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Circulação do espetáculo de teatro Sedes, adaptação do texto de Wajdi Mouawad, por 3 cidades brasileiras. A proposta contempla, além das apresentações do espetáculo, realização de ensaios abertos em todas as cidades que receberão o projeto. Serão oferecidas sessões com acessibilidade de conteúdo (LIBRAS e audiodescrição).
Sede fala sobre amor, família, direito à liberdade de expressão, o sentido da vida, educação, a inquietação em relação ao futuro e a sede de viver A peça conta com humor a história de três personagens em busca da representatividade de suas identidades. O texto narra a jornada de pessoas com sede de viver e de provar, através de suas inquietações pessoais e artísticas, que a educação pode salvar vidas.
OBJETIVOS GERAIS: Realização de circulação do espetáculo SEDES, em 3 cidades brasileiras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 30 apresentações, sendo uma temporada com 24 sessões e circulação com 6 apresentações em 2 diferentes cidades brasileiras. - Realizar, a título de contrapartida social, 3 ensaios abertos para estudantes de teatro e população de baixa renda. - Realizar 6 sessões munidas de instrumentos de acessibilidade (LIBRAS e audiodescrição), sendo duas por cidade. - Sua realização objetiva impactar diretamente cerca de 11.000 espectadores. - Geração de cerca de 40 postos de trabalho diretos e 100 indiretos.
A peça conta com humor a história de três personagens em busca da representatividade de suas identidades. O texto narra a jornada de pessoas com sede de viver e de provar, através de suas inquietações pessoais e artísticas, que a educação pode salvar vidas. Sede é uma crítica subjacente ao nosso modo de vida: ao neoliberalismo, ao capitalismo agressivo, mesquinho e predatório da nossa sociedade. Modo de vida esse que é capaz de separar pessoas que se amam e alimentar uma geração cada vez mais ansiosa e com o maior número de depressão entre jovens insatisfeitos de todos os tempos. Ao misturar realidade, ficção, humor, músicas e drama, Sede é uma peça contundente, emocionante e que põe em cheque radicalismos ao proporcionar, através de sua narrativa, a certeza de que o futuro das nações está nas mãos da educação, respeito às diferenças e cultura de cada país. Para além da pertinência de seu conteúdo no contexto da atualidade, a ficha técnica do projeto se mostra extremamente capacitada em currículo e histórico de realizações, promovendo um encontro de trajetórias de notório reconhecimento na cena musical com potencialidades artísticas pulsantes e inovadoras. A Lei de Incentivo é uma das poucas formas de se conseguir parceria na iniciativa privada para a realização de um projeto cultural, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura no País. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento a produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Não se aplica.
Em cumprimento ao Art.18 da IN em vigor, estabelecemos medida de acessibilidade compatível com a característica do projeto: PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Acessibilidade Física: Escolha de espaços que estejam de acordo com a legislação e garanta acesso a todas as formas de mobilidade. - Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: 6 sessões com tradução em LIBRAS; - Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: 6 sessões com audiodescrição; - Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: Disponibilização de fones abafadores para público com sensibilidade auditiva. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL - Acessibilidade Física: Escolha de espaços que estejam de acordo com a legislação e garanta acesso a todas as formas de mobilidade. - Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: 1 sessão com tradução em LIBRAS; - Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: 1 sessão com audiodescrição; Impressão de parte dos folders impressos em formato braile - Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: Contratação de monitores especializados no auxílio deste público; Disponibilização de fones abafadores para público com sensibilidade auditiva.
