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Este projeto visa criar o Festival Literário de Caçador, em Santa Catarina, com mesas de conversa com escritores, espetáculos de contação de histórias e formação de mediadores. A iniciativa tem como objetivo promover a literatura e formar leitores.
Mesa de Debate sobre Literaturas Periféricas: Na mesa de debate "Literaturas Periféricas", os escritores Wesley Barbosa, José Falero e Lilia Guerra se reúnem para explorar a rica produção literária produzida pela e na periferia das cidades brasileiras. Wesley Barbosa, autor de obras como "O diabo na mesa dos fundos" e "Viela Ensanguentada", traz sua vivência como vendedor ambulante e aborda temas relacionados à realidade periférica. José Falero, nascido e criado na Vila Sapo, Porto Alegre, compartilha sua perspectiva da periferia através de obras como "Vila Sapo" e "Os supridores". Lilia Guerra, autora da coleção de contos "Perifobia" e do romance "Rua do Larguinho", traz à tona narrativas que exploram a vida nas margens e a resiliência das comunidades periféricas. A mesa de debate busca dar visibilidade e valorizar a literatura produzida nos espaços periféricos, que muitas vezes é marginalizada e esquecida. Os escritores convidados trazem suas experiências e perspectivas únicas, proporcionando uma reflexão profunda sobre as vozes e histórias presentes nessas comunidades. Através das suas obras, eles revelam a riqueza cultural, a diversidade de vivências e as questões sociais e políticas que permeiam a realidade periférica do Brasil. Ao explorar as literaturas periféricas, a mesa de debate enaltece a importância da representatividade e do protagonismo dessas vozes literárias, que contribuem para a construção de uma identidade nacional mais inclusiva e plural. É uma oportunidade imperdível para conhecer e valorizar a literatura que emerge das periferias, proporcionando uma visão mais ampla e enriquecedora do cenário literário brasileiro. Mesa de Debate Literaturas da Perda: Na mesa de debate "Literaturas da Perda", os escritores Thiago Camelo, Tiago Feijó e Lilian Sais exploram a relação entre luto e escrita. Thiago Camelo, autor de obras como "Silêncio" e "Dia um", traz sua sensibilidade poética e a experiência como letrista de música. Tiago Feijó, reconhecido pelo livro de contos "Insolitudes" e o romance "Diário da casa arruinada", aborda a temática do luto com profundidade e sutileza. Lilian Sais, poeta, romancista e editora de texto, apresenta seu olhar único sobre o tema, com obras como "Acúmulo" e "O funeral da baleia". O debate gira em torno da experiência pessoal e literária do luto, explorando como a perda pode influenciar a escrita e como a escrita pode ser uma forma de lidar com o luto. Os escritores compartilham suas perspectivas, reflexões e técnicas literárias utilizadas para abordar essa temática complexa. A mesa de debate proporciona uma oportunidade de mergulhar na profundidade das emoções e da expressão artística relacionadas à perda, destacando a importância dessas literaturas no panorama cultural contemporâneo. Mesa de Debate Mulheres na Literatura: Na mesa de debate "Mulheres na Literatura", as escritoras Marcela Dantés, Juliana Leite e Micheli Provensi se reúnem para discutir o protagonismo feminino no cenário literário nacional. Marcela Dantés, autora de obras como "Sobre pessoas normais" e "Nem sinal de asas", traz sua experiência na escrita de contos e romances. Juliana Leite, reconhecida pelo romance "Entre as mãos" e "Humanos Exemplares", aborda temas profundos em sua escrita e recebeu prêmios importantes. Micheli Provensi, além de sua carreira como modelo, é autora dos livros "Preciso rodar o mundo: Aventuras surreais de uma modelo real" e "Marinheira de açude", explorando a narrativa de suas vivências. O debate gira em torno do papel das mulheres na literatura brasileira, destacando suas vozes, perspectivas