarinxs periféricxs, conseguir circular pela cidade de São Paulo ou cidades vizinhas para participar das batalhas que são uma das principais maneiras desse segmento acontecer. Falta de recursos para o transporte, para a alimentação, se houver evento por mais de um dia é necessária estadia e tudo isso acaba excluir as populações de periferia da mostra do resultado de seus suados treinos, impedindo assim, muitas vezes, o sonho da profissionalização da dança acontecer que venham a engatar.
Sobre Nós A partir da nossa intenção de articulação da cena das Street Dance’s (Dança Urbana) em São Mateus, local onde crescemos, conhecemos a cultura Hip Hop, em especial essas, importantes para nossos desenvolvimentos e tornando-se parte de nossas práticas pedagógicas. Surge a necessidade de desenvolver uma ação que unisse alguns artistas do territórios locais e vizinhos. Pessoas essas, que fazem projetos e movimentos muitas vezes sem financiamento, mas que resistem à margem do território para que a cultura permaneça nessas extremidades. Com a contemplação de Edu Dialético no programa Território Hip Hop, em de 2021, demos início aos encontros de orientações artísticas, produção cultural em dança e rodas de conversas, com participação do coletivo Soul Dip e Favela Galeria, sendo realizados de forma presencial e online. Mesmo com a finalização do Programa, decidimos dar continuidade nos reunindo, compartilhando possibilidades, nos ajudando na elaboração de propostas artísticas com foco nas Street Dance´s, fazendo indicação de nossos trabalhos e orientação para editais. Após alguns encontros entendemos que seria importante não só orientar, indicar e fazer reflexões, mas também criar possibilidades reais onde pudéssemos desenvolver nossas propostas. Foi então que Jade Lyrio, produtora, também agitadora cultural do território e que vinha fazendo orientações nesses processos, propôs a criação e desenvolvimento do projeto “Nas Batalhas”. Neste momento recebemos o apoio das Casas de Cultura: São Mateus, São Rafael e Guaianases, onde com sucesso realizamos nossa primeira edição, levando toda comunidade a participar com famílias inteiras apreciando nosso evento. Desde então o “Nas Batalhas” vem crescendo, alcançando diferentes espaços e sendo protagonista na cena das Danças Urbanas e consecutivamente da cultura Hip Hop com o ”Festival Nas Batalhas” que teve sua primeira versão no Sesc Verão em Itaquera com dois dias de festival e cerca de 3000 mil pessoas que passaram pelo o evento e com o “Nas Batalhas Resistência” no Sesc Belenzinho com um dia de evento e cerca de 2000 mil pessoas circulando este . Todos com intenção de não apenas promover um evento de competição de dança, mas também trazer pontos pertinentes como fundamentos da cultura Hip Hop, seus princípios históricos enquanto cultura afro diaspórica, singularidades e pluralidades presentes no cenário atual e as pautas que nos atravessam. Além das rodas de conversas, aulas abertas de diferentes estilos das Street Dances e as batalhas com recortes específicos para mulheres, público LGBTQIAPN+, afrodescendientes e indígenas, mantendo a ideia de inserir os grupos periféricos no mercado de trabalho, convidando estes para o festival a fim de mostrarem seus projetos e receberem remuneração pela participação. Continuamos com a proposta na “Beira do Território” com orientação de produção executiva e captação de recursos para que os próprios grupos possam desenvolver suas propostas em espaços culturais. Outra ação são as Collab´s com intervenção de dança em espaços culturais com “Nas Batalhas “ e outro coletivo convidado.