O projeto respeitará o Art. 27º da IN Nº 1/2023, contendo em seu plano de distribuição: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3%(três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. O projeto atenderá ainda às seguintes medidas do Art. 28º da IN Nº 01/2023: II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;
Felipe de Carolis (direção de produção, coordenação do projeto e elenco protagonista)* *Remuneração da proponente Ator, Cantor, Roteirista Único artista da América Latina a atingir o Marco de fazer sua terceira peça de Wajdi Mouawad, e se tornar curador da sua obra no Brasil. Sob direção de Aderbal Freire-Filho em 2013, aos 23 idealizou, produziu e atuou, estando ao lado de Marieta Severo, em Incêndios, de Mouawad que ficou 4 anos em cartaz, foi vencedor dos prêmios SHELL, APTR, APLAUSO, CENYMS e Arte Qualidade Brasil, e indicado aos prêmios APCA e QUESTÃO DE CRÍTICA. Em 2015 atuou em Verdades Secretas, dirigido por Mauro Mendonça Filho, na TV Globo, super série vencedora do EMMY Internacional, emissora onde também participou das novelas Cobras e Lagartos, Aquele Beijo e Amor Eterno Amor e da primeira temporada da Série indicada ao EMMY, SOB PRESSÃO. Em 2016, lançou o filme O Escaravelho do Diabo, de Carlo Milani e foi um dos protagonistas da superprodução musical dirigido por Uwe Petterson, We Will Rock You, escalado por Brian May (QUEEN) com direção do alemão Uwe Petterson, inaugurando o teatro Santander. No Rio de Janeiro, estrelou CÉUS, mais uma vez sob a direção de Aderbal Freire-Filho, com texto de Wajdi Moauwad, indicado ao prêmio QUEM de melhor ator. Protagonista dos filmes Acromático e Verdade Verdadeira, esteve no telefilme francês A Quelle Heure. Em Comédia MTV de Verão, com Tata Werneck. participou como ator convidado. Em A Visita da Velha Senhora foi dirigido por Bernardo Jablonski. Foi indicado ao Prêmio de Melhor Ator no 10 Festival Internacional de Humor, e no Festival TAPIAS por Incontratos. Ainda em 2016 retomou a parceria com Aderbal e Wajdi, produziu e estrelou CÉUS, indicado ao prêmio QUEM, APTR e APLAUSO como melhor ator. O espetáculo ficou em cartaz até maio de 2018. Dos grandes musicais, no ano de 2018/2019, estrelou o cultuado PIPPIN, liderando, como protagonista e produtor do revival de PIPPIN o Musical, de Stephen Schwartz, e seus créditos ainda contam com Ernst Robel, no elenco original brasileiro de SPRING AWAKENING, em 2009 e 2010. Entre outros trabalhos de impacto no mercado, interpretou BRAD ao lado de Marcelo Medici no musical The Rocky Horror Show, de Charles Moeller, – eleito pela DropsMagazine o Ator do ano, e indicado aos prêmios DROPS e APLAUSO. Nos últimos anos estrelou musicais produzidos pela AVENTURA: O Despertar da Primavera (Ernst) e Beatles num Céu de Diamantes (Penny), sempre como solista. Na televisão, encontra-se em cartaz em NINGUÉM TÁ OLHANDO de Daniel Rezende para a NETFLIX. Felipe teve a produção que idealizou, produziu e protagonizava, SEDE de Wajdi Mouawad, interrompida pela pandemia, mas assim que houve a reabertura parcial dos teatros em 2021, o espetáculo retornou ao palco, no teatro TUCARENA, em São Paulo, sob direção de Zé Henrique de Paula. Em 2022, Felipe conquista seu primeiro protagonista absoluto no cinema, no filme OS MENSAGEIROS, produção da STAR e Disney, que apostam na sequência da franquia NOSSO LAR, uma das maiores bilheterias do cinema nacional. Wajdi Mouawad Wajdi Mouawad nasceu no Líbano em 1968. Com sua família, deixou seu país natal com 10 anos, devastado pela guerra rumo à Paris, onde viveu alguns anos. Em 1983 foi para o Canadá e se estabeleceu em Montreal. Em 1991, logo depois de se formar na Escola de Teatro Nacional, ele embarcou em uma carreira polivalente: como ator, escritor, diretor e produtor. Em 1998, sua criação Protágoras trancada no banheiro é votado como a melhor produção de Montreal pela Associação de Críticos de Teatro Quebec. De 1990 a 1999, co-dirige a Companhia de Teatro Ô Speaker. Ele cria em Montreal encenações e adaptações que “Macbeth”. Ao mesmo tempo, escreveu Litoral, anterior a Incêndios, que unidas a outras duas peças formará a tetralogia denominada por ele como As promessas de sangue. O espetáculo “Litoral” lhe rendeu reconhecimento e dois importantes prêmios: Prêmio Literário Governor General’s Literary Award de melhor texto teatral em 2000 e o Chevalier de l'Ordre National des Arts et des Lettres, na França, em 2002. Mas é em 2003, com