e contribuições para o cenário literário contemporâneo. As escritoras compartilham suas experiências, desafios e conquistas no universo literário, discutindo a representatividade feminina, a quebra de estereótipos e a importância da diversidade de vozes na construção de uma literatura mais inclusiva. A mesa de debate proporciona um espaço para reflexão e valorização do trabalho das mulheres na literatura, inspirando e fortalecendo outras mulheres escritoras e o público em geral. É uma oportunidade de celebrar e reconhecer o talento e a contribuição das mulheres no universo literário brasileiro. Mesa de Debate Literaturas Catarinas: Na mesa de debate "Literaturas Catarinas", os escritores Micheli Provensi, CH Schroeder e Marcelo Labes se reúnem para celebrar e discutir a rica produção literária do estado de Santa Catarina. Micheli Provensi, além de sua carreira como modelo, é autora de livros aclamados, como "Preciso rodar o mundo: Aventuras surreais de uma modelo real" e "Marinheira de açude". CH Schroeder, premiado autor de obras como "As certezas e as palavras" e "Aranhas", tem uma vasta experiência como roteirista de cinema e já teve seus livros reconhecidos nacional e internacionalmente. Marcelo Labes, poeta e prosador, conquistou prêmios como o Machado de Assis e o São Paulo de Literatura, com obras como "Três porcos" e "Paraízo-Paraguay". A mesa de debate tem como objetivo destacar a diversidade e qualidade das literaturas catarinenses, explorando diferentes estilos, temas e abordagens presentes nas obras dos escritores convidados. Será uma oportunidade de conhecer as trajetórias e obras de destaque desses autores, além de refletir sobre a importância da produção literária no contexto cultural do estado de Santa Catarina. O debate promove a valorização dos escritores locais e incentiva o público a se aproximar das literaturas catarinenses, enriquecendo o panorama literário brasileiro.
Objetivo Geral: Promover o acesso à cultura, valorizar a produção literária local e incentivar o hábito da leitura por meio da realização de um Festival Literário em Caçador, Sertão de Santa Catarina. Objetivos Específicos: Implementar 07 clubes de leitura nas escolas da rede pública como ferramenta de mediação com o público adolescente, tendo como base os livros dos autores e autoras que estarão presentes na feira literária. Realizar pelo menos um encontro presencial ou remoto com autores e autoras nos clubes de leitura.Realizar o festival de literatura, com 5 dias de ações, incluindo 04 mesas de debate sobre Literaturas periféricas, Literaturas da Perda, Mulheres na literatura, Literaturas Catarinas.Organizar 04 dias de ações culturais na rua com espetáculos de contação de histórias, uma feira de livreiros, picnic literário e sarau de poesias, visando enriquecer a experiência dos participantes.Estimular a continuidade das ações por meio de fortalecimento de vínculos pedagógico-literários entre os professores, alunos e escritores.Alcançar a participação de, no mínimo, 17 escolas e 12 escritores no projeto.Atingir um público estimado de 3 mil pessoas ao longo dos cinco dias do festival.Estimular a produção literária local, incentivando novos escritores a partir de uma oficina com o escritor Marcelo Labes. Contribuir para a formação de uma consciência crítica, culturalmente democrática e diversa na cidade de Caçador e região.Valorizar e promover a pluralidade cultural presente no sertão de Santa Catarina, destacando as manifestações literárias das diferentes etnias e grupos étnicos.Estimular a participação de artistas locais e regionais nas instituições públicas de educação básica.Fomentar a produção cultural e artística.Preservar e difundir o patrimônio artístico, cultural e histórico.Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais.Formar novos leitores e novas políticas públicas para o fomento do livro e da leitura literária.
