Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto Os Saltimbancos: uma homenagem prevê a remontagem e realização do musical infantil realizado pela Odeon Companhia Teatral em 2011, e que obteve grande sucesso de pu´blico e cri´tica em Belo Horizonte. A remontagem contará com a encenação dos atores Lucinha Lins e Dedé Santana, parte do elenco do clássico Saltimbancos Trapalhões, de 1981. O espeta´culo contará com sonorização ao vivo e dramaturgia especial, com direça~o de Carlos Gradim e produção de Tatyana Rubim e equipe artística de reconhecimento em suas áreas de atuação. Com estreia e temporada de dois meses, em São Paulo, a produção deverá mobilizar, de modo direto e indireto, uma equipe de aproximadamente 60 profissionais.
Nós gatos já nascemos pobres, porém, já nascemos livres! Quatro jumentos, quatro galinhas, quatro gatos e quatro cachorros. Raças, cores, tipos e posições diferentes. Com esse perfil inovador e diverso, Saltimbancos foi encenado em Belo Horizonte, no consagrado palco do Palácio das Artes, em fevereiro de 2011. Na ocasião, mais de 11.700 pessoas assistiram ao espetáculo em 12 apresentações, marcando a entrada de Minas Gerais no circuito das grandes produções musicais. O clássico musical infantil de Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov, com tradução e adaptação de Chico Buarque, conta, nesta montagem dirigida por Carlos Gradim, com novos arranjos musicais para abordar temas universais ligados à união e busca por um sonho. Cansados de maus tratos, os animais fogem dos seus tutores/patrões rumo à cidade, formando um grupo musical. O espetáculo é parte da formação lúdica de crianças e adultos no Brasil e é capaz de tratar, de forma sensível, valores como união, solidariedade, justiça e diversidade. A montagem se destaca por reunir um texto clássico renomado, um trabalho cênico apurado, atores/cantores de grande talento e músicas reconhecidas pelo grande público, que dispensam apresentações. 26 artistas em cena, banda ao vivo, mais de 100 pessoas envolvidas na produção, Saltimbancos é uma experiência multimídia que toca profundamente o público brasileiro até hoje. A presença de Lucinha Lins e Dedé Santana no elenco remete à história deste musical no Brasil dos anos 1980, e fará um mergulho no tempo por meio de uma pesquisa que influenciará na narrativa do texto original, que receberá incrementos com intuito de valorizar um jeito de fazer musicais àquela época, trazendo ainda aspectos do modo de vida dos animais e das pessoas daquela época. Será destacado também a vida profissional desses importantes artistas. Por isso, será um projeto que visa revelar memórias e refletir sobre isso; e também sobre a valorização dos artistas com mais de 70 anos, partindo-se da obra original e de carreiras icônicas. Esta montagem trabalhará diferentes linguagens artísticas: música, dança, teatro e circo, permitindo a experimentação e proposição de novas possibilidades a serem exploradas por cada uma delas, para que sejam potencializadas ao serem trabalhadas em conjunto e somadas a inputs tecnológicos. Na visão de Carlos Gradim, esta montagem repetirá a experiência de 2010. Não serão apenas 4 (quatro) personagens, em cena. Teremos “famílias” de várias raças das personagens centrais (cachorro, gata jumento e galinha), compondo um coro a fim de propiciar ao elenco maior diversidade e reflexão da plateia infantil e seus acompanhantes. Os artistas do coro serão adicionados e originários de vários territórios. Mas, priorizando os periféricos para os papéis secundários (coro das famílias dos protagonistas). Esta produção também propõe um potente intercâmbio artístico ao combinar um elenco veterano com Lucinha Lins, Dédé Santa, Regina Souza (galinha), Marcelo Veronez (Cachorro), Rose Brant (Gata), Jumento (a ser selecionado).Trata-se de um elenco experiente no gênero musical contracenando com jovens artistas que serão adicionados e que ocuparão os papéis secundários, como explicado acima. Esta montagem brasileira terá, em sua composição, músicas alusivas à diversidade cultural brasileira, valorizando ritmos que identificam diversas regiões do Brasil. Desta forma, a remontagem pretende ir na contramão de “musicais importados”; e contribuirá para a difusão do gênero musical brasileiro e da nossa cultura. A TRILHA SONORA A música deste espetáculo contará com novas experimentações propostas pelo diretor musical Morris Picciolo, explorando regionalidades do Brasil E tendo como vertentes os seguintes pontos: 1) Coral Personagem - Um grande coral que assume a função do solista fazendo com que, por exemplo, o tema do Jumento seja cantado pelo coral e, indo mais além, o coral vira o jumento, fazendo com que o corpo musical se torne o próprio personagem da peça.2) Trilha Onomatopéica - Os acompanhamentos e a trilha incidental do espetáculo são baseados nos sons dos animais. Por meio de uma pesquisa sobre os sons dos bichos, será transposta a partitura animal para a banda e o coral, utilizando os recursos harmônicos e melódicos. Essa experiência é utilizada por compositores renomados ao longo da história, como Mozart e Saint Saens. 