DESCRIÇÃO DAS FUNÇÕES MC - Serão quatro, sendo dois por dia de evento e será responsável pela apresentação das batalhas, interação com públicos e dançarinos; Sendo contratado por 6h de evento contabilizando a pré produção do dia, mais duas reuniões de alinhamento; DJ - Serão dois, sendo um para cada dia, com objetivo de trazer mais identidade para cada parte do evento, ficando responsável por alinhar o estilo de música a cada participante que deixará disponível em sua inscrição qual a sua modalidade de Street Dance (Danças Urbanas);Nos intervalos, tocando músicas para a manutenção de ambiência que estimule o dançar;Esse material será entregue uma semana antes do evento para organização. Sendo contratado por 6h de evento contabilizando a pré-produção com passagem de som, duas reuniões para alinhamento da proposta; Jurados - Serão 3 Jurados para cada dia que serão voltados para o formato de cada evento. Com objetivo de avaliar os pontos técnicos a serem discutidos antes do evento. Os jurados também realizam uma apresentação de dança no início do evento;Sendo contratado por 6h de evento contabilizando a pré-produção com passagem de som, duas reuniões para alinhamento da proposta; Showcase - Serão Grupos que irão se apresentar e fazer interação com o público nos intervalos das batalhas;Sendo contratado por 6h de evento contabilizando a pré-produção com passagem de som, duas reuniões para alinhamento da proposta; Auxiliar de produção Ficará responsável pelo check-in de todos os artistas; Confirmando as entradas;Entrando em contato com aqueles que estão a caminho;Orientando sobre os locais das atividades;Repassando o cronograma do evento;Organizar a passagem de som, teste de microfone, passagem de palco (pista) com os convidados e cuidando para que todas estas estejam nos horários corretos para cada atividade;Dando todo suporte para os eventuais imprevistos que venham ocorrer com os convidados;Sendo contratado por 8h de evento contabilizando a pré e a pós - produção com duas reuniões para alinhamento da proposta;Ficará responsável pelas inscrições dos dançarinos; Acompanhando os participantes que se cadastraram;Fazendo o check-in, comunicando os responsáveis pela chave, as possíveis ausências;Orientando sobre a entrada dos dançarinos para a batalha com avisos prévios;Retomando as questões do regulamento quando necessário;Comunicando os MC 's sobre os próximos participantes a serem chamados ou desistentes. Fazendo a comunicação entre a Equipe e os dançarinos;Sendo contratado por 8h de evento contabilizando a pré e a pós - produção com duas reuniões para de alinhamento da proposta; Responsável pela Chave de Classificação Essa pessoa tem papel fundamental, pois de acordo com o decorrer das batalhas, esta vai preenchendo a chave e se comunicando com a equipe para garantir que todos estejam cientes das próximas etapas; A chave poderá ser feita de forma online por meio de apps, sendo transmitidas em um telão para o acompanhamento do público;Sendo contratado por 6h de evento contabilizando a pré e a pós - produção com duas reuniões para de alinhamento da proposta; Responsável pelo cronômetro Essa pessoa cuidará do tempo de batalhas, que podem ser de 2 entradas de 30 segundos ou mais dependendo da quantidade de inscritos;Essa função é fundamental para garantir que todos dançarinos tenham o tempo respeitado de igual forma;Sendo contratado por 6h de evento contabilizando a pré e a pós - produção com duas reuniões para alinhamento da proposta; Curadoria Será responsável por fazer o uso dos conteúdos para contar uma história ou comunicar uma mensagem ao seu público, criando formas de comunicar a mensagem que queremos passar;Levantar por meio enquetes, caixas de perguntas nas redes sociais pontos positivos e a melhorar sobre os eventos anteriores criando um material de feedback que ajuda nas novas escolhas;Criando estratégias para obter um evento agradável em que as pessoas queiram voltar;Cuidando para que a criação da identidade visual comunique o que queremos passar; Fazer as escolhas dos artistas e grupos envolvidos, alinhando com as propostas e objetivos estabelecidos;Criar o desenvolvimento do dia evento alinhando os pontos estabelecidos nas etapas anteriores sobre os objetivos e imagem que queremos passar.No dia do evento acompanha cada etapa cuidando para que as estratégias traçadas e não se percam;Sendo contratada para compor a equipe 2 meses antes do evento para criação de estratégias.Tendo em média 30h de trabalho; Mediador de Roda Será a pessoa que irá escutar todas as pessoas e fazer observações, organizar as falas, promover um ambiente agradável em que todos consigam colocar suas visões e experiência. Tem papel fundamental para dar equilíbrio à roda. Graffiti Serão dois grafiteiros um para cada dia, para ministrarem oficinas abertas ao público. Sendo contratado por 6h de evento contabilizando a pré e a pós - produção com duas reuniões para de alinhamento da proposta. Aula Aberta Serão dois convidados, um para cada dia de evento que terão como objetivo promover uma aula de dança aberta ao público de forma que todos possam ter uma vivência em algum dos estilos das Street Dances.