A realização do Reduto Literário em Caçador, Sertão de Santa Catarina, se fundamenta na necessidade de contribuir para a formação de leitores, além de promover o acesso à cultura, valorizar a produção literária nacional e incentivar o hábito da leitura na cidade e nas comunidades do interior. A falta de acesso a eventos culturais, especialmente nas regiões mais afastadas das capitais, limita as oportunidades de contato com a diversidade literária e a construção de repertório simbólico e cultural. O livro e a leitura literária são ferramentas fundamentais para o desenvolvimento e o exercício da plena cidadania, por este motivo, destaca-se a importância da realização do evento no sertão catarinense. A partir dos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2021, observa-se que o desempenho educacional na cidade de Caçador, tanto na rede estadual quanto na municipal, apresenta índices abaixo das médias regional e nacional. Enquanto a média das escolas públicas de Santa Catarina é de 6,4, a média da região sul é de 6,2 e a média brasileira é de 5,5, Caçador registra uma média de 4,3 na rede estadual e 4,1 na rede municipal. Esses dados indicam uma defasagem de 32% em relação à média da região sul, 34% em relação ao estado e 23% em relação ao país. Essa situação reforça a necessidade de investimentos e ações que contribuam para o desenvolvimento educacional e cultural da cidade, visando a melhoria da qualidade de ensino e o estímulo ao interesse pela leitura e pela cultura literária. A implementação de clubes de leitura nas escolas públicas da região tem como objetivo central promover a mediação de repertórios artístico-culturais, através de ações constantes, participativas, e que busquem a ressignificação das experiências literárias dos indivíduos com a compreensão da sua importância para um contexto social. A presença dos autores nos encontros permitirá um contato direto com seus processos criativos, estimulando a imaginação e a reflexão, além de aproximar os participantes do fazer literário. Ao enquadrar o projeto nos incisos do Art. 1º da referida lei, é possível destacar a consonância com os objetivos traçados pela norma. O inciso I, que visa facilitar o acesso às fontes da cultura e o exercício dos direitos culturais, é contemplado por meio da promoção de um ambiente propício à disseminação da literatura, proporcionando o contato direto com escritores e suas obras. No que diz respeito ao incentivo à formação artística e cultural, o projeto contempla o objetivo estabelecido no inciso I, alínea d, do Art 3º, ao estimular a participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica. A Feira Literária busca contribuir para o desenvolvimento artístico e cultural dos alunos e para a inclusão social de crianças e adolescentes. A preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico também estão contempladas no projeto, de acordo com o objetivo estabelecido no inciso III, alíneas a e d. Como segundo momento do projeto, tem-se por objetivo ampliar ainda mais as possibilidades de acesso à cultura e fortalecer a identidade literária local. A realização de debates sobre temas relevantes, como Literaturas periféricas, Literaturas da Perda, Mulheres na literatura e Literaturas Catarinas, possibilitará a reflexão sobre a pluralidade cultural e a valorização das expressões literárias presentes na região. O que torna a proposta alinhada também ao inciso III do Art. 1º, que visa apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O Festival de Literatura proporcionará um espaço de visibilidade para os escritores locais, estaduais e nacionais, promovendo seu trabalho e ampliando o reconhecimento da diversidade cultural existente na região. O projeto propõe mesas de debates, com temas consonantes às expressões culturais presentes no Brasil e às discussões contemporâneas tanto na literatura, quanto nas pautas da democratização do acesso aos meios de produção artísticos e culturais, contribuindo para a preservação e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira (Art. 1º inciso V). Além dos