o espetáculo Incêndios que ele arrebata a crítica e leva todos os principais prêmios por onde seu espetáculo se apresentou. De 2000 a 2004 dirigiu o Teatro dos Três Vinténs em Montreal. Em 2004, ganhou o Prix de la Francofonia no Canadá e o premio Moliére, na França , por Incêndios. Em 2005 fundou duas companhias especializadas no desenvolvimento de novos trabalhos: Abe carré cé carré, no Canadá e Au carré de l'hipotenusa, na França. Desde setembro de 2007, Wajdi Mouawad ocupa o cargo de Diretor Artístico do Teatro Francês do National Arts Centre, em Ottawa. Premios que o autor e diretor recebeu por seu espetáculo “Incêndios” 2004: Prêmio Jacqueline Déry-Mochon de melhor espetáculo para Incêndios, em Quebéc, Canadá. 2004: Prêmio SACD ( comissão de países de lingua francesa) por sua obra, no Canadá. 2004: Prêmio Sony Labou Tansi de melhor espetáculo, por Incêndios, no Canadá. 2005: Premio Molière de melhor autor francês por Incêndios, na França. 2007: Prêmio Escolha da Crítica para o melhor espetáculo Belga, por Incêndios, na Belgica. 2009: Grande Prêmio da Academia Francesa de Teatro, por Incêndios, na França. Thiago Bomilcar Braga (Direção artística) PRINCIPAIS TRABALHOS COMO AUTOR/ ROTEIRISTA: - Co-autor do espetáculo “Meu outro eu”, em cartaz no Teatro João Caetano (maio/2021). - Autor, diretor e produtor do espetáculo infantil “Felizes para sempre?”, em cartaz no Teatro Maria Clara Machado (Jun/19) e Teatro Laura Alvim (Out/19). - Roteirista para a página de humor do Instagram Detona Rafa (@detonarafa – 2019) - Autor e diretor do espetáculo “O que vem depois?” (2018). - Autor, diretor e produtor do espetáculo “Na Real” (2013/2014). - Supervisor de roteiro do canal de humor para Youtube “Subversivo” (2013) - Autor, diretor assistente e produtor do espetáculo “SIM – Senhoritas Interessadas em Matrimônio” (2012/2013), com direção de Alexandre Britto. - Autor, ator e produtor do espetáculo “ProHibidão” (2010-2012), com direção de Bemvindo Sequeira. - Autor, ator e produtor do espetáculo “C.L.A.M. – Curso Livre para Aprendiz de Marginal” (2009-2011), com direção do Grupo Saideira de Teatro. - Autor e diretor teatral no curso de interpretação para atores, no Teatro dos Grandes Atores, no Rio de Janeiro (2010-2019), tendo adaptado e dirigido “Sweeney Todd” (2010), “Corra Lola Corra” (2014), “Relatos Selvagens” (2015), “Feitiço do Tempo” (2016), “Peixe Grande” (2018), entre outros. Fabio de Luca (elenco principal) Fábio de Luca começou a sua trajetória artística no teatro Infantil e logo partiu para produções de humor voltadas ao público mais adulto. Ficou conhecido na internet ao entrar para o elenco dos canais Parafernalha e Porta dos Fundos, nos quais desempenhou as funções de roteirista e ator. Estreou na TV participado da série A Toca (2013). Já sua trajetória no cinema teve início com o cômico Copa de Elite (2014). Os longas Vidas Partidas (2016) e Juntos e Enrolados (2022) também são destaques de sua carreira. Paulo Cesar Medeiros (iluminador) Seu primeiro espetáculo teatral é Palhaçadas, de Tônio Carvalho, 1989. Lá conhece o diretor Gilberto Gawronski com quem realiza uma série de trabalhos de iluminação: de Uma Estória de Borboletas, de Caio Fernando Abreu, 1990, a A Dama da Noite, de Caio Fernando Abreu, 1998, passando por Na Solidão nos Campos de Algodão, de Bernard-Marie Koltès, 1996. Assina a iluminação de Blue Jeans, de Zeno Wilde, e Wanderley Aguiar Bragança, com direção de Wolf Maya, 1992, O Cortiço, de Aluísio de Azevedo, com direção de Sergio Britto, e O Futuro Dura Muito Tempo, de Márcio Vianna, último espetáculo de Rubens Corrêa, 1993, que lhe vale o Prêmio Shell de iluminação. Seguem-se A Era do Rádio, de Clovis Levi, Carmen, adaptação de Sergio Britto e Fábio de Mello, Dizem de Mim o Diabo e Aldeia, ambos com roteiro e direção de Ana Kfouri, 1994. Entre 1995 e 1998, Medeiros realiza a iluminação de espetáculos dirigidos por Luiz Arthur Nunes, Marília Pêra, Luiz Fernando Lobo, Bibi Ferreira, Sergio Britto, Ítalo Rossi, Ivone Hoffman, Marcelo Saback, Ernesto Piccolo, Karen Acioly e Ronaldo Tasso. Previsão de remuneração do proponente: Direção de produção, Coordenação do Projeto, Elenco protagonista e Remuneração pela Captação de Recursos (caso seja realizada pelo próprio)* *Os itens poderão ser modificados de acordo com os recursos captados e eventual adequação do projeto, sempre respeitando os limites estabelecidos pela lei.
PROJETO ARQUIVADO.