3) Ritmos Mineiros - A exemplo de tantas experiências, como Berimbrown, Nação Zumbi e outros, o objetivo é trazer para o espetáculo a experiência rítmica dos tambores de Minas que, junto com a banda e o coral, farão a sessão de instrumentos.
OBJETIVOS GERAIS- Difundir o cla´ssico musical infantil de Sergio Bardotti e Luis Enri´quez Bacalov, com versa~o em português de Chico Buarque, inspirado no conto "Os mu´sicos de Bremen", dos Irma~os Grimm. - Homenagear Lucinha Lins e Dedé Santana, parte da primeira montagem, em 1981, como importantes artistas do musical e do mundo infantil. A atriz, que encenou a Gata, foi ícone da primeira montagem, já Dedé Santana é um ídolo que fez parte do universo infantil de várias gerações. Juntos, são notáveis artistas que merecem o devido reconhecimento. Nesta remontagem, eles serão narradores e também protagonistas.OBJETIVOS ESPECI´FICOS- Realizar uma grandiosa e comemorativa montagem do espetáculo, celebrando as carreiras de grandes artistas envolvidos no clássico a partir das figuras de Lucinha Lins e Dedé Santana, combinando essas experiências com as de Carlos Gradim e Tatyana Rubim, diretor e produtora, respectivamente, que acumulam reconhecimento no setor teatral, e de outros profissionais de renome nacional, como Morris Picciotto na direção musical, Márcio Medina no figurino, André Cortez na cenografia entre outros. Serão mais de 60 profissionais envolvidos, entre elenco, música, produção, preparação vocal e corporal, cenografia, visagismo, técnica, audiovisual e outros setores.
A partir da remontagem do espetáculo, acreditamos que é possível difundir o teatro e a música brasileira para o público infantil a partir de um clássico nacional que está associado à temática humanista que tem o trabalho coletivo e o sonho são valorizados. Além disso, consideramos que o projeto deverá criar possibilidades de reconhecer importantes artistas e carreiras, por meio de homenagem que une mu´sica, dança, teatro e circo. Além de uma temática humanista, Os Saltimbancos simbolicamente traz animais como protagonistas. Isso possibilita transbordar o tema trazendo ao público infantil também reflexões sobre natureza e meio ambiente. A presença de Lucinha Lins e Dedé Santana promovem uma rara oportunidade de falarmos, de modo lúdico e poético, sobre etarismo e memória. Por meio de pesquisa será revelado o modo como era o cotidiano das pessoas e como as carreiras artísticas aconteciam no contexto da primeira montagem. Esta camada de memória, proposta na simbólica presença de Lucinha e Dedé, provocará raras mudanças no texto original a fim de servir às camadas reflexivas e temporais que o diretor Carlos Gradim quer imprimir nesta remontagem. Nada mais oportuno do que transgredir na formatação original da obra com a perspectiva de incluir ou de falar em diversidade, no momento em que o diretor opta por ampliar o elenco, trazendo um corpo artístico vigoroso composto por pessoas periféricas que ocuparão papéis em cena. Isso traz à obra original uma dimensão mais diversa e ampla. Estas famílias compostas de muitas raças de animais também promovem para os espectadores mirins uma visão de mundo mais empático e solidário, principalmente dentro de um contexto colaborativo e onírico, como propõe esta obra. Por tudo isso, o momento de remontar Os Saltimbancos, para o diretor e equipe artística, é crucial, considerando os tempos políticos e questões atuais e inéditas vivenciadas no Brasil. Sendo este projeto consistente em fundamentos e intenções no campo cultural. Seus atributos enriquecem o universo infantil em várias frentes contribuindo para uma melhor visão de mundo. Sendo assim, justificamos esta proposta e pedimos sua aprovação pelo Ministério da Cultura para que o proponente possa utilizar os mecanismos de incentivos e fomento cultural, viabilizados pela Lei Federal de Incentivo à Cultura.