Teremos como foco a acessibilidade com olhar mais amplo para além do pensamento de apenas acesso físico como também acessibilidade comunicacional e atitudinal. Para isso adotaremos as seguintes ações: Audiodescrição Essa é uma solução muito utilizada por pessoas com deficiência visual para entender o contexto de um conteúdo que está sendo exibido. Seja na televisão, vídeos da internet ou em eventos presenciais, os audiodescritores – profissionais especializados nessa área – passam através de suas vozes o que está acontecendo em determinado cenário.Pessoas comuns também podem fazer suas auto descrições quando estão participando de uma live ou de uma cerimônia e queiram torná-las mais acessíveis. A audiodescrição deve ser fluida e não trazer adjetivos pessoais e opiniões próprias como: “ na cena existe uma mulher bonita sorrindo”, pois cada um tem uma percepção de beleza. Legendas closed caption Resumindo de forma simples, as legendas ou closed captions (CC) são a tradução em texto da fala de personagens que estão em um conteúdo audiovisual. Elas são um dos recursos de acessibilidade mais universal que existem.Isso porque beneficiam tanto pessoas surdas ou com deficiência auditiva que dependem desta ferramenta para entender conteúdos que contenham áudio, como pessoas sem deficiência em diferentes cenários.Telespectadores que estão assistindo um filme em que não está em seu idioma nativo, pessoas em locais barulhentos, como transportes públicos, crianças que estão aprendendo a ler, também têm suas vidas significativamente impactadas por essa solução. Tradutor de Libras Segundo a Federação Mundial dos Surdos, 80% das pessoas surdas no mundo não são fluentes nas línguas escritas e dependem das Línguas de Sinais para obter informação. Essa é a figura que também encontramos aqui no Brasil.A Libras é a língua materna da maioria das pessoas surdas. Além de ser uma forma de comunicação é muitas vezes uma expressão cultural, uma identidade dessas pessoas. A Libras é reconhecida como idioma em nosso país desde 2002 por meio da Lei nº 10.436.Respeitar a forma como as pessoas querem se comunicar e tornar os ambientes em que elas estão acessíveis faz toda a diferença. Por isso, optamos para que em todas nossas atividades tem intérpretes de libras. Acessibilidade Arquitetônica Visando proporcionar à maior quantidade possível de pessoas, independente da estatura ou limitação de mobilidade ou percepção, daremos prioridade para espaços culturais cuja suas edificações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos estejam enquadrados e regulamentados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) com rampas, elevadores, banheiros adaptados, pisos táteis, calçadas rebaixadas etc. Acessibilidade atitudinal Trata do relacionamento sem preconceitos com pessoas com deficiência. A ideia do capacitismo, discriminação ou o conceito de normalidade é desconstruída, aceitando a diversidade humana como premissa de uma sociedade inclusiva. Para isto convidamos um especialista para uma roda de conversa de formação para os envolvidos em nosso evento com objetivo que estejamos mais preparados para lidar com essas situações no evento. Além de acompanhamento nos 4 eventos com pessoa capacitada a atender quaisquer demandas que possam aparecer
A distância física entre os equipamentos culturais e as regiões periféricas, combinada com as poucas políticas públicas para encurtar essas distâncias, torna o problema ainda mais difícil de ser resolvido. É neste momento que se faz necessário lembrar que o direito à cultura está entre os direitos sociais básicos. Além de fazer parte do exercício da cidadania, também contribui para o desenvolvimento de uma comunidade. Por isso, todos os eventos serão acessiveis ao público com entrada gratuita, assim como todas as aulas, rodas de conversas e etc. Os locais escolhidos também estarão dentro dessa perpectiva de acesso, faremos eventos em comunidades carentes, espaços culturais abertos a todos. Para facilitar o acesso divulgaremos em escolas por meio de panfletagem, midias alternativas como carros de som nas comunidades e impressos espalhados pelo comércio local. Disponibilizaremos vídeos das Batalhas em nossas redes sociais durante o evento e posteriormente as batalhas na íntegra para apreciação de pessoas impossibilitadas de estarem no dia. Além de nossa contrapartida esta completamente atrelada a ao direiro de acesso "Eu to Nas Batalhas" bolsa para que dançarinos possam se deslocar na cidades para as batalhas de dança que são as competições do seguimento que hoje se tornou esporte Olimpido e para tanto é importante garantir acesso as dançarinos das periferias.