debates, o festival contará com uma variedade de ações culturais, como espetáculos de contação de história, oficina de escrita, feira de livreiros e sarau de poesias. Essas atividades proporcionarão uma experiência cultural enriquecedora, incentivando a participação ativa do público, o estímulo de novos escritores e a valorização da produção artística local. No que se refere ao estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, o projeto atende ao objetivo estabelecido no art. 3º inciso IV, alínea a, ao disponibilizar gratuitamente ingressos para espetáculos culturais e artísticos durante o festival e articular deslocamentos aos locais de realização dos eventos. A continuidade das ações será incentivada através de iniciativas que criem vínculos pedagógico-literários entre os professores, alunos e escritores. Para fortalecer esse vínculo o projeto incentiva através das oficinas, do contato com escritores, das apresentações artísticas, o encontro com a literatura por diversos mecanismos/transportes e provoca uma uma percepção de uma relação que já é presente no cotidiano das pessoas e a ressignifica através do prazer literário. Através do exposto nessa justificativa, podemos afirmar que o Festival de Literatura de Caçador busca estimular a produção e a difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (Art. 1 inciso VIII). A submissão do projeto à Lei de Incentivo à Cultura (Nº 8.313) é essencial para garantir a viabilização financeira do evento, possibilitando a captação de recursos para sua realização. A lei, com suas diretrizes, visa apoiar e valorizar as manifestações culturais brasileiras, promovendo o acesso às fontes da cultura, a regionalização da produção artística e a proteção do patrimônio cultural e histórico do país, o que possibilita o enquadramento deste projeto no que preconiza a lei. Diante disso, o Festival de Literatura de Caçador se apresenta como uma iniciativa de relevância cultural, educativa e social. Por meio do estímulo à leitura, da valorização da produção literária local e da promoção de atividades culturais diversificadas, o projeto busca contribuir para a formação de uma sociedade mais crítica, consciente e culturalmente rica, despertando o interesse pela leitura, fortalecendo identidades e enriquecendo o cenário cultural e artístico do sertão de Santa Catarina, além de contribuir para a redução das desigualdades sociais presentes na região com menor IDH do estado.
Não se aplica.
Acessibilidade Física: Como medidas de acessibilidade, o projeto se compromete com a instalação de rampas de acesso em todos os espaços do evento, bem como sinalização tátil no piso para orientação de pessoas com deficiência visual. Os banheiros serão adaptados com barras de apoio e espaço para cadeiras de rodas garantindo a inclusão de todas as pessoas. Acessibilidade de Conteúdo: Durante o evento, serão disponibilizados intérpretes de Libras em todas as atividades e mesas de debate e toda e qualquer projeção ou vídeo exibido contará com legenda descritiva.
O Festival de Literatura adotará diversas medidas para a democratização de acesso, como a disponibilização gratuita dos ingressos para todas as atividades do evento. Além disso, é oferecido transporte para regiões distantes do local de realização, visando garantir a participação de pessoas de diferentes áreas geográficas. A literatura, que é o foco principal do projeto, é distribuída de forma diversificada e abrangente, por meio de canais e formatos variados, buscando dialogar com diferentes públicos e seus repertórios culturais. Isso inclui a realização de oficinas gratuitas direcionadas à rede de ensino pública da cidade de Caçador. Com essas estratégias de distribuição e ampliação de acesso, a proposta busca democratizar o acesso à cultura, rompendo barreiras geográficas e financeiras. O objetivo é garantir que todas as pessoas de Caçador e região tenham a oportunidade de vivenciar e usufruir dos produtos culturais oferecidos, contribuindo assim para a formação cultural da comunidade e valorização da diversidade artística. Nesse