TODAS AS PEÇAS DE DIVULGAÇÃO CONTARÃO COM A LOGOMARCA DA LEI DE INCENTIVO, DO MINC E DO GOVERNO FEDERAL, CONFORME MANUAL DE APLICAÇÃO. Sobre a remuneração do proponente - Direção de Produção, Coordenador do projeto e Captação de recursos O Instituto Odeon, associação sem fins lucrativos ou econômicos, executa o serviço de coordenação, produção executiva e captação de recursos deste projeto, desde seu planejamento, desenvolvimento das ações, monitoramento e prestação de contas. Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Realização de 24 apresentações do espetáculo "Os Saltimbancos: uma homenagem" - - Produção de conteúdos audiovisuais sobre o espetáculo e sua produção que serão disponibilizados gratuitamente nas redes sociais do Instituto Odeon. Produto Contrapartida social - Realização de 10 ensaios abertos ao público com mediação.
Acessibilidade Física -A apresentação da temporada será realizada num espaço que garanta o acesso de portadores de necessidades especiais, com rampa de acessos a cadeirantes, assentos especiais e banheiros acessíveis. Acessibilidade de CONTEÚDO -Algumas apresentações contarão com intérpretes de Libras para ampliar o acesso às pessoas surdas. -Desdobramentos do espetáculo serão transmitidos para o ambiente digital, como materiais audiovisuais e conteúdos auxiliares serão disponibilizados com recursos de acessibilidade, como legendas, audiodescrição e libras.
Pelo menos uma apresentação da temporada será realizada de forma totalmente gratuita, com uma ativação especial voltada para alunos de escolas públicas de São Paulo, o projeto pretende ser produzido num teatro de com a uma capacidade de até 2.085 espectadores. Além disso, o projeto prevê a disponibilização de uma cota de até 10% de ingressos gratuitos por apresentação dedicados aos alunos de escolas do ensino público.