JADE DA SILVA LYRIO - PROPONENTE Responsável pela Produção Geral e Executiva do Projeto Pós-graduada em História e Cultura Africana pelo INE (2021). Formada em Licenciatura de Artes pela FPA (2015) e pedagogia pela UNIABC (2009). Fez formação livre pelo Instituto Brincante (2013) de Novos Brincantes. Desde então vem participando de diferentes propostas e grupos de manifestações populares, como "Agô Anama". Passou por procedimentos da Dança da Indignação de Gal Martins, IGBASILẸ DUDU NI IJÓ - Registros Negros na Dança por Luiz Anastácio, entre outros. É idealizadora do "Nas Batalhas" evento de batalhas de dança urbanas que discute a singularidades presentes na cena e a importância da afirmação e do reconhecimento do movimento Hip Hop como uma cultura afrodiaspórica. O projeto já passou pelas casas de cultura São Mateus, São Rafael, Guaianases, no Sesc Verão em Itaquera e Sesc Belenzinho no 50 anos de Hip Hop Produtora Cultural, criando, dirigindo e orientando diferentes trabalhos de produção executiva e artística, tendo realizado diferentes produções pela SMC, SESC e editais. Sendo suas produções do ano de 2023 : Festival Nas Batalhas SESC Verão, 1ª Etapa do Circuito Sesc de Corridas com Dj André, Folia "Nas Batalhas" no Carnaval de SP, Circulação estreia do espetáculo "IYA" pelas casas de cultura e Sesc Itaquera. Virada Cultura com a atividade "Luz, Câmera e Dança", Dia do desafio com a ação "Quebrando a Rotina" no metro Itaquera, "No balanço do baile" Sesc Itaquera e Sesc Pinheiros, Escrita da proposta de produção executiva: "Ecologia da Consciência" com a escritora Max Tovar, entre outras em andamento. Semana MOVE no Sesc Belenzinho, Itaquera, Pinheiros e Consolação. Nas quebras projeto voltado intervenções de Breaking. EDUARDO RODRIGUES SANTOS Produtor Artistíco Artista da Dança desde os anos 2000 com enfoque nas Street Dances e Danças Pretas Contemporâneas, desenvolvendo trabalhos em performances autorais como: “Meu dia é assim”, “Violência Konquix”, “Torto” e "ÌYÁ". Circulando pelo C.E.Us, F.A.Z.P. e em diversos eventos de Dança. Fez parte de produções cênicas em diferentes grupos como Ritmos Base, Animatrix, Soul Dip e Fragmento Urbano, sendo neste último co-criador do espetáculo "Esquina" com estreia no Sesc Pinheiro e circulação em diversos espaços culturais e processo virtuais na pandemia. Formador de profissionais da dança atuando em grupos e cias. Contemplado no “Provocações Cênicas”, ação do projeto Transversalidades Poéticas pelo CRD-SP, espaço para apreciação estético-crítica, escuta e olhares sobre processo criativo e construção dramatúrgica de sua pesquisa artística em andamento na qual surgiu o solo “ÌYÁ” com compartilhamento virtual aberto ao público. Eduardo é arte-educador no melhor sentido da palavra, graduado em Pedagogia na Faculdade Zumbi dos Palmares e formado no Curso Técnico em Dança pela ETEC de Artes. Estuda a cultura Hip Hop desde dois mil, sendo que nos últimos anos tem desenvolvido pesquisa sobre as potencialidades da cultura Hip Hop no processo de aprendizagem socioeducativa enquanto uma linguagem afro diaspórica. JONATHAN DE ALMEIDA ALVES Artista da Dança Iniciou nas danças urbanas em 2009 seguindo carreira como b-boy. Articulador de projetos sociais, coordenou seu primeiro festival de dança break “ Breaking energia festival “ na fábrica de cultura de Sapopemba em 2009. ministrou trabalhos na cidade de Mauá tais como: Reale te show be boys, trabalho de Arrecadação e distribuição de brinquedos e alimentos o que acontece todo ano. City Battle Kids, festival de dança sinhá sacro, no teatro de Mauá, fez viagens pela América Latina em busca de aprimoramento e parcerias culturais, sociais e desenvolveu conhecimento no idioma espanhol, trabalha como What educador fazendo também workshops para disseminar informações, propondo em sua didática educação, cultura, informação, hip-hop em geral