sentido, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 28 da IN nº 01/202: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Gustavo Zardo - Produtor Executivo Gustavo Loeff Zardo bacharel em Artes Cênicas pela FAP e em Comunicação Institucional pela UTFPR. Possui formação em dramaturgia e atuação pelo núcleo do Sesi-PR. Com registro profissional (DRT 28002/PR), possui mais de 20 anos de experiência na economia da cultura, tendo participado de mais de 50 projetos, como Estranha Visão e Outra Visão (Sesc Rio e Akademie der Bildenden Künste München). Atuou como diretor em espetáculos premiados, como 100 Miligramas, Laroyê e Natureza Cabocla. Trabalhou como técnico de cultura no Sesc-SC, coordenando diversas áreas artísticas. Atualmente, é produtor na empresa Nuvem Cabloca, organizando ações e produções artísticas da região meio-oeste de Santa Catarina. Blenda Trindade - Diretora de Produção Blenda Emanuelle da Trindade é uma atriz, contadora de histórias, diretora e produtora de teatro. Graduada em Artes Cênicas pela UFSC e pós-graduada em Gestão Cultural pelo SENAC. Co-fundou o Grupo Teatral Abaporu e trabalhou no FITA, na Radiodifusão de Tijucas e no Sesc. Atuou como assistente de biblioteca, locutora da Casa de Rabeludo e na produção do Podcast Página Sonora. Foi gestora cultural no Sesc Itajaí e produz shows musicais, exposições e espetáculos de artes cênicas. Marcelo Labes - Coordenador e Escritor Marcelo Labes é poeta e prosador. Publicou pela Caiaponte Edições os livros Amor de bicho, Três porcos – Prêmio Machado de Assis em 2021 e Paraízo-Paraguay – vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura em 2020. Enclave (Patuá, 2018) foi finalista do Prêmio Jabuti em 2019 na categoria Poesia. Escritores Convidados: Wesley Barbosa Wesley Barbosa nasceu em 1990 em Itapecerica da Serra (SP). Apesar de ter concluído o ensino médio, trabalhou em diversas atividades desde a adolescência, incluindo como vendedor ambulante. Em 2015, publicou seu primeiro livro de contos, "O diabo na mesa dos fundos", seguido por "Parágrafos Fúnebres" em 2020 e "Relato de um desgraçado sem endereço fixo" em 2021. Em 2022, lançou seu romance de estreia, "Viela Ensanguentada". "Pode me chamar de Fernando" é seu primeiro título publicado pela Numa. José Falero José Carlos da Silva Junior, conhecido como José Falero, é um escritor nascido e criado na Vila Sapo, Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre. Ele é autor de obras como "Vila Sapo", "Os supridores" e "Mas em que mundo tu vive?". Participou de coletâneas literárias, como "Ancestralidades", "Ócios no fício", "Contos de psicanálise" e "O fim do presente". Foi colunista da revista digital Parêntese e também atua como palestrante em rodas de conversa. Em 2020, recebeu o prêmio Jacarandá de autor revelação e foi mestre na disciplina "Encontro de saberes" na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Concluiu o ensino médio na modalidade JA em 2021 e foi finalista dos prêmios literários Minuano, São Paulo e Jabuti com seu livro "Os supridores", além de vencer o prêmio AGES com a mesma obra. Lilia Guerra Lilia Guerra é autora da coleção de contos Perifobia e do romance Rua do Larguinho. Seu primeiro livro, Amor Avenida, originalmente publicado em 2014, foi relançado em 2022, pela editora Patuá. Também em 2022, a Patuá publicou os primeiros três volumes da coleção Novelas que escrevi para o rádio e a compilação Crônicas para colorir a cidade. Thiago Camelo Thiago Camelo nasceu em 1983, no Rio de Janeiro. É formado em Jornalismo e Cinema pela PUC-Rio. Publicou o conto "A carne, as coisas" (2015), o livro-poema Silêncio (2016) e os livros de poesia Verão em Botafogo (2010), A ilha é ela mesma (2015) e Descalço nos trópicos sobre pedras portuguesas (2017). Em 2022 publicou Dia um, seu romance de estreia. Thiago também é letrista de música. Tiago Feijó Tiago Feijó é formado em Letras Clássicas pela Unesp. Seu livro de contos "Insolitudes" recebeu o Prêmio Ideal Clube de Literatura 2014 e o Prêmio Bunkyo de Literatura 2016. Seu romance "Diário