Ficha técnica: Concepção/Encenação: Carlos Gradim Elenco: Marcelo Veronez, Nivaldo Pedrosa, Regina Souza e Rose Brant Coro: Cássio Moreira, Cláudio Brito, Fábio Dias, Mariana Jacques, Célio Henrique, Pámela Rosa, Ludimila Botelho, Fernanda Botelho, Camila Ferreira, Camila Morais, Jai Baptista, Marina Bueno, Leila Verçosa Músicos: Rafael Martini (piano, violão e sanfona), Felipe José (violoncelo,violão e flauta), Flávio Ferreira (clarinete e clarone), Alaécio Martins (trombone), Roberto Lund (saxofone e flauta), João Antunes (violões, guitarra e viola caipira), Trigo Santana (baixo acústico e elétrico), Edson Fernando (vibrafone e percussão), Antonio Loureiro (bateria e piano) Direção de Produção: Tatyana Rubim - Rubim Projetos e Produções Diretora Assistente: Suely Machado Direção coreográfica: (Construção e direção do corpo em cena): Suely Machado Direção Vocal: Dr Morris e Babaya Direção Musical : Dr Morris Orquestração e regência: Rafael Martini Preparação Vocal: Babaya Cenografia e Figurinos: Márcio Medina Designer de Luz: Fábio Retti Visagista: Regina Mahia Confecção de Bonecos e Adereços: Atelier Junia Melilo Carlos Antônio da Silva Gradim - Diretor artístico Gestor e fundador da Odeon Companhia Teatral – desde 1998 Diretor do Museu de Arte do Rio (MAR) – desde 2012. Coordenador Executivo – Programa Valores de Minas – 2005/2012; Curso superior em Publicidade e Propaganda – Faculdade Promove Curso superior de História - UFMG – (incompleto) Curso na Escola Russa de Arte Teatral GITIS – “Os Fundamentos do Método de Stanislavski” – Moscou - 2004 Curso Formação de Atores – Teatro Universitário - UFMG - 1987 / 1989 Coordenador da Escola de Teatro - CEFAR / Palácio das Artes – Fundação Clovis Salgado - 2003 / 2004; Coordenador - Produtor – responsável pela concepção do Projeto Domingo no Parque – 2002 / 2003; Diretor de produção - Festival Internacional de Teatro - FIT - 2003. COORDENADOR DE PRODUÇÃO de espetáculos: Noites Brancas; Amor e Restos Humanos; Ricardo III; Veríssima Comédia; The Addams; Os Meninos da Rua Paulo; Branca de Neve e os Sete Anões. PROFESSOR: Escola de Teatro PUC Minas – desde 2001; Escola de Teatro / CEFAR / Palácio das Artes – desde 2001. DIRETOR DE CINEMA: 2007 – Bárbara; 2001 – Todos os Dias são Iguais. DIRETOR DE TEATRO: 2009 – Olá, Pessoa – adaptação de Edmundo de Novaes Gomes; 2008 – Sempre alegre Miguilim - Programa Valores de Minas 4a Edição; 2007 – Opara - Programa Valores de Minas 3a Edição; 2007 – Servidão – texto de Edmundo Novaes Gomes; 2006 – Estrada dos Sonhos – Programa Valores de Minas 2a Edição; 2005 – Quando Você não está no Céu – texto d Edmundo Novaes Gomes; 2005 – Delírio Barroco – Programa Valores de Minas 1a Edição; 2004 – A Falecida – texto de Nelson Rodrigues; 2003 – O coordenador – texto de Benjamim Galemiri; 2001 – Amor e Restos Humanos – texto de Brad Fraser; 2001 – Mata Hari – texto de Jorge Arroyo; 1999 – Vô Doidim e os Velhos Batutas – texto de Nana de Castro; 1998 – Veríssima Comédia – texto de Luiz Fernando Veríssimo; 1997 – Leitura encenada do texto “A Vida é uma Ópera” de Jandira Martini; 1997 – O Mágico de Oz; 1996 – The Addams – texto de Edmundo Novaes Gomes; 1996 – Os Meninos da Rua Paulo; 1995 – Branca de Neve e os Sete Anões. ATOR: 1994 – A Barca dos Mortos – Direção de Rubens Rufche ; 1992 – Mistério na Ilha de Sacamã – Direção de Leonardo Alkimim; 1991 – Woyzeck – Direção de Afonso Drumond; 1990 – A Cantora Careca – Direção de Fernando Linares - BH ; 1989 – Apareceu a Margarida – Direção de Kalluh Araújo – BH / SC; 1898 – Chapeuzinho Amarelo – Direção de Kalluh Araújo – BH; 1987 – O Patinho