| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 60855574000173 | ACUCAREIRA QUATA S/A | 1900-01-01 | R$ 265,7 mil |
O Projeto "SOM DO SERTÃO 2ª Edição" tem como objetivo realizar apresentações e oficinas de música instrumental com ênfase na música caipira, a finalidade é mostrar e resgatar um repertório originário em um formato de Big Band (grande grupo instrumental de 12 a 25 músicos) e promover a música instrumental.
O repertório das apresentações contará em sua totalidade com obras de música caipira de compositores em sua maioria do estado de São Paulo e terá a classificação indicativa etária livre.
Objetivo geral: Resgatar a música caipira brasileira principalmente no estado de São Paulo e assim aproximar crianças, jovens e adultos da música instrumental por meio de apresentações musicais. Objetivo específico: a) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar 04 (quatro) apresentações (Presenciais e Lives) de música caipira (01 em Quatá, 01 em Lençóis Paulista, 01 em Macatuba e 01 em Paraguaçu Paulista) sendo que serão executadas por uma grande banda constituída por 01 maestro, 01 saxofone alto, 01 saxofone tenor, 01 Saxofone Barítono, 02 trompetes, 02 trombones, 01 bateria, 01 percussão, 01 contrabaixo e com intuito de aproximação da linguagem característica da música caipira o projeto contará também com 01 violão, 01 acordeon, 01 viola caipira e 01 apresentador contador de causos. A estimativa de público da totalidade que assistirão a esses eventos é de aproximadamente 1000 pessoas. b) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar 04 (quatro) Oficinas de música instrumental extremamente participativa onde os palestrantes por meio da execução de temas e de seus instrumentos mostrarão a importância da música caipira e instrumental no Brasil. A estimativa de público da totalidade que assistirão a essas oficinas é de aproximadamente 200 pessoas.
O projeto "SOM DO SERTÃO" se enquadra no artigo 1º da Lei 8313/91, nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em relação aos objetivos do Art. 3º da referida norma, a proposta alcançará os itens: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; "Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música". A história da música confirma as palavras de Aldous Huxley. Desde a Antiguidade até os dias de hoje, a música não deixou de cumprir um papel como uma linguagem transcendental entre os homens, porém é notório que no Brasil, segundo estudos do pernambucano Leonardo Sales, a música nunca esteve tão simplória, confinada em letras que abusam de palavras repetidas e de poucos e recorrentes acordes nas composições. Tendo em vista essa carência, o Projeto "SOM DO SERTÃO" 2ª Edição ambiciona promover e resgatar o extraordinário e riquíssimo repertório da música caipira, e ressurgir com a linguagem profunda e expressiva de seus compositores.Além disso, um dos objetivos do projeto é realizar apresentações com música instrumental e transformar a visão popular sobre o tema, pois quando nos referimos á esta modalidade musical, é perceptível a pouca valorização desse segmento. Em uma entrevista ao site "mundo da música", o músico e compositor Gabriel Martins explicou a atual situação: "Eu acho que, primeiramente, a música brasileira instrumental é a que tem mais diversidade e mais qualidade no mundo, na minha opinião. Se você pensar em qualquer estilo de música instrumental, tem no Brasil. Pena que não é tratado com o devido respeito e espaço que deveria.". Assim, o projeto disponibilizará a população a oportunidade de se divertir em locais públicos e centros de referências socioemocionais, e para mais, poderão visualizar a própria cultura, valorizando-a pela riqueza nos detalhes da musicalidade dos instrumentos e pela utilização totalitária de um repertório genuinamente brasileiro. No estado de São Paulo, lugar em que o projeto será realizado, também é evidente a falta de oportunidades para os excelentes músicos instrumentais. Acima de tudo, o projeto "SOM DO SERTÃO" 2ª Edição, busca valorizar os talentos regionais, ou seja, "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" (presente no art.1°, inciso II), por isso, as performances serão feitas pelos artistas da região.Portanto, o projeto "SOM DO SERTÃO" 2ª Edição irá conceder experiências musicais que fortalecerão laços regionais e sentimentais, possibilitando que o espectador se sinta acolhido e extasiado. Dessa forma, beneficiará todo esse público servindo como mola propulsora da valorização da música caipira e de seus compositores, bem como deve funcionar de estímulo ao surgimento de novos artístas, de novos músicos instrumentais, de Big Bands (grande grupo instrumental com aproximadamente 12 a 25 componentes) e de Bandas diversas.