da casa arruinada" foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2018. Seus textos foram publicados em revistas e blogs literários. Ganhou recentemente prêmios importantes, como o Prêmio Sesc de Contos/DF, o Prêmio Cidade de Manaus de Literatura em 2016 e 2021, e o Prêmio Manuel Teixeira Gomes 2021 em Portugal. É curador de diversas Feiras Literárias na região do Vale do Paraíba, incluindo a FLIG e a FLIC. Lilian Sais Lilian Sais é uma renomada poeta, romancista e editora de texto com formação em Letras Clássicas. Ela é conhecida por seu trabalho no podcast "Como o poema", onde explora os processos criativos de poetas contemporâneas. Além disso, Lilian traduziu seus poemas para o inglês e o grego moderno. Como escritora, publicou a plaquete "Passo imóvel" e os livros de poesia "Acúmulo", "Uma baleia nunca dorme profundamente" e "Motivos para cavar a terra". Seu primeiro romance, "O funeral da baleia", foi premiado pelo ProAC 2020 e foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria de melhor romance de estreia. Seu último livro de poemas, "O livro do figo", também recebeu apoio do ProAC 2022. Além de sua atuação literária, Lilian é editora, produtora de podcasts e facilitadora de oficinas. Marcela Dantés MARCELA DANTÉS nasceu em Belo Horizonte, em 1986. Lançou em 2016 a coletânea de contos Sobre pessoas normais (Editora Patuá) e no mesmo ano, a convite de José Eduardo Agualusa, foi escritora residente do FOLIO - Festival Literário Internacional de Óbidos, em Portugal. O livro foi semifinalista do Prêmio Oceanos 2017. Seu primeiro romance, Nem sinal de asas (Ed. Patuá), foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2021 na categoria Melhor Romance de Estreia e do Prêmio Jabuti 2021, na categoria melhor Romance Literário. Em 2022 lançou João Maria Matilde, pela Autêntica Contemporânea. Juliana Leite Juliana Leite nasceu em 1983, é escritora e mestre em Literatura. Seu romance de estreia, Entre as mãos (2018), recebeu os prêmios Sesc e APCA, foi finalista do Prêmio Jabuti, Prêmio São Paulo, Rio de Literatura e semifinalista do Prêmio Oceanos. Foi publicado na França e teve os direitos vendidos para o cinema. Teve contos incluídos em antologias e textos publicados nas revistas Época, no jornal francês Libération, na revista norte-americana The Paris Review, entre outros. Foi selecionada para residência artística na revista de arte contemporânea Triple Canopy, de Nova Iorque. Humanos Exemplares, seu segundo romance, foi publicado em 2022 pela Companhia das Letras. Micheli Provensi Michelli Provensi nasceu em São Miguel do Oeste, Santa Catarina, e atualmente reside em São Paulo. Ganhou destaque aos 16 anos ao conquistar o segundo lugar no concurso de moda Models College. Além de modelo, é autora dos livros "Preciso rodar o mundo: Aventuras surreais de uma modelo real" e "Marinheira de açude". Também atua como DJ, apresentadora e colaboradora em renomadas publicações de moda. Recebeu reconhecimento internacional, incluindo destaque no jornal britânico The Guardian. Vencedora do segundo lugar do Prêmio Clarice Lispector, da Fundação Biblioteca Nacional. CH Schroeder Carlos Henrique Schroeder escreveu os livros “As certezas e as palavras” (Prêmio Clarice Lispector da Biblioteca Nacional), “As fantasias eletivas” (prêmio de romance do ano pela Academia Catarinense de Letras), “História da Chuva” (Bolsa Petrobras Cultural) e “Aranhas” (prêmio de livro de contos do ano pela Academia Catarinense de Letras). Schroeder já falou sobre seus livros na França (Sorbonne), México (Guadalajara) e Espanha (Casa Catalunya), e já deu oficinas de criação em cinco estados brasileiros. É roteirista dos longas-metragens “As fantasias eletivas” (Prêmio Catarinense de Cinema 2018), “A mãe do ano” (Prêmio Catarinense de Cinema 2022) e do curta “O que resta” (Prêmio Catarinense de Cinema 2021) e professor dos programas “Entre a escrita e a imagem” e “Palavra em cena”, que adaptou 45 contos para roteiro de cinema. Roteirista residente do FICBC- Festival de Cinema de Balneário Camboriú.
PROJETO ARQUIVADO.