Torto – Direção de Wenceslau Coimbra – BH Morris Picciotto - Diretor musical Violonista, cantor, compositor e produtor musical. Estudou com Ulisses Rocha, Camilo Carrara, Cláudio Leal Ferreira, Ná Ozzetti. Foi líder da Urbanda, quinteto paulistano que lançou seu disco em Agosto de 2003 e em 2007 e lança seu primeiro solo DR Morris e o Vivos. Em teatro atuou em "As Roupas do Rei", de Claudia Vasconcelos. Fez as trilhas da Cia Odeon de BH, nos espetáculos Mata Hari, Coordenador, Servidão, Quando Você Não Está No Céu. Com a Bendita Trupe, fez a direção musical de Corda Bamba, Os Collegas, Miserê Bandalha, Assembléia dos Bichos, Estrada e O Tesouro de Balacobaco. Trabalhou também nos espetáculos Caixa Mágica, Romeu e Julieta, Luna Clara e Apolo 11 sob direção de Cris Lozzano e Convite para Jantar com Eloisa Elena. Com Cia 3 de Teatro, sob direção de Aderbal Freire Filho, O Continente Negro. Diretor Musical do Projeto Fábrica de Cultura do distrito Itaim Paulista, em 2008, além das trilha da Mulher que ri e Caminho para Meca, ambas dirigidas por Yara de Novais. Em 2009, estreou "Espiral do Tempo" no teatro do SESI Paulista, "Cacoete" da Barracão Cultural. e Em cinema fez a trilha de Manual Para Atropelar Cachorro de Rafael Primo (vencedor de Gramado 2006), Todos Os Dias São Iguais e Bárbara de Carlos Gradim. A História Real de Nana de Castro, prêmio de Melhor Trilha do Festival de Florianópolis (2002). É sócio da produtora Barracão Cultural, tendo trabalhado nos projetos Percussões do Brasil e Brasil da Sanfona e criou e produziu o projeto Um Sopro de Brasil, selecionado pelo Programa Petrobrás Cultural. É dono do estúdio do Barracão e é líder da banda "Dr Morris e os Vivos". Tatyana Rubim Formação acadêmica: Responsável pela idealização, execução e captação de recursos de espetáculos, shows, exposições, workshops e eventos, com profissionais renomados no Brasil e no exterior. Há 22 anos idealizou e Coordena o Festival Teatro em Movimento; Idealizou e Coordena o Teatro em MovDigital Montagens “Saltimbancos” - musical “Horácio”-peça de teatro “Em Nome do Pai” – peça de teatro “Nablina” – peça de teatro Gonzagão – o Musical Milton Nascimento -o musical Festivais: FICE – Festival Internacional de Cinema Infantil FIT Fliaraxá – Festival Literário de Araxá Edições dos anosFestival Toca Raul Filmes: La Serva Padrona ATO Espetáculos de Música: CD o Tempo Celso Adolfo Show Violeiros do Brasil Show Diogo Nogueira- Praça da Estação Festival Toca Raul Exposição: Produção local de “Bracher”Pytix Marcio Medina - Cenografia e figurinos Cenógrafo e figurinista. Artista de vasta inventividade, transita pelo erudito e o popular com considerável assiduidade, colaborador constante de várias companhias e um dos diretores de arte mais requisitados em São Paulo a partir da década de 1990. Após cursar a Escola Paulista de Belas Artes, em 1978, formou-se em comunicação visual em 1980 e em propaganda e marketing em 1981. Sua participação como cenógrafo e diretor de arte na área teatral inicia-se em 1976, com a realização de A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht, direção de Antonio Mercado. Trabalha em duas encenações de Marcio Aurelio, Hamlet, de William Shakespeare, e Divina Encrenca, de Geraldo Carneiro, ambas de 1981. No ano seguinte, confecciona os cenários de Aviso Prévio, de Consuelo de Castro, uma direção de Francisco Medeiros. Othello, de William Shakespeare, encenado por Juca de Oliveira, em 1983, conta com sua participação. Cria o ambiente para a leitura de O Homem e o Cavalo, de Oswald de Andrade, direção de José Celso Martinez Corrêa, para um ciclo de