O projeto SOM DO SERTÃO 2ª Edição terão suas atividades de maneira Híbrida, ou seja, LIVES E PRESENCIAIS já que obtivemos um grande sucesso de público na primeira edição na qual percebemos que uma grande parte do nosso público possui idade avançada e consequentemente opta por assistir no conforto de suas residências. LOCAIS DE REALIZAÇÃO As cidades atendidas pelo projeto serão Quatá/SP, Lençóis Paulista/SP, Macatuba/SP e Paraguaçu Paulista-SP. Assim como proposto inicialmente, realizaremos parcerias com as Secretarias de Cultura das cidades para que alcancemos nosso objetivo de proporcionar ao público uma visão mais clara sobre a importância da música instrumental brasileira e através do seu repertório também resgatar a música caipira (raiz) brasileira.
As apresentações da Big Band "SOM DO SERTÃO 2ª Edição" contarão com a participação de 13 (treze) músicos, 01 (um) maestro, 01 (um) contador(a) de causo, uma intérprete de libras, 01 (um) profissional envolvido com decoração do palco, 02 (dois)profissionais de som, 01 (um) profissional de iluminação, 01 (um) profissional para figurino e 01 (um) profissional envolvido com a escrita e adaptação do repertório que terá em sua totalidade formado por músicas caipiras. A descrição do som e iluminação contará com os seguintes recursos: 1 – SOM E ILUMINAÇÃO : PA 4X4 (4 ALTAS 4 GRAVES)2 RETORNO DE PALCOESTRUTURA TRELICÇAS 5X4X4 NA Q25MESA DE SOM DE 16 CANAIS1 NOTEBOOKILUMINAÇÃO CÊNICAOPERADOR DE ÁUDIOKIT MICROFONE SEM FIO PARA O APRESENTADORKIT MICROFONE PARA BATERIAKIT MICROFONE PARA PERCUSSÃO15 MICROFONES PARA OS INSTRUMENTOS DE SOPROTELÃO DE LED 4X2 Em relação as Oficinas terão a duração de aproximadamente 01 hora onde serão executadas algumas melodias desse segmento e posteriormente o(s) músico(s) irá(ão) explanar sobre seu(s) instrumento(s) assim como suas particularidades, curiosidades, timbre e da importância da música instrumental, tudo sendo acompanhado de um(a) intérprete de libras.
APRESENTAÇÃO MUSICAL: Acessibilidade física: As apresentações serão realizadas em um formato de Lives e também presenciais onde o público poderá prestigiar todos eventos no conforto e segurança de suas próprias residências (consta na planilha orçamentária como Transmissão em tempo real - internet - estrutura física) e também de maneira presencial. a. COMUM A TODOS OS PÚBLICOS: Os espaços selecionadas para a realização das atividades são públicos com capacidade para atender até 500 pessoas, com fácil acesso e circulação de pedestre. b. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: os locais escolhidos permitirão o acesso a cadeirantes com infraestrutura de rampas dentro do permitido pela legislação, com referência de locais que estejam próximos aos níveis da rua. Os assentos estarão disponíveis para 300 pessoas, com garantia de 10% dos assentos àqueles com dificuldade de locomoção. c. GESTANTES, IDOSOS E OBESOS: para garantir o acesso a esses públicos estabelecemos a reserva de um mínimo de 10% dos assentos. Não há item orçamentário para este item, pois as cadeiras serão dos locais em que realizaremos as apresentações. Acessibilidade para deficientes visuais: Esse público poderá acompanhar as apresentações e ouvir todo o evento, ou seja, um repertório diferenciado executado pela grande banda e todos os causos serão contados pelo apresentador de maneira clara e pausadamente, também será priorizado a qualidade de transmissão de áudio e vídeo pelos profissionais de transmissão e dos equipamentos necessários (consta na planilha orçamentária como Transmissão em tempo real - internet - estrutura física). Item orçamentário: Coordenador Geral (Será o funcionário responsável por acompanhar as pessoas com deficiência visual nas atividades). Acessibilidade para deficientes auditivos: Todas as apresentações contarão com um(a) Intérprete de Libras que fará a tradução do contador de causos e das estórias envolvidas nas músicas. O repertório será apresentado e simultaneamente exibido imagens no painel de led correlacionadas ao repertório e aos seus compositores (consta na planilha orçamentária como Intérprete de Libras e Painéis de Led). ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: a. Promoveremos a acessibilidade atitudinal, ou seja, criaremos um ambiente em que os participantes se sintam acolhidos e aproveitem as atividades; b. Realizaremos uma flexibilização do tempo (permitiremos que fiquem mais tempo ou menos nas sessões) e recursos utilizados (forneceremos materiais de apoio com figuras de fácil entendimento), caso seja necessário; c. Além disso, estabeleceremos uma comunicação direta com os profissionais do projeto que auxiliarão o participante em qualquer dificuldade. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade física: As oficinas que realizar-se-ão no formato presencial e serão executadas em 02 (duas) escolas do município de Quatá e em 2 (duas) escolas do município de Paraguaçu Paulista das quais já possuem locais adequados para receber todos os seus alunos. a. COMUM A TODOS OS PÚBLICOS: As escolas e os espaços selecionadas para a realização das atividades são públicos com capacidade para atender até 500 pessoas, com fácil acesso e circulação de pedestre. b. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: os locais escolhidos permitirão o acesso a cadeirantes com infraestrutura de rampas dentro do permitido pela legislação, com referência de locais que estejam próximos aos níveis da rua. Os assentos estarão disponíveis para 300 pessoas, com garantia de 10% dos assentos àqueles com dificuldade de locomoção. c. GESTANTES, IDOSOS E OBESOS: para garantir o acesso a esses públicos estabelecemos a reserva de um mínimo de 10% dos assentos. Não há item orçamentário para este item, pois as cadeiras serão das escolas em que realizaremos as oficinas. Acessibilidade para deficientes visuais: Os alunos poderão apreciar todas as músicas, conhecer os instrumentos por suas características sonoras (timbre), curiosidades sobre os instrumentos, as músicas e as letras. Acessibilidade para deficientes auditivos: Todas as oficinas contarão com um(a) Intérprete de Libras (consta na planilha orçamentária como Intérprete de Libras). ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: a. Promoveremos a acessibilidade atitudinal, ou seja, criaremos um ambiente em que os participantes se sintam acolhidos e aproveitem as atividades; b. Realizaremos uma flexibilização do tempo (permitiremos que fiquem mais tempo ou menos nas sessões) e recursos utilizados (forneceremos materiais de apoio com figuras de fácil entendimento), caso seja necessário; c. Além disso, estabeleceremos uma comunicação direta com os profissionais do projeto que auxiliarão o participante em qualquer dificuldade.
Todas as apresentações serão realizadas com acesso ao público em geral de maneira totalmente gratuita e a divulgação, de maneira antecipada, será feita nos canais oficiais (site e página no Facebook) das prefeituras parceiras, nos grupos de whatsapp das respectivas secretarias municipais de Cultura e nos meios de comunicação dos municípios abrangidos e na região, tais como TV Câmara, emissoras de rádio, carro de som, jornais e portais de notícias. Em relação a democratização de acesso da contrapartida o Projeto viabilizará oficinas para professores e alunos da rede de ensino das cidades de Quatá e Paraguaçu Paulista e esse material ficará a disposição dos municípios na internet para futuras exibições atendendo ao disposto: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Luiz Américo Bigeschi 24916467817 - Coordenador de Projeto e músico saxofonista. Atividades de coordenar as contratações dos funcionários e empresas, organizar junto as Secretarias de Cultura, as prefeituras e escolas todos os detalhes que viabilizem a execução do Projeto, organizar quais os naipes e