e transformação social. Atleta e competidor da modalidade break representando São Paulo em todos os estados do Brasil e países afora. Coordenador do projeto hip-hop educa hoje presente em sete países na América Latina, Europa e até Ásia. Quezia De Freitas Penha Artista da Dança Conhecida como Bgirl Keka. Moradora de PERUS, zona oeste de São Paulo. A Jovem conheceu a cultura Hip Hop em 2014, e se identificou com os elementos Breaking/MC. Em 2014 teve sua primeira batalha de BREAKING, uma seven tô smoke entre Bboys, dentro de uma festa que acontecia todo mês em seu bairro (PerusferiaJAM) 2015 Participou de sua primeira batalha entre Bgirls 1vs1 (Caieiras Battle) E assim foi se apaixonando por batalhas e pelo Breaking. No mesmo ano ganhou seu primeiro Festival (SUSDANCE) com a escola E.E Florestan Fernandes. 1°Lugar. 2016 fez parte da crew STEP MIX, e começou a participar de batalhas em grupo. No mesmo ano realizou oficinas na escolas Jardim da Conquista localizada em Perus – Recanto dos Humildes. 2017 focou nas batalhas de Breaking, batalhando em diversos campeonatos por toda a cidade de São Paulo. 2018 teve dificuldades em trabalhar com BREAKING e se arriscou dentro dos vagões Da CPTM junto com suas duas companheiras (Bgirl Nath e MC Ravena) Juntas criaram a Crew de mulheres que contempla com os 4 elementos do Hip Hop. (MARRETAS DO HIP HOP) formada hoje em dia por: Bgirl Keka, Bgirl Nath, MC Flor, Mc Leona, Mc Lola. O objetivo da jovem Bgirl KEKA sempre foi as batalhas, e treinos. Porém 2019 teve sua pausa pois estava gestante. 2020 de volta aos treinos, e batalhas online por conta da pandemia. Hoje segue batalhando, treinando, e trabalhando com o HIP HOP e sua crew MDH – Marretas do Hip Hop. MATHEUS AUTRAN SOARES BARROSO Artista da Dança Dançarino e atuante da cultura Hip-Hop desde 2009. Nascido e criado em Fortaleza, busco trazer a diversidade cultural dentro da cena. Minhas habilidades especificas são: BreakdanceHip-Hop Old School Locking WaackingPerformances Interpretativas. Ultimas conquista: 4º LUGAR - BEST OF THE CITY 4º EDIÇÃO - 2022 Evento de batalhas All Style - Mauá, SP Neste evento, me desafiei a participar para fugir da zona de conforto. Por se tratar de uma batalha All Style, tem uma dinâmica das batalhas de Break. 4º LUGAR - THE UNION CLASS - 2022 Evento de batalhas All Style - Ribeirão Pires, SP Nathalia Christina Lima Bastos Artista da Dança Residente do município de Caieiras, São Paulo;Danço Breaking desde 2015, participei do meu primeiro campeonato no mesmo ano junto com minha primeira crew (OSP-ORIGINAL STYLE PERUS).A partir do meu primeiro ano de dança começei a dar aulas voluntarias na escola EMEF Fernando Gracioso e participar de um grupo de dançarinos chamado susdancers, apresentando o projeto Sus Dance pra todas as escolas de Perus e região. Eu Bgirl Nath sou uma das idealizadoras do coletivo MDH - Marretas do Hip Hop que foi formado em 2018. Em 2021 me aprimorei no elemento MC e tenho lançado diversas músicas, tanto em parceria com o MDH,quanto em cyphers, destaque para a parceria com o coletivo Rap Vida Rap Voz desde 2021 . FELIPE DOS SANTOS SILVA Artista da Dança B.boy Kuru. Iniciou nas danças urbanas no ano de 2015 com o grupo Street Son no qual é participante desde então, seguindo carreira como B.boy, no ramo de dançarino atua como coreógrafo e ministra aulas no grupo The Legacy, no qual participou de produção de eventos, Battle 404(Primeira edição) e Battle 404( Segunda edição). Atualmente estudante na área da dança, ingressou como 2° colocado na Etec de Artes e atua como aprendiz do Ciclo 1 no Projeto Núcleo Luz, tendo participado do espetáculo Núcleo Luz Fragmentos|15 anos(2022), O Núcleo Luz é o projeto de formação em dança das Fábricas de Cultura, programa da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciado pela Poiesis
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.