leituras de textos brasileiros, em 1984. Para Meu Tio, o Iauaretê, de João Guimarães Rosa, espetáculo de Roberto Lage que destaca o ator Cacá Carvalho, em 1986, trabalha com a limpeza espacial e a sugestão dos climas inerentes ao sertão. Bem ao contrário do sofisticado cabaré elaborado para Emoções Baratas, espetáculo de dança criado por José Possi Neto, em 1987. Dois anos após elabora uma bela visualidade para Peer Gynt, de Ibsen, nova direção de Roberto Lage. Em 1990, com Cibele Forjaz, sugestiona o labirinto do Minotauro, com impactante força visual, para O Lamento de Ariadne, de Beatriz Azevedo. O ambiente prisional de Plínio Marcos ocupa-o em 1991, em Pontedera, Itália, com a realização de 25 Homens, nova parceria com Cacá Carvalho, agora sob a direção de Roberto Bacci. Novamente no Brasil, cria os ambientes para o espetáculo de Ivaldo Bertazzo: Luz Calma e Volúpia, em 1991. Perdidos na Praia, texto de Leo Lama dirigido por Fauzi Arap, conta com a sua participação em 1994. No ano seguinte, ambienta a realização de Verás Que É Tudo Mentira, de Reinaldo Maia. Trabalhos na Itália, colaborando com Roberto Bacci, alternam-se com criações no Brasil, na época. Em 1996, novamente com Fauzi Arap, está em A Quarta Estação, de Israel Horowitz, e Frida Kahlo, texto de Fauzi e Ricardo Halac. Com a Companhia do Latão faz Ensaio para Danton, baseado em Georg Büchner, em 1997. Na Itália, cria novamente para Roberto Bacci Uma Vida Defeituosa, em 1997, e Caixa Dois, de Juca de Oliveira, no Brasil. Em 2000, participa de diversos projetos, com destaque para: Sacromaquia, de Antônio Rogério Toscano, direção de Maria Thaís, em que arrebata o Prêmio Shell de melhor cenógrafo; A Comédia do Trabalho, com a Companhia do Latão; Fim de Jogo, de Samuel Beckett, direção de Francisco Medeiros. Em 2001, em Minas Gerais, cria os espaços para Um Trem Chamado Desejo, criação do Grupo Galpão e direção de Chico Pelúcio, recebendo novamente o Shell de melhor cenografia do ano. Em 2002, está em Hamlet, nova encenação de Francisco Medeiros para o Teatro Popular do Sesi (TPS), e A Casa Antiga, montagem de Ruy Cortez. Sobre esse trabalho comenta a crítica Mariangela Alves de Lima: "O mesmo procedimento orienta a bela cenografia de Márcio Medina, que dá à casa onde se abriga o espetáculo um tratamento inspirado nas antigas moradias rurais brasileiras. Nada é óbvio ou literal e todos os ícones desse modo de vida são estetizados, embelezados por uma visão idealizada do arcaico. Os oratórios não são apenas lugar de penitência e devoção, mas nichos onde se realiza o desejo de beleza (e de poder, no caso da mãe) dessas criaturas que vivem entre a enxada e a cozinha. Por extensão, a cenografia nos remete à função da religiosidade nas comunidades agrárias. É uma cenografia que faz justiça ao real - lembra o passado histórico da família brasileira - e ao surreal, porque nela as plantas falham, os baldes refletem, as portas são pontos de uma fuga possível. Um lugar para poucos, não mais do que 15 espectadores por noite, que merece ser visitado". Em 2003, foi um dos representantes do Brasil na Quadrienal de Cenografia de Praga. Medina é também colaborador assíduo do Centro de Pesquisa e Experimentação de Pontedera, um dos mais importantes centros de criação teatral italiano, continuador dos princípios de Gerzy Grotowski. Maria Amália Morais - preparação vocal Cantora, Professora de Canto, Preparadora Vocal e Diretora Musical, Babaya iniciou sua carreira em Belo Horizonte , Minas Gerais, na escola Música de Minas, fundada por Milton Nascimento e Wagner Tiso em 1983. Em 1991, fundou a “Babaya Escola de Canto”. Até a presente data, Babaya já participou de 109 espetáculos como Preparadora Vocal, Diretora Vocal de Texto e Diretora Musical. Babaya coordena o Grupo de Estudos da Fisiologia da Voz. Com o renomado diretor Gabriel Villela, Babaya já fez preparação e direção musical em 20 espetáculos entre São Paulo, Rio, Curitiba e Portugal. Preparou a prosódia dos atores dos filmes: “Os Nomes do Rosa” com direção de Pedro Bial. Em 2009 preparou a prosódia do filme “As Vidas de Chico Xavier” com direção de Daniel Filho. Em Belo Horizonte fez a preparação e direção vocal dos grupos: Galpão (desde 1988), Espanca , Armatrux, Burlantins, Garupa e Odeon. Em Barbacena, MG, é a professora de canto, preparadora e diretora vocal do Grupo Ponto de Partida desde 1965 quando foi gravado o CD “Estação XV”. Entre os musicais realizados estão: “Viva o Povo Brasileiro” com direção de Regina Bertola; o “Ser Minas tão Gerais” com a participação de Milton Nascimento e o coral dos “Meninos de Araçuaí” do qual é também preparadora desde a gravação do CD “Roda que Rola”. Em 2004 fez a preparação vocal da peça “A Vaquinha Lelé” direção João Melo/Lurdes/Lido. Em 2005 fez a preparação vocal de Pablo Bertola e côro para o show/cd de “O Menino e o Poeta” direção de Regina Bertola. Em 2007 fez preparação do espetáculo “Pra Nhá Terra” direção de Regina Bertola com o grupo Ponto de Partida e Meninos de Araçuaí. Ainda em 2007 fez preparação do corro do espetáculo “Cortejo de Reis” realizado em Itabira com o grupo Ponto de Partida e os Mineiros de Itabira, em Três Pontas com o grupo Ponto de Partida, Coro da Bituca Universidade da Música e Milton Nascimento. Em 2009 preparou a peça “Circulo do Ouro” com o grupo Ponto de Partida com direção de Regina Bertola. Faz parte do corpo docente como Professora de Canto da Bituca Universidade da Música. Em Ipatinga faz a preparação vocal do grupo de teatro “Perna de Palco”. Até a presente data, Babaya já participou de 109 espetáculos como Preparadora Vocal, Diretora Vocal Rubim Produções A Rubim Produções é uma empresa que atua no mercado nacional desde 2000 como produtora de eventos culturais, corporativos e de ativação. Na área da cultura é especializada em artes cênicas, possuindo como carro-chefe o Festival Teatro em Movimento e sua plataforma digital, idealizado pela diretora Tatyana Rubim, já na 22ª edição. Também trabalha com projetos que visam a descentralização cultural e a circulação de espetáculos, em âmbito nacional e internacional. Possui experiência na produção de filmes, CD’s, shows, festivais (gastronômicos, literários e de cinema), montagem e circulação de espetáculos (peças e musicais), além de produções de eventos corporativos de médio e grande porte e exposições. Entre suas produções se destacam o Festival Internacional de Teatro Palco e Rua de Belo Horizonte (2022), FliAraxá, BB Mulheres, Inhotim em Cena e a Inauguração da Cidade Administrativa. Odeon Companhia Teatral A Odeon Companhia Teatral nasceu em 1998, a partir de uma parceria entre Carlos Gradim e Yara de Novaes. Desde o começo, investe na busca de uma linguagem própria – capaz de revelar o homem contemporâneo em meio à suas principais questões e desafios – traduzida em seus premiados espetáculos. Todos surpreendem pelo arrojo, concepção cênica e qualidade de montagem. The Adams, Ricardo III, Mata Hari, Amor e Restos Humanos, O Coordenador, Noites Brancas, A Falecida, Quando Você Não Está no Céu, Servidão e, agora, Os Saltimbancos. Com projetos de qualidade, a Odeon continua a construir o seu caminho e a enriquecer a arte e a cultura de Belo Horizonte.
PROJETO ARQUIVADO.