escolas onde realizar-se-ão as oficinas, coordenar as Oficinas, definir junto ao arranjador e maestro as músicas do repertório, coordenar os ensaios e também atuar como saxofonista da Big Band "SOM DO SERTÃO" 2ª Edição. Minha vida e minha MEI estão inteiramente ligadas ao mundo da música sendo que já trabalhei como músico saxofonista da Banda Sant Louis de Presidente Prudente, maestro e professor da Orquestra da igreja Assembléia de Deus da cidade de Osvaldo Cruz-SP, da Orquestra da Igreja Metodista de Osvaldo Cruz-SP, educador musical de percussão e saxofone do Projeto Guri nos polos Tupã e Quatá-SP, saxofonista da Banda “G9” (Rancharia), Grupo Instrumental “Tritons” (Quatá), Banda “Quatú” Bossa e Jazz (Quatá), Banda “Jet Boys” (Assis-SP), Banda “Diká” (Quatá-SP), educador Musical na Oficina de instrumentos de sopro em Ouro Fino-MG. Fui aluno do curso trompete/MPB/Jazz no Conservatório Dramático e Musical “Carlos de Campos” na cidade de Tatuí-SP e participei da , oficina Técnica para maestros e músicos (Presidente Epitácio-SP) do conservatório de Tatuí, oficina técnica para maestros e músicos do conservatório de Tatuí (Assis-SP), oficina técnica para maestros e músicos do conservatório de Tatuí (Paraguaçu Paulista-SP), VIII Festival de Música de Ourinhos em 2008 (cursos de Percussão, Prática de Big Band e saxofone), curso de capacitação em regência e formação de grupos musicais com André Sanches (Marília-SP), curso de Capacitação com o Grupo Americano: The Rodney Mack Philadelphia Big Brass em junho de 2013(Ourinhos-SP), 8º Seminário Amigos do Guri – Ser Criativo, realizado em Santos-SP, capacitação de sopros com João Geraldo Domingos Alves (Marília-SP), curso de sopros e percussão de 2018 do Projeto Guri (Marília-SP), curso de sopros e percussão de 2019 do Projeto Guri (Marília-SP), Palestra com a Drª Ana Lopes – Papel do educador social, pós pandemia e racismo cultural realizada no dia 26/10/2020, Palestra com Vanessa Pipins – Desafios para o trabalho social em um cenário de Pós Pandemia realizada no dia 27/10/2020, palestra com Vivian Laube sobre comunicação não violenta (CNV) realizada no dia 29/10/2020 e Capacitação para o desenvolvimento de Projetos via Leis de Incentivo Fiscal através da Consultoria Elo Social realizada nos meses de junho e julho de 2021. Carlos Roberto da anunciação Júnior - Trompete Trompetista músico da Lyra maestro Roque Soares Paraguaçu Pta. formado em Tatuí, participei da Big band jovem do Conservatório de Tatuí. Vinícius Eduardo Batistetti: bateria Teve seu primeiro contato com a bateria aos 12 anos e já participou de orquestras (Leopoldo de Tupã), grupos de MPB e Sertanejo, Instrumental Quatú, Mauro Bass Trio e Banda G9. Jeferson Ferreira Theodoro: Baixo Jeferson teve seu início musical aos 12 anos tocando na igreja posteriormente fez o curso técnico em música Se formando em 2016 principais influências e a música popular brasileira e bossa nova Bruno Henrique Mota: Violão Atua como músico acompanhante de diversos artistas locais de sua região, e também com trabalhos que contam com sua coprodução e atuação como musico acompanhando as duplas sertanejas Antônio Carlos e Amaury, Marcos Paulo e Candé e Mauro é Maicon e Quátu ( Samba Jazz-intrumental) tocando guitarra e violão. Trabalha como Educador Musical com aulas de violão e guitarra no projeto Guri. Mauro José de Souza - viola Caipira Formação no CDMCC de Tatuí, atua no Projeto Guri nos cursos de contrabaixo elétrico, Cavaco e viola caipira. Acompanhou na viola vários cantores da região, dentre os quais Marco Brasil. Rafael Chagas Viviano - Acordeon Com uma história de quase 30 anos na música, tendo professores como Toninho Ferragutti, Dante D’Alonzo e Eliomar Landim. Atuo há 15 anos profissionalmente no cenário musical como músico freelancer ao lado de mais de 50 artistas, sendo duplas